Prefeitura de Petrolina

21/04


2015

Bravata do PT trava em dívidas de R$ 75 milhões

Josias de Souza (Blog)

Escolhido para substituir João Vacari Neto na tesouraria do PT, o ex-deputado sergipano Márcio Macedo reúne-se com o presidente da legenda, Rui Falcão, em São Paulo para tomar pé da situação financeira da legenda. Que não é nada boa.

Com um segundo tesoureiro preso em menos de dois anos, o PT anunciou na semana passada sua decisão de não mais receber doações de empresas. Esqueceu de informar como pretende fazer para pagar as dívidas que acumulou nas eleições de 2014. As campanhas para os governos estaduais deixaram um buraco de cerca de R$ 75 milhões. Não é coisa que se possa pagar com bravatas.  


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21/04


2015

Abril fatídico: morre o sanfoneiro Camarão

Safoneiro CamarãoAbril de perdas para Pernambuco na política e na cultura: depois das mortes dos deputados Manoel Santos e Pedro Eugênio chega, há pouco, a confirmação da partida do sanfoneiro Camarão, que estava internado no hospital Santa Joana. Nascido no Distrito de Fazenda Velha, em Brejo da Madre de Deus, Camarão ganhou seu apelido do compositor e amigo Jacinto Silva, que notou as bochechas avermelhadas do sanfoneiro e falou: "Pronto, chegou o Camarão".
 
Camarão dedicou a maior parte de sua vida à música, sobretudo, à sanfona. O interesse pelo instrumento surgiu dentro da própria família. O oito baixos do seu pai, que era deixado na cama quando ele ia para a roça, foi descoberto por Camarão. “Maria Bonita” foi tocada pelo menino aos sete anos de idade. Aos 20 anos, Camarão ingressou na Rádio Difusora de Caruaru, onde grandes músicos como Sivuca e Hermeto Pascoal também estiveram. Camarão recebeu grande influência de Luiz Gonzaga, inclusive na produção de seus primeiros discos. 3
 
Reconhecido por ventilar o ritmo regional por sopros de sax, trompete e trombone, Camarão tem grande importância na efervescência musical do Estado de Pernambuco. Em 1968, ele cria a primeira banda de forró do Brasil, a Banda do Camarão. 4 Entre os discos, podemos citar: Camarão, Forró pra Frente, Na Toca do Camarão – Camarão e seu Acordeon, A Bandinha do Camarão, Camarão plays Forró, Banda do Camarão, Forrofando em Caruaru.

Desde a década de 1980, Camarão mora no Recife, onde ministra aulas de sanfona na Escola de Acordeon de Ouro, fundada por ele e localizada em Areias. Foi homenageado no São João de Caruaru em 1999 e de Recife no ano de 2007. Camarão obteve o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco em 2003.
 


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21/04


2015

"Agora é a 6ª vez que assumo", ironiza Uchoa

Do JC Online – Ayrton Maciel e Paulo Veras

“Acharam ruim a quinta posse. Agora é a sexta vez que assumo, às 17h50 (hora em que assinou o livro de posse)”. Com o desabafo, o deputado Guilherme Uchoa (PDT) retornou à presidência da Assembleia Legislativa cinco dias depois da juíza Mariza Silva Borges, da 2ª Vara da Fazenda Pública do Recife, expedir liminar suspendendo a eleição da Mesa Diretoria – de 1º de fevereiro – e determinando seu afastamento e o do 4º secretário, Eriberto Medeiros (PTC), dos cargos de direção. 

O presidente do Tribunal de Justiça (TJPE), Frederico Neves, derrubou a decisão da juíza de 1º grau, suspendendo os efeitos da liminar que considerava inconstitucional a quarta reeleição de Uchoa. O desembargador avaliou não haver respaldo legal para a destituição do presidente da Alepe. 

 “Eu já esperava. O Ministério Público tinha se pronunciado (pela constitucionalidade). Não existe vício de inconstitucionalidade (na reeleição)”, declarou Uchoa na volta ao cargo. 

Demonstrando irritação com a Ordem dos Advogados (OAB-PE), autora da ação civil pública contra a sua reeleição, o pedetista anunciou uma retaliação imediata contra a entidade e seu presidente, Pedro Henrique Reynaldo, revelando que seus advogados – Júlio Oliveira e Virgínia Pimentel – haviam ingressado, ainda ontem, com uma ação de falsidade documental.

“Eles juntaram ao processo a ata da decisão do Conselho (da OAB) que autorizou uma Ação de Inconstitucionalidade (Adin), mas ingressaram com uma ação civil pública. Falsidade documental clara para enganar a Justiça”, acusou Uchoa, prometendo outras ações contra Pedro Henrique e o ex-presidente da OAB, Jayme Asfora (atual secretário da Juventude do Recife), mentor de ações contra posições de Uchoa na Alepe.


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21/04


2015

Velório de Eugênio será no Morada da Paz

O corpo do ex-deputado Pedro Eugênio (PT), que morreu, ontem, em São Paulo, vítima de complicações no coração, só deve chegar ao Recife no início da noite, seguindo direto para o velório no cemitério Morada da Paz, onde amanhã pela manhã, numa cerimônia restrita aos familiares, será cremado.


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Comentários

Ivan Barros

Tem um lugarzinho reservado pra ele, ao lado de seus idolos, stalin, mao, pol pot, chavez e mais alguns em breve, com a graca de Deus.



21/04


2015

Preso pede liberdade e escreve em papel higiênico

De O Globo - Leonardo Guandeline

Corte havia recebido pedidos de habeas corpus do mesmo detento em pedaços de lençol no ano passado

Um pedido de habeas corpus endereçado ao presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Francisco Falcão, surpreendeu nesta segunda-feira funcionários da Seção de Protocolo de Petições da Corte.

Dentro de um envelope, eles encontraram caprichosamente dobrado cerca de um metro de papel higiênico com o pedido, escrito de próprio punho por um preso do Centro de Detenção Provisória (CDP) I de Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo.

O detento argumenta na correspondência que está preso irregularmente, por um crime já prescrito, desde 2006.

De acordo com a legislação brasileira, o habeas corpus pode ser impetrado por qualquer pessoa (e não só por advogados), em qualquer meio.

Leia na íntegra clicando aí:  Preso envia pedido de liberdade ao STJ escrito em papel higiênico


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Naipes Consultoria

21/04


2015

Há muita fumaça e pouco fogo no impeachment

Josias de Souza – (Blog)

Num instante em que a palavra impeachment salta dos lábios dos políticos com desenvoltura coreográfica, não convém gritar incêndio dentro do teatro. Mas, para entender o que sucede, é aconselhável gritar teatro dentro do incêndio. Há mais fumaça do que fogo nesse palco.

A fumaça aumentou depois que o TCU considerou ilegais as pedaladas fiscais usadas para disfarçar a fragilidade das contas públicas no primeiro mandato de Dilma. A perspectiva de configuração de um crime de responsabilidade da presidente da República assanhou a oposição.

De repente, o PSDB decidiu convencer outras legendas oposicionistas a fazerem uma coisa da qual o tucanato não tem a menor convicção. Líderes tucanos na Câmara e no Senado preparam para maio um pedido de impeachment que até o correligionário Fernando Henrique Cardoso, sábio da tribo, considera precipitado.

Em debates internos, governadores tucanos, alguns deles com calos de vidro, ecoam as cautelas de FHC. E Aécio Neves, presidente do PSDB, equilibra-se entre as duas alas —declara que impeachment não é golpe, está previsto na Constituição. Mas evita aderir 100% à tese. Pede investigações e livre debate.

Em ritmo de vai ou racha, os líderes do PSDB no Congresso afirmam que o partido dará o próximo passo. Mesmo que rachado. Confirmando-se a formalização do pedido, o impeachment irá à mesa do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, a quem cabe analisá-lo.

Cunha já sinalizou que o destino do pedido será a gaveta. No momento, interessa ao deputado, ilustre investigado da Lava Jato, manter em cena uma Dilma pendurada na beira do abismo. Dependendo da evolução da conjuntura, Cunha pode optar entre tratar a presidente com as mãos ou com os pés.

O engavetamento de um eventual pedido de impeachment daria ao pedaço engajado do PSDB a oportunidade de se reposicionar em cena. Vistos pelas ruas como oposisitores flácidos, os tucanos poderão lavar as mãos e sugerir aos manifestantes que se juntem à comunidade LGBT no coro de “Fora Eduardo Cunha.”


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Comentários

Nehemias Fernandes Jaques

PORQUE MORO NÃO MANDOU PRENDER A IRMÃ DE AÉCIO? ELA TEM FORO PRIVILEGIADO?

Everaldo Aleixo

Sugestao: Arruma um projeto politico para aprensentar a nação ou chama o advogado do fluminense!



21/04


2015

Prefeito de Serra perde seus dois deputados

Em apenas dois dias, um após o outro, o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), viu a morte levar os dois deputados que apoiou nas eleições passadas: Manoel Santos, estadual, e Pedro Eugênio, federal, ambos com votações consagradoras no município. Bastante emocionado, Duque recorreu a um poema da poetisa Cora Coralina para tentar amenizar a dor repetida, que o abalou bastante:

"Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar, porque descobri, no caminho incerto da vida que o mais importante é decidir, pois o que o importa na vida não é o ponto de partida, mas a caminhada. Caminhando e semeando no fim terás o colher".


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Stampa Midia

21/04


2015

Coluna da terça-feira

    O revide de Uchoa

Depois de derrubar, ontem, o recurso da OAB que o afastou da presidência da Assembleia Legislativa, o deputado Guilherme Uchoa (PDT), não esperou nem passar o feriado de 21 de abril, hoje, para entrar com um processo contra o presidente da instituição, Pedro Henrique.

Ontem mesmo, entrou com uma ação de falsificação de documento, o chamado incidente de falsificação documental. Segundo ele, o presidente da OAB não poderia ter usado o conteúdo do referido documento para dar sustentação jurídica a uma ação civil pública, mas apenas a uma ADIN – Ação Direta de Inconstitucionalidade. “Na prática, ele falsificou”, afirma Uchoa.

Para o presidente da Assembleia, o procedimento de Henrique coloca em suspeita a sua atuação na OAB, sugerindo que recorreu a uma brutal ilegalidade para tentar cassar o seu direito de exercer o quarto mandato consecutivo como presidente da mesa diretora do poder Legislativo estadual.

“Ele (Henrique) cometeu um crime e tem que pagar por isso”, afirmou. Em entrevista ao programa Frente a Frente, o presidente da Assembleia atacou Pedro Henrique também de ser procurador do Estado sem defender o Governo em nenhum processo, mas não abdicando de embolsar o seu salário de R$ 27 mil e outras vantagens, totalizando salário mensal acima de R$ 70 mil.

Isso, no entender de Uchoa, é uma imoralidade. “O presidente da OAB é um dos maiores marajás do Estado”, desabafou. Pelo andar da carruagem, essa briga não vai se resumir ao processo de contestação da constitucionalidade do mandato presidencial de Uchoa.

O presidente da Alepe antecipa que já tem um dossiê da gestão de Henrique e também do ex-presidente Jaime Asfora, hoje secretário municipal da Prefeitura do Recife, que à frente da instituição tentou acabar com o auxílio paletó. “Como vereador do Recife, esse rapaz não abriu mão de outras vantagens, inclusive o auxílio paletó. É pouca vergonha na cara”, afirmou.

OAB VAI RECORRER– Ouvido, ontem, pela coluna, o presidente da OAB, Pedro Henrique, disse que não cometeu nenhum tipo de falsificação de documento e que a assessoria de Uchoa comete um grande equívoco. Quanto à liminar que derrotou o recurso afastando o presidente da Alepe, Henrique disse que a decisão de recorrer será do conselho da OAB e não sua, de forma isolada.

Enfim, a alternância! – Aos que reclamavam da alternância de poder na Assembleia: em menos de 72 horas, a Casa teve dois presidentes: o vice Augusto Cesar (PTB), que assumiu de manhã ficando menos de 24 horas no cargo, e Uchoa, que reassumiu diante da liminar concedida pelo presidente do Tribunal de Justiça, Frederico Neves. Cesar ainda chegou a comemorar a presidência vapt-vupt recebendo, inclusive, o prefeito de Serra Talhada e um grupo de vereadores.

 

 

Tancredo Neves– Professor de Teoria Política na Universidade Federal de Pelotas, o pesquisador Daniel de Mendonça, autor de Tancredo Neves: da Distensão à Nova República, diz que o grande desencanto que se seguiu à morte do presidente, há 30 anos, se deve ao fato de, àquela altura, Tancredo ser menos um político e mais uma imagem associada às esperanças nacionais para o País. Uma imagem que o próprio Tancredo ajudou a construir, sem saber que não teria como dar prosseguimento a ela.

Sem derramar sangue – Do ex-governador Roberto Magalhães ao JC sobre Tancredo Neves, que partiu para a eternidade há 30 anos: “Tancredo ocupava o centro, onde se empurra o processo histórico. Ele era a única solução que tínhamos para fazer a redemocratização de forma pacífica, sem derramamento de sangue”.

A nova UVP –  Devido aos funerais do deputado Manoel Santos, que morreu domingo passado em São Paulo, o governador Paulo Câmara (PSB) não pode ir, ontem, à posse do novo presidente da União dos Vereadores (UVP), Josinaldo Barbosa (PTB), em Timbaúba. Foi representado pelo secretário da Casa Civil, Antônio Figueira, que chegou ao local acompanhado de alguns parlamentares.

 

 

 

CURTAS

REFORMA– As comissões da Reforma Política e de Constituição e Justiça da Câmara receberam prazo para aprovar a reforma. Se isso não ocorrer, o presidente da Casa, Eduardo Cunha, vai avocar o tema para si e votar o relatório da Comissão direto no plenário.

2º ESCALÃO– O PR voltou a tratar, desta vez com o vice Michel Temer, sobre o 2º escalão do governo Dilma. A sigla quer manter a presidência da Valec, mesmo que o atual seja substituído; a vaga na ANTT; e quer nomear o ex-líder Luciano Castro para dirigir o Dnit.

Perguntar não ofende: O feriado vai atrapalhar a pauta do Congresso?


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Biologicus

21/04


2015

A vez e a hora dos municípios

Carlos Chagas

Nunca é demais lembrar o  provérbio árabe de que “bebe água limpa quem chega primeiro na fonte”. Sua aplicação ajusta-se às eleições  municipais do ano que vem, não apenas  o ensaio geral das  eleições estaduais e nacional de 2018, mas uma empreitada em si mesma imprescindível.  Não se tem  notícia de que PT, PMDB, PSDB e outros  partidos estejam cuidado de preparar-se, tanto para selecionar seus  candidatos às prefeituras das capitais e das grandes cidades   quanto para preparar suas representações nas  câmaras de  vereadores. Quem puder demonstrar vitalidade no plano municipal terá avançado no rumo de tornar o país mais equânime, justo e viável. Oportunidade ímpar surge na hora em que o  Congresso, mais uma vez, lança-se na tentativa de realizar a  sempre tão falada e jamais realizada reforma política. Tanto faz se haverá ou não  redução do número de partidos. Com ou sem cláusula de barreira, se os chamados grandes partidos não se esforçarem para viabilizar  2016 em outros termos,  perderão espaço para dois anos depois.

Seria fundamental para todos começar a elaborar programas para os municípios. Demonstrar que sem ampla mudança nas regas  fiscais, eles continuarão a arrastar-se na falta de recursos e no endividamento crescente. Hoje, não há um só prefeito, dos eleitos e dos reeleitos em 2012, do qual se diga estar cumprindo suas promessas de campanha e recebendo a aprovação da maioria dos habitantes de suas cidades. Nas capitais, como  nos municípios menores, as  necessidades ultrapassam de muito as possibilidades de seus gestores.

Caberia aos partidos, desde já, equacionar soluções  institucionais, para  inverter o jogo  e promover a redenção dos municípios. Já lembrava o dr. Ulysses que ninguém mora na nação ou no estado, mas na cidade.  Torna-se necessário ouvir as associações municipalistas, dar a elas sua devida importância e colher, nelas, subsídios para a reforma dos instrumentos de ação local, tão ou mais importantes do que os estaduais ou  nacionais. Boa parte dos deputados e senadores,  assim como dos governadores, já foram prefeitos. Disporão de experiência e conhecimento  bastantes para agir  no plano de uma  reforma política voltada para as  carências municipais.


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Santana e Plácido

21/04


2015

Parecer de Múcio alvo de queixas do Planalto

A equipe de Dilma teme que o Tribunal de Contas da União-TCU esteja agindo de maneira mais política do que técnica na questão das chamadas "pedaladas fiscais". As principais queixas são contra o ministro José Múcio Monteiro. Ex-ministro de Lula, ele fez parecer contra o governo, que foi seguido pelo plenário. O Planalto também reclama do ministro Augusto Nardes, relator das contas da gestão de Dilma em 2014. Ele não afastou a possibilidade de a petista ser responsabilizada no julgamento do processo.

O TCU considerou que o governo utilizou recursos de bancos públicos federais, como Caixa, Banco do Brasil e BNDES, para fazer pagamentos devidos pelo Tesouro de benefícios como Bolsa Família e seguro-desemprego.

A manobra ficou conhecida como "pedaladas fiscais", forma de bancar artificialmente um superávit nas contas do Tesouro Nacional.

As operações, que chegariam a R$ 40 bilhões em 2014, representariam uma operação de crédito dos bancos ao governo, proibida pela Lei da Responabilidade Fiscal.

O governo repete que essa sistemática ocorre desde a aprovação da LRF, em 2001, e nunca foi condenada pelo tribunal.

Ministros do TCU se defendem, reservadamente, lembrando que foi a própria fiscalização do Banco Central quem acionou a Caixa, alertando que o banco estava fazendo pagamentos em nome do Tesouro Nacional.  (Da Folha de S.Paulo - Valdo Cruz)


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Comentários

Sávio Barros

QUANDO É PARA PEGAR OS GATUNOS DO PT;AS PESSOAS QUE OS INVESTIGAM,,SÃO TAXADOS DE DESPREPARADOS, QUE JULGAM POR POLITICA E NAO POR JUSTIÇA..O PT É FAMOSO POR TENTAR DESVIAR A ROTA DAS INVESTIGAÇÕES CONTRA SEU POVO ALOPRADO.



21/04


2015

Disputa pelo poder dentro da Lava Jato

A disputa pela precedência na tomada de depoimentos da Lava Jato é apenas uma oportunidade ostensiva para os procuradores do Ministério Público Federal e os delegados da Polícia Federal se hostilizarem.

O problema vem de longe, e, a rigor, é daqueles em que nenhum dos lados tem razão, por ambos conduzirem mal e até longe demais as suas pretensões.

O problema se resume em uma expressão conhecida: disputa de poder.

Quando, cá de fora, o desejado é eficiência com respeito absoluto a tudo o que delimita as condutas legais --desejo tão mais inatendido quanto maior é a volúpia de poder, seja de quem for.  (Jânio de Freitas - Folha de S.Paulo)


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Onodera Estética

21/04


2015

Dilma aprova aumento da verba para partidos

Proposta do Congresso triplica fundo partidário, elevado para R$ 868 mi

A presidente Dilma Rousseff sancionou o Orçamento Geral da União de 2015 sem vetar a proposta que triplicou os recursos destinados ao fundo partidário, uma das principais fontes de receita dos partidos políticos, hoje com dificuldades de financiamento por causa da Operação Lava Jato.

Em seu projeto original, o governo destinava R$ 289,5 milhões para o fundo, mas o valor foi elevado para R$ 867,5 milhões pelo relator do Orçamento no Congresso, senador Romero Jucá (PMDB-RR).

O fundo partidário é um montante de dinheiro público distribuído para a manutenção das legendas. Cada sigla define como utilizará a verba. Muitas aplicam em campanhas eleitorais, somado a doações privadas.

Em um momento de ajuste fiscal para reequilibrar as contas públicas, o caminho natural seria o veto da proposta de aumento do fundo.

Mas a recomendação que mais pesou foi a política: manter o novo valor para não desagradar a base aliada da presidente no Congresso.  (Da Folha de S.Paulo)


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