FMO janeiro 2020

09/02


2020

Presidente diz que seu governo sofre ataques e perseguições

Foto: Marcos Corrêa/PR

Estadão Conteúdo

A uma plateia de evangélicos, o presidente da República, Jair Bolsonaro, disse ontem, que sua trajetória no governo federal é marcada por “ataques, perseguições e incompreensões”.

“Sabia que não ia ser fácil. Perseguições teriam, ataques e incompreensões, lutas por poder, mas sabia, acima de tudo, que teria sempre o povo ao nosso lado”, afirmou o presidente, convidado para subir ao palco do evento The Send Brasil.

Bolsonaro afirmou que houve uma mudança no País com sua eleição e que o governo agora respeita os valores familiares e “é temente a Deus”. Ele disse que, a partir de sua posse no Palácio do Planalto, “palavras proibidas” – Deus, família e pátria – “começaram a se tornar comuns”.

“Temos um governo que respeita os valores familiares. Temos um governo que deve lealdade a seu povo e, acima de tudo, que é temente a Deus. O Estado pode ser laico, mas Jair Bolsonaro é cristão.”

Após a queixa e o aceno aos evangélicos, Bolsonaro pediu mais apoio ao público protestante presente no Estádio Nacional Mané Garrincha e agradeceu os votos recebidos nas eleições de 2018 – o segmento religioso foi um de seus pilares na campanha.

“Vocês decidiram, vocês foram ponto de inflexão há dois anos, decidindo mudar o destino do Brasil”, afirmou. “Chegamos lá, mas não basta. Uma andorinha só não faz verão, mas todo verão começa com uma andorinha. O verão de 2018 será cada vez mais forte. Passamos a acreditar nas instituições e na maneira séria e honesta de fazer política. Vocês são os responsáveis por isso”.

O presidente emocionou-se no palco e, sem citar o episódio da facada que levou em Juiz de Fora (MG) durante a campanha eleitoral de 2018, creditou a Deus o motivo de estar vivo.

“Se eu não sei como estou aqui, algo muito, mas muito importante, me conforta: Deus sabe. Nada fazemos se não for por ele. Ninguém esperava que uma pessoa da minha origem, da minha atividade política conseguiria vencer o verdadeiro mecanismo, mais conhecido como establishment”, disse.


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Fernandes

O Genocida.


IPTU Cabo

09/02


2020

Festa do PT: Lula critica Lava-Jato e rebate pedidos de autocrítica

Petista subiu ao palco da Fundição Progresso, na Lapa, ao lado do ex-presidente do Uruguai José Mujica. Lula também rebateu pedidos de autocrítica.

Foto: Brenno Carvalho/ Agência O Globo

O Globo - Por Alice Cravo

Em discurso na festa de 40 anos do PT, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou a Lava-Jato, os empregos precários e a possível candidatura do apresentador Luciano Huck para disputar as eleições presidenciais em 2022. O ex-presidente também rebateu os pedidos de autocrítica feitos ao PT. Lula subiu ao palco da Fundição Progresso, na Lapa, ao lado do ex-presidente do Uruguai José Mujica para um debate sobre o sentido da politica transformadora no mundo.

Lula afirmou que, atualmente, o ser humano é tratado da "forma mais canalha possível em nome da flexibilização e do empreendedorismo", fazendo referência aos novas formas de emprego, muitas vezes informal.

— Eu fico me perguntando o que será da juventude. Nem todo mundo pode jogar bola, ser medalhista, ganhar na mega-sena. As pessoas precisam trabalhar de forma decente, com salário digno. Já houve reforma trabalhista em vários países do mundo e foi para piorar as conquistas do século XX. Veja o que aconteceu no Brasil. O trabalhador foi tendo as condições de vida pioradas. Quando o cidadão tem que sustentar a família, pagar a universidade, ele não escolhe. Mas é o mercado que vai reger a condição de vida ou o estado? — questionou.

Em referência às últimas eleições, Lula afirmou que uma lição muito grande foi ensinada. Convocando a militância jovem do partido, o ex-presidente afirmou que é necessário assumir a responsabilidade de fazer política.

Confira a íntegra aqui: Em festa dos 40 anos do PTLula critica Lava-Jato e rebate ...


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Fernandes

Impressionante!!! Como o mundo reverencia Lula, e os Direitopatas ficam sem argumentos. Só sabem mistificar. KKKK

gilvan almeida

Impressionante!!! como esse povo não se dá por vencido!!! VCS PERDERAM AS ELEIÇÕES!!!


Governo de PE - Decimo Terceiro

09/02


2020

Tailândia: soldado autor de massacre é morto

Homem abriu fogo em base militar e depois em shopping deixando 26 mortos. Ele tentou fugir, mas foi cercado pelas forças de segurança.

Por G1

A polícia da Tailândia informou neste domingo (9) que matou o soldado que assassinou 26 pessoas e deixou outras 57 feridas em ataques a tiros no sábado (8) na cidade de Korat, localizada a cerca de 250 quilômetros de Bangcoc.

Segundo o primeiro-ministro Prayut Chan-ocha, 8 feridos seguem em estado grave e 25 já tiveram alta.

"Um incidente assim nunca havia acontecido na Tailândia, e esperamos que nunca volte a acontecer", afirmou Chan-ocha.

O premiê afirmou ainda que um 'problema pessoal' por conta da venda de um imóvel teria sido o motivo do ataque do militar.

Ataque

De acordo com a imprensa da Tailândia, os disparos ocorreram por volta das 15h30 no horário local (5h30, no horário de Brasília) em uma base militar e em um shopping, chamado Terminal 21.

O militar, identificado como Jakrapanth Thomma de 32 anos, atirou primeiro contra o próprio comandante e outros companheiros. Depois, roubou armas e munição e fugiu em um carro, o qual dirigiu até o centro da cidade, onde fica o centro comercial. Ele invadiu o local por volta das 18h (8h, em Brasília).

Ao chegar ao shopping, o militar começou a atirar indiscriminadamente com um fuzil de assalto contra pedestres e automóveis. Em seguida, entrou no edifício e continuou a disparar, enquanto centenas de pessoas corriam apavoradas. Depois, tentou fugir, mas não teve êxito.

Cerca de seis horas após o atirador entrar no centro comercial, as forças especiais conseguiram entrar e controlar parte do edifício para liberar dezenas de pessoas que estavam escondidas longe do alcance do atirador. O shopping amanheceu cercado por policiais e militares. Por volta de 9h deste domingo (23h de sábado em Brasília), mais de 17 horas após o início do massacre, o militar foi morto.

Post na internet

De acordo com a agência Reuters, o atirador havia feito uma publicação em sua página no Facebook um dia antes com o texto: "A morte é inevitável para todos". Ele ainda aparece em uma imagem segurando uma arma. Pouco antes de abrir fogo, ele também escreveu na rede social: "Deveria desistir?". A página não está mais acessível.

Imagens e vídeos publicados nas redes sociais mostravam cenas de pânico e pessoas fugindo apavoradas sob o barulho dos disparos de uma arma automática.


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acolher

09/02


2020

Coronavírus: número de mortos na China chega a 812

Em todo o país, 37,2 mil casos de infecção pelo novo vírus foram confirmados.

Foto: Reuters/BENOIT TESSIER

Por G1

O novo coronavírus já matou 812 pessoas na China, incluindo uma em Hong Kong, informou ontem o governo chinês. O número é maior do que o de vítimas fatais da epidemia da Sars, outro coronavírus que deixou 774 mortos no mundo, 349 deles na China continental (sem contar Hong Kong, Macau e Taiwan), entre 2002 e 2003.

Mais 2.656 novos casos foram registrados no país, elevando o número total de confirmados para 37.251, incluindo 26 em Hong Kong, 10 em Macau e 17 em Taiwan. Há oito anos, a Sars contaminou 5.327 pessoas no país.

Em toda a China, outras 28.942 suspeitas de infecção pelo vírus são investigadas.

Hubei tem 81 novos casos

Mais 81 pessoas morreram por coronavírus na província chinesa de Hubei, região mais afetada pela epidemia, elevando o número de vítimas fatais para 780 neste sábado.

Hubei registrou 2.147 novos casos de pneumonia causada pelo vírus, 1.379 deles na cidade de Wuhan, totalizando 27.100 na província.

Na região, 20.993 pessoas continuam sendo tratadas em hospital, sendo 4.093 casos graves e 1.154 críticos. Segundo o governo chinês, todos esses pacientes estão isolados. Há ainda 23.638 casos suspeitos.

1ª morte de estrangeiro

Neste sábado foi registrada a primeira morte de uma pessoa não chinesa por coronavírus. A vítima é uma idosa norte-americana, de 60 anos, que estava internada em Wuhan.

No Japão, o número de pessoas infectadas com o novo coronavírus no cruzeiro "Diamond Princess", em quarentena, subiu para 64, informou o ministro da Saúde do Japão. A quarentena pode se estender até o dia 19 de fevereiro.


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09/02


2020

Brasileiros que estavam na China chegam ao Brasil

Aeronaves da FAB com 34 repatriados fazem escala em Fortaleza para reabastecimento. Brasileiros estavam na cidade chinesa que é epicentro do surto de coronavírus.

Por G1 CE

Trinta e quatro brasileiros que viviam na cidade chinesa de Wuhan, epicentro da epidemia de coronavírus, chegaram ao Brasil. As duas aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) com o repatriados aterrissaram à 1h48 e à 1h52 no Aeroporto de Fortaleza para abastecimento. Em seguida elas decolam com destino a Anápolis, em Goiás, onde eles ficarão em uma quarentena de 18 dias. A chegada à cidade goiana deve ocorrer às 5h de domingo (9), conforme o Ministério da Defesa.

Os aviões da FAB tiveram prioridade na solicitação de aterrissagem para reduzir o tempo de espera em solo e em voo, mas não houve mudança no horário de voos comerciais no Aeroporto de Fortaleza, de acordo com a Fraport, que administra o terminal.

Antes de Fortaleza, houve escalas em Varsóvia, na Polônia; e Las Palmas, na Espanha. O Palácio do Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores, divulgou neste sábado uma nota para agradecer os governos da Espanha, Polônia e China por terem permitido os pousos dos aviões brasileiros.


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Cúpula Hemisférica

08/02


2020

Em evento com Mujica, Lula critica Luciano Huck

Ex-presidentes do Brasil e do Uruguai se encontraram durante evento em comemoração aos 40 anos do PT no Rio de Janeiro.

Foto: Diego Padilha/PT/via Poder 360

Por Estadão Conteúdo

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a criticar, na noite deste sábado, a possível candidatura do apresentador Luciano Huck à Presidência da República. Ao lado do ex-presidente uruguaio José Mujica, na festa de 40 anos do PT no Rio de Janeiro, Lula disse que "a Globo, depois de lançar o Bolsonaro, agora vai lançar o Caldeirão do Huck".

Pesquisas mostram que o apresentador pode tirar votos do PT. Com base nisso, Lula passou a investir num discurso focado em aspectos da Economia, como a precarização do trabalho. No discurso desta noite, criticou a naturalização de empregos como o de entregador de aplicativo, nos quais o trabalhador não tem vínculo empregatício com a empresa nem garantias trabalhistas.

"Você não sabe quem é seu patrão, não tem assistência médica. É o ser humano sendo tratado da forma mais canalha possível em nome de uma palavra chamada 'flexibilização' e de uma palavra chamada 'empreendedorismo'", disse o ex-presidente. "Eu peço pizza no iFood. O serviço é maravilhoso para o consumidor, mas eu quero saber a contrapartida. Esse é o desafio que precisamos cobrar do Estado."

Conhecido pela defesa de que políticos tenham uma vida austera, Mujica voltou a criticar, ao lado de Lula, aqueles que enriquecem na vida pública. "Política é uma paixão, um compromisso, e políticos têm que aprender a viver como vive a maioria do povo, não como uma minoria privilegiada", apontou o uruguaio, cujo partido, a Frente Ampla, deixa o poder no fim deste mês após 15 anos de presidência.

Em um momento constrangedor, após a deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ) anunciar a presença da "ex-primeira dama" do Uruguai, Mujica reclamou da abordagem. "Somos republicanos. Não temos primeira-dama." Lucía Topolansky é vice-presidente na gestão Tabaré Vázquez.

Mujica também ressaltou bandeiras comuns em seus discursos, como a necessidade de os jovens buscarem a felicidade e se engajarem na política por paixão, não por ambição financeira ou de poder.

O espaço principal da Fundição, tradicional casa de shows do Rio, tem capacidade para 5 mil pessoas e estava lotado. Antes de Lula e Mujica subirem no palco, uma espécie de ópera petista intercalava trechos da história do PT com apresentações musicais.

Além do debate entre Lula e Mujica, a festa de 40 anos do PT contou com outras discussões ao longo do dia. Em uma delas, cinco partidos de esquerda (PDT, PSB, PSOL E PCdoB, além do protagonista do evento) falaram sobre a necessidade de união da esquerda num contexto de governo Bolsonaro.

Em outra mesa, o ex-prefeito e ex-presidenciável Fernando Haddad chamou Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes, de "parasitas".


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Fernandes

Impressionante...como os direitopatas tem inveja do Lula,e ficam mistificando.

Fernandes

Lula o mundo reverencia, e isso causa muita inveja. A direitalha.

gilvan almeida

Impressionante... como esse povo não reconhece a derrota política!!!

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Reunião da quadrilha


Prefeitura de Serra Talhada

08/02


2020

Chuva deixa 50 mil pessoas fora de casa em Minas

Boa parte dos desabrigados está em escolas públicas. Muitos ainda vivem sem previsão de quando vão poder deixar os abrigos improvisados.

Chuva das últimas semanas deixa 50 mil pessoas fora de casa em Minas

Por TV Globo

Subiu para 59 o número de mortos nas chuvas de Minas Gerais. O corpo de uma mulher que estava desaparecida há quatro dias foi encontrado neste sábado (8) em Santana do Riacho, na região central do estado. E, por causa dos temporais, que começaram no início do ano, mais de 50 mil pessoas estão fora de casa.

Colocar de pé o que a chuva levou. Retirar a lama que veio com a enchente. Na escola de Sabará, o quadro, está limpo. O prédio virou abrigo para quem perdeu tudo. O pedreiro Altair Antônio de Barros e a mulher chegaram depois que a casa deles foi alagada. “Não tenho para onde ir porque o pessoal lá, os familiares lá perto da gente, está todo mundo arrasado, todo mundo na mesma situação. Alguns conseguiram recuperar suas casas, mas estão com medo de morar lá por causa das chuvas”, disse Altair.

O cabeleireiro Anderson Borges Cruz só conseguiu pegar a muleta e a bolsa com remédios. Ele acredita no recomeço: “a única coisa que temos no momento é a esperança e a fé de melhorar, de parar de chover, de poder voltar para casa e conseguir algo melhor”.

A prefeitura de Sabará afirma que está fazendo obras em um imóvel para receber os desabrigados que estão em escolas. Outra opção seria pagar o aluguel, mas há poucos imóveis disponíveis na cidade. “A gente avaliou, a gente tem feito essa consulta diariamente. Nós teríamos quatro imóveis só que atenderiam o critério do aluguel social”, destacou Nívea Soares da Silva, secretária de Desenvolvimento Social/ Sabará.

A cidade de Raposos foi uma das mais castigadas pelos temporais na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Quase metade da população sofreu de alguma forma as consequências das enchentes. E quem teve que deixar a casa enfrenta uma situação ainda mais complicada. É que muitos imóveis no município que poderiam ser ofertados por meio do aluguel social foram construídos em encostas e, segundo a prefeitura, depois de tanta chuva fica difícil garantir que muitos desses locais estejam seguros.

“A gente está num labirinto porque para cada lado que a gente corre, a gente vê que não tem uma saída. Nós estamos avaliando a demanda real de aluguel social e nós estamos descobrindo que não existem esses imóveis”, disse a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Mota.

Boa parte dos desabrigados também está em escola pública. As aulas não devem começar tão cedo. A dona de casa Gislene Silva Pereira não tem ideia de quando vai ter um cantinho só para ela: “eu já estou querendo. Doida para ir para a minha casa. Vamos ver, Deus sabe o que faz”.

A família do Cauã, de 5 anos conseguiu aluguel social. “A gente saiu às pressas porque não teve condição dele ficar lá. A casa está lá, abandonada, toda cheia de lama”, contou a professora Maysa Pereira Fialho. O caso dele é considerado prioridade. Ele vai fazer uma cirurgia no coração.


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Prefeitura de Limoeiro

08/02


2020

Bolsonaro critica repercussão de fala sobre HIV

Após cumprimentar apoiadores, Bolsonaro se dirigiu aos repórteres afirmando que não daria espaço para perguntas.

Bolsonaro  cumprimenta populares ao sair do Alvorada Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil/Estadão Conteúdo

Por Estadão Conteúdo

Ao deixar o Palácio da Alvorada na tarde deste sábado para ir a um evento evangélico no Estádio Nacional de Brasília, o presidente Jair Bolsonaro reclamou da repercussão negativa de sua declaração de que "pessoa com HIV é despesa para todo o Brasil". Ele acusou a imprensa de ter deturpado sua fala e por agora estar sendo alvo de críticas de grupos de pacientes soropositivos. O presidente disse que tenta ser amigo dos repórteres, mas encerrou sua fala dando "uma banana" (gesto feito com os braços) para os jornalistas.

Após cumprimentar apoiadores, Bolsonaro se dirigiu aos repórteres afirmando que não daria espaço para perguntas. Em seguida, passou a falar sobre o comentário que fez ao defender a ideia da ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, de que a abstinência sexual deve ser apresentada como método contraceptivo.

"Na semana passada, falei de uma menina que deu à luz pela terceira vez aos 16 anos de idade sendo aidética. Isso que eu falei. O que faltou? Faltou uma mãe, uma avó, pra não começar a fazer sexo tão cedo. Qualquer pessoa com HIV, além do problema de saúde dela gravíssimo, que nós temos pena, é custoso para todo mundo. Vocês focaram no que o aidético é oneroso no Brasil. Tô levando porrada de tudo quando é grupo de pessoas que tem esse problema lamentavelmente", disse o presidente.

Bolsonaro disse que a imprensa "só faz fofocas". "Esse não é o papel da imprensa. Vocês não podem continuar agindo assim, destruindo reputações. Vê se vai ter alguma retificação no jornal de vocês amanhã? Não vai ter porque o editor não vai deixar ir pra frente. Eu quero conversar, ser amigo de vocês, mas não dá", disse.

Ele reclamou também da repercussão envolvendo suas declarações sobre o ICMS de combustível e sua briga com os governadores. "Não vi de vocês uma matéria decente sobre ICMS do combustível. Levaram apenas pra um lado, desafiou os governadores . É só fofoca, só intriga, fica ruim conversar com vocês. Sei que muitos de vocês não têm culpa, que passa pela mão do editor que está rindo."


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Fernandes

Genocida.


Banner de Arcoverde

08/02


2020

Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 105 milhões

Mega-Sena, concurso 2.232: ninguém acerta as seis dezenas e prêmio vai a R$ 105 milhões.

Foto: Arquivo/Agência Brasil

Por G1

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.232 da Mega-Sena, realizada neste sábado (8) em São Paulo. O prêmio acumulou. Veja as dezenas sorteadas: 07 - 08 - 31 - 34 - 38 - 47.

A quina teve 111 acertadores; cada uma receberá R$ R$ 54.265,87. A quadra teve 8.685 apostas vencedoras; cada uma ganhará R$ 990,79.

O próximo concurso será na quarta-feira (12). O prêmio é estimado em R$ 105 milhões.

Para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 4,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.


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08/02


2020

Passa de 36 mil o número de casos confirmados na China

Coronavírus

Na região mais afetada pela epidemia, 780 mortes já foram registradas. Em toda a China, número de vítimas fatais passa de 800.

Por G1

Mais 81 pessoas morreram por coronavírus na província chinesa de Hubei, região mais afetada pela epidemia, elevando o número de vítimas fatais para 780, informou o governo chinês neste sábado (8). Com isso, já passa de 800 o número de mortes em toda a China.

Hubei registrou 2.147 novos casos de pneumonia causada pelo vírus, 1.379 deles na cidade de Wuhan, totalizando 27.100 na província. No país, são mais de 36,7 mil casos.

Na província, 20.993 pessoas continuam sendo tratadas em hospital, sendo 4.093 casos graves e 1.154 críticos. Todos esses pacientes estão isolados. Há ainda 23.638 casos suspeitos.

1ª morte de estrangeiro

Neste sábado foi registrada a primeira morte de uma pessoa não chinesa por coronavírus. A vítima é uma idosa norte-americana, de 60 anos, que estava internada em Wuhan.

No Japão, o número de pessoas infectadas com o novo coronavírus no cruzeiro "Diamond Princess", em quarentena, subiu para 64, informou o ministro da Saúde do Japão. A quarentena pode se estender até o dia 19 de fevereiro.

Os cidadãos repatriados, assim como a equipe médica e a tripulação dos voos, devem cumprir quarentena de 18 dias na cidade goiana, a 150 km do Distrito Federal e 60 km de Goiânia.

Se algum dos confinados apresentar sintomas de infecção, o governo prevê transferência para o Hospital das Forças Armadas em Brasília.

O Brasil continua sem nenhum caso confirmado de coronavírus. Segundo o balanço do Ministério 

Brasileiros que estavam na China voltam ao país

Estão a caminho do Brasil dois aviões com brasileiros que estavam em Wuhan. As aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) devem aterrissar em Anápolis (GO) na madrugada de sábado (8) para domingo (9).

Os cidadãos repatriados, assim como a equipe médica e a tripulação dos voos, devem cumprir quarentena de 18 dias na cidade goiana, a 150 km do Distrito Federal e 60 km de Goiânia.

Se algum dos confinados apresentar sintomas de infecção, o governo prevê transferência para o Hospital das Forças Armadas em Brasília.

O Brasil continua sem nenhum caso confirmado de coronavírus. Segundo o balanço do Ministério da Saúde, equipes ainda investigam 8 casos suspeitos.


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08/02


2020

A rotina da família confinada no Rio que retornou da China

Grupo de sete pessoas que deixou a província de Zhejiang e desembarcou no Galeão em 30 de janeiro conta o que faz durante o isolamento na Barra da Tijuca.

Tainá Wu, de 21 anos, que passava as férias na província de Zhejiang, na China Foto: Arquivo pessoal

Época - Por Paolla Serra

A estudante de Design de Moda Tainá Wu, de 21 anos, passava as férias da faculdade com o restante da família, na província de Zhejiang, na China. Diante do surto de coronavírus, decidiu antecipar a volta ao Rio de Janeiro, com tios e primos, e estabelecer uma quarentena própria, na Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade. Há oito dias, os sete parentes têm uma rotina de atividades intensa no apartamento de quatro quartos, para, juntos, aproveitarem o tempo de confinamento.

"Desde o início, temos inventado programações que nos une ainda mais. Fazemos ginástica de manhã, assistimos filmes e séries na televisão e ainda brincamos de vários jogos, como baralho, dama e xadrez", contou Tainá à ÉPOCA.

A jovem, seus primos, que têm entre 13 e 22 anos, e seus tios, de 46 e 48 anos, fazem uma quarentena de 14 dias, que termina na próxima quinta-feira (13). Todos acordam por volta das 9h. Em seguida, tomam café da manhã - a comida é deixada no chão na porta do apartamento por uma tia, que mora no mesmo prédio, e só é pega quando há a certeza de que não há ninguém no corredor.

Depois da refeição, a família realiza séries de exercícios funcionais na sala. Nos intervalos das atividades, Tainá conversa com amigos pelo telefone e pelas redes sociais.

Os pedidos de restaurantes e farmácias também são feitos pela tia e entregues à família da mesma maneira. "É claro que está sendo sufocante não pisar na rua e não ter contato com outras pessoas. Queremos que isso acabe logo, mas mesmo assim estamos encarando muito bem essa temporada em casa", garante a estudante.

Ela é filha de chineses e passou as festas de fim de ano ao lado dos pais, avós, tios e primos no município situado a 800 quilômetros de distância de Wuhan - o epicentro do surto da doença. Embora tenha decidido antecipar seu retorno, os pais optaram por ficar na China para cuidar dos avós diante do risco de uma infecção.

Tainá conta que a aferição de temperatura é feita em todos do apartamento pelo menos uma vez por dia. Até agora, ninguém da família chegou a apresentar qualquer sintoma da doença, como resfriados, febres ou problemas respiratórios.

"Não estamos usando máscaras, mas não abrimos mão de álcool em gel e lenços umedecidos", explica.


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08/02


2020

Juíza: investigação de Lulinha deve ficar pública

Gabriela Hardt, da 13.ª Vara Criminal Federal de Curitiba, negou abuso de autoridade citado pela defesa do filho de Lula na Operação Mapa da Mina.

Do Último Segundo

A juíza Gabriela Hardt , da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba, defendeu que a investigação de Lulinha , filho do ex-presidente Lula , na Operação Mapa da Mina continue pública pelo "interesse de toda a sociedade" e disse que a condução do caso sem sigilo dá "saudável escrutínio público". Em sua justificativa, a magistrada citou a "natureza e magnitude dos crimes". Segundo as investigações, empresas de Lulinha teriam recebido pagamentos de R$ 132 milhões da Oi como propina.

Hardt negou uma representação da defesa de Lulinha para que se investigue abuso de autoridade após reportagens revelarem relatórios da Polícia Federal nas investigações. "A retirada do sigilo tem o condão de propiciar não só o exercício da ampla defesa pelos investigados, mas também o saudável escrutínio público sobre a atuação da Administração Pública e da própria Justiça criminal, o que tem se mostrado importante em operações de relevo como esta, tudo em consonância com a devida ponderação de valores constitucionais", escreveu a juíza.

Segundo os advogados de defesa do filho do ex-presidente Lula, há indícios de que documentos sigilosos estão sendo divulgados sem autorização a jornalistas e veiculados em canais de notícias. Para a juíza, no entanto, "não se trata de discutir assuntos privados, mas de investigar supostos crimes cuja apuração é de interesse de toda a sociedade"

"Embora evidente, importa ressaltar que não existe nos presentes autos qualquer juízo definitivo sobre os fatos, as provas e as questões de direito envolvidas, algo só viável após o fim das investigações e o exercício do contraditório", disse Gabriela Hardt.


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08/02


2020

Greve faz Petrobras contratar pessoas e serviços

Greve

Imagem: Alex Ferro/Divulgação
Por Estadão Conteúdo

A Petrobras está providenciando a contratação imediata de pessoas e serviços, de forma emergencial, para garantir a continuidade operacional em suas unidades durante a greve dos petroleiros, informou a companhia em nota.

A categoria está em greve há uma semana. Até ontem, trabalhadores de 84 unidades da estatal do petróleo, em 13 Estados, haviam aderido à paralisação, segundo cálculo da Federação Única dos Petroleiros (FUP).

A estatal afirma que a medida foi autorizada pela Justiça, uma vez que a ordem judicial do Tribunal Superior do Trabalho (TST) de garantir contingente mínimo de 90% do efetivo não vem sendo cumprida pelos sindicatos. Em decorrência disso, afirma, o tribunal autorizou a contratação emergencial para evitar impactos à operação e à produção.

A Petrobras diz ainda que as contratações serão feitas garantindo que os profissionais atendam a requisitos de qualificação técnica e possuam as certificações necessárias para exercício das atividades.

“As unidades estão operando nas condições adequadas, com reforço de equipes de contingência quando necessário, e não há impactos na produção até o momento”, reafirma a companhia.


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08/02


2020

LIvros recolhidos: governo de Rondônia é investigado

MPF investiga atuação do governo de Rondônia no pedido de recolhimento de livros. O MPF também quer saber se os documentos que determinam o recolhimento dos livros estavam público na Internet e por qual razão foram deixados em sigilo após a divulgação de matérias jornalísticas

Por Estadão Conteúdo

O Ministério Público Federal (MPF) instaurou ontem, um procedimento para investigar a atuação da Secretaria Estadual de Educação de Rondônia (Seduc) na determinação para recolhimento de livros nas escolas públicas estaduais.

Na última quinta-feira, 6, o governo de Rondônia pediu que fossem recolhidos dezenas de livros, entre eles clássicos da literatura brasileira como Macunaíma, Agosto, Os Sertões e Memórias Póstumas de Brás Cubas. A alegação era de que as obras tinham "conteúdos inadequados às crianças e adolescentes".

O procurador da República Raphael Bevilaqua pediu que a Seduc envie cópias integrais dos documentos em que constam a relação de livros a serem recolhidos e as motivações da Secretaria para retirada dos exemplares. O MPF quer saber, ainda, em qual contexto se deu a elaboração do documento e se houve estudo detalhado para classificar as obras. O MPF também quer saber se os documentos que determinam o recolhimento dos livros estavam público na Internet e por qual razão foram deixados em sigilo após a divulgação de matérias jornalísticas.  Outro questionamento do órgão à Seduc é para que ela explique quem determinou o sigilo desses documentos. 

O Estado teve acesso ao memorando, que incluía uma lista com 43 livros brasileiros e estrangeiros que deveriam ser "entregues ao Núcleo do Livro Didático" da secretaria estadual da educação. O texto estava em nome do secretário de educação, Suamy Lacerda de Abreu, mas a assinatura eletrônica no sistema era da diretora de educação do órgão, Irany de Oliveira Lima Morais, terceira na hierarquia da secretaria. O governador de Rondônia é o Coronel Marcos Rocha (PSL), que já foi chefe do Centro de Inteligência da PM/RO e secretário municipal de educação de Porto Velho.

Em nota, a Secretaria de Estado da Educação de Rondônia disse ter recebido "uma denúncia" que nas bibliotecas das escolas estaduais havia livros paradidáticos com conteúdos inapropriados para o público alvo, alunos do ensino médio. Diante disso, segundo a pasta, a equipe técnica da secretaria analisou as informações e constatou que os livros citados "eram clássicos da Literatura Brasileira, muitos deles usados em processos seletivos e vestibulares".


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08/02


2020

"Governo Bolsonaro sofre reveses no Congresso porque não há articulação"

"Governo Bolsonaro sofre reveses no Congresso porque não há articulação", diz cientista político. Professor da UFPE, Leon Victor Queiroz, relaciona atuação de parlamentares para derrubar vetos a emendas com outras derrotas do governo.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Globo - Bruno Nomura

O cientista político e professor da Universidade Federal do Pernambuco (UFPE), Leon Victor Queiroz, diz que o governo de Jair Bolsonaro tem sofrido reveses no Congresso porque "não há articulação" com o Legislativo. Segundo ele, a atuação de parlamentares para derrubar os vetos do presidente às emendas impositivas é um sinal disso.

Nesta sexta-feira, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), indicou que deve colocar para votação a derrubada dos vetos. Ao menos sete líderes partidários indicaram que vão dar mais essa derrota ao presidente. Segundo o professor, emendas são importantes para deputados e senadores porque podem investir em seus redutos eleitorais.

Qual é a importância das emendas para o relacionamento dos parlamentares com seus redutos eleitorais?

As emendas são muito importantes porque são uma forma que os deputados têm de investir em suas bases eleitorais. Em ano eleitoral, para aquele prefeito que apoia o parlamentar, significa receber recursos que vão incrementar a agenda de reeleição. As emendas servem para várias ações, como a construção de hospitais, escolas e parques, que são "obras de visibilidade". Isso dentro de um contexto no Brasil em que pouquíssimos municípios conseguem pagar as contas com arrecadação de seus tributos próprios. A grande maioria depende de repasses da União e dos Estados, então essas emendas visam a tapar boa parte dessas falhas.

Uma derrota ao Executivo acontece logo na volta do recesso parlamentar. É um sinal de que vai ser um ano difícil para o governo federal?

O presidencialismo de coalizão é um sistema em que o Executivo, se ele não toma as rédeas e se coloca como líder do processo decisório, não consegue ter êxito. O governo fala que está respeitando o Congresso, mas na verdade são revezes que o Executivo vem sofrendo porque não há articulação. A falta de coordenação política faz com que exista uma maior independência do Legislativo em relação ao Executivo. O presidente Bolsonaro disse que não vai fazer a velha política, mas qual era a velha política? Era negociar. A questão é o que você negocia. Se você negocia a diretoria de uma estatal ou um repasse de dinheiro público desviado, isso é um problema. Mas não a negociação em si.

O ano de 2019 foi marcado por atritos entre Legislativo e Executivo e a eventual derrubada do veto é mais um fator de desgaste da relação entre os poderes. A agenda de reformas do governo federal pode ser prejudicada?

Não tenho a menor dúvida. No caso da reforma administrativa, deve ocorrer a mesma coisa que aconteceu com a reforma previdenciária: vai sair, mas não da forma como o governo queria. O lobby dos servidores públicos é muito forte e o governo está tentando atribuir o problema das contas públicas ao servidor, enquanto na verdade é mais uma inépcia do governo de conseguir que a economia volte a produzir resultados. Já a reforma tributária precisa da concessão dos governadores dos Estados sobre a compensação da perda do ICMS e a criação de um IVA federal. Se a reforma administrativa ainda pode ser aprovada como uma agenda do ministro Paulo Guedes, a tributária é muito mais difícil porque é o tipo de texto que precisa do Executivo para capitanear o processo.


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