Governo de PE

18/05


2019

Derrubar o capitão? A gente não vai deixar

Bolsonaro compartilhou uma espécie de artigo, intitulado “texto apavorante”, que dissemina a tese de que o “sistema” se uniu para não deixá-lo governar. Ele o fez após receber informações de que as convocações para ato em sua defesa estavam ganhando corpo. Assim como na campanha, o principal vetor da mobilização é o WhatsApp.

O presidente foi abastecido por aliados com as mensagens que estavam circulando. Em um áudio, um caminhoneiro diz ter se dado conta de que “a parte podre do Congresso —Câmara e Senado—, mais o STF com o apoio da Rede Globo, estão se unindo para tentar derrubar o capitão”. “E a gente não vai deixar”, ele conclui.  (Painel - FSP)


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Fernandes

bolsonaro está encurralado por uma relação desgastada com o Congresso, suspeita que atingem um dos seus filhos Fláluxa, e manifestações populares contra seu bizonho governo


Governo de PE

18/05


2019

Bolsanariano e o STF: “Àqueles 11 togados de merda”

Daniela Lima – Painel – Folha de S.Paulo

texto distribuído por Jair Bolsonaro a aliados foi lido por dirigentes de partidos como um sinal de que o presidente acenou à radicalização para voltar a comandar a cena política. A mensagem foi interpretada como uma tentativa de incendiar convocatória que circula nas redes bolsonaristas para ato em defesa dele, contra o Congresso e o Supremo, dia 26. Em áudio que chegou ao Planalto, um caminhoneiro fala em mostrar força à Câmara, ao Senado e “àqueles 11 togados de merda”

Bolsonaro compartilhou uma espécie de artigo, intitulado “texto apavorante”, que dissemina a tese de que o “sistema” se uniu para não deixá-lo governar. Ele o fez após receber informações de que as convocações para ato em sua defesa estavam ganhando corpo. Assim como na campanha, o principal vetor da mobilização é o WhatsApp.


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Congresso Nordestino de Educação Médica

18/05


2019

Governistas lavam roupa suja na rede

Os tropeços entre aliados do governo na votação da Medida Provisória 870, que enxugou o número de ministérios, expôs mais um embate para além dos já expostos pelo líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo, e o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. O mais recente é entre a líder do governo no Congresso, Joice Hasselman (PSL-SP), e a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP), que, na noite de sexta, 17, cobrou da colega pelo Twitter “responsabilidade” para “consertar” a MP no plenário. Na sequência de tuítes, Carla sai em defesa de Vitor Hugo ao acusar Joice de “boicotar” o líder do governo.

“Por que Joice Hasselman finge não haver um elefante na sala? Por que não defende o Coaf com Sérgio Moro?”, questiona a parlamentar que, na quinta, já expusera sua artilharia contra o ministro da Casa Civil.

Joice contra-ataca, dizendo-se “inteligente, já vc…”. A aliada de Onyx ainda justifica esse silêncio nas redes com o argumento de que “sabe fazer conta, conheço matemática básica e logo sei que sem a maioria não se aprova nada. Porque estou preocupada com o país e não com curtidas em tuítes ou lives”. (Estadão - BR 18) 


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18/05


2019

A ameaça de Bolsonaro

Ao 'contar com a sociedade' para enfrentar o 'sistema', Jair Bolsonaro repete o roteiro de outros governantes que, despreparados para a vida democrática, flertaram com golpes em nome da 'salvação' nacional.

O Estado de S.Paulo - EDITORIAL

O presidente Jair Bolsonaro considera impossível governar o Brasil respeitando as instituições democráticas, especialmente o Congresso. Em sua visão, essas instituições estão tomadas por corporações – que ele não tem brio para nomear – que inviabilizam a administração pública, situação que abre caminho para uma “ruptura institucional irreversível” – conforme afirma em texto que fez circular por WhatsApp ontem, corroborando-o integralmente, como se ele próprio o tivesse escrito.

Ao compartilhar o texto, qualificando-o de “leitura obrigatória” para “quem se preocupa em se antecipar aos fatos”, Bolsonaro expressou de maneira clara que, sendo incapaz de garantir a governabilidade pela via democrática – por meio de articulação política com o Congresso legitimamente eleito –, considera natural e até inevitável a ocorrência de uma “ruptura”.

Não é de hoje que o presidente se mostra inclinado a soluções autoritárias. Depois da posse, Bolsonaro mais de uma vez manifestou desconforto com a necessidade de lançar-se a negociações políticas para fazer avançar a agenda governista no Congresso. Confundindo deliberadamente o diálogo com deputados e senadores com corrupção, o presidente na verdade preparava terreno para desqualificar os políticos e a própria política – atitude nada surpreendente para quem passou quase três décadas como parlamentar medíocre a ofender adversários e a louvar a ditadura militar. Não por acaso, o próprio Congresso parece ter desistido de esperar que Bolsonaro se esforce para dialogar e resolveu tocar por conta própria a agenda de reformas.

Desde sua posse como presidente, Bolsonaro vem demonstrando um chocante despreparo para o exercício do cargo, mas o problema podia ser contornado com a escolha de ministros competentes. Com exceção de um punhado de assessores que realmente parecem saber o que fazem, porém, o governo está apinhado de sabujos cuja única função ali parece ser a de confirmar os devaneios do presidente, dos filhos deste e de um ex-astrólogo que serve a todos eles de guru, dando a fantasias conspiratórias ares de realidade.

O texto que Bolsonaro divulgou – recomendando que fosse passado adiante – diz que “bastaram cinco meses de um governo atípico, ‘sem jeito’ com o Congresso e de comunicação amadora para nos mostrar que o Brasil nunca foi, e talvez nunca será, governado de acordo com o interesse dos eleitores”. Segundo o texto, o presidente “não aprovou nada, só tentou e fracassou” porque “a agenda de Bolsonaro não é do interesse de praticamente nenhuma corporação”. Nas atuais circunstâncias, “a continuar tudo como está, as corporações vão comandar o governo Bolsonaro na marra” – e, “na hipótese mais provável”, diz o texto, “o governo será desidratado até morrer de inanição, com vitória para as corporações”. Mas diz também que é “claramente possível” que o País fique “ingovernável”, igualando-se à Venezuela. Aí entraria a tal “ruptura institucional” de que fala o texto chancelado por Bolsonaro – que o usou para ilustrar o risco que diz correr de ser assassinado pelo “sistema”.

Isso é claramente uma ameaça à Nação. Conforme se considere o estado psicológico de Bolsonaro e de seus filhos, a ameaça pode ser o tsunami de uma renúncia ou o tsunami de um golpe de Estado em preparação. Pois o presidente não apenas distribuiu o texto, como mandou seu porta-voz dizer que, embora esteja “colocando todo o meu esforço para governar o Brasil”, a “mudança na forma de governar não agrada àqueles grupos que no passado se beneficiavam das relações pouco republicanas”. Em seguida, fez um apelo às ruas: “Quero contar com a sociedade para juntos revertermos essa situação” – e já no próximo dia 26 está prevista a realização de uma manifestação bolsonarista, contra ministros do Supremo Tribunal Federal e a favor do pacote anticrime do ministro da Justiça, Sergio Moro.

Ao “contar com a sociedade” para enfrentar o “sistema”, Bolsonaro repete o roteiro de outros governantes que, despreparados para a vida democrática – em que a vontade do presidente é limitada por freios e contrapesos institucionais –, flertaram com golpes em nome da “salvação” nacional. Se tudo isso não passar de mais um devaneio, já será bastante ruim para um país que mergulha cada vez mais na crise, que tem seu fulcro não nas misteriosas “corporações” – as suas “forças ocultas” –, mas na incapacidade do presidente de governar.


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Fernandes

bolsonaro está encurralado por uma relação desgastada com o Congresso, suspeita que atingem um dos seus filhos Fláluxa, e manifestações populares contra seu bizonho governo



18/05


2019

Cortina de fumaça a denúncias contra filho presidencial

Texto divulgado por Bolsonaro é estratégia populista e cria cortina de fumaça para denúncias contra Flávio, dizem analistas

Presidente compartilhou em uma de suas redes sociais texto anômimo que diz que o Brasil está 'ingovernável'

Gustavo Schimitt e Tiago Aguiar – O Globo

Ao compartilhar em uma rede social um texto de autor desconhecido que diz que o Brasil está "ingovernável" , o presidente Jair Bolsonaro , segundo analistas políticos, adota estratégia populista , cria uma cortina de fumaç a para tirar do foco denúncias contra seu filho Flávio e ainda alimenta as críticas da sociedade ao Congresso e a diferentes instituições.  

Num dos trechos, a carta diz: "Se não negocia com o Congresso, é amador e não sabe fazer política. Se negocia, sucumbiu à velha política. O que resta, se 100% dos caminhos estão errados na visão dos "ana(lfabe)listas políticos? A continuar tudo como está, as corporações vão comandar o governo Bolsonaro na marra e aprovar o mínimo para que o Brasil não quebre, apenas para continuarem mantendo seus privilégios".

Ainda de acordo com o texto, Bolsonaro representaria uma quebra de padrões não aceita por grandes corporações e outros atores sociais.

— Ele (Bolsonaro) está testando elevar uma polarização para ver como a população reage. Vai culpar o Congresso e as instituições por tudo que não consegue fazer — afirmou o cientista político da Unicamp Oswaldo Amaral. — Parece um balão de ensaio para ver quantas pessoas vai arregimentar com esse tipo de discurso. Está colocando a figura dele contra as instituições democráticas e quer o apoio do povo para isso, o que é típico do populismo. 

Para o professor de Ciência Política da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Adriano Oliveira, a carta compartilhada pelo presidente é um "ataque frontal" contra as instituições e o sistema político brasileiro. Segundo ele, as atenções agora estarão voltadas para a reação dos chefes dos outros poderes.

— Ele é um soberano que não aceita questionamentos e não está apto para exercer o cargo e respeitar as instituições e os limites que elas impõem no exercício da governabilidade. E acima de tudo, o texto é contra o Congresso Nacional — diz Oliveira, que emenda:

— Ele segue não confiável para atender as demandas dos colegas da política. Está chegando em uma situação limite, ele chancelou um ataque frontal. Resta saber como Davi Acolumbre (presidente do Senado), Rodrigo Maia (presidente da Câmara) e Dias Toffoli (ministro do STF) reagirão.

O professor emérito de Cência Política da Universidade de Brasília, David Fleischer, avalia que a tática do presidente seria também uma reação ao caso do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), que está na mira de uma investigação do Ministério Público do Rio e teve seu sigilo quebrado pela Justiça.

— Parece uma estratégia de se colocar como vítima para defender o filho Flávio das investigações, que podem comprometer o governo — diz o professor, acrescentando que o presidente teria intenção de fragilizar as acusações ao dizer que elas fazem parte de uma estratégia de corporações e atores políticos que querem impedi-lo de governar.

Para Fleischer, a divulgação da carta fragilizaria o presidente Bolsonaro porque revela a falta de coalização do governo:

- No curto prazo, considero que fragiliza porque fica claro que ele (Bolsonaro) não tem coalização para governar. Tampouco tem apreço pela democracia e pelas instituições. Há quem acredite que é burrice, que trata-se de inabilidade política, mas pode ser que haja uma grande estratégia por trás. E que esse caso da carta faça parte da criação de uma narrativa para justificar um eventual golpe - diz o professor.

Uma das preocupações é quanto aos reflexos políticos que a divulgação deste texto terá na gestão de Bolsonaro. Para Amaral, reações são previsíveis.

- Acredito que isso deve levar o congresso e a tocar uma agenda própria. Tanto o congresso, como o judiciário tendem a reagir, sobretudo no caso do decreto de porte de armas, que está sob questionamento e pode ter inconstitucionalidades apontadas.


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Wellington Antunes

O doido do Jânio Quadros falou em forças ocultas, esse outro doido aí fala em corporações.


ArcoVerde

18/05


2019

Forças ocultas: estranho texto, renúncia ou golpe

Bolsonaro divulga texto que cita País ingovernável

Presidente reforça discurso de que é vítima do ‘Sistema’ ao compartilhar mensagem que afirma que ele sofre pressão das corporações e Brasil está ‘disfuncional’

Tânia Monteiro, O Estado de S.Paulo

O presidente Jair Bolsonaro reforçou nesta sexta-feira, 17, o discurso de que é vítima de um sistema corrompido ao compartilhar, por WhatsApp, um texto que afirma “que o Brasil, fora desses conchavos, é ingovernável”. A mensagem foi interpretada no Congresso como mais um ataque do presidente ao que ele chama de “velha política”. O texto diz que o presidente sofre pressões de todas as corporações, em todos os Poderes, e que o País “está disfuncional”, mas não por culpa de Bolsonaro. “Até agora (o presidente) não fez nada de fato, não aprovou nada, só tentou e fracassou”..

Procurado pelo Estado para comentar a mensagem, o presidente afirmou, por meio do porta-voz, Otávio do Rêgo Barros, esperar apoio da sociedade para “reverter essa situação”. “Venho colocando todo meu esforço para governar o Brasil. Infelizmente, os desafios são inúmeros e a mudança na forma de governar não agrada àqueles grupos que no passado se beneficiavam das relações pouco republicanas. Quero contar com a sociedade para juntos revertermos essa situação e colocarmos o País de volta ao trilho do futuro promissor”, disse Bolsonaro, em nota, sem detalhar a quais grupos se referia.

Mais tarde, em entrevista no Palácio do Planalto, o porta-voz afirmou que a intenção do presidente foi apenas compartilhar uma mensagem recebida, que está “em consonância com o pensamento dele”. O autor do texto é o analista da Comissão de Valores Mobiliários, Paulo Portinho.

A avaliação de auxiliares do presidente é a de que, ao convocar a sociedade para uma solução, Bolsonaro tenta manter ativas suas redes de apoio, após manifestações contrárias ao governo tomarem as ruas do País. Como resposta, aliados de Bolsonaro planejam uma marcha em apoio a ele, no dia 26.

O tom do texto compartilhado por Bolsonaro em grupos de WhatsApp também vai ao encontro do discurso adotado nos últimos dias por aliados de que há uma conspiração para “derrubar o capitão”, como escreveu nesta semana o vereador Carlos Bolsonaro (PSC), filho do presidente, em sua conta no Twitter. 

O próprio Bolsonaro, ao comentar o contingenciamento de verba para educação, em visita aos Estados Unidos, disse que opositores querem tirá-lo da Presidência. “Quem decide corte não sou eu. Ou querem que eu responda a um processo de impeachment no ano que vem por ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal?”, perguntou.

O movimento também coincide com o avanço das investigações contra o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho mais velho do presidente. Flávio teve o sigilo bancário e fiscal quebrado pelo Tribunal de Justiça do Rio. Na quinta-feira, o presidente disse entender que ele e seu governo são os alvos dos investigadores.

Interlocutores de Bolsonaro ouvidos pelo Estado afirmaram não saber quantas pessoas receberam a mensagem, mas relataram que ele próprio pediu para que cada um replicasse o conteúdo. Ao compartilhar o texto, escreveu: “Um texto no mínimo interessante. Para quem se preocupa em se antecipar aos fatos, sua leitura é obrigatória. Em Juiz de Fora (6/set/2018), tive um sentimento e avisei meus seguranças: Essa é a última vez que me exporei junto ao povo. O Sistema vai me matar. Com o texto abaixo cada um de vocês pode tirar suas próprias conclusões.”

Sob reserva, parlamentares criticaram o que consideraram intenção do presidente de expor a classe política “como corrupta” para se fortalecer, o que foi mal visto no Congresso. “O Brasil está precisando de moderação”, disse o líder do DEM, Elmar Nascimento (BA).

Aliados do presidente, porém, elogiaram a manifestação. “O texto é um grito de alerta para toda a população quando diz que, do jeito que são as coisas, nunca a vontade daqueles que votam será respeitada. Bolsonaro foi transparente e verdadeiro. Este é o sentimento”, disse o senador Major Olímpio (SP), líder do PSL na Casa. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), se esquivou de comentar. “Pergunta pra ele”, respondeu Maia ao ser questionado pelo Estadão/Broadcast se saberia quem está pressionando o presidente.

Em discurso no Rio, sem citar o texto publicado por Bolsonaro, Maia afirmou que a polarização política e o uso das redes estão levando a contestações ao modelo de democracia representativa liberal em vários países.   (Colaboraram Mariana Haubert, Rafael Moraes Moura, Denise Luna e Vinicius Neder)


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Fernandes

bolsonaro está encurralado por uma relação desgastada com o Congresso, suspeita que atingem um dos seus filhos Fláluxa, e manifestações populares contra seu bizonho governo

marcos

Tem que fazer feito lula. Compre os senadores, deputados e governe em paz, o povo e o Brasil que se lasquem


Asfaltos

18/05


2019

Coluna do sabadão

Queiroz metralha Raquel

No mesmo dia que o governador Paulo Câmara (PSB) visitou Caruaru na véspera da sua festa de emancipação política, o deputado José Queiroz (PDT) fez uma avaliação destruidora da gestão da prefeita tucana Raquel Lyra, a quem ajudou a ser eleita no segundo turno e depois rompeu. Para ele, Caruaru vive tempos de perdição.

“A prefeita é fraquinha, fraquinha”, disse, ontem, no Frente a Frente, programa que ancoro pela Rede Nordeste de Rádio, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha 96,7 FM. Queiroz avalia que Raquel está perdida. “Ao invés de obras novas ela está destruindo as velhas para reconstruir, como praças tradicionais”, acrescentou.

O deputado disse, ainda, que seu filho, o deputado Wolney Queiroz, repassou R$ 160 milhões em emendas para obras que vêm sendo tocadas por ela devagar, quase parando. “A prefeita tomou mais R$ 84 milhões em empréstimo, mas ninguém sabe onde esse dinheiro foi parar”, insinuou. Queiroz conclui que Caruaru vive dias sombrios.

Gel indica filho – A sucessão de Raquel Lyra (PSDB) em Caruaru vai pegar fogo, principalmente se os grupos de José Queiroz (PDT) e Tony Gel (MDB) se unirem. Já há quem admita que saindo Queiroz na cabeça de chapa para enfrentar a tucana, Gel indicaria o vice. O nome mais cotado seria o do seu filho, o jovem produtor cultural Tonynho Rodrigues, que sonha em entrar para a política.

Itaú em crise – Os banqueiros não estão blindados contra a crise econômica. Um dos bancos em maiores dificuldades é o Itaú, que não suportando o aperto deve fechar 400 agências, das quais 10 em Pernambuco, até o final do ano. Pelo jeito, a recessão vai obrigar muitos bancários a começar o dia lendo os classificados dos jornais.

Abandonado – O prefeito de Jaboatão, Anderson Ferreira (PR), não move uma palha para retomar as obras da maternidade Rita Barradas, paralisadas desde a primeira gestão de Elias Gomes. Apesar de já ter sido investidos mais de R$ 30 milhões no projeto, virou de fato um grande elefante branco enquanto o prefeito só se ocupa em fazer proselitismo político.

Nome do coração – Se dependesse do coração de Geraldo Júlio (PSB) e da sua vontade soberana, o candidato socialista a prefeito do Recife seria o secretário estadual de Planejamento, Alexandre Rebelo. Mas o PSB já faz coro pela candidatura do deputado João Campos, herdeiro político de Eduardo Campos.

Haja simpatia – O presidenciável João Amoedo, do Partido Novo, distribuiu simpatia na passagem pelo Recife na última quinta-feira, quando fez duas palestras, uma na Universidade Federal e outra no Riomar. Quando acabou, foi jantar comum grupo num restaurante no shopping.

NA KOMBI – Para ganhar tempo nos despachos diários com a sua equipe, o presidente da Câmara do Recife, Eduardo Marques (PSB), adotou uma Kombi como transporte. “Já vamos resolvendo ações e encaminhamentos, para chegar nas comunidades e atender as demandas”, diz ele.


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marcos

Boa noite mortadelas do meu Brasil, mais uma semana que se vai e o povo feliz pois o presidente não é do pt, lula agora inelegível continua preso babaca, Zé Dirceu preso babaca, Dilma continua burra, estamos há cinco meses sem corrupção no governo federal e o nosso mito vai muito bem obrigado.

marcos

Lula o político mais ladrão de todos os tempos!

marcos

Triplex, Sítio. Coberturas, Mansão no Uruguai, 12 fazendas, 28.000 mil cabeças de gado nelore e trezentos Milhões do pacto de sangue com Emílio Odebrecht. Esse é o verdadeiro lula socialista. Sim R$ 11 milhões de Marisa.

Fernandes

Triplex é para os fracos. Os fortes tem 19 imóveis com dinheiro ilícito.

Fernandes

Ministério publico do rio afirma Flavio Bolsonaro desviou verba Publica.



18/05


2019

Câmara vai gastar 30 milhões: segurança a deputados

Enquanto o governo corta despesas com Educação, a Câmara abre licitação para gastar R$ 30 milhões com serviços de vigilância privada para os parlamentares

ISTOÉ

Já vimos que a Câmara paga tapioca, saquê e até chocolate importado para os deputados. Basta eles consumirem qualquer produto, mesmo que supérfluo, e apresentarem a nota fiscal à direção da Casa. Sabemos também que deputado é um ser privilegiado, que ganha R$ 33,7 mil por mês, recebe auxílio-moradia, se aposenta com oito anos de serviço e pode contratar até 20 assessores.

Mas quando pensamos que já vimos de tudo, a Câmara apronta mais uma forma de torrar dinheiro público, no mesmo instante em que o governo corta verbas para a Educação. Está fazendo uma licitação para contratar 274 vigilantes particulares, que poderão ganhar até R$ 4,5 mil por mês, com um custo anual de R$ 28,7 milhões. Esses guardas serão usados para reforçar o quadro de segurança da Câmara, que já dispõe de 288 agentes da polícia legislativa. Tudo porque, alguns parlamentares sentem-se ameaçados de alguma forma e querem proteção extra. Um escárnio, num País em que os moradores das nossas cidades são vítimas diárias de uma violência incomum e que eles, senhores deputados, não tomam providências para aprovar as leis anticrime propostas ao Congresso.

Hoje, a Câmara já gasta uma exorbitância com segurança privada para os parlamentares. Por meio da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (CEAP), a Casa gastou R$ 208 mil com esse tipo de serviço apenas nos três primeiros meses deste ano. Ou seja, 44 parlamentares pediram ressarcimento à Casa por terem contratado seguranças próprios. 


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Eduardo Ferreira

País da roubalheira e o povo que se dane. Vergonhoso isso...


Bm4 Marketing 2