Governo de PE

18/05


2019

STF deixou de ser árbitro e entrar no jogo, diz crítico

O Supremo age de maneira desordenada

O cientista político Fernando Limongi, presente em seminário de 50 anos do Cebrap, acrescenta o Supremo Tribunal Federal como elemento desestabilizador do sistema político.

Ele cita três decisões que embasam seu raciocínio: a ordem para a abertura da CPI dos Bingos, em 2005; a derrubada da cláusula de barreira, em 2006, e a imposição da fidelidade partidária, em 2007.

Para Limongi, esses exemplos atenderam a grupos políticos minoritários, e não a minorias.

“O Supremo passa a achar que pode reformar o sistema político brasileiro e age de maneira desordenada. Deixou de ser um árbitro para se inserir no jogo”, afirmou no encontro, informa o El País.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Governo de PE

18/05


2019

Linha dura no lugar de Moro, quer deputada do governo

PGR: ‘linha dura’

Em contraponto ao movimento nos bastidores de parlamentares do Centrão, a deputada Carla Zambelli (PSL-SP) entrou em campo para defender “uma PGR linha dura” na cúpula da Procuradoria-Geral da República, que terá novo mandante a partir de setembro.

O bloco de partidos de centro age, no entanto, longe dos holofotes para que a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, seja reconduzida ao cargo

 Ela é vista pelo Centrão como moderada e “discreta”, especialmente por ter desacelerado a homologação de acordos de delação premiada e pedido a rescisão do que foi acordado com executivos da J&F.

Para Carla, se o próximo PGR não for linha dura, “acaba o combate à corrupção”.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Congresso Nordestino de Educação Médica

18/05


2019

Protesto pró Bolsonaro MBL dia 26: Movimento não apoia

Estranha manifestação’

O Movimento Brasil Livre não apoia o protesto programado para o dia 26 de maio por grupos bolsonaristas. A convocatória é contra o Congresso e a favor de pautas radicais, a julgar pelas hashtags, como #Artigo142Já e #OPovoVaiInvadirOCongresso.  “Obviamente, tais pautas antirrepublicanas não são compartilhadas pelo MBL, e pelo bem das reformas e do país ficaremos de fora deste ato”, justifica o grupo.

O artigo 142 da Constituição anota que “as Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.”


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Fernandes

Pura sacanagem... Só pra atingir o Bozo, obrigaram o Flávio a roubar por 20 anos seguidos.



18/05


2019

Não há governo ingovernável, diz prefeito de Salvador

ACM Neto ‘corrige’ Bolsonaro

O prefeito de Salvador (DEM-BA), Antônio Carlos Magalhães Neto, rebateu o presidente Jair Bolsonaro ao afirmar que “não existe governo ingovernável”, durante evento em Londres, neste sábado, 18. “Não existe governo ingovernável (…) O povo quer ver compromisso, seriedade e trabalho”, disse o presidente do DEM, registra a Folha.

Bolsonaro endossou na sexta, 17, uma mensagem de internet, de um ex-candidato a vereador do Novo dizendo que o País é ingovernável quando não se submete a conchavos.

ACM Neto reafirmou que seu partido é a favor das reformas, mas “sem viés ideológico, sem radicalismos e sem desperdiçar energia com o que não precisa”.  (Estadão)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


18/05


2019

PF investiga ameaças a “figuras públicas”, diz revista

A Polícia Federal, com apoio da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), investiga ameaças contra “figuras públicas, notadamente ao presidente Jair Bolsonaro” após dois carros do Ibama, em Brasília, serem queimados em ato reivindicado por um grupo autointitulado “Sociedade Secreta Silvestre”, informa a revista Veja a partir de documentos obtidos pela publicação. O ataque teria sido endereçado ao ministro Ricardo Salles, do Meio Ambiente: 

“Cuidado, Salles. Você é uma figura pública. Não somos como os desprezíveis do Partido da Causa Operária que rosnam o tempo inteiro babando radicalismo, mas que quando te encontram dão tapinhas em seu carro. Operamos terroristicamente apenas. Não temos pressa, só disposição, arsenais e objetivos, e você é um deles, junto com a turma incompetente e pateta dos ‘Bolsonaros’ e outros que já mencionamos”, diz mensagem do grupo postado na deep web.

A ministra Damares Alves também teria sido alvo do mesmo grupo, que se classifica como “ecoterrorista e anticristão”, no início do ano com uma postagem ameaçadora. “Já pensou um culto em sua igreja voando pelos ares como no Sri Lanka? Ou um evento seu? E uma toxina mortal em alguma alimentação sua? Uma bala na sua cabeça enquanto se desloca a trabalho?”, escreveu o suposto coletivo. Tanto ela quanto Salles reforçaram medidas de segurança. (Estadão – BR)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

ArcoVerde

18/05


2019

Líderes:: prematuro tratar impeachment de Bolsoaro

Líderes da Câmara avaliam ser prematuro falar em impeachment de Bolsonaro. Tema foi um dos assuntos mais comentados no Twitter nesta sexta-feira.

Presidente Jair Bolsonaro Foto: CARL DE SOUZA / AFP

Da Época - Por Guilherme Amado

 

Mesmo antes de surgir nos assuntos mais falados do Twitter, a palavra "impeachment" já havia entrado novamente no radar nacional pela boca daquele que seria o maior prejudicado caso ele prosperasse.

Disse Jair Bolsonaro em Dallas:
"Quem decide não sou eu. Ou querem que eu sofra impeachment?".
Nas conversas dos líderes da Câmara, entretanto, a palavra já aparece há algumas semanas.

E há um consenso de que não existe base política nem fato para isso — ainda.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Asfaltos

18/05


2019

As constelações da República

Como se dividem os grupos no primeiro time do governo Bolsonaro

 VEJA - João Pedro de Campos

Lá se foram apenas 136 dias de governo Bolsonaro, e a disparidade das forças gravitacionais que cercam o presidente parece cada vez mais clara.

Dos superministros Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública) e Paulo Guedes (Economia) ao enrolado e investigado Marcelo Álvaro Antônio (Turismo), a Esplanada bolsonarista é dividida em cinco grupos – os políticos, os militares, os olavistas, os técnicos e a evangélica. O gráfico acima também mostra cinco ordens de grandeza – ou melhor, cinco níveis de influência e poder, nem sempre proporcional ao orçamento da pasta.

Ao lado de Moro e Guedes, cujas cartas-brancas já não são mais tão alvas assim, marcha no pelotão de frente do apreço de Bolsonaro o general da reserva Augusto Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência. Não fosse o veto do inexpressivo PRP, legenda à qual é filiado, Heleno seria hoje nada menos que vice-presidente da República – e não o general Hamilton Mourão, integrante do orgulhoso PRTB.

Antagonista do presidente durante o início do governo, Mourão está um degrau abaixo do de Moro, Guedes e Heleno em influência, assim como o também general da reserva Carlos Alberto dos Santos Cruz, da Secretaria de governo; o chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni; o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas; e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que tem status de ministro. Mourão, Santos Cruz e Heleno são os expoentes da ala militar palaciana que rivaliza com os pupilos do escritor e ex-astrólogo Olavo de Carvalho.

Os chamados olavistas, Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Abraham Weintraub (Educação), ficam relegados a um terceiro plano de poder. O chanceler, não falta quem o tutele: os militares, no caso da Venezuela, e Eduardo Bolsonaro, o filho Zero Três, na relação com os Estados Unidos e o conservadorismo – ou antiglobalismo, como prefere Araújo – mundial. Quanto a Weintraub, viram-se nas ruas, às centenas de milhares, os reflexos do modo desastrado como comunicou o bloqueio de recursos de universidades federais.

Compartilham o mesmo nível de poder que os olavistas os mandachuvas de pastas poderosas, como Luiz Henrique Mandetta (Saúde) e Tereza Cristina (Agricultura), ambos indicados politicamente por bancadas temáticas da Câmara; o general Fernando Azevedo e Silva, ministro da Defesa; o responsável pela pasta da Cidadania – e o Bolsa Família –, Osmar Terra; e a representante evangélica no primeiro escalão do governo: Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos).

Veja ilustrações e reportagem na íntegra clicando ao lado:  As constelações da República | VEJA.com


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


18/05


2019

Centrão defende reeleição de Raquel Dodge na PGR

Parlamentares do Centrão passaram a defender, em conversas reservadas, a recondução da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, ao cargo. O motivo é o temor de que o presidente Jair Bolsonaro escolha um nome mais “linha-dura” para a sua sucessão, informaEstadão. Desde que assumiu a Procuradoria-Geral da República, em setembro de 2017, indicada pelo ex-presidente Michel Temer, Raquel desacelerou a homologação de acordos de delação premiada e pediu a rescisão do que foi feito com executivos da J&F. O grupo também vê a “discrição” como “atributo” da procuradora-geral.

Com uma base de apoio de 230 deputados na Câmara, o Centrão tem emparedado o governo sucessivamente. A lógica seria pressionar o Executivo até que comece a atender aos pleitos dos parlamentares. A escolha da chefia do Ministério Público Federal é um tema sensível ao grupo, pois parlamentares de siglas que compõem o bloco, como PP e PSD, são alvo da Lava Jato e outros inquéritos no Supremo Tribunal Federal.

O nome indicado por Bolsonaro precisará ser aprovado pelo Senado. De Londres, Dodge falou sobre o assunto nesta manhã de sábado, 18: “Sigo a serviço do País”, disse ele sobre a possibilidade de recondução ao cargo. (Estadão)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

bm4 Marketing 4

18/05


2019

Toma lá. Busca da sombra da primeira-dama

Chamou a atenção de ministros do TST a participação do colega Ives Gandra Filho em uma mesa-redonda sobre “Equilíbrio, trabalho e família” ao lado da primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Gandra é nome sempre lembrado para o Supremo.

Por outro lado um major venezuelano, de um município fronteiriço, desertou e pediu asilo no Brasil. É o oficial com maior patente a pedir abrigo.

O pedido, no entanto, é visto por autoridades daqui como um ato individual, não como avanço do apoio a Juan Guaidó. (Estadão – Coluna)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha