Lavareda

20/09


2006

Para Suassuna, hoje é o seu "dia D" de sanguessuga

O senador Jefferson Péres (PDT-AM), relator do processo disciplinar por quebra de decoro parlamentar contra o senador Ney Suassuna (PMDB-PB), declarou nessa terça-feira que  não recomendará pena alternativa (uma censura escrita ou a suspensão temporária do mandato)  para o ex-líder peemedebista. ''Diante dos fatos, ou é absolvição ou cassação'', afirmou o senador, que deve apresentar hoje ao Conselho de Ética do Senado o seu parecer.

Ontem (19), ele recebeu a defesa de Suassuna em relação às informações prestadas por sua ex-chefe de gabinete Mônica Mucury Teixeira de que falsificava a assinatura do senador com o seu consentimento. As informações de Mônica constam da documentação que a Corregedoria do Senado enviou ao Conselho. Jefferson disse que examinaria as considerações de Suassuna e que manteria a apresentação de seu relatório para esta quarta.

O relator admitiu que a contestação de Suassuna pode até ser satisfatória ou mesmo neutralizar o depoimento de Mônica, mas lembrou que os documentos enviados pela Corregedoria agravam a situação do ex-líder do PMDB. ''Já estou nas considerações finais do relatório e até posso mudá-lo. A parte técnica do relatório, relativa a enquadramentos, está sendo feita pela minha assessoria, mas a parte conclusiva, o voto final, será redigido por meu próprio punho'', afirmou.

Jefferson Péres fez questão de dizer que trabalhou no processo sem nenhuma predisposição pela condenação ou pela absolvição do senador. Ele ressaltou que procurou agir como um magistrado, o que lhe exigiu grande esforço mental, pois, conforme explicou, ''o político é, por definição, uma pessoa engajada, que tem dificuldade de agir com isenção''.

A votação do relatório está marcada para as 10h. No entanto, o relator acredita que poderá haver pedido de vista ao texto, o que deve adiar a votação. Outra dificuldade para a votação do relatório é a falta de quorum.

O senador Ney Suassuna foi denunciado pela CPI dos Sanguessugas por apresentar emendas favorecendo a máfia das ambulâncias, da qual seu ex-assessor parlamentar Marcelo Cardoso Carvalho teria recebido propina. Informações do Congresso em Foco.


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O Jornal do Poder

20/09


2006

Dossiê: confirmado o envolvimento do PT

O empresário petista Valdebran Carlos Padilha da Silva afirmou ontem --à Polícia Federal, em Cuiabá-- ter recebido R$ 1 milhão de Gedimar Pereira Passos, que trabalhava na campanha do presidente Lula.

A quantia era uma garantia de pagamento pelos documentos que seriam enviados ao PT por Luiz Antônio Vedoin, chefe da máfia dos sanguessugas. A informação foi repassada pelo advogado Luiz Antônio Lourenço da Silva, que defende Valdebran. O advogado, porém, apresentou anteriormente outras duas versões. O depoimento está em sigilo, disse a PF.

Entre os documentos que seriam vendidos por Vedoin está um dossiê contra o candidato tucano a governador de São Paulo, José Serra. Trata-se de um vídeo, um DVD e fotos que mostram Serra na entrega de ambulâncias da máfia dos sanguessugas em 2001, quando ele era ministro da Saúde.

O dossiê foi apreendido no aeroporto de Cuiabá na quinta-feira passada com Paulo Roberto Trevisan, tio de Vedoin. Trevisan embarcava para São Paulo e seria recebido por Gedimar e Valdebran.

A PF apreendeu cerca de R$ 1,7 milhão com os dois. Desse total, ao menos R$ 1 milhão já estava em poder de Valdebran.

"[A quantia de ] R$ 1 milhão passou pelas mãos do meu cliente [Valdebran] como certeza de que o resto do dinheiro viria para entrega de documentos futuros", disse o advogado.

"Ele [Valdebran] foi lá em São Paulo para se certificar", disse o advogado, "de que havia dinheiro para ser entregue ao portador dos documentos. Era Paulo [Trevisan] que iria receber o dinheiro".

Em uma versão anterior, o advogado disse que Vedoin pediu a Valdebran "para buscar o dinheiro".

Depois, corrigiu a informação: "Ele não iria pegar dinheiro; iria acompanhar a análise de documentos que primeiro seriam protocolados na Justiça e depois seriam entregues a uma pessoa do PT".

Na última versão, o advogado confirmou que Valdebran recebeu R$ 1 milhão, porém como garantia. Disse que os documentos realmente iriam para o PT, mas que seu cliente não soube informar para qual diretório, se nacional ou estadual.

Ainda conforme o advogado, Valdebran, filiado ao PT de Mato Grosso, é amigo de Vedoin e foi a São Paulo a pedido dele, e não por solicitação do partido. As informações são da Folha de S. Paulo.


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Abreu no Zap

20/09


2006

Dossiê: TSE diz que vai investigar com isenção

O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Marco Aurélio Mello, disse, ontem, que o tribunal vai investigar "sem atropelos" e de forma isenta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, e os suspeitos de envolvimento no dossiê contra candidatos tucanos.

"Não cabe atuar com açodamento, temos que ter um julgamento, e não um justiciamento", afirmou. O presidente do TSE confirmou que, se as investigações comprovarem que houve abuso do poder econômico, de autoridade ou dos meios de comunicação de massa para a compra do dossiê, o presidente pode ter o mandato cassado caso seja reeleito.

"Com a procedência da representação por abuso, se chega à cassação do registro se julgada procedente a representação", disse.

Marco Aurélio disse que as instituições brasileiras funcionam "com absoluta segurança" para garantir neutralidade às investigações. "Os órgãos não estão engajados nesta ou naquela candidatura. Não cabe celeridade ou atropelo. Temos que viabilizar o direito de defesa e colher provas", afirmou.

O presidente do TSE rebateu as acusações de que já teria antecipado o seu julgamento contra o presidente Lula ao criticar a compra do dossiê. "Eu não disse que o presidente pode ser condenado ou ter o registro cassado. Será que com 28 anos de ofício jurídico eu me precipitaria quanto a uma conclusão sobre um processo que ainda está embrionário?", questionou.

O TSE decidiu nesta terça-feira abrir investigação judicial eleitoral contra o presidente Lula e os suspeitos de envolvimento no dossiê contra candidatos tucanos. O corregedor-geral do TSE, César Asfor Rocha, acatou o pedido protocolado no tribunal pela coligação PSDB-PFL para a apuração das denúncias de que o dossiê seria vendido ao PT como forma de prejudicar as candidaturas de José Serra e Geraldo Alckmin, candidatos tucanos ao governo de São Paulo e à Presidência da República, respectivamente.

Além do presidente Lula, o TSE vai investigar o envolvimento do ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, e do presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, na denúncia. A investigação também se estende aos dois envolvidos na compra do dossiê, Gedimar Pereira Passos e Valdebran Padilha da Silva, além do assessor especial da Presidência, Freud Godoy --apontado por Gedimar como o mandante da compra do dossiê.

Valdebran e Gedimar foram detidos pela Polícia Federal na sexta-feira em um hotel em São Paulo sob a acusação de tentativa de compra de um dossiê com denúncias contra Serra e Alckmin. Com eles, a PF apreendeu R$ 1,7 milhão.As informações são da Folha Online.


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Banco de Alimentos

20/09


2006

Lula sugere que oposição quer melar jogo eleitoral

 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, ontem, em Nova York, que para se chegar aos responsáveis pela fabricação de um dossiê contra o candidato do PSDB ao governo de São Paulo, José Serra, é preciso considerar ''a quem interessa melar o processo eleitoral''.

''Primeiro, nós temos que levar em conta a quem interessa nessas alturas do campeonato melar o processo eleitoral no Brasil. Eu já participei de muitas campanhas, já perdi eleições e estive em situações altamente desfavoráveis e em nenhum momento usei nenhum tipo de denúncia contra qualquer candidato, mesmo quando havia gente achando que deveria fazê-lo. Não fiz'', disse o presidente, depois de participar da sessão de abertura da Assembléia Geral da ONU.

Em seguida, o presidente comparou a situação atual ao episódio, de 1989, em que o goleiro chileno Roberto Rojas simulou ter sido atingido por um rojão lançado das arquibancadas do Marcacanã durante um jogo decisivo entre Brasil e Chile pelas eliminatórias da Copa de 90.

''Eu de vez em quando fico vendo as notícias, fico lembrando de um goleiro chileno que uma vez numa disputa de uma final com o Brasil finge que está machucado para tentar melar o jogo. Graças a Deus as investigações descobriram que ele estava fingindo.''

O presidente fez as declarações durante uma breve entrevista à imprensa brasileira na saída de um encontro que contou com presença do ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton e do presidente da França, Jacques Chirac. A reunião tratou do projeto francês de implantar uma taxa sobre vôos internacionais para angariar verbas para a compra de remédios destinados a países em desenvolvimento.

Lula viajou para Nova York dias depois de estourar o escândalo em que o ex-assessor especial da Secretaria Particular da Presidência Freud Godoy foi acusado de negociar a compra de um dossiê acusando o candidato do PSDB ao governo de SP José Serra de participar do esquema de superfaturamento de ambulâncias na época em que o tucano era ministro da Saúde. As informações säo da Folha Online.


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20/09


2006

Diretor do Banco do Brasil teria produzido dossiê

Diretor de Gestão de Risco do Banco do Brasil e integrante da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Expedito Afonso Veloso, teria sido o responsável pela confecção do dossiê com denúncias contra o candidato tucano ao governo de São Paulo, José Serra. Veloso teria também negociado, em Cuaibá, a entrevista concedida pela família Vedoin na última edição da revista IstoÉ, acusando Serra e seu sucessor no Ministério da Saúde, Barjas Negri, de envolvimento com a máfia dos sanguessugas.

As informações, baseadas em apuração do Blog do Noblat, foram publicadas hoje pelo jornal O Estado de S.Paulo. Segundo a reportagem, foi Expedito quem reuniu, pessoalmente, os documentos que os Vedoin entregariam à Justiça como parte do dossiê.

Expedito teria feito as revelações a um amigo, que as repassou à reportagem, na quinta-feira passada - um dia antes das prisões dos petistas Gedimar Passos e Valdebran Padilha em São Paulo, com cerca de R$ 1,7 milhão para, segundo eles, pagar Luiz e Darci Vedoin pelo dossiê e pela entrevista.

Ainda de acordo com o Estado, Valdebran confirmou, em depoimento à Polícia Federal, que o dinheiro era do PT e uma pessoa chamada Expedito seria o chefe de toda a operação. Expedito Afonso Veloso é filiado ao PT e entrou em férias no último dia 29, supostamente para colaborar com a campanha de Lula. As informações são do portal Terra.


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20/09


2006

Ex-assessor de Lula envolvido recebeu dinheiro de Valério

Ex-assessor do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Freud Godoy recebeu em 2003, por meio de empresa de sua família, R$ 98,5 mil da agência de publicidade SPM&B, do empresário Marcos Valério - apontado como principal operador do esquema do mensalão.

Godoy, que teve ontem o pedido de prisão negado pela Justiça Federal, é acusado de envolvimento nas negociações para a compra do dossiê com denúncias contra o candidato do PSDB ao governo de São Paulo, José Serra, e outros tucanos. Amigo pessoal de Lula, o ex-assessor negou, em depoimento à PF, ter envolvimento no caso. Ele se exonerou do cargo de assessor especial da Secretaria Particular da Presidência ontem, por conta das acusações.

De acordo com o jornal O Estado de S.Paulo, o repasse, em favor da empresa Caso Comércio e Serviços, consta da contabilidade da SMP&B entregue pelo próprio Valério à CPI dos Correios - dentro das investigações de suposto pagamento de propina a parlamentares em troca de apoio ao governo federal. A empresa de Godoy prestou serviços à campanha de Lula em 2002.

As evidências reunidas pela CPI dos Correios também mostram repasses para Freud, no valor de 22,8 mil, feitos pela empresa Duda Mendonça e Associados Ltda entre setembro e novembro de 2004. Duda é um dos pivôs do escândalo de caixa dois envolvendo o PT, por admitir ter recebido dinheiro em um paraíso fiscal no exterior. O período dos pagamentos, feitos a outra empresa de Freud (a Caso Sistemas de Segurança Ltda., registrada em nome da mulher e do cunhado), coincide com a última eleição municipal.

O repasse da SMP&B para Freud foi realizado 20 dias após a posse de Lula e está registrado na contabilidade como referente à execução de serviços de ''ass. (possivelmente assessoria) geral reestruturação adm (possivelmente administrativa)''. O ex-assessor de Lula trabalha na área de segurança e declarou à Receita Federal que o ramo principal de atuação da Caso Comércio e Serviços é o comércio varejista. Procurado, o advogado de Marcos Valério declarou que o repasse seria referente às despesas de algum evento.

No caso do ''dossiê Serra'', o PT é acusado de estar por trás das negociações para adquirir as informações da família Vedoin, chefe da máfia dos sanguessugas. O conjunto de documentos teria informações vinculando Serra e outros tucanos ao esquema de venda superfaturada de ambulâncias, por meio de emendas parlamentares direcionadas.

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, a fundação Unitrabalho, que tem entre seus colaboradores o amigo pessoal de Lula Jorge Lorenzetti, recebeu 21 vezes mais recursos federais durante o atual governo do que durante os sete anos de atividade na gestão de Fernando Henrique Cardoso (PSDB). De 1996 a 2002, a fundação recebeu R$ 840,5 mil. As informações são do portal Terra.


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20/09


2006

Aos leitores

Uma satisfação aos leitores do blog: meu computador sofreu uma pane em Brasília na madrugada de hoje e não foi possível atualizar o noticiário. Vou tentar a partir de agora. Obrigado pela compreensão.


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20/09


2006

Charge do dia - Lailson

 














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Comentários

Francisco Filho

UMA IMAGEM QUE REPRESENTA TUDO.

As mãos estão limpas... é para segurar o copo de"51".

Paulin de Caruaru.

Foi eleito estadista do ano por um instituto lá não sei das quantas.Para isso os americanos devem prestar.É demais...



19/09


2006

Promotor inicia caçada ao nepotismo em Ipojuca

Trinta e sete parentes do prefeito de Ipojuca, Pedro Serafim, e de secretários da prefeitura foram alvo, hoje, de ação civil pública, proposta pelo Ministério Público, representado pelo promotor Miguel Sales. O promotor requereu a demissão, no prazo máximo de 90 dias, desses funcionários.

Segundo argumenta o promotor, a contratação dessas pessoas contraria o que estabelece a Lei Orgânica do município, proibindo a contratação de parentes de prefeitos, vereadores e secretários. O salário dos contratados irregularmente varia entre R$ 1.200 e R$ 6.000.

Segundo informações obtidas na prefeitura, o prefeito já se dispôs a, na próxima semana, demitir os seus parentes, que, segundo argumenta, seriam três pessoas,  um filho, um irmão e uma prima, e não dez como constaria no requerimento do Ministério Público. 


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Comentários

Raimundo Eleno dos Santos

Tenhon falado desde muito tempo que o Brasil precisa de que seja feito uma cruzada de Educação, Mora e Civismo.Só assim a população vai se ver livre dessa chaga quase insana.Impossivel conciliar a administração pública com afilhadismo,compadrio e parentelismo.O MP não faz mas do quie a sua obrigação

Antonio Dantas

... educação. Com certeza, essa prática inoperante compromete o conjunto de ações coletivas da gestão direcionadas para o bem estar da população. No final de tudo o principal prejudicado será sempre o cidadão.

Antonio Dantas

Correção: Magno, você não o nomeou, e sim fez a citação de rei dos reis. O sujeito é muito cínico, pois de 9 secretarias municipais, 4 estão com os seus parentes. Isso sem se falar nos cargos de escalão inferior e, também, pelo fato do secretário de administração responder pela secretaria de...

Antonio Dantas

Magno, sugiro a elaboração de matéria ampla sobre o nepotismo nos 184 municípios de PE. Creio que a população ficará estarrecida com tanto descalabro. Em São João, agreste, o prefeito criou uma verdadeira oligarquia com a nomeação de seus parentes. Você já o nomeou como o rei dos reis do nepotismo.

irania Olivia Benicio

Não só ele mas muitíssimos prefeitos fazem dessa execrável prática, uma praxe!



19/09


2006

Datafolha: dossiê não tira os números do lugar

Nem o escândalo mais recente, o chamado dossiê, foi suficiente para sequer abalar a mesmice dos últimos resultados das pesquisas eleitorais. Pelo resultado do Datafolha, divulgado pelo Jornal Nacional na noite desta terça~feira, os números praticamente não saíram do lugar, apontando vitória do candidato do PT à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva no primeiro turno. Eis os números: Lula 50% das intenções de voto; Geraldo Alckmin(PSDB) 29%; Heloísa Helena (PSOL) 9%; Cristóvam Buarque(PDT), 2%. Numa simulação de segundo turno: Lula,55%;  Alckmin, 38%. A pesquisa foi aplicada ontem e hoje, isto é, em plena "vigência" do caso dossiê, entre 7735 eleitores, com margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.


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Comentários

Paulin de Caruaru.

É. E quem comprou o dossiê trabalha no gabinete do Serra né Zé Mané?

O índice que tem que baixar é o de Serra, pois o dossiê que está em quetão revela podridão dele e não do Lula.

irania Olivia Benicio

Inexiste argumento prá convencer ignorante!!!


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