FMO

18/01


2020

China registra novos casos de pneumonia misteriosa

Segundo funcionários da área de saúde chinesa, novo vírus já infectou 45 pessoas.

Foto/via Estadão

Por Estadão Conteúdo

 A misteriosa pneumonia viral que surgiu no centro da China já infectou 45 pessoas, segundo informaram funcionários chineses da área de saúde nesta sexta-feira, 17, após a confirmação do segundo óbito no país. No total, já foram identificados 45 pacientes, com mais quatro casos em relação ao boletim anterior, revelou a Comissão Municipal de higiene e saúde pública.

Segundo os funcionários, 15 pacientes já receberam alta e cinco estão em estado grave. Trata-se de um novo tipo de coronavírus, uma família com um grande número de vírus, incluindo o que provoca a síndrome respiratória aguda grave (SARS, na sigla em inglês). Até o momento, todos os casos na China foram registrados em Wuhan, uma cidade de 11 milhões de habitantes do centro do país.

Outros casos desta misteriosa pneumonia foram detectados no exterior: dois na Tailândia e um no Japão. As autoridades desses dois países alegam que os pacientes foram a Wuhan antes de sua hospitalização. A investigação das autoridades constatou que vários pacientes trabalhavam em um mercado da cidade especializado no atacado de frutos do mar e peixes. O município tomou várias medidas, ordenando, em particular, o fechamento do mercado em questão, onde foram realizadas operações de desinfecção e análises.

O segundo óbito - um homem de 69 anos - ocorreu na quarta-feira, 15, segundo a Comissão Municipal de Higiene e Saúde. Um chinês de 61 anos já havia morrido na semana passada. A maioria dos pacientes é do sexo masculino e com idade mais avançada.

As autoridades de saúde locais tentam tranquilizar a opinião pública garantindo que "o risco de transmissão entre humanos, se não foi excluído, é considerado baixo", mas a epidemia alimenta o medo do ressurgimento do vírus altamente contagioso SARS, que matou cerca de 650 pessoas na China continental e em Hong Kong em 2002-2003.

A China não anunciou restrições de viagem no país. Já as autoridades de Hong Kong (sul) reforçaram suas medidas de detecção nas fronteiras do território autônomo, em particular com detectores de temperatura corporal. A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse na quinta-feira que "ainda há muito a descobrir sobre o novo coronavírus". "Não sabemos o suficiente para tirar conclusões definitivas sobre seu modo de transmissão", ressaltou.


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Governo de PE - Redução nos Homicídios

18/01


2020

Sob gestão atual, INEP maltrata língua portuguesa

Organizador do Enem tuitou sobre "vizualizações"

Inep também desrespeitou o dicionário Foto: Reprodução

Por Época

Os maus-tratos de Abraham Weintraub à língua portuguesa têm sido seguidos também por seus subordinados.

Desta vez, foi o Inep, organizador do Enem, que desrespeitou o dicionário.

Escreveu "vizualizações" no Twitter.

Se fosse na redação do Enem...

(Por Eduardo Barretto)


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acolher

18/01


2020

Bolsonaro aprova fundo eleitoral de R$ 2 bilhões

Orçamento para 2020

Presidente sancionou a proposta orçamentária sem nenhum veto, segundo informou ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência.

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil/ND

Por Estadão Conteúdo

O presidente Jair Bolsonaro sancionou integralmente, nesta sexta-feira, 17, o Orçamento de 2020, que inclui o Fundo Eleitoral. Conhecido como "fundão", o dispositivo prevê gasto de R$ 2 bilhões para financiar as campanhas dos candidatos nas eleições municipais de outubro. O anúncio foi feito no Twitter pelo ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Jorge Oliveira.

O valor de R$ 2 bilhões foi aprovado pelo Congresso em dezembro do ano passado. Contrariado com críticas sobre a destinação desses recursos, Bolsonaro tem pedido a apoiadores que não votem em candidatos que utilizam recursos públicos nas eleições. O problema é que o "boicote" pode prejudicar seus próprios aliados.

Levantamento do Estado mostrou que pelo menos 15 parlamentares bolsonaristas tiveram parte dos gastos eleitorais em 2018 custeada com dinheiro do Fundo Eleitoral. Ao todo, foram R$ 335,2 mil recebidos, o que representa 17% do total arrecadado pelos então candidatos.

Desde que a proposta orçamentária foi aprovada no Congresso, o presidente deu sinais trocados sobre se ia ou não aprovar o fundo eleitoral. Ele chegou a fazer enquete com apoiadores perguntando se devia aprovar o texto, organizou uma campanha para que seus simpatizantes não votem em candidatos que usam o dinheiro e sinalizou que poderia vetar a reserva de dinheiro.

O que é fundo eleitoral?

O fundo eleitoral é abastecido com dinheiro do Tesouro Nacional e se destina ao financiamento das campanhas políticas. Ele foi criado em 2017 para compensar as perdas impostas por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que, dois anos antes, proibiu as doações de pessoas jurídicas para as campanhas eleitorais.

A distribuição da verba para candidatos fica a critério das cúpulas partidárias, que, em geral, privilegiam políticos com mandato. O valor de R$ 2 bilhões foi aprovado pelo Congresso em dezembro. Bolsonaro pode sancionar ou vetar o valor. Existe, ainda, o Fundo Partidário, que banca atividades do dia a dia das legendas.


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Prefeitura de Serra Talhada

18/01


2020

Impeachment: Trump contrata promotores do caso Lewinsky

Foto: DW / Deutsche Welle

Do Terra: Por DW / Deutsche Welle

Trio que ganhou notoriedade nos anos 1990 em casos que envolveram o presidente Bill Clinton e jogador acusado de assassinar a ex-mulher vai reforçar defesa do presidente durante julgamento do processo de impeachment.Kenneth Starr e Robert Ray, dois promotores especiais que investigaram por anos o ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton, farão parte da defesa de Donald Trump durante o julgamento do processo de impeachment do presidente no Senado, de acordo com informações divulgadas nesta sexta-feira por vários meios de comunicação.

Starr investigou Clinton por mais de quatro anos desde 1994 e acabou investigando a questão que provocou um julgamento político contra ele, sua tentativa de esconder seu relacionamento com Monica Lewinsky; enquanto Ray assumiu o cargo em 1999 para continuar as investigações sobre o democrata.

Ambos se juntarão a uma equipe de defesa liderada pelo advogado da Casa Branca, Pat Cipollone, e um dos advogados pessoais de Trump, Jay Sekulow.

Esses dois últimos serão os principais de Trump e, de acordo com a emissora "CNN", também terão a ajuda de outra advogada pessoal da presidente, Jane Raskin, e da ex-procuradora-geral da Flórida, Pam Bondi, que desde o final do ano passado tem sido o rosto da operação de mídia da Casa Branca contra o julgamento político do mandatário.

A equipe jurídica de Trump terá a colaboração de Alan Dershowitz, professor aposentado de Direito Constitucional da Universidade de Harvard, que confirmou em sua conta oficial no Twitter que intervirá na fase de "argumentos orais" do processo de impeachment. Nos anos 1990, Dershowitz atuou como advogado do ex-jogador de futebol americano O.J. Simpson, que foi acusado de matar sua ex-mulher e um amigo dela.

No entanto, Dershowitz tem defendido Trump durante toda a sua presidência em entrevistas para emissoras de TVs conservadoras.

Starr e Ray também devem intervir ativamente no julgamento político no Senado. O primeiro deles começou em 1994 uma investigação sobre a participação dos Clintons em um negócio falido, a empresa imobiliária Whitewater, no Arkansas, na década de 1980.

O negócio, que ocorreu enquanto Clinton era governador desse estado, estava ligado à falência do Madison Savings and Loan Fund, um banco de Little Rock, capital do Arkansas, administrado pelos sócios de Clinton em Whitewater.

Mais tarde, Starr estendeu sua investigação em todos os tipos de áreas, como o suicídio do vice-consultor jurídico da Casa Branca, Vincent Foster; a demissão de funcionários que trabalham no escritório de viagens da sede presidencial e a entrega de alguns arquivos do FBI à Casa Branca.

Mas Starr ficou em evidência em 1998, quando ele acrescentou uma investigação para determinar se Clinton havia mentido ou obstruído a justiça para esconder seu relacionamento com Lewinsky, uma questão que motivou um julgamento político, mas terminou com a absolvição do presidente no Senado.

Em 1999, Ray assumiu o lugar de Starr para prosseguir com o caso Whitewater, mas finalmente anunciou em 2002 que não havia encontrado provas de que Bill e Hillary Clinton haviam cometido irregularidades em relação a esse escândalo imobiliário.

JPS/efe


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18/01


2020

Recife, Salvador e Fortaleza em discussão

Depois de uma semana em Salvador, de onde voltei encantado com o acolhimento, o calor humano e a energia da baianada, que, na verdade, é uma mistura cariocada, até no gingado e nas manhas, já começo a fazer o meu roteiro de Fortaleza, para informar aos leitores do blog, ouvintes do Frente a Frente e dos que me seguem pelas redes sociais.

Meu embarque não será de imediato, logo na semana seguinte a Salvador. Só decolo na segunda-feira, 27, logo cedo. Fico por lá até a sexta, 31, mesmo período do axé baiano. Espero que a etapa cearense seja tão produtiva quanto a baianense. 

Minha intenção não é fazer comparações com o Recife ou enaltecer lá e rebaixar cá. A pauta  foi posta em prática a partir da entrevista do empresário João Carlos Paes Mendonça, quando afirmou que Salvador e Fortaleza eram, hoje, estuários de tudo que se observa de mudanças estruturais no Nordeste.

Mudanças na concepção urbana, no trânsito, nos programas sociais, no turismo e na exploração das vocações nordestinas. Com isso, senti que colocamos ou acendemos a chama do debate saudável em torno da qualidade do viver no Nordeste.

Salvador é um paraíso? Não. Lá existem os mesmos problemas crônicos do País: aglomerados de gente morando em morros e favelas, desemprego, desigualdades gritantes e muita pobreza também. 

Mas Salvador vive um momento novo e único. Atrai investimentos, privatiza o que não deve ser público, está sempre limpa e bem cuidada, uma orla humanizada  com equipamentos modernos, que vão desde abertura exclusivas de ciclovias à quiosques padronizados.

Salvador tem também um centro histórico repaginado, dois corredores de trânsito em conclusão de 12 km com quatro faixas, cada um. Praticamente todas as praças reformadas e conservadas e está inaugurando, no próximo dia 26, um dos melhores centros de convenções do País.

Com um detalhe: toda a pauta de eventos do ano, seja seminários nacionais e internacionais, ou shows, já está lotada. Isso é uma das molas geradoras de emprego e renda.

Salvador tem, por fim, a chance de virar cidade modelo em mobilidade urbana. Além dos dois corredores - as linhas Vermelha e Azul  - conta com os serviços do metrô, um dos mais modernos do Brasil, padrão internacional. 

É bom lembrar que já existe também em funcionamento uma parte do sistema de transporte BRT, com previsão de estar em operação totalmente em 2022. Se isso não fosse suficiente, o Governo da Bahia e a Prefeitura já licitaram o VLT, Veículo Leve Sobre Trilhos, para entrar em circulação em 2022.

Por fim, a Bahia tem uma política de gestão compartilhada, entre aspas, PT x DEM. Rui Custa, o governador, é a maior revelação de administrador público do PT e da nova safra nacional de governadores. Já ACM Neto, de linhagem democrata, aparece nas pesquisas como o melhor do País. E brigam para fazer mais, cada um ao seu modo.

Quanto a Fortaleza, tenho as melhores referências do prefeito Roberto Cláudio, do PDT, assim como do governador petista Camilo Santana. E vou descobrir e detalhar o que estão fazendo em termos de inovação.


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Prefeitura de Limoeiro

18/01


2020

Indígenas denunciam projeto político de "genocídio"

Encontro com mais de 600 líderes de 45 etnias do país acontece na aldeia Piaraçu na Terra Indígena Capoto/Jarina.

Foto: Carl de Souza/Por AFP

Do Terra - Por AFP

Mais de 600 líderes indígenas reunidos pelo chefe Raoni Metuktire nesta sexta-feira, 17, concluíram uma ampla reunião em Mato Grosso, denunciando que o governo está promovendo um projeto político de "genocídio, etnocídio e ecocídio" no país. "Fomos convocados pelo chefe Raoni com o objetivo de unir forças e denunciar que um projeto político do governo brasileiro de genocídio, etnocídio e ecocídio está em andamento", diz o rascunho do manifesto dos mais de 45 povos indígenas participantes da extensa reunião realizada entre terça e sexta-feira na Terra Indígena Capoto/Jarina .

O cacique kayapó Raoni, que ganhou fama mundial por sua luta pela causa indígena, convocou a reunião em resposta à agenda do presidente Jair Bolsonaro, que anunciou projeto para legalizar a mineração e a exploração de energia em áreas de proteção ambiental e terras indígenas. "O atual presidente da República está ameaçando nossos direitos, nossa saúde e nosso território. O governo está nos atacando e quer tirar a terra de nossas mãos", destaca o texto que foi lido na "casa dos homens", casa central da aldeia do Piaraçu, onde também foram realizados os quatro dias de sessões.

"Não aceitamos mineração em nossas terras, nem madeireiros, pescadores ilegais ou hidrelétricas. Somos contra tudo que destrói a floresta", enfatiza. O rascunho do manifesto foi lido em português e imediatamente traduzido para as várias línguas dos povos participantes para aprovação do texto final, que deve ocorrer nas próximas horas.

O esboço também aponta que "ameaças e palavras de ódio do governo estão promovendo a violência contra os povos indígenas e os assassinatos de nossos líderes" e afirma que os povos indígenas precisam enfrentar "não apenas o governo, mas também a violência de um povo". setor da sociedade que expressa claramente o racismo".

Em 2019, pelo menos oito líderes indígenas foram assassinados, três deles em menos de uma semana. O balanço é o pior em onze anos, desde o primeiro levantamento da Comisión Pastoral de la Tierra. "Repudiamos a perseguição e a tentativa de criminalização de nossos líderes, organizações e aliados", destaca o documento que también exige "punição para aqueles que matam nossos parentes". Também exigem respeito a Raoni, que teria 89 anos, a quem consideram comolíder, e desautorizam os indígenas que apoiam Bolsonaro.

O texto, que também formalizou a aliança com as comunidades amazônicas para proteger a floresta, será levado a Brasília para exigir que as autoridades públicas respeitem seus direitos constitucionais e tratados internacionais em questões indígenas. /AFP


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18/01


2020

Anvisa interdita todas cervejas produzidas pela Backer

Crédito: Uarlen Valério/O Tempo

Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) interditou todas as cervejas produzidas pela Backer cuja data de validade seja igual ou posterior a agosto de 2020. A medida foi anunciada na sexta-feria (17) pela autarquia. A decisão foi tomada após os resultados laboratoriais divulgados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento revelarem a presença das substâncias dietilenoglicol e monoetilenoglicol em seis outras marcas de cervejas produzidas pela Backer, além da marca Belorizontina.

Inicialmente, as duas substâncias foram encontradas na Belorizontina, que é vendida como Capixaba no Espírito Santo. Quatro mortes por intoxicação após o consumo da cerveja foram confirmadas. Mais 14 pessoas estão internadas.

Segundo a Anvisa, exames podem mostrar que a fonte de contaminação nas cervejas da marca pode ser sistêmica e não apenas pontual. Considerando que outros lotes de produtos da Backer podem estar comprometidos, a agência decidiu pela medida, em caráter cautelar.

Assim, os lotes de cerveja da empresa Backer com validade igual ou posterior a agosto de 2020 não podem ser entregues ao consumidor. A orientação é para que estas cervejas não sejam consumidas caso já tenham sido adquiridas. Os comerciantes devem retirar o produto das prateleiras. No início da semana, o Ministério da Agricultura havia determinado o recolhimento de todas as cervejas da Backer das prateleiras.

O dietilenoglicol é uma substância tóxica e que não pode entrar em contato com alimentos e bebidas. A presença da substância na cerveja está associada à ocorrência de óbitos e intoxicações em Minas Gerais. O monoetilenoglicol, embora de menor toxicidade, também tem a presença em bebidas vedada por não fazer parte da composição destas.

O monoetilenoglicol é usado para refrigerar a água usada no preparo da cerveja, mas não deve entrar em contato direto com ela. A Polícia Civil de Minas Gerais e o Ministério da Agricultura investigam como a contaminação ocorreu.


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18/01


2020

MP pede ao TCU que Secom justifique contratações

Ofício foi enviado ao presidente do tribunal.

O secretário de Comunicação Social da Presidência, Fabio Wajngarten/Foto: Divulgação

Por Época

O Ministério Público junto ao TCU pediu que o tribunal determine, com urgência, que a Secretaria de Comunicação da Presidência faça contratações apenas depois de justificá-las com critérios técnicos.

"Os atos praticados pelo Secretário da Secom parecem caminhar no sentido de ferimento ao princípio da igualdade ou isonomia, de igual modo previsto no ordenamento jurídico pátrio, com estatura constitucional", escreveu o subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado, em referência a Fabio Wajngarten.

Wajngarten é o secretário de Comunicação do Planalto. Ele recebe dinheiro de emissoras e agências de propaganda pela pasta que ele comanda.

Furtado afirmou que os atos de Wajngarten "parecem caminhar no sentido de ferimento ao princípio da igualdade ou isonomia, de igual modo previsto no ordenamento jurídico pátrio, com estatura constitucional".

No ofício ao presidente do TCU, o subprocurador-geral pediu também que a Procuradoria-Geral da República e a Comissão de Ética da Presidência sejam avisados desse pedido.

"Em razão da gravidade das questões ora relatadas e da urgência que o caso requer, peço seja adotada medida cautelar tendente a determinar à Secretaria de Comunicação da Presidência que sejam adotadas medidas imediatas tendentes ao cumprimento do princípio da isonomia por meio de contratações de empresas somente quando estiverem justificadas através de critérios objetivos e técnicos", seguiu Furtado.

(Por Eduardo Barretto)


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18/01


2020

Vigilância Sanitária interdita fornecedora da cervejaria Backer

Foto: Divulgação/via rapidonoar.com

Estadão Conteúdo

A Vigilância Sanitária de Contagem, na Grande Belo Horizonte, interditou na sexta-feira, 17, a empresa Imperquímica, fornecedora de monoetilenoglicol para a cervejaria Backer. O motivo foi falta de alvará sanitário e a constatação de que a empresa fazia fracionamento de produtos químicos para venda, o que “não está contemplado pelo alvará que a empresa possui”, segundo nota da prefeitura da cidade. O município diz ainda que, para venda de frações de produtos, seriam necessárias obras no local onde a Imperquímica funciona.

A Polícia Civil cumpriu mandado de busca e apreensão nesta quinta, 16, na Imperquímica. Foram recolhidas amostras da produção e documentos. A Backer é investigada depois que exames apontaram a presença de monoetilenoglicol e dietilenoglicol na cerveja Belorizontina, fabricada pela empresa.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento informou nesta quinta que outras marcas da Backer também estão contaminadas com as substâncias. Análises da pasta mostraram que a água usada pela Backer estava contaminada, que a contaminação se deu dentro da cervejaria, mas não se sabe ainda como ela aconteceu. O ministério considera como hipóteses o uso indevido ou vazamento de substâncias que refrigeram a produção, além da sabotagem.

A polícia também apura como o dietilenoglicol foi parar nas cervejas produzidas pela Backer. A empresa afirma que compra apenas monoetilenoglicol. As duas substâncias são usadas, normalmente, no processo de resfriamento da produção de cerveja, mas em nenhum momento do processo de produção deveriam entrar em contato com a cerveja. Tanto o dietilenoglicol como o monoetilenoglicol são altamente tóxicos, conforme a Polícia Civil.

O jornal O Estado de S. Paulo tentou contato com a Imperquímica em três telefones diferentes, mas as ligações não foram atendidas.

Vítimas

Um morador de Capelinha, no Vale do Jequitinhonha, foi colocado nesta sexta-feira, 17, pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais no relatório de possíveis vítimas de intoxicação por dietilenoglicol encontrado na cerveja Belorizontina. O total de casos suspeitos, agora, é de 19, com quatro mortes, sendo uma confirmada e três sob investigação, segundo dados da secretaria.

É o primeiro caso suspeito no Vale do Jequitinhonha. As outras notificações são de Belo Horizonte, total de doze, uma em Ubá, uma em Viçosa, ambas cidades da Zona da Mata, uma em São João del Rei, uma em Pompéu, cidades da Região Central, uma em Nova Lima, na Grande Belo Horizonte, e uma em São Lourenço, no Sul de Minas. De total de casos, 17 são homens e duas são mulheres.


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18/01


2020

Bolsa tem segundo melhor fechamento da história

Ibovespa fechou acima dos 118 mil pontos, em alta de 1,52% | Foto: Marcos Santos / USP Imagens / Divulgação / CP

Estadão Conteúdo

Com forte ganho de 3,32% na ação da Vale, beneficiada por avanço dos preços do minério de ferro em Qingdao (+1,27%), e alguma recuperação nos papéis de bancos, entre os mais pressionados neste início de ano, o Ibovespa retomou correlação com o exterior e fechou nesta sexta-feira, 17, em alta de 1,52%, a 118.478,30 pontos, pela segunda vez acima dos 118 mil – a primeira havia sido no dia 2, quando o índice fechou na máxima histórica de 118.573,10 pontos.

Na semana, o principal índice da B3 acumulou ganho de 2,58% e, no mês, de 2,45%. Na semana anterior, a primeira completa do ano, o principal índice da B3 havia registrado perda de 1,87%. Nesta sexta-feira, o giro financeiro totalizou R$ 20,6 bilhões. Durante a sessão, o índice foi a 116.709,91 na mínima e a 118.478,95 pontos na máxima do dia, instantes antes do fechamento. “O fluxo prevaleceu, com o doméstico comprando e levando o índice a se sustentar acima dos 118 mil pontos no fim da sessão”, diz Luiz Roberto Monteiro, operador sênior da Renascença. “Os últimos dados econômicos, mais fracos, reforçaram o cenário de corte de juros – um ou até dois neste ano”, acrescenta.

Em Nova York, os três índices de ações voltaram a renovar recordes de fechamento, antes da pausa do fim de semana prolongado pelo feriado de Martin Luther King, na segunda-feira, quando não haverá negócios nos mercados de ações e bônus. Em dia acomodado a Wall Street nas máximas, o índice MSCI Brazil, que reúne ADRs de empresas brasileiras em NY, teve forte desempenho, em alta de 1,92%, a 46,76 pontos, no fechamento, acompanhando o movimento por aqui em antecipação ao vencimento de opções sobre ações na Bolsa brasileira, na segunda-feira.

“A leitura favorável sobre o PIB da China deu o tom e, com o cenário político ainda esvaziado e uma agenda menos carregada aqui, a tendência é de que, a exemplo de hoje, o mercado doméstico siga mais correlacionado ao exterior na próxima semana, com uma lista forte de dados nos EUA, entre os quais inflação e vendas do varejo”, diz Stefany Oliveira, analista da Toro Investimentos, chamando atenção também para o noticiário corporativo, que tem induzido movimentos na ausência de catalisadores macro, e que ganhará interesse ainda maior com o início da temporada de balanços.

Além de avaliação positiva sobre a economia chinesa, grande consumidora de matérias-primas como o minério de ferro, o desempenho da Vale na sessão foi condicionado por aspectos do setor, que impactam diretamente a cotação do insumo. Ontem, a Vale confirmou interrupção das operações de uma barragem de rejeitos na mina de Esperança, que pode processar cerca de 1,2 milhão de toneladas de minério por ano – a interrupção decorre da necessidade de avaliação técnica e de obras para reforço da segurança.

Em outro desdobramento importante, a mineradora australiana Rio Tinto informou ter embarcado 327,4 milhões de toneladas de minério de ferro de seus poços no noroeste da Austrália, no ano passado, em queda de 3% ante 2018. Para 2020, a expectativa é de embarques entre 330 e 343 milhões de toneladas.

Entre os bancos, destaque para alta de 1,35% na ação do Banco do Brasil ON, com a do Bradesco PN apontando ganho de 2,34% e a Unit do Santander, de 1,92%, no fechamento – no mês, ainda acumulam perdas, respectivamente, de 5,11%, de 1,95% e de 2,76%.


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