Sopranor 1

28/05


2016

PCR: Brasilia Teimosa recebe mutirão de serviços

O mutirão de serviços oferecido pela Prefeitura do Recife, realizados todos os finais de semana, chegou ao bairro de Brasília Teimosa neste sábado (28). Diversas ações foram oferecidas em um mesmo lugar, e perto da população, com a participação do prefeito Geraldo Julio, que visitou as principais ruas da localidade para acompanhar um grande esquema de atividades nas áreas de saúde, educação, cidadania, além das intervenções de limpeza e manutenção urbana. Vários secretários do município também participaram do mutirão.

Uma equipe da Sala do Empreendedor, iniciativa da Secretaria de Desenvolvimento e Empreendedorismo do Recife, esteve presente no mutirão prestando esclarecimentos para quem deseja abrir o próprio negócio e também para quem já possui micro ou pequenas empresas. A Secretaria da Mulher do Recife realizou a divulgação dos serviços de prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher. As secretarias de Governo e Participação Social, Mobilidade e Controle Urbano, Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, Infraestrutura e Serviços Urbanos, entre outras também desenvolveram ações durante o mutirão. Os moradores do local ainda puderam tirar segunda via de documentos.

O Programa Saúde em Todo Lugar e de Controle do Mosquito Aedes aegypti, promovido pela Secretaria de Saúde do município, ocorreu na Unidade de Saúde da Família Bernard Van Leer, com a presença de várias equipes. Foram ofertados à população serviços de saúde com 24 agentes de saúde ambiental e controle de endemias (Asaces), junto com 24 soldados do Exército, que fizeram a vistoria em aproximadamente 1.200 imóveis no bairro. Equipes da Emlurb fizeram a coleta de entulhos para evitar possíveis criadouros do mosquito. Na programação do Saúde em Todo Lugar, os profissionais do Distrito Sanitário VI fizeram atendimento em mais de 250 pessoas.

 Dentre os serviços realizados, também haverá reforço na limpeza da área.  Ao todo, 60 ajudantes farão a limpeza na comunidade neste sábado, realizando varrição, capinação, coleta manual e mecanizada e remoção de resíduos volumosos. Para o serviço, a Emlurb disponibilizou um triturador, três caçambas basculantes e dez contenedores. A expectativa é de que sejam coletadas aproximadamente 20 toneladas de lixo e entulho.


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FMO

28/05


2016

Belíndia, RIP

Igor Gielow - Folha de S.Paulo

O economista Edmar Bacha cunhou nos anos 1970 o termo Belíndia, ficção que externava a nossa miséria distributiva ao combinar no Brasil o conceito de uma nação que unia a Bélgica (o mundo da tal elite) e a Índia (todo o resto).

Esta semana que acaba provou novamente a obsolescência do modelo. A Índia figurativa venceu, e isso não faz justiça à parte Bélgica do país do Sul da Ásia, que é um pujante celeiro de cérebros e inovações –a parte Índia-Índia deixo para outro dia.

Primeiro, os grampos revelados por obra do repórter Rubens Valente, destaFolha, exprimindo as maravilhas do pensamento de nossa casta política. Eles não provam nenhum "golpe", como os ingênuos e/ou espertos se apressam a dizer, mas são exemplos acabados de como um estrato mínimo da população trata de seus interesses: com a certeza de alguma impunidade possível por meio do famoso acordão.

Isso exclui a possibilidade de manipulações outras? Claro que não, por ora ao menos. Mas demonstra didaticamente como se desenrola a falência moral de nossos brâmanes, para ficar na analogia hindu.

Nossa Índia que falhou ficou explícita com o caso do estupro da garota no Rio. "Gang rape" à Nova Déli? O episódio mostra o fracasso desse eufemismo chamado "pacificação de comunidades", naturalmente sem imputar violência à pobreza ou à maioria inocente que lá mora, para não falar na impotência cultural ao tratar da barbárie machista.

Para completar, nesta sexta (27) especialistas recomendaram que a Olimpíada seja retirada do Rio, ou adiada, devido ao zika. Descontado o exagero que ignora a sazonalidade do mosquito, é isso: somos para o mundo uma desgraça de país, um antro de infecções e corrupções.

Viramos uma terra na qual a melhor escapatória reside no aeroporto internacional mais próximo. Esqueça a Belíndia: nessas horas vivemos na Índia proverbial dos anos 1970.


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TCE

28/05


2016

Renan: Lula não foi processado à falta de investigação

Folha de S.Paulo – Rubens Valente

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva havia "saído", ou seja, não processado no caso do mensalão porque os pagamentos ao marqueteiro Duda Mendonça no exterior não foram investigados a fundo quando vieram a público, em 2005.

A declaração foi feita em uma das conversas mantidas em março passado com o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, que gravou diálogos e os entregou ao Ministério Público Federal.

Em 2005, Duda, que havia trabalhado na vitoriosa campanha de Lula em 2002, reconheceu, em depoimento prestado à CPI dos Correios, que havia recebido no exterior cerca de R$ 10 milhões em esquema de caixa dois. Na época, Duda afirmou que o dinheiro havia sido transferido pelo publicitário mineiro Marcos Valério Souza, pivô do escândalo do mensalão.

Na conversa com Machado, ocorrida em março passado, que foi gravada como parte de um acordo de delação premiada de Machado com a PGR (Procuradoria-Geral da República), Renan procurou explicar "por que o Lula saiu": "O Duda fez a delação, e disse que recebeu o dinheiro fora. E ninguém nunca investigou quem pagou, né? Este é que foi o segredo".

Na sequência da conversa, Machado afirma que, durante seu governo, Lula "não fez", provável referência a não ter cometido irregularidades, porém "quando chegou no final do governo botou na real". "Caiu na real", concordou Renan.

Segundo Machado, foram feitas "umas merdas, um sítio merda, um apartamento merda", citações ao sítio de Atibaia (SP) frequentado por Lula e a um apartamento da Bancoop, cooperativa de bancários, construído pela OAS no Guarujá (SP).

"Apartamento bancário!", ironizou Renan. "Duzentos metros quadrados, Renan. Quer dizer, foi uma cagada enorme", disse Machado. Segundo ele, Lula, além de Sérgio Gabrielli e "uma turma", "armaram" a criação da empresa Sete Brasil, empresa constituída em 2010, último ano do segundo governo de Lula, voltada para a construção de navios-sonda para exploração do pré-sal brasileiro.

No mesmo diálogo, Machado indagou a Renan se o advogado Eduardo Ferrão, defensor do senador, realmente tinha influência, se tinha "força", sobre o ministro do STF Teori Zavascki, relator da Lava Jato no tribunal. Renan corrigiu: "Acesso. Nesse primeiro momento é o acesso".

Não há indícios, nas gravações até aqui reveladas, de que Ferrão tenha de fato tentado influir o ministro Teori. Em outra conversa gravada, pelo contrário, o senador Romero Jucá (PMDB-RR) diz que não tem acesso a Teori, que seria uma pessoa "fechada".

Em diálogo revelado pela TV Globo, Machado e Renan tratam ainda da recondução de Rodrigo Janot ao cargo de procurador-geral da República. O senador diz que foi contra a recondução.

DILMA

Machado culpou a presidente agora afastada Dilma Rousseff pela crise política gerada pelas investigações.

"Ela [Dilma] foi louca, ela viu essa porra e achou que dava. Renan, se você está no governo e começa o incêndio, estando ou não no meio, você tem que apagar, tá dando merda. Não podemos deixar essa porra para baixo de jeito nenhum", disse Machado.

O ex-dirigente disse que a empreiteira Odebrecht estava contrariada com Dilma. "O que está incomodando muito a Odebrecht, que eu soube, isso eu já soube, é que recebeu caixa dois no exterior em todos esses mercados que a Odebrecht apurava e o pessoal está puto com ela [Dilma]", disse Machado.

Em diálogo revelado pelo "Jornal da Globo", José Sarney afirmou a Sérgio Machado que Dilma teria "tratado diretamente sobre o pagamento" da Odebrecht para o marqueteiro João Santana.

Por isso, disse o ex-presidente, a Odebrecht iria delatar: "Vão contar tudo. Vão livrar a cara do Lula. E vão pegar a Dilma."

OUTRO LADO

Em nota, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) reiterou que "não tomou nenhuma iniciativa ou fez gestões para dificultar ou obstruir as investigações da operação Lava Jato, até porque elas são intocáveis e, por essa razão, não adianta o desespero de nenhum delator".

A nota não tratou das perguntas da Folha sobre os comentários de Renan acerca do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O ex-presidente da Petrobras Sérgio Gabrielli rebateu a ideia de que a Sete Brasil tenha sido um erro. "A empresa foi criada para viabilizar a construção de sondas no Brasil, coisa extremamente importante para o pré-sal brasileiro. O projeto é correto. Os problemas que ocorreram foram decorrentes de dificuldades de financiamento do BNDES e de algumas fontes, nada de coisas clandestinas ou ilegais", disse Gabrielli.

O ex-presidente da petroleira disse que participou das discussões sobre a criação da empresa porque a Petrobras era sócia minoritária e principal contratante da empresa. O então presidente Lula, segundo Gabrielli, participou das conversas na época "do ponto de vista da defesa do conteúdo nacional".

Em nota, o advogado Eduardo Ferrão afirmou que "em nenhum momento" foi " procurado por quem quer que seja para tratar do assunto ali mencionado. E mesmo que o fosse, rejeitaria veementemente solicitação de tal natureza", ou seja, procurar o ministro do STF Teori Zavascki para defender a posição de Sérgio Machado.

Em nota nesta quinta-feira (26), a assessoria de Dilma Rousseff negou irregularidades em pagamentos ao publicitário João Santana e afirmou que "as tentativas de envolver" o nome da presidente afastada "em situações das quais ela nunca participou ou teve qualquer responsabilidade são escusas e direcionadas. E só se explicam em razão de interesses inconfessáveis".

Procurado, o Instituto Lula afirmou, em nota: "Nenhum homem público brasileiro foi tão investigado quanto Lula em 40 anos de vida pública, sem que nada fosse encontrado contra ele. E nenhum outro foi tão caluniado quanto Lula, por todos os meios, até mesmo por essa abjeta autogravação, feita sob encomenda para difamar".

Os advogados de Machado não foram localizados. Eles têm dito à imprensa que não se comentarão o assunto porque a delação está sob segredo de Justiça.


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Banner - Hapvida

28/05


2016

Tragédia humilhante

Adolescente, vítima de estupro coletivo, deixa hospital ao lado da mãe, no Rio

EDITORIAL - Folha de S.Paulo

No último sábado (21), no Rio de Janeiro, uma jovem de 16 anos deixou sua casa para encontrar um garoto com quem se relacionava. Foram à casa dele, em Jacarepaguá. Depois disso, a adolescente só se recorda de ter acordado, no dia seguinte, em outro local. Nua e violentada, estava circundada por cerca de 30 homens armados.

Ampliando os níveis de covardia e abjeção, o estupro foi revelado por um vídeo postado na internet, no qual a jovem aparece inconsciente, exposta e sangrando. Os homens ao redor se vangloriam do crime e debocham da vítima.

A selvageria suscitou campanhas nas redes sociais e repercutiu em publicações de diversos países —e, para tristeza dos brasileiros, não se tratava de caso único.

Um dia antes, com semelhante barbaridade, cinco homens —quatro deles menores— violentaram uma adolescente de 17 anos em Bom Jesus, no Piauí.

Episódios como esses, infelizmente, constituem intolerável rotina no Brasil. Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, foram registrados em 2014 (último dado disponível) quase 48 mil estupros, 1 a cada 11 minutos.

Pior, esse dado estarrecedor representa apenas uma parcela das ocorrências desse crime. Estima-se que o real número de vítimas da violência sexual no país esteja entre 150 mil e 500 mil pessoas por ano.

A subnotificação, uma regra no mundo inteiro, explica-se sobretudo por uma visão machista difusa que, em muitos casos, não só relativiza ou mesmo tolera o estupro como também transforma a mulher em culpada pelo ataque que sofreu.

Pesquisa do Ipea divulgada em 2014 mostrou que 58,5% dos entrevistados —de ambos os gêneros— concordavam com esta abominável afirmação: "Se as mulheres soubessem como se comportar, haveria menos estupros".

Se ainda restarem dúvidas quanto à necessidade de o país adotar ações urgentes em relação a isso, acrescente-se outra informação ultrajante: nada menos que 90% das mulheres das grandes cidades temem ser vítimas de agressão sexual, segundo levantamento do Datafolha encomendado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Não venham as autoridades, porém, com propostas de endurecimento penal, como se essa fosse a solução. A lei já trata o estupro como crime hediondo, agravando a pena conforme a idade da vítima. O problema não está na prescrição legal, mas na impunidade.

É preciso garantir às mulheres agredidas canais seguros para a denúncia de um crime que lhes impõe medo e vergonha. É preciso que os estupradores sejam identificados e punidos. É preciso oferecer às vítimas acompanhamento psicológico especializado.

Mas é preciso, acima de tudo, que a sociedade derrube o véu de silêncio conivente que, a não ser nas situações mais aberrantes, encobre essa tragédia humilhante.


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28/05


2016

TCU: operação de Temer e BNDES não está clara

A legalidade do pagamento antecipado de R$ 100 bilhões pelo BNDES, anunciado por Michel Temer para aliviar o caixa, não está tão clara quanto parece para o Tribunal de Contas da União. A área técnica tem ressalvas. Um ministro diz que, se o tribunal for “rigoroso”, dirá que a operação fere a Lei de Responsabilidade Fiscal. Já outro tem mais boa vontade: “Precisamos ajudar”. O governo ainda não fez consulta à corte. Se não explicar a conta, corre o risco de levar uma cautelar nas costas.

Na Fazenda, o entendimento é que se trata do pagamento de uma dívida e não haverá problemas. Mas não se descarta uma verificação prévia junto ao TCU. O gesto acalmaria os técnicos do Tesouro, que sinalizaram receio com a medida.

A declaração de Júlio Marcelo, primeiro do Ministério Público junto ao TCU a dizer que a operação com o BNDES é legal, causou mal-estar na corte. “Ele opinou sobre um assunto que o plenário não se debruçou”, disse um ministro.

Entre os integrantes do tribunal, circulou a piada de que o procurador se tornara o “Opinador-Geral da República”.  (As informações são da coluna Painel – Folha de S.Paulo)


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28/05


2016

Bancada de MG dá recado a Temer: vai ter troco

Leandro Mazzini – Coluna Esplanada

A bancada mineira do PMDB se sente alijada pelo presidente Michel Temer. Não tem ministério e perdeu o líder Leonardo Quintão na Câmara dos Deputados.

“Vamos dar o troco'', diz um parlamentar revoltado.

O presidente Michel Temer quer um lugar ao sol para Nelson Jobim na Esplanada dos Ministérios.

Ex-ministro do STF e da Defesa, Jobim seria um dos notáveis da sua lista. O notável fez gestões junto aos militares, quando da mudança do Governo, mas não se emplacou.

Os ministros do staff de Temer teriam oferecido o Comitê de Ética da Presidência. Jobim negou.


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Bandeirantes-2

28/05


2016

Dilma rebate VEJA: informação mentirosa e absurda

A assessoria da presidente afastada Dilma Rousseff divulgou nota sobre a revista Veja deste final de semana que tem como matéria de capa uma reportagem com trechos do depoimento de uma suposta delação premiada do ex-deputado Pedro Corrêa. Na nota, Dilma destaca que ao contrário do afirmado pela publicação, ela afirma as informações são "mentirosas e absurdas" e fazem parte de "uma nova tentativa de se tentar envolver o nome da presidenta Dilma Rousseff em versões fantasiosas, inconsistentes e que serão desmentidas pelos fatos".

Na matéria intitulada Decanato da Corrupção, a Veja destaca que Corrêa teria afirmado que Dilma teria participado de uma reunião, em 2010, com o ex-diretor de abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa para pedir apoio financeiro à sua campanha. "Ao contrário do afirmado em Veja, a presidenta Dilma Rousseff JAMAIS se reuniu, em 2010 ou em qualquer outro momento, com o senhor Paulo Roberto Costa para fins de solicitar qualquer espécie de apoio financeiro", afirma Dilma em um trecho da nota. 

Leia a íntegra da nota.

Acerca da matéria "Decanato da Corrupção", publicada pela revista Veja, em 27 de maio, em que se divulga trechos de uma suposta delação premiada do ex-deputado Pedro Correa, cumpre esclarecer que:

1. Ao contrário do afirmado em Veja, a presidenta Dilma Rousseff JAMAIS se reuniu, em 2010 ou em qualquer outro momento, com o senhor Paulo Roberto Costa para fins de solicitar qualquer espécie de apoio financeiro.

2. Esta afirmação é absolutamente mentirosa e absurda, sendo desmentida inclusive por outras evidências e depoimentos divulgados ao longo da Operação Lava-Jato.

3. Vemos, mais uma vez, uma nova tentativa de se tentar envolver o nome da presidenta Dilma Rousseff em versões fantasiosas, inconsistentes e que serão desmentidas pelos fatos.


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Comentários

José Pereira da Silva

Eu nego, eu estou revoltada, eu nunca participei... Isso é conversa para boi dormir, participou sim, negociou sim, participou do governo mais corrupto do mundo, participou sim, agora é muito simples provar o contrário é só processar a Veja, é por isso que eu tenho DUAS assinaturas de VEJA, Viva a VEJA, a GLOBO, Dr. Sérgio Moro, Viva a Lava Jato, sem esquecer do idolatrado e querido por todos os petralhas Eduardo Cunha. hahahahahahahahahahahahaha

marcos

E essa carniça ainda tem assessoria de imprensa, continua gastando nosso dinheiro para mentir.


Sesi 4.0

28/05


2016

Corrêa põe Lula na linha de frente da corrupção

Ex-deputado negocia acordo de delação premiada há um ano

Pernambucano afirma que o ex-presidente discutia pessoalmente o esquema da Petrobras

Folhapress

O ex-deputado e ex-presidente do PP Pedro Corrêa, preso em Curitiba (PR) pela Operação Lava-Jato, afirmou, em documentos que integram seu acordo de delação premiada, que o ex-presidente Lula discutia pessoalmente o esquema de corrupção da Petrobras. Ele também citou vários deputados, senadores, ministros, ex-ministros e ex-governadores envolvidos em esquemas de corrupção, além de ter confessado que recebeu dinheiro desviado de mais de 20 órgãos ligados ao governo nas últimas três décadas. As informações foram publicadas ontem pela revista Veja.

Segundo a publicação, Corrêa relatou que parlamentares do PP se rebelaram com o avanço do PMDB nos contratos da diretoria de abastecimento quando a área era dirigida por Paulo Roberto Costa. Um grupo teria ido ao Palácio do Planalto na época que o petista era presidente para reclamar da “invasão”. De acordo com Corrêa,

Lula passou uma descompostura nos deputados dizendo que eles “estavam com as burras cheias de dinheiro” e que a diretoria era “muito grande” e tinha que “atender os outros aliados”, pois o orçamento era muito grande. Segundo a publicação, os caciques do PP se conformaram quando Lula lhes garantiu que a maior parte das comissões seriam dirigidas para a sigla.

A revista também diz que, confirme o relato de Corrêa, Lula ordenou que os partidos se entendessem. O ex-deputado, representando os interesses do PP, reuniu-se com a alta cúpula do PMDB para tratar da partilha. O senador Renan Calheiros (AL) é apontado como um dos primeiros a ser procurado para acertar “o melhor entendimento na arrecadação”.

O ex-deputado também diz que o ex-ministro e senador Edison Lobão (MA) teve participação nos contratos com empreiteiras e atribui ao atual secretário de governo, Geddel Vieira Lima (BA), a indicação do senador cassado Delcídio do Amaral, na época do PT, para ocupar uma diretoria da Petrobras no governo Fernando Henrique Cardoso. No relato, ele afirma que Delcídio cobrava propina de empresas com negócios na diretoria que comandava e repassava parte do dinheiro para o PMDB e PP.

A revista relata a atuação de Lula quando foi presidente para nomear Costa, indicado do PP, para diretor da Petrobras. “Mas Lula, eu entendo a posição do conselho. Não é da tradição da Petrobras, assim, sem mais nem menos trocar um diretor”, disse Dutra, na época presidente da estatal. Lula respondeu, segundo Corrêa: “Se fôssemos pensar em tradição nem você era presidente da Petrobras e nem eu era presidente da República”.

Segundo a revista, o ex-deputado diz que o senador Aécio Neves (PSDB-MG), o ex-ministro Alexandre Padilha (PT-SP), o ex-ministro Alfredo Nascimento (PR-AM), o ex-ministro José Dirceu, o deputado José Guimarães (PT-CE) se beneficiaram de propina.

Corrêa cita outros políticos que, segundo ele, tinham conhecimento de pagamento de propina ou envolvimento em atos ilícitos como Aldo Rebelo (PCdoB/SP), o ex-ministro Aloizio Mercadante (PT/SP), o ministro do TCU Augusto Nardes, o ex-ministro Jaques Wagner (PT/BA), o deputado Paulo Maluf (PP/SP), a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB/MA) e o senador Valdir Raupp (PMDB/RO).

 

Leia mais:: Pedro Corrêa cita reuniões com peemedebistas para tratar de propinas, diz ‘Veja’


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Senai 4.0

28/05


2016

Coluna do sabadão

   Risco de Temer está no TSE

Quando a corrupção vira um dos principais motes dos que defendem o afastamento definitivo  da presidente Dilma Rousseff (PT), muitos argumentam que o presidente interino Michel Temer (PMDB) também pairam suspeitas. Mas o que de fato há contra? As suspeitas e ameaças vêm de cinco frentes, entre elas a operação Lava Jato. É importante lembrar, no entanto, que, na Presidência, Temer provavelmente não pode ser julgado pelas suspeitas que pairam sob ele na Lava Jato.

A Constituição diz que, no período em que exerce a Presidência, um presidente não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao mandato. A maior batalha do presidente interino não será no Senado na votação decisiva do impeachment de Dilma, mas no Tribunal Superior Eleitoral, onde tramita processo de cassação da chapa Dilma-Temer.

No Senado, Temer pode cortejar aliados com ministérios e apoio político. Já no TSE, corte de apenas sete ministros, com apenas quatro votos o hoje presidente interino pode voltar para casa mais cedo do que imaginava. O PSDB moveu quatro ações contra a chapa Dilma-Temer. Nesses processos, o partido aponta supostos episódios de uso da máquina do Governo na campanha petista, como participação indevida de ministros e envio de 4,8 milhões de folders pró-Dilma pelos Correios.

Também cita a operação Lava Jato e a possibilidade de recebimento de doações de empreiteiras envolvidas em desvios de recursos da Petrobras, o que caracterizaria abuso de poder econômico. Dilma e Temer já negaram as acusações com argumento de que a campanha de Aécio Neves (PSDB) também recebeu recursos das mesmas empresas.

Recentemente, Temer entrou com um pedido para separar sua responsabilidade da de Dilma nos processo de cassação. Ele argumenta que não pode ser responsabilizado por atos cometidos por ela, mas o TSE negou. Não há previsão ainda de quando as ações serão julgadas. Se a maioria dos ministros considerar que a chapa Dilma-Temer deve ser cassada antes da conclusão de dois anos de mandato, nova eleição presidencial direta deve ser convocada. Se decisão desse tipo for proferida a partir do ano que vem, haveria eleição indireta no Congresso.

BATEU, LEVOU!– O agora deputado federal Danilo Cabral, que deixou a Secretaria de Planejamento quinta-feira e assume o seu mandato na próxima segunda-feira, rebateu as declarações do senador Armando Monteiro Neto, de que o Estado vive uma grave crise por falta de uma gestão eficiente e uma liderança expressiva. “O senador ainda está remoendo a derrota que sofreu para Paulo Câmara. Os pernambucanos querem saber o que ele fez pelo Estado nos quase dois anos em que esteve à frente do Ministério”, ironizou. O líder do Governo na Alepe, Waldemar Borges, disse que o ex-ministro não trouxe um fiteiro para o Estado.

Oferta de vice ou laranja?– Inelegível (porque não tem votos), o candidato de mentirinha do PV a prefeito do Recife, Carlos Augusto, esteve no lançamento da pré-candidata do DEM, Priscila Krause, recentemente foi visto degustando um bom vinho num jantar com Sílvio Costa Filho, pré-candidato do PRB, e esta semana fez uma visita ao também pré-candidato do PSDB, Daniel Coelho. Diante de tamanha movimentação estranha passou a correr nos bastidores uma piadinha que levanta uma dupla suspeita: a de que está distribuindo currículo para vice ou é de fato uma espécie de “candidato laranjal”.

Base sólida no Congresso- A redução da meta fiscal na sessão do Congresso que atravessou a madrugada da quarta-feira levou o Governo a avaliar que tem uma base aliada sólida para aprovar, inclusive, propostas de emenda à Constituição. A avaliação é do ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha. "A votação demonstrou que o Governo tem a musculatura do placar que aprovou o impeachment", diz ele, para quem a base governista atualmente corresponde a dois terços da Câmara e do Senado.

Sem risco de parcelamento– O governador em exercício do Rio Grande do Sul, José Paulo Cairoli, confirmou, ontem, que os salários de maio dos servidores estaduais serão parcelados, mais uma vez. A previsão é quitar a folha no dia 13 de junho. "Para nós, não há dúvida. É uma certeza, porque nós temos uma dificuldade bastante grande no caixa do Estado e estamos pagando de acordo com a nossa capacidade”, disse Cairoli. Em Pernambuco, o secretário de Planejamento, Márcio Stefani, garante que não há risco de parcelamento de folha.

Secretário disputa em Salgueiro– Em Salgueiro, o prefeito Marcones Libório Sá (PSB), na foto ao lado, se viu obrigado a construir um novo candidato do grupo à sua sucessão depois que a candidata natural, Creuza Pereira, ex-prefeita, assumiu seu mandato de deputada na Câmara dos Deputados com a convocação de quatro federais da bancada pernambucana. O nome mais cotado é o do secretário de Planejamento, Marcelo Sá. Na oposição, devem entrar o empresário Clebel Cordeiro, do PMDB, e o vereador Márcio Memédio (PRB), ex-presidente da Câmara Municipal.

CURTAS

EM PONTO MORTO– Já em Arcoverde, o que corre nos bastidores é que a pré-candidata da oposição à prefeita, Nerianny Cavalcanti (PTB), não decolou, conforme pesquisa em poder do grupo do deputado Zeca Cavalcanti, esposo dela. Se até o final de julho o nome dela não reagir, não está afastada a possibilidade de o candidato ser o próprio, com a intenção de ir à desforra com a ex-aliada, a prefeita Madalena Brito, agora no PSB.

PENSE NUMA BRONCA!- Na próxima quarta-feira, o prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, requere licença da presidência da Associação Municipalista (Amupe) para se dedicar integralmente à campanha da sua reeleição. Por enquanto, não tem adversário, mas um nó pela frente complicadíssimo para desatar devido ao projeto de 2018, quando deseja disputar um mandato de deputado federal.

Perguntar não ofende: Quem é detonado primeiro: Renan ou Aécio? 


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Comentários

marcos

Pedro Correia confirma o que o Brasil todo já sabia, Lula ( aquele que ajudou no golpe) é o Mandante Chefe de toda a Corrupção do Pais!

José Pereira da Silva

Eu sei que o choro é livre, mas estou com tanta saudade de Dilma a Jumenta, ela não aparece mais para falar da mandioca, estocar vento, dizer que a meta era zero e que iria dobrar essa meta... volta querida, volta coração valente, as minhas panelas estão sentindo a sua falta. hahahahahahahahahahahahahahahahahahahahaha

marcos

Falando em safadeza, cadê Lula golpista?

marcos

Respondendo ao perguntar não ofende, Os panelaços são para Dilma Lula e os corruptos do PT.

Nehemias Fernandes Jaques

Perguntar não ofende: Onde estão os paneleiros???? As panelas estão com saudades!!!


Odonto Personalité

28/05


2016

FH cancela palestra em Nova York após protestos

Ex-presidente participaria de debate neste sábado sobre democracia na América Latina

O Gloo - Silvia Amorim

Após protestos de intelectuais, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso cancelou sua participação numa palestra neste sábado em Nova York sobre a democracia na América Latina. O evento foi organizado pela Associação de Estudos Latino-Americanos (LASA) em homenagem aos 50 anos da entidade e FH dividiria um painel de debate com o ex-presidente do Chile Ricardo Lagos.

Em carta enviada a LASA, a que o GLOBO teve acesso, FH explica que desistiu da palestra para não dar discurso a “mentes radicais”.

“Eu peço que vocês entendam que a essa altura da minha vida, aos 85 anos, eu não desejo dar pretexto para mentes radicais, dirigidas por paixões partidárias, me usarem em uma luta imaginária ‘contra o golpe’, um golpe que nunca existiu”, escreveu o ex-presidente.

Continue lendo: FH cancela palestra em Nova York após protestos de intelectuais


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Naipes

28/05


2016

Durou pouco

André Singer - Folha de S.Paulo

O relativo otimismo que qualquer novo governo provoca no cidadão médio vigorou menos de 15 dias. Na décima jornada, a vilegiatura de Michel Temer foi atingida por bomba revelada pela Folha. As gravações premiadas do peemedebista Sérgio Machado, depois complementadas pela Globo e acrescidas da delação de Pedro Corrêa, ex-presidente do Partido Progressista (PP), na "Veja", atingem o coração do poder.

Aninhado na cúpula do PMDB, o ex-tucano Machado tem informações capazes de comprometer todos os homens do presidente. Mais ainda, deve conhecer em detalhes o esquema de financiamento do partido, o qual parecia passar por certo diretor da Petrobras, supostamente indicado pelo atual ocupante do Planalto.

A derrubada do ex-ministro do Planejamento Romero Jucá, personagem central do gabinete temerário, constitui apenas o aperitivo da investigação. O roteiro completo estava, aliás, anunciado em reportagem de "O Estado de S. Paulo" três semanas atrás (8/5). Nela, se anunciava que depois de desbaratar o esquema de arrecadação do PP e do PT, chegara a vez de a Lava Jato fazer o mesmo com a sigla outrora comandada por Ulysses Guimarães.

Não se trata, portanto, de evidenciar apenas o envolvimento de figuras célebres como o presidente do Senado, Renan Calheiros, ou do ex-presidente da República José Sarney em diálogos algo assustados (e assustadores). Os procuradores buscam provas palpáveis de desvio de recursos públicos. Caso as consigam, a carceragem será o destino possível dos acusados.

Exatamente por conhecer tais planos, talvez tenha Machado decidido soltar as fitas, como se diria em linguagem antiga, de modo a evitar a própria prisão. Gravadas em fevereiro/março passado, funcionavam como recurso para a hora do aperto, que chegou. O quanto a divulgação interessava também aos investigadores é difícil avaliar.

Seja como for, dois elementos precisam, a esta altura, ser registrados. O primeiro é que a Lava Jato, em seus óbvios cálculos políticos, não se voltou apenas contra o PT. Quando for feito o balanço da seletividade utilizada pelos que dirigem o processo — um emaranhado de personagens, do qual agora se destaca o procurador-geral Rodrigo Janot — será mister reconhecer o estrago também realizado na governança peemedebista.

Em segundo lugar, as chances de aprovação no Congresso das medidas neoliberais anunciadas por Henrique Meirelles terça-feira (24), às quais se somariam a reforma da Previdência e a flexibilização da CLT, diminuem à sombra das suspeitas lançadas nesta semana. Se, em condições normais de temperatura e pressão, parlamentares resistem votar medidas impopulares, maior será a dificuldade com a polícia no encalço dos proponentes.


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Arcoverde 4

28/05


2016

MBL engana o público e tasca a coisa pública

Blog do Josias de Souza

Entusiasta do impeachment, o Movimento Brasil Livre já se vangloriou de ser apartidário. Hoje, define-se como suprapartidário. Em notícia pendurada no cristal líquido do UOL nesta sexta-feira, os repórteres Pedro Lopes e Vinícius Segalla informam que a metamorfose tem inspiração pecuniária. A rapaziada do MBL vinculou a sua causa à engrenagem de partidos como PMDB, PSDB, DEM e Sodiariedade (pode me chamar de Força Sindical).

A novidade faz do MBL uma espécie de primo pobre de entidades como CUT, MST e UNE, três aparelhos capturados pelo Estado petista. As respectivas infantarias desceram ao asfalto custedas pelo déficit público e pelo imposto sindical. Ao aderir aos métodos que simulava combater, a turma que dizia representar a sociedade civil tornou-se sociedade organizada. Trocou a pressão popular pelo lobby. O grito virou resmundo. A explosão, flatulência. Ludibriou-se o público. E tascou-se a coisa pública.

Difícil saber, a essa altura, quem lidera a gincana do cinismo. Estalando de pureza moral, o PT valeu-se da notícia para veicular um texto no seu site. Nele, criticou os rivais que se escoraram nos partidos anti-Dilma para “financiar ônibus e lanches para manifestantes durantes os protestos pró-impeachment.” Perdeu-se a mínima noção do ridículo.


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BM4 Marketing

28/05


2016

Ter "presidenta" fez diferença para as mulheres?

BBC Brail - Ingrid Fagundez e Renata Mendonça 

Em 2010, quando Dilma Rousseff assumiu a Presidência como a primeira representante feminina no posto mais importante do país, a expectativa das mulheres era grande.

Esperava-se que a ex-ministra da Casa Civil pudesse ser a voz que elas não tinham em Brasília - já que, no Congresso, a participação feminina beirava os 10%.

Cinco anos e meio depois, Dilma se despediu do Planalto ao menos temporariamente e deixou um legado que, para ativistas e cientistas políticas, "foi bom, mas poderia ter sido melhor".

Especialistas ouvidas pela BBC Brasil citaram principalmente avanços na questão do combate à violência doméstica, da representatividade na política e da independência financeira da mulher.

Continue lendo: Ter 'presidenta' fez diferença para as mulheres?


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Petrolina 3

28/05


2016

Argentina resiste à proposta de Serra sobre Mercosul

Chanceler Susana Malcorra; argentina diz que qualquer mudança no Mercosul demanda prudência

Não podemos ficar mudando de modelo de uma hora para outra

Folha de S.Paulo – Luciana Dyniewicz

A Argentina demonstrou reservas à proposta brasileira de flexibilizar o Mercosul, apresentada na última segunda (23) pelo ministro das Relações Exteriores, José Serra, em visita ao país.

A chanceler argentina, Susana Malcorra, afirmou nesta sexta (27) que alterações nesse sentido precisam ser feitas com "prudência", "pausadamente" e que "não há urgência".

O projeto brasileiro é dar maior liberdade aos membros do bloco para negociarem acordos de comércio bilaterais. Malcorra, porém, se mostrou preocupada com a possibilidade de que as mudanças possam prejudicar as negociações em andamento com a União Europeia (UE) para um tratado de livre comércio. "A Argentina está aberta para conversar, mas não queremos que novidades repentinas impactem a oportunidade que temos agora com a UE."

Negociações para liberar o comércio entre os blocos já completaram 20 anos, mas passaram a ser mais concretas com a saída de Cristina Kirchner do poder, em dezembro de 2015 —a antecessora de Mauricio Macri se opunha ao acordo.

Malcorra lembrou que o bloco tem uma cláusula especial que permite aos membros um acordo de livre comércio com o México, indicando que as mudanças poderiam ir nesse sentido.

Via de regra, os membros do Mercosul só podem fechar acordos de livre comércio como bloco. O grupo não permite acordos bilaterais independentes. Para Malcorra, alterar o modelo de um bloco econômico pode ser mal recebido, já que as relações internacionais costumam ser planejadas no longo prazo.

"Não podemos ficar mudando de modelo de uma hora para outra. O mundo respeita a previsibilidade e a continuidade das políticas."


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28/05


2016

Governador reunido com advogado no fundo de padaria

Leandro Mazzini – Coluna Esplanada

Indiciado pela Polícia Federal e no olho do furacão da Operação Acrônimo, o governador Fernando Pimentel (PT), de Minas Gerais, está com medo da imprensa e de andar em público.

Reuniu-se na quarta-feira pela manhã com seu advogado em Brasília no fundo da Padaria Pão Delícia, na quadra 209 Sul, por mais de uma hora.

Os ventos que sopram do STJ em Brasília para as montanhas mineiras dão conta de que Pimentel não passa de 2017 como governador.

Em Minas Gerais, a turma do “Vem pra rua'', contra Lula e Dilma Rousseff, exigiu do PMDB que se afaste do PT.

Deu prazo de dez dias.

Não por acaso, Bruno Júlio, do PMDB de Belo Horizonte, filho de deputado estadual, é o novo Secretário Nacional da Juventude do Palácio do Planalto, feudo do PCdoB há 13 anos.


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