03/07


2015

Irmãos Gomes articulam filiação ao PDT

Por Hylda Cavalcanti, da RBA

Deputados pedetistas dão como certo que os irmãos Ciro e Cid Gomes, ex-ministros e ex-governadores do Ceará, estão de malas prontas para deixar o Pros e entrar no PDT. Ambos desembarcaram em Brasília na última terça-feira para uma conversa com caciques da legenda e podem formalizar a troca do partido nos próximos dias. Segundo parlamentares ligados aos Gomes, a mudança se dá em razão de desconforto observado entre eles e seu grupo político com o Pros, desde o ano passado. Mas o que é apontado como principal fator da nova filiação é a possibilidade de ser costurada a candidatura de Ciro à presidência da República em 2018 pelo PDT – com o aval do presidente da legenda, Carlos Luppi.

O problema, de acordo com um deputado cearense, tem sido as resistências observadas por integrantes do PDT no Ceará, que há anos são adversários dos irmãos Gomes, e do grupo do senador Cristovam Buarque (DF) – que embora não tenham se posicionado, anseiam em ver o ex-governador do Distrito Federal também candidato à presidência em 2018.

Ciro Gomes foi candidato à presidência duas vezes, pelo PPS: em 1998 e em 2002. Depois, no PSB, assumiu o ministério da Integração Nacional, no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele cogitou a possibilidade de voltar a se candidatar à presidência pelo PSB, mas não encontrou oportunidade diante da ambição do ex-governador pernambucano Eduardo Campos, de disputar a vaga (Campos encabeçou a chapa no ano passado até 13 de agosto, quando morreu em acidente de avião e foi substituído por Marina Silva).

Carlos Luppi e outros nomes do PDT nunca esconderam a possibilidade da sigla – que já teve seu fundador, Leonel Brizola, duas vezes candidato, em 1989 e em 1994 –, voltar a ter um nome com estofo suficiente para disputar a sucessão da presidenta Dilma Rousseff daqui a três anos.

Hoje, Ciro e Cid comandam um grupo político formado por 80 prefeitos, 13 deputados estaduais, dois deputados federais e mais de duas centenas de vereadores, além de ex-prefeitos e lideranças políticas municipais do Ceará.

De acordo com políticos cearenses ligados ao grupo, eles também teriam ensaiado a possibilidade de se articular com dirigentes do PSB para retornar à legenda, poucos meses atrás, mas terminaram se definindo pelo PDT. Procurado, o líder pedetista na Câmara, deputado André Figueiredo (CE), evitou oficializar informações já confirmadas pelos colegas. Figueiredo confirmou as reuniões mas disse que tudo ainda está na base das conversas iniciais. E deixou claro que o partido está “de braços abertos para recebê-los”.

‘Com carinho’

Recentemente, em entrevista ao jornal O Globo, Ciro Gomes, que hoje trabalha como executivo na Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), disse que “pensa com muito carinho em 2018”.

Embora o grupo político dos Gomes tenha saído do PSB por não ter concordado com o rompimento dos socialistas com o governo, o que se fala nos bastidores é que, nos últimos tempos, o relacionamento dos irmãos Ciro e Cid com o PT e o governo Dilma Rousseff anda estremecido.

Depois da saída do Ministério da Educação – num episódio em que o então ministro foi flagrado chamando os deputados de “achacadores” – Cid Gomes repetiu a declaração em audiência pública na Câmara e se viu obrigado a deixar o governo. Na época, tanto ele como o irmão criticaram o que chamaram de dependência da presidenta dos grupos conservadores instalados no Congresso Nacional.

Em segundo lugar, porque Ciro Gomes demonstrou publicamente seu descontentamento com as medidas anunciadas por Dilma em seu segundo governo em relação ao ajuste fiscal. E, principalmente, com a escolha do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, com cujos métodos não concorda.

No início do ano, porém, o cenário era outro e Cid Gomes tentou negociar a criação de um novo partido a ser formado por integrantes de outras legendas, com o intuito de compor um bloco político que pudesse se contrapor ao poder do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), nas votações da Casa. A estratégia não teve seguimento depois da saída de Cid do Ministério da Educação.


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TCE

03/07


2015

Silvio Costa é aplaudido no Congresso

Na última terça-feira, ao final do seu discurso contra a redução da maioridade penal, o deputado federal Silvio Costa (PSC) foi aplaudido pelos estudantes que acompanhavam a votação nas galerias e pelos deputados e deputadas que também são contrários a redução. Veja o pronunciamento do deputado


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Arcoverde

03/07


2015

Moro fala sobre operação Lava Jato


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Comentários

João Batista de Assis Pereira

COMO INCENTIVO AO CERVERÓ, SEGUE INFORMAÇÕES RELEVANTES DE UM ENGENHEIRO APOSENTADO DA PETROBRAS QUE TRABALHOU POR 42 ANOS NA PETROBRAS E QUE CONHECE COMO POUCO OS BASTIDORES DA ESTATAL PETROLEIRA: PRIVATIZAÇÃO BRANCA NA PETROBRAS – EXISTE ALTERNATIVA? O plano de desinvestimento de 13,7 bilhões de dólares definido pela Petrobras para o biênio 2015/2016 passa a ser a última alternativa a Estatal na obtenção dos recursos complementares para garantir o equilíbrio financeiro nesse período de forma a tocar seus empreendimentos no Presal em ritmo menos acelerado daquele previsto inicialmente no seu plano de negócio. Neste contexto, o impacto decorrente do assalto aos cofres da Estatal fruto do aparelhamento político engendrado pelo PT a partir do primeiro mandato do Lula foi peça fundamental para as Finanças da Petrobras ficar nessa encruzilhada. Não resta dúvida alguma que a Petrobras vai começar a desfazer de excelente negócios a valores extremamente reduzidos, considerando a situação do cenário mundial no seguimento de commodities, mais especificamente, na área do petróleo e gás. Acaba de ser anunciada nesta quarta-feira a venda à PetroRio, antiga HRT da participação de 20 por cento que a Petrobras detém nas concessões dos campos de Bijupirá e Salema, atualmente operados pela Shell, por meros 25 milhões de dólares como parte do Plano de Desinvestimento da estatal. Os campos de Bijupirá e Salema estão localizados na Bacia de Campos, em lâminas d’água rasa entre 480 metros a 850 metros, com produção diária em torno de 22 mil barris de óleo do tipo leve de 28 graus API, de excelente qualidade e de 325 mil metros cúbicos de gás associado. Se considerarmos apenas a produção de 4,4 mil barris de óleo/dia (Cota de 20% que detém no campo) a 60 dólares, sem considerar a produção de 325 mil de gás associado, projeta uma produção em torno de um milhão e seiscentos mil barris ano, que a preço médio de 60 dólares, significaria uma receita de 96 milhões de dólares/ano, implicando em um lucro em torno de 25 milhões de dólares/ano, se considerarmos um percentual de 25% de lucratividade, o que pode ser considerado razoável e perfeitamente viável. Nesta linha de raciocínio, a Petro Rio, noves fora o Gas associado, já teria quitado o negócio com a lucratividade em menos de um ano. A contabilidade acima demonstra que a Direção da Estatal esta se precipitando e fazendo um péssimo negócio com a venda de sua participação nos campos de Bijupirá e Salema, tanto é verdade que as ações da cambaleada PetroRio, antiga HRT, que ate então estava se derretendo no Ibovespa, passou a ter uma valorização de 9% no pregão de hoje. Nesse contexto, podemos afirmar que a Direção da Petrobras esta enganando o acionista minoritário e a União Federal, quando afirma que a operação está relacionada à otimização do portfólio na área de Exploração e Produção e alinhada ao Plano de Negócios e Gestão 2015-2019. Esses negócios, na forma como está sendo conduzido pelos tecnocratas da Estatal, mais parece uma doação. Afinal, o que representa 25 milhões de dólares face ao valor que 13,7 bilhões de dólares que necessita captar. Significa uma captação de meros 0,18% do que necessita, ou, em outras palavras, teria que efetuar cerca de 550 negócios dessa natureza para alcançar a meta dos 13,7 bilhões de dólares, um verdadeiro absurdo. Para não dar a mão à palmatória aos tecnocratas da Estatal Petroleira, não faço somente as criticas ao negócio, apresento uma solução, que se aplicada com afinco, evitaria que a Petrobras cometesse essas atrocidades com o patrimônio Público. Ao nível desse negócio que renderia 25 milhões de dólares a Estatal, bastaria que a Direção Estatal passasse a observar mais atentamente o desperdício, a precariedade e ineficiência que podemos constatar na condução de seus negócios. O desperdício, a precariedade e ineficiência faz-se presente na conturbada Política de RH¹ reinante na Estatal em suas diversas Unidades de Negócio, quando contrata ilegalmente um gigantesco contingente de empregados terceirizados através de contratos bilionários como, por exemplo, o que tem efetuado com a Hope RH² para Cessão de mão de obra para o Serviço Compartilhado nas Regionais Bacia de Campos (RBC) e Baia de Guanabara (RBG). A Regional Baia de Guanabara utiliza de um Contrato que a Petrobras celebrou de forma ilegal com a Hope RH² no valor de 1,3 Bilhões de Reais com prazo contratual de 18 meses, representando um custo de R$ 72 milhões/mês que equivale praticamente o valor de 25 milhões de dólares/mês, quantia que a Estatal desperdiça todo o mês com o Contrato celebrado com Hope, a um custo equivalente de um Campo do porte de Bijupirá e Salema que a Petrobras acaba de “entregar” a PetroRio. Alem de ilegal, o Contrato que a Petrobras celebrou com a Hope RH é utilizado para pagamento a um contingente extremamente elevado e desnecessário de empregados terceirizados que “prestam serviços” ao CENPES – Centro de Pesquisas da Petrobras na Ilha do Fundão – RJ, através da Regional Baia de Guanabara dos Serviço Compartilhado da Petrobras – RBG. Não bastasse a devastação nas finanças e na imagem da Petrobras, resultado do aparelhamento político que lá se instalou na última década e que estão, em parte, sendo desvendadas por ação da Operação Lava Jato da Polícia Federal, ainda em curso, observamos atônita a continuidade do aparelhamento ideológico no CENPES, acarretando a ineficiência no trato da coisa pública, mas precisamente na Regional Baia de Guanabara dos Serviços Compartilhado (RBG). O Serviço Compartilhado da Regional Baia de Guanabara que utiliza o Contrato da Hope RH na execução de atividades laborativas para o Centro de Pesquisa da Petrobras, vem atuando de forma inoperante há bastante tempo, a ponto da Graça Foster, antes de sair da Petrobras, intervir na Estrutura Gerencial da Regional, substituindo o Gerente Geral para organizar a RBG. Passado um ano da nova Gestão, nada foi resolvido e o Compartilhado RBG, continua extrapolando na ineficiência e desordem na prestação de serviços para o CENPES, de conhecimento do próprio Gerente Executivo daquela unidade de negócio, a ponto de não produzir quase nenhum produto acabado, apesar de abrigar um imenso contingente de terceirizado que nada fazem, mas continuam intocáveis. Quem tiver a oportunidade de ler os sucessivos Relatórios de Auditoria Interna elaborados para a Regional, verificará o quanto é constante as não conformidades e que a grande maioria das situações apontadas permanecem pendente de regularização. Uma boa parte dos empregados terceirizados é protegida por um Gerente da Regional, pertencente a um grupo ungido pela irmandade da Maçonaria que se protegem mutuamente, mantendo a empregabilidade eterna de seus componentes e a consequente massificação de terceirizados, a maioria sem a devida qualificação, acarretando a ineficiência na prestação dos serviços. Assim, observamos uma ambiência de irmandade, fraternidade e a coexistência de verdadeiras sociedades compostas por castas familiares, pais, filhos, irmãos, cunhados, primos, maridos e esposas convivendo em plena harmonia. Muitos se arvoram de arrogância por sentirem-se protegidos e garantidos pelo chefe do clã, a ponto de causar constrangimento aos funcionários concursados. O fato é que no Centro de Pesquisa da Estatal, no parco e precário Serviço Compartilhados da Regional Baia de Guanabara (RBG), a Equipe de Terceirizados que milita na elaboração de Orçamentação e Estimativa de Custos, dispõe ate de um Coronel reformado do Exército Brasileiro em suas fileiras, assíduo frequentador da Congregação Maçônica Petroleira da RBG que o habilitou a função, mas, demonstrou-se incapacitado para seu exercício, por não dominar os fundamentos da área ande atua, bastante diferente do da caserna, enquanto milhares de concursados aprovados em concursos seletivos públicos na Estatal, aguardam pacientemente para serem convocados e contratados para prestação de serviços listado no Plano de Cargos e Salário, para labutar com eficiência nas atividade fins do “Core Business” da Estatal Petroleira. Surge então o seguinte questionamento: qual o motivo da RBG contratar recurso terceirizado despreparado para realização de tarefa tão complexa e essencial como a de Orçamentação e Estimativa de Custo, entre outras? Pois bem, a contratação desses recursos não se limita apenas ao Coronel Reformado do Exercito Brasileiro. Observamos vários contratados terceirizados que se mantém na pesada estrutura da força de trabalho terceirizado da Regional por conta exclusiva da congregação maçônica frequentada por profissionais da Petrobras e força de trabalho terceirizada, que se mantém unidos na estrutura organizacional, não por competência, mais por conveniência da irmandade. Consta que um grande número que estão sendo demitidos de Unidades de Negócio da Petrobras, por conta da reestruturação determinada pela administração superior da Estatal, em face da crise financeira por que passa a Petrobras, estão procurando a Gerencia Geral da Regional Baia de Guanabara dos Serviços Compartilhados (RBG) para arranjar uma “boquinha” na condição de indicados pela “irmandade” para juntar-se a enorme “equipe” que presta serviços para o CENPES – Centro de Pesquisa da Petrobras na Cidade Universitária – RJ. É para lá que estão sendo recontratados os terceirizados recém-demitidos do Comperj que possuem “anjo da guarda” na Estatal, ou aqueles que estejam sob o manto protetor da “irmandade maçônica”, que regula o Departamento de Recursos Humano – RH daquela Regional. _____________________________________________________________________ Política de RH¹: APARELHAMENTO NA GESTÃO DE TERCEIRIZAÇÃO DE SERVIÇOS NA PETROBRAS: No idos de 2003, fim do mandato de FHC e inicio do primeiro mandato do Lula, instalou-se na área de RH da Petrobras uma “mão sindicalista” operacionalizada naquela oportunidade pelo chefe da comunicação institucional, Wilson Santarosa, sindicalista incrustado na Estatal a serviços do esquema fraudulento que lá se instalou naquela oportunidade, decorrente do aparelhamento político que se iniciava na Petrobras e que se tornou público nos dias atuais, em face de investigação “Lava Jato” da Policia Federal. A sistemática inicial utilizada para obtenção de “recursos” para suprir as necessidades crescentes do partido do governo e base aliada foi montada segundo uma estratégia facilitadora para incrementação contínua e eficiente do processo de terceirização de serviços na Estatal, gerando cada vez mais “Contratos” assinados, levando ao aumento da base arrecadadora das Contratadas para o “SISTEMA”. Esta estratégia possibilitava a terceirização em grande escala de serviços, abrangendo tanto aqueles de natureza acessórias previstos em lei, como os previstos no Plano de Cargos e Salário da Estatal, ai relacionados os das atividades fins, de cunho estratégico e sigiloso, condição essa indispensável para celebração de uma quantidade crescente de “Contratos de Apoio Técnico” e em contrapartida, obtenção do alargamento da “base arrecadadora” das empresas doadora ao “SISTEMA”. Assim, a missão do Santarosa consistiu naquela oportunidade no “aprimoramento” na Gestão de RH da PB que resultasse na necessidade de incrementação da contratação maciça de mão de obra terceirizada, para prestação de serviços nos escritórios da Estatal na forma de Cessão de Mão de Obra para execução de serviços ate então considerados pertinentes ao Plano de Cargos e Salários da Petrobras, tidos como atividades fins, estratégicas e sigilosas, implicando na condução a uma perversa política de terceirização ilegal colocada em prática ate os dias atuais. Pelo excesso da sistemática de terceirização excessiva implantada na Petrobras a favor do “SISTEMA”, não restavam mais espaços nos Escritórios da Petrobras destinados a novos contratados primeirizados, ainda que a Estatal Petroleira necessitasse desses recursos por conta do crescimento vertiginoso nos negócios da Petrobras na exploração OFFSHORE, no pos sal, e mais a frente no presal. Não demorou muito, passou a ser prática corrente, constar nos contratos uma verba de fornecimento de escritório, com toda infraestrutura para execução de serviços a onerar ainda mais os processos licitatórios para contratação de empresas terceirizadas, com espaços reservados para atuação dos Gerentes da Petrobras comandar a “equipe colocada a disposição da Petrobras” gerando mais uma evidência de terceirização precária e ilegal. No final do Contrato, as facilidades dos escritórios pagos pela Petrobras ficavam com a Empresa Contratada ou aproveitador de plantão da Contratante ou Contratada, redundando em mais uma improbidade a compor a “farra” para as Contratadas ou outros aproveitadores, que deveriam ser questionados pelos órgãos de controles internos e externos, por onerar sobremaneira e indevidamente esses tipos de Contração. A consequência imediata dessa desastrosa sistemática a serviços do “SISTEMA” foi a “Burla aos concursos públicos” e lesão aos direitos constitucionais, onde os aprovados nos certames admissionais através de concursos públicos para ingresso na Estatal Petroleira foram preteridos em larga escala por admissão de terceirizados, não concursados, cedidos como mão de obra para executar serviços listados nos Cargos de Planos de cargos e salários da Petrobras para execução de serviços de atividades fins do seu objeto empresarial. _____________________________________________________________________ Hope RH² – CONTRATAÇÃO FRAUDULENTA DA HOPE RH O contrato bilionário que a Petrobras celebrou com a HOPE-RH, Instrumento Contratual 4600437263 do RSUD/Compartilhado foi prorrogado por negociação direta, quando haveria de ser licitado, tornando-a sucessora de si própria como CEDENTE de mão de Obra à Estatal Petroleira, para execução de serviços de atividades fins, estratégicas e sigilosas definidos no plano de Gestão de RH da Petrobras que mais parece uma “Matéria Negra”, já comprovada pela existência do Bóson de Riggs no LABORATÓRIO EUROPEU DE CERN: todos sabem de sua existência, sem jamais ser visto. Esse Contrato impressiona tanto pelo seu valor 1,3 Bilhões de Reais, quanto pela forma como foi adjudicado por negociação direta com uma empresa, já enquadrada pela Policia Federal como supridora de empresa de Fachada do Sr Alberto Yusseff para abastecimento de Partidos do Governo e de sua base aliada. Por ser de natureza continuada, poderá e certamente será aditivado por ate igual período e o valor base negociado corresponderá no final à cifra de uma Pasadena. Quanto a forma, há que ser considerado os seguintes aspectos: Preliminarmente, devemos entender a necessidade, o objeto e escopo a ser contratado. Esse Contrato decorre da necessidade de obtenção de recursos altamente qualificados a serem colocados a disposição da Petrobras através de empresa entreposta, de forma permanente e contínua, para execução dos seus diversos empreendimentos do seu Plano de Negócio, uma vez que a Petrobras não detém em sua totalidade esses recursos no seu quadro de efetivos, pois absteve de contratar essa mão de obra através de Concursos Públicos. Quando resolveu promover os Concursos Públicos a partir de 2005, o fez, pressionada que foi pelo Ministério Público e não contratou os aprovados na quantidade necessária, não utilizando na devida intensidade a contratação daqueles que se encontravam classificados e alocados no Cadastro de Reserva, por conta do aparelhamento implementado pelo esquema fraudulento instalado na Estatal. Abre-se na atualidade a discussão acerca da legalidade desse tipo de contratação. No momento, tanto o MP e TCU vem questionando a Petrobras nesta sistemática, no sentido de não enquadramento ao que dispõe a legislação que rege a matéria na súmula vinculante 331 e art 37 e CF, inciso II, no que tange a execução de serviços da sua atividade fim, de seu plano de cargos e salários e aqueles de cunho estratégico e sigilosos. A contratação em questão coloca a Hope RH na condição de fornecedor continuado de mão de obra terceirizada à Petrobras, em uma condição imprópria de continuidade e exclusividade, uma vez que essa mesma empresa é a atual fornecedora com idêntico objeto e escopo, em contrato igualmente bilionário, já aditivado por prazo e valor. Em decorrência, podemos observar como impropriedade, a forma como foi colocado no mercado o processo licitatório que culminou com a Contratação da Hope RH na contratação original e a Negociação Direta para extensão de prazo e valor de um Contrato Bilionário sem essa previsibilidade. Em contratação dessa natureza, onde um fornecedor encontra-se mobilizado à décadas, passa a caracterizar uma nefasta continuidade na execução de um objeto contratado em condição extremamente vantajosa, relacionada as demais concorrentes. Constata-se então a falta de competitividade nos certames licitatórios, não havendo como negar o favorecimento do executor, quando questionada pelos órgãos de controle. Esta situação vantajosa decorre exatamente pelo fato da empresa fornecedora encontra-se mobilizada como empresa intreposta para cessão da Mão de obra qualificada à Petrobras, não incorrendo com esse dispêndio na formação de preços e, na condição de vencedora, não incorrerá em custos extraordinários decorrentes de rescisões trabalhistas por dispensa imotivada da equipe. A imperfeição desse processo decorre da terceirização precária caracterizada pela Cessão de Mão de Obra nos Contratos que deveriam ser de prestação de serviços, ou seja: a renovação da contratada nesse modelo implica na obrigatoriedade da manutenção dos executores, incorrendo na impropriedade supramencionada. Ao considerarmos a recente deliberação dos Congressistas de terem votados contra a tercerização de serviços da atividade fins nas Empresas Estatais de Economia Mista referente ao PL 4330 que trata de uma nova configuração legal para a terceirização de serviços no Brasil, requer da Estatal Petroleira de uma alteração na redação do processo licitatório em substituição da atual pratica operacionalizada pela Cessão de Mão de obra nos contratos licitados pela Petrobras. Pelo que podemos perceber nas ações dos congressistas ao ser mantido, a terceirização de serviços nos moldes da atual legislação, em linha com a Súmula 331 do TST e Art 37 da CF, a Petrobras deverá promover no curto prazo, alterações profundas no seu planejamento e em seus procedimentos corporativos. Deverá contratar sua força de trabalho primeirizada para execução das atividades fins, estratégicas e sigilosas e aloca-las no seu Plano de Cargos e Salários. Já para aquelas não consideradas como atividades fins, deverá reformular a atual modelagem de contratação, de forma a possibilitar que seus Contratadores e Membros Constituídos das Comissões de Licitação passem a modular nos processos licitatórios as especificações de serviços, critério de julgamento, planilhas de preços e critérios de medição dos serviços que remetam ao fornecimento de “produtos entregáveis” executados por força de trabalho próprio da Contratada. A Licitante em questão deverá ser cadastrada e especializada na prestação de serviços do objeto a ser contratado e a Petrobras deverá abdicar da exigência contratual ou extracontratual quanto a obrigatoriedade da continuidade dos atuais executores, por mais qualificados e especializados que sejam, sem determinar equipes, histogramas e salários atrelados, pagamentos improdutivos por HH (Homem-Hora), característicos do processo de Cessão de Mão de Obra. Em assim procedendo, a contratação seria conduzida na Estatal com foco na produtividade e com aderência as novas normas licitatórias resultante da PL43330 que será mais adiante transformada em Lei, semelhante o que deveria já ser procedido em obediência a sumula 331 do TST e art 37 da CF, passando a não mais incorrer em riscos de enquadramento em licitação precária e ilegal, burla aos Concursos Públicos, descumprimentos de obrigações trabalhistas e previdenciárias, como vem incorrendo na atualidade



03/07


2015

FBC defende políticas públicas em seminário

Compreender as diferenças regionais do Brasil, para desenvolver políticas públicas que tenham a capacidade de enfrentar as desigualdades, promovendo o crescimento. Esta foi a lógica defendida pelo senador Fernando Bezerra Coelho (PSB) durante o seminário “Diálogo Brasil: Reflexões Sobre a Crise e Caminhos Democráticos”, promovido pela Fundação João Mangabeira (PSB), em parceria com as fundações Astrogildo Pereira (PPS) e Herbert Daniel (PV), hoje, no Recife.

Fernando apresentou recentemente ao Senado uma proposta criando o Plano Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR). Quando ocupou o ministério da Integração Nacional, Fernando coordenou diversas conferências regionais, e uma nacional, para tratar do assunto. O resultado dos debates, promovidos em 2012, apontou para a criação do Plano Nacional de Desenvolvimento Regional, proposta que Fernando Bezerra Coelho apresentou ao Senado no mês passado.

Uma das mais importantes pesquisadoras do país e palestrante do seminário, a economista Tânia Bacelar apresentou gráficos que demonstravam a desigualdade regional do Brasil. Para ela, se não houver um direcionamento no sentido de promover o desenvolvimento nas regiões mais pobres do país, as diferenças podem ser ainda mais aprofundadas. “Precisa ser uma definição política para que isto aconteça”, destacou. A convite do senador, Tânia fará uma palestra na próxima quarta-feira, no Senado Federal, sobre a questão.

O Diálogo Brasil reuniu na capital pernambucana importantes lideranças políticas nacionais, como o vice-governador de São Paulo, Márcio França (PSB), a senadora Marta Suplicy (sem partido-SP), o senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), o governador Paulo Câmara, o prefeito do Recife Geraldo Júlio, o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, os ex-governadores João Lyra Neto e Wilma de Faria (PSB-RN) e o líder socialista na Câmara dos Deputados, Fernando Filho.


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Stampa Midia

03/07


2015

Lobby pela mudança de trajeto da Bioceânica

Por Lauro Jardim – Radar Online

O grupo de trabalho que avalia a criação da megalomaníaca Ferrovia Bioceânica, que liga o Brasil ao Oceano Pacífico, começou a estudar novas possibilidades de trajeto. Quando o Programa de Investimento em Logística do governo foi anunciado, a origem do percurso seria Corumbá, passando pela região Norte e chegando ao Peru.

Agora, o grupo avalia um trajeto que começaria em Campos dos Goytacazes (RJ) e, que sem passar pelo Norte do país, chegaria ao Pacífico. Resta saber que empresário vai investir neste negócio nos próximos quatro anos.


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03/07


2015

Casagrande: Estamos vivendo crises profundas

Da Folha de Pernambuco

Durante sua fala no encontro “Diálogo Brasil: Reflexões sobre o Brasil e os Caminhos Democráticos”, promovido pela Fundação João Mangabeira, o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), criticou os direcionamentos do Governo Federal. “Estamos vivendo crises profundas que, infelizmente, foram provocadas por ação nefasta de quem governa”, disparou.

Casagrande participa do evento que reúne a cúpula do PSB, no Hotel Golden Tulip, em Boa Viagem. O evento é promovido em parceria com as fundações Astrojildo Pereira, Herbert Daniel e 1º de Maio. A senadora Marta Suplicy (sem partido), que flerta com o PSB, não participou da abertura do encontro, mas integra a lista dos presentes.


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Comentários

R.Soares

o governador do ES é paulo hartung



03/07


2015

Moro: nem todo cão merece pedrada

O juiz Sergio Moro negou que seu objetivo com a operação Lava Jato seja prender o ex-presidente petista Luiz Inácio Lula da Silva. O juiz comentou rumores a esse respeito, disse que julga de acordo com as provas que lhe chegam e que não consegue responder formalmente a tudo que se fala sobre a Lava Jato. "Não se pode jogar uma pedra em todo cão que ladra", afirmou.

Moro disse que o juiz tem um papel reativo e não participa de estratégias de investigação e reiterou que o que chega às suas mãos é julgado de acordo com as provas apresentadas no processo.

O juiz foi questionado sobre os comentários da presidente Dilma Rousseff sobre não respeitar delatores, mas preferiu não responder. "Acho que a presidente merece respeito da parte minha e de todas as pessoas. Não me sentiria confortável em rebater um comentário da presidente", disse.

Toda vez que é perguntado sobre seus planos para depois da Lava Jato, Sérgio Moro diz que a prioridade é "tirar longas férias". Moro não quis responder porque usa sempre roupas pretas, onde seriam as férias e outras perguntas de cunho pessoal dizendo que não é "celebridade".


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Naipes Consultoria

03/07


2015

Roberto D Ávila elogia Moro


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Onodera Estética

03/07


2015

Moro: "Não sou nenhuma besta-fera"

O juiz Sergio Moro disse, há pouco, que aceitou participar do seminário internacional de jornalismo para tentar desmistificar a fama de mau. "Não sou nenhuma besta-fera", afirmou. Ele disse que estão superdimensionando o seu papel na operação lava jato e que é nela apenas uma das peças da engrenagem.

Na palestra feita tipo entrevista pelo jornalista Roberto D Ávila no seminário internacional de jornalismo investigativo, o juiz Sergio Moro disse que tem procurado dar publicidade as suas ações para democratizar o acesso à informação. Revelou que se considera um juiz independente e que toda decisão tomada sobre a operação tem sido sustentada e amparada na lei.

Ressaltou ser o juiz de primeira instância do caso e que suas decisões podem sofrer contestações na instância superior. Sobre Lula, disse que não é verdade que vem atuando no sentido de envolvê-lo no processo. Atribuiu isso ao noticiário de má-fé e que não caberia a ele passar o tempo inteiro desmentindo boatos e especulações.

Moro afirmou que vê com preocupação a polarização excessiva das discussões sobre corrupção no Brasil. "Vejo com preocupação quando o debate cai para um nível ofensivo. Seja contra acusados, contra o PT ou contra mim", disse Moro, lembrando de ofensas que já sofreu. Perguntado pelo moderador do evento se já havia sofrido ameaças, disse que não concretamente, mas que tomava precauções.


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Comentários

ObservatorioDoPovo

Não é bom juiz midiático. Na minha modesta opinião, juiz deve fugir dos holofotes e das câmeras e falar apenas nos autos . Juiz midiático acaba transformando os casos que julga em verdadeiros fla-flu\'s. Quem perde é a justiça


Vila Fest

03/07


2015

Cúpula do PSB se reúne em evento no Recife

Da Folha de Pernambuco

Começou, há pouco, o encontro “Diálogo Brasil: Reflexões sobre o Brasil e os Caminhos Democráticos”, promovido pela Fundação João Mangabeira, no Hotel Golden Tulip, em Boa Viagem. O evento, que reúne os principais nomes da executiva do PSB, é promovido em parceria com as fundações Astrojildo Pereira, Herbert Daniel e 1º de Maio.

Estão presentes, além do governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), e o prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), o presidente nacional da sigla, Carlos Siqueira, o vice-presidente de relações governamentais, Beto Albuquerque, o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, e o vice-governador de São Paulo e primeiro secretário nacional de finanças do PSB, Márcio França. A ex-primeira-dama de Pernambuco Renata Campos também participa do encontro. A senadora Marta Suplicy (sem partido), também participa do evento.

Na ocasião, Paulo Câmara apresentará o modelo de gestão implantado em Pernambuco. O seminário vai discutir o “Desenvolvimento Regional e o Pacto Federativo”.


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