Agência Comunicação

26/06


2016

Jornalistas podem ser condenados por falta a audiência

Aumentou o número de ações contra jornalistas do Paraná e o Jornal Gazeta do povo que divulgaram os rendimentos de juízes e integrantes do Ministério Público. A ministra Cármem Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, disse que juízes, que são parte interessada em uma ação, não deveriam ser os mesmos a julgar o caso. O jornalista Chico Marés e outros quatro profissionais do jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, correm o risco de ser condenados por terem faltado uma audiência na Justiça nesta sexta-feira (24). O problema é que, praticamente no mesmo horário, eles tinham uma outra audiência, só que a quase 400 quilômetros de distância. “Fisicamente impossível. A não ser que a gente se teletransportasse de um lugar para o outro, não teria como comparecer àss duas ao mesmo tempo”, diz Marés.

Os cinco profissionais foram processados por magistrados do Paraná por terem publicado em fevereiro deste ano reportagem sobre a remuneração deles. Com base em dados oficiais e públicos, os jornalistas mostraram que eles ganharam, em média, mais de R$ 500 mil em 2015.

Os juízes querem indenização por danos morais e entraram com 41 ações em várias comarcas do estado. Isso obriga os cinco profissionais a viajar cada vez que uma audiência é marcada. Desde abril, eles já percorreram mais de 9 mil quilômetros, o que corresponde à distância entre Curitiba e o Canadá. “O que está em questão aqui não é se eles têm ou não direito a entrar na Justiça, mas sim a forma que eles entraram na Justiça que é uma agressão mesmo, uma agressão à gente, ao nosso trabalho, à Gazeta do Povo e, sobretudo, à liberdade de imprensa”, afirma Marés.

A Gazeta do Povo entrou com uma reclamação no Supremo Tribunal Federal, mas a liminar foi indeferida. O jornal recorreu e ainda aguarda o resultado. Nesta sexta (24), a ministra do STF Cármem Lúcia  falou sobre o caso durante um congresso internacional de jornalismo investigativo. Ela disse que os magistrados são parte interessada e por isso não podem julgar o caso.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Sopranor 5

26/06


2016

Polícia indicia 14 por queda de ciclovia no Rio

Do blog de Sidney Rezende

A Polícia Civil do Rio de Janeiro indiciou quatorze pessoas pela queda de trecho da Ciclovia Tim Maia, na Avenida Niemeyer, no dia 21 de abril. O acidente deixou duas vítimas fatais: Eduardo Marinho Albuquerque de 54 anos, e Ronaldo Severino da Silva, de 60. O inquérito aponta negligência dos envolvidos, pela inobservância de cuidados na realização dos projetos básico, executor e fiscalizador da obra.

Foram indiciadas sete pessoas da Empresa Geo Rio: Fábio Lessa Ribeiro, Juliano de Lima, Geraldo Batista Filho, Marcus Bergman, todos membros da Diretoria de Estudos e Projetos, da Comissão de fiscalização, o geólogo Élcio Romão Ribeiro, Ernesto Ribeiro Mejido e Fabio Soares Lima.

Do Consórcio Concremat/Concrejato foram seis os indiciados: Ioannis Saniveros Neto, Marcelo José Ferreira de Carvalho, Jorge Alberto Schnneider, Fabrício Rocha Souza, Nei Araújo Lima, projetista terceirizado pelo consórcio, Claudio Gomes Castilho Ribeiro, responsável técnico e sócio da Engemolde.

Da Subsecretaria Municipal de Defesa Civil foi indiciado o coordenador técnico Luís André Moreira Alves, por falta de plano de contingenciamento para a interdição da ciclovia em caso de ressaca.

A Ciclovia Tim Maia foi inaugurada em 17 de janeiro deste ano, ao custo de R$ 44 milhões. Ela liga Ipanema ao bairro de São Conrado, beirando o mar, e faz parte de um grande traçado cicloviário possibilitando que uma pessoa possa pedalar desde o centro do Rio até o Recreio dos Bandeirantes.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

TCE

26/06


2016

Brasil ganha com a saída do Reino Unido da UE

Ilimar Franco – O Globo

Embaixadores brasileiros avaliam que a saída do Reino Unido é benéfica para o Brasil. Ele dizem que 'uma Europa unida e forte nunca será de nosso interesse geopolítico'. Afirmam que quanto menos forte for o Norte, tanto menos pior será para o Sul. Ocorre que os europeus, em geral, atuam em conjunto, sobretudo quando a articulação é comandada pelo Reino Unidos e pelos Estados Unidos. Essa ação conjunta serve para levantar barreiras contra os emergentes nos setores em que eles são mais competitivos. 

A fragilidade da União Europeia, afirmam, pode tornar mais rápidos os acordos isolados do Brasil com os países europeus. Mas não se pode prever quais vantagens o país poderia obter diante de sua própria fragilidade política, institucional e econômica. Nesse contexto, talvez fosse melhorar dar musculatura ao Mercosul para obter maiores concessões e vantagens no diálogo comercial e econômico com os europeus.

Se o governo Temer priorizar negociações isoladas com a União Europeia, terá como concorrentes os demais integrantes do Mercosul, que também poderão fazer negociações individuais. O exemplo do que poderia ocorrer é a integração do Chile ao Tratado de Livre Comércio do Pacífico. Por isso, é uma incógnita saber o que o Brasil ganhará com diversos acordos bilaterais. Muitos são os que consideram que juntos (Mercosul) somos mais fortes. Isso, a despeito de divergências e tensões nos países que integram o bloco. O que, aliás, também ocorrem, como se viu no referendo do Reino Unido.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Banner - Hapvida

26/06


2016

Condenados 4 acusados de tentar matar ministro do STJ

Do G1 AM, com informações da Rede Amazônica

Quatro réus acusados de uma tentativa de homicídio qualificado contra o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Mauro Marques Campbell, foram condenados neste sábado (25), em Manaus. O crime ocorreu em dezembro de 2006. O ex-procurador geral Vicente Augusto Cruz de Oliveira, que seria o mandante do crime, não foi julgado pois aguarda análise de um recurso da defesa. O júri teve início na manhã da sexta-feira (24). O juiz Anésio Pinheiro anunciou a sentença por volta das 14h deste sábado (25).

Maria José Dantas da Silva, ausente no julgamento, foi condenada a 14 anos de reclusão; Lenilson Braga da Silveira, a 15 anos e 6 meses; Osvaldo Silva Bentes, a 12 anos e 6 meses; e Jane da Silva Santos a 15 anos e 6 meses. A defesa de Maria Silva e Osvaldo Bentes deve recorrer da decisão em instância superior.

Segundo a denúncia do Ministério Público, o mandante do crime seria o ex-procurador-geral de Justiça do Amazonas, Vicente Cruz. Ele não foi julgado pois a segunda Vara do Tribunal do Júri ainda aguarda uma análise de um recurso da defesa. Cruz, chegou a ficar 3 dias detido no antigo gabinete dele em janeiro de 2007.

Outro réu do processo, Elson dos Santos Morais, também não foi submetido a julgamento nesta sexta, porque recorreu da acusação. De acordo com as investigações, a motivação do crime - ocorrido há 10 anos - teria sido a disputa eleitoral entre os ex- procuradores pelo cargo de procurador-geral de Justiça do estado.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


26/06


2016

A progressão do absurdo

Carlos Chagas

Entre tantos projetos tirados do texto chamado pelo PMDB de salto para o futuro, na verdade indecente mergulho no passado, desponta uma homenagem ao absurdo. A proposta é para proibir nos diversos planos do ensino, até o universitário, que nas aulas os professores dediquem espaço e tempo para debater a conjuntura política. Estarão livres para ensinar História, Geografia, Matemática e Literatura, mas nada a respeito do impeachment, da reforma da Constituição, do combate à corrupção, da roubalheira na Petrobras e das atividades do juiz Sérgio Moro.

A justificativa é para o magistério não influenciar a opinião dos jovens, quaisquer que sejam. Uma forma de não favorecer partidos políticos e ideologias variadas.

Tamanha ignorância raras vezes é registrada, mas o projeto faz parte das reformas pretendidas pelo governo Michel Temer, junto com a supressão de direitos trabalhistas, a redução salarial, a prevalência do negociado sobre o legislado e outras agressões aos direitos sociais.

O pior é que tamanha insensatez entra na corrente do retrocesso anunciada antes mesmo da degola da presidente Dilma Rousseff e da ascensão de seu vice-presidente ao poder, uma espécie de ensaio geral para o retorno do neoliberalismo.

Até agora todas essas propostas vem sendo aprovadas pela maioria parlamentar que respalda a nova ordem. É o desmonte do estado social que, apesar do fracasso do modelo implantado pelo PT, ainda mantinha certas conquistas que vinham funcionando desde o tempos de Getúlio Vargas. Triste é não haver reação da parte das forças  ditas progressistas. As centrais sindicais permanecem em silêncio, de braços cruzados. Escafederam-se os partidos que um dia defenderam mais direitos para a população, inclusive o maior de todos, de debater seu próprio destino.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Odonto Personalité

25/06


2016

Cunha não poupa adjetivos para definir ação de Janot

“Absurdo, assustador, inacreditável, absolutamente despropositado, policialesco, ilegal, inconstitucional, exorbitante, ilógico, desproporcional, excessivo, verdadeira aventura jurídica”. Esses foram alguns dos termos usados pela defesa do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para criticar o pedido de prisão feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Na petição, a defesa faz ainda outros duros ataques a Janot. Diz, por exemplo, que o pedido de prisão é baseado em notícias de jornal, conjecturas de comentaristas e “falácias levantadas pela mídia”.

Já o presidente em exercício Michel Temer disse em entrevista coletiva que “não fixa prazo” para o fim da operação “lava jato”, mas ressalvou que a operação não vai durar dez anos ou ficar aí resto da vida. Temer afirmou que as investigações devem prosseguir “enquanto irregularidades” e que ninguém interfere nos seus trabalhos, pois a operação “está passando o Brasil a limpo”. 


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Naipes

25/06


2016

Ação na casa de Gleisi foi legal, diz procurador

O procurador Rodrigo De Grandis negou que a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal no apartamento funcional da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) tenha sido ilegal, como disse o Senado. Segundo o procurador, as buscas são válidas porque se restringiram a itens relacionados a Paulo Bernardo e não tiveram como objetivo investigar a senadora, que tem foro por prerrogativa de função. 

Preso na operação "lava jato", o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró deixou a prisão nesta sexta-feira (24/6), como parte de seu acordo de delação. Ele vai cumprir prisão domiciliar em Petrópolis (RJ). Devido ao seu acordo, o ex-diretor teve que se desfazer de todos os seus imóveis, incluindo o apartamento onde vivia, em Ipanema. Devolveu R$ 825 mil, mais um milhão de libras e outros US$ 495 mil que estavam em offshores, além de 10 mil ações da Petrobras.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Sesi 4.0

25/06


2016

Ministro de Temer condenado por pedaladas fiscais

O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União pediu que Dyogo Henrique de Oliveira, ministro do Planejamento do governo Michel Temer, seja inabilitado por até oito anos para o exercício de funções de confiança no serviço público em razão das “pedaladas fiscais”. O entendimento é que Dyogo teve responsabilidade na infração fiscal praticada no governo Dilma Rousseff. O parecer do MP foi concluído nesta sexta-feira (24/6) e integra o processo no TCU que investiga as “pedaladas” praticadas até 2014. 

Para o MP, também devem ser responsabilizados outros nomes do governo Dilma: os ex-ministros da Fazenda Guido Mantega e Nelson Barbosa; o ex-secretário do Tesouro Arno Augustin; o ex-presidente da Caixa Jorge Hereda; o ex-presidente do BNDES Luciano Coutinho; o ex-presidente do Banco do Brasil Aldemir Bendine; o ex-presidente do Banco Central Alexandre Tombini; Túlio Maciel, chefe do Departamento Econômico do BC; e os ex-funcionários do Tesouro Marcus Aucélio e Marcelo Pereira de Amorim.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Senai 4.0

25/06


2016

Esquema de Paulo Bernardo se mantém, diz PF

A senadora Gleisi Hoffmann com o marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, preso na quinta-feira

Do Estadão

A Polícia Federal e a Procuradoria da República descobriram que o fundo Consist – cujo mentor e beneficiário maior teria sido o ex-ministro Paulo Bernardo (Planejamento/Governo Lula e Comunicações/Governo Dilma) – continuou operando mesmo depois da deflagração da Operação Pixuleco II, em agosto de 2015, quando foram presos um lobista e um advogado sob suspeita de serem os operadores do esquema de desvios milionários sobre empréstimos consignados.

Paulo Bernardo, preso na quinta-feira (23) na Operação Custo Brasil, deixou o governo Dilma em 2015. A investigação mostra que, mesmo depois da saída dele do Ministério das Comunicações, o fundo Consist ainda se mantém ativo.

"Há indícios de que havia uma permanência da organização criminosa e, mesmo após cessarem os cargos públicos esse esquema ainda se mantém em diversos locais, uma gama de contratos ainda está em vigor e diversas pessoas têm uma força política grande", declarou o procurador da República Andrey Borges de Mendonça, da força-tarefa da Operação Custo Brasil.

Deflagrada na quinta-feira, a Custo Brasil culminou com a prisão do ex-ministro e de mais dez investigados por suposto desvio de R$ 100 milhões no âmbito dos consignados.

Na sexta-feira (24), o procurador defendeu a manutenção da ordem de prisão preventiva de Paulo Bernardo. "Além de casos de tentativa de obstrução da investigação, o Ministério Público Federal entende que a prisão, embora medida excepcional, se faz necessária para neutralizar esse risco, seja de reiteração, seja de novas condutas fraudulentas. E mais: esse valor (desviado) tem que ser recuperado. A finalidade do processo penal também é recuperar o patrimônio obtido ilicitamente. Essa é uma finalidade do processo penal e a aplicação da lei penal, nesse sentido, é de recuperar parcela desses valores."

Quando aponta "casos de tentativa de obstrução da investigação", o procurador da Custo Brasil se refere ao detalhe de que, após a Pixuleco II, que prendeu o ex-vereador do PT de Americana (SP) Alexandre Romano, o Chambinho – suposto lobista da organização criminosa que desviou R$ 100 milhões dos consignados, dos quais R$ 7,1 milhões teriam sido destinados a Bernardo –, houve registros de "atitudes fraudulentas para induzir em erro a Justiça".

Naquela mesma ocasião, agosto de 2015, foi alvo de buscas o escritório do advogado Guilherme Gonçalves, em Curitiba, apontado como repassador de propinas a Paulo Bernardo e pagador de contas eleitorais da senadora Gleisi Hoffmann (PT/PR), mulher do ex-ministro.

A petista é investigada no Supremo Tribunal Federal (STF), Corte máxima que detém competência para processar políticos com foro privilegiado.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


25/06


2016

Aécio: acusações de delator são falsas e absurdas

O senador Aécio Neves, então governador de MG, durante visita às obras da Cidade Administrativa, em 2009

Folha de .Paulo

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) disse em nota à Folha que desconhece os relatos feitos pelo empresário Léo Pinheiro sobre suposta propina em sua administração e que considera as declarações "falsas e absurdas". A nota afirma que acusações como essas precisam de provas, "sob o risco de servirem apenas a interesses outros que não os da verdade". O senador afirma estranhar o que chama de vazamento "deste trecho" da delação de Pinheiro, da OAS, que o cita como beneficiário de propina.

Segundo nota enviada pela assessoria de imprensa do senador, as obras da Cidade Administrativa foram contratadas por R$ 948 milhões em 2007 e tiveram custo final de R$ 1,26 bilhão, em 2010. Entre as razões do aumento está a construção de um túnel que não estava previsto no projeto inicial e que demandou uma nova licitação.

O comunicado aponta que os aditivos firmados na construção da Cidade Administrativa mineira "corresponderam a 10% do valor inicial, percentual inferior aos 25% autorizados pela Lei 8.666 para obras públicas".

A assessoria de Aécio reitera que "a obra foi conduzida com absoluta transparência e controle da sociedade", inclusive com aprovação de órgãos de controle do Estado. A nota afirma ainda que, antes da abertura da licitação, os editais foram submetidos a avaliação prévia do Ministério Público e do Tribunal de Contas do Estado.

"Todas as especificações técnicas do projeto tiveram acompanhamento e monitoramento da empresa de auditoria externa, atestando e assinando juntamente com a gerência da obra", diz a nota divulgada.

Sobre a OAS, a assessoria do senador diz que a empreiteira apresentou um pedido de revisão nos valores a serem pagos quando a Cidade Administrativa foi finalizada, o que foi negado pela empresa que administrava a obra.

Segundo a assessoria de Aécio, a participação da OAS na obra foi de cerca de R$ 50 milhões, metade do valor obtido pela Folha. A decisão de dividir a construção em três lotes se deu para "baratear os custos de execução e abrir espaço para participação de mais empresas", de acordo com a assessoria.

Sobre o avião utilizado pelo senador, a assessoria afirma que a aeronave não pertencia a Oswaldo Borges, mas à família dele.

Questionada a respeito do uso do Rolls-Royce do empresário, a nota diz que Borges é "reconhecido colecionador de carros" e emprestou veículos de seu acervo para a posse dos governadores Aécio Neves e Antonio Anastasia, ambos do PSDB.

A assessoria de imprensa de Aécio não quis se pronunciar sobre os relatos de Borges ter atuado como "tesoureiro informal" das campanhas do tucano.

Procurado, o empresário Oswaldo Borges da Costa Filho não atendeu as ligações nem ligou de volta para a reportagem. A Folha pediu ajuda à assessoria de Aécio para contatá-lo, sem sucesso.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


25/06


2016

O exemplo que vem do sertão

Por Julio Lossio 

Em momentos de discursão de super faturamento de cachês no São João de Caruaru, de denúncias envolvendo a EMPETUR, vem de Petrolina exemplos de superação e inovação. Em 2012, a Prefeitura de Petrolina se viu envolvida em em acusações de superfaturamento do evento. O que se viu após foi uma verdadeira revolução nos conceitos que envolvem a realização de eventos. 

O primeiro passo foi fazer um diagnóstico para identificação dos problemas com proposta de soluções. 

CUSTO DAS ATRACÕES 1.

As atrações não sobem ao palco sem receber antes o pagamento. Os tribunais, por sua vez, orientam que só se deve pagar o serviço após sua execução. 

2. Surge a figura da empresa que faz a intermediação do evento , paga a atração para depois receber da Prefeitura. Esse movimento gera aumento considerável do custo já que ocorre bi tributação e o lucro embutido pela empresa que faz intermediação. 

Em Petrolina , desde o São João de 2014 a Prefeitura inovou com algumas medidas dentre as quais destacamos: concessão do espaço de eventos à iniciativa privada que fica responsável pela montagem de toda estrutura ( palcos , fechamentos , banheiros , camarotes , barracas). 

A concessionária explora economicamente as áreas privadas de camarotes, aluguel de barracas, captação de patrocínios. A Prefeitura arca com o custo das atrações que são contratadas de forma direta. A Secretaria de Financas municipal monta um escritório no local do evento e cada atração recebe seu cachê ao término da apresentação. 

A entrada no pátio de eventos, de cerca de 20 mil metros quadrados para grande área de pista, é gratuita. Assim, enquanto Caruaru tem São João com custos da ordem de R$ 12 milhões, Petrolina, ao buscar as parcerias, reduziu seu custo para ordem R$ 6 milhões e realiza hoje a festa de São João com melhor quadro de atrações do Brasil .


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Arcoverde 4

25/06


2016

Sócio da OAS: propina a Aécio na Cidade Administrativa

José Aldemário Pinheiro Filho, o Léo Pinheiro, em depoimento à CPI da Petrobras em maio de 2015

Folha de S.Paulo – Mário Cesar Carvalho e Bela Megale

O empreiteiro Léo Pinheiro, sócio e ex-presidente da OAS, vai relatar, com base em documentos, que pagou suborno a auxiliares do então governador de Minas Gerais, o hoje senador Aécio Neves (PSDB), durante a construção da Cidade Administrativa. Aécio nega com veemência que tenha recebido qualquer recurso ilícito e que tenha havido irregularidades na obra —leia mais a respeito da nota enviada pelo senador mineiro a seguir.

Trata-se da mais cara obra do tucano nos oito anos em que permaneceu à frente do Estado, entre 2003 e 2010.

O relato de Pinheiro sobre o centro administrativo, um complexo inaugurado em 2010 para abrigar 20 mil funcionários públicos, faz parte do acordo de delação premiada que está sendo negociado com procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato de Curitiba e Brasília. O acordo ainda não foi assinado.

Conhecido como Oswaldinho, ele é apontado por tucanos e opositores como o tesoureiro informal de seguidas campanhas de Aécio, entre 2002 e 2014.

Aécio nega com veemência que tenha recebido qualquer recurso ilícito e que tenha havido irregularidades na obra —leia mais a respeito da nota enviada pelo senador mineiro a seguir.

Ele não comentou, no entanto, os relatos de que Oswaldo teria sido seu tesoureiro informal.

Estimada em R$ 500 milhões, a obra da Cidade Administrativa foi orçada em R$ 949 milhões, mas acabou custando R$ 1,26 bilhão, segundo documentos do governo de Minas obtidos pela Folha, mas que a atual administração, do PT, não comenta.

Esse foi o custo das obras de engenharia; com mobiliário e outros itens, o gasto total alcança R$ 2,1 bilhões, ainda de acordo com os dados obtidos pelaFolha.

Junto com Odebrecht e Queiroz Galvão, a OAS fez um dos três prédios do complexo, o Edifício Gerais. No consórcio, a Odebrecht era a líder, com 60% do valor do contrato. A OAS respondia por 25,71% e a Queiroz Galvão, por 14,25%.

Como a OAS recebeu R$ 102,1 milhões, os 3% da suposta propina seriam equivalentes a pouco mais de R$ 3 milhões.

O CONTATO

Oswaldo é contraparente de Aécio: ele é casado com uma filha do padrasto do senador, o banqueiro Gilberto Faria (1922-2008). Tanto tucanos como opositores em Minas contam que o auxiliar atuou como tesoureiro informal das campanhas de Aécio para o governo de Minas, para o Senado e para a Presidência.

Após vencer a eleição para o governo em 2002, o tucano colocou-o para presidir a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais, uma empresa pública dona de mineradoras, hotéis e fontes de água mineral.

Foi essa empresa, chamada Codemig, que fez a licitação em 2007 e cuidou da obra da Cidade Administrativa, o que foi considerado incomum, já que Oswaldo teve papel na arrecadação da primeira campanha de Aécio ao governo mineiro.

A família de Oswaldo também é proprietária de uma empresa de táxi-aéreo que é dona de um jatinho Learjet que foi usado por Aécio.

Ele tem uma coleção de carros raros, entre os quais um Rolls-Royce que Aécio costumava usar quando era governador. A joia da coleção, no entanto, é um Bugatti 1938.

Léo Pinheiro relatou a investigadores da Lava Jato que tem provas do caminho que o dinheiro percorreu até chegar ao assessor do tucano.

A LISTA

Oswaldo também é citado numa lista da Odebrecht na qual aparecem 316 políticos que teriam recebido propina, segundo a Polícia Federal. Ao lado do nome dele, aparece o nome de um diretor da Odebrecht em Minas e a mensagem de que o grupo viabilizaria uma doação de R$ 15 milhões para "Mineirinho", codinome que a PF está investigando para saber quem é.A anotação é de setembro de 2014, quando Aécio disputava a eleição presidencial que foi vencida por Dilma Rousseff (PT).

A OBRA

Os primeiros esboços da Cidade Administrativa foram apresentados por Oscar Niemeyer em 2004, mas a obra só foi iniciada em 2007.

O complexo causou polêmica porque deslocou um contingente de 30 mil pessoas (20 mil funcionários e 10 mil visitantes) para uma área que fica a 20 quilômetros do centro de Belo Horizonte.

Inaugurado em 2010, o lugar é repleto de superlativos, de acordo com a propaganda do governo mineiro à época da inauguração. A obra foi anunciada como o maior prédio em construção na América naquela época, com o maior vão-livre do mundo.

Quatro inquéritos foram abertos para apurar possíveis irregularidades na obra. Um deles investiga se houve conluio entre as nove empreiteiras que fizeram a obra.

A assessoria de Aécio nega que tenha havido irregularidades nesse processo. O Ministério Público não soube informar o estágio atual das investigações ou se alguma das apurações já foi encerrada


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Bm4 Marketing (Polítíco)

25/06


2016

Processos contra Lula são reativados pelo juiz Moro

Liberado pelo Supremo tribunal Federal (STF), o juiz da Operação Lava Jato, Sérgio Moro, decidiu reabrir rigorosamente todas as investigações envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em supostos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro na compra e reforma de imóveis, em recebimentos por palestras e em doações ao Instituto Lula. São inquéritos e processos relacionados a buscas e apreensões e quebras de sigilos que têm como alvo o ex-mandatário petista. O despacho do magistrado aconteceu na sexta-feira (24), em Curitiba, sede da investigação original do escândalo de desvios na Petrobrás.

As investigações apuram supostos atos de lavagem de dinheiro na compra e reforma do sítio de Atibaia (SP), no negócio do tríplex do Condomínio Solaris, no balnerário do Guarujá (SP), nos pagamentos para a LILS, empresa de palestras do ex-presidente, e nas doações para o Instituto Lula, entre outros.

“O eminente ministro Teori Zavascki determinou, acolhendo parecer do exmo. procurador-geral da República, a devolução do inquérito. Tendo os autos retornado, traslade-se para estes autos cópia do parecer apresentado no Inquérito 4220 e cópia da decisão de 13 de junho de 2016 na Reclamação 23.457”, despachou Moro, juiz de primeira instância.

O STF, por determinação do ministro Teori, havia decretado a suspensão da tramitação das investigações contra Lula em liminar que acolheu pedido da defesa do ex-presidente, que questionou a competência da força-tarefa em primeiro grau judicial de conduzir os casos.

Alguns dos inquéritos, como o da compra do Sítio Santa Bárbara, em 2010, e da reforma executada no imóvel pela Odebrecht, OAS e pelo pecuarista José Carlos Bumlai, estão em fase final, prontos para serem transformados em denúncia formal.

Moro ordenou, porém, que “deverá ser observado o sigilo decretado pelo STF”, em procedimento de quebra que resultou na interceptação telefônica que captou conversas de Lula com a então presidente, hoje afastada, Dilma Rousseff, um dia antes de ser nomeado por ela ministro da Casa Civil. A prova foi invalidada por Teori. “Ressalve-se, por óbvio, o diálogo datado de 16 de março de 2016, entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a Exma. Presidente da República Dilma Rousseff, atualmente afastada, já que invalidado”, reforça Moro.

Desde o início das investigações, o Instituto Lula e os advogados defendem que ele nunca praticou qualquer ato ilícito. O Instituto e a defesa reafirmam enfaticamente que o tríplex do Guarujá e o sítio Santa Bárbara, de Atibaia, não pertencem a Lula. Os valores recebidos pela LILS são relativos a palestras realizadas pelo ex-presidente.  (BR 247)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Petrolina 3

25/06


2016

Paulo destaca exemplo deixado por Ivens Dias Branco

Nota de pesar

“Seu Ivens fez história no Brasil por seu empreendedorismo e construiu, a partir do Nordeste, uma das mais importantes empresas alimentícias do País. Foi um empresário que sempre acreditou na força do trabalho persistente e da inovação. Fica o seu exemplo de tenacidade para as novas gerações. Me solidarizo com seus familiares e amigos”.

Paulo Câmara
Governador de Pernambuco


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


25/06


2016

Noite de São João com Homenagem a Osvaldo Coelho

A oitava noite do São João do Vale consagrou ainda mais o evento que  já é marca registrada no Vale do São Francisco.O show do cantor Flávio Leandro trouxe todas as homenagens ao ex-deputado Osvaldo Coelho, relembrando seu nome através da música Chuva de honestidade. Com autentico forró pé de serra, Flávio Leandro não fugiu à tradição, e encantou um público estimado em cerca de 80 mil pessoas na noite de sexta, 24, e trouxe ao palco principal um repertório marcado pelo xote, forró e baião.

Em  entrevista, o cantor disse que esse show mexeria com suas emoções,por que o homenageado era seu amigo particular e que tinha em Osvaldo Coelho uma referência de honestidade e trabalho pelo povo nordestino . “ Estou emocionado. Confesso que me segurei para não ir às lágrimas lembrando-me de  Dr. Osvaldo Coelho. Essa noite reporta à lembranças boas, de  minha história com Petrolina . Essa festa tem uma  força  de cultural e tradição. Essa  estrutura montada aqui no Pátio Ana das Carrancas, prova que a cidade é um polo de atrações gigantescas. Por tudo isso eu parabenizo a prefeitura de Petrolina”, frisou.

E a alegria continuou com os shows de Mano Walter, Marília Mendonça. A dupla, Henrique & Juliano, subiu ao palco com o sertanejo romântico e fez o público cantar todas as músicas do repertório. Neste sábado (25), o Forró da Espora terá Clavesol, Coquinho Neves e Kuarteto de 3, Afonso Elias e Banda,  Alcimar Monteiro, Zezinho da Ema e Sérgio do Forró.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Coluna do Blog
TV - Blog do Magno
Programa Frente a Frente

Aplicativo

Destaques

Publicidade

Opinião

Publicidade

Parceiros
Publicidade
Apoiadores