FMO janeiro 2020

25/06


2020

Mendonça: é inaceitável Geraldo fingir que nada aconteceu

O ex-ministro da Educação e pré-candidato à Prefeitura do Recife pelo DEM, Mendonça Filho, afirmou que é inaceitável o prefeito do Recife, Geraldo Júlio (PSB), continuar fingindo que nada de grave aconteceu após a Prefeitura ser alvo de três operações da Polícia Federal em menos de um mês. “A gestão do prefeito está sendo investigada por suspeita de fraude, peculato e falsidade ideológica em contratos da saúde em plena pandemia. Como comandante da equipe, ele tem obrigação de explicar por que tantos contratos suspeitos”, cobrou Mendonça Filho.

Mendonça lembrou que a PCR é alvo das operações Apneia, que investiga a compra de 500 respiradores num contrato de mais de R$ 11 milhões a uma empresa fantasma, sem aval da Anvisa e só testados em porcos; Casa de Papel, que investiga a aquisição de produtos hospitalares no valor de R$ 7,5 milhões e Antídoto, que apura um contrato de R$ 81 milhões para compra de material médico hospitalar, a uma empresa que tem como sócia uma faxineira que mora numa comunidade pobre em Olinda.

“As três operações são ações conjuntas do Ministério Público Federal, da Controladoria Geral da União e da Polícia Federal. É um desrespeito total ao povo do Recife o prefeito agir como se não tivesse responsabilidade pelo que é feito na sua gestão. Repetir nota de assessoria a cada operação é inaceitável”, criticou Mendonça. Além dessas três operações, a Polícia Federal também notificou a PCR pedindo esclarecimento sobre um contrato de R$ 15 milhões também na área de saúde.


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Banco de Alimentos

25/06


2020

Carlos Alberto Decotelli é o novo ministro da Educação

O presidente Jair Bolsonaro anunciou, hoje, por meio de uma rede social a nomeação do professor Carlos Alberto Decotelli da Silva para o cargo de ministro da Educação.

Ele sucederá Abraham Weintraub, que, após 14 meses, anunciou demissão na semana passada para assumir um posto de diretor representante do Brasil no Banco Mundial, em Washington (EUA). Decotelli será o terceiro ministro da Educação no governo Bolsonaro. Antes de Weintraub, Ricardo Vélez Rodríguez permaneceu pouco mais de três meses no comando da pasta.

Após o anúncio de Bolsonaro, o decreto com a nomeação do novo ministro foi publicado na versão eletrônica do "Diário Oficial da União". Até então, desde a saída de Weintraub, Antonio Paulo Vogel de Medeiros comandava a pasta na condição de ministro interino.

Oficial da reserva da Marinha, Carlos Alberto Decotelli da Silva atuou como professor da Escola de Guerra Naval, no Centro de Jogos de Guerra, e presidiu o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) entre fevereiro e agosto do ano passado. Depois, passou para a Secretaria de Modalidades Especializadas do Ministério da Educação.

Decotelli é bacharel em Ciências Econômicas pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), mestre pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), doutor pela Universidade de Rosário (Argentina) e pós-doutor pela Universidade de Wuppertal, na Alemanha.


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Comentários

marcos

Oi, mas o presidente Bolsonaro não é racista? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk


O Jornal do Poder

25/06


2020

A carta para Tia Lola

Por Roberto Borges

Melhor que escrever sobre a tia Lola seria escrever para a tia Lola, mas como não dá mais tempo, aqui vai minha saudosa homenagem. Loyde Alves foi uma espécie de pioneira como editora de um caderno infantil de jornal. Cuidou com muito carinho do caderno “Júnior” do querido Diário de Pernambuco. Conheci tia Lola depois de assistir a um programa da TV Rádio Clube, apresentado pelo grande amigo, e saudoso, Geneton Moraes Neto, nos anos setenta. Ainda éramos estudantes do segundo grau, e queríamos ser jornalistas.

Aos 15 anos, enviei uma carta ao programa contando por que queria ser jornalista. Geneton leu a carta no programa da tia Lola e eu quase morri do coração. Depois da leitura, a tia Lola pediu que eu fosse à redação do velho Diário, para fazer parte do “Júnior”.

Na redação, Geneton me apresentou ao jornalista e cineasta, também saudoso, Fernando Spencer, que era o editor chefe do caderno infantil, e redator do programa Falando de Cinema da TV Rádio Clube. Falar da Tia Lola sem falar do Spencer, não teria sentido, pois os dois foram mentores da minha carreira e da carreira do Geneton, nos primeiros anos de nossas vidas de jornalista, bem antes da formatura, quando ainda éramos “focas” de redação. Ele na TV e no rádio e ela no jornal impresso.

Loyde recomendava livros, editava nossos textos, dava conselhos e, Spencer era a aula prática do dia a dia na redação, o jornalismo do batente. Os dois funcionavam, na época, como olheiros dos times de base para a empresa Diários Associados. Muitos colegas espalhados por aí pelo jornalismo afora foram revelados pela dupla que editou por longos anos o “Júnior”, como Geneton e eu que terminamos na Rede Globo, fora do Recife.

Spencer se foi, agora, Tia Lola, mas fica o legado destes dois grandes jornalistas. Eles deixaram um significativo exemplo de generosidade, que é tão importante naquela fase quando estamos começando uma jornada. Geneton fez a vida no Rio, eu faço a minha em Brasília, mas nunca iremos esquecer os primeiros dias no “Júnior”, ao lado de Loyde e Spencer, quando a vida ainda era uma grande incógnita de como seria a bela profissão de jornalista que abraçamos, sob as bençãos dos dois.

Descanse em paz, Tia, pois, viver um século não é para amadores.


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25/06


2020

Fui criança do clube da Tia Lola

Por Hylda Cavalcanti*

Puxa, morreu a Tia Lola, que editava um suplemento infantil para o Diário de Pernambuco nos anos 70. Ela fez a festa de muitas crianças que tinham textinhos publicados ou eram citados naquele espaço. Alguns, depois de crescidos, viraram jornalistas. Eu mandava demais desenhos e cartinhas para ela, deixados no correio pela minha mãe e pelo meu avô. E não perdia um suplemento, publicado nos fins de semana.

Adorei quando trabalhei no departamento de comunicação do Metrô do Recife e a encontrei como integrante da comissão julgadora de um concurso de desenhos sobre os trens da CBTU, feitos por alunos da rede pública. Lembro que a primeira coisa que perguntou quando me viu (era início dos anos 90) foi: "você também foi uma das minhas crianças?". Eu ri e confirmei. E saí do trabalho, naquele dia, feliz da vida porque a tinha conhecido.

Siga em paz, Tia Lola. Que o seu céu seja repleto de crianças, como a senhora sempre gostou de ter por perto. Aqueles seus fãs mirins, hoje cinquentões, sempre a terão na memória!

*Jornalista em Brasília


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25/06


2020

Ernesto Lacombe é afastado da Band

Os apresentadores Luís Ernesto Lacombe e Nathália Batista foram afastados, hoje, do comando do programa “Aqui na Band”, assim como o diretor-geral e criador da atração, Vildomar Batista. A atração sofreu uma intervenção da direção da emissora e passará por uma reformulação. As informações são do site Notícias da TV, do portal UOL. Até o dia 3 de julho, apenas reprises serão exibidas. Quando voltar ao ar com edições inéditas, a atração já deve estar sob o comando da recém-contratada Mariana Godoy.

A equipe do “Aqui na Band”, que trabalhava normalmente na produção da edição de hoje, foi pega de surpresa e pode ter profissionais dispensados ainda nesta data. Já Lacombe e Nathália têm futuro incerto na emissora. Há a possibilidade de ele reforçar a equipe de esportes da emissora – que sofre com a paralisação principalmente do futebol. Já a apresentadora poderá ser encaixada em futuros projetos da emissora.

Segundo o Notícias da TV, a intervenção no “Aqui na Band” é consequência de uma briga interna da área de Entretenimento com o Jornalismo por causa de pautas tendenciosas em favor do presidente Jair Bolsonaro e dos temas conservadores abordados no “Aqui na Band”. De acordo com o portal, em maio, Fernando Mitre e Rodolfo Schneider, respectivamente diretor nacional e diretor executivo de Jornalismo, tiveram por telefone uma grave discussão com Vildomar Batista por conta de um debate com o tema "Quem mandou matar Jair Bolsonaro?".

A crise ganhou um novo capítulo nesta semana quando a chefia do jornalismo considerou inadequada a participação o blogueiro Allan dos Santos, investigado pelo Supremo Tribunal Federal por disseminação de fake news em um debate sobre conservadorismo.


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25/06


2020

Famílias no CadÚnico poderão ter bolsa-internet

Milhões de brasileiros de baixa renda que ainda não possuem acesso à internet, podem começar a receber um auxílio internet. É o que prevê o projeto de lei 3501/2020, do deputado Felipe Carreras (PSB/PE). O auxílio terá o seu valor definido em ato do Poder Executivo, e os beneficiários poderão selecionar as ofertas dentre aquelas disponíveis pelas prestadoras do serviço móvel pessoal, conforme definido na regulamentação.

A proposta visa solucionar a falta de inclusão digital de mais de 42 milhões de brasileiros que não estão conectados. Carreras ressaltou a importância da internet, principalmente neste período de pandemia. “Hoje em dia é difícil falar de informação, educação, entretenimento e lazer sem elencar algum que não se utilize de dispositivos conectados à internet. Neste momento de incertezas sobre o coronavírus, o acesso a essa ferramenta é essencial para seguir as medidas de isolamento social”, disse.

O deputado ainda destacou que a pandemia tem mostrado, ainda mais, a desigualdade social no país. “O nosso projeto quer inserir milhões de famílias de baixa renda no mundo digital, possibilitando o acesso a várias opções de lazer e informação. Essa é uma medida de extrema importância e urgente”, avaliou.


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25/06


2020

Covid-19: Eu venci, nós venceremos

Por Adilson Lira*

A vida nos prega peças e nos ensina, constantemente, novas e grandes lições. A cerca de 20 dias, fui acometido de uma “gripezinha” que inicialmente se apresentou com sintomas normais: dores de cabeça, um pouco de febre e o incomodo natural das gripes.

Fiz um tratamento convencional, em casa mesmo, afinal, em tempos de pandemia é prudente não irmos a unidades hospitalares, já que ali estão as maiores possibilidades de contato com gente contaminada. Assim, tomei vitaminas “C”, analgésicos e antitérmicos. E fiquei em casa.

Tudo parecia se encaminhar pra uma solução simples, mas, na última sexta-feira, dia 19 de junho, no fim da tarde, passei mal, aumentaram minhas dores de cabeça e dores pelo corpo, tive algumas tonturas e cheguei a vomitar. Fui imediatamente levado pela minha família para o Hospital Santa Efigênia, em Caruaru.

Chegando ao hospital, fui imediatamente encaminhado para o isolamento e a partir daí fiz uma bateria de exames, cujos resultados culminaram com a constatação de que eu havia contraído a Covid-19. As tomografias deixaram evidente que o vírus já havia comprometido cerca de 20% dos meus pulmões. Porém, os médicos me tranquilizaram sob o argumento de que isso era algo brando e que o tratamento iniciaria imediatamente, com largas chances de êxito pleno.

Fui internado naquele mesmo dia e iniciei imediatamente o tratamento medicamentoso. Foram dias difíceis. Acordava as 5 da manhã para coleta de sangue e ingestão de remédios (comprimidos e injeções). Graças a Deus não precisei fazer uso da cloroquina, mesmo porque se trata de uma experiência cuja eficácia ainda não foi comprovada cientificamente, mas que tem graves e perigosos efeitos colaterais.

Foram 5 dias de intensa e constante luta contra o Covid-19. Inicialmente, absolutamente isolado, pois não havia obtido autorização para minha companheira me acompanhar. Porém, a partir do domingo, 21 de junho, consegui autorização e minha esposa pode ficar comigo, cuidando e protegendo. Com certeza essa foi a principal parte do tratamento. A partir da chegada dela aumentei minha autoestima e pude perceber o quanto é importante o apoio, carinho e afeto dos nossos entes queridos, familiares e amigos.

Ao longo do período em que passei hospitalizado, recebi inúmeras manifestações de carinho e apoio de amigas e amigos. Infelizmente não pude sequer responder a todas e todos. Mas foi reconfortante saber o quanto sou amado, o quanto sou considerado. O quanto as pessoas se preocupam comigo. Devo minha recuperação também a isso. Independentemente de religião, recebi relatos de pessoas que oraram, rezaram, fizeram preces e se colocaram diante de Deus pedindo pelo meu pronto reestabelecimento.

Nesses momentos vemos que, na verdade, os grandes tesouros que vale a pena acumularmos ao longo da vida são as amizades e o amor construídos com gente boa, gente do bem.

Minha maior surpresa veio justamente do meio onde vivo, a política. Como sabemos, esse é um meio desalmado, sem coração, de egoístas, personalistas, individualistas. Porém, minha surpresa foi justamente o fato de descobrir que, muita gente boa, independentemente de cores partidárias ou ideológicas, se juntou na corrente positiva em minha defesa. Percebi que não tem sido em vão nossa luta por um mundo melhor. Percebi que tenho alcançado os corações e mentes de muita gente. Percebi que nosso trabalho tem encontrado eco. E agradeço a Deus por ter me permitido fazer essa reflexão.

A partir daí, com tudo isso a meu favor, não foi difícil vencer o vírus e me recuperar completamente. Repito, porém, que, apesar do competente trabalho médico-científico, foi na verdade o carinho e afeto das pessoas que me deu forças para vencer mais essa guerra pela vida.

Seria impossível falar de tudo isso sem adentrar os túneis tenebrosos do que vivemos nesse momento no Brasil. Estamos agora adentrando na pior das fases da pandemia, pois, justamente quando os grandes centros estão em processo de estabilização, o interior do Brasil inicia uma fase perigosa de crescente contágio.

Tomando por exemplo nosso estado e região, podemos perceber que a capital e região metropolitana, após sérias e rígidas medidas de isolamento social e fiscalização, conseguiram estabilizar a curva de crescimento da pandemia. Porém, a preocupação está justamente no interior do estado. Aqui onde a infraestrutura ainda é bastante frágil, onde cerca de 4% das pessoas ainda não têm acesso sequer a água potável para seu asseio, onde não se tem estrutura econômica para manter álcool em gel para a higienização das mãos, sempre que estiver fora de casa, é preocupante ver que estamos caminhando possivelmente para outra tragédia.

Caruaru, a maior e mais importante cidade do interior, agora entra numa fase de isolamento mais rígido, a partir do decreto do Governo do Estado que determina praticamente uma espécie de “lockdowm”, prioritariamente em Bezerros e Caruaru, a partir da sexta-feira, 26 de junho. Isso demostra o grau de problema no qual estamos envolvidos.

A Prefeitura do Município, por sua vez, vem acatando os decretos do Governo do Estado, não poderia ser diferente, e também tentando fazer a sua parte para que nos livremos desse mal o quanto antes. De fato, nesse momento, o que menos interessa é de onde vem a solução. O importante é resolver e salvar as vidas do nosso povo.

Enquanto isso, infelizmente não podemos contar com o apoio do Governo Bolsonaro. O presidente continua agindo como se não fosse com ele. De forma irresponsável inscrita seus mais fanáticos seguidores a saírem às ruas em protestos contra a democracia, em ataques ao Supremo Tribunal Federal e contra o Congresso Nacional. Muitos chegam a defender abertamente o fechamento dessas instituições e a adoção de uma ditadura, com seu “mito” à frente. Um verdadeiro absurdo.

Quanto à questão da saúde pública propriamente dita, o que vemos é um chefe de estado que necessita de sentença judicial determinando que ele use máscara ao sair em público. Coisa que não vinha fazendo. O presidente foi condenado pela Justiça do Distrito Federal a pagar multa diária de R$ 2.000,00 (dois mil reais), caso descumpra as ordens judiciais.

Já passamos das 52 mil mortes pelo novo coronavírus no Brasil. A cada dia aumenta o número de contaminados pelo vírus. Não é tempo de pensarmos em palanques políticos, nem em cores partidárias ou ideológicas. É hora de pensarmos na vida. É hora de preservação da humanidade. Vamos dar prioridade ao cuidado com as pessoas e ao enfrentamento dessa pandemia que afeta a todos indistintamente.

Com o adiamento das eleições municipais para o mês de novembro, teremos o primeiro turno em 15 de novembro e o segundo turno em 29 de novembro, haverá tempo para nos prepararmos e vencermos essa guerra contra o Covid-19.

Quanto às eleições propriamente ditas, serão realizadas em meio a uma crise de saúde pública; econômica e social, sem precedente na nossa história. Mas será o momento de nos posicionarmos, de nos engajarmos em organizar as bases daquele que será o grande desafio político do próximo período: A disputa eleitoral de 2022. Das urnas das eleições municipais sairão as bases de apoio para derrotar definitivamente o bolsonarismo ou para lhe fortalecer.

Prefeitos e vereadores eleitos em novembro desse ano, terão a missão de fortalecer as bases para as mudanças futuras. Não podemos perder a oportunidade de promover a defesa da democracia e o combate ao fascismo.

Um outro ponto de importância é a luta contra o racismo. Vidas negras importam e não podemos mais retroceder contra esse mal. Foi preciso que um negro fosse barbaramente assassinado nos Estados Unidos para que abríssemos os nossos olhos para o que vem acontecendo aqui no Brasil, bem debaixo dos nossos olhos. O racismo mata, exclui, condena, aprisiona. Não podemos mais nos calar.

Paralelamente à luta contra o racismo, resgatar também as lutas contra o machismo, a homofobia, por liberdade e justiça social. Apesar da crise, o momento é propício para avançarmos rumo a uma sociedade saudável, sem qualquer discriminação e contra qualquer forma de preconceitos.

Bolsonaro passará. O Brasil vencerá mais essa. Nós somos brasileiros e com certeza não desistiremos nunca!

*Advogado, dirigente estadual do PT, coordenador estadual da Organização Social Via Trabalho e coordenador do Coletivo PT de Verdade


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25/06


2020

O Poder divulga live com Cristovam Buarque

O Poder Municípios, jornal online distribuído via WhatsApp as terças e quintas-feiras, sempre às 11h, divulgou, há pouco, a live que este blog realiza hoje com o ex-senador, ex-governador do Distrito Federal e ex-ministro da Educação, Cristovam Buarque (Cidadania).

Cristovam também é engenheiro mecânico, economista, educador e professor universitário. Entre os anos de 1985 e 1989, foi reitor da Universidade de Brasília. Foi o criador do Bolsa-Escola, programa implantado pela primeira vez em seu governo no Distrito Federal.

Em 2006, Cristovam foi o candidato do PDT à presidência da República em 2006, com o senador amazonense Jefferson Peres como candidato à vice-presidência. Ele obteve a 4ª colocação no primeiro turno atrás de Lula (PT), Geraldo Alckmin (PSDB) e Heloísa Helena (PSOL) ao obter 2.538.834 votos (2,64% dos votos válidos e 2,42% dos votos totais). Personalidades como Juca Kfouri, José Trajano, Caetano Veloso, Fernanda Torres, Ricardo Noblat e Manoel Carlos declararam publicamente terem votado em Cristovam.

No final do ano passado, Cristovam lançou o livro “Por que falhamos: o Brasil de 1992 e 2018”, no qual discute erros cometidos por governos progressistas na condução do país. Na sua visão, os tropeços foram determinantes para a ascensão de Jair Bolsonaro à Presidência. Para assistir a live, basta acessar o Instagram @blogdomagno às 18h. Imperdível!


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25/06


2020

Empresa investigada devolve R$ 1,3 milhão à PCR

A Prefeitura do Recife recebeu, no último dia dez de junho, a devolução de parte dos recursos pagos à empresa Saúde Brasil Comércio de Medicamentos Médicos Eireli, investigada pela operação Antídoto da Polícia Federal. Nos mesmos moldes da transação financeira realizada em torno da compra dos respiradores da Brasmed Veterinária, em maio, que também devolveu recursos pagos pela administração municipal após questionamentos dos órgãos de fiscalização, a Saúde Brasil – ou FBS Saúde Brasil, conforme seu nome fantasia – devolveu às contas do Fundo Municipal de Saúde R$ 1,3 milhão referentes à compra de 101 mil equipos, material de consumo hospitalar utilizado para nutrição enteral ou administração de medicamentos por via venosa.

De acordo com decisão da Justiça Federal que autorizou a Operação Antídoto, a compra dos equipos pode ter sido uma operação fantasma, ou seja, a Prefeitura do Recife teria liquidado e pago a compra sem comprovar o efetivo recebimento do material. A dispensa de licitação para a compra desses equipamentos é uma das quatorze investigadas pelos órgãos de fiscalização, que totalizam contratos de R$ 81,1 milhão no âmbito da Secretaria de Saúde do Recife. Especificamente sobre a dispensa que motivou a devolução dos recursos, as irregularidades apontadas na decisão da Justiça Federal são: “instauração da dispensa sem assinatura dos solicitantes; termo de dispensa não teria assinatura; ratificação sem data; Nota Fiscal Eletrônica teria sido paga sem o ateste”.

Para a deputada estadual Priscila Krause (DEM), a devolução dos recursos é um claro sinal de irregularidades na transação. “Assim como ocorreu com os respiradores, parte do dinheiro que havia sido pago da noite para o dia a essa pequena empresa, volta aos cofres públicos após a deflagração das investigações. É uma prática que aponta para o delito e nos alarma bastante sobre como a gestão municipal está tratando o dinheiro público. Ao contrário de isentar os envolvidos, a devolução chama mais atenção para a relação nebulosa entre a empresa e a Prefeitura”, afirmou.

A compra questionada envolve a aquisição de 29 mil equipos fotossensíveis para bomba de infusão, por R$ 15,00 cada unidade, e 72 mil equipos de nutrição enteral para bomba de infusão (R$ 12,00/unidade). O quantitativo milionário de itens adquiridos pela Prefeitura do Recife, via dispensa de licitação, para o combate ao coronavírus ainda nos meses de março e abril, chama atenção da parlamentar, que tem questionado a gestão pela disparidade entre as compras do município em comparação com entes federativos onde residem populações muito maiores como o próprio Estado de Pernambuco e os municípios de Fortaleza, Rio de Janeiro e São Paulo.

Numa das representações que envolvem a empresa Saúde Brasil, Priscila Krause questiona a regularidade da compra de 27 milhões de luvas de procedimento não cirúrgicas. A maior parte delas – 22,5 milhões – foi adquirida em tempo recorde: 48 horas separam a assinatura do termo de dispensa de licitação da liquidação das compras. Na época, em março, havia grande dificuldade – no mundo inteiro – de disponibilização desse tipo de Equipamento de Proteção Individual (EPIs). Em todas as coletivas e informes à imprensa, o prefeito Geraldo Julio (PSB) jamais anunciou tal compra, informando que a gestão havia adquirido, até o final de maio, um total de 3,5 milhões de itens de EPI, entre eles luvas.


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25/06


2020

Humberto vota contra para tirar povo da lama

Aprovado, ontem, pelo Senado, o novo marco legal do saneamento básico do País, que vai tirar o povo da lama em cidades do País, como o Recife, que tem apenas 30% da sua área saneada, não contou com o voto do senador pernambucano Humberto Costa, do PT. O projeto é de iniciativa do governo, foi aprovado em dezembro do ano passado na Câmara dos Deputados e agora segue para a sanção presidencial.

A matéria baseia-se na Medida Provisória (MP) 868/2018, que perdeu a validade sem ter sua apreciação completada no Congresso Nacional em 2019. Assim, o governo enviou ao Legislativo um projeto com o mesmo tema.

O texto prorroga o prazo para o fim dos lixões, facilita a privatização de estatais do setor e extingue o modelo atual de contrato entre municípios e empresas estaduais de água e esgoto.

Pelas regras em vigor, as companhias precisam obedecer a critérios de prestação e tarifação, mas podem atuar sem concorrência. O novo marco transforma os contratos em vigor em concessões com a empresa privada que vier a assumir a estatal. O texto também torna obrigatória a abertura de licitação, envolvendo empresas públicas e privadas. Além de Humberto, veja a relação dos senadores que votaram contra.

Relação dos 13 senadores que votaram contra o Marco do Saneamento

Sérgio Petecão (PSD-AC)

Randolfe Rodrigues (Rede-AP)

Jaques Wagner (PT-BA)

Eliziane Gama (Cidadania-MA)

Weverton Rocha (PDT-MA)

Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB)

Paulo Rocha (PT-PA)

Humberto Costa (PT-PE)

Jean-Paul Prates (PT-RN)

Zenaide Maia (PROS-RN)

Paulo Paim (PT-RS)

Mecias de Jesus (Republicanos-RR)

Rogério Carvalho (PT-SE)


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25/06


2020

Bolsonaro mantém aprovação estável em 41%

Pesquisa DataPoder360 mostra que o governo do presidente Jair Bolsonaro tem 41% de aprovação e 49% de desaprovação. Os números se mantiveram estáveis desde o último levantamento, divulgado há 15 dias.

O estudo foi realizado no início desta semana, dos dias 22 a 24 de junho. Ou seja, depois da prisão de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro. Queiroz foi encontrado na casa de Frederick Wassef, então advogado do senador e de Bolsonaro na quinta-feira da semana passada. Wassef nega que o presidente e seu filho mais velho tinham conhecimento de que o ex-assessor estava em seu imóvel.

O levantamento revela que o episódio não abalou as taxas de aprovação e desaprovação do governo.

Quando se leva em conta o rendimento dos entrevistados, a taxa de aprovação mais alta é no grupo dos mais pobres (os que não têm renda fixa) – justamente quem recebe o auxílio emergencial de R$ 600.

O percentual positivo para o presidente é igual, considerando a margem de erro, entre homens e mulheres: 42% e 40%, respectivamente, aprovam a administração federal.

Considerando o nível de escolaridade, os que cursaram ensino superior são os que mais desaprovam o chefe do Executivo: 66% nesse estrato.

As regiões Centro-Oeste e Norte também são onde o governo lidera em aprovação no país: com 52% e 48%, respectivamente. Já no Nordeste, 59% dizem desaprovar o militar.

A pesquisa, realizada de 22 a 24 de junho de 2020 pelo DataPoder360, divisão de estudos estatísticos do Poder360, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 549 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.


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