Versão Agreste Setentrional

22/05


2017

Oposição venezuelana sai às ruas pela 8ª semana

Nem a oposição nem o governo de Nicolás Maduro se rendem e, nesta semana, voltam a medir suas forças nas ruas da Venezuela, após 52 dias de violentos protestos que deixaram 48 mortos e centenas de feridos.

Mais de mil opositores junto com a Federação Médica Venezuelana (FMV) se dirigiam nesta segunda-feira (22) ao Ministério da Saúde na capital Caracas para protestar contra a "catastrófica" situação dos hospitais, onde faltam insumos, equipamentos e medicamentos.

"Todos nós perdemos alguém por falta de medicamentos ou insumos", lamentou à AFP Verónica Martínez durante a marcha.

"Hoje uma simples infecção pode se tornar algo grave pela falta de antibióticos, de insumos, por falta de manutenção dos equipamentos", queixou-se à AFP Eliécer Melear, médico urologista de 41 anos.

Do outro lado, partidários do chavismo se concentravam no palácio presidencial de Miraflores, onde eram recebidos por Maduro, que convocou uma passeata "pela paz" para esta terça-feira.

Nos arredores de Caracas já há confrontos entre opositores e policiais e militares, e várias ruas da capital amanheceram bloqueadas por barricadas.


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Versão Sertão Central

22/05


2017

Mendonça Filho nega saída do governo Temer

O ministro Mendonça Filho, da Educação, divulgou nota na qual informa que “não falou com ninguém sobre o momento atual” e que “não é verdade” que tenha decidido deixar o governo. Segundo ele, “qualquer posicionamento meu será precedido de conversa com o meu partido e com o próprio presidente Temer, com quem tenho e sempre tive respeito mútuo”.

Mendonça disse a interlocutores que deve deixar o governo na próxima terça-feira. Se confirmada a decisão, será o segundo ministro a deixar o governo. O primeiro foi Roberto Freire que entregou a pasta da Cultura.

Filiado ao DEM, Mendonça é deputado federal e colega do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que assume o governo num primeiro momento caso o presidente Michel Temer renuncie ao mandato.


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Versão Mata Sul

22/05


2017

OAB: “Independente de áudio, Temer prevaricou”

O presidente do Conselho Federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Claudio Lamachia, afirmou nesta segunda­feira (22) que deve ingressar com o pedido de impeachment do presidente Michel Temer (PMDB) até esta sexta­feira (26) na Câmara dos Deputados. De acordo com Lamachia, os áudios entre Temer e o empresário Joesley Batista, da JBS, apontam que o presidente praticou crime de prevaricação ao, mesmo classificando Batista como "fanfarrão" e "delinquente", não negar, em seus dois pronunciamentos, desde quinta (18), que conversara com ele nas condições apontadas pela investigação da Polícia Federal.

O sócio da JBS entregou o áudio à Procuradoria­Geral da República em acordo de delação premiada. O presidente defendeu que a gravação foi fraudada, mas não negou o encontro com Batista ­ a quem classificou de "fanfarrão", "delinquente".

"Se o presidente da República sabia que estava diante de um interlocutor que é um 'fanfarrão' e um 'delinquente 'ele não deveria ter recebido (Batista)", defendeu Lamachia.

Sobre o protocolo do pedido de impeachment, resumiu: "Estamos elaborando a peça e isso tem que ser feito com calma. Mas asseguro a vocês que estaremos protocolando o pedido de impeachment ainda no curso dessa semana", disse

De acordo com o presidente da Ordem, o fato de o áudio da conversa ainda não ter sido submetido a perícia oficial não impede a ação da entidade. "Muito se está discutindo no que diz respeito à validade da gravação. Nós não entramos nessa avaliação nesse momento, porque a decisão que foi tomada pela OAB tem exatamente como base as declarações do próprio presidente da República, que, em momento algum, nega os fatos e as interlocuções que teve", disse o advogado, para completar:

"Mesmo que o áudio tivesse alguma edição [como revelaram peritos entrevistados pela Folha] ­e não estou dizendo que houve ­, as próprias manifestações do senhor presidente em suas declarações formais reconhecem o teor do diálogo que ele teve com o empresário ­isso que é indiscutível", ponderou.

Segundo Lamachia, o fato de Temer ter declarado que não acreditou no empresário não muda a avaliação da OAB. "Na medida que o senhor presidente da República diz que o empresário é um fanfarrão, que não levou em considerações [suas declarações] e não teria tomado nenhuma atitude quanto a isso, é mais uma situação que agrava o fato. Se ele sabia que estava diante de um fanfarrão e um delinquente, ele não deveria nem tê­lo recebido."

O presidente da OAB lembrou ainda que a entidade, de 86 anos, já havia pedido o impeachment dos ex­presidentes Fernando Collor de Mello, em 1992, e Dilma Rousseff, ano passado. Sobre o procedimento no processo contra Dilma, destacou: "São decisões muito semelhantes [em relação ao pedido contra Temer], em termos numéricos, inclusive [26 bancadas a 2, no caso de Dilma, e 25 a 1, no de Temer]. Mas diametralmente opostos em termos ideológicos", mencionou, se recusando, no entanto, a comparar os crimes atribuídos a Dilma e a Temer.

Sobre os donos da JBS, os empresários Joesley e Wesley Batista, Lamachia questionou o fato de ambos estarem soltos, mesmo com o teor das delações. "Eles foram punidos ou eles receberam um prêmio? Deixaram essa crise no Brasil, fizeram o que fizeram, e foram para os Estados Unidos. Continuam com uma vida invejável. Isso é um verdadeiro escárnio".

O presidente da instituição admitiu ainda que a Ordem pode debater a questão das eleições diretas ou indiretas em caso de vacância na Presidência e não descartou, por exemplo, que eventual apoio à PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que tramita na Câmara sobre o assunto, de autoria do deputado Miro Teixeira, entre na pauta da entidade. "Eu teria que chamar uma reunião do Conselho Federal da Ordem para apreciar ­ a pauta é minha", salientou.


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Versão Sertão de Itaparica

22/05


2017

Prefeita argentina é denunciada pelo próprio pai

Verónica Morales, prefeita da cidade de San Cosme, no norte da Argentina, foi denunciada por seu pai, vereador do município, por supostamente ficar com fundos públicos destinados a obras que não saíram do papel.

O insólito caso gerou uma multidão de comentários na imprensa e nas redes sociais depois que os meios de comunicação locais divulgaram a denúncia feita por Eduardo Morales, cuja ex-mulher e mãe da acusada também foi prefeita da mesma cidade - de cerca de 6.500 habitantes - e outra de suas filhas, vereadora.

"Sabia que meu pai é instável, bipolar. Mas que tenha feito uma coisa assim, ainda mais sabendo que eu tenho como provar que tudo isso é mentira, me surpreende", declarou a prefeita à imprensa local.

Morales, que foi eleito vereador em 2015, mas ainda não assumiu, acusou sua filha de ser responsável pela falta de obras que foram cobradas com certificados presumivelmente adulterados e de ficar com o dinheiro destinado pelo Estado para sua realização.

"Fez isso em conivência com os vereadores atuais. Por isso não me deixam assumir, porque têm problemas. Se chego ao Conselho Deliberativo vão ter problemas a cada minuto. Porque sou uma pedra no sapato", disse Morales à emissora de televisão "Todo Notícias".

Morales citou como exemplo o fato de que chegaram 325.000 pesos (cerca de R$ 60 mil) para a compra de uma caminhonete para os bombeiros, "mas não existe corpo de bombeiros em San Cosme".

"Acredito que o que está buscando é desprestigiar a gestão, mas não vai conseguir porque tenho as contas em dia. Estou muito tranquila", garantiu a prefeita da cidade, situada na província de Corrientes, no norte da Argentina.

Segundo explicou o próprio, Eduardo Morales está separado de sua família por "uma manobra maligna" que, em sua opinião, fizeram contra ele.

"Ela (Verónica) e a mãe me deixaram na rua", acrescentou Morales, que acusou sua filha e sua ex-mulher de desvinculá-lo da construtora familiar.

"A construtora é minha. Jamais teve nenhuma empresa. Nunca foi deixado de fora de nada porque nunca teve nada", esclareceu Verónica Morales, que salientou que seu pai tinha "uma vida paralela" e estava "dando um calote" para construir a casa "de sua amante".

Consultada pelo paradoxo de que tantos membros da família tenham ou tenham tido cargos no governo local, a atual prefeita especificou que não se trata de postos hereditários. "Todos nos expomos à vontade popular para chegar ao cargo", argumentou.


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22/05


2017

Cláudio Humberto abre processo contra JBS

Caro Magno,

Estou ingressando hoje com queixa-crime contra o bandido da JBS/J&F. Será condenado por mentir e por tentar caluniar, injuriar e difamar alguém com 40 anos de profissão e que trabalha no mínimo 12 horas por dia. Como sabe, o delator mentiu a meu respeito para se vingar de denúncia que fiz da sua atividade criminosa, em 2014, revelando-o como "homem da mala" do grupo empresarial que saqueou o País. Também se vinga das notícias que publiquei sobre suas relações promíscuas com políticos, inclusive presidentes da Câmara e do Senado, à época. Em seu depoimento, ele próprio confessou ser o "homem da mala" e que mantinha relações promíscuas com políticos.À queixa-crime serão anexados documentos que provam a mentira do meliante contra mim.

Grande abraço,

Claudio Humberto”


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Flamac - 1

22/05


2017

"A difícil missão de defender Paulo Câmara"

Caro Magno, 

É muito difícil a situação dos socialistas que, por dever de ofício, são obrigados a defender Paulo Câmara, o pior governador da história de Pernambuco, segundo pesquisa recente de opinião. É o caso de Sileno Guedes, um político sem voto e sem expressão. Na falta de respostas consistentes às graves denúncias que envolvem integrantes do PSB estadual, Sileno reduz o debate político ao seu tamanho e faz ataques pessoais ao senador Armando Monteiro, maior líder da oposição no Estado.

As denúncias envolvendo lideranças do PSB de Pernambuco, amplamente divulgadas pela imprensa, precisam de explicações convincentes. É papel da oposição fazer essa cobrança, em nome de toda a sociedade.

É verdade que o governador Paulo Câmara e o prefeito Geraldo Julio estão no centro do noticiário. Infelizmente, o principal assunto que hoje se associa a eles é a corrupção. Antes das recentes denúncias envolvendo propina da JBS, a dupla já era investigada até pelo Supremo Tribunal Federal, dentro da Operação Fair Play, braço local da Lava Jato, que apura irregularidades na construção da Arena Pernambuco.

Portanto, é urgente que o PSB explique com seriedade aos pernambucanos o porquê de seus integrantes estarem sendo investigados e denunciados em tantas operações da Polícia Federal"

José Humberto Cavalcanti, presidente do PTB-PE e deputado estadual


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Comentários

Ricardo José

Esses políticos de Pernambuco não merecem mesmo o respeito da população. Vão discutir a criação de empregos, meios para dar maior segurança ao contribuinte, discutir os benefícios que vocês dispõem enquanto no uso do mandato, é isto que a população espera.


FMO

22/05


2017

Escritório dos EUA vai abrir ação coletiva contra a JBS

O escritório americano de advocacia Rosen Law Firm abriu um novo chamado para interessados em participar de uma possível ação de classe contra a JBS, motivada pelos impactos na companhia da delação de seus administradores e pela deflagração da operação Bullish, da Polícia Federal.

“A Rosen Law Firm está preparando uma ação coletiva para recuperar as perdas sofridas pelos investidores da JBS”, afirma por meio de comunicado. O escritório alega que a JBS pode ter emitido informações enganosas para os investidores.

É a segunda abertura de ação coletiva proposta pelo escritório contra a companhia brasileira. A primeira, aberta em março, tinha como base os desdobramentos da operação “Carne Fraca”.

Iniciada em 12 de maio, a operação Bullish investiga fraudes e irregularidades nos aportes concedidos pelo BNDES ao grupo JBS. “O Tribunal de Contas da União (TCU) detectou irregularidades relacionadas a um empréstimo do BNDES de 2007 de R$ 1,13 bilhão à JBS para financiar a aquisição da Swift & Co. Os investidores suspeitam de fraude nessas transações”, afirma o Rosen Law.

O escritório aponta que a desvalorização do papel em razão da operação prejudicou os investidores da companhia. A outra forte queda no preço da ação da JBS ocorreu após a divulgação de que Joesley Batista gravou conversa com o presidente Michel Temer, informando que pagava mensalmente pelo silêncio de Eduardo Cunha.

A gravação levou a assinatura de um acordo de delação premiada por Joesley, seu irmão Wesley Batista e mais cinco executivos da JBS. A companhia também contratou um escritório de advocacia para discutir um acordo com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos.

Apesar de não ter ações negociadas nas bolsas americanas, a JBS possui papéis no mercado de balcão. Desde a operação Bullish, as ações da companhia no mercado de balcão americano caíram cerca de 40%.


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Mobi Brasil 1

22/05


2017

Tucanos buscam nome para o governo de MG

A aliança formada em torno de Aécio Neves (PSDB) em Minas Gerais não quer mais depender do aval do senador, afastado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) nesta quinta-feira (18), para tomar decisões políticas no Estado.

O grupo comandou Minas entre 2003 e 2014, sendo que quase oito anos governados por Aécio, que deixou o governo em 2010 antes do fim do mandato para se candidatar ao senado. O grupo permaneceu no poder até perder a eleição para o petista Fernando Pimentel.

Ainda assim, continuou sob a tutela de Aécio, que presidia o PSDB nacionalmente e planejava uma segunda candidatura ao Planalto. Agora, as legendas tentam emplacar no governo alguém que seja visto como "o novo" e esteja descolado do rótulo de afilhado do ex-governador. A preferência, no entanto, é que seja um nome que já tenha base política.

No plano nacional, tendem a apoiar o candidato tucano, seja o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, ou o prefeito da capital, João Doria.

Mesmo antes da divulgação de delações da JBS, havia um entendimento de que o nome de Aécio tinha perdido capital político e que, ao senador, cabia se defender dos inquéritos que responde na Lava Jato.

Governo
A segunda opção das legendas para disputar o governo mineiro era o também senador e ex-governador Antonio Anastasia (PSDB) -visto como técnico, apesar de ser ligado a Aécio-, mas ele não quer concorrer. Para o presidente do PSDB de Minas, deputado Domingos Sávio, o partido não pode mais ficar "aguardando o candidato cair do céu", nem "submisso à decisão de Aécio" e deve procurar alguém de suas bases.

Nas últimas duas eleições, Aécio foi o fiador das candidaturas dos tucanos Pimenta da Veiga ao governo e João Leite à prefeitura de Belo Horizonte. Fracassou em ambas. Sávio diz que o partido ficou "aflito" com a operação da Polícia Federal, especialmente com a prisão da jornalista Andrea Neves, irmã do senador afastado, mas "tem que seguir em frente".

Entre outras acusações, Joesley Batista, da JBS, afirmou que pagou R$ 60 milhões em propina para a campanha de Aécio à Presidência em 2014.

O tucano disse, em nota, que as declarações do empresário são mentirosas.No mesmo dia em que foi afastado do Senado, Aécio também anunciou que deixaria a presidência do PSDB.

Pré-campanha
Outra ala do PSDB e também o PP, DEM, PTB, PPS e SD já têm um escolhido. Eles tentam emplacar o ex-deputado Dinis Pinheiro (PP) e montaram estrutura de pré-campanha para ele.

O grupo já faz a gestão da imagem do ex-deputado, encomenda pesquisas e analisa bancos de dados em preparação para as eleições. Ele tem participado de eventos políticos no interior de Minas e estuda deixar o PP e negociar com outro partido. Procurado, Pinheiro não quis se manifestar.


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Banner - Hapvida

22/05


2017

PSB rebate críticas de Armando Monteiro

Por Sileno Guedes*

“O senador Armando Monteiro, conhecido em Pernambuco como o "ministro do desemprego", mente reiteradamente quando fala do PSB. Foi esse mesmo partido e o ex-governador Eduardo Campos que possibilitaram que ele se elegesse, apesar de ser um candidato "pesado", como se diz. Era até então um inexpressivo deputado que, depois de circular por todos os campos políticos de Pernambuco, só venceu uma eleição majoritária tirando proveito da popularidade de Eduardo.

Armando, mais uma vez, tenta surfar no noticiário. Tenta surfar na honra de homens públicos sérios, como o ex-governador Eduardo Campos - que nem está entre nós para se defender -, o governador Paulo Câmara e o prefeito Geraldo Julio.

O PSB, desde o primeiro momento, defendeu e defende as investigações de todas as operações de combate à corrupção. Em todos os episódios citados pelo "senador do desemprego", o PSB jamais se esquivou de prestar os esclarecimentos necessários. É mentira que o governador Paulo Câmara e o prefeito Geraldo Julio sejam objetos de alguma ação judicial.

Atribuir malfeitos ao governador Paulo Câmara decorre mais de um desejo de Armando do que a realidade dos fatos. A verdade é que o senador do PTB só pensa exclusivamente nas eleições de 2018.

Armando pouco se importa com as pernambucanas e pernambucanos desempregados.   Sua trajetória comprova total incapacidade administrativa tanto  no setor privado, quando quebrou de usina a banco e agora, mais recentemente, quando protagonizou como ministro uma das maiores crises econômicas da história do Brasil, sendo responsável direto pelo número recorde de desempregados no país, entre 2015 e 2016.

Ao contrário de Armando, Paulo Câmara é um líder que pensa na vida dos que mais precisam. Paulo trabalha para criar empregos, melhorar a Educação, a Saúde e a Segurança Pública.

Não é Armando e meia dúzia de bajuladores que o cerca que vão tirar Paulo e o PSB de Pernambuco do compromisso com os que mais precisam”.  

*Presidente do PSB de Pernambuco


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Asfaltos

22/05


2017

Agência Moodys rebaixa rating da JBS

A agência de classificação de risco Moody's rebaixou e colocou em revisão os ratings da empresa JBS. O grupo brasileiro, maior companhia de carne bovina do mundo, é um dos protagonistas da crise política no país desde a semana passada, quando vieram à tona os detalhes de delação premiada feita por seus fundadores, os irmãos Joesley e Wesley Batista.

Foram rebaixados em um nível, e colocados sob análise para novo rebaixamento, os ratings da JBS S.A e da sua subsidiária, a JBS USA. “A ação se segue à confirmação pela JBS S.A. de que sete executivos da companhia e sua controladora, a J&F investimentos, entraram em um acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República devido a alegações de corrupção”, afirma a Moody's em comunicado.

egundo a agência, o rebaixamento deve-se ao “aumento de riscos” relacionados à possibilidade de futuras ações judiciais e problemas de governança e liquidez da empresa. A Moody's diz ter “visibilidade limitada” quanto à possibilidade de concretização desses prognósticos.

A nota informa que a agência de classificação risco vai se concentrar na obtenção de mais detalhes sobre a delação e sobre investigações criminais em curso. “Se a liquidez se deteriorar em função desses desdobramentos, a Moody's pode adotar ações adicionais em relação ao ratings antes da conclusão desse processo de análise”, ressalta.


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Supranor 1

22/05


2017

Ministro do PSB decide até quarta se entrega o cargo

O ministro de Minas e Energia, Fernando Filho (PSB-PE), enviou mensagem a seus correligionários nesta segunda-feira (22), informando que quer consultar as bancadas do partido na Câmara e no Senado antes de definir se entregará ou não o cargo.

O ministro esteve com o presidente Michel Temer tanto no sábado (20), quando disse que não entregaria o cargo, como no domingo (21). Os encontros aconteceram após a cúpula do PSB pedir a renúncia do peemedebista, mas não ter se pronunciado oficialmente sobre a entrega do cargo.

As reuniões com as bancadas do PSB na Câmara e no Senado acontecem amanhã e quarta-feira (24), respectivamente.

"O mais fácil e mais cômodo, sem dúvida nenhuma, seria entregar o cargo o quanto antes. Porém, os meus princípios me afastam da comodidade da covardia e me fazem ter a necessária consideração e respeito com as pessoas que me prestaram sua total confiança, incluindo, logicamente, a bancada do meu partido, com quem irei debater minha situação antes de qualquer posicionamento definitivo", afirma o ministro.

"Tendo em vista a reunião da bancada na Câmara Federal amanhã e a do Senado na quarta, aguardarei a realização das duas reuniões para final avaliação", diz Fernando Filho na mensagem.

O governo contabiliza ter 14 ou 15 votos dos 35 integrantes da bancada. A ala pró-governo do partido tem uma reunião nesta segunda-feira. O Palácio do Planalto tem procurado minimizar as deserções na base, mas já sentiu o impacto da crise sobre os aliados neste domingo, quando Temer se viu obrigado a transformar um jantar no Palácio da Alvorada em uma reunião informal, devido ao baixo quórum.

Além da possibilidade de Fernando Filho entregar seu ministério nesta semana, o governo pode ver a saída de seu principal aliado, o PSDB. Os tucanos aguardam a sessão de quarta-feira do STF (Supremo Tribunal Federal), quando o plenário decidirá sobre o pedido feito por Temer para suspender o inquérito aberto contra ele por corrupção passiva, obstrução de Justiça e formação de organização criminosa.

O PSDB do Rio de Janeiro, com apenas um deputado federal, pediu a renúncia de Temer no fim de semana.

A expectativa é de que um eventual desembarque do PSDB tenha a saída do DEM como consequência imediata, apesar dos esforços do presidente da legenda, senador Agripino Maia (RN), e do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que assumiria a Presidência da República caso Temer deixe o cargo.

No PPS, partido que entregou o Ministério da Cultura, mas manteve-se no Ministério da Defesa, o governo conta com três dos nove deputados.

Segundo dois auxiliares do presidente ouvidos pela reportagem, o Podemos (ex-PTN), que também havia rebelado publicamente, acalmou-se com a manutenção de seus cargos na Funasa (Fundação Nacional de Saúde) e deve manter o apoio de seus 13 deputados.

Esses auxiliares dizem que a legenda vai se manter no governo, apesar de ter se declarado independente para receber os senadores Álvaro Dias (PV-PR) e Romário (PSB-RJ).


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ArcoVerde

22/05


2017

MPF e J&F retomam negociação de acordo de leniência

O Ministério Público Federal (MPF) informou hoje que foram retomadas as negociações para um eventual acordo de leniência com o Grupo J&F, interrompidas na última feira (19). As conversas iniciadas no mês de fevereiro haviam sido paralisadas porque a empresa não concordou em pagar uma multa de R$ 11,169 bilhões em 10 anos, proposta pelo MPF.

O valor é equivalente a 5,8% do faturamento obtido em 2016 pela holgind, que é dona do frigorífico JBS, de acordo com os procuradores.

Segundo o órgão, os representantes da J&F fizeram duas contrapropostas: a primeira de R$ 1 bilhão, correspondente a 0,51% do faturamento registrado no período, e a segunda, de R$ 1,4 bilhão, ambas rejeitadas pela Força Tarefa da Operação Greenfield.

A Lei anticorrupção (12.846/13) estabelece que a multa em acordos de leniência deve ter como parâmetro percentual que varia entre 0,1% e 20% do faturamento.

O MPF esclarece ainda que a multa imposta no acordo de leniência não inclui o ressarcimento de eventuais prejuízos causados aos cofres públicos.

Leniência e colaboração premiada

Nos acordos de leniência, as empresas e as pessoas envolvidas assumem a participação em um determinado crime e se comprometem a colaborar com as investigações. Elas concordam em pagar multas em troca de redução de punições.

O acordo vale para a empresa como pessoa jurídica e não contempla os executivos investigados, que precisam fazer acordo de colaboração premiada (veja mais abaixo). Segundo o MPF, os dois acordos começaram a ser costurados em fevereiro e ocorreram de forma paralela.

O acordo de colaboração premiada já foi assinado e homologado, pelo ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal). Nele, 7 executivos da JBS e da J&F se comprometeram a pagar multa de R$ 225 milhões e a colaborar com as investigações.


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sonia

SOLUÇÃO PARA O BRASIL: INTERVENÇÃO MILITAR URGENTE.

sonia

Joesley Batista causou prejuízos de R$ 200 bilhões ao país e foi premiado com acordo que afronta os brasileiros O vazamento de informações falsas promovidas pelo empresário Joesley Batista para a Rede Globo e para o site a empresa Empiricus, dona ... IMPRENSAVIVA.COM

sonia

Quando vão prender o LADRÃO? Donos da Odebrecht e JBS confessam que Lula recebeu milhões em comissões do BNDES IMPRENSAVIVA.COM



22/05


2017

Defesa de Temer desiste de tentar suspender inquérito

O advogado Gustavo Guedes, que integra a defesa de Michel Temer, disse nesta segunda-feira (22) que a defesa não vê mais necessidade de o plenário do Supremo Tribunal Federal julgar o pedido de suspensão do inquérito que investiga o presidente.

Segundo ele, a defesa contratou uma perícia própria que constatou 70 "pontos de obscuridade" na gravação da conversa entre Temer e Joesley Batista, na qual a Procuradoria Geral vê indício de cometimento, pelo presidente, de crimes de obstrução à Justiça, corrupção passiva e organização criminosa. Na conversa, o empresário faz relatos de crimes a Temer, sem que nenhuma providência tivesse sido tomada.

Guedes disse que, como a defesa tem segurança de o áudio é "imprestável", quer agora que o inquérito prossiga para "provar a inocência" do presidente.

Ele deu as declarações depois de ser recebido numa audiência no gabinete do ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo.


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sonia

INTERVENÇÃO MILITAR URGENTE.

sonia

Diretas já com as urnas smartmatic? Com BÊNÇÃOS de Totófi e bocão são as únicas chances do luladrão escapar da prisão e a globosta da falência.

sonia

Joesley Batista cortou parte da gravação com Temer alegando ter conversado sobre mulheres Mais um elemento na trama envolvendo a polêmica gravação feita pelo… Compartilhar IMPRENSAVIVA.COM


bm4 Marketing 8

22/05


2017

Contratação de créditos rurais ficou mais fácil

Os produtores rurais que possuem área de cultivo irrigada de até 50 hectares poderão, a partir do dia 29 deste mês, obter acesso a crédito de forma menos burocrática, ao requererem a licença ambiental nas agências do Banco do Brasil onde a operação for efetuada. A ação será possível graças a um acordo de cooperação técnica firmado na última quinta-feira, dia18, entre o secretário de Agricultura e Reforma Agrária, Nilton Mota; a diretora presidente da Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), Simone Souza; o superintendente estadual de Negócios, Varejo e Governo Pernambuco do Banco do Brasil, Nassib Lomes, e o gerente de Mercado, José Wellington Rodrigues.          

O próprio banco vai encaminhar para a CPRH a documentação necessária para a análise da viabilidade do licenciamento ambiental das atividades desenvolvidas pelos produtores rurais. “Todo o processo será feito de forma integrada e transparente, facilitando a vida dos produtores, a partir do momento que não será mais necessário o deslocamento até a CPRH para solicitar a licença ambiental, o que significa maior conveniência e ganho de tempo para os interessados em crédito”, afirmou o secretário Nilton Mota. 


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22/05


2017

Mendonça Filho pode deixar ministério amanhã

O ministro da Educação Mendonça Filho disse a interlocutores que vai entregar o cargo amanhã. Ele é filiado ao DEM, mesmo partido do presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Confirmada a saída dele, será o segundo ministro a abandonar Temer. Na quinta-feira, Roberto Freire, do PPS, entregou o MinC após a decisão do presidente Temer de não renunciar.

A disposição de Mendonça deixou aliados do governo impressionados, uma vez que ele é considerado um ministro ponderado. A leitura é que a saída dele, se confirmada, abrirá as portas para outros fazerem o mesmo.


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