Versão Agreste Meridional

26/05


2017

Temer está disposto a alongar processo no TSE

Temer está disposto a alongar processo no TSE e usará ‘todos os recursos possíveis’, avisam aliados

Folha de S. Paulo - Por Painel

 

Aliados de Michel Temer enviam um recado claro aos que apostam num desfecho rápido para a ação que pode cassar seu mandato no TSE. Dizem que o presidente está disposto a usar “todos os recursos jurídicos possíveis” para prolongar o julgamento.

 O governo afirma que não haverá folga no “embate” e calcula: se o caso se arrastar até outubro, Herman Benjamin, relator do processo, terá que deixar a corte. O Planalto aposta que ele vota contra Temer e já tem em sua substituição uma meta.

Com a saída de Benjamin, o ministro Napoleão Nunes Filho assumiria a corregedoria da corte e também a relatoria do caso.


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Versão Sertão do São Francisco

26/05


2017

STF: acordo de delação com JBS arranha Lava Jato

Para ministros do STF, acordo de delação firmado com a JBS vai arranhar imagem da Lava Jato

Folha de S. Paulo - Por Painel

 

Se cristalizou no STF a percepção de que a profunda crise política não será o único filhote da delação da JBS. Há forte constrangimento na corte pelas polêmicas que vieram à tona após a homologação do acordo. A aposta é que a imagem dos operadores da Lava Jato em Brasília ficará arranhada.

Após a revelação de que o relator da Lava Jato no STF, Edson Fachin, contou com a ajuda de Ricardo Saud, hoje delator da JBS, para falar com alguns senadores que votariam sua indicação, em 2015, ministros do Supremo foram solidários.

A notícia, publicada pelo colunista Jorge Bastos Moreno, de “O Globo”, deixou Fachin envergonhado e abriu novo flanco de ataque à atuação do ministro e da PGR.

Parlamentares que confirmaram a atuação de Saud a favor de Fachin no Senado dizem que, agora, o ministro terá que se valer da mesma explicação usada por políticos pegos de calças curtas: “Eu não sabia”.

Procurado para comentar a ligação com Saud, o gabinete de Edson Fachin disse que ele não fala sobre casos que estão sob sua relatoria. Colegas minimizaram o episódio. “Não há culpa pretérita”, resumiu um ministro.


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Versão Mata Norte

26/05


2017

Grupo lança jurista candidato ao Planalto

O Estado de S. Paulo

Por Gilberto Amendola

 

Um grupo de juristas, advogados e membros da sociedade civil lançou o nome do advogado Modesto Carvalhosa à Presidência da República - caso o presidente Michel Temer renuncie, seja cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou sofra impeachment. “Coloco meu nome para cumprir essa travessia que vai da saída do atual presidente às eleições diretas de 2018”, diz Carvalhosa. A principal bandeira de uma eventual campanha será “a refundação do Estado e uma nova Assembleia constituinte”.

O nome de Carvalhosa tem o apoio de nomes como o do jurista Hélio Bicudo (um dos responsáveis pelo pedido de impeachment da presidente cassada Dilma Rousseff), do ex-ministro da Justiça José Carlos Dias e do ex- ministro do Superior Tribunal Militar Flávio Bierrenbach.

Leia mais aqui: Grupo lança jurista como opção para o Planalto


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Versão Sertão de Itaparica

26/05


2017

Julgamento no TSE: Temer corre contra o tempo

Presidente tem pouco mais de dez dias para tentar recuperar apoio político antes do início do juízo. A aposta em Brasília é que a sesestabilização política deve ter peso na decisão dos ministros

Do El país – Talita Bedinelli

O tempo contra Michel Temer corre rapidamente. O presidente brasileiro tem pouco mais de dez dias para tentar recobrar seu prestígio político no Congresso e convencer de que é capaz de comandar a aprovação das reformas liberais que prometeu antes de enfrentar os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que podem cassar seu mandato por irregularidades na campanha de 2014, quando era vice de Dilma Rousseff. Se há pouco mais de uma semana sua cabeça parecia mais distante da degola, com o Governo presenciando uma tímida recuperação econômica e suas reformas progredindo no Congresso, o abalo político que Temer sofreu desde a semana passada, com a divulgação da comprometedora delação da JBS, pode ter invertido suas chances. Apesar da dezena de pedidos de impeachment protocolados na Câmara, a aposta da oposição e até mesmo entre governistas é de que a saída do presidente tem mais chance de sair mesmo é pelo tribunal, que começa o julgamento no próximo dia 6 de junho. Seria uma solução mais rápida para a crise do que um arrastado processo de destituição.

Foi o próprio Temer quem reconheceu um possível peso da conjuntura política no veredito do TSE, uma corte formada por três ministros do STF, dois do STJ (Superior Tribunal de Justiça) e dois advogados recentemente indicados pelo Planalto. Na conversa que iniciou seu calvário político na semana passada, Temer afirma ao empresário da J&F, controladora da JBS, Joesley Batista, que não acreditava que seria cassado, pois os ministros do TSE tinham "consciência política". "Eu acho que não passa o negócio da minha cassação, porque eles têm uma consciência política de 'porra, mais um presidente...", afirmou ele. O mandatário não estava sozinho ao ver um fator político na sentença. Gilmar Mendes, ministro do STF e presidente do TSE, sugeriu algumas vezes que as crises política e financeira do país seriam levadas em conta na decisão. "É um julgamento complexo. E, certamente, o tribunal terá que fazer análise de toda ordem", disse em abril. Desde a escalada da crise na semana passada, Mendes, o mais midiático dos ministros do STF, interlocutor de Temer e um crítico recente e agudo da Lava Jato, está em eloquente silêncio.

Diante de um clima já turbulento, com manifestações descambando para episódios graves de violência e a recessão econômica ameaçando se prolongar, o entendimento da Corte agora pode ser de que Temer não tem mais condições de se manter no cargo. A ponderação de que a estabilidade deveria falar mais alto pode ter ruído. Além de mais rápida que o impeachment (o processo de Dilma Rousseff levou nove meses), a saída soa mais "honrosa" do que a renúncia, que poderia ecoar uma admissão de culpa para quem responde a um inquérito que seria levado à primeira instância da Justiça, com a perda do foro privilegiado.

Temer sabe que precisa agir rápido. E, para isso, se apoia na sustentação que ainda possui no Congresso. Dentro do seu próprio partido, vivencia a rebeldia de Renan Calheiros, que sempre que pode levanta sua voz para dar a entender, tomando o cuidado de nunca afirmar, que o presidente precisa renunciar. Mas assegurou o compromisso, por hora, de que PSDB e DEM esperariam qualquer decisão do TSE para debandar ou não da base. A oposição mais barulhenta, formada por parlamentares de seis partidos (PT, PSOL, Rede, PDT, PSB e PCdoB), é minoria e a única coisa que consegue fazer, efetivamente, é protestar e atrapalhar as votações. Na última quarta-feira à noite, eles deixaram o plenário da Câmara em protesto contra a decisão do presidente da Casa, Rodrigo Maia, de continuar com a sessão após uma tarde de violência contra os manifestantes do lado de fora. Aproveitando a ausência desses parlamentares, a base de Temer conseguiu aprovar seis Medidas Provisórias, sem que tivessem que enfrentar qualquer resistência que retardaria o processo.

A pequena vitória foi motivo de comemoração para Temer, em um dia que sua situação começou ainda mais crítica pela repercussão negativa de convocar as Forças Armadas para conter o protesto dos sindicalistas em Brasília. Pela manhã, ele recuou da decisão e revogou o decreto, que teria validade até o final do mês. E preferiu se afastar da polêmica ao enviar o ministro Raul Jungmann para justificar à imprensa sua decisão anterior. "A orientação dada por nós era de que as Forças se posicionassem defensivamente, protegendo o patrimônio e a integridade física das pessoas e não se envolvessem com repressão. Assim foi feito e nenhum confronto aconteceu entre as Forças Armadas e os manifestantes", destacou ele. "Em função disso, tivemos a garantia da continuidade dos trabalhos do Congresso Nacional. Fica claro, portanto, que a governabilidade não foi afetada", destacou. 

Já à noite, em um pronunciamento em seu Facebook, Temer também usou o erro da oposição a seu favor. Afirmou que "o Brasil não parou e não vai parar" e se vangloriou do desempenho de sua base na Câmara neste dia de manifestação, com a aprovação das seis medidas provisórias. "As manifestações ocorreram com exageros, mas deputados e senadores continuaram a trabalhar em favor do Brasil e aprovaram número expressivo de Medidas Provisórias. E a reforma trabalhista avançou no Senado", afirmou o presidente, sem mencionar que, na verdade, esse avanço se refere a uma leitura que não houve do relatório na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) por causa de um tumulto com a oposição. "Expressão, portanto, do compromisso de superar a crise", destacou.

 

Se Temer conseguir retomar sua força política, pode conseguir convencer um dos ministros a pedir vistas de seu processo no TSE, alongando seu tempo.Tem a seu favor o fato de que muitos de seus nomes políticos fortes precisam se segurar a ele, ou cairão junto, pois também são implicados em investigações na Operação Lava Jato. Mas esses próprios articuladores também sabem que precisam se garantir no novo jogo político que se desenha com o cenário da eleição indireta e não devem hesitar em deixá-lo ao perceber que o caminho de Temer já é sem volta.


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26/05


2017

Lula: candidato reformista não terá apoio do PT

Lula diz que PT não deve apoiar candidato que mantenha reformas. Ex-presidente reconheceu que saída para crise deve ser negociada entre partidos

O ex.-presidente  Lula  participa da posse da nova diretoria do PT de São Bernardo do Campo - Marcos Alves/Agência O Globo/

O Globo - Sergio Roxo

 

Em encontro fechado com juristas nesta quinta-feira em um hotel de São Paulo, o ex-presidente Lula afirmou que o PT não pode apoiar um substituto para o presidente Michel Temer que mantenha em pauta as reformas trabalhista e da Previdência.

De acordo com presentes, Lula defendeu que o PT não tenha papel secundário nesse processo, apenas endossando um candidato que dê seguimento à agenda defendida por Temer. O ex-presidente reconheceu, porém, que a saída para a crise deve ser negociada entre os partidos.

Oficialmente, o PT mantém a defesa de realizações de eleições diretas, apesar de seus dirigentes admitirem a dificuldade para aprovação da Proposta de Emeda Constitucional (PEC) para que a escolha do novo presidente seja pelo voto popular.

O partido deve fechar questão sobre o tema em seu congresso, que será realizado na semana que vem em Brasília. Um dos organizadores do encontro com juristas nesta quinta-feira, o deputado federal Paulo Teixeira (SP) é favorável a um boicote à eventual eleição indireta.

— Vou defender no congresso que o PT não vá para a eleição indireta — disse o parlamentar.

A reunião teve o objetivo de organizar uma frente de juristas para se contrapor ao que, o grupo considera, "abusos da Lava-Jato".

— O Judiciário não está cumprindo bem o seu papel — afirmou o advogado Celso Antônio Bandeira de Mello.

O grupo pretende se mobilizar por meio de artigos com críticas à operação. O papel do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) também foi bastante questionado no encontro.


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Flamac - 2

26/05


2017

Gripe: campanha de vacinação é prorrogada

Campanha nacional de vacinação contra a gripe é prorrogada. Grupo prioritário terá até o dia 9 de junho para ir até os postos de saúde receber uma dose contra três sorotipos: H1N1, H3N2 e Influenza B.

Do Portal G1

 

A campanha nacional de vacinação contra a gripe foi prorrogada até o dia 9 de junho, de acordo com o Ministério da Saúde. A meta é alcançar 90% das 54,2 milhões de pessoas incluídas no público-alvo, mas, até esta quinta-feira, apenas 63,6% haviam recebido a sua dose.

Dos grupos que podem tomar a vacina pelo SUS, os idosos têm, até o momento, a maior cobertura: 72,4% desse público já se vacinou. Entre as puérperas, mulheres que tiveram bebê recentemente, o alcance foi de 71,2% e, entre os indígenas, de 68,6%.

Os grupos que menos se vacinaram foram as crianças, com 49,9% de cobertura, gestantes, com 53,4% e os trabalhadores de saúde, com 64,2%. Este ano, a novidade da campanha foi a inclusão dos professores da rede pública e privada no público alvo. Até o momento, 60,2% deles se vacinaram.

Veja quem recebe a vacina pelo SUS

Crianças de 6 meses a menores que 5 anos (quatro anos, 11 meses e 29 dias)

Gestantes

Puérperas (mulheres que estão no período de até 45 dias após o parto)

Idosos (a partir de 60 anos)

Profissionais da saúde

Povos indígenas

Pessoas privadas de liberdade e funcionários do sistema prisional

Portadores de doenças crônicas e outras doenças que comprometam a imunidade

Professores de escolas públicas ou privadas

Os estados com maior cobertura vacinal são Amapá, com 85,7%, Paraná, com 78,1%, e Santa Catarina, com 77,7%. Já os que estão mais longe da meta são Roraima, com 47,9%, Rio de Janeiro, com 48%, e Pará, com 52,1%.
A
s doses da vacina estão disponíveis para o público-alvo nos postos de saúde em todo o país. A imunização protege contra os três sorotipos do vírus da gripe determinados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para este ano: H1N1, H3N2 e Influenza B.

Número de casos foi alto em 2016

Em 2016, houve 12.174 casos confirmados de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) por influenza no país. A SRAG é uma complicação da gripe. Houve ainda 2.220 mortes, número alto em comparação a anos anteriores. Do total de óbitos, a maioria (1.982) foi por influenza A/H1N1. Este foi o maior número de mortes por H1N1 desde a pandemia de 2009, quando 2.060 pessoas morreram em decorrência do vírus no Brasil.


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FMO

26/05


2017

Coluna da sexta-feira

   A alternativa Armando Monteiro

Na coluna de quarta-feira noticiei que o nome do senador pernambucano Armando Monteiro Neto (PTB) teria entrado nas especulações da mídia nacional como alternativa para presidente da República numa eventual vacância do cargo com a renúncia do presidente Temer. Em sua coluna de ontem, a jornalista Teresa Cruvinel foi mais fundo na questão. Disse que, nas conversas subterrâneas e cada vez mais ostensivas, o nome do senador e ex-ministro Armando Monteiro Neto, que é do PTB, pode fazer diferença.

“Isso porque, diz ela, nestas prospecções, vai ganhando força a ideia de que o nome do “indireto”, a ser chancelado por meio de um grande acordo partidário, não pode ser nem do PMDB, nem do PT e nem do PSDB. Para ser um presidente de transição e união, que conduza o barco até 2018 com uma razoável redução dos conflitos, o candidato não deveria ser parte do contencioso que levou o País à crise atual”.

“O PMDB, prossegue a jornalista, não tem nomes mesmo, mas de todo modo é o partido de Temer, que será afastado, espera-se, pelo TSE. Contra ele volta-se o ressentimento do PT e o repúdio de toda a esquerda. O PT é o partido da presidente deposta pelo golpe, a quem o PSDB, através de Aécio Neves, depois de ter perdido a eleição de 2014, fez cerrada oposição, após jurar que não a deixaria governar. Realmente, entre estes três não há nome que seja de pacificação”.

Por este critério, Tasso Jereissati estaria rifado. Em reunião com a bancada da Câmara, a primeira desde que assumiu a direção do partido, Tasso foi muito enfático ao descartar seu próprio nome. A suposição de que os tucanos estão tramando a eleição de um dos seus tem deixado os peemedebistas irritados e raivosos, ao ponto de lavarem roupa suja com tão pouca cerimônia, como fizeram na tribuna do Senado os senadores Renan Soares e Romero Jucá. Renan praticamente queimou os navios na relação com o Governo e está cada vez mais próximo dos tucanos.

Na busca de um nome que não seja tucano, peemedebista ou petista é que se chegou ao nome de Armando Monteiro Neto, a favor de quem um colega senador enumera as seguintes vantagens: Ele é do PTB, partido neutro na relação com os três grandes contendores. É empresário, ex-presidente da CNI, com largo trânsito e apoio no mundo empresarial.  Foi ministro de Dilma Rousseff, a quem foi fiel no curso do impeachment, e isso lhe rende simpatias do PT. Dialoga com Lula e com FHC.

Contra Armando Monteiro ou contra Tasso Jereissati, entretanto, pesa outra questão.  Ambos são senadores, e na Câmara tem gente dizendo que o “indireto” tem que sair da Casa. São 513 deputados e apenas 81 senadores. O detalhe é que para ser eleito o sujeito terá que ter a maioria absoluta dos votos, metade mais um, em cada casa do Congresso. Assim como ocorre na apreciação de vetos, a vitória em uma Casa nada vale se houver derrota na outra. Então, não adianta a Câmara impor o nome de um deputado. Se ele não passar pelo Senado, nada feito.

O nome da Câmara todo mundo sabe qual. É Rodrigo Maia, que segundo a Constituição, como segundo na linha sucessória atual, assumirá a Presidência quando Temer cair e convocará o pleito indireto para dentro de no máximo 30 dias. Mais tem a seu favor o bom trânsito com as correntes partidárias, inclusive na oposição. Tem contra si a citação em uma lista da Lava Jato. Um de seus aliados destaca outro aspecto: como ele já será presidente interino, se eleito, seu mandato será de continuidade. O País será poupado de uma presidência faz-de-conta por 30 dias, que não se ocupará de nada senão da eleição. Pode ser, mas será preciso saber também isso, se o interino pode concorrer.

OAB PEDE IMPEACHMENT– Ordem dos Advogados do Brasil levou à Câmara, ontem, histórica denúncia contra o presidente e pedido de encaminhamento ao Senado 'para impor a pena de perda do mandato, bem como inabilitação para exercer cargo público'. A OAB quer Michel Temer fora da vida pública por oito anos. A entidade máxima da Advocacia protocolou na Câmara denúncia contra o presidente no episódio JBS com pedido de impeachment do peemedebista. A OAB requer encaminhamento dos autos ao Senado ‘para impor ao denunciado a pena de perda do mandato, bem como inabilitação para exercer cargo público pelo prazo de oito anos’.

A degola de CostaO deputado Silvio Costa (PTdoB) foi destituído  da vice-liderança da oposição na Câmara após discordar da postura adotada pelos parlamentares hostis ao Governo durante a invasão à mesa-diretora da Casa.  O líder da oposição, José Guimarães (PT), que o destituiu, sequer o informou.  “Ele não teve a coragem de informar a atitude pessoalmente”, afirmou.  Costa provocou a ida do líder quando classificou de "infantil e equivocada” a postura de invadir a mesa da Câmara Federal, querendo encerrar a sessão à força. “Uma oposição responsável deveria ter ficado no plenário, obstruindo a sessão e criticando o Governo”, avaliou.

Pedido de anulação– O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou, ontem, que vai receber os representantes do Instituto Brasileiro do Direito de Defesa (Ibradd) na próxima semana e, somente depois, vai analisar o mandado de segurança da entidade que pede a anulação dos termos da delação premiada assinada pelos executivos da JBS. O documento foi assinado por cinco advogados e recomenda ao STF que considere o acordo como inconstitucional. Para o instituto, as condições acordadas entre delatores e a Justiça ferem a Constituição. Na peça, o Ibradd sustenta que "o conteúdo light e excepcionalmente benevolente e generoso do referido acordo de colaboração premiada, em favor dos referidos colaboradores e desfavor da coletividade brasileira, viola os princípios da proporcionalidade, razoabilidade e moralidade".

TSE pode cassar– Ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ouvidos reservadamente, consideram que a governabilidade do presidente Michel Temer, alvo de inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF), será levada em conta no julgamento da chapa Dilma Rousseff-Temer, marcado para o dia 6 de junho na corte eleitoral. Para eles, o quadro político e econômico dará, até lá, um cenário sobre o futuro do governo. O julgamento, que pode levar à cassação da chapa e do mandato do presidente da República por abuso de poder econômico e político, é visto por partidos da base como um marco que vai definir a permanência ou não do peemedebista no Planalto. Nos bastidores, os magistrados apontam que na última semana o cenário político viveu uma série de reviravoltas. Até 6 de junho, portanto, apostam que será possível ter um panorama mais claro do que o atual.

Recorrendo contra expulsãoLíder do PSB no Senado, o senador pernambucano Fernando Bezerra Coelho admitiu, ontem, pela primeira vez, que a direção do seu partido já abriu um processo de expulsão do seu filho, o ministro Fernando Filho, de Minas e Energia, por ter contrariado a orientação da executiva nacional pelo rompimento com o Governo, permanecendo no cargo. O pedido de desligamento do partido já está no Conselho de Ética, mas o ministro recorreu à instância superior, que é o diretório, convocado para ser renovado em eleição marcada para outubro. “O recurso foi acatado e ele pode ficar no partido até outubro”, afirmou.

CURTAS

DELAÇÃO– O ex-ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, já discute os anexos da sua delação premiada com seus advogados. Isso significa que as tratativas para seu acordo estão aceleradas. Segundo o blog apurou, um fator que ajudou Palocci nas negociações nos últimos dias foi a delação da JBS. Motivo: investigadores da Lava Jato avaliam que a repercussão sobre os termos do acordo para os donos da JBS geraram desgaste para a imagem da operação.

LANÇAMENTO– Só reforçando o convite: o lançamento do meu livro Histórias de Repórter, Editora Bagaço, com prefácio do acadêmico José Paulo Cavalcanti, está marcado para a próxima segunda-feira, às 19 horas, no novo Buraco Frio da Assembleia Legislativa. Conto com a presença dos meus leitores e ouvintes do Frente a Frente. A obra traz 103 bastidores que vivi nos últimos 35 anos entre Brasília e Recife.

Perguntar não ofende: Diante da sangria que o País vive, seria suportável um processo de impeachment que duraria no mínimo seis meses? 


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Mobi Brasil 1

25/05


2017

BNDES: funcionários rebatem acusação de fraude

Operação Bullish, da PF, apura irregularidades em operações de crédito do banco de fomento com a empresa JBS

Empregados do BNDES dizem que colegas foram humilhados pela PF - Foto: Wilton Junior/Estadão

O Estado de S.Paulo -Por Vinicius Neder

 

A AFBNDES, associação dos funcionários do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), rebateu acusações de envolvimento de técnicos da instituição de fomento em irregularidades nas operações com o frigorífico JBS. Em editorial publicado nesta quinta-feira, 25, em seu jornal interno, a AFBNDES diz que as acusações são “descabidas” e que as investigações sobre as operações precisam ser “racionalizadas”.

As operações do BNDES com a JBS foram alvo da Operação Bullish, no dia 12. O caso seguiu sob holofotes após a revelação da delação premiada de executivos do frigorífico, há uma semana. Coordenada pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal do Distrito Federal, a Bullish cumpriu 47 mandados envolvendo técnicos, executivos e ex-executivos do BNDES.

A Bullish foi baseada em investigação do Tribunal de Contas da União (TCU), que apura operações entre BNDES e JBS em auditorias separadas. No fim de abril, uma dessas auditorias implicou oito ex-diretores do banco, entre eles o ex-presidente Luciano Coutinho, na compra do frigorífico americano Swift Foods e Co, em 2007, como antecipou o Estado.

Vinicius Neder, O Estado de S.Paulo
25 Maio 2017 | 22h14
RIO - A AFBNDES, associação dos funcionários do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), rebateu acusações de envolvimento de técnicos da instituição de fomento em irregularidades nas operações com o frigorífico JBS. Em editorial publicado nesta quinta-feira, 25, em seu jornal interno, a AFBNDES diz que as acusações são “descabidas” e que as investigações sobre as operações precisam ser “racionalizadas”.

As operações do BNDES com a JBS foram alvo da Operação Bullish, no dia 12. O caso seguiu sob holofotes após a revelação da delação premiada de executivos do frigorífico, há uma semana. Coordenada pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal do Distrito Federal, a Bullish cumpriu 47 mandados envolvendo técnicos, executivos e ex-executivos do BNDES.

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Empregados do BNDES dizem que colegas foram humilhados pela Polícia Federal Foto: Wilton Junior/Estadão
A Bullish foi baseada em investigação do Tribunal de Contas da União (TCU), que apura operações entre BNDES e JBS em auditorias separadas. No fim de abril, uma dessas auditorias implicou oito ex-diretores do banco, entre eles o ex-presidente Luciano Coutinho, na compra do frigorífico americano Swift Foods e Co, em 2007, como antecipou o Estado.

A partir das auditorias, a PF produziu laudo contábil no qual aponta seis irregularidades nas operações de crédito e de compra de ações, que somam R$ 8,1 bilhões. Os investigadores sustentam que há indícios de gestão temerária e fraudulenta, além de corrupção e lavagem de dinheiro.

Uma das suspeitas foi o fato de as análises de algumas operações terem sido rápidas demais. Segundo a AFBNDES, isso não significa favorecimento. “Na prática, a avaliação ocorreu por meses no BNDES”, diz o editorial, que sustenta que, na comparação com outras análises, esse prazo “está muito longe de ser excepcional”.

A associação rebate a alegação de que o BNDES abriu mão de garantias nas operações de compra de ações. Segundo o editorial, as operações com compras de ação não envolvem garantias, como ocorre com empréstimos. Mesmo no caso da compra de títulos de dívida, a associação diz que as debêntures eram conversíveis em ações, ou seja, “a ‘garantia’ estava dada”.

A AFBNDES também questionou o método de investigação. Segundo a associação, faria sentido mirar em investigados com poder de decisão. “Uma investigação criminal não deveria começar com os que assinaram a Ata de Diretoria e não, como está ocorrendo, com os que assinaram relatórios de análise e notas técnicas?”, questiona.


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25/05


2017

PE: ex-funcionário da Jeep é preso em flagrante

Vendia peças roubadas da fábrica da Fiat 

Entre os materiais apreendidos, estão dez kits de ignição, cujo valor unitário é de R$ 14,4 mil (Foto: Marina Meireles/G1

Do Portal G1 - PE

Ex-funcionário da Jeep é preso em flagrante por vender peças roubadas da fábrica em PE. Segundo a PM, roubo de peças causou um prejuízo de pelo menos R$ 148 mil à empresa. Prisão de homem de 28 anos ocorreu em Abreu e Lima, no Grande Recife, nesta quinta (25).

Um homem de 28 anos foi preso em flagrante na tarde desta quinta-feira (25), no município de Abreu e Lima, no Grande Recife, por comercializar peças roubadas da fábrica da Jeep, localizada em Goiana, na Zona da Mata Norte de Pernambuco. De acordo com a Polícia Militar (PM), ele era ex-funcionário da montadora e o roubo de peças causou um prejuízo de pelo menos R$ 148 mil à Fiat Chrysler Automobiles (FCA).

A prisão, segundo a PM, ocorreu nas proximidades da feira de Abreu e Lima, após policiais receberem a denúncia de que o homem iria até o local para comercializar peças. Ao ser preso, ele confessou ter roubado produtos desde a época em que trabalhava como mecânico na montadora e que, depois de ser demitido, as peças foram repassadas por um funcionário da empresa.

"A partir de agora, a Polícia Civil ficará responsável pelo caso e irá investigar a participação de outras pessoas", afirma o tenente-coronel Marcos Ramalho, comandante do 17º BPM, o batalhão responsável por efetuar a prisão.

Ao todo, foram encontrados dez kits de ignição, cujo valor unitário é de R$ 14,4 mil, duas câmeras de ré no valor de R$ 1,2 mil cada e quatro kits de parafuso que, ao todo, custam R$ 1,6 mil. "Ele revendia essas peças num valor bem abaixo do mercado e anunciava os produtos em sites conhecidos de venda de material", explica Coronel Ramalho.Paulinho da Força negociou R$ 15 milhões para apoiar Aécio, diz delator

Procurada pelo G1, a Fiat informou que um representante da empresa foi à Delegacia de Paulista, local para onde o homem e os kits foram levados, para reconhecer os produtos. Após atestar a originalidade do material, a empresa se colocou à disposição da Polícia para colaborar com as investigações.
O homem preso em flagrante permanece na delegacia até ser encaminhado a uma audiência de custódia, na sexta-feira (26).


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Asfaltos

25/05


2017

Governo tem superávit de 12,57 bilhões

Contas do governo têm superávit de R$ 12,57 bilhões no melhor abril em 3 anos
No acumulado do ano, porém, contas registraram rombo de R$ 5,64 bilhões, segundo pior resultado para o período dentro da série histórica, que começa em 1997. 

Do Portal G1

 

As contas do governo federal registraram superávit primário de R$ 12,57 bilhões em abril deste ano, informou nesta quinta-feira (25) a Secretaria do Tesouro Nacional. Trata-se do melhor resultado para meses de abril desde 2014, ou seja, em três anos.

O resultado primário considera apenas as receitas e desepesas e não leva em conta os gastos do governo federal com o pagamento dos juros das dívida pública.

No acumulado de janeiro a abril deste ano, porém, as contas ficaram no vermelho. O chamado déficit primário foi de R$ 5,64 bilhões. O resultado, apesar de negativo, é melhor que o registrado no mesmo período do ano passado, quando o rombo fiscal somou R$ 8,23 bilhões.

Apesar da melhora, o resultado do primeiro quadrimetre de 2017 foi o segundo pior para o período em toda a série histórica, que começa em 1997 - só a frente do déficit fiscal registrado no primeiro quadrimestre de 2016.

Nível de atividade

O fraco resultado das contas públicas acontece em um ambiente ainda de baixo nível de atividade, que tem se refletido em instabilidade na arrecadação.

Embora apareçam alguns sinais de melhora do ritmo da economia, como alta da confiança e da produção industrial, o desemprego ainda segue alto, o que impõe uma velocidade menor ao ritmo de recuperação. Tensões políticas recentes também podem impactar o nível de atividade.

De acordo com a Secretaria do Tesouro Nacional, as receitas totais recuaram 1,9% em termos reais (após o abatimento da inflação) no primeiro quadrimestre deste ano, na comparação com igual período de 2016, para R$ 460,53 bilhões.

As despesas totais, porém, recuaram ainda mais: somaram R$ 389,26 bilhões de janeiro a abril de 2017, com queda de 4,3% em termos reais quando comparadas ao mesmo período de 2016.

Rombo da Previdência Social

A Secretaria do Tesouro Nacional informou que o rombo da Previdência Social (sistema público que atende aos trabalhadores do setor privado) avançou de R$ 37,49 bilhões, nos quatro primeiros meses de 2016, para R$ 52 bilhões no mesmo período deste ano, um aumento de 38,7%.

Para 2017, a expectativa do governo é de que o INSS registre novo resultado negativo, de R$ 185,8 bilhões.

O Congresso discute proposta do governo Michel Temer para a reforma da Previdência. De acordo com o governo, o objetivo da medida é frear o crescimento do déficit do INSS.

A proposta original previa idade mínima de aposentadoria de 65 anos, para homens e mulheres, entre outras mudanças. Entretanto, o relator do reforma na Câmara, deputador Arthur Maia (PPS-BA), apresentou um novo texto, com regras menos rígidas.

O objetivo do governo é tentar manter a sustentabilidade das contas públicas, diante de um déficit crescente do sistema previdenciário brasileiro.

Concessões, dividendos e investimentos

Nos quatro primeiros meses deste ano, ainda de acordo com os dados oficiais, as receitas com concessões registraram forte queda, para R$ 2,02 bilhões, contra R$ 12,86 bilhões no mesmo período do ano passado.

Por outro lado, houve um aumento no recebimento de dividendos, que totalizaram R$ 1,99 bilhão nos quatro primeiros meses deste ano, em comparação com R$ 599 milhões no mesmo período de 2016.

Os dados oficiais mostram que o governo também diminuiu fortemente o pagamento de investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), para R$ 5,33 bilhões, de janeiro a abril deste ano. No mesmo período de 2016, os gastos com investimentos somaram R$ 14,16 bilhões.

Meta fiscal e medidas de ajuste

A meta fiscal do governo federal para este ano é de déficit primário (despesas maiores do que receitas, sem contar os juros da dívida pública) de até R$ 139 bilhões.

Neste começo de 2017, as receitas com impostos foram menores que as previstas, o que levou a equipe econômica a anunciar, no mês passado, uma série de medidas para tentar atingir a meta, entre elas um corte de R$ 42,1 bilhões em gastos e aumento da tributação sobre a folha de pagamento.

Nesta semana, porém, o governo liberou R$ 3,1 bilhões em gastos e diminuiu o valor do bloqueio na peça orçamentária deste ano.

No ano passado, o rombo fiscal somou R$ 154,2 bilhões, o maior em 20 anos. Em 2015, o déficit fiscal totalizou R$ 115 bilhões. A consequência de as contas públicas registrarem déficits fiscais seguidos é a piora da dívida pública e mais pressões inflacionárias.

Os analistas das instituições financeiras, porém, preveem que a meta fiscal não será cumprida em 2017. Estimativa do mercado feita em abril, e divulgada recentemente, aponta para um rombo de R$ 148 bilhões nas contas do governo neste ano, acima da meta fiscal.


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Supranor 1

25/05


2017

Aliado diz que Temer está feliz com base

Após reunião com Temer, aliado diz que presidente está ‘feliz’ com a base. Sem a oposição, base aliada votou seis MPs em votações relâmpago

O Globo - Cristiane Jungblut

 

O presidente Michel Temer se reuniu com grupo de parlamentares e ministros para fazer uma avaliação da situação e cumprimentou a base aliada pela aprovação de seis Medidas Provisórias no noite de quarta-feira, depois de um dia de tumultos em Brasília e convocação das Forças Armadas para conter manifestações violentas. Temer, segundo aliados que participaram do encontro, estava "feliz" pela demonstração de força da base, que na verdade, quis atendet pedido do presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), para mostrar "normalidade".

A Câmara fez sessão até perto quase 1h e interrompeu a votação da sétima Medida Provisória. Temer pediu que a base continue votando na Câmara e no Senado e anunciou que resolverá o problema de um novo Refis para os empresários, cuja MP não foi votada por falta de acordo no texto final.

Temer almoçou no próprio Palácio do Planalto com os ministros Moreira Franco (Secretaria Geral da Presidência), Eliseu Padilha (Casa Civil), Henrique Meirelles (Fazenda) e os deputados Darcísio Perondi (PMDB-RS), Carlos Marun (PMDB-MS), além do presidente da Fiesp, Paulo Skaf.

— Ele está feliz e e cumprimentou a base aliada. Ele ficou feliz porque a base está unida — disse Perondi, após o almoço.

O presidente disse ainda aos aliados que considerou correta sua decisão de usar militares para conter os protestos e ficou irritado com a interpretação de que recuou. O argumento é de que a revogação do decreto se deu porque a situação fora controlada.

— Estou convencido de que salvei vidas ontem — disse Temer, segundo os aliados.

Meirelles participou do almoço e ficou na Câmara até quase meia-noite, a fim de fechar um texto para o novo Refis. Os parlamentares querem esse novo benefício às empresas.

Temer continuou se encontrando com outros parlamentares da base na tarde desta quinta-feira, como o deputado Beto Mansur (PRB-SP)

Mesmo sob pressão, Temer diz aos aliados que cresce no desafio e orientou manter a estratégia de cobras investigações da JBS, do empresário Joesley Batista.

RENAN FORA DA LIDERANÇA

Temer quer a saída de Renan Calheiros (PMDB-AL) da liderança do PMDB no Senado. O Palácio do Planalto está quereno um desfecho para terça-feira, às 16h, quando a bancada do Senado voltará a se reunir. A ordem é que todos os senadores estejam presentes.

— O Renan passou dos limites — disse um interlocutor


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ArcoVerde

25/05


2017

Saud: "Solidariedade foi comprado para apoiar Aécio"

Ricardo Saud afirmou que Solidariedade foi comprado para apoiar campanha da chapa tucana à presidência da República em 2014. Deputado diz que doações foram contabilizadas e aprovadas na Justiça Eleitoral.

Do Portal G1 

 

Em delação, diretor da JBS diz que Paulinho da Força negociou R$ 15 milhões em propina para partido apoiar Aécio. Ricardo Saud afirmou que Solidariedade foi comprado para apoiar campanha da chapa tucana à presidência da República em 2014. Deputado diz que doações foram contabilizadas e aprovadas na Justiça Eleitoral.

Em delação premiada, o diretor da JBS, Ricardo Saud, afirmou que R$ 15 milhões foram pagos em propina ao Solidariedade em troca de apoio à candidatura da chapa tucana Aécio Neves-Aloyiso Nunes à eleição presidencial de 2014. O valor, segundo o delator, foi negociado pelo presidente do partido e deputado federal, Paulinho da Força. Do total, ainda de acordo com o delator, R$ 3 milhões foram destinados ao partido por meio da empresa Nando’s Transportes, de Barretos (SP).

Procurada, a assessoria de imprensa do deputado federal informou que o Solidariedade recebeu R$ 11 milhões da JBS para a campanha de políticos do partido, e que não houve irregularidades.

A empresa Nando’s Transportes afirmou que não cometeu nenhum ato irregular, e disse que está à disposição da Justiça para esclarecimentos.

Leia mais aqui: Em delaçãodiretor da JBS diz que Paulinho da Força negociou R ...


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25/05


2017

"O Brasil não parou e não vai parar", diz Temer em vídeo

O presidente Michel Temer divulgou nesta quinta-feira (25) um vídeo nas redes sociais no qual afirma que as manifestações, nas quais milhares de manifestantes pediram sua saída, "ocorreram com exageros".

No vídeo, o presidente ressalta que, mesmo diante dos protestos, o Congresso Nacional continou trabalhando "em favor do Brasil" e aprovou diversas medidas que, segundo ele, reforçam o compromisso do governo em superar a crise.

"O Brasil não parou e não vai parar. Continuamos avançando e aprovamos matérias importantíssimas no Congresso Nacional. As manifestações ocorreram com exageros, mas deputados e senadores continuaram a trabalhar em favor do Brasil", afirmou Temer no vídeo.

Ele destacou a aprovação de sete medidas provisórias somente nesta semana. Nesta quarta, deputados da base aliada aprovaram as propostas sem a presença da oposição em plenário.

Os opositores de Temer haviam deixado as votações em protesto contra decreto assinado por Temer que autorizava a atuação das Forças Armadas para garantir a segurança no Distrito Federal. O decreto de Temer, considerado uma "medida extrema" pelo governo do Distrito Federal, foi revogado na manhã desta quinta.

E aprovaram número expressivo de medidas provisórias: sete, em uma semana. E a reforma trabalhista avançou no Senado. Expressão, portanto, do compromisso em superar a crise", disse o presidente.

No vídeo, Temer agradece o "empenho" da base aliada e dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), na aprovação dos textos. Os dois parlamentares são filiados a partidos aliados do governo federal.

"Meus amigos, o trabalho continua e vai continuar. Temos muito ainda a fazer e este é o caminho que meu governo pretende seguir: colocar o Brasil nos trilhos. Portanto, vamos ao trabalho", concluiu o presidente.


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bm4 Marketing 4

25/05


2017

Mutirão emite 500 carteiras de trabalho em Itaíba

Em tempos de emprego curto, falta de qualificação profissional e até mesmo o mais simples documento para se entrar no mercado de trabalho, a prefeita de Itaíba, Regina Cunha (PTB), e o superintendente Regional do Trabalho e Emprego, Geovane Freitas, com aval do deputado Zeca Cavalcanti e do senador Armando Monteiro, promovem, hoje e amanhã, o I Mutirão para Emissão de Carteiras de Trabalho da cidade.

A previsão é de 500 pessoas tirem o documento gratuitamente no mutirão, que acontece na Praça Coronel Francisco Martins, Centro da cidade. Os atendimentos vão acontecer em dois horários, manhã e tarde, e será feito pelos técnicos do Ministério do Trabalho e da Secretaria de Ação Social e Cidadania.

Segundo Regina Cunha, esta é uma oportunidade para os trabalhadores que precisam do documento. Para participar da ação, é necessário levar documentos originais, ou cópias autenticadas, da identidade e certidão de nascimento ou casamento; CPF e comprovante de residência com CEP atualizado. A prefeitura vai disponibilizar ônibus para atender os moradores dos distritos de Negras e Jirau.


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25/05


2017

Ipojuca retoma projeto para a terceira idade

A prefeita do Ipojuca, Célia Sales, e sua vice, Patrícia de Leno, reabriram nesta semana o projeto “Idoso mais do que feliz”, que vai funcionar nas instalações do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS). A iniciativa, que faz parte da Secretaria de Bem-Estar Social, servirá como o ponto de encontro do público da terceira idade do município.

Por semana, 650 idosos matriculados no projeto social participarão de palestras voltadas à saúde e ao direito do idoso, atividades psicomotoras, ações artísticas, entre outros.

Para se inscrever no projeto “Idoso mais do que feliz”, o interessado deve ter 60 anos ou mais, morar no município e apresentar o RG, CPF e atestado médico.


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