O Jornal do Poder

04/10


2006

Jarbas condena apoio de Garotinho a Alckmin

 O senador eleito de Pernambuco e ex-governador do Estado, Jarbas Vasconcelos (PMDB), criticou hoje a decisão do presidenciável tucano, Geraldo Alckmin, de aceitar o apoio dos também peemedebistas Rosinha Matheus, governadora do Rio, e do seu marido, Anthony Garotinho.

''Minha restrição é que Garotinho não acrescenta coisa nenhuma'', afirmou. ''E Alckmin, a partir de agora, vai ter que ficar dando explicações, como eu estou dando aqui'', disse Jarbas, em Recife. ''Política se faz quando não se tem satisfações a dar'', declarou. ''Quando você é obrigado a esclarecer as coisas, aí não é uma posição boa.''

O novo senador colocou-se na posição do presidenciável e disse que, ''se fosse candidato e estivesse no lugar de Alckmin, não queria esse apoio''. Para Jarbas, ''essa história de que todo apoio é bem-vindo não é verdade''.

Tido como um dos principais aliados do tucano no Nordeste, o ex-governador de Pernambuco acusou Garotinho de ter ''comportamento inadequado''. ''Ele tem uma prática incorreta, usa muitos meios de comunicação e a igreja para atingir os seus objetivos'', afirmou. ''Tanto ele quanto a esposa têm várias denúncias de malversação de dinheiro público'', afirmou.

Jarbas também criticou o presidente nacional do PMDB, deputado federal Michel Temer (SP), articulador do acordo que resultou na adesão do casal à candidatura de Alckmin.

''O Michel Temer sempre procurou ajudar o Garotinho'', disse o senador eleito. ''Eles não estão junto de agora não'', declarou. ''Bem antes, já no processo de escolha interna do PMDB nas eleições presidenciais passadas, Garotinho teve muita proteção de Michel Temer.''

Sobre a participação de Alckmin na eleição estadual, Jarbas disse que o tucano continuará sem aparecer na propaganda eleitoral de TV do governador e candidato à reeleição, José Mendonça Filho (PFL).

''Eu vou pedir para o pessoal da campanha que não bote o Alckmin dentro do programa da gente, porque temos que aproveitar nossos dez minutos'', afirmou o ex-governador, referindo-se ao tempo do pefelista na TV, no segundo turno.

''Alckmin tem dez minutos, Mendonça tem dez minutos. Por que eu vou dar meu tempo para o Alckmin, se vou para a rua com ele, se a propaganda vai ser conjunta?'', questionou Jarbas. ''Os dez minutos dele, ele vai aproveitar para ele. Os dez minutos nossos, a gente vai aproveitar para o Mendonça.''

No primeiro turno, o presidenciável do PSDB não apareceu nem uma vez na propaganda eleitoral de Jarbas e Mendonça. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve sua imagem utilizada até na campanha do pefelista. Em Pernambuco, Lula venceu o tucano por 70,93% dos votos válidos contra 22,86%.

Para Jarbas, a eleição presidencial será definida a partir dos debates na TV. ''O debate que não houve no primeiro turno será determinante agora'', afirmou. ''Houve uma tentativa, e Lula refugou, não quis ir. Pagou um preço por isso. Acho que os debates vão definir os rumos da eleição'', declarou. As informações são da Folha Online.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

alexandre luz de andrade

Vc sempre disse que O senhor Jarbas iria ser o senador mais votado do Brasil. o que houve?


Potencial Pesquisa & Informação

04/10


2006

Lula vai contra-atacar com corrupção do governo FHC

O presidente-candidato Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira (4) que a campanha do candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, usa argumentos sobre escândalos de corrupção por falta de propostas e discurso sobre políticas social e econômica.

"Nós queremos discutir ética, queremos discutir corrupção. O povo merecia uma discussão melhor, mas nossos adversários preferirem se enveredar por aí, vamos colocar na mesa as coisas que precisam", afirmou o presidente Lula.

"Eles não têm argumento social, econômico, desenvolvimento, e quem não tem argumento, porque os estudos comparativos são mortais em relação aos 8 anos em que eles estiveram no governo, vai procurar outra coisa qualquer para fazer a disputa política", acrescentou o presidente-candidato.

A estratégia da campanha do petista é usar os escândalos de corrupção no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) não só nos debates como também nas inserções do programa eleitoral gratuito.

O objetivo é rebater as insinuações de que Lula teve participação no escândalo do dossiê contra políticos tucanos usando as denúncias da compra de votos para a aprovação da emenda da reeleição em 1997, as irregularidades da privatização do Sistema Telebrás e o escândalo dos bancos Marka Fonte-Cindam, denúncia de que o governo anterior abasteceu com US$ 1,6 bilhão as duas instituições antes da desvalorização do real. Informações do Portal G1.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Fernando Vieira

E por falar em cartilha, onde estão os REAIS da saúde do tempod e SERRA/NEGRIS?????? Tá no dossiê. A atitude dos petistas é condenável, mas o dossiê precisa ser pesquisado, analisado e investigado!!!

Fernando Vieira

FHC vai correr para Paris!!! a coisa agora vai pegar!!!

paulo

Quem vota em quem beijou a mão de Jader Barbalho não pode falar absolutamente nada de mais ninguém. Ah, e lulla deverá ter o apoio de Maluf, além de Collor, et companhia. Está em excelente companhia, né mesmo ? Cade o cara correu nao aguentou o bombardeio, foi dormir la vem o tsunammiiiii AZUUUULL

paulo

O campo majoritário (Bolchevique em russo) do PT (ao qual pertencem Zé Dirceu, Berzoini, Genoíno et caterva) está seguindo a cartilha direitinho. Por falar em cartilha, onde estão os 11 milhões de reais em cartilhas do PT?

paulo

Qualquer cartilha leninista diz que para se ganhar uma discussão deve-se: 1) acusar o adversário dos seus próprios defeitos 2) apropriar-se dos argumentos do adversário 3) mentir, mentir, mentir...


Banco de Alimentos

04/10


2006

Ex-senador Luiz Estevão preso por desvio de verbas

O ex-senador Luiz Estevão foi preso por volta das 17h30 desta quarta-feira (4) na área da Avenida Paulista, na região central de São Paulo, no processo que apura o desvio de R$ 169 milhões das obras do Tribunal Regional do Trabalho, localizado na Barra Funda, Zona Oeste da capital. Ele foi levado para a sede da Polícia Federal, também na Zona Oeste.

A 1ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região decretou a prisão na noite de terça-feira (3). Ele é acusado, entre outras coisas, de improbidade administrativa por apresentar fraude em balancete do Grupo OK, de sua propriedade, em 2001. Estevão teria alterado os livros contábeis para justificar o dinheiro recebido com o superfaturamento das obras do prédio do TRT.

Estevão teve o mandato de senador cassado em 28 de junho de 2000 por causa das denúncias, que começaram a ser feitas em 1999. Informaçoes do Portal G1.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


04/10


2006

Armando: "Vou me posicionar. Não ficarei neutro"

O deputado federal Armando Monteiro Neto reafirmou agora à noite, na Rádio Melodia FM, o que  havia afirmado hoje à tarde, em entrevista exclusiva ao signatário deste blog com relação ao posicionamento que deverá tomar quanto ao seu apoio a uma das candidaturas a governador de Pernambuco que vão disputar o segundo turno. O parlamentar petebista disse claramente que ''é mais provável marcharmos dentro do nosso campo'', ou seja, na oposição, lado em que ele ficou no primeiro turno, apoiando Humberto Costa. Mas não descartou a possibilidade de uma mudança na direção da candidatura de Mendonça Filho, embora não tenha citado claramente assim. Disse ele que à falta de um acordo ''vou tomar uma posição''.

O presidente do PTB pernambucano confirmou que ouve seus aliados em torno de uma tomada de posição, deixando claro que o fará em torno de um ou de outro dos nomes que estão no páreo, destacando que tudo vai depender de compromissos com princípios programáticos que seu grupo defende. Mas ele deixa claro uma coisa: vai tomar uma posição sim, não ficará neutro. A entrevista foi no programa político da Rádio Melodia 106.9 FM, ancorado pelo signatário deste blog, jornalista Magno Martins.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

José Carlos-Serra Talhada

Armando não é só cotejado por ter tido 205 mil votos, mais também de uma legião de segidores como o ex- vice de Humberto, Augusto César, mas para ser bem claro, eles tem que se lembrar que do lado de Dudu está o Gago, Então, sinal de ALERTA.

Francisco Filho

NA CONDIÇÃO DE DEPUTADO COM RESPEITÁVEL VOTAÇÃO, ARMANDO É CORTEJADO POR TODOS, MAS ISSO LHE DÁ MAIS RESPONSABILIDADE. CUIDADO PARA ONDE VAI NOBRE DEPUTADO. TEM UM PALANQUE AI QUE SE ESTIVER NUM COMICIO E OUVIR SIRENE DE CARRO DA POLICIA, NÃO FICA NINGUEM, PRINCIPALMENTE SE FOR DA POL. FEDERAL

Paulin de Caruaru.

Armandinho,cuidado com o Inocêncio...



04/10


2006

Comando do PT se reúne em São Paulo

Depois do escândalo da compra do dossiê contra candidatos tucanos e da realização do segundo turno nas eleições presidenciais, o PT vai reunir a Executiva Nacional do partido para avaliar novas estratégias da campanha do presidente Lula à reeleição. É a primeira vez que os petistas vão se reunir depois do episódio do dossiê.

Segundo a repórter do blog em Brasília, Ana Silveira, a expectativa é que o partido faça uma espécie de mea culpa sobre a realização do segundo turno. O clima na cúpula do partido é que petistas de São Paulo colocaram em risco a reeleição de Lula quando foram negociar o dossiê para beneficiar o petista Aloizio Mercadante (PT-SP), que disputou o governo de São Paulo com o eleito José Serra (PSDB).

A ordem dentro do PT é muito trabalho para garantir a reeleição de Lula, com a participação de petistas de todo o país. O ministro das Comunicações, Hélio Costa, foi o primeiro a afirmar que pretende se licenciar do cargo para se dedicar à campanha de Lula. Outros ministros estudam seguir o mesmo caminho para evitar uma "virada" de Alckmin na reta final.

Humberto Costa, que acabou derrotado npara o governo de Pernambuco, é mais um petista que pretende engrossar a campanha de Lula no Nordeste.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Mariazinha do Sertão

Com o PT à frente da candidatura de LULADRÃO, fica bem melhor pq no PT ñ tem dezhonestos , hauhauahua, aí é só soltar o verbo !!!

Severino Isidoro Fernandes Guedes

Bom sinal para o Lula, além do coronel pianista ACM e do nazi-fascista Bornhausen o "Geraldo" Daslu Alckmin agora terá também o acompanhamento do "beato" Garotinho que não tentou nem a reeleição da mulher no RJ por falta de votos e credibilidade.

Paulin de Caruaru.

Bom sinal para o Alckimim.O PT vai engajar-se na campanha do Lula no segundo turno.



04/10


2006

Articulações têm pouco peso no 2º turno, diz FHC

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso não quis opinar sobre o apoio que o casal Garotinho confirmou à campanha do candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin. Segundo ele, no entanto, apoio e voto não se recusam. ''Tenho atuado como ex-presidente da República, opino sobre assuntos gerais, critico mas não estou participando diretamente. Estou apoiando, mas não estou no dia-a-dia'', afirmou. Em sua avaliação, articulações políticas têm peso muito pequeno no segundo turno, e quem toma a decisão final é o povo. ''Eu não estou criticando quem busca, não. Acho que a busca de apoio, aqui ou ali, acrescenta ou diminui, mas não é decisiva'', explicou.

Fernando Henrique esclareceu que a decisão de aceitar o apoio é do presidente do partido e disse que não falaria sobre o assunto porque não queria ser objeto de exploração. ''Todo mundo apóia todo mundo, ou não apóia todo mundo e isso é um fato banal'', afirmou. ''Apoio e voto não se recusam. Outra questão é você fazer uma coligação política. Agora voto, vai perguntar se o presidente Lula vai recusar o voto do Collor (Fernando Collor de Mello, ex-presidente da República)'', disse.

Segundo FHC, a questão fundamental nessas eleições é decidir se a situação atual deve ser mantida ou não. ''Querem manter a situação atual? Querem manter um governo que propiciou tantos escândalos? Que não explica nada claramente? Que joga tudo numa nuvem de fumaça? Ou querem um Brasil mais decente? Essa é que é a decisão'', afirmou.

Fernando Henrique evitou tecer comentários sobre a decisão do prefeito do Rio Cesar Maia (PFL) de abandonar a campanha de Alckmin no Estado, e seguiu nas críticas. Questionado se aliar-se ao casal Garotinho não era um atraso, respondeu: ''Atraso muito grande é um governo que faz o que tem sido feito por esse governo, imiscuir o público com interesses particulares ou privados. Esse é o atraso, essa é a questão que está em jogo.'' Fernando Henrique fez as declarações em entrevista coletiva concedida na sede do Instituto FHC, ao lado do governador eleito de São Paulo, José Serra.

Serra, por sua vez, mostrou-se bastante desconfortável com as perguntas. Disse que esse não era o objeto da reunião e que não entraria na discussão de alianças. ''Isso é tratado pelo partido e não vou opinar porque poderia ser mal interpretado, ou interpretado de maneira distorcida, até porque isso envolve outras regiões e Estados'', finalizou. Informações do CorreioWeb.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

paulo

è pq BABACA mesmo é o LULLA, o unico que nao sabia oqseus comandados faziam na salaao lado, nen de onde vinha tanto dinheiro. è o maior corno, o ultimo a saber. ALIBABA corn,o a nova versao tupiniqim.Devia ser o estado etilico que fez que o Mulla levasse os enfeites na fronte por parte dos " ptista"

Fernando Vieira

FHC tem boca de babaca, cara de babaca, voz de babaca... só falta mesmo ser babaca!!!

Severino Isidoro Fernandes Guedes

FHC falar de ética? Quanto cinismo não? Afinal não era ele que mantinha uma Polícia Federal chapa branca (pra não apurar nada) e um engavetador geral da República (o sr. "Blindeiro" - para brindar os tucano-pefelistas contra denúncias desconfortáveis e inexplicáveis de corrupção)?



04/10


2006

Armando Monteiro na Melodia FM

Está no debate da Melodia FM o deputado Eduardo Monteiro Neto, que reafirmou o que disse na entrevista  exclusiva a Magno Martins hoje à tarde sobre o seu apoio a Eduardo Campos. Ele diz que preferencialmente prefere se alinhar ''no meu campo'', ou seja, ao lado de Eduardo, mas não descarta outra alternativa, que poderia até ser Mendonça Filho, muito embora não tenha se referido especificamente ao candidato da União por Pernambuco.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

O nome do Deputado é Armando Monteiro Neto e não Eduardo, quanto ao apoio, quero dizer que lamentavelmente o Magno tinha insinuado que Armando iria apoiar Mendoncinha, e agora ele está vendo que o nobre Deputado é coerente e ficou com o futuro governador Eduardo Campos.

milton tenorio pinto junior

O Deputado Armando Neto está valorizando o passe dele.Se demorar muito com o apoio a Eduardo,logo vai levar um puxão de orelhas do Pres.Lula.Te cuida Armando!!!!!!!!!!!



04/10


2006

Noticias de Eduardo de Brasília na Melodia FM

No debate político da Melodia FM, Magno Martins recebeu informações de repórteres do blog em de Brasília a respeito da campanha do candidato do PSB ao Governo de Pernambuco, Eduardo Campos, que na capital federal gravou programa para o guia eleitoral tando dele como do proprio Lula. Eduardo manifesta a esperança de contar com o apoio do deputado federal Armando Monteiro Neto, que até agora mantém suspense quanto ao lado que escolherá.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


04/10


2006

Deputado sertanejo está no debate da Melodia FM

Outro convidado do debate político da Melodia 106.9 FM. com Magno Martins, e o deputado reeleito Raimundo Pimentel, do PSDB, que fala da campanha, e fatos marcantes que nela ocorreram, como por exemplo a abstenção. O parlamentar discorda da tese de que houve abastenção na sua região, para ele baixa, com pouco mais de 11%. Ele acha que a população da sua região se conscientizou e votou.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


04/10


2006

Gonzaga fala sobre campanha na Melodia FM

Continua o debate político da Melodia FM. Fala o deputado federal Gonzaga Patriota(PSB), que aborda sua vitória recente no sertão, sobretudo em sua terra Petrolina. Gonzaga está otimista quanto a  sucessão estadual, prevendo uma diferença de um milhão de votos de Eduardo sobre Mendonça Filho. O repórter Adriano Roberto questiona sobre o tema da campanha, que ao que se anuncia, de parte da União por Pernambuco, não vai poupar ninguém.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Coluna do Blog
TV - Blog do Magno
Programa Frente a Frente

Aplicativo

Destaques

Publicidade

Opinião

Publicidade

Parceiros
Publicidade
Apoiadores