Sopranor 1

04/05


2016

Meio milhão de pessoas na porta do Congresso dia 11

Leando Mazzini – Coluna Esplanada

A inteligência do Governo e da Polícia Militar do Distrito Federal preveem meio milhão de pessoas na porta do Congresso na noite de Quarta, dia 11, quando o Senado vota o impeachment de Dilma.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), faz um corpo-a-corpo com os colegas e pede quase encarecidamente que evitem discursos “inconvenientes'' durante a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff no plenário do Senado dia 11.

Quer mostrar que a Casa tem classe, embora os suplentes sem voto se esforcem para aparecer em rede nacional, na esperada maior audiência do ano nas TVs.

Os petistas endossam Renan, para evitar a sangria maior da imagem de Dilma.

“Será discussão mais qualificada sobre o mérito. Não vai ser como foi na Câmara, um oba-oba, uma gritaria'', diz a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR).


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TCE

04/05


2016

Fisiologismo: Temer pede compreensão a tucanos

Josias de Souza

Em almoço oferecido à cúpula do PSDB, Michel Temer ouviu críticas ao modelo fisiológico de composição do seu ministério. Foi aconselhado a adotar novas práticas. Respondeu que, embora concorde com as ressalvas, não tem como proceder de maneira diferente. Alega que, num “governo de transição”, não há como promover mudanças abruptas.

 

Foram à mesa do Palácio do Jaburu, além do anfitrião, o futuro ministro Geddel Vieira Lima, coordenador político de Temer, o presidente do PSDB, Aécio Neves, e os líderes da legenda no Congresso: Cássio Cunha Lima (Senado) e Antonio Imbassahy (Câmara). Os tucanos insinuaram que o governo do substituto constitucional de Dilma está ficando a cara da gestão que está prestes a ser afastada.

 

Numa tentativa de se diferenciar de legendas como o mensaleiro PR e o petroleiro PP, o PSDB informou a Temer que não indicará nomes para o ministério. O trio tucano entregou ao provável futuro presidente uma plataforma com 15 propostas de reformas. Coisa ambiciosa, conforme já comentado aqui. Aécio, Cássio e Imbassahy esclareceram que o apoio congressual do partido não está condicionado à ocupação de ministérios.

“No presidencialismo, quem monta ministério é o presidente da República”, disse Cássio a Temer durante o repasto. “Queremos fortalecer as suas prerrogativas, prosseguiu o líder tucano no Senado. Nosso apoio está garantido. Mas não está escrito em lugar nenhum que, para apoiar governo, tem que ter ministério.”


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04/05


2016

Coluna da quarta-feira

    Enfim, a quadrilha está indo embora 

O Governo natimorto de Dilma entrou na contagem regressiva. A partir de hoje, faltam apenas sete dias para acabar a era petista, que durou 11 anos e cinco meses, resultando num tremendo mal ao País. Na linha de frente da oposição, que cumpriu com muita competência, diga-se de passagem, o PT pregou ética e moralismo.

Chegando ao poder, não fez uma coisa nem outra. Exibiu um moralismo falso e jogou a ética no lixo. Esperança dos brasileiros que apostaram na mudança, o ex-presidente Lula, filho das desigualdades, não teve coragem para isolar a quem tanto combateu. Em campanha, disse que Sarney era um ladrão e que seu lugar era na cadeia. Governou os dois mandatos com Sarney, que continuou reinando absoluto no Maranhão.

Chamou Collor de salafrário e corrupto. No segundo mandato, andou de braços dados com o ex-presidente que o PT promoveu o seu impeachment. Disse que o Congresso tinha 300 picaretas. Eleito, governou com todos os picaretas, alguns deles promoveu a ministro de Estado e, mais do que isso, deu carta branca a José Dirceu, fiel escudeiro e capitão do time, para comprar o voto do baixo clero na Câmara e no Senado com o mensalão.

Dirceu virou o rei do aliciamento. Não discriminou nenhum assaltante. Não poupou nem quem tinha a estrela de corrupto na testa, como Roberto Jefferson e Pedro Corrêa. Quarenta ladrões foram condenados no mensalão. Até hoje, Dirceu continua vendo o sol nascer quadrado. O resto da história não precisa contar. O brasileiro, por mais alienado que seja, sabe como tudo isso acabou.

Achando pouco, Lula deu cria ao petrolão, o maior assalto aos cofres públicos da história brasileira. Lula e sua quadrilha quebraram a Petrobras, uma estatal que parecia sólida, orgulho dos brasileiros. Não contava Lula e o PT que encontrariam pela frente um juiz destemido e competente, a salvação nacional, que devolveu ao brasileiro o orgulho da justiça. Mesmo atuando na primeira instância, Sérgio Moro desbaratou a quadrilha.

Prendeu, quem diria, empreiteiros que pareciam intocáveis, como Marcelo Odebrecht, o homem forte dos esquemas de Lula, patrocinador de falcatruas que vieram a público na operação Lava jato, como o sítio de Atibaia e o tríplex. O PT promoveu o maior esquema de compra de votos com o dinheiro público, através do programa Bolsa Família.

Os dias do PT estão chegando ao fim, para o bem do País. Uma era de muita enganação, roubalheira, descalabro nas contas públicas, o maior engodo vivido nos últimos 30 anos. Nem Collor, com PC Farias, roubou tanto. Fernando Henrique, que montou um esquema da privatização do sistema Eletrobrás, virou um santo diante da voracidade de Lula e da sua quadrilha na comilança do meu, do seu, do nosso dinheiro.

PRECEDENTE – Consciente de que não tem votos para reverter o impeachment no Senado, o Governo recorreu ao patrocínio oficial dos movimentos sociais para criar no País um clima de pânico e falso inconformismo, reproduzido no fechamento de estradas, na invasão de propriedades produtivas. Não se trata de nenhuma surpresa porque o PT tem um histórico de torrar o dinheiro público com bagunças. Basta lembrar a invasão ao Congresso, promovido pelo movimento liderado pelo pernambucano Marcelo Maranhão, que confessou depois ter recebido dinheiro do Governo Lula.

Na ativaEx-presidente da Câmara dos Deputados, tendo ocupado todos os cargos na mesa diretora em dez mandatos consecutivos, o ex-deputado Inocêncio Oliveira assumiu, ontem, a presidência de honra do Partido Republicano no Estado, iniciativa do seu sobrinho, o presidente estadual da legenda, Sebastião Oliveira. Aos que imaginam que Inocêncio pendurou as chuteiras, ao contrário do que muita gente pensa, bate ponto todos os dias no seu escritório político da Imbiribeira, recebendo prefeitos, deputados e lideranças municipais com o mesmo tesão de noivo.

O imbróglio tucano- Ficou para a próxima semana, provavelmente após a posse do presidente Michel Temer, a definição da executiva nacional do PSDB em relação à eleição no Recife. Até que ocorra uma orientação nova, o que o presidente nacional Aécio Neves deseja é manter a aliança em apoio à reeleição do prefeito Geraldo Júlio. Ligado a Aécio, o deputado Bruno Araújo recebeu a missão de comunicar a Daniel Coelho que a maioria do diretório estadual rejeita a tese de candidatura própria. Tirar o deputado do páreo não vai ser tarefa tão fácil como imagina Aécio.

De Ipojuca para Olinda – Rifado da chapa de reeleição do prefeito de Ipojuca, Carlos Santana (PSDB), que se compôs com Pedro Serafim, adversário histórico, o vice-prefeito Pedro Mendes está deslocando seu eixo político de atuação para uma seara que conhece como a palma de sua mão: Olinda. Terá papel destacado na campanha do candidato a prefeito pelo PSB, Antônio Campos.

Marília no lugar de JoãoO que corre nos bastidores nas hostes petistas no Estado é que diante do impeachment da presidente Dilma o ex-prefeito João Paulo seria carta fora do baralho na sucessão do prefeito Geraldo Júlio. Em seu lugar entraria a vereadora Marília Arraes, recentemente filiada à legenda. Há um segmento no partido, entretanto, que não engole a alternativa pelo fato da parlamentar não ter um histórico de militância petista nem identificação com os movimentos sociais.

 

CURTAS

NOS FINALMENTES– Encerrada a fase de depoimentos, a Comissão Especial do Senado começa, hoje, a leitura e discussão do relatório do senador tucano Antônio Anastasia (MG) pela admissibilidade do impeachment da presidente Dilma. A discussão se encerra amanhã e na sexta-feira é aprovado por 16 votos a cinco.

NO NORDESTE- É bem provável que Michel Temer faça sua primeira viagem ao Nordeste como presidente da República no próximo dia 21, para abrir o seminário regional no Banco do Nordeste que reunirá todos os governadores. O evento é uma  promoção do Tribunal de Contas da União. O governador Paulo Câmara já confirmou sua presença ao ministro José Múcio Monteiro, do TCU.

Perguntar não ofende: Quem vai descer a rampa do Planalto com Dilma?


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Governo de PE

03/05


2016

Janot também abre inquérito no STF contra Dilma

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido de abertura de inquérito para investigar a presidente Dilma Rousseff, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o advogado-geral da União, ministro José Eduardo Cardozo, por suposta obstrução à Justiça, em tentativa de atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato. O pedido, sigiloso, será analisado pelo ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no STF.

O sigilo é motivado pelo fato de que o pedido tem como base gravações de conversas telefônicas entre Dilma e Lula, cujo segredo já foi decretado pelo Supremo. No pedido, Janot menciona a nomeação do ministro Marcelo Navarro Ribeiro Dantas para o Superior Tribunal de Justiça (STJ) no ano passado; e também a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para chefiar a Casa Civil neste ano.

Em delação premiada, o senador Delcídio do Amaral (ex-PT-MS) e seu ex-chefe de gabinete, Diogo Ferreira, disseram que Ribeiro Dantas foi nomeado para o STJ sob o compromisso de conceder liberdade a donos de empreiteiras presos na Operação Lava Jato, o que ele nega.

A nomeação de Lula passou a ser analisada a partir de uma gravação autorizada e divulgada pelo juiz Sérgio Moro de uma conversa com Dilma na véspera da posse. No diálogo, a presidente diz que enviaria a Lula um “termo de posse”, para ser usado só “em caso de necessidade”.

Investigadores suspeitam de que o documento foi enviado às pressas, junto com a nomeação em edição extra do “Diário Oficial da União”, para evitar uma eventual prisão do ex-presidente pelo juiz Sérgio Moro, o que poderia configurar crime de obstrução da Justiça. Em abril, Janot enviou parecer ao STF em que disse ver elementos de "desvio de finalidade" de  Dilma na escolha de Lula para assumir o ministério, que teria a intenção de tumultuar as investigações da Operação Lava Jato.
Delcídio também relatou que Cardozo, então ministro da Justiça, fez diversas movimentações para tentar promover a soltura de presos da Lava Jato.

O pedido de inquérito também cita uma gravação feita pelo assessor de Delcídio, Eduardo Marzagão, na qual ele conversa com o então ministro da Educação, Aloizio Mercadante. Na conversa, Mercadante teria oferecido ajuda em troca do silêncio de Delcídio, para evitar que o senador fechasse um acordo de delação premiada.


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03/05


2016

Janot apresenta denúncia contra Lula no STF

G1

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, incluiu o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o empresário José Carlos Bumlai e seu filho Maurício Bumlai numa denúncia apresentada contra o senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS) e o banqueiro André Esteves.

Janot disse que o ex-presidente manteve controle sobre as decisões do esquema operado na Petrobras. Lula tentou ainda influenciar o andamento da Lava Jato, segundo o procurador-geral.

“Embora afastado formalmente do governo, o ex-presidente Lula mantém o controle das decisões mais relevantes, inclusive no que concerne as articulações espúrias para influenciar o andamento da Operação Lava Jato, a sua nomeação ao primeiro escalão, à articulação do PT com o PMDB, o que perpassa o próprio relacionamento mantido entre os membros destes partidos no concerta do funcionamento da organização criminosa ora investigada”, disse Janot na peça apresentada ao STF.

“Essa organização criminosa jamais poderia ter funcionado por tantos anos e de uma forma tão ampla e agressiva no âmbito do governo federal sem que o ex-presidente Lula dela participasse”, afirmou o procurador-geral.

Em nota, o Instituto Lula negou participação do ex-presidente nos fatos investigados na Operação Lava Jato e disse ainda que ele "não deve e não teme investigações (leia a íntegra da nota ao final da reportagem).

'Compra de silêncio'

"As investigações ganharam novos contornos e se constatou que Luiz Inácio Lula da Silva, José Carlos Bumlai e Maurício Bumlai atuaram na compra do silêncio de Nestor Cerveró para proteger outros interesses, além daqueles inerentes a Delcídio e a André Esteves, dando ensejo ao aditamento da denúncia anteriormente oferecida", diz a peça.

Cerveró é ex-diretor da Petrobras e um dos delatores da Lava Jato. A suspeita de que Lula seria interessado no silêncio dele foi relevada na delação de Delcídio. O senador contou que Lula também tinha interesse em ajudar a família do ex-diretor da Petrobras, mas por meio de Bumlai, que faria os pagamentos.

Janot incluiu na denúncia documentos que atestam reuniões entre Lula e Delcídio “no período coincidente às negociatas envolvendo” Cerveró, além de registros de diversas conversas telefônicas entre Lula e Bumlai e entre este e Delcídio.

Outros acusados

Janot também citou no caso o ex-chefe de gabinete Diogo Ferreira e o advogado Edson Ribeiro, todos acusados de tentar embaraçar as investigações da Operação Lava Jato, ao tentarem evitar a delação do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró.

Em um novo pedido de investigação sobre Lula e outras 30 pessoas, Janot informa que houve um aditamento na denúncia contra Delcídio e Esteves.

Origem da denúncia

A denúncia contra Delcídio e Esteves foi apresentada em dezembro, a partir de uma gravação em que o senador citava o nome do banqueiro como um dos interessados em ajudar financeiramente a família de Cerveró para evitar sua delação premiada.

Caberá ao ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no STF, levar a peça para análise da Segunda Turma do STF, também composta pelos ministros Gilmar Mendes, Cármen Lúcia, Celso de Mello e Dias Toffoli. Se a denúncia for aceita contra todos os acusados, eles se tornam réus numa ação penal.

Íntegra da nota do Instituto Lula

“A peça apresentada pelo Procurador-Geral da República indica apenas suposições e hipóteses sem qualquer valor de prova. Trata-se de uma antecipação de juízo, ofensiva e inaceitável, com base unicamente na palavra de um criminoso.

O ex-presidente Lula não participou nem direta nem indiretamente de qualquer dos fatos investigados na Operação Lava Jato.

Nos últimos anos, Lula é alvo de verdadeira devassa. Suas atividades, palestras, viagens, contas bancárias, absolutamente tudo foi investigado, e nada foi encontrado de ilegal ou irregular.

Lula sempre colaborou com as autoridades no esclarecimento da verdade, inclusive prestando esclarecimentos à Procuradoria-Geral da República. O ex-presidente Lula não deve e não teme investigações”.


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Bandeirantes-1

03/05


2016

Geraldo insiste com PSB sem ministérios

Em reunião hoje em Brasília com o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, o prefeito do Recife, Geraldo Júlio, reafirmou a sua posição pessoal em relação ao Governo Temer. Defende que o partido apoie sem que tenha em troca cargos. "Vamos ajudar Temer, mas sem exigir nada em troca", afirmou. A posição do prefeito contraria o que vem pregando o senador Fernando Bezerra Coelho, favorável à participação socialista no Ministério.

Em Brasília, Geraldo aproveitou para conversar também com os deputados da sua base, como Augusto Coutinho, do SD, com quem tratou de assuntos relacionados ao futuro Governo no Salão Verde.


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Sesi 4.0

03/05


2016

Júlio Cavalcanti cobra pagamento atrasado dos pipeiros

Nesta terça, durante a reunião plenária, o deputado estadual Júlio Cavalcanti (PTB) falou sobre o atraso no pagamento dos pipeiros que fazem o abastecimento das cisternas no Estado. O parlamentar destacou que esse é um tema recorrente em seus pronunciamentos, pois já denunciou várias vezes esse atraso. “A situação não mudou. Aliás, mudou. Para pior. Até porque no ano passado, quando já havia esses débitos, o problema era atribuído ao IPA. Mudou a gestão desses pagamentos e eles passaram para a CODECIPE, no intuito de facilitar o trâmite das coisas. Mas a emenda saiu pior do que o soneto”, disse.

Júlio afirmou que nas visitas por onde passa, a reclamação é a mesma. De acordo com ele, no último final de semana, em conversas com pessoas que fazem o serviço de abastecimento, as informações dadas é que há pagamentos em atraso desde a época em que os pipeiros eram de responsabilidade do IPA.

“Há um contingente de pipeiros vinculados à CODECIPE e outros à Compesa. Lá em Arcoverde nenhum deles está recebendo. Hoje, na televisão, a Compesa do senhor Roberto Tavares disse que não está devendo nada. Não é bem assim. Foi feito, por Augusto, gerente local da Compesa, um paliativo para garantir o serviço no mês de maio. Mas tem gente lá sem receber desde a época da gestão do IPA, totalizando um ano e três meses de pendências. É um verdadeiro absurdo, senhoras e senhores”, afirmou o parlamentar. 

“Essa, senhoras e senhores, é uma situação muito grave. Os pipeiros que abastecem as cisternas do interior do estado sem receber pagamento, tirando de milhares de famílias pernambucanas a possibilidade de ter água. É inaceitável. Não é possível. Essa deveria ser uma ação prioritária. Afinal, água é vida. Essencial. Como representante do povo de Pernambuco, em especial do Sertão do Estado, cobro providências do governador Paulo Câmara para resolver esse problema. Ou será que ele vai dizer que isso também é culpa do governo federal?”, questionou.

“Nosso povo – já tão sofrido com a seca – não pode ser, mais uma vez, penalizado por conta da má gestão dos recursos do Estado. Se o dinheiro é pouco, tem que ser bem aplicado, gasto no que é importante.  Fazer mais com menos, como vossa excelência dizia em campanha”, finalizou.


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Ramilson Correia de Carvalho

Enganou os pipeiros, os professores, etc. Vamos ver até quando essa mentira de governo permanecerá em Pernambuco.


Senai 4.0

03/05


2016

Deputado cobra explicações sobre corte de R$ 600 mi

O deputado Silvio Costa Filho, líder da Bancada de Oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), cobrou, hoje, explicações do Governo do Estado sobre a situação financeira de Pernambuco. O deputado se referiu ao corte de R$ 600 milhões no orçamento deste ano, definido em reunião entre o governador Paulo Câmara e o secretariado no último fim de semana.

Para o parlamentar, é preciso que o Governo considere a redução da estrutura do Estado para poupar os serviços essenciais à população. “É preciso preservar serviços como saúde, educação e segurança. Se é necessário ter corte, que seja tirado de outras áreas, como publicidade, aluguel de veículos e consultorias”, defendeu.

O deputado também cobrou o detalhamento do contingenciamento de R$ 920 milhões realizado no ano passado, que ainda hoje não foi detalhado. “O apelo ao governador é que antes de fazer qualquer novo corte, se esclareça quais as áreas mais afetadas no ano passado. Também apelamos para que se considere, seriamente, a redução do tamanho do Estado, com corte de secretarias e cargos comissionados”, ressaltou.

Segundo Silvio, diante do quadro adverso que se enfrenta hoje, é importante que a Comissão de Finanças e o próprio Governo acertem uma data para que seja apresentado um diagnóstico da situação financeira de Pernambuco. “Precisamos discutir, efetivamente, medidas para enfrentar a crise, que passe pela reforma do Estado, e não apenas se enxugue gelo, anunciando corte de gastos quando há frustração de receitas. Só assim será possível priorizar as áreas mais sensíveis à população”, enfatizou.


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Ramilson Correia de Carvalho

Governo incompetente!! uma verdadeira marionete sem ter quem o controle. Esse governo foi eleito pelo momento emocional do período da morte de Eduardo Campos. Só agora os Pernambucanos estão se tocando do erro na escolha que fizeram. A segurança, a saúde e a educação estão no fundo do poço. Paulo Câmara está perdido. Seu modo de governar é medíocre demais para um estado da envergadura de Pernambuco.


Naipes

03/05


2016

Ouça o Frente a Frente de 03/05/16

Se você perdeu o Frente a Frente desta terça, 03 de maio de 2016, programa que apresento de segunda-feira a sexta-feira, ao lado do jornalista Adriano Roberto, das 18 às 19 horas, pela Rede Nordeste de Rádio, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha FM 96,7 formada por 40 emissoras, clique aqui ou a direita no blog nos links do "Programa Frente a Frente" e ouça agora.


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Márcio Calheiros

03/05


2016

O fantástico mundo de Bob

Gabriel Garcia

De Brasília

O senador Magno Malta (PR-ES) protagonizou o momento de maior descontração da insossa audiência da comissão especial do impeachment da presidente Dilma Rousseff realizada nesta terça-feira (3), quando foram interpelados convidados contrários ao impedimento. Ao criticar o discurso petista de golpe, ele mencionou os 11 milhões de desempregados do Brasil, o aumento da taxa de juros, a alta da inflação e o crescimento da conta de luz. "É o fantástico mundo de Bob, do PT", disse.


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Ramilson Correia de Carvalho

Faltou você também mencionar Magno que um dos convidados falou que a diferença do Impeachement de Collor e Dilma é justamente o da época de collor ter sido recebido e logo ter sido colocado para apreciação dos Deputados. O de Dilma ficou engavetado na gaveta do presidente Eduardo Cunha aguardando o momento propício. Foi inclusive utilizado como moeda de troca para livrar a cara dele do conselho de ética da câmara. Aliás, eles falaram muitas coisas interessantes, que esse blog totalmente partidarista \"PSDB\" não fez nenhuma citação. Estou acompanhando tudo pela TV senado e cada dia mais me convenço que se houver realmente o seu afastamento será por razões meramente políticas. Ou seja: um golpe!


Petrolina 3

03/05


2016

Ânimo! Só faltam mais sete dias...

Por José Nêumanne*

Para Lula, Dilma e o PT as vítimas de seus crimes são cúmplices e têm que perdoá-los.

Ao contrário do que se imagina e muito se cita em discursos e textos clássicos ou comuns, a matriz do pensamento da esquerda ocidental contemporânea não é mais o comunismo de Marx e Engels nem a teoria da revolução proletária de Lenin. Mas se inspira numa frase do filósofo existencialista francês Jean-Paul Sartre: “O inferno são os outros”. Ante a angústia de ter de decidir como viver a própria vida, o ser humano, como fica explícito em sua peça Huis Clos (Entre Quatro Paredes, habitua-se a delegar ao “outro” a responsabilidade pela própria existência. A militância esquerdista, desde a adesão do pai do existencialismo à tirania pós-stalinista do chinês Mao Tsé-tung, assumiu a fraqueza humana como justificativa para as próprias vilezas.

Mesmo não sendo o autor de O Ser e o Nada o melhor exemplo de caráter ilibado, seria injusto conceber que ele possa ser o maior responsável pelo comportamento do lulodilmopetismo na exacerbação amoral e imoral desse raciocínio. Como Lula se orgulha de detestar ler e Dilma tem dificuldade de entender o que ouve, lê e repete, é mais sensato constatar que esse paradigma da apropriação do bem que o outro faz e da responsabilidade deste sobre os próprios delitos é um acréscimo prático às lições de Nicolau Maquiavel aos cruéis príncipes da Florença renascentista. Durante a bonança da primeira gestão Lula, os benéficos resultados da revolução social planejada, gerada, produzida e gerida nas administrações de Itamar Franco e Fernando Henrique foram tratados como “herança maldita”. E os bens causados pelo equilíbrio fiscal e monetário, incluídos no legado “bendito” do padim dos oprimidos.

Apresentada a conta dos frutos podres desse pomar, onde foram queimados em fogo-fátuo o suor e as lágrimas dos desvalidos, especialmente dos 10,9% de desempregados, hoje eles passam a usar mentiras maledicentes contra quem ouse denunciar seus crimes. E a tratar suas vítimas como cúmplices no que as prejudicaram, forçando-as a perdoá-los.

Acolitada por Lula e repetindo o discurso à Goebbels do marqueteiro João Patinhas Santana, Dilma vendeu o paraíso na terra na campanha pela reeleição, em 2014. Mas desde o primeiro dia do segundo governo iniciou a transferência para os derrotados da própria culpa pelo inferno da maior crise econômica da História. O PT e seus aliados formaram, em 13 anos e quatro meses de desgoverno, uma organização criminosa que esvaziou os cofres da República, feito um Robin Hood às avessas. Assim, a crise moral que assolou as máquinas burocráticas federal e estaduais, roendo as conquistas do Plano Real, a maior revolução social da História, produziu a maior crise econômica de todos os tempos.

Flagrado tapando, de forma ilícita, rombos do Tesouro com saques em aberto em bancos públicos, o bando no poder, sob o comando de madama, cometeu crimes de responsabilidade e tornou o impeachment dela uma urgência para a salvação nacional. Ao longo dos quatro anos do primeiro mandato, ela moeu a maioria no Congresso, herdada do antecessor e padroeiro, com sua inusitada incapacidade de conviver com membros de outros Poderes, gerada no ventre da serpente de seu trato truculento e intolerável com outrem.

Demonstrando enorme desapreço pela Constituição, revelado quando só a assinaram a contragosto, seus correligionários petistas tentaram, em vão, espalhar pelo mundo a hipótese estapafúrdia de que “impeachment sem crime é golpe”. Esse slogan parte de duas mentiras grosseiras: a de que ela é inocente e a da possibilidade de êxito de uma conspiração tramada nos porões (como os da tortura na ditadura militar) por 61% da população, representada por milhões nas ruas, 69% dos deputados federais, 61% dos senadores (conforme revela o placar do Estadão publicado nesta edição) e pela maioria do Supremo Tribunal Federal (STF).

O absurdo, que chacoalha o esqueleto de Aristóteles, não resiste a fatos. Os brasileiros que querem apeá-la do poder são em maior número do que o total dos que nela votaram. A oposição, que ela acusa de culpa pela crise por ter aprovado pautas-bombas que tornaram inviável seu insustentável ajuste (?) fiscal, é minoria insignificante no Congresso. E dos 11 juízes do Supremo, oito foram nomeados por Lula e por ela.

A insistência com que sua defesa mente tira a harmonia do samba de uma nota só do “golpe”. José Eduardo Cardozo, advogado-geral da União, de fato seu causídico pessoal, já arengou tanto no Congresso, no STF e na “mídia” que merece uma citação no Guinness como o mais loquaz camicase na história dos “golpes”.

Não só de acusações à oposição sobrevive sem governar o atual desgoverno. Quem não apoia tal desvario tem sido açoitado no pelourinho petralha. A professora da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) Janaína Paschoal teve de explicar à “bancada do chororô” na comissão de impeachment no Senado por que defendeu um procurador que bateu na mulher. Seus detratores, que ainda a acusaram de ser “tucana”, não refutaram um só argumento válido à acusação por ela lida. Nem se lembraram da sentença romana de que acusados devem gozar da presunção de inocência, tão citada pelo PT para defender cúmplices na roubalheira.

Na dita sessão, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, chamou os brasileiros de caloteiros, ao perguntar quem nunca deixou de pagar uma conta, ousando comparar a irresponsabilidade da chefona com o estado de extrema necessidade do desempregado que não consegue manter o crédito na praça porque perdeu o salário. Ocupada em contar reses, não sabe que ninguém entende mais de crédito do que o pobre, incapaz de sobreviver sem ele.

Contra tantas ignomínias, com as quais Sartre nada tem que ver, há uma salvação: o emprego de Dilma e o protagonismo de seu partido estão a sete dias do fim anunciado. Amém!

*Jornalista, poeta e escritor


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BM4 Marketing

03/05


2016

O medo da oposição na comissão do impeachment

Gabriel Garcia

De Brasília

Cresce um boato na comissão especial que discute o impeachment da presidente Dilma Rousseff: o senador Raimundo Lira (PMDB-PB), presidente do colegiado, não cumprirá o cronograma do processo. Confirmando tal rumor, o relatório de Antônio Anastasia (PSDB-MG) não será votado na sexta-feira (6). Senadores da oposição acreditam que o peemedebista não terá pulso para conduzir os trabalhos da comissão na reta final.


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03/05


2016

Wolney assume presidência da Comissão do Trabalho

O deputado federal Wolney Queiroz foi indicado, por unanimidade, pelos deputados do PDT, para presidir à Comissão do trabalho, administração e serviço público da Câmara dos Deputados (Cetasp). O deputado foi eleito e assumiu à presidência da comissão hoje à tarde. Wolney Queiroz ficará no cargo no período de um ano. O primeiro vice-presidente da comissão será o ex-ministro, Orlando Silva, do PCdoB de São Paulo.

A Cetasp é uma das comissões mais importantes e polêmicas da Câmara. Por essa comissão passam os assuntos relativos aos sindicatos, justiça do trabalho, administração e serviço público nacional.


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Comentários

José Pereira da Silva

Com essa cara de babaca, esse cagão só faz comer jujuba e jogar vídeo game, é só olhar na papada deste imbecil para se ter uma ideia a quantidade de jujuba devorada. Uma vergonha para Caruaru.

marcos

Atenção povo de Caruaru e região, nunca mais vote nesse Cagão. Defensor da Corrupção do PT



03/05


2016

Defesa de Dilma contesta nomeação de peritos em ação

A defesa da presidente Dilma Rousseff entrou com representação junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para impugnar a nomeação de quatro servidores do tribunal que foram indicados como peritos contábeis para atuar nos processos que pedem a cassação do mandato de Dilma Rousseff e do seu vice, Michel Temer.

A justificativa da defesa é que os servidores Eron Junior Vieira Pessoa, José Carlos Vieira Pinto, Alexandre Velloso de Araújo e Thiago José Rodrigues de Queiroz não atendem ao princípio da imparcialidade porque já se manifestaram anteriormente no processo de prestação de contas da campanha de reeleição da petista à Presidência.

Em 17 de dezembro de 2015 os quatro servidores votaram contra a aprovação das contas. No documento, os advogados de Dilma dizem que "o Código de Processo Civil entendeu que determinados tipos de atuação e manifestação prévias constituem indicação objetiva de comprometimento da imparcialidade para atuações futuras".

Os advogados de Dilma alegam também que os servidores do Tribunal não podem ser nomeados para a perícia pois isso caracterizaria o acúmulo de função, o que é proibido pela Constituição.

"O próprio CNJ (Conselho Nacional de Justiça) diz que quem é servidor do tribunal não pode acumular a função de perito judicial", diz Flávio Caetano, advogado da campanha de Dilma Rousseff.

"Queremos que o devido processo legal seja respeitado, principalmente em relação à imparcialidade do perito. Não se pode admitir no processo um perito que já se manifestou de forma contrária em momento anterior."

O pedido de impugnação dos peritos foi enviado à ministra Maria Thereza de Assis Moura, relatora das quatro ações de que Dilma e Temer são alvos no TSE. Os processos pedem a perda de mandato dos dois. A oposição os acusa de abuso de poder econômico e político e aponta suspeitas de que dinheiro desviado da Petrobras tenha sido usado na campanha da reeleição.


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03/05


2016

Pedido de prisão de Lula chega à vara da Lava Jato

Da Folha de São Paulo

Os autos do pedido de prisão contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva elaborado pelo Ministério Público de São Paulo chegaram à 13ª Vara Criminal da Justiça Federal em Curitiba (PR), onde tramitam os processos da Operação Lava Jato, que investiga o esquema de corrupção na Petrobras.

Porém, o pedido está sem andamento pois o STF (Supremo Tribunal Federal) ainda não decidiu se Lula poderá assumir o cargo de ministro da Casa Civil, o que definirá onde os processos relativos ao ex-presidente deverão tramitar.

Em 14 de março, a juíza da 4ª Vara Criminal da capital paulista Maria Priscilla Veiga Oliveira, que estava incumbida de decidir sobre a prisão de Lula, decidiu transferir o caso para a vara federal em Curitiba, que tem como titular o juiz Sergio Moro.

De acordo com o despacho da magistrada, as acusações da promotoria de São Paulo de que Lula teria cometido crimes de lavagem de dinheiro visam "trazer para o âmbito estadual algo que já é objeto de apuração e processamento pelo Juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba (PR) e pelo Ministério Público Federal".

Em três trechos da decisão, a juíza afirma que a promotoria não apontou a origem da lavagem de dinheiro e que tal apuração está em curso na Lava Jato. "Pelo que consta daquelas investigações e processos, e do que decorre logicamente das imputações feitas nesta demanda, a lavagem de dinheiro teria como crime antecedente desvios da Petrobras", escreveu.

"Inexiste na narrativa da denúncia ora apresentada [do Ministério Público do Estado de São Paulo], repise-se, a origem do favorecimento ao ex-presidente da República e sua família, e tal vínculo, como também já ponderado, está contido nos processos que tramitam na "Operação Lava Jato", acrescentou.

Segundo a magistrada, há outro motivo para que a causa seja transferida para a Justiça Federal. O Ministério Público estadual apontou que o ex-presidente cometeu crime de falsidade ideológica ao não informar à Receita Federal o número correto do imóvel reservado a ele no condomínio em Guarujá.

Para a juíza, se houve declaração falsa à Receita, a competência é da Justiça Federal.

Oliveira afirmou que parte do caso pode voltar a São Paulo caso Moro entenda que a denúncia, além da acusação contra Lula, traz crimes de competência estadual contra outros suspeitos. Na denúncia, a Promotoria aponta que dirigentes da cooperativa habitacional Bancoop e da construtora OAS cometeram delitos que lesaram clientes da cooperativa.

O Ministério Público de São Paulo pediu a prisão do ex-presidente em denúncia apresentada no dia 9 de março sobre o tríplex em Guarujá (litoral de São Paulo), que teria sido preparado para a família do petista.

O ex-presidente é acusado de lavagem de dinheiro e falsidade ideológica, crimes que podem render de 3 a 10 anos e de 1 a 3 anos de prisão, respectivamente. Sua mulher, Marisa Letícia, e um dos filhos do casal, Fábio Luís Lula da Silva, também são acusados de lavagem de dinheiro. A denúncia contra Lula tem 36 volumes.

A defesa do ex-presidente e seus familiares nega a prática dos crimes.


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Comentários

Nehemias Fernandes Jaques

Lula é uma lágrima de Cristo.

marcos

É bom que vai presa toda a Família, não dá para sentir Saudade de ninguem! Isso é uma família ou uma Organização Criminosa?


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