Governo de PE

18/05


2019

Líderes:: prematuro tratar impeachment de Bolsoaro

Líderes da Câmara avaliam ser prematuro falar em impeachment de Bolsonaro. Tema foi um dos assuntos mais comentados no Twitter nesta sexta-feira.

Presidente Jair Bolsonaro Foto: CARL DE SOUZA / AFP

Da Época - Por Guilherme Amado

 

Mesmo antes de surgir nos assuntos mais falados do Twitter, a palavra "impeachment" já havia entrado novamente no radar nacional pela boca daquele que seria o maior prejudicado caso ele prosperasse.

Disse Jair Bolsonaro em Dallas:
"Quem decide não sou eu. Ou querem que eu sofra impeachment?".
Nas conversas dos líderes da Câmara, entretanto, a palavra já aparece há algumas semanas.

E há um consenso de que não existe base política nem fato para isso — ainda.


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Governo de PE

18/05


2019

As constelações da República

Como se dividem os grupos no primeiro time do governo Bolsonaro

 VEJA - João Pedro de Campos

Lá se foram apenas 136 dias de governo Bolsonaro, e a disparidade das forças gravitacionais que cercam o presidente parece cada vez mais clara.

Dos superministros Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública) e Paulo Guedes (Economia) ao enrolado e investigado Marcelo Álvaro Antônio (Turismo), a Esplanada bolsonarista é dividida em cinco grupos – os políticos, os militares, os olavistas, os técnicos e a evangélica. O gráfico acima também mostra cinco ordens de grandeza – ou melhor, cinco níveis de influência e poder, nem sempre proporcional ao orçamento da pasta.

Ao lado de Moro e Guedes, cujas cartas-brancas já não são mais tão alvas assim, marcha no pelotão de frente do apreço de Bolsonaro o general da reserva Augusto Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência. Não fosse o veto do inexpressivo PRP, legenda à qual é filiado, Heleno seria hoje nada menos que vice-presidente da República – e não o general Hamilton Mourão, integrante do orgulhoso PRTB.

Antagonista do presidente durante o início do governo, Mourão está um degrau abaixo do de Moro, Guedes e Heleno em influência, assim como o também general da reserva Carlos Alberto dos Santos Cruz, da Secretaria de governo; o chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni; o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas; e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que tem status de ministro. Mourão, Santos Cruz e Heleno são os expoentes da ala militar palaciana que rivaliza com os pupilos do escritor e ex-astrólogo Olavo de Carvalho.

Os chamados olavistas, Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Abraham Weintraub (Educação), ficam relegados a um terceiro plano de poder. O chanceler, não falta quem o tutele: os militares, no caso da Venezuela, e Eduardo Bolsonaro, o filho Zero Três, na relação com os Estados Unidos e o conservadorismo – ou antiglobalismo, como prefere Araújo – mundial. Quanto a Weintraub, viram-se nas ruas, às centenas de milhares, os reflexos do modo desastrado como comunicou o bloqueio de recursos de universidades federais.

Compartilham o mesmo nível de poder que os olavistas os mandachuvas de pastas poderosas, como Luiz Henrique Mandetta (Saúde) e Tereza Cristina (Agricultura), ambos indicados politicamente por bancadas temáticas da Câmara; o general Fernando Azevedo e Silva, ministro da Defesa; o responsável pela pasta da Cidadania – e o Bolsa Família –, Osmar Terra; e a representante evangélica no primeiro escalão do governo: Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos).

Veja ilustrações e reportagem na íntegra clicando ao lado:  As constelações da República | VEJA.com


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Congresso Nordestino de Educação Médica

18/05


2019

Centrão defende reeleição de Raquel Dodge na PGR

Parlamentares do Centrão passaram a defender, em conversas reservadas, a recondução da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, ao cargo. O motivo é o temor de que o presidente Jair Bolsonaro escolha um nome mais “linha-dura” para a sua sucessão, informaEstadão. Desde que assumiu a Procuradoria-Geral da República, em setembro de 2017, indicada pelo ex-presidente Michel Temer, Raquel desacelerou a homologação de acordos de delação premiada e pediu a rescisão do que foi feito com executivos da J&F. O grupo também vê a “discrição” como “atributo” da procuradora-geral.

Com uma base de apoio de 230 deputados na Câmara, o Centrão tem emparedado o governo sucessivamente. A lógica seria pressionar o Executivo até que comece a atender aos pleitos dos parlamentares. A escolha da chefia do Ministério Público Federal é um tema sensível ao grupo, pois parlamentares de siglas que compõem o bloco, como PP e PSD, são alvo da Lava Jato e outros inquéritos no Supremo Tribunal Federal.

O nome indicado por Bolsonaro precisará ser aprovado pelo Senado. De Londres, Dodge falou sobre o assunto nesta manhã de sábado, 18: “Sigo a serviço do País”, disse ele sobre a possibilidade de recondução ao cargo. (Estadão)


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18/05


2019

Toma lá. Busca da sombra da primeira-dama

Chamou a atenção de ministros do TST a participação do colega Ives Gandra Filho em uma mesa-redonda sobre “Equilíbrio, trabalho e família” ao lado da primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Gandra é nome sempre lembrado para o Supremo.

Por outro lado um major venezuelano, de um município fronteiriço, desertou e pediu asilo no Brasil. É o oficial com maior patente a pedir abrigo.

O pedido, no entanto, é visto por autoridades daqui como um ato individual, não como avanço do apoio a Juan Guaidó. (Estadão – Coluna)


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18/05


2019

Última onda de uma semana de tsunamis

Coluna do Estadão – Alberto Bombig

Mesmo os especialistas em mercado mais esperançosos com Jair Bolsonaro terminam a semana receosos. O texto compartilhado pelo presidente, em que fala de um país “ingovernável”, foi a última onda numa semana de tsunamis.

Parlamentares do PSL dizem que Bolsonaro está “saturado” e que o texto traduz seus sentimentos. Para eles, o modelo de gestão não vai mudar, cabe ao Congresso se adaptar.

A articulação do governo está disparando ligações para deputados para saber o posicionamento deles em relação às MPs em pauta na Câmara.

Querem tomar o pulso porque devem pedir inversão de pauta para salvar a MP (870) do redesenho da Esplanada.


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ArcoVerde

18/05


2019

Datena deixa DEM e negocia entrada no PSL

O apresentador José Luiz Datena protocolou no início desta semana pedido de desfiliação do DEM, agremiação a que aderiu no ano passado, quando ensaiou ser candidato ao Senado.

Datena formalizou o pedido para deixar a sigla em meio a conversas com o PSL e outras legendas sobre a possibilidade de concorrer à Prefeitura de SP no ano que vem.

O fato de o apresentador ter topado conversar sobre o assunto ouriçou ala do partido de Bolsonaro. Por isso, Datena faz questão de frisar que 1) não decidiu se quer concorrer; 2) não se filiou ao PSL; 3) a sigla não é a única com quem tem conversado. 

Sobre o reboliço que o flerte com a prefeitura causou, o apresentador diz: “O meio político parece ter medo da minha entrada. Talvez porque minha candidatura tenha chance razoável”.  (Painel - FSP


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Asfaltos

18/05


2019

Devassa do MP nas contas do filho abalou Bolsonaro

Pessoas próximas à família atribuem os últimos gestos do presidente ao combo de derrotas no Congresso e ofensiva do Ministério Público sobre Flávio Bolsonaro. A devassa nas contas do filho, com implicações para outros integrantes do clã, o abalou.

Já a operação montada na comissão especial da Câmara para elaborar um texto alternativo de reforma da Previdência não ocorrerá à revelia do ministro Paulo Guedes (Economia).

Parlamentares trabalham com a orientação de preservar a meta de economia de R$ 1 trilhão e de não atrasar o cronograma de votação acordado com o ministro. Marcelo Ramos (PR-AM), presidente do colegiado, e Rodrigo Maia (DEM-RJ), comandante da Câmara, são avalistas desses termos.  (FSP)


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18/05


2019

Aliado do presidente defende fechar o Congresso

“O povo vai se levantar em favor do presidente para dar a ele salvo-conduto para fazer o que for necessário. (…) Nem que seja para fechar esse Congresso maldito e interditar esse STF”, aliado. O texto compartilhado por Bolsonaro, endossa, de forma menos virulenta, a tese de uma conspiração.

Presidentes de siglas orientaram suas bancadas a não reagirem institucionalmente ao artigo divulgado por Bolsonaro para não dar vazão à teoria conspiratória que ele, agora pessoalmente, alimenta.

Militares que não atuam no Planalto viram com preocupação a escalada dos fatos desta sexta (17). Dizem que o momento era de somar esforços, não de dividir.(Daniela Lima – FSP)


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