empetur

03/12


2016

Coluna do sabadão

    Fim da reeleição volta à pauta 

Lideranças partidárias acertaram para votar, na próxima semana, a Proposta de Emenda à Constituição que acaba com a reeleição para cargos do Poder Executivo. A proposta tramita em conjunto com a PEC 36/2016, dos senadores do PSDB Aécio Neves (MG) e Ricardo Ferraço (ES), que dá fim às coligações nas eleições proporcionais (vereadores e deputados) e cria uma cláusula de barreira para a atuação dos partidos políticos – medida que repercute no acesso ao fundo partidário e ao tempo de propaganda e impõe maior rigor para a criação de novas legendas.

Segundo o calendário negociado pelos líderes partidários no Senado, o segundo turno de votação da PEC do fim da reeleição está marcado para o dia 13 de dezembro próximo. Como há um consenso entre as lideranças pela aprovação da PEC, a proposta já tem até data de promulgação pelo Congresso Nacional: 15 de dezembro deste ano, em sessão solene.

De acordo com o texto, ficarão inelegíveis presidente, governadores e prefeitos no período eleitoral seguinte, com exceção dos que já estão no cargo e ainda não foram reeleitos, a exemplo do governador Paulo Câmara (PSB). Inicialmente, acreditou-se que prefeitos e governadores eleitos, respectivamente, em 2012 e 2014, não poderiam concorrer à reeleição com a aprovação da PEC, porém a própria proposta e parecer do senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), relator da PEC, apontam para o contrário.

“Estamos de acordo com a regra transitória que garante aos prefeitos eleitos em 2012 e aos governadores eleitos em 2014, o direito de concorrer à reeleição, desde que não tenham sido reeleitos naquelas eleições. Entendemos que essa ressalva é coerente com os princípios da segurança jurídica e do direito adquirido, constantes da Constituição Federal (v.g. art. 5º, caput e inciso XXXVI)”, diz o trecho do parecer.

A vedação da reeleição para os cargos do chefe do Poder Executivo tem sido articulada no Senado, principalmente pelo senador Aécio Neves, que trabalha ainda, em paralelo, para ser o candidato do PSDB à Presidência da República em 2018. Com a iminente impossibilidade de o presidente Michel Temer (PMDB-RJ) em concorrer à reeleição, o tucano vê caminho aberto para o Palácio do Planalto.

SEM PERDA– O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), é considerado por ex-presidentes da República como o melhor aliado, mas também um temível adversário. Nos três mandatos que exerceu como presidente do Senado mostrou sua força no plenário e também ousadia para tomar decisões que, ora ajudavam muito o governo, ora atrapalhavam os planos do Palácio do Planalto, dependendo de sua conveniência política no momento. Mesmo na condição de réu, por decisão tomada, ontem pelo Supremo Tribunal Federal, Renan não vai perder o cargo que mais gostou de ocupar em sua vida pública.

No Sul está piorEnquanto no Recife o prefeito do Recife, Geraldo Júlio (PSB), já garantiu o pagamento do 13º salário para o próximo dia 20, em Porto Alegre o prefeito José Fortunati (PDT) não conseguirá pagar o benefício dos funcionários públicos do município até o fim de seu mandato, em dezembro. Em entrevista, ontem, à Rádio Gaúcha, ele disse que não terá recursos para pagar os servidores. Garantiu, porém, o salário do último mês do ano em dia. No fim de novembro, Fortunati buscou antecipar a cobrança do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) para dezembro. A população teria 15% de desconto caso pagasse neste período.

Sem pagamentos – Em nota, a Prefeitura do Cabo de Santo Agostinho esclareceu, ontem, que no último dia 30 de novembro o Tribunal Regional Federal da 5ª Região liberou para pagamento os precatórios relativos ao extinto Fundef.  Antes dos recursos ingressarem nos cofres, a juíza da Vara da Fazenda Pública da Comarca do Cabo deferiu o pedido de bloqueio dos valores formulado pelo Sindicato dos Professores do município. De acordo com o secretário municipal de Gestão Pública, Lusivan Oliveira, a decisão, hoje favorável ao Sindicato dos Professores, prejudica o pagamento do 13º salário dos todos os servidores da Educação e fornecedores da rede municipal de ensino, bem como os comerciantes e empresários da cidade, pois deixará de movimentar a economia local.

Mais voos para Petrolina – A partir de ontem, os passageiros que utilizam o aeroporto Senador Nilo Coelho, em Petrolina, terão à disposição mais uma opção de voo com destino a Guarulhos, em São Paulo, operado pela companhia aérea Avianca. O voo inaugural aterrissou, ontem, por volta das 22h horas, recebendo o batismo. O prefeito Julio Lóssio (PMDB) disse que a nova opção aérea é resultado de várias reuniões que teve com a Aviação Civil pleiteando a ampliação de destinos saindo da cidade.

Hospital de cara novaO administrador de Fernando de Noronha, Luís Eduardo Antunes, inaugura, na próxima segunda-feira, a reforma do Hospital São Lucas – HSL, que passou por reestruturação e a consulta pública para a implantação da casa de parto da ilha. As ações estão inseridas no balanço da gestão à frente da Administração do arquipélago há um ano. A unidade de saúde passou por remodelação em toda a estrutura física, ampliação da área para os serviços administrativos, acesso de pacientes para a sala vermelha, de estabilização com corredor exclusivo para facilitar a remoção da vítima da ambulância até o atendimento.

 

 

CURTAS

CARNAVAL- O prefeito eleito de Olinda, Professor Lupércio (SD), definiu, ontem, a comissão encarregada de organizar o Carnaval. Formada por 15 membros, a equipe vai ser coordenada pelo radialista Gilberto Sobral, o empresário Flávio Urquisa e a vereadora do município Mônica Ribeiro. O anúncio dos nomes foi feito durante uma reunião que aconteceu em um hotel localizado no bairro do Carmo.

ATO– Integrantes do Ministério Público do Trabalho (MPT) em Pernambuco se reuniram, ontem, com colegas de outros ramos do Ministério Público (MP) e da magistratura em ato em defesa da justiça. Na ocasião, divulgaram carta contra a corrupção e a impunidade. O evento foi organizado pela Frente Associativo da Magistratura e do Ministério Público, no Fórum Rodolfo Aureliano (Joana Bezerra). A procuradora-chefe substituta, Lívia Viana de Arruda, representou o MPT em Pernambuco.

Perguntar não ofende: Quando Lula vai ser preso? 


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Comentários

José Pereira da Silva

Vira o disco, é a mesma merda de sempre, copiando e colando merda que sai nos blog petralha, copiar e colar merda é uma declaração de analfabetismo, ninguém tem culpa de não ter estudado e por isso critica aqueles que conseguiram sucesso na vida profissional, se só conseguiu se aposentar como peão do porto a culpa é toda sua por não ter estudado.hahahahahahahahahahahahaha

Nehemias Fernandes Jaques

Discurso é de austeridade, mas Mendonça Filho quer 198 mil para comer lagosta e salada caprese no avião. Viu como a PEC 55 é só para o povo?

Nehemias Fernandes Jaques

Só lembrando: Lula é o primeiro presidente a receber o prêmio de Estadista Global do Fórum Econômico de Davos.

Nehemias Fernandes Jaques

E os 23 milhões de propina ao José Serra? Pergunta lá no posto Ipiranga.

Nehemias Fernandes Jaques

As panelas seguem em silêncio. Não se sabe se por cumplicidade ou vergonha.


Empetur [2] Recife Antigo

03/12


2016

Senadores: “constrangimento" com Renan réu no STF

Alguns parlamentares ouvidos pelo G1 dizem que situação 'afeta credibilidade' da Casa; outros, porém, avaliam que assunto é 'privado'.

Por Gustavo Garcia, G1, Brasília

Após o Supremo Tribunal Federal (STF) tornar réu o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), alguns parlamentares ouvidos pelo G1 citaram "constrangimento" com a situação. Outros, porém, afirmaram que o assunto é "privado".

Na quinta (1º), por 8 votos a 3, os ministros do STF aceitaram parte da denúncia oferecida pelo Ministério Público e decidiram abrir uma ação penal contra o presidente do Senado pelo crime de peculato, ou seja, por desvio de dinheiro público (veja mais detalhes sobre o caso no vídeo abaixo).

Presidente do Senado Renan Calheiros se torna réu

Renan é acusado de destinar, em 2005, parte da verba indenizatória do Senado para uma locadora que, segundo o Ministério Público, não prestou os serviços.

O senador, por sua vez, diz que a denúncia é "recheada de falhas" e vai provar a inocência dele no caso.

O que dizem os senadores
Para Lasier Martins (PDT-RS), o episódio envolvendo Renan Calheiros "agrava o constrangimento" do Legislativo.

"Passamos a ser presididos por um senador réu em um processo criminal. Não há muito o que fazer porque Renan está no final do mandato de presidente. Então, acho que essa situação constrangedora será aceita por serem poucos dias", afirmou o parlamentar ao G1.

Na mesma linha, o líder do PPS, Cristovam Buarque (DF), disse que a confiança da população no Senado ficou "abalada" após a decisão do Supremo, ainda que o processo ainda não tenha sido concluído – Renan ainda será julgado.

"[O fato de Renan ser réu] afeta a credibilidade da Casa. Não é um assunto pessoal. Uma pessoa que é presidente do Congresso, o segundo na linha de sucessão [da Presidência]. [...] Não se trata de um assunto pessoal, pois, nesses casos, os assuntos repercutem na República inteira", declarou.

Ao G1, a assessoria do líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), informou que a bancada discutirá a situação de Renan Calheiros nesta segunda (5). Na reunião, os petistas deverão decidir se pedem ou não a renúncia do peemedebista do cargo de presidente do Senado.

'Questão pessoal'
O líder do governo no Senado, Aloysio Nunes (PSDB-SP), por sua vez, avaliou que a situação de Renan no Supremo Tribunal Federal não atinge os demais senadores.

"É uma questão pessoal. Cabe a ele [Renan, apresentar] a defesa, e não ao Senado. Evidente que não é uma coisa boa, mas os senadores não se sentem atingidos porque a denúncia se dirige a Renan", disse.

Na avaliação do líder do PSDB, Paulo Bauer (SC), disse que o assunto é "privado" e, além disso, o partido só se manifestará sobre uma eventual saída do peemedebista do comando do Senado quando o Supremo decidir se réus podem ocupar cargos na linha sucessória da Presidência da República (saiba mais sobre este assunto).

Da mesma forma, o presidente do DEM, senador Agripino Maia (RN), afirmou que o episódio "não desmoraliza" o Senado. Além disso, acrescenta, Renan está no fim do mandato de presidente da Casa (um novo presidente será eleito em 1º de fevereiro).

"Não há nenhuma regra que o obrigue a deixar a presidência do Senado, e ele está no fim do mandato. Cabe a ele decidir se sai ou não, se ele se sente confortável para continuar", disse.


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Governo PE

03/12


2016

Moro condena ex-tesoureiro do PP a 8 anos de prisão

O Globo - Cleide Carvalho e Dimitrius Dantas

O juiz Sérgio Moro condenou João Cláudio de Carvalho Genu, ex-tesoureiro do PP e ex-assessor do deputado José Janene (já falecido), a oito anos e oito meses de prisão por corrupção e associação criminosa no esquema de corrupção na Petrobras. Segundo a denúncia do Ministério Público Federal, Genu recebia 5% da propina da diretoria de Abastecimento da estatal até 2010, quando Janene morreu.

Depois, passou a dividir a propina com o doleiro Alberto Youssef. Genu teria recebido R$ 4,3 milhões entre 2007 a 2013, além de valores em euros e dólar (125 mil euros e USD 390 mil). Parte dos valores ele recebeu em espécie no Posto da Torre, em Brasília, que deu o nome à Operação Lava-Jato.

Genu já havia sido flagrado e condenado no mensalão. Moro classificou como "pertubador" o fato de ele ter sido julgado no Mensalão e, mesmo assim, ter continuado a receber proponas até julho de 2013. "Nem o julgamento condenatório pela mais Alta Corte do País representou fator inibidor da reiteração criminosa, embora em outro esquema ilícito. Agiu, portanto, com culpabilidade extremada", afirmou o juiz. O ex-assessor do PP foi inocentado do crime de lavagem de dinheiro e os bens da mulher dele foram desbloqueados.

Continue lendo: Moro condena ex-tesoureiro do PP a oito anos de prisão


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Comentários

José Pereira da Silva

Tá faltando o chefe de todas as quadrilhas o LULADRÃO.

ivan rodrigues

Mais um tesoureiro de Partido bi-condenado e bi-preso para fazer companhia a Vaccari e Delúbio. A promiscuidade com seus cúmplices/empresários vai lhes fazer bem! Podem até fazer rodas de porrinha e dominó na cadeia.


Sopranor 1

03/12


2016

Temer tropeça em sucessão de erros, até Chapecó

Andrei Meireles – Blog Os dvergentes

Michel Temer parece fora do prumo. Tem cometido seguidos erros desabonadores a sua reconhecida experiência política. Errou ao meter o bedelho no espigão de Geddel; erra no jogo dúbio em relação aos monstrengos criados no Congresso para tentar salvar a pele dos políticos na Lava Jato; erra ao repetir Dilma Rousseff e aceitar a fritura do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

Talvez o maior erro seja em relação à tragédia que matou o time, técnico, dirigentes de Chapecó e jornalistas. O plano dos gênios palacianos é de Michel Temer apenas participar de uma cerimônia no aeroporto da cidade. Com receio de hostilidades, ele não iria a Arena de Condá, ponto alto de belas homenagens, iniciadas em uma linda e emocionante cerimônia no estádio do Atlético de Medellín.

Se está com receio de vaia, talvez o melhor é nem ir lá.


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Banner - Hapvida

03/12


2016

Planalto: Geddel não explicou acusações de Calero

Integrantes da Comissão de Ética da Presidência dizem que, mesmo após a entrega de sua defesa, Geddel Vieira Lima ainda não conseguiu “fazer um enfrentamento detalhado” de todos os pontos da acusação de que pressionou Marcelo Calero a liberar uma obra na Bahia.

Segundo eles, há lacunas nas versões apresentadas pelo antigo chefe da articulação política de Michel Temer. Há risco, inclusive, de que esses supostos buracos arrastem outros integrantes do governo para o caso.

A confusão em que a classe política se meteu nas últimas semanas — caso Geddel, dez medidas e abuso de autoridade — fez embaixadores sediados no Brasil questionarem se não havia mesmo sentido na tese petista de golpe para estancar a Lava Jato.


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03/12


2016

Quem não pode ir a velório vive o próprio funeral

Blog do Josias de Souza

Michel Temer decidiu render homenagens aos mortos de Chapecó. Bom! Acompanhado de Marcela, sua mulher, o presidente voará para a cidade catarinense neste sábado. Ótimo!! Após determinar o transporte dos mortos pela FAB, Temer deseja confortar os parentes. Extraordinário!!!

A coisa parecia caminhar bem. Até que… O setor de inteligência do governo farejou o risco de protestos. Temer foi aconselhado a evitar o velório. Com medo de vaias, concordou. Deve cumprimentar os parentes no aeroporto, em cerimônia a ser realizada após o desembarque dos corpos. Se é assim, melhor ficar em casa.

O aeroporto esvazia a morte do seu sentido dramático. Os defuntos estarão fora do seu ambiente natural. Prevê-se uma solenidade de distribuição póstuma de medalhas. Os parentes serão constrangidos a trocar a espontaneidade da dor por uma máscara cerimoniosa. Um desastre!

Pai do zagueiro Filipe, Osmar Machado declarou: “Eu não preciso do cumprimento dele no aeroporto. Se ele tem dignidade e vergonha na cara, que venha aqui [no velório a ser realizado no estádio municipal] cumprimentar as pessoas.''

Temer talvez devesse ouvir menos seus assessores. Há risco de protestos em Chapecó? Pior para os organizadores, que desrespeitam o luto alheio. No mais, resta constatar: um presidente da República que não pode frequentar um velório talvez esteja vivendo seu próprio funeral. Em política, quando o vivo é pouco militante muitos têm vontade de lhe enviar coroas de flores.


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03/12


2016

Renan, um réu destemido

Leandro Colon - Folha de S.Paulo

É remota a possibilidade de Renan Calheiros (PMDB-AL) ser julgado no curto prazo na ação penal que o STF (Supremo Tribunal Federal) acaba de abrir contra ele.

A lentidão dos trabalhos da suprema corte, que acatou só na quinta (1º) a denúncia feita em janeiro de 2013, joga a favor do presidente do Senado.

Dentro do tribunal, ministros avaliam ser bem provável que o crime de peculato, pelo qual Renan responde, esteja prescrito até a conclusão do processo, o que impediria a aplicação de uma punição ao senador.

Ou seja, Renan pode tornar-se um "réu decorativo" do caso em que foi acusado de ter recebido ajuda de empreiteira para pagar pensão a uma filha. O escândalo levou à renúncia dele da presidência do Senado em 2007.

Após a queda, ele passou por um rápido ostracismo e retornou ao comando da Casa em fevereiro de 2013.

Seu mandato de presidente termina em fevereiro e poderia ser abreviado se o STF tivesse concluído a votação que proíbe réus de assumirem a cadeira de presidente da República.

Há maioria formada no STF para o entendimento de que um réu não pode ocupar as presidências da Câmara ou do Senado, ambas na linha de sucessão do Palácio do Planalto.

Um pedido de vista de Dias Toffoli em novembro adiou a votação sobre o tema. Toffoli, que votou pela rejeição da denúncia contra Renan na quinta (1º), não deu previsão de quando devolverá o caso ao plenário.

Bom para o réu, que deve deixar a presidência do Senado sem grandes embaraços, até porque também caminham como tartaruga até aqui os 12 inquéritos em tramitação no STF contra ele — alguns da Lava Jato.

É constrangedor para qualquer país que seu presidente do Congresso seja réu e tenha uma avalanche de investigações de desvios nas costas.

E que esse político ainda tenha tentado, mesmo que em vão, votar a toque de caixa, sem debate e com transmissão ao vivo pela TV Senado, uma medida que inclui formas de punição a juízes e procuradores.


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03/12


2016

Delação do fim do mundo: estrago não livra ninguém

Analistas políticos avaliam que o estrago das novas revelações da Odebrecht será menor do que o imaginado. Alegam que os nomes de peso já são públicos e que as surpresas virão com a divulgação da raia miúda do Congresso.

O STF usou o julgamento da denúncia contra Renan Calheiros para se defender da crítica de morosidade. O ministro Teori Zavascki revelou: dos cem inquéritos (Lava-Jato) que examina, 95 deles estão com PGR ou PF. “O STF não é culpado da demora”, disse. A presidente do STF, Cármen Lúcia, bateu na mesma tecla, e Ricardo Lewandowski ilustrou com o percurso da denúncia contra Renan. 

A decisão do STF atingiu em cheio a imagem do presidente do Senado, Renan Calheiros. Mas o processo contra ele não saiu do lugar, mesmo tendo se tornado réu. Um ministro do STF explica que a PGR só ganhou um novo prazo para encontrar as provas de peculato.

Acrescenta que os votos do relator, Edson Fachin, e dos ministros (sete) que o acompanharam limitaram-se a dizer que havia indícios mínimos para que a PGR continuasse investigando em busca de provas. (Ilimar Franco - O Globo)


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Odonto Personalité

03/12


2016

Acabamos de criar o “quarto mundo”

Blog do Riella

Foi linda a homenagem dos colombianos, etc, etc.
Mas, para todo o mundo, o que está pegando é a pane seca.
Sabem o que é isso?
O avião da Chapecoense caiu porque não tinha gasolina suficiente.
Uma coisa inacreditável.

 Não somos mais Terceiro Mundo.
Acabamos de criar o “Quarto Mundo” – o mundo dos imbecis.

E aproveitem essa crise para extinguir a tal Comebol, uma entidade do futebol latino-americano cujo presidente foi preso e que só vive de trambique.

Estamos chorando mais de 70 mortos.

Devemos chorar também por viver num continente que não evolui mentalmente. 


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Naipes

03/12


2016

Temer perde seu principal trunfo: o sangue frio

Josias de Souza

As coisas não andam bem para Michel Temer. Em seis meses de gestão, viu meia dúzia de ministros saírem pela porta de incêndio. A Lava Jato rosna para o governo e seus aliados. Baluarte do Planalto no Congresso, Renan Calheiros foi ao banco dos réus. Henrique Meirelles faz tudo para que a economia reaja. Mas tudo não quer nada com o ministro da Fazenda.

Diante de um cenário assim, tão adverso, restava a Temer seu único e mais valioso patrimônio político: o sangue frio. Em três décadas de vida pública, o personagem construíra uma fama de serenidade. Súbito, Temer perdeu o equilíbrio. Deu-se nesta sexta-feira. Após participar de videoconferência sobre o combate ao mosquito Aedes aegypti, Temer dirigiu-se à imprensa.

Na fase de perguntas, foi inquirido sobre o pacote de medidas anticorrupção que seus aliados viraram do avesso na Câmara. Um repórter quis saber a opinião do presidente sobre a encrenca e se ele participara da articulação que tentou votar o pacote desfigurado, a toque de caixa, no Senado. Abespinhado, o entrevistado ralhou: “Estou falando de zika, por favor!” E deu por encerrada a entrevista.

Shiiiiiiii… Se Temer continuar agindo assim, logo, logo estará chamando jornalista de “meu querido”. E Dilma Rousseff o acusará de plágio.


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02/12


2016

TAP investigada na Espanha: pouco combustível

A pratica de voar sem combustível suficiente para qualquer imprevisto como aconteceu com a aeronave que levava a equipe da Chapecoense para a Colômbia também é adotada por grandes empresas, como a TAP.

A companhia portuguesa é investigada na Espanha por ter pedido prioridade numa aterragem em Santiago de Compostela por emergência de combustível, num voo Funchal-Porto. A TAP nega, no entanto, a acusação. Por mal tempo e más condições de visibilidade a aeronave não pode descer em Porto e seguiu mais para o norte de Portugal.

Segundo a Agência Lusa, uma fonte garantiu que "a declaração de emergência de combustível foi declarada por imposição legal", já que "é obrigatório sempre que qualquer voo preveja aterrar com combustível abaixo de 30 minutos de voo" e que a aeronave aterrou com combustível para voar mais 29 minutos.

Mas, de acordo com a Comissão de Investigação de Acidentes e Incidentes de Aviação Civil espanhola, "uma vez em contato com aproximação a Santiago [de Compostela] a tripulação declarou 'mayday' por emergência de combustível, uma vez que a estimativa de gestão de combustível indicava que iam aterrar com uma quantidade abaixo dos 989 quilogramas estabelecidos no plano de voo operacional como reserva final".


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02/12


2016

PF indicia Sérgio Cabral, ex-primeira-dama e mais 14

Folha de S.Paulo – Camila Mattoso, Italo Nogueira e Sérgio Rangel

A Polícia Federal terminou a primeira fase do inquérito da Operação Calicute e indiciou o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB), a esposa, Adriana Ancelmo, e mais 14 pessoas por supostos crimes de corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Eles são acusados de desviar recursos públicos federais em obras realizadas pelo governo do Estado.

Segundo a Folha apurou, perícia realizada comprovou a autenticidade das 40 joias encontradas na casa do peemedebista. O valor estimado dos itens analisados é de R$ 2,06 milhões.

O laudo desta primeira fase se refere apenas ao que foi encontrado na casa de Cabral. Os outros ainda estão em elaboração.

Segundo as investigações, o casal gastou cerca de R$ 7 milhões em joias desde 2000, de acordo com listas entregues pelas joalherias H. Stern e Antonio Bernardo à Justiça.

Além de Cabral e sua esposa, os outros indiciados foram: Wilson Carlos Cordeiro da Silva de Carvalho (ex-secretário de Governo do RJ), Carlos Emanuel de Carvalho Miranda (apontado como operador da quadrilha), Luiz Carlos Bezerra (ex-assessor de orçamento da Assembleia Legislativa do Rio), Hudson Braga (ex-secretário de Obras do Estado do RJ), Wagner Jordão Garcia (ex-assessor de Sérgio Cabral), José Orlando Rabello (ex-chefe de gabinete de Hudson Braga), Carlos Jardim Borges (empresário), Pedro Ramos de Miranda (foi motorista do ex-governador), Luiz Alexandre Igayara (empresário), Paulo Fernando Magalhães Pinto (administrador de empresas), Luiz Paulo dos Reis (administrador e empresário), Alex Sardinha da Veiga, Rosângela Machado de Carvalho Braga (parente de Hudson Braga), Jéssica Machado Braga (parente de Hudson Braga).

Sérgio Cabral está preso o dia 17 de novembro no Rio de Janeiro.

Outros inquéritos ainda devem ser abertos para apurar outros crimes.

Cabral é suspeito de comandar uma organização criminosa para pagamento de propinas nas obras referentes ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) das Favelas, Arco Metropolitano e Maracanã.

O desvio é estimado em cerca de R$ 220 milhões. O casal Cabral é suspeito de lavar dinheiro na comprando de joias.


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02/12


2016

Ante ameaça de protestos, Temer não vai a velório

Folha de S.Paulo – Gustavo Uribe e Juliana Gragnani

Sob uma alegada ameaça de protesto contra o governo, o presidente Michel Temer desistiu de participar neste sábado (3) em Chapecó (SC) do velório coletivo das vítimas do maior desastre da história do esporte brasileiro.

A queda de uma aeronave boliviana fretada pela Chapecoense matou 71 pessoas na madrugada de terça (29) na Colômbia, sendo 19 jogadores, 24 membros da delegação e 20 jornalistas. Sobreviveram dois tripulantes, três jogadores e um jornalista.

O time enfrentaria o Atlético Nacional de Medellín na última quarta (30), na final da Copa Sul-Americana. O caso provocou comoção mundial. Neste sábado, sob o temor de vaias no estádio da cidade, Temer irá apenas em cerimônia militar de recepção dos corpos das vítimas -reservada e marcada para a manhã no aeroporto municipal.

No local, o presidente, que deve estar acompanhado da primeira-dama, Marcela Temer, pretende entregar às famílias das vítimas a ordem do mérito esportivo, a maior comenda do esporte brasileiro.

A decisão de Temer de não aparecer no velório provocou reações. O pai do zagueiro Filipe, Osmar Machado, por exemplo, disse à ESPN que, "se ele tem dignidade e vergonha na cara, que venha aqui [no velório da arena Condá] cumprimentar as pessoas".

Mais tarde, à Folha, repetiu: "É bom que ele não venha. Agora tu acha que eu vou sair daqui para dar um abraço nele? Para quê?" Indagado sobre as chances de vaias ao presidente, afirmou: "Vaia? Agora, se ele vier é que vai ser vaiado mesmo. É uma situação difícil, sinceramente".


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02/12


2016

Mais policiais nas ruas, mais gente presa em 24 horas

Em coletiva, Polícia Militar e Civil e Corpo de Bombeiros de PE apresentaram os números da 2ª edição da Operação Polícia nas Ruas (Foto: Reprodução/TV Globo)

Polícias Civil e Militar reforçaram seus efetivos nas ruas e fizeram 172 prisões no estado. Segunda edição da operação policial também contou com o Corpo de Bombeiros.

Do G1 PE

Uma ação conjunta das Polícias Civil e Militar de Pernambuco prenderam 172 pessoas em 24 horas. O balanço da segunda etapa da Operação Polícia nas Ruas, realizada da meia-noite da quinta-feira (1º) até o mesmo horário desta sexta-feira (2) e que também contou com a participação do Corpo de Bombeiros, foi divulgado em uma coletiva de imprensa na sede da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS-PE), no bairro de Santo Amaro, na área central do Recife.

No dia 23 de novembro, a SDS realizou pela primeira vez esse tipo de ação, em que os efetivos nas ruas são reforçados pelos policiais e agentes que normalmente trabalham no setor administrativo das corporações. Na ocasião, foram efetuadas 130 prisões no estado.

Desta vez, a Polícia Civil utilizou, ao todo, 944 policiais na operação, sendo 149 delegados e 795 agentes e escrivães. “A ideia é lançar o máximo de policiais nas ruas, com o objetivo de cumprir mandados de prisão e gerar prisões em flagrante. Lançamos todas as delegacias especializadas possíveis, é um esforço muito concentrado e a Polícia Militar também fez a parte dela junto com o Corpo de Bombeiros”, ressaltou Arnaldo Barros, chefe da Polícia Civil.

Já a Polícia Militar colocou nas ruas 3.507 policiais, que realizaram cerca de 55 mil abordagens em todo o estado, sendo cerca de 40 mil pessoas e 15 mil carros abordados. “Nesta segunda operação, os resultados foram mais positivos em números do que a primeira. Então eu acredito que, a cada semana, a cada operação, os números vão ser melhores e a população vai sentir isso”, encerrou o subcomandante da PMPE, Adalberto Freitas.


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02/12


2016

Insatisfeitos, PMs realizam assembleia na terça

Blog da Folha

Afirmando existir “grande insatisfação e descontentamento” na tropa, a Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e dos Bombeiros (ACS/PE) convocou para a próxima terça-feira (6) uma assembleia, na Praça do Derby, para discutir a situação da categoria.

Líder do último movimento grevista no Estado, o presidente da associação, Albérisson Carlos, não descarta uma nova paralisação da tropa.

Mais uma vez a questão salarial está colocada na mesa. A tropa estaria irritada com o “tratamento desigual” em relação à Polícia Civil, principalmente por causa do projeto que propõe reajuste para os delegados.

Além disso, alegam falta de compromisso quanto à resolução dos diversos problemas físicos/estruturais tanto em relação à PM quanto aos Bombeiros. A solução para esses problemas havia sido prometida pelo Estado, em abril, mas até o momento, segundo eles, não foi cumprido.

A expectativa da organização é que haja um comparecimento “em massa” dos integrantes das duas corporações, inclusive com a participação da alta cúpula Militar.


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