Sopranor 5

29/05


2016

Operação condor: Brasil deveria condenar militares, diz ativista

Após a Justiça argentina emitir a sentença inédita condenando à prisão militares de alta patente que participaram do chamado Plano Condor, defensores dos familiares das vítimas da ditadura esperam que o Brasil e os outros países sigam o mesmo caminho.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Da BBC Brasil

Segundo investigadores e especialistas, o Plano Condor - ou Operação Condor - consistia na troca entre os líderes dos regimes autoritários da região de informações sobre opositores às ditaduras no Brasil, na Argentina, no Chile, no Paraguai, no Uruguai e na Bolívia.

Os governos do Cone Sul agiam de forma coordenada para combater os adversários dos regimes. Além da troca de informações, determinavam perseguições, sequestros, assassinatos e "desaparições" (termo usado quando as pessoas não foram mais encontradas), como recordam historiadores. 

Leia mais aqui: 'Brasil deveria seguir caminho da Argentina e condenar m


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FMO

29/05


2016

Lava Jato: Sérgio Machado na mira de Moro

Desmembramento de processos pode levar Sérgio Machado, o novo homem-bomba da Lava Jato que gravou conversas comprometedoras com membros da cúpula do PMDB, a enfrentar o juiz da Lava Jato e suas 158 prisões e 93 condenações.

 

 

 

 

 

 

 

 

Ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, investigado pela Lava Jato

 

Do Estado de S. Paulo - Ricardo Brandt e Fausto Macedo

As gravações do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado com políticos do PMDB, feitas como parte do acordo de delação premiada fechado com a Procuradoria-Geral da República, não afastam a possibilidade dele ser julgado na 13ª Vara Federal de Curitiba – origem e sede dos processos em primeiro grau da “lava jato”. Novo homem-bomba do escândalo Petrobras, seu medo é enfrentar o juiz federal Sergio Moro. 

Investigadores e advogados especialistas em delação avaliam que, ao arrastar políticos da cúpula do PMDB com prerrogativa de foro para o centro do escândalo, a delação premiada de Machado pode ter afastado temporariamente o risco uma prisão preventiva decretada em Curitiba – tratada nas conversas como a “Torre de Londres”, referência ao castelo inglês que nos séculos XVI e XVII foi prisão e local de torturas. Mas não afasta a possibilidade de denúncia criminal contra ele por crimes na Transpetro – a não ser que o Supremo expressamente proíba esse desmembramento. 

Leia mais aqui: Delação não afasta risco de ex-presidente da Transpetro


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TCE

29/05


2016

TCU deve julgar contas de Dilma em setembro

 

 

 

 

 

 

 

 

Folha de S. Paulo - Dimmi Amora e Valdo Cruz

As contas de governo da presidente Dilma Rousseff de 2015 e os atos que levaram a seu impeachment só serão julgados pelo plenário do TCU (Tribunal de Contas da União) no segundo semestre.

A Folha apurou que o ministro José Múcio pretende pedir ao governo explicações sobre supostas irregularidades apontadas pelos órgãos técnicos. A sessão em qaue ele fará esse pedido está prevista para o meio de junho.

Como o prazo para explicações  deve ser 30 dias e as respostas terão que ser analisadas internamente, o calendário do julgamento final no TCU das contas de gestão deve coincidir com o que está  sendo preparado no Senado para o julgamento do afastamento definitivo da presidente do cargo, previsto para setembro. Leia mais aqui: TCU deve julgar contas de 2015 em setembro


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Banner - Hapvida

29/05


2016

PE: grupo é preso por tentar fraudar concurso da PM

Quadrilha tentou burlar segurança ao utilizar pontos eletrônicos. Certame ocorreu na manhã deste domingo e oferece 1.500 vagas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Do Portal G1 - PE

A Polícia Civil de Pernambuco desarticulou um grupo suspeito de tentar fraudar o concurso da Polícia Militar, que ocorreu na manhã deste domingo (29). De acordo com a corporação, a quadrilha tentou fraudar o concurso ao utilizar pontos eletrônicos para ter acesso às provas durante sua realização. O grupo planejava atuar em diversos locais de prova, tanto na capital como no interior do estado.

Coordenada pela Polícia Civil, com o apoio da Militar, as investigações tiveram início há pouco mais de um mês. Ainda não se sabe quantas pessoas foram presas na ação. Elas e o material apreendido foram encaminhados para a sede do Grupo de Operações Especiais da Polícia Civil (GOE), Cordeiro, Zona Oeste do Recife.

Mais informações da Operação Ponto Eletrônico serão divulgadas na tarde deste domingo pelo delegado Joselito Amaral. Ao todo, 50 policias civis e 162 PMs trabalharam na iniciativa.

Com mais de 121 mil inscritos   – este concurso da Polícia Militar é tido como um dos maiores já vistos no estado. Eles vão disputar as 1.500 vagas disponíveis.
A relação de candidatos por vaga é quase o triplo do número de concorrentes a uma vaga do curso de Medicina da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) em 2014. Na época, havia 30,2 candidatos disputando uma das vagas no curso da universidade.


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Comentários

Rafael C.Soares Quintas

Oi, mais o salário da PM não é baixo? E por que tanta gente quer entrar lá? Os policiais vivem reclamando do salário é ameaçando fazer greve, mas quando tem um concurso é essa quantidade enorme de gente tentando uma vaga. Realmente não dá pra entender.



29/05


2016

Base de Michel Temer prevê dificuldade no Congresso

Após aprovação da meta fiscal, temas polêmicos dividem partidos aliados

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O novo líder do governo na Câmara, deputado André Moura (PSC -SE) - Michel Filho / Agência O Globo

 

Do Jornal O Globo

A vitória na aprovação da mudança na meta fiscal no Congresso deixou líderes da base aliada do presidente interino, Michel Temer, animados, e muitos acreditam que nestas primeiras semanas o clima continuará favorável.

No entanto, eles já preveem maiores dificuldades para Temer na Câmara quando entrarem em pauta os temas mais polêmicos, sobretudo as reformas previdenciária e trabalhista. Antes deles, porém, dois pontos de curto prazo poderão criar ruídos nas votações da Câmara: o aumento salarial dos servidores públicos de Executivo, Judiciário e Ministério Público; e a proposta da emenda constitucional do corte nos gastos públicos.

Leia aqui a reportagem na íntegra Base de Temer prevê dificuldade no Congresso


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29/05


2016

Mobius: "potencial de melhora do Brasil é unico no mundo"

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Da Folha de S. Paulo

Nenhum país fez como o Brasil em termos de combate à corrupção. Por isso, o potencial de crescimento da economia brasileira é um dos maiores do mundo.

A opinião é de Mark Mobius, presidente executivo da Templeton Emerging Market Group, uma das principais gestoras de investimentos globais, que administra mais de US$ 26 bilhões:

"O Brasil poderá estar crescer 5% ou 6%."

Mas o próprio Mobius afirma que, para aumentar sua alocação de recursos no Brasil, precisará ver primeiro resultados concretos das medidas anunciadas pelo governo interino de Michel Temer.

"Se forem capazes de aprovar a reforma da Previdência, e apenas isso, passarão uma mensagem muito positiva."

Leia na íntegra a entrevista que Mobius concedeu à Folha, da Indonésia, nesta quinta-feira (26). Potencial de melhora do Brasil é único no mundodiz pr .


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Rafael C.Soares Quintas

Claro, esse é o país mais rico do mundo, os governantes é quem não prestam. Não tenho dúvida, que se trocasse o povo brasileiro pelo japonês, com dois anos teríamos a nação mais rica do mundo.


Bandeirantes-1

29/05


2016

Economistas veem sinais de saída do fundo do poço

A mudança veio de ajustes pela administração de Dilma Rousseff, sob a tesoura do ex-ministro da Fazenda Joaquim Levy em 2015

Folha de S.Paulo – Érica França e Mariana Carneiro

Depois de dois anos em queda, a economia brasileira está caminhando para o início de uma estabilização. Dados recentes indicam que uma recuperação embrionária está em curso e poderá levar a uma retomada mais rápida do que o esperado.

A mudança de marcha não foi efeito apenas da troca de governo, mas de ajustes feitos ainda pela administração de Dilma Rousseff, sob a tesoura do ex-ministro da Fazenda Joaquim Levy em 2015.

As correções feitas até agora, porém, ainda são modestas e só levarão a uma recuperação sustentável se a administração interina de Michel Temer conseguir aprovar medidas para estancar a sangria nas contas públicas.

"O Temer herdou de Dilma 2 uma economia melhor do que Dilma 2 herdou de Dilma 1", afirma Caio Megale, economista do Itaú Unibanco.

Dados recentes, como a melhora no número de emplacamentos de carros, a estabilização do nível de estoques de bens duráveis (como carros e eletrodomésticos) e da produção de máquinas e equipamentos mostram que a economia está perto do fundo do poço, dizem analistas.

"Em abril, pela primeira vez em dois anos, faltaram carros para entregar", observa Megale.

Na última semana, na esteira do afastamento de Dilma Rousseff, pesquisas com consumidores e empresários mostraram significativa melhora da confiança, embora esta se mantenha em nível baixo. A principal contribuição veio de uma perspectiva mais otimista sobre o futuro da economia.

Bancos brasileiros e estrangeiros já preveem que, se o quadro político não atrapalhar, a estabilização poderá ocorrer entre este segundo trimestre e o fim do ano.

Um dos mais otimistas, o Bradesco revisou recentemente sua projeção para o PIB do segundo trimestre de uma contração de 0,5% para -0,1%. "Não é pouca coisa", afirma Igor Velecico, economista do banco.

Segundo ele, a próxima etapa após a consolidação da estabilização será o início de uma retomada da economia.

INÍCIO DO AJUSTE

De acordo com analistas, dentre as mudanças ocorridas em 2015 na política econômica, uma das que mais tiveram impacto na melhora incipiente de alguns indicadores foi a correção de preços que estavam distorcidos.

Os preços administrados —como tarifa de energia e valor da gasolina— eram mantidos baixos artificialmente. Isso afetava negativamente o balanço das empresas desses setores e alimentava expectativas de que a inflação ainda subiria muito.

Quando se espera que a inflação vai aumentar, ela acaba subindo de fato porque os preços começam a ser ajustados preventivamente.

Com as correções feitas em 2015, as expectativas começaram a recuar. O aumento de juros pelo BC, a partir de 2013, também contribuiu.

Houve ainda forte depreciação do real que contribuiu para uma expressiva redução das importações e alguma recuperação das exportações.

Apesar dessas mudanças positivas, forças importantes ainda puxam a economia para baixo. Fernando Montero, economista-chefe da corretora Tullett Prebon, ressalta que o ajuste fiscal que o governo precisa fazer terá significativo impacto negativo sobre a demanda do setor público.

Isso significa que uma recuperação terá de ser puxada por consumidores e empresas, que continuam muito endividados.

Mas, segundo Montero e outros analistas, a arrumação das contas públicas contribuirá para o processo já iniciado de queda da inflação, abrindo caminho para cortes de juros que poderão ajudar a estimular a economia.
Como os estoques das empresas finalmente pararam de subir e há um vasto contingente de desempregados, qualquer recuperação tímida da demanda poderá levar a uma retomada da produção. 


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Sesi 4.0

29/05


2016

Campos lança diretrizes de Governo para Olinda

O pré-candidato a prefeito de Olinda, o advogado e escritor Antônio Campos (PSB), partiu na frente e lançou, neste sábado (28), no auditório do Hotel 7 Colinas, por ocasião do Seminário Muda Olinda, um denso documento de 79 páginas contendo as "Diretrizes Iniciais para Uma Proposta de Gestão em Olinda". O seminário, focado na qualificação de 130 pré-candidatos a vereador, foi aberto pelo presidente estadual do PSB, Sileno Guedes.  Ainda estiveram presentes pela representação estadual do PSB o secretário-geral Adilson Gomes e os dirigentes históricos Ivan Rodrigues e Fernando Soares. O evento contou com apoio da Fundação João Mangabeira do PSB.

Com o auditório lotado e parte significativa da plateia acompanhando de pé, dirigentes partidários fizeram pronunciamentos no evento (Solidariedade, PSL, Rede Sustentabilidade, DEM, PRP, PSC, PMN, PTC, PRONA, Partido da Mulher Brasileira e PROS). Após uma apresentação das "Diretrizes Iniciais para Olinda", o pré-candidato Antônio Campos anunciou a criação de um aplicativo que irá permitir um maior interação de suas redes sociais com os olindenses, bem como a recepção de sugestões e propostas para melhorar a vida na cidade. Cem cópias do documentos serão distribuídas entre os dirigentes de partidos aliados, prefeitos e vereadores do PSB, governador Paulo Câmara, formadores de opinião e imprensa. 

O documento também será disponibilizado, a partir desta quarta-feira no site www.mudaolinda.com.br O encerramento do seminário ocorreu com uma noite de autógrafos do livro "Processo de Anistia Funcional de Miguel Arraes", de autoria de Antônio Campos. A difusão do livro faz parte do calendário de atividades comemorativas do ano do centenário de nascimento do ex-governador Miguel Arraes


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Rafael C.Soares Quintas

Excelente encontro! Olinda agora tem candidato a altura de uma cidade patrimônio da humanidade.


Senai 4.0

29/05


2016

Dilma mentiu sobre encontros com Odebrecht

Blog de Josias de Souza

Em entrevista à Folha, Dilma Rousseff foi inquirida sobre a quantidade de encontros que manteve com Marcelo Odebrecht, presidente da maior construtora do país, preso em Curitiba desde 19 de junho de 2015. “Eu não recebi nunca o Marcelo no [Palácio da] Alvorada”, afirmou Dilma. “No Planalto, eu não me lembro.” Essa resposta não é verdadeira.

De acordo com os arquivos eletrônicos do Planalto, consultados pelo blog, Dilma recepcionou o mandachuva da Odebrecht pelo menos quatro vezes desde que virou presidente, duas das quais no Palácio da Alvorada —ambas em 2014, ano da campanha à reeleição.

Num desses encontros que Dilma afirma que “nunca” ocorreram no palácio residencial, o empreiteiro chegou em tempo para servir-se do almoço, às 11h30 do dia 26 de março de 2014 (clique sobre a imagem abaixo para ampliá-la). Noutro encontro, Odebrecht foi recebido pela inquilina do Alvorada às 9h30 do dia 25 dejulho de 2014 (veja na imagem reproduzida no rodapé do post).

)As duas audiências concedidas por Dilma no Palácio do Planalto, seu local de trabalho, ocorreram em 2013. Uma no início do ano, em 10 de janeiro. Outra no segundo semestre, em 10 de outubro.

Dona de uma memória que seus auxiliares consideram prodigiosa, Dilma apagou os encontros com Marcelo Odebrecht da lembrança num instante em que suas relações com o empreiteiro estão crivadas de suspeitas. Nos últimos dias, vieram à luz gravações que tonificam a suspeição. Foram feitas pelo mais novo delator da Lava Jato, o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado.

Em conversa com José Sarney, gravada no último mês de março, Machado evocou a prisão do marqueteiro das campanhas petistas João Santana, ordenada por Sérgio Moro, juiz da Lava Jato, no mês anterior.

— A Dilma não tem condições. Você vê, presidente, nesse caso do marqueteiro, ela não teve um gesto de solidariedade com o cara. Ela não tem solidariedade com ninguém não, presidente, disse Machado.

— E nesse caso, ao que eu sei, é o único que ela tá envolvida diretamente. E ela foi quem falou com o pessoal da Odebrecht para dar, acompanhar e responsabilizar pelo Santana, respondeu Sarney.

No momento, a Odebrecht negocia com a força-tarefa da Lava Jato um acordo para que seus executivos se tornem delatores em troca de benefícios judiciais. Na definição de Sarney, captada pelo autogrampo de Machado, a “Odebrecht vem com uma metralhadora ponto 100.”

Também gravado, Renan Calheiros, presidente do Senado e padrinho da nomeação de Sérgio Machado para a Transpetro, ecoou Sarney numa referência à caixa registradora da campanha de Dilma à reeleição. Renan disse que Odebrecht “vai mostrar as contas” em sua delação. E Machado: “Não escapa ninguém de nenhum partido. Do Congresso, se sobrar cinco ou seis, é muito. Governador, nenhum.''

“Eu jamais tive conversa com o Marcelo Odebrecht sobre isso”, disse Dilma ao ser instada a se manifestar na entrevista à Folha sobre os rumores de que o empreiteiro a acusará de pedir dinheiro para pagar o marketing da campanha de 2014. “Eu paguei R$ 70 milhões para o João Santana [em 2014], tudo declarado para o TSE. Onde é que está o caixa dois?”, perguntou Dilma.

A Polícia Federal e a Procuradoria da República trabalham para responder à indagação de Dilma. Em verdade, já reuniram um bom lote de evidências que indicam que a verba que fluiu da Odebrecht para Santana por baixo da mesa encontra-se no estrangeiro.

Antes mesmo da prisão de João Santana e da mulher dele, Mônica Moura, a PF havia recolhido no celular de Marcelo Odebrecht uma pérola com formato de ameaça. Em mensagem endereçada a um executivo de sua empreiteira, Odebrecht anotou: “Dizer do risco cta [conta] suíça chegar na campanha dela.''

O “risco” insinuado no texto de Odebrecht é óbvio: parte dos serviços de marketing prestados à campanha de Dilma foi liquidada com dinheiro roubado da Petrobras. E a verba de má origem foi enviada ilegalmente para fora do país.

Nesse contexto, João Santana arde na fogueira da Lava Jato em posição análoga à de João Vaccari Neto, o ex-tesoureiro petista. Ambos receberam verbas surrupiadas da Petrobras por conta dos vínculos com o PT. O que fazia Santana para o partido? Campanhas eleitorais, entre elas a campanha que resultou na reeleição e Dilma.

Os investigadores manuseiam farta documentação. Em meio aos papéis, há uma carta de Mônica Moura, a mulher de João Santana, que também está presa. Foi endereçada a Zwi Skornicki, apontado como operador de petropropinas. Na carta, a mulher de Santana indica duas contas bancárias. Uma aberta em Nova York. Outra, em Londres.

A Polícia Federal informa que essas duas contas estão associadas a uma terceira, aberta na Suíça. Junto com as contas, Mônica enviou cópia de um contrato celebrado anteriormente com offshore vinculada à Odebrecht. Deveria ser usado como modelo para as remessas do operador Zwi.

Guiando-se pelos indícios, a turma da Lava Jato identificou repasses milionários ao casal da marquetagem. Com a ajuda da Receita Federal, farejou-se até a aquisição por João Santana de um apartamento de luxo em São Paulo com verba entesourada no exterior. Sérgio Moro já determinou o bloqueio do imóvel. Servirá para ressarcir o Estado em caso de eventual condenação.

Não é só: de acordo com o delator e senador cassado Delcídio Amaral (ex-PT-MS), Dilma nomeou um ministro para o STJ, Marcelo Navarro, com o compromisso de ele votar a favor da concessão de liberdade para Marcelo Odebrecht, cuja prisão fará aniversário de um ano neste mês de junho. Navarro chegou a votar a favor da concessão de um habeas corpus a Odebrecht. Mas foi voto vencido no STJ.

“É absurda a questão do Navarro”, disse Dilma à Folha, reiterando a contestação à deduragem de Delcídio. “Eu não tenho nenhum ato de corrupção na minha vida.”

Graças ao depoimento de Delcício, o procurador-geral da Repúbica Rodrigo Janot requisitou no STF a abertura de um inquérito para apurar se Dilma tentou obstruir a Justiça, o que é considerado um crime. É contra esse pano de fundo tóxico que Dilma tem dificuldades para lembrar dos encontros que propiciou em Brasília ao principal empreiteiro do país.


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Rafael C.Soares Quintas

Uma Presidente que mente descaradamente, realmente não é digna em ocupar esse cargo, xô Dilma!


Odonto Personalité

29/05


2016

Deputado fica impressionado com sucesso da Fenagri

O deputado Fernando Monteiro (PP) participou, ontem, da Feira Nacional de Agricultura Irrigada( Fenagri), considerada o maior evento neste segmento na América Latina. Com foco na agroindústria, o evento também fortalece a agricultura familiar. Monteiro destacou que a Fenagri é importante para o desenvolvendo da região do Vale do São Francisco. " Este evento é uma grande oportunidade de negócios para Petrolins,reunindo agricultores, exportadores e investidores", disse.

O parlamentar lembrou que o prefeito Júlio Lossio mudou a concepção do evento . Segundo Fernando Monteiro, imaginava- se que a Fenagri fosse para os grandes produtores, mas o prefeito mudou esse conceito." Essa feira é muito mais da agricultura familiar" , disse Monteiro, ao destacar que " investimento nesse tipo de ação que ajuda, ainda mais, o desenvolvimento do semi- árido". A Fenagri conta com 40 estardes destinados à agricultura familiar. O  Sindicato dos Agricultores Familiares e Empreendedores ( Sinteaf) é parceiro da Prefeitura de Petrolina na realização do evento. No total são 150 expositores  e expectativa de 50 mil votantes. 


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Naipes

29/05


2016

Deleção da OAS vai envolver Aécio e Geddel

 

 

 

 

 

 

 

 

A delação premiada de um dos principais investigados na Lava Jato, o executivo Léo Pinheiro, da OAS, atingirá o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (PSDB-MG), e um dos esteios do governo provisório de Michel Temer, o ministro Geddel Vieira Lima, que é quem, na Secretaria de Governo, administra as relações com parlamentares. Aécio deve ser acusado de cobrar vantagens indevidas nas obras da Cidade Administrativa de Minas Gerais.

Geddel, por sua vez, será envolvido por suas relações históricas com a empreiteira de origem baiana. A megadelação da Odebrecht também estaria sendo finalizada.

Leia, abaixo, informação de Lauro Jardim a respeito:

Quem imagina que a Lava-Jato caminha para o fim, que bote as barbas de molho.

A delação premiada da Odebrecht deve envolver entre 45 e 50 executivos e ex-executivos do grupo.

A colaboração da OAS reunirá um time de quinze executivos da empreiteira baiana.

Em ambos os casos, as estrelas dos depoimentos são os ex-presidentes Marcelo Odebrecht (à esquerda) e Léo Pinheiro.

De acordo com o que está sendo negociado, a OAS incluirá Geddel Vieira Lima e Aécio Neves na roda.

A propósito, a delação da Odebrecht está caminhando muito bem, obrigado.

Ou seja, a metralhadora ponto 10, a que José Sarney se referiu, está prestes a disparar.


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Arcoverde 4

29/05


2016

Governo acabará subsídios à baixa renda no Minha Casa

Terceira fase do programa será totalmente reformulada, e meta baixará de 3 milhões para 1,5 milhão de casas

O Globo - Geraldo Doca

Alegando restrições orçamentárias, o governo do presidente interino, Michel Temer, decidiu acabar com os subsídios concedidos aos mutuários mais pobres dentro do Minha Casa Minha Vida. O programa habitacional deixará de receber recursos do Tesouro Nacional, repassados pela União a fundo perdido, para subsidiar as famílias enquadradas na faixa 1 (renda de até R$ 1.800) — às quais as residências são praticamente doadas — e na faixa 2 (até R$ 3.600) — cujas prestações são bastante reduzidas, facilitando a quitação do financiamento. Antecipada a empresários pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, na semana passada, a decisão foi confirmada ao GLOBO por fontes que trabalham no plano.

Além disso, técnicos anteciparam ao GLOBO, o programa — um dos mais emblemáticos do governo do PT — mudará de nome. Michel Temer está decidido a não manter as marcas da gestão anterior, consideradas estratégias de marketing politico.

Em 2015, o Tesouro desembolsou um total de R$ 11,8 bilhões em susbídios para essas duas faixas. Neste ano, relatou Meirelles a empresários da construção civil, somente estão assegurados repasses para as contratações do Minha Casa já realizadas. O montante gira em torno de R$ 3,5 bilhões. A redução dos subsídios faz parte do pacote de medidas do ajuste fiscal anunciado pelo ministro na última terça-feira.

Continue lendo:Com déficit, governo acabará com subsídios à baixa renda no Minha Casa


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bm4 Marketing (pessoal)

29/05


2016

EUA abrem diálogo direto com o Governo Temer

A responsável para a América Latina do Departamento de Estado dos EUA viajará para o Brasil e o Uruguai

El País - Silvia Ayuso

A nova secretaria de Estado adjunta dos EUA para a América Latina, Mari Carmen Aponte, vai se tornar em junho a primeira alta funcionária dos Estados Unidos a viajar para o Brasil desde o início do Governo interino de Michel Temer, com quem a Administração Obama ainda não se comunicou de forma direta até agora.

Com essa visita, Washington busca reabrir o diálogo com um país imprescindível na região, no momento em que esta busca responder à crise vivida por outra nação fundamental, a Venezuela. O breve comunicado em que se anuncia a viagem de Aponte não menciona a crise venezuelana, nem mesmo a própria situação complicada atravessada pelo Brasil após o afastamento temporário da presidenta Dilma Rousseff. Mas ambas são questões decisivas no momento em que todos os olhares da região estão voltados para Caracas e Brasília.

Os Estados Unidos têm evitado se posicionar abertamente sobre o processo de impeachment de Dilma. Tanto desde a Casa Branca como desde o Departamento de Estado, a mensagem cautelosa tem sido de que se trata de um assunto interno – fórmula que usa quando não quer se posicionar muito – e assegurando sua confiança nas instituições democráticas do país. O único que se pronunciou de forma contundente foi o representante temporário norte-americano na Organização dos Estados Americanos (OEA), Michael Fitzpatrick, que, na semana passada, rejeitou que tenha ocorrido um golpe de Estado, como afirmaram outros países da região durante uma sessão do organismo regional.

Continue lendo: Estados Unidos abrem diálogo direto com o Governo Temer


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Márcio Calheiros

29/05


2016

Nós vamos pagar o pato, diz Dilma sobre cortes

Dilma em entrevista à Folha no Palácio da Alvorada

 

Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo

A presidente afastada Dilma Rousseff diz que o presidente interino Michel Temer deveria fazer como ela: defender a recriação da CPMF.

Para a petista, "quem paga o pato, quando não se tem imposto num país, é a população", com cortes em áreas como educação e saúde.

Ela nega ter dado guinada na política econômica depois de eleita. Admite que cometeu erros, mas sem dizer quais, pois "essa volta ao passado não existe".

*

Folha - No dia em que saiu do Planalto, a senhora pedia às pessoas que não chorassem. A senhora não chora?

Dilma Rousseff - Eu não choro, não. Nas dores intensas, eu não choro. Cada um é cada um, né?

E o Lula?

O Lula chora. Ele chorou, sim. O Lula ficou muito triste ali, quando eu saí.

Nas conversas gravadas por Sérgio Machado, José Sarney diz que Lula está deprimido e com os olhos inchados de tanto chorar.

É mentira. Gente, o Lula é uma pessoa com fortes emoções. O Lula chora porque tem dor. Ato contínuo, ele se recupera e enfrenta a vida. Que Lula tá com olho inchado de chorar, o quê!

Houve um pior momento nesse processo? A maior traição?

Você não vai me perguntar da maior traição, né? Ela é tão óbvia!

Michel Temer?

Óbvio. E não foi no dia do impeachment. Foi antes. Em março. Quando as coisas ficaram claríssimas.

A senhora não esperava?

Você sempre acha que as pessoas têm caráter. Eu diria que ele não foi firme. Tem coisas que você não faz.

Olhando em perspectiva, a senhora não acha que teria sido melhor ter cedido o lugar para que Lula fosse candidato à Presidência em 2014?

A Barbara Tuchman escreveu um livro fantástico, "A Marcha da Insensatez". A insensatez só é insensata quando você percebe que isso pode ocorrer e insiste. Não vale a pena olhar para trás, com tudo já passado, e falar "tinha de ser assim".

Lula também insistia para que a senhora nomeasse Henrique Meirelles para o Ministério da Fazenda, cargo para o qual Temer agora o convidou.

Cada um é cada um. Eu respeito o Henrique Meirelles, tá? Agora, eu não concordo com essas medidas [anunciadas pelo ministro na semana passada]. Gosto mais do Meirelles no Banco Central que no Ministério da Fazenda. Pelo menos até agora.

Não sei se é dele essa ideia de propor o orçamento base zero [que só cresce de acordo com a inflação do ano anterior]. Mas não é possível num país como o nosso, não ter um investimento pesado em educação. Sem isso, o Brasil não tem futuro, não. Abrir mão de investimento nessa área, sob qualquer circunstância, é colocar o Brasil de volta no passado. É um absurdo.

No governo da senhora também houve cortes e o então ministro da Fazenda Nelson Barbosa, numa proposta fiscal rigorosa, chegou a prever mudança na política de reajuste de salário mínimo.

Nós passamos um ano terrível em 2015 e fizemos todo o esforço para não ter corte em programa social. Nós assumimos [a proposta de se recriar] a CPMF, sem pudor.

Nós nunca entramos nessa do pato [símbolo criado pela Fiesp para protestar contra aumento de impostos]. Aliás, o pato tá calado, sumido. O pato tá impactado. Nós vamos pagar o pato do pato, é?

Porque quem paga o pato, quando não se tem imposto num país, é a população. Vai ter corte na saúde. Já falaram em acabar com o Mais Médicos, já falaram que o SUS não cabe no orçamento. Depois voltaram atrás.

Os que são chamados de coxinhas acreditam que o Bolsa Família é uma esmola. Não é. Ele tem efeito enorme sobre as crianças.

Entre fazer isso [cortes em área sociais] e criar um imposto, cria um imposto! Para com essa história de não criar a CPMF. Só não destrói a educação e a saúde. Não tira as crianças da sala de aula. É essa a discussão que precisa ser feita e não uma discussão genérica sobre o pato.

A senhora fala que o programa de Temer não passou pelas urnas. Mas a senhora também falou uma coisa na campanha e fez outra depois de eleita.

Quando é que o pessoal percebeu que tinha uma crise no Brasil, hein? A coisa mais difícil foi descobrir que tinha uma crise no Brasil.

Na eleição, todo mundo tinha percebido, menos a senhora?

Me mostra a oposição falando que tinha crise no Brasil! Ninguém sabia que o preço do petróleo ia cair, que a China ia fazer uma aterrissagem bastante forte, que ia ter a pior seca no Sudeste.

A senhora diz então que não deu uma guinada de 180º, como até seus aliados afirmam?

Eu vinha numa política anticíclica e acabou a política anticíclica. A guinada é essa. Agora, isso não significa que não possamos ter errado nisso e naquilo. Porque senão fica assim "não errei em nada". Não é isso.

Errou em quê?

Ah, sei lá. Como é que eu vou falar da situação depois?

Na escolha do candidato a vice-presidente?

Ah, não vou falar isso. É tão óbvio! Mas não tem essa volta ao passado. Isso não existe.


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Comentários

marcos

Ou Ex Presidenta doido, nos já estamos pagando o Pato por seus Roubos e Erros, essa QUADRILHA que você faz parte o PT, tá deixando um Rombo para nossos netos, sua iresponsavel, você não era nunca pra ter sido nada nesse País tão sofrido, acharam pouco e veio essa Quadrilha do PT para acabar o resto, o maior bem wue você poderia fazer era RENUCIAR, esse seria seu maior ato em benefício do Brasil, sua miserável



29/05


2016

O prêmio

Jânio de Freitas - Folha de S.Paulo

Nas gravações feitas por Sérgio Machado e em sua divulgação há um componente que reflete bem o estágio em que estamos, sendo incerto que apenas o atravessamos. Prefiro não definir nem qualificar o componente, também por desnecessidade. É suficiente sintetizá-lo na prática.

Um homem procura colegas que o têm por confiável, incluído aquele a quem deve o emprego magnífico usufruído por dez anos. Mesmo sem ser explícito, faz entender que busca ajuda solidária para o risco angustiante de ser entregue, por atos de sua plena responsabilidade, a um juiz que valoriza a cadeia como passo preliminar. O homem conduz as conversas, em sutis induções e insistências. Grava-as, sem disso ser suspeitado. Não se sabe quantas foram, nem quantos os gravados.

O homem divulga várias gravações. Gravado que não se comprometeu com propostas condenáveis, passa, no mínimo, pelos dissabores do escândalo. Os que se mostraram mais solícitos com as angústias do colega, porém, fosse por solidariedade ou por combiná-la com sua própria situação, foram –como outros vão ser– por ele entregues às feras, com suas situações agravadas. Por tal atitude, o homem será premiado pela Justiça.

É reconfortante, ao menos, imaginar que não podem ser muitos os capazes de agir da mesma maneira desse homem cujas angústias lhe parecem justificativas para tudo. A imaginação é temerária, no entanto. A naturalidade com que esse enredo é tratado na imprensa e na TV, é lido e ouvido, é citado e comentado até como um momento de comicidade, não pode ser sem significação profunda. Até pela extensão, como se unânime. Se houve algum repúdio, alguma consideração crítica, uma reprovação qualquer, não a encontrei.

O cinismo pode ser uma epidemia? Ou, quem sabe, é uma insensibilidade endêmica e progressiva, um Alzheimer que devora a memória dos valores pessoais. Seja o que for, é o mal de um país que está doente. Muito doente.


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