Sopranor 1

28/04


2016

Discurso de Reale não se ateve ao crime, diz Lindbergh

UOL

Senadores da base do governo criticaram o discurso do jurista Miguel Reale Jr. na comissão especial do impeachment. "Foi um discurso muito político e não se ateve ao crime de responsabilidade", disse o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) sobre a fala do jurista, um dos autores do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff e convidado para sustentação oral na comissão.

Como o início da fala dos convidados atrasou quase duas horas em relação ao horário estipulado, Reale Jr. estava com pressa para sair da reunião, em função de um voo para São Paulo. "Não é possível que o senhor vai falar e não vai nos ouvir", reclamou Lindbergh.

O senador Cristovam Buarque (PPS-DF) concordou com o petista: "O senhor foi ousado ao enviar o pedido de impeachment e espero a mesma grandeza para flexibilizar sua agenda e permanecer nesta comissão". O jurista disse que "não poderia ser cobrado" por isso e justificou a necessidade de deixar o Congresso Nacional.

Antes, ouviu de Lindbergh que "a base conceitual do pedido estava equivocada" e que "não viu base jurídica suficiente para se afastar uma presidente da República". "É um escândalo. Espero que a Janaína consiga colocar seus pontos, porque esses argumentos não são juridicamente suficientes para afastar Dilma", disse o senador.


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Comentários

azevedo

Reale fugiu da raia depois de gaguejar muito. Ponto pars Lindenbergh


TCE

28/04


2016

FBC quer restringir Governo ameaçado de impeachment

Preocupado com a gestão e os rumos do país durante o período do processo de impeachment que vai do acatamento do pedido pela Câmara dos Deputados até o julgamento, pelo Senado, do afastamento do chefe do Executivo, o senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) sugeriu ao Plenário da Casa, na tarde de hoje, que procedimentos relativos ao impeachment sejam aperfeiçoados no Brasil. “Para se evitar que a administração que porventura estiver saindo contamine a que estiver chegando”, alertou Fernando Bezerra.

A proposta do senador foi motivada também pelo noticiário recente. De acordo com a imprensa, o governo federal estaria antecipando medidas e o lançamento de programas em virtude da possibilidade de afastamento da presidente Dilma Rousseff. Na avaliação de Bezerra Coelho, é preciso que o parlamento discuta quais atos podem ou não ser praticados por um presidente ameaçado de impedimento. “Ações atropeladas correm o risco de serem interrompidas ou dificultarem um eventual novo governo, resultando em sérios prejuízos à população, ao país”, observou.

Na análise feita hoje ao Plenário, o senador lembrou que o processo de afastamento do presidente Collor de Mello da Presidência da República, em 1992, durou aproximadamente 48 horas. E que o atual processo contra Dilma Rousseff levará, só no Senado, cerca de três semanas. “Esta situação é delicada e pode resultar em reflexos negativos para o país”, ressaltou o socialista pernambucano.

Fernando Bezerra lembrou, ainda, que a diferença de tempo de tramitação dos dois processos de afastamento deve-se, principalmente, ao atual ambiente político e à preocupação de se garantir maior segurança jurídica às etapas do impeachment. “A conjuntura econômica nos dois momentos (1992 e este ano) é bastante parecida”, disse. “Porém, em 1992, havia uma unidade política ainda maior pela aprovação do impedimento”, completou o senador.

Fernando Bezerra Coelho participa, neste momento, do terceiro dia de reuniões da Comissão Especial do Impeachment no Senado. Hoje, a comissão ouve dois dos três autores do pedido de impedimento da presidente Dilma Rousseff: os juristas Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal. Pelo Partido Socialista Brasileiro, são membros titulares da comissão especial os senadores Fernando Bezerra e Romário (RJ).


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28/04


2016

Janaina afirma não ter relação com o PSDB

Durante a sua explanação na comissão do impeachment no Senado, a advogada Janaína Paschoal afirmou que o processo de impeachment é apartidário e negou relações com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, ambos do PSDB.

Janaína alegou ainda que a defesa da presidente só fala que as pedaladas foram realizadas para ajudar os pobres com os programas de auxílio e distribuição de renda, mas não entende como o dinheiro que foi mandado para países no exterior "voltou para o petrolão."


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Governo de PE

28/04


2016

Reale deixa Comissão no Senado

O jurista Miguel Reale Junior deixou a comissão especial do impeachment no Senado. O senador e presidente, Raimundo Lira (PMDB), explicou que, por ser convidado, não pode segurá-lo e pediu aos demais senadores que encaminhem as perguntas por escrito. A advogada Janaína Conceição Paschoal, também denunciante do processo contra Dilma Rousseff, começou a ser ouvida agora.


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28/04


2016

Senador contra impeachment aponta falhas na denúncia

O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) questionou, há pouco, o jurista Reale Júnior sobre falhas na denúncia. O jurista respondeu que está na lei a proibição de decretos de crédito suplementar sem autorização do Congresso Nacional e que não se pode ver as ações realizadas isoladamente em 2015, porque foi o conjunto da obra que levou ao processo de recessão que atinge o Brasil.


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Comentários

Rafael C.Soares Quintas

Esse Lindbergh não merece respeito, é um babão de Lula, escutem no YouTube a conversa dele com Lula, que foi grampeada pela PF e tirem suas conclusões.

azevedo

O conjunto da obra não é previsto na Constituição como crime.


Bandeirantes-1

28/04


2016

Senadores alteram ordem dos depoimentos

Por motivos pessoais o jurista Miguel Reale Júnior terá que se ausentar da Comissão Especial do Impeachment no Senado às 19h. Com isso, os senadores decidiram que farão perguntas ao jurista antes de ouvir Janaína Paschoal.


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Sesi 4.0

28/04


2016

Reale afirma que Dilma sabia o que estava fazendo

Durante o seu depoimento na Comissão Especial do Impeachment no Senado, o jurista Miguel Reale Júnior disse que as operações de crédito foram realizadas pela presidente com total conhecimento e com orientação da secretaria do Tesouro Nacional. Segundo Reale, a presidente Dilma tinha conhecimento pleno de que estava praticando um ato indevido.

Ainda em sua fala, Miguel lamentou que o pedido de impeachment tenha sido oportunidade para se homenagear um torturador. "Esse pedido de impeachment não pode se prestar a isso, esse pedido de impeachment visa a liberdade."


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Comentários

wilson washington carvalho de lima

Pq não se posta que Miguel Reale não trouxe argumentos sólidos,pelo contrário,posta matéria dizendo que senador a favor de Dilma,deixe de ser parcial Magno

wilson washington carvalho de lima

Azevedo,postei algumas cosas,mas o magno parece que vetou meus comentários. Deus queira que Janaína tenha argumentos sólidos.

azevedo

Realer está gaguejando muito pra responder a Lindberg...tou assistindo agora


Senai 4.0

28/04


2016

Começam os depoimentos na comissão do impeachment

O jurista Miguel Reale Junior começa a falar na comissão. Ele é um dos autores do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Reale diz que as finanças públicas estão em frangalhos graças a operações de créditos indevidas, decretação de créditos suplementares em desrespeito ao Congresso, "fatos gravíssimos". Segundo ele, o desrespeito ao orçamento e ao equilíbrio fiscal levou o país à situação em que está neste momento.


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Naipes

28/04


2016

Relator recusa requerimentos de governistas no Senado

Já no início da sessão da comissão especial do impeachment, hoje, o relator do processo, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), rejeitou os requerimentos de senadores governistas, que requisitavam documentos a órgãos públicos que poderiam servir de prova contra a acusação de pedaladas.

Anastasia alegou que diligências e documentos novos não devem ser apresentados ou analisados nesta fase do processo, em que a comissão discute apenas a admissibilidade da denúncia enviada pela Câmara. Em seu entendimento, novos documentos devem ser analisados apenas no julgamento.

Os governistas pedem notas taquigráficas, certidões de decreto de créditos suplementares e comprovações se subvenções do Plano Safra contemplam ato assinado pela presidente.

"Queremos demonstrar que não houve participação da presidente, que não houve crime, por isso pedimos para apresentar essas certidões. Nos impedir de trazer esses documentos é cercear o nosso direito de defesa", afirmou o senador Lindbergh Farias (PT-RJ).

Com a negativa do relator, os governistas pediram que os requerimentos fossem postos em votação. Para garantir, entretanto, maiores chances de aprovar os pedidos, agora eles pedem que a votação seja realizada somente após a apresentação dos denunciantes, autores do pedido de impeachment.

Como os governistas estão em minoria, a estratégia é fazer a votação apenas mais tarde, com menos senadores presentes e com a possibilidade de conseguirem maioria. Os governistas representam apenas 5 dos 21 membros da comissão.


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Márcio Calheiros

28/04


2016

Tumulto antes de sessão do impeachment no Senado

Do G1

Antes do início da sessão, houve um princípio de tumulto do lado de fora da comissão quando um grupo de cerca de 20 pessoas se posicionou com cartazes na mão contra o impeachment. Os manifestantes eram do Comitê Pró-Democracia, que reúne servidores do Congresso, parlamentares e entidades contrárias ao impedimento de Dilma.

A intenção deles era fazer um protesto silencioso, mas seguranças intervieram logo e tomaram os cartazes. Alguns usavam sacos pretos representando que os autores da denúncia eram “carrascos”. “A nossa ideia é deixar claro que tem uma parcela da sociedade brasileira que entende que esse processo é um golpe”, afirmou Bia Barbosa, uma das integrantes do comitê.


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Petrolina 3

28/04


2016

Denunciantes ainda não começaram depoimentos

Neste momento, o senador Raimundo Lira (PMDB), presidente da Comissão do impeachment na Câmara, estabelece agora os critérios de uso da palavra durante a reunião. Os denunciantes do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff ainda não começaram a ser ouvidos porque a comissão discute a votação de requerimentos.


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bm4 Marketing (turbinado)

28/04


2016

Começa explicação de juristas no Senado

Começou, há pouco, na Comissão especial do Senado, a apresentação da denúncia formal para o pedido de impeachment da presidente Dilma feita pelos juristas Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal. Cada um terá direito a uma hora para exposição da denúncia.


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28/04


2016

Anastasia explica pedaladas em Minas


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28/04


2016

A chegada de Janaina Paschoal na comissão


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Comentários

wilson washington carvalho de lima

engraçado é a tese dessa jurista que por sinal é dela própria e nunca foi debatido no meio jurídico,ser aceita nesse processo de impeachment.



28/04


2016

Cássio diz que PT já abandonou Dilma


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