Sopranor 1

05/05


2016

PT teme que Janot use “Domínio do Fato” contra Lula

Blog do Kennedy

Além das fortes reações públicas contra as medidas adotadas pelo procurador-geral da República contra Dilma, Lula e ministros petistas, houve queixas de bastidor em relação a Rodrigo Janot. Para petistas, ele carregou nas tintas.

No Palácio do Planalto, a presidente Dilma disse em conversa reservada nesta quarta que seriam frágeis as evidências de tentativa de interferência dela na Lava Jato porque a investigação tem tido plena liberdade.

A respeito de Lula, petistas afirmam que Janot sinaliza que tentará condená-lo com base na Teoria do Domínio do Fato, porque o procurador disse que não seria possível o esquema de corrupção na Petrobras funcionar sem conhecimento e sem ação do ex-presidente.

O PT vai elevar o tom de guerra em relação à Lava Jato e isso deve se refletir numa oposição mais dura a um futuro governo Temer. Os petistas também cobrarão que a Lava Jato apure com o mesmo rigor acusações contra peemedebistas e tucanos.


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FMO

05/05


2016

Grande Crise está só começando

O jornalista Ricardo Kotscho alertou nesta quarta-feira, 4, que não deverá haver trégua na crise política e econômica do País, caso o Senado aprove o afastamento da presidente Dilma Rousseff no Senado. 

"As dificuldades de Michel Temer para montar um ministério minimamente respeitável e a disposição de Dilma e do PT de resistir até o fim dos 180 dias previstos para o julgamento final no Senado indicam que teremos dias ainda mais conflituosos e imprevisíveis daqui para a frente", prevê Kotscho.

O ex-secretário de Imprensa do governo Lula atesta que Temer já descobriu que não conseguirá diminuir o número de ministérios para abrigar os partidos que se uniram a ele e a Eduardo Cunha no processo de impeachment. "Seu principal aliado, o PSDB, continua dividido sobre como será sua participação no eventual governo, ora afirmando que não quer cargos, ora pedindo três ministérios de uma vez para contemplar Aécio, Alckmin e Serra, os presidenciáveis tucanos que só pensam no que é melhor para eles, de olho em 2018", afirmou, classificando os nomes do eventual governo Temer como "mais do mesmo".  (BR 247)

Leia na íntegra o post de Ricardo Kotscho em seu blog no R7


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TCE

05/05


2016

Os perigos do novo ministério

Carlos Chagas

Acaba de sair pelo ralo, como absurda e inexequível, a antecipação para outubro das eleições presidenciais marcadas para 2018. Apesar de apoiada pela presidente Dilma e parte do PT, a sugestão mergulhou nas profundezas. Com o impeachment de Madame cada vez mais perto, não caberia a Michel Temer outra alternativa senão terminar de compor o seu ministério. É onde mora o perigo, porque apesar de umas poucas estrelas de certa grandeza, do tipo José Serra e Henrique Meirelles, o plantel deixa a desejar.

Temer optou por distribuir pelos partidos que o apoiam a totalidade do grupo com que enfrentará os próximos dois anos. Tem produto para todo gosto, na prateleira, inclusive gente investigada na Justiça. Pelo jeito, a estratégia do novo presidente é a mesma da Dilma, ou seja, garantir apoio no Congresso, importando menos a qualidade e a competência dos ministros, mais os votos que trarão na Câmara e no Senado. Surpresas sempre poderão acontecer, como revelações de alguns com os quais não se contava. Mas decepções também entrarão na pauta.

O próximo ministério enfrentará fortes obstáculos deixados pela já quase antecessora. Em especial na economia, a cargo de Henrique Meirelles, com José Serra de olho. Mas as pastas sociais também darão trabalho. Assim como as relativas à infraestrutura.

Será preciso que Michel Temer preste atenção no PT, senão em Dilma, escanteada, ao menos no Lula. Assim como nas centrais sindicais. 

A chamada recuperação nacional não acontecerá por milagre. Torna-se necessária muita força para passar o apagador no quadro negro. Em especial, cuidados para fiquem de fora todos os políticos hoje objeto de processos por suposta participação em atos de corrupção. Tem gente de  primeiro time na relação, que o Procurador Geral da República e a Operação Lava Jato não se cansam de investigar.


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05/05


2016

Coluna da quinta-feira

     Renúncia ronda o Planalto

Apesar das negativas de Dilma e da sua equipe, não se fala em outra coisa em Brasília que não seja seu gesto extremo da renúncia ao cargo. Na sexta-feira,  antes da votação do relatório do senador Antônio Anastasia (PSDB-MG) pela admissibilidade do impeachment, ela faria um pronunciamento à Nação comunicando a decisão. Dilma não é de renunciar, a palavra renúncia não existe em seu dicionário, sustentam aliados mais próximos.

Mas diante do afunilamento do processo, sem a menor chance de escapar em nenhuma instância, nem na comissão nem muito menos no plenário do Senado, a presidente pode rever conceitos, mudar estratégia, adotar outro rumo. Para o historiador Marco Antônio Villa, comentarista do jornal da Cultura, o governo Dilma derreteu.  

“Com uma situação de impopularidade nunca antes vista na história do Brasil e envolvido em um escândalo gigante da magnitude da Petrobrás, o Governo de Dilma caminha para uma única saída, a renúncia”, diz Villa. Uma das jornalistas mais bem informadas do Pais, a colunista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, aposta na possibilidade da renúncia antes de o relatório ser votado no Senado.

Segundo ela, dirigentes históricos e ligados ao ex-presidente Lula acreditam que Dilma pode ser levada a uma atitude extrema. Dilma se retiraria para evitar uma conflagração no País. A presidente tem repetido que não renunciará ao mandato em nenhuma hipótese. João Goulart, em 1964, optou por fugir do País a reagir às forças militares que implantaram a ditadura.

Alegou que não queria um banho de sangue. Pode ser o mesmo caminho de Dilma, que, porém, não sairia do País. Aliados da presidente, que são mais dilmistas do que petistas, afirmam que petistas, inclusive de proa, querem se livrar da presidente. Petistas avaliam que, com Michel Temer no Governo, o alvo não será mais o PT. O partido deixará de ser vidraça e passará a ser estilingue.

Dilmistas sugerem que a presidente está acompanhando dois movimentos — o dos petistas, que planejam deixá-la na chapada, como culpada pelo caos do Governo, e o dos aliados do vice-presidente. Publicamente, Dilma afirma que não renuncia de maneira alguma, para não ficar como uma espécie de “covarde”, uma Jânio Quadros de saia.

Privadamente, entre seus mais íntimos, cogita renunciar e, em seguida, conceder entrevistas indicando que não tem nada a ver com o que houve no seu Governo em relação aos escândalos. O legado seria do Lulopetismo. O líder do PT na Câmara, Afonso Florence (BA), foi categórico ao afirmar que Dilma não pensa em renúncia. “Ela não renunciará, porque não quer atribuir legitimidade ao golpe que estão promovendo contra seu Governo”, disse.  O líder do Governo no Senado, Humberto Costa (PT), também descartou. “Não passa a renúncia pela sua cabeça”, garantiu.

CARTEL – Peritos da Polícia Federal concluíram que o chamado "Clube das Empreiteiras" agiu para garantir que o consórcio formado pelas empreiteiras Odebrecht e OAS (Rnest/Conest) ganhasse licitações para obras na Refinaria Abreu e Lima. A ação em cartel fez com que o valor de referência do certame subisse e também propiciou lucro, em média, três vezes maior para as empresas. “De posse das informações privilegiadas e em conluio com outras empresas as Construtoras Norberto Odebrecht e OAS puderam impor propostas com preços majorados, aumentando o potencial de lucro na execução dos contratos de R$ 1.164.691.321,42”, afirmam os peritos da Polícia Federal.

Cabeça a prêmioO presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, agendou para hoje o julgamento do pedido da Rede Sustentabilidade para afastar o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da presidência da Câmara. A ação da Rede, protocolada terça-feira passada, no Supremo, está sendo relatada pelo ministro Marco Aurélio Mello. O partido argumenta que, em razão de ser réu em uma ação penal da Lava Jato, o peemedebista não pode estar na linha sucessória à Presidência da República.

 

Mendonça na Educação- Entre todos os nomes de Pernambuco já ventilados para o Ministério de Temer, o único que estaria praticamente confirmado é o do deputado Mendonça Filho, escolhido para Educação. Roberto Freire, que é pernambucano, mas hoje atuando em São Paulo, também está confirmado para Cultura, dentro da cota do PPS.  As confirmações oficiais, entretanto, somente serão feitas na próxima semana, após a aprovação do impeachment no plenário do Senado.

Encontro socialista– Prefeitos do PSB de todo o País têm encontro hoje em Brasília, no hotel Nacional. Na pauta, orientação sobre as mudanças nas regrais eleitorais para o pleito deste ano. O prefeito do Recife, Geraldo Júlio, já confirmou a sua presença, mas o governador Paulo Câmara não baterá o ponto. Alegou que já havia marcado compromissos inadiáveis no Estado.

Postura de estadistaNa conversa que teve, ontem, com o vice-presidente Michel Temer, o deputado Jarbas Vasconcelos (PMDB) deixou o futuro presidente bastante à vontade ao afirmar, de largada, que não estava pleiteando cargos. Uma postura bem diferenciada de muitos políticos que estiveram recentemente com Temer, exigindo cargos e outras benesses. Jarbas, na verdade, como grande estadista, tratou do País, que atravessa gravíssima crise.

 

CURTAS

DÍVIDAS RURAIS– A Medida Provisória que trata das dívidas dos produtores rurais foi aprovada, ontem, na Câmara dos Deputados. Os deputados aprovaram emendas prorrogando o prazo para o Cadastramento Ambiental Rural (CAR) e a lei da subvenção da cana do Nordeste, que não foi paga pelo Governo. A votação se deu por meio de acordo entre as lideranças partidárias. Somente o PSOL votou contra.

ESTRADA- O DER, órgão ligado à Secretaria Estadual de Transportes, intensificou os serviços de conservação de um trecho de 30 km da BR-101, que vai de Cajueiro Seco - Jaboatão dos Guararapes - até o Hospital Miguel Arraes - Paulista. Diariamente, cerca de 50 mil veículos circulam naquela área, sendo 20% de caminhões.

Perguntar não ofende: O Supremo impõe hoje a primeira derrota a Eduardo Cunha? 


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Nehemias Fernandes Jaques

VIVA LULA! VIVA DILMA! VIVA O PT!

Nehemias Fernandes Jaques

É de receber dinheiro de Furnas que Dilma é acusada?



04/05


2016

Com a barriga: STF vê posse de Lula na saída de Dilma

A tendência é o Supremo Tribunal Federal adiar o julgamento sobre a posse de Luiz Inácio Lula da Silva como ministro da Casa Civil até a presidente Dilma Rousseff deixar o cargo, com o processo de impeachment.

Dessa forma, a nomeação não seria mais uma questão a ser analisada pelo Judiciário, porque a presidente não estaria mais no comando.

O caso chegou a ser pautado no último dia 20.

Mas os ministros do STF avaliaram que o melhor era mesmo adiar a decisão até a definição sobre o processo de afastamento da presidente.


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Governo de PE

04/05


2016

Janot pede para investigar Aécio, Paes e Sampaio

PGR quer apurar suposta tentativa de influenciar CPI dos Correios, de 2005.
Caberá ao ministro Teori Zavascki, do Supremo, autorizar a investigação.

Mariana Oliveira - Da TV Globo, em Brasília

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para abrir um segundo inquérito para investigar o senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), na Operação Lava Jato. Também são alvos do mesmo pedido o deputado federal Carlos Sampaio (PSDB-SP) e o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB).

Os três políticos são suspeitos de terem tentado ocultar da CPI dos Correios, em 2005, informações sobre o suposto esquema de compra de votos em troca de apoio parlamentar na Assembleia Legislativa de Minas Gerais durante a gestão do ex-governador Eduardo Azeredo (1995-1999), o chamado mensalão do PSDB.

A CPI dos Correios investigou outro esquema de compra de votos, o mensalão do PT, que ocorreu durante o primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


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Bandeirantes-2

04/05


2016

Se for afastado, Cunha tentará fazer o sucessor

Blog do Josias de Souza

Acossado pelo risco de ser afastado do cargo de presidente da Câmara por decisão do STF, Eduardo Cunha se equipa para reagir. Se perder o cargo, recorrerá. Se o recurso for indeferido, pegará em lanças para fazer o sucessor. Os preferidos de Cunha para presidir a Câmara são: André Moura (PSC-SE) e Jovair Arantes (PTB-GO), que relatou o processo de impeachment.

A Câmara foi surpreendida pela decisão do STF de marcar para esta quinta-feira (5) o julgamento da ação em que a Rede, legenda de Marina Silva, pede o afastamento de Cunha do cargo. A petição deu entrada no Supremo na terça-feira (3). Ninguém esperava tamanha rapidez.

A Rede sustenta na ação que Cunha, na condição de réu em processo que corre no Supremo, não pode ser mantido na linha sucessória da Presidência. Invoca-se o artigo 86 da Constituição, que, no parágrafo primeiro, anota que “o presidente ficará suspenso de suas funções: nas infrações penais comuns, se recebida a denúncia ou queixa-crime pelo Supremo Tribunal Federal.”

Significa dizer que um réu não pode exercer a Presidência. Alega-se que a proibição deve ser estendida a todos os que estão na linha de sucessão. Pela ordem: os presidentes da Câmara, do Senado e do STF. A uma semana do provável afastamento de Dilma Rousseff do cargo de presidente , o debate tornou-se incontornável.

Não se sabe que decisão tomarão os ministros do Supremo. Na hipótese de ocorrer um afastamento definitivo, a Câmara terá cinco sessões para realizar uma nova eleição. Os nomes que Cunha carrega no bolso do colete estão longe de ser consensuais. Jovair Arantes e André Moura não são proprimente dois modelos de substitutos eventuais do presidente da República.


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Sesi 4.0

04/05


2016

Aécio diz que acusações de Delcídio são caluniosas

Folha de S.Paulo

O presidente do PSDB, Aécio Neves (MG) chamou nesta quarta-feira (4) de "improcedentes" e "caluniosas" as menções feitas pelo senador Delcídio do Amaral (ex-PT-MS) em relação a ele no caso da maquiagem a dados do Banco Rural para esconder o mensalão mineiro. A PGR (Procuradoria-Geral da República) pediu nesta quarta que o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), seja investigado no inquérito contra Aécio que tem por base a delação do senador Delcídio.

Além desse possível inquérito sobre o Banco Rural, Aécio também foi alvo de um pedido de investigação sob suspeita de recebimento de propina de Furnas, neste caso sem outros políticos com foro privilegiado.

Na delação, Delcídio afirmou que Paes, à época secretário-geral do PSDB, foi um dos emissários de Aécio na maquiagem dos dados do Banco Rural, que seriam enviados à CPI dos Correios, que investigava o mensalão, presidida pelo ex-petista.

"Certidão fornecida pela Secretaria-Geral da Mesa do Senado Federal comprova que inexiste qualquer requerimento que solicite a dilatação de prazo para apresentação de informações pelo Banco Rural. Trata-se de um documento que atesta a improcedência da declaração do delator", destaca nota enviada pela assessoria de Aécio.

O texto ressalta ainda que a afirmação de que o relatório da comissão mista dos Correios foi elaborado com dados maquiados, não é verídica. "O relatório foi feito com base em dados fornecidos também pelo Banco Central".

Na nota, Aécio nega ainda ter tratado de qualquer assunto relacionado à CPMI dos Correios em encontro com Delcídio em Belo Horizonte, na sede do governo mineiro, quando o presidente do PSDB era governador do Estado.

"A reunião entre o então governador de Minas e o deputado Delcídio ocorreu em Belo Horizonte, em 07 de junho de 2006, conforme pode ser verificado no noticiário da época. Ou seja, o encontro ocorreu dois meses depois de encerrados os trabalhos da CPMI, o que demonstra que o tema tratado não poderia ter sido esse".


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Comentários

gilson

Tudo que Delcidio falou contra PT é verdade absoluta, mas contra Neves é calunia, muito cinismo.


Senai 4.0

04/05


2016

TCU vê falhas na integração do Rio São Francisco

Técnicos avaliaram ações para recuperação de reservatórios.
Tribunal encontrou inconsistências em orçamento e cronograma das ações.

Laís Alegretti - Do G1, em Brasília

O Tribunal de Contas da União (TCU) encontrou falhas em ações do Ministério da Integração Nacional e do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs) para recuperação de reservatórios estratégicos para o projeto de integração do Rio São Francisco.

As inconsistências encontradas pelo tribunal foram no orçamento e no cronograma das ações.
Procurado pela reportagem, o Ministério da Integração Nacional informou que não foi notificado oficialmente e que irá verificar as ações necessárias após receber as determinações do TCU.

O projeto prevê a adução das águas do Rio São Francisco para o Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, o que vai beneficiar reservatórios já existentes. Esses reservatórios, por serem antigos, precisam ser recuperados para operar com segurança após a transposição.

O TCU identificou que, enquanto o cronograma de execução das obras de recuperação dos reservatórios prevê a necessidade de R$ 195 milhões neste ano, o governo federal só destinou R$ 1 milhão no Projeto de Lei Orçamentária Anual para essa finalidade.

Outro problema verificado pelo TCU foi a incompatibilidade de cronogramas. Segundo o órgão, em alguns casos, as datas estimadas para a conclusão de obras de alguns reservatórios é posterior à data em que o Ministério da Integração estima disponibilizar água por meio da transposição.

Algumas barragens, segundo o TCU, vão receber águas da transposição e não têm estudos de recuperação sendo elaborados. O tribunal determinou que o ministério e o Dnocs elaborem um plano de ação, em 60 dias, para a execução das intervenções de recuperação das barragens, observando as falhas apontadas.


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Naipes

04/05


2016

Ouça o Frente a Frente de 04/05/16

Se você perdeu o Frente a Frente desta quarta, 04 de maio de 2016, programa que apresento de segunda-feira a sexta-feira, ao lado do jornalista Adriano Roberto, das 18 às 19 horas, pela Rede Nordeste de Rádio, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha FM 96,7 formada por 40 emissoras, clique aqui ou a direita no blog nos links do "Programa Frente a Frente" e ouça agora


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Márcio Calheiros

04/05


2016

STF julga amanhã pedido para afastar Cunha

O STF (Supremo Tribunal Federal) deve julgar, amanhã, uma ação proposta pela Rede que pede ao tribunal que afaste imediatamente do cargo o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

O julgamento foi acertado entre o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, e o ministro Marco Aurélio Mello, relator da chamada ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) apresentada pela Rede, e confirmado em sessão plenária.

O principal argumento da ação é o de que Cunha, por ser réu em processo no STF, não pode estar na linha sucessória da Presidência da República. Caso o vice-presidente, Michel Temer (PMDB), assuma a cadeira de Dilma Rousseff, o que pode acontecer na próxima semana, Cunha se torna o primeiro na linha sucessória.

O presidente da Câmara é réu no STF pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro sob a acusação de integrar o esquema de corrupção da Petrobras.

Devido às mesmas suspeitas, ele é alvo de outra denúncia, de mais três inquéritos na corte e de outros três pedidos de inquéritos que ainda aguardam autorização do ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato. As investigações apuram o recebimento de propina da Petrobras e o uso do mandato para supostas práticas criminosas.

Nos bastidores, ministros afirmam que a ação foi uma alternativa encontrada para a discutir a saída de Cunha do comando da Câmara, pedida pela Procuradoria-Geral da República em dezembro de 2015.

A peça apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enfrenta resistências na corte, sendo que os argumentos jurídicos foram considerados frágeis para justificar uma intervenção grave, que seria tirar o presidente de um Poder. O receio, em parte do tribunal, era levar o pedido a julgamento e a peça ser rejeitada, o que poderia fortalecer Cunha na Câmara, onde é alvo de processo de cassação.

Segundo ministros, a tendência, no entanto, é que o STF aponte que Cunha não pode substituir Dilma ou Temer, em caso de afastamento ou ausência. Com isso, os ministros acreditam que diminuem a pressão sobre o tribunal pelo julgamento.

O ministro Gilmar Mendes, do STF, já afirmou ser plausível a discussão sobre a legalidade de um político que é réu em processo criminal poder figurar na linha sucessória da Presidência. Relator da Lava Jato, Teori Zavascki também disse que esse tema seria levado para deliberação da corte.

Na ação, a Rede sublinha ainda que a vedação ao presidente da Câmara pode se estender brevemente ao próximo na linha sucessória, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que responde a denúncia e inquéritos criminais no STF. Ele, no entanto, não é réu ainda.


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Arcoverde 4

04/05


2016

Morre Barradas, ex-prefeito de Jaboatão

O presidente estadual do PSB, Sileno Guedes, distribuiu, há pouco, uma nota comunicando o falecimento do ex-prefeito de Jaboatão, Humberto Barradas. "Foi com imenso pesar que recebemos a notícia da morte do ex-prefeito de Jaboatão dos Guararapes, o companheiro Humberto Barradas, homem público dedicado e empenhado na defesa dos seus ideais. Ex-deputado estadual pelo PSB no segundo mandato do governo Miguel Arraes (1987-1990), Barradas nos deixa a certeza que a sua forma correta de fazer política fará falta a todos nós. Que a família e os amigos possam encontrar o conforto necessário para atravessar esse difícil momento", diz a nota.


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bm4 Marketing (turbinado)

04/05


2016

Temer deve evitar viagens no início de eventual Governo

Blog do Camarotti

O vice-presidente Michel Temer tem dito a interlocutores que, assumindo interinamente o governo, não deve fazer viagens internacionais no curto prazo. Ele tem sido muito questionado sobre a possibilidade de o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, assumir o Palácio do Planalto interinamente, por causa da agenda internacional que Temer pode ter no futuro. Cunha vem logo após Temer na linha de sucessão presidencial.

"Nessa situação, vou ficar no país", respondeu Temer a um interlocutor.

A expectativa entre aliados mais próximos do vice é que haja uma definição rápida do Supremo Tribunal Federal ou sobre o afastamento de Cunha ou sobre a impossibilidade de um réu assumir a Presidência da República. Cunha já é réu na Operação Lava Jato.

Temer gostaria de viajar para uma reunião internacional que deve acontecer em meados de junho em Nova York. Ele considera essa viagem importante para passar uma imagem internacional de mudança no rumo da economia brasileira e tentar transmitir credibilidade aos mercados. Mas Temer tem consciência que seria difícil viajar e deixar Cunha em seu lugar.


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marcos

DEFESA DE JOSÉ DIRCEU APLAUDE DOUTOR SÉRGIO MORO ( chupa PTzada) A defesa de José Dirceu dedicou quatro páginas de suas alegações finais para enaltecer o trabalho de Sérgio Moro, considerado pelos advogados do ex-ministro um \"verdadeiro exemplo para toda a sociedade\". Eis um trecho: \"Não se pode negar a importância da Operação Lava Jato no cotidiano do nosso país. Um juiz de primeiro grau praticamente isolado, com a parca estrutura que tem o Judiciário como um todo, conseguiu, em razão de seu trabalho, de sua seriedade, de sua convicção e de seus ideais, prosseguir com uma operação que praticamente atinge todo o país, envolvendo inúmeros políticos e grandes empresas nacionais.\" \"Todos nós, como brasileiros que somos, não só aplaudimos como esperamos que todo esse esforço não seja em vão. E ao que tudo indica, já não foi.\" O documento é assinado pelos criminalistas Roberto Podval, Odel Jean Antun, Paula Indalécio, Viviane Raffaini, Carlos Eduardo Nakahara e Ana Caroline Medeiros. É preciso grandeza para uma atitude dessas.

ObservatorioDoPovo

E existe diferença entre eles? Ainda não apareceram as mazelas sdo temer. Com esse caráter deve ter uma baita sujeira escondida. Uma pessoa honesta não age como o sr. temer.


Petrolina 3

04/05


2016

Ex-secretário de Joaquim sofre grave acidente

O coronel Tarcisio Calado, ex-secretário da Casa Militar no Governo Joaquim Francisco, foi vítima de um acidente de carro, há pouco, no distrito de  Bonanza, em Moreno. O motorista do seu carro, um Corolla, perdeu o controle da direção e capotou. O coronel estava acompanhado da sua esposa Rosa. Eles e o motorista foram socorridos pelo Corpo de Bombeiros e levados para o hospital Português. Ainda não há notícias sobre o estado de saúde deles.


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04/05


2016

Edinho: Jamais tive relação com a campanha de Delcídio

O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Edinho Silva, reafirmou, hoje, por meio de nota, que as acusações do senador Delcídio Amaral (sem partido-MS) "são mentirosas". Ele afirmou que sua "indignação alcançou o nível máximo" diante dos últimos fatos envolvendo seu nome, "no que se refere às investigações sobre as denúncias de corrupção na Petrobras". "Estamos vivendo a pior crise política da nossa história, momento em que mentiras viram verdades, em que muitas vezes as instituições perdem a racionalidade e o senso comum prevalece. Mas também acredito que a verdade sempre vence, e que a luz da razão sempre prevalece sobre as trevas do ódio e do sectarismo", afirmou.

Delcídio disse que, durante a campanha eleitoral de 2014, o atual ministro da Comunicação Social "esquentou" doações provenientes da indústria farmacêutica com notas frias e o orientou a fazer o mesmo para saldar R$ 1 milhão de dívida de sua campanha, com duas empresas, que receberiam o dinheiro de laboratório farmacêutico.

Edinho foi tesoureiro da campanha de Dilma na última eleição. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao Supremo Tribunal Federal pedido para investigar o ministro com base nas informações do senador em delação premiada.

O ministro disse que jamais manteve relação com os fatos investigados e que os ataques decorrentes à sua atuação como coordenador financeiro são infundados. "Atuei de forma ética e legal", reafirmou. Segundo o ministro, o papel que ele tinha que exercer era o de procurar doadores em potencial e arrecadar, pedir recursos. "Assim foi feito por mim e por todos que cumpriram a mesma função, em todas as campanhas presidenciais de 2014", afirmou, ressaltando que as contas da campanha foram auditadas pelo Tribunal Superior Eleitoral e aprovadas por unanimidade pelos ministros da corte.

Em relação à delação, Edinho diz que as acusações, "todas mentirosas, referem-se à tentativa de caixa 2 na campanha de Delcídio Amaral ao governo do Mato Grosso do Sul". "Eu jamais mantive qualquer ralação administrativa com campanhas de candidatos aos governos estaduais. Minha atuação foi restrita à campanha Dilma 2014."

Edinho explica ainda que procurou a EMS para tentar obter recursos, mas não teve sucesso e que a empresa disse que faria apenas doações a deputados e senadores. Segundo o ministro, na mesma época, Delcídio o procurou buscando apoio financeiro e ele o informou sobre a disposição da EMS em querer contribuir para "construir relações institucionais com parlamentares".

"Nunca mais mantive qualquer contato com este assunto. Nunca estive com as empresas prestadoras de serviços da campanha de Delcídio Amaral, nem antes, nem durante a campanha. As empresas envolvidas negam a existência de caixa 2, e o próprio delator afirma que nada se concretizou. Não existe fato. Nenhuma ilegalidade ocorreu. Se algo ocorreu, o que todas as empresas negam, eu desconheço por completo", afirma Edinho.

O ministro disse ainda não aceitar que tentem criar a tese de que como tesoureiro da campanha pressionou doadores. "Todos os empresários com quem estive são testemunhas que jamais agi de tal forma. Refuto com veemência tal tese, construída por delatores em processo de negociação de delações premiadas, com o objetivo de se safarem de penas e presídios", afirma.

Edinho rebate também o que classifica como tentativa de criminalizar doações legais e afirma que todas as empresas que doaram para a campanha sofreram "uma varredura". "As doações só eram aceitas se nenhuma dúvida pairasse sobre a mesma."


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marcos

Edinho vai comer uma Cadeia lá em Curitiba!


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