O Jornal do Poder

05/10


2006

Wagner conta com nove mil cargos na Bahia

Ao vencedor, as batatas. Uma avaliação preliminar do espólio político e administrativo do governo baiano, de acordo com a Secretaria de Administração, dá conta de que podem chegar a nove mil os cargos de confiança no Estado, já a partir de primeiro de janeiro, à disposição do governador eleito Jaques Wagner, do PT, e aliados.

A vitória petista, que incluiu a do senador João Durval (PDT), pegou de surpresa institutos de pesquisa, parte dos eleitores, e principalmente o grupo do senador Antônio Carlos Magalhães.

O líder do PFL baiano amarga derrota histórica, dos indicados ao governo e ao senado, perdeu maioria na câmara federal, e ainda deverá assistir ao desmonte de sua máquina administrativa no estado.

O futuro governador deixou claro que ainda é cedo para se falar em dividir o bolo: "Antes de cuidar da indicação de nomes, vamos trabalhar para eleger o presidente", disse Wagner a aliados e repórteres, na primeira coletiva após a eleição, na segunda-feira à tarde. (Agência Estado)

O peemedebista Geddel Vieira Lima, reeleito por 287 votos, primeiro do partido no País, já planeja indicações: "Teremos maioria na assembléia, a governabilidade está assegurada, e se o governador nos procurar, estaremos aqui para contribuir".

As contribuições do deputado já garantiram espaço a dois correligionários em secretarias municipais de Salvador: João Santana, de Serviços Públicos-Sesp, e Fábio Mota, na Limpurb.

De surpresa

Pego de surpresa com a derrota nas urnas, o secretariado de Paulo Souto está sobressaltado com a iminência de deixar secretarias onde atuara, às vezes, por mais de uma gestão.

"Isso faz parte do jogo político", comentou o secretário Armando Avena, do Planejamento, que como os demais titulares das 17 secretarias de estado, se recusam a falar sobre o tema.

O executivo comanda 10 empresas públicas (algumas de economia mista como Bahiatursa e Bahiapesca), mais 19 autarquias, como Ipac e instituto Mauá, e seis fundações, como o Irdeb (TV-E), cerca de 171 mil funcionários, cujos salários vão de R$356 a R$ 3.995.

"No caso das gratificações, o aumento pode ser de até 150%", revela a assessora de imprensa da secretaria de adminstração, Rose Guanaes. No caso da agricultura, o desmonte pode comprometer alguns marcos.

Zona livre de aftosa com vacinação desde 2001, campanhas vêm garantindo sanidade ao gado baiano e um deslize pode comprometer o trabalho.

"Vários projetos, programas de rádio do cabra-forte, o coordenador o projeto mandou parar tudo", conta uma assessora da Agricultura-Seagri, e acrescenta: "mesmo que não houvesse essa ordem, todos estão desmotivados, com a expectativa de perderem os empregos".


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José Rodrigues da Silva

Mereceria sim uma investigação por parte do Ministério Público, ainda o aparentemente incólume braço moral e legal do país, sobre essa bandalheira comercial epítetada de "pesquisas! À cadeia com eles!!!


Potencial Pesquisa & Informação

05/10


2006

"Aliança Tabajara" no Rio prejudica Alckmin

No primeiro turno, a operação dos petistas para comprar o dossiê Vedoin prejudicou a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e mereceu a alcunha de Dossiê Tabajara, dada pelo ministro Tarso Genro. No segundo turno é a formalização do apoio do ex-governador do Rio, Anthony Garotinho e da mulher dele, Rosinha Matheus, à campanha do tucano Geraldo Alckmin que ganha o rótulo Aliança Tabajara e pode prejudicar o candidato do PSDB.

A avaliação é do cientista político Carlos Melo, professor do Ibmec São Paulo. Ele acredita que Alckmin promoveu a Aliança Tabajara ao se deixar fotografar com Garotinho. ''Apoio no segundo turno não se rejeita. Mas o candidato não precisava promover o encontro logo no início da campanha'', diz Melo à Agência Estado. ''Podia ter esperado para tirar a foto no último sábado antes da eleição'', ironiza, ao estimar que Garotinho pouco agregará ao tucano.

Melo lembra a greve de fome que Garotinho fez em protesto a denúncias contra ele. ''A população não deu a menor bola''. O cientista vê um erro estratégico na campanha tucana, enfraquecendo a confrontaçãoa Lula no campo da ética. ''Alckmin não poderá mais usar o discurso do diga-me com quem andas e direi quem és.''

A aliança pode causar o definhamento da campanha de Alckmin no Rio de Janeiro. No estado, debandaram o prefeito do Rio, César Maia (PFL), e a candidata ao governo estadual Denise Frossard (PPS).

O deputado Fernando Gabeira (PV), mais votado entre os eleitores fluminenses, anunciou neutralidade. ''Com seu anúncio de voto nulo, Denise Frossard certamente quis dizer: ´Não votem em Alckmin´'', analisa Melo. ''O destino dos votos de Heloisa Helena no Rio é uma incógnita'', acrescenta, ao lembrar que a candidata derrotada do PSOL teve 1,4 milhão de votos no Estado (mais de 17% dos votos válidos).

O estudioso acredita, no entanto, que os erros são insuficientes para abalar as chances de Alckmin vencer a disputa. Melo reconhece a existência de uma onda pró-Alckmin na classe média, principalmente nas regiões metropolitanas, mas ainda longe de ser um ´tsunami eleitoral´. ''A eleição começou do zero e há um aquecimento eleitoral. Não dá para dizer nem que Lula saiu na frente.''

Matematicamente, o cientista político admite alguma vantagem petista sobre o tucano, já que Lula recebeu, no primeiro turno, 48,61% dos votos válidos, e Alckmin, 41,64%. Ele salienta, porém, que Alckmin foi bem nos estados do Centro-Oeste e Sul, e muito bem em São Paulo. ''Lula luta para empatar o jogo. Os apoios que recebeu, até agora, não equivalem à performance de Alckmin em São Paulo e no Sul.''

Para buscar estas alianças, Lula deve se aproximar dos aliados que disputarão o segundo turno no Paraná, Roberto Requião (PMDB); Santa Catarina, Esperidião Amim; e Rio Grande do Sul, Olívio Dutra (PT). ''Há uma nova onda Lula no Nordeste, trazida pela vitória de Jacques Wagner na Bahia, no primeiro turno'', diz Melo. ''Se crescer um pouco mais, isso significará a vitória.''

No primeiro momento, a campanha de Lula trabalha por um resfriamento dos ânimos. Ao gosto do presidente da República e candidato à reeleição, Melo vale-se de uma metáfora futebolística: ''O time de Lula ganhava o campeonato com o empate, mas tomou um gol ao final da partida. Agora, a torcida e o adversário estão em euforia. Vai começar um terceiro jogo, uma prorrogação''. Lula usou voz baixa e calma na primeira entrevista coletiva, gerando resfriamento da campanha e dos adversários. ''O adiamento do reinício do horário eleitoral de rádio e televisão também esfriou a campanha, favorecendo os petistas'', reforçou.

Melo diz que, para vencer, Alckmin deve ir além do debate ético. ''O que vai pesar mesmo é o programa de governo e como Alckmin pretende se diferenciar de Lula''. O estudioso destaca que Alckmin precisa reverter a abstenção de brancos e nulos a seu favor. O tucano deve, ainda, tirar os votos conquistados por Lula. ''Se for para ser tudo exatamente igual ao hoje, por que a população não reelegeria um presidente que paga o Bolsa-Família?'' (Agência Estado)


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Severino Isidoro Fernandes Guedes

Ali Ba Bá... PFL... Ali Ba Bá... ACM... Ali Ba Bá... Bornhausen... Ali Ba Bá... Garotinho... Ali Ba Bá... Hildebrando "Motosserra" Paschoal... Ali Ba Bá... viúvas golpistas da finada UDN... Ali Ba Bá... Geraldo Daslu Chuchu Alckmin...Ali Ba Bá... Garotinho & Cia. Ltda.

José Rodrigues da Silva

Acusar surprêsa com tão idiotas alianças não me fere, pois tenho convicção da imperante mediocridade daqueles que têm tarefas assessoras. Causa desanimo, tanto no plano nacional quanto no terreno local, o primárismo pensante!

paulo

Quando João Paulo II veio ao Brasil, perguntou ao presidente Figueiredo por que ele tinha tantos ministros. João Figueirdo respondeu: -- São 12 como Cristo. Quando Bento XVI ligou para Lula perguntado o mesmo, ele respondeu: -- São 40, como Ali Babá!


Banco de Alimentos

05/10


2006

Clodovil vira símbolo dos homossexuais no Congresso

Em carta encaminhada ao deputado eleito Clodovil Hernandes, 69, (PTC-SP),  o GGB (Grupo Gay da Bahia) disse que o estilista é a ''grande esperança de mais de 20 milhões de brasileiros homossexuais'' e pediu a sua presença na Frente Parlamentar Mista pela Livre Expressão Sexual, criada em outubro de 2003 e que conta, entre outros parlamentares, com o apoio do deputado Fernando Gabeira (PV-RJ).

Assinado pelo antropólogo Luiz Mott, 60, um dos fundadores do GGB, o texto diz que os 493.951 votos obtidos pelo estilista --um dos três deputados mais bem votados em São Paulo-- são ''um marco importantíssimo na história homossexual do Brasil'', porque Clodovil ''é o primeiro gay assumido a ocupar cargo tão fundamental''.

Em seguida, Mott fala da luta que algumas entidades vêm fazendo em defesa dos direitos dos homossexuais, ''desde a década de 70''.

''Um bando de devotados gays e lésbicas assumidos vem lutando incansavelmente, já contabilizando importantes vitórias, para garantir aos amantes do mesmo sexo, inclusive aos transgêneros e efeminados, os mesmos direitos dos demais cidadãos'', escreveu Mott, professor aposentado da UFBa (Universidade Federal da Bahia).

Para enaltecer o estilista, Luiz Mott cita personalidades históricas que, segundo o GGB, teriam sido homossexuais. ''Apesar de discordarmos de algumas declarações suas contra o casamento gay, contra as paradas, contra os parlamentares simpatizantes, agora, como deputado, querendo ou não, você é uma grande esperança para os homossexuais que ainda continuam presos no armário, com vergonha de ser o que há tantos anos, você e eu temos orgulho de ser, como você disse, da mesma estirpe de Michelângelo, Leonardo da Vinci [artistas italianos], Federico García Lorca [poeta espanhol] e Santos Dumont [inventor do avião], por exemplo.''

Ao final, o GGB solicita que o deputado eleito mantenha diálogo com os homossexuais. ''Vamos lutar pelo que temos em comum. Queremos ter orgulho de você. Afinal, todos somos filhos de Deus e nascemos para brilhar''. Procurado pela Folha, Clodovil Hernandes, através de sua assessoria, informou que sentiu um mal-estar após o almoço e somente falaria sobre a carta do GGB amanhã. (Folha Online)


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05/10


2006

Serra e Aécio reforçam capanha de Alckmin

O governador reeleito de Minas Gerais, Aécio Neves, e o eleito em São Paulo, José Serra,--ambos pelo PSDB-- encontraram-se com o presidenciácel Geraldo Alckmin no fim da tarde em São Paulo. Os dois anunciaram a realização de reuniões com lideranças regionais em seus estados para reforçar a campanha tucana.

Os encontros devem se realizar ainda esta semana. São Paulo e Minas são os maiores colégios eleitorais do país. Em seu estado natal, Alckimin venceu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição pelo PT, mas perdeu em Minas, apesar do ótimo desempenho de Aécio.

O governador mineiro minimizou o fato de, mesmo tendo recebido 70% dos votos em seu estado, Alckmin ter feito apenas 40,62%. Para Aécio, os tucanos podem se considerar ''os grandes vitoriosos em Minas'', uma vez que Alckmin começou a campanha no estado com menos de 20% das intenções de voto.

Serra e Aécio somaram-se às lideranças do PSDB que vieram a público declarar engajamento na campanha de Alckmin neste segundo turno. Pela manhã, Alckimn recebeu o governador reeleito de Roraima, Ottomar Pinto.

O encontro pode ser considerado uma demonstração pública de união em torno da campanha de Alckmin. Tanto o governador mineiro como o recém-eleito Serra são considerados possíveis candidatos tucanos à Presidência em 2010 e foram cobrados ao longo do primeiro turno por terem tido participação discreta na campanha presidencial. (Folha Online)


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05/10


2006

Alckmin chama Albano Franco para campanha

O ex-senador e deputado federal eleito Albano Franco (PSDB-SE) disse que recebeu telefonema do candidato à Presidência, Geraldo Alckmin (PSDB), para celebrar o resultado do primeiro turno em Sergipe. Franco disse que vai amanhã a Brasília para articular a campanha para presidente no segundo turno no estado.

''O ''presidente'' Alckmin ligou na segunda para dizer que ficou muito satisfeito com a votação dele em Sergipe. Aracaju foi a única capital do Nordeste em que ele ficou na frente de Lula'', disse Franco.

No primeiro turno, Lula teve 47,33% dos votos válidos em Sergipe contra 44,36% de Alckmin. Franco classificou o desempenho do tucano como ''espetacular''. ''Acho que contou muito o desgaste de Lula aqui por ele querer a transposição do rio São Francisco. Ele nunca tinha perdido aqui em Aracaju. Nem para Collor, Fernando Henrique ou Serra. Perdeu agora para Alckmin.''

O PSDB-SE foi dirigido por cinco presidentes desde julho. O motivo para a rotatividade no cargo foi a discordância de parte dos tucanos do estado devido a aliança fechada com o PFL para reeleição do governador João Alves Filho (PFL). O pefelista foi derrotado nas urnas pelo ex-prefeito de Aracaju Marcelo Déda (PT).

Franco, que é presidente de honra do PSDB em Sergipe, acha que o partido vai se reorganizar depois deste segundo turno. ''Estou convocando todos para participarem da campanha e depois vamos nos reunir e fazer novas eleições internas'', afirmou. (Folha Online)


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04/10


2006

Alckmin, Aécio e Serra investirão por apoio em todo o País

O candidato da coligação PSDB-PFL à Presidência, Geraldo Alckmin se reuniu nesta quarta-feira com o governador reeleito em Minas Gerais, Aécio Neves, e com o governador eleito de São Paulo, José Serra, para tratar da estratégia que colocarão em prática na reta final da campanha. Os três decidiram que atuarão de maneira articulada na busca de apoios em todo o país.

Nesta quinta-feira, Alckmin viajará a Salvador (BA) para fazer as costuras políticas necessárias. Aécio e Serra também se dispuseram a viajar pelo país, mas ainda não possuem agenda definida. Os três destacaram a importância de colocar nesta campanha de segunda turno temas de interesse do país, tais como agenda do crescimento, saúde, educação e segurança pública.

Após o encontro, Alckmin partiu para o ataque contra o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que criticou a falta de clareza de seu programa econômico. ''É a utilização despudorada da máquina pública. Ministro convoca coletiva no Palácio, no Ministério, utilizando estrutura do prédio público, funcionário publico, para atacar adversário. Viraram cabos eleitorais. É uma utilização da máquina desavergonhada.  Informações do CorreioWeb.


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José Carlos-Serra Talhada

Obs. Não sei se foi o Gago que te ligou

José Carlos-Serra Talhada

Magno Corrija a materia em que vc diz que Gonzaga teve 8 mil votos em Serra Talhada,pois não é verdade, não sei se foi engano seu, ou foi o Gago que te ligou,pois Gonzaga só teve 2.495 votos, longe não?



04/10


2006

PM-PB procura quem hasteou faixa de Cássio no quartel

O comandante da Polícia Militar da Paraíba, coronel Lima Irmão, disse hoje que determinou a instauração de inquérito para identificar o responsável por colocar uma bandeira de campanha do governador Cássio Cunha Lima (PSDB) na torre do 2º Batalhão da PM de Campina Grande. A denúncia foi feita hoje pelo jornal Correio da Paraíba. Ele garantiu que tão logo o resultado seja conhecido, será divulgado para toda a população.

 

O militar também garantiu que há isenção da corporação com relação à campanha eleitoral. “Uma instituição que presta relevantes serviços à população da Paraíba há exatamente 174 anos, jamais comungaria com tal procedimento”, ressaltou Lima Irmão, dizendo desconhecer quem colocou a bandeira. Ele garantiu ainda que será mantido o esquema de segurança para o segundo turno das eleições. Informações da Agência Nordeste.


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04/10


2006

PT faz reunião para expulsar envolvidos no dossiê

O presidente nacional do PT, deputado Ricardo Berzoini, convocou para a próxima sexta-feira reunião extraordinária da Executiva do partido para debater o resultado das eleições. Medidas punitivas para os militantes da legenda que negociaram a compra de um dossiê contra tucanos devem estar na pauta.

A expulsão desses petistas foi defendida nesta quarta-feira pela ministra Dilma Rousseff, da Casa Civil.

Raul Pont, secretário-geral da Executiva e deputado estadual reeleito pelo Rio Grande do Sul, concorda com as medidas punitivas para os seis petistas envolvidos no caso.

- A eleição não pode ser transformada num prontuário policial, para isso tem o Ministério Público, a polícia - disse Pont à Reuters pelo telefone.

Para o dirigente, cabe ao partido tomar uma posição definitiva e enérgica sobre o episódio do dossiê e em relação a casos anteriores, do mensalão e dos esquemas que fizeram parte de CPIs.

- É preciso dar a Lula uma resposta definitiva sobre esses casos e passar a discutir programa de governo, que é o que interessa - pregou. Com informações do JBOnline e Reuters.


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paulo

Quando João Paulo II veio ao Brasil, perguntou ao presidente Figueiredo por que ele tinha tantos ministros. João Figueirdo respondeu: -- São 12 como Cristo. Quando Bento XVI ligou para Lula perguntado o mesmo, ele respondeu: -- São 40, como Ali Babá!

paulo

agora é favas contadas, pq se ela existiu e se o senhor nada fez, foi conivente, portanto tb deve ser processado e preso. Entendeu ou quer que eu desenhe????

paulo

o que mais me irrita é que agora o Lula quer discutir corrupção. e o que o senhor excelentíssimo Presidente da República fez nestes 4 anos? Se havia de fato corrupção pq não mostrou para o povo brasileiro? agora é favas contadas, pq se ela existiu e se o senhor nada fez, foi conivente, portanto tb

Mariazinha do Sertão

Se continuar assim, demitindo quem rouba, daqui a pouco ñ tem mais ninguém integrando esse partido. O pior é q mesmo demitidos continuam sendo amigos e confidentes do presidente, ainda diz o ditado, "diga-me com quem andas e te direi quem és."



04/10


2006

TSE adia decisão sobre cláusula de barreira

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não definirá esta quarta-feira qual das interpretações - divulgadas hoje - sobre a cláusula de barreira será adotada como critério definitivo. Para que o tribunal se manifeste sobre o assunto, será necessário que alguém o procure, protocolando uma consulta em torno do tema. O TSE criou alguma confusão ao divulgar, nesta tarde, três interpretações para a regra. Conforme uma das interpretações, para ultrapassar essa cláusula, os partidos teriam de conseguir 5% dos votos para deputado federal em 9 unidades da federação.

Aplicando essa interpretação ao resultado da eleição de domingo, 10 partidos ultrapassaram essa cláusula e, conseqüentemente, têm direito a funcionamento parlamentar, maior participação no fundo partidário e exposição na TV e no rádio. Mas o próprio presidente do TSE, ministro Marco Aurélio de Mello, discorda dessa interpretação. Ele entende que, pela legislação, ultrapassaram a cláusula os partidos que obtiveram 5% dos votos em todo o país. Por esse entendimento, apenas sete legendas teriam direito ao funcionamento parlamentar.

No entanto, o ministro disse que as dúvidas poderão ser dirimidas pelo TSE durante a análise de uma eventual consulta formulada ao tribunal. A legislação sobre cláusula de barreira diz, textualmente, que "tem direito a funcionamento parlamentar, em todas as casas legislativas para as quais tenha elegido representante, o partido que, em cada eleição para a Câmara dos Deputados obtenha o apoio de, no mínimo, 5% dos votos apurados, não computados os brancos e os nulos, distribuídos em, pelo menos, um terço dos Estados, com um mínimo de 2% do total de cada um deles". Informações do CorreioWeb.


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04/10


2006

Jarbas condena apoio de Garotinho a Alckmin

 O senador eleito de Pernambuco e ex-governador do Estado, Jarbas Vasconcelos (PMDB), criticou hoje a decisão do presidenciável tucano, Geraldo Alckmin, de aceitar o apoio dos também peemedebistas Rosinha Matheus, governadora do Rio, e do seu marido, Anthony Garotinho.

''Minha restrição é que Garotinho não acrescenta coisa nenhuma'', afirmou. ''E Alckmin, a partir de agora, vai ter que ficar dando explicações, como eu estou dando aqui'', disse Jarbas, em Recife. ''Política se faz quando não se tem satisfações a dar'', declarou. ''Quando você é obrigado a esclarecer as coisas, aí não é uma posição boa.''

O novo senador colocou-se na posição do presidenciável e disse que, ''se fosse candidato e estivesse no lugar de Alckmin, não queria esse apoio''. Para Jarbas, ''essa história de que todo apoio é bem-vindo não é verdade''.

Tido como um dos principais aliados do tucano no Nordeste, o ex-governador de Pernambuco acusou Garotinho de ter ''comportamento inadequado''. ''Ele tem uma prática incorreta, usa muitos meios de comunicação e a igreja para atingir os seus objetivos'', afirmou. ''Tanto ele quanto a esposa têm várias denúncias de malversação de dinheiro público'', afirmou.

Jarbas também criticou o presidente nacional do PMDB, deputado federal Michel Temer (SP), articulador do acordo que resultou na adesão do casal à candidatura de Alckmin.

''O Michel Temer sempre procurou ajudar o Garotinho'', disse o senador eleito. ''Eles não estão junto de agora não'', declarou. ''Bem antes, já no processo de escolha interna do PMDB nas eleições presidenciais passadas, Garotinho teve muita proteção de Michel Temer.''

Sobre a participação de Alckmin na eleição estadual, Jarbas disse que o tucano continuará sem aparecer na propaganda eleitoral de TV do governador e candidato à reeleição, José Mendonça Filho (PFL).

''Eu vou pedir para o pessoal da campanha que não bote o Alckmin dentro do programa da gente, porque temos que aproveitar nossos dez minutos'', afirmou o ex-governador, referindo-se ao tempo do pefelista na TV, no segundo turno.

''Alckmin tem dez minutos, Mendonça tem dez minutos. Por que eu vou dar meu tempo para o Alckmin, se vou para a rua com ele, se a propaganda vai ser conjunta?'', questionou Jarbas. ''Os dez minutos dele, ele vai aproveitar para ele. Os dez minutos nossos, a gente vai aproveitar para o Mendonça.''

No primeiro turno, o presidenciável do PSDB não apareceu nem uma vez na propaganda eleitoral de Jarbas e Mendonça. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve sua imagem utilizada até na campanha do pefelista. Em Pernambuco, Lula venceu o tucano por 70,93% dos votos válidos contra 22,86%.

Para Jarbas, a eleição presidencial será definida a partir dos debates na TV. ''O debate que não houve no primeiro turno será determinante agora'', afirmou. ''Houve uma tentativa, e Lula refugou, não quis ir. Pagou um preço por isso. Acho que os debates vão definir os rumos da eleição'', declarou. As informações são da Folha Online.


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Comentários

alexandre luz de andrade

Vc sempre disse que O senhor Jarbas iria ser o senador mais votado do Brasil. o que houve?