Versão Agreste Central

24/06


2017

Fachin deixa assinada ordem de envio à PGR

Laudo da Polícia Federal

Fachin deixa assinada no STF ordem para que relatório da PF seja enviado imediatamente à PGR

Folha de S. Paulo - Por Painel

 

Edson Fachin, do STF, deixou assinada em seu gabinete, nesta sexta (23), ordem que determina a remessa imediata do relatório da Polícia Federal sobre o grampo de Joesley Batista com Michel Temer para a PGR. Além da perícia na gravação feita pelo empresário, o documento trará avaliação sobre a suspeita de que o presidente incorreu em obstrução de Justiça. O gesto dará à equipe de Rodrigo Janot tempo para incluir até terça (27), na denúncia contra Temer, dados colhidos pela PF.
 
Os procuradores que atuam no inquérito contra Michel Temer querem usar o laudo feito pela PF para dar mais força à denúncia contra o peemedebista. Como a perícia conseguiu limpar trechos antes inaudíveis, acreditam que o laudo da corporação poderá trazer elementos novos para o caso.
 
A PGR vê subsídios para acusar Temer de três crimes: corrupção passiva, obstrução de Justiça e organização criminosa. Tentados a fatiar a denúncia, apresentando três peças em vez de uma, os procuradores aguardam a chegada do relatório da PF para bater martelo sobre a melhor estratégia.


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Versão Sertão do Araripe

24/06


2017

Deslizamento mata centenas na China

Montanha ruiu e atingiu mais de 40 casas na província de Sichuan.

 Por AFP - France Presse

 

Um deslizamento de terra ocorrido neste sábado (24), na província de Sichuan, no sudoeste da China, provocou o desabamento de dezenas de casas e deixou 141 de pessoas soterradas, de acordo com informações da agência estatal "Xinhua".

As autoridades do condado de Maoxian comunicaram que o fato aconteceu depois que a parte alta de uma montanha caiu sobre a aldeia de Xinmo, por volta das 6h (hora local).

Pelo menos 46 casas ficaram soterradas enquanto que dois quilômetros do curso de um rio e 1.600 metros de uma estrada ficaram interditados pelas rochas.

De acordo com o porta-voz do governo de Sichuan, Tang Limin, uma equipe de resgate com mais de 300 pessoas seguiu para o local com retroescavadeiras.

Imagens divulgadas pela televisão oficial "CCTV" mostram diversos soldados levantando pesadas pedras e a várias retroescavadeiras trabalhando na região onde estavam as pessoas que ficaram soterradas.

Segundo informações da "Rádio Nacional da China", as equipes de resgate detectaram sinais de vida, incluindo a voz de uma mulher.

Nesta época do ano, são frequentes as chuvas torrenciais na China e é comum que aconteçam inundações, deslizamentos e outras catástrofes provocadas pelos fenômenos climáticos.


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Versão Agreste Central

24/06


2017

Serra: tradição da fogueira e do encontro familiar

Serra Talhada

Do Farol de Notícias - Giovanni Sá

Se há uma tradição que resiste em pleno Século 21 é o ritual da fogueira em noite de São João. Em Serra Talhada não foi diferente.

O repórter Alejandro García visitou alguns bairros na noite dessa sexta-feira (23) e flagrou famílias inteiras ao redor das chamas, que simboliza, no calendário católico, o nascimento de São João Batista.

Ao redor da fogueira, crianças, fogos de artifícios, comidas de milho e muita animação. Mesmo sem um polo de atrações na cidade, alguns fizeram a festa!


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Versão Sertão do Pajeú

24/06


2017

Datafolha: vergonha de ser brasileiro atinge recorde de 47%

Folha de S. Paulo – Thais Bilenky

 

A crise política e econômica instalada no país contaminou a autoestima dos brasileiros. A vergonha de sua nacionalidade acometeu 47% da população, maior índice registrado pelo Datafolha desde o início da série histórica, em março de 2000.

De acordo com a pesquisa, 50% dos eleitores hoje sentem mais orgulho do que vergonha de serem brasileiros.

Houve uma queda brusca: em dezembro do ano passado, a taxa era de 69% e, em abril, 63%. Nesse intervalo, 28% tinham mais vergonha que orgulho em dezembro, e 34% em abril.

A pesquisa mostra que a corrupção, após mais de três anos de Operação Lava Jato, tornou-se a principal preocupação dos brasileiros.

Esse problema foi citado espontaneamente por 23% dos adultos quando perguntados qual é a primeira coisa que vem à mente quando se pensa em Brasil. Vergonha e desgosto aparecem em seguida, com 14%.

A imagem negativa do país disparou. Em 2010, 54% dos brasileiros citaram aspectos negativos quando perguntados sobre o país. Corrupção à época respondia por 4% das menções.

Hoje, 81% das respostas abrangeram aspectos negativos e corrupção, 23%.

A pesquisa, realizada entre 21 e 23 de junho, com 2.771 entrevistados com 16 anos ou mais, em 194 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. 


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24/06


2017

Tuparetama: polícia divulga boletim da tragédia

 Do Blog Mais Pajeú

A GT ordinária foi informada por populares sobre um acidente de trânsito com vítimas fatais ocorrido na Vila Bom Jesus, Tuparetama – PE. Chegando ao local, testemunhas relataram que o veículo Fiat Uno Mille Fire, cor azul, ano 2002/2003, deslocava-se no sentido cadeia pública – centro da cidade, quando de frente da quadra poliesportiva, o condutor Anderson, 23 anos, solteiro, estudante, residente em São José do Egito, perdeu o controle do veículo invadindo a via no sentido contrário e colidindo frontalmente com um micro-ônibus Agrale/1600, cor branca, ano 1988, que estava estacionado no acostamento, vindo a deslocá-lo por cerca de 10 (dez) metros, devido a força do impacto. Com o apoio de populares e da ambulância do município, o policiamento socorreu para o hospital local, 02 (duas) das vítimas que pediam por ajuda imediata, em seguida, mais 02 (duas) vítimas também ocupantes da parte traseira do veículo que estavam desacordadas. O veículo Fiat estava com 06 ocupantes, tendo as 02 (duas) vítimas que ocupavam a parte da frente do veículo ficado presas nas ferragens e somente liberadas do interior do veículo, com a chegada da equipe dos Bombeiros que se utilizaram de ferramentas para retirá-las das ferragens. Ao chegar ao hospital local, o policiamento tomou conhecimento que 04 (quatro) dos ocupantes vieram a óbito e 02 (dois) foram encaminhados para a cidade do Recife. A ocorrência foi repassada à DP de São José do Egito para medidas julgadas cabíveis.

Morreram no acidente: Guilherme Araújo Piancó, 18 anos, Gabriel Araújo Pianco, 21, Anderson Viana Araújo Pereira de Lima, 23 anos, Mauricio Menezes, 20 anos e Kaíque José de Souza Marques dos Santos, 16 anos. As duas primeiras vítimas na foto abaixo eram irmãos. Damiana Michelli Barbosa Pereira, 28 anos, está internada no Recife.


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Petrolina | Sao Joao

24/06


2017

República dos réus indignados

O Globo - Ruy Fabiano

 

O debate da reforma trabalhista, na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, esta semana, contrapôs duas lideranças altamente representativas da atual conjuntura política brasileira.

De um lado, em defesa da reforma – e como seu relator -, o senador e líder do governo Romero Jucá (PMDB); de outro, contra a reforma, “e em defesa da classe trabalhadora”, a senadora e nova presidente do PT, Gleisi Hoffmann.

A uni-los, a condição de réus na Lava Jato, em múltiplos inquéritos, beneficiários do mesmo esquema criminoso sob cujo amparo os seus respectivos partidos nadaram de braçada por quase uma década e meia. Lado a lado, lesaram o Estado.

Deixaram de ser aliados com o impeachment de Dilma, em que Jucá assumiu protagonismo, como ministro do Planejamento do governo Temer – de lá afastado em meio a cabeludas denúncias de corrupção, análogas às que desabaram sobre Gleisi.

Mas nenhum dos dois perdeu status. Temer considerou que, se as acusações a Jucá o inviabilizavam como ministro, não o impediriam de exercer a função de líder do governo no Senado, mostrando assim a consideração que tem pela chamada Câmara Alta do Legislativo. Ali, pelo visto, cabe tudo.

Lula, presidente de honra (?!) do PT, também não viu nada de mais em colocar na presidência do partido alguém que carrega o fardo de acusações cabeludas, como, entre outras, a de receber dinheiro roubado para sua campanha eleitoral.

Afinal, ele próprio, estava no comando desse processo, segundo os seis inquéritos a que responde – o primeiro dos quais a ter sua sentença prolatada nos próximos dias.

Gleisi e Jucá não são exceções. Ao contrário, são a regra. Os nomes mais influentes e representativos do Congresso, hoje, vivem a mesma circunstância de investigados pela Justiça. O quadro generalizou-se de tal forma que já não se sentem constrangidos.

Se o próprio presidente da República e seus principais ministros estão sob investigação policial, sob a mesma e banal rubrica de corrupção, por que se sentiriam melindrados?

Exercem o mandato com a maior naturalidade, apoiando-se mutuamente. Em alguns momentos, chegam a protestar com veemência contra os que (vejam só!) cumprem o dever de processá-los. Jucá é mais discreto; seus protestos são privados.

Gleisi, não: vem a público “denunciar” o procurador Deltan Dallagnol e o juiz Sérgio Moro pelo “crime” de fazer palestras – e cobrá-las. Pouco importa que tenham esse direito assegurado em lei.
O que importa é expô-los a uma acusação de que poucos sabem a inconsistência. A veemência simula indignação. É o réu, inversamente, acusando a Justiça, buscando constrangê-la.

Nas palestras que tanto o procurador como o juiz fazem – e que têm sido importantes para conscientizar a população da missão que exercem -, não tratam de nenhum processo em particular, nem dos réus. Falam pedagogicamente do processo que o país vive, enfrentando pela primeira vez o estamento burocrático, que faz do público um bem privado – e que, no reinando PT-PMDB, deu dimensão sistêmica à rapina, quebrando o país.

Algumas dessas palestras estão na internet (ao contrário das de Lula, materializadas em notas frias). Dallagnol e Moro dizem que doaram seus respectivos (e legítimos) cachês, pagos pela iniciativa privada (frise-se), a instituições de caridade.

Se o fizeram ou não, é problema deles, já que a lei não os obriga a isso. Quanto aos “cachês” de Gleise, Jucá, Lula e amigos, além de muuuito maiores, foram doados a eles próprios.

É nas mãos desse pessoal que estão as reformas de que depende o país para consertar o estrago que a Era PT (de que o PMDB é parceiro) impôs ao país. Ainda que aprovadas – e há sérias dúvidas quanto a isso – irão carecer do selo da legitimidade, o que agravará o ambiente psicossocial depressivo do país.

O ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga, em palestra esta semana, assim resumiu o quadro político-econômico do Brasil:

“Acho que o nosso problema econômico é enorme, está numa trajetória insustentável mesmo com o que sobrou das reformas. Mas acho que o problema político é muito maior do que o econômico. Isso é incrível, porque o problema econômico é gigante.”

Pois é.


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Flamac - 1

24/06


2017

Afogados: prefeitura vai promover Arraial na Praça

Do Blog Mais Pajeú

Na tradicional noite de São João (24), a Prefeitura de Afogados da Ingazeira irá promover hoje um grande arraial na praça de alimentação. A animação ficará a cargo do jovem Rafael do Acordeom, a partir das 21h. O ciclo junino em Afogados teve início no dia 03 de Junho, com o “esquenta” de São João. Na programação, diversas atividades como concursos de quadrilhas juninas matutas e estilizadas, concursos de arraiais nos bairros, arraial municipal, dentre outras ações. Além da programação oficial, com arraiais também nos sítios São João, Santo Antônio 2 e, pela primeira vez, no Poço de Pedra. Nesse último local, o arraial também acontecerá hoje, a partir das 21h, com apresentações de Leandro Sanfoneiro e outros artistas. (Rádio Vivo)


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Banner - Hapvida

24/06


2017

Coluna do sabadão

  Bomba nãos mãos de Janot

O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), já enviou a investigação sobre o presidente Michel Temer ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Sendo assim, começou a contar o prazo de cinco dias previsto em lei para Janot decidir se apresenta denúncia contra Temer ou arquiva o caso. Segundo o Ministério Público, o prazo termina na próxima terça-feira.

A investigação foi autorizada para apurar se Temer e o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) cometeram os crimes de corrupção passiva, obstrução de Justiça e participação em organização criminosa. A Polícia Federal já concluiu, em relatório parcial, que há evidências de que Temer cometeu "com vigor" o crime de corrupção passiva.

O inquérito é baseado na delação de executivos da JBS, segundo os quais Rocha Loures recebeu propina para que o Governo favorecesse o grupo junto ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Os delatores também entregaram a gravação de uma conversa de Joesley Batista com Temer. Desde que as delações da JBS se tornaram conhecidas, o presidente tem divulgado notas à imprensa, concedido entrevistas e feito pronunciamentos para rebater as acusações.

Temer tem dito que não atuou para beneficiar a empresa junto ao Governo, não teme delações e não renunciará à Presidência. Segundo o Ministério Público Federal, Temer deu "anuência" para o repasse de dinheiro, pela JBS, a Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para que o deputado cassado não feche acordo de delação premiada. Ainda de acordo com o MPF, o presidente e o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) atuaram em conjunto para barrar as investigações da Lava Jato.

INVESTIGAÇÕES– A Polícia Federal ainda não concluiu todas as investigações sobre o caso Temer, especialmente na realização de perícia da gravação de uma conversa entre o presidente e um dos donos da JBS, Joesley Batista, em março. Nela, a PGR analisa se o presidente cometeu obstrução de Justiça ao supostamente avalizar pagamento de propina por parte do empresário ao ex-deputado Eduardo Cunha, para que fique em silêncio e não faça delação premiada. No despacho, Fachin determinou que essas investigações sejam remetidas pelo STF à PGR assim que a PF concluir o trabalho. O envio do material à PGR não interfere no prazo do órgão para denunciar ou não o presidente. O período de cinco dias é definido em lei quando há investigado preso, situação de Rocha Loures.

O candidato é o filho– Se os dissidentes do PSB reforçarem os quadros do DEM, como se especula, em Pernambuco o partido fica com duas opções para disputar o Governo do Estado em 2018: o ministro da Educação, Mendonça Filho, e o ministro de Minas e Energia, Fernando Filho. Em relação a este, o que se diz é que está sendo preparado pelo pai, o senador Fernando Bezerra, caso não consiga se livrar em tempo hábil das denúncias referentes à operação Lava-Jato. Embora ministro de uma área técnica, Fernando Filho passou no teste e é considerado uma das gratas revelações da equipe de Temer.

Um busca do financiamento– O líder do Governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), protocola, na próxima terça-feira, a PEC que cria o Fundo Constitucional Eleitoral. O texto já foi divulgado e prevê, por exemplo, que o fundo será gerido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Além disso, a proposta estabelece que os recursos serão destinados aos partidos somente nos anos eleitorais. Jucá diz que o objetivo dele é se reunir na semana que vem com os presidentes do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para decidir quais projetos da reforma política poderão ser aprovados até setembro nas duas Casas.

Relator fala em constrangimento- Fortalecido com a decisão do Supremo Tribunal Federal, de mantê-lo na relatoria da delação do grupo JBS, o ministro Edson Fachin disse, ontem, que nenhum juiz condena por ódio e que o sistema penal não é a resposta para todos os males do País. “Não se pode demonizar a política. Não será o sistema penal punitivo a resposta de todos os males. Nos dias de hoje, nada constrange mais um magistrado do que ter, infelizmente, condenar um réu em matéria penal”, afirmou.

A degola de Aécio – O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, autorizou, na última quinta-feira, a abertura de uma nova investigação sobre o senador Aécio Neve (PSDB-MG), afastado por suposta prática de lavagem de dinheiro. O novo inquérito foi pedido pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com base na delação da JBS. A nova investigação vai apurar se Aécio tentou ocultar a origem de R$ 2 milhões que teria recebido do empresário Joesley Batista. Segundo a PGR, a quantia era propina para que o senador atuasse em favor da JBS. Se for condenado, o tucano perde o mandato e pode ser preso.

CURTAS

EM SERRA TALHADA– Na próxima segunda-feira, a Prefeitura de Serra Talhada vai entregar três novas ambulâncias à população do município. “Vamos entregar ambulâncias equipadas para reforçar a frota de veículos da Secretaria Municipal de Saúde e melhorar a qualidade dos serviços prestados aos nossos pacientes”, disse o prefeito Luciano Duque (PT). A entrega está marcada para a Unidade de Saúde da Família (USF) do Pátio da Feira Livre, no centro da cidade.

FESTEJADO– Pré-candidato a governador, o senador Armando Monteiro foi festejado no camarote do São João de Caruaru em que esteve presente como anfitriã a prefeita Raquel Lyra (PSDB). Antes, ele participou da posse do presidente reeleito da UVP, Josinaldo Barbosa, durante o encontro de vereadores na capital do forró.

Perguntar não ofende: Até quando Temer vai continuar resistindo? 


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Comentários

marcos

Votar em Lula que tem 06 (seis) processos de Corrupção, Lavagem de dinheiro, Ocultação de patrimônio, Peculato, Formação de quadrilha, é votar em BANDIDO. Você quer um Brasil Limpo?

marcos

O comentário final da semana: Lula é um Bosta!

Nehemias

Lula é, hoje, o símbolo da repulsa à destruição dos direitos trabalhistas e previdenciários da população é que a pesquisa Datafolha que o aponta na liderança – e sem competidor visível – constitui sinal de seu favoritismo nas eleições presidenciais do ano que vem. o favoritismo de Lula fará com que se inicie o processo de aglutinação em torno dele. A Mundiça de direita bunda-mole, não tem argumentos, são manipulados pela globosta e bostanaro.

Nehemias

São uns bundas-moles, manipulados pela globosta e bostanaro . Pega o beco Mundiça direita.

Nehemias

A direita é vazia, não tem argumentos, são uns bundas-moles. São manipulados pela globosta e bostanaro.


ArcoVerde

24/06


2017

Datafolha: gestão de Michel Temer cai a 7%

Folha de S. Paulo – Thais Bilenky

O governo Michel Temer (PMDB) é considerado ótimo ou bom por apenas 7% da população, a menor marca registrada pelo Datafolha em 28 anos. Somente José Sarney (PMDB) ficou abaixo desse patamar, com 5% em setembro de 1989, em meio à crise da hiperinflação.

Desde que veio a público a delação da JBS, que jogou o presidente no centro da crise política nacional, a impopularidade do peemedebista aumentou. Hoje sua gestão é considerada ruim ou péssima por 69% do eleitorado e regular por 23%.

Na comparação, em setembro de 1989, Sarney chegou a 68% de ruim ou péssimo e 24% de regular.

O novo levantamento do Datafolha, feito entre quarta-feira (21) e esta sexta-feira (23), com 2.771 entrevistados, mostra Temer com a avaliação em queda.

Dois meses atrás, a sua taxa de ruim e péssimo estava em 61% e a de ótimo ou bom, em 9%. Aqueles que o consideraram regular somavam 28% no final de abril.

Não souberam responder como avaliam hoje o governo Temer 2% dos entrevistados. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais e para menos. A nota do presidente caiu de 3 para 2,7.

A situação de Temer é pior que a de Dilma Rousseff (PT) às vésperas de ela sofrer impeachment. Em abril de 2016, a petista tinha 13% de aprovação e 63% de reprovação.

JOESLEY

Temer foi gravado secretamente em março deste ano pelo empresário Joesley Batista, da JBS, em uma conversa tarde da noite fora da agenda no Palácio do Jaburu em que ambos trataram da relação com o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que está preso.

O áudio foi entregue como prova na delação do empresário e deverá subsidiar três denúncias contra Temer elaboradas pela Procuradoria-Geral da República por corrupção passiva, obstrução de justiça e organização criminosa. As peças ainda não foram apresentadas ao STF (Supremo Tribunal Federal) e, quando o forem, deverão ser remetidas à Câmara dos Deputados. Ao envolver o Congresso, a situação de Temer se torna ainda mais frágil.

Ele é acusado por Janot de ter dado o seu aval para que Joesley comprasse o silêncio de Cunha e de seu operador Lucio Funaro, que estão presos e ameaçam delatar.

MULHERES E JOVENS

A reprovação de Temer está em patamar comparável ao de Dilma em agosto de 2015, quando a petista atingiu 71% de ruim ou péssimo.

No histórico do instituto, além de Sarney, apenas Fernando Collor (PTC) obteve índices tão negativos quando Dilma e Temer ao alcançar 68% de ruim e péssimo, em setembro de 1992, ao sofrer impeachment.

O cenário fica mais desfavorável para o presidente Temer entre as mulheres, os jovens e os mais pobres, em comparação com a média da população.

Sua taxa de ruim e péssimo chega a 73% entre o eleitorado feminino, a 74% entre os eleitores de 25 a 34 anos e a 71% para aqueles cuja renda familiar mensal é de até dois salários mínimos.

No Nordeste, a reprovação a Temer fica acima da média, 77%, e no Sul, abaixo: 61%

Entre os entrevistados com ensino fundamental completo, a reprovação de Temer fica em 64% e sobe para 71% entre aqueles que concluíram o ensino médio e 70% entre os com superior completo.

Um grupo que lhe concede alguma trégua é a do eleitorado de renda média familiar superior a dez salários mínimos. Nessa parcela da população, seu governo é considerado bom ou ótimo por 15%, regular por 30% e ruim ou péssimo por 55%.

A análise por renda da avaliação de Temer coincide com a de sua agenda econômica, da qual os mais ricos são menos críticos que a média da população, em especial no que se refere à proposta de reforma da Previdência. 


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Supranor 1

24/06


2017

Governo: 480 mil em comida e flores para gabinete

Folha de S. Paulo - Mônica Bergamo

O governo irá às compras para abastecer o gabinete de Michel Temer de alimentos e de flores. Duas licitações abertas há alguns dias preveem, juntas, gastos de quase R$ 480 mil. 

No pregão de registro de preços de comida, a Presidência estima gastar R$ 137 mil em itens como café, chá, leite, achocolatado, geleias, biscoitos doces e salgados, refrigerantes e sucos integrais. O edital lista, por exemplo, o fornecimento de 5 kg de figo seco (R$ 329 no total), 5.000 barrinhas de cereal (R$ 3.500 no total) e 39 mil garrafas de 1,5 l de água (R$ 50.310 no total). 

Já as "flores nobres, tropicais e de campo" serão usadas em eventos com a presença do presidente, de ministros e de autoridades estrangeiras, além de arranjos no gabinete pessoal, nas residências oficiais e nas representações regionais. Serão 1.173 arranjos, de flores como orquídeas, rosas e lírios. 

O valor total da contratação, de R$ 341 mil, inclui também serviços de manutenção das plantas. A Presidência vai orçar ainda 32 coroas fúnebres, para o caso de "falecimentos de autoridades".


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Comentários

ObservatorioDoPovo

Nada combina mais com essa figura corrupta e sinistra que uma coroa de flores, de preferencia cravos amarelos


Garanhuns 14/06/17

24/06


2017

Comércio da carne: Brasil leva drible dos EUA

EUA veta, compra da carne um mês após começar a nos vender

Do Blog Diário do Poder

 

O comércio de carne in natura entre Brasil e Estados Unidos começou após assinatura de acordo de equivalência sanitária em 2016, mas a suspensão da compra da carne brasileira veio apenas um mês depois da primeira importação de carne americana pelo Brasil. Com a decisão, os EUA conseguiram manter a possibilidade de vender carne ao Brasil e ajudam os produtores de lá a não enfrentar a concorrência brasileira. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A primeira importação de carne dos EUA, 12 toneladas de “picanha premium”, foi feita pela JBS, dos irmãos Joesley e Wesley Batista.

O negócio foi fechado nos dias em que Joesley armou a gravação de conversa para comprometer o presidente Michel Temer.

O consultor financeiro Miguel Daoud levantou possibilidade do bloqueio americano ser uma barreira comercial disfarçada de “barreira sanitária”.


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Mobi Brasil 5

24/06


2017

Constrangimento ao judiciário

Portal Hoje em Dia - Coluna Esplanada
Por Leandro Mazzini

 

Em nova investida contra o Judiciário, senadores da base do presidente Michel Temer – encabeçados pelo líder do Governo, Romero Jucá (PMDB-RR) – planejam ressuscitar a PEC que acaba com o auxílio-moradia pago aos magistrados e procuradores do MPF.

A matéria está pronta para ser votada na Comissão de Constituição e Justiça, desde o dia 6 de março, sob relatoria do tucano Ricardo Ferraço (ES), mesmo parlamentar que relatou a reforma trabalhista rejeitada na Comissão de Assuntos Sociais.

O auxílio-moradia é garantido aos juízes e procuradores há mais de dois anos por meio de liminares concedidas pelo ministro Luiz Fux, do STF. Nesse período, o benefício já custou aproximadamente R$ 4,5 bilhões aos cofres públicos.


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Asfaltos

24/06


2017

Brasil avalia dispensar doações da Noruega

Atitude da Noruega deve fazer o Brasil recusar suas doações

Do Blog Diário do Poder

O governo brasileiro avalia responder à decisão do governo norueguês de cortar mais da metade das doações anuais de US$110 milhões para o Fundo Amazônia, criado com o objetivo de reduzir o desmatamento. Uma das opções a serem submetidas ao presidente Michel Temer é dispensar a Noruega dessa contribuição, com o governo assumindo o ônus ainda este ano, incluindo os recursos no orçamento de 2018. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
A Noruega se sentiu autorizada a dar lições ao Brasil em nome dos US$1 bilhão já doados a ONGs, chefiadas por estrangeiros.

Michel Temer concorda que “não seria um esforço extraordinário” para o governo repor os recursos eventualmente negados pela Noruega.

A visita de Temer às vésperas das eleições parlamentares fez o Brasil virar tema de discursos inflamados, de conotação claramente eleitoral.

Tentando se manter no cargo, a primeira-ministra Erna Solberg adotou uma conduta tão hostil ao Brasil quanto seus opositores.


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Bm4 Marketing 9

24/06


2017

Aumenta a pressão sobre Michel Temer

A confirmação da Polícia Federal de que a gravação de Joesley Batista não foi manipulada, além de ações da PGR, agrava a situação do presidente e dificulta sua tática para evitar processo no Supremo

Temer ao lado da primeira-ministra da Noruega, Erna Solberg, em Oslo. – para o lado do presidente (Foto: Divulgação)

Época - Aguirre Talento

O presidente Michel Temer parecia cansado na manhã da sexta-feira, dia 23, quando deu declarações em Oslo, em seu último dia de visita oficial à Noruega. Em sua rápida fala, Temer mencionou uma visita ao Parlamento “brasileiro” – na verdade, era o norueguês, óbvio – e o encontro com o rei da Suécia – era o da Noruega, claro. Além da diferença de horário, deve-se entender que Temer tivera uma semana difícil. Enfrentou pequenos protestos longe de casa e pouco antes tivera de  ouvir, a seu lado,  a primeira-ministra do país, Erna Solberg, dar apoio à Operação Lava Jato, que o investiga. A milhares de quilômetros de Brasília, Temer era informado durante todo o tempo sobre a evolução das investigações que o cercam – e nenhuma das mudanças no cenário era boa. As frentes de desgaste se multiplicam e governar fica cada vez mais difícil, até mesmo em situações rotineiras, como uma viagem internacional.

No início da noite da mesma sexta-feira, a Polícia Federal avisou o gabinete do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, que concluiu a perícia na gravação feita por Joesley Batista do diálogo que manteve com Temer na noite de 7 de março, no Palácio do Jaburu. Diagnóstico: o áudio não foi editado ou adulterado e foi realmente gravado pelo aparelho entregue por Joesley às autoridades; contém várias interrupções, provocadas pelo modo de gravar do aparelho. Assim, é considerada uma prova válida. Esse resultado é um grande revés para a defesa de Temer tentar evitar um processo.  

Outro grande obstáculo foi lançado  durante a semana pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em um movimento estratégico bastante prejudicial a Temer. Janot decidiu dividir em três as denúncias que fará ao Supremo Tribunal Federal contra o presidente, em decorrência da delação premiada do empresário Joesley Batista, da JBS. Janot apresentará primeiro a denúncia pelo crime de corrupção passiva, que já está em fase final de elaboração. A segunda será por obstrução da Justiça e a terceira será por organização criminosa. Assim, o ministro Fachin terá de remeter três denúncias – em vez de uma – para a apreciação da Câmara dos Deputados.

É uma pequena mudança para Janot, mas um grande drama para Temer. Cada uma das denúncias terá de ser examinada pela Câmara e votada no plenário. O presidente e seus aliados trabalhavam para mobilizar 172 votos, quantidade mínima para rejeitar o pedido do Supremo. Agora, Temer terá de repetir tal operação de mobilização política três vezes, o que exigirá esforço enorme de um governo fraco. Aliado a isso, Janot sinalizou com a possibilidade de a Procuradoria suspender processos de políticos citados na Lava Jato em crimes de caixa dois. Quem reconhecer que cometeu o crime e for réu primário poderá pagar multa ou prestar serviços comunitários, e sair com a ficha limpa ao final. Isso não resolve o problema dos maiores investigados pela Lava Jato, mas beneficia uma parte razoável dos citados na delação da Odebrecht. Com a proposta, Janot esvazia um poder que, hoje, é exclusivo de Temer – o de proporcionar uma anistia a esse crime. Janot subtrai mais um recurso de negociação política do presidente.

Ao mesmo tempo que o esforço político terá de ser maior, Temer acumula mais problemas na parte jurídica. Personagem-chave na arrecadação de valores ilícitos para o PMDB, Lúcio Funaro, o operador do ex-deputado Eduardo Cunha, desistiu de confiar na omertà, o código de silêncio da Máfia italiana, como sempre disse. Acossado pela delação dos executivos da JBS, preso em Brasília, Funaro prestou dois longos depoimentos à Polícia Federal nos dias 2 e 14 de junho, nos quais tentou demonstrar boa vontade e mostrar o que pode contar no acordo de delação premiada que pede à Procuradoria-Geral da República. Preocupou-se em contar histórias prejudiciais à defesa do presidente. Funaro se concentrou em pessoas próximas de Temer, como o ministro Moreira Franco, da Secretaria-Geral da Presidência, o ex-ministro Geddel Vieira Lima e Eduardo Cunha, todos do PMDB.

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Funaro explicou como funcionou a operação na qual recebeu propina de empresas que obtiveram recursos do FI-FGTS, controlado pelo PMDB. Citou o caso de duas empresas, a BR Vias do grupo de Henrique Constantino (dono da Gol) e a LLX do grupo de Eike Batista, que geraram R$ 20 milhões em propina, ilegalmente investidos na campanha de Gabriel Chalita à prefeitura de São Paulo, em 2012, e na campanha presidencial de Temer em 2014. “Ambas foram por orientação/pedido do presidente Michel Temer”, disse Funaro. Admitiu que não mantinha relação próxima com o presidente – a intermediação era feita por Cunha, Geddel e Henrique Eduardo Alves. Mas citou três ocasiões nas quais esteve com Temer – uma na base aérea de São Paulo, acompanhado de Eduardo Cunha; outra, em um comício das eleições municipais em Uberaba, Minas Gerais, em 2012; e a terceira, em uma reunião de apoio à candidatura de Gabriel Chalita à prefeitura de São Paulo, em 2012.

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Funaro calcula ter movimentado R$ 100 milhões em propina para três campanhas do PMDB e de Temer

Funaro era uma espécie de banco ilegal do PMDB da Câmara, que movimentou valores exorbitantes. Afirma ter arrecadado cerca de R$ 100 milhões para as campanhas de 2010, 2012 e 2014 na base dos achaques a empresários, dando como contrapartida dinheiro público liberado por órgãos como a Caixa Econômica Federal.

Funaro foi especialmente danoso com Geddel Vieira Lima, um auxiliar historicamente próximo a Temer, que perdeu o cargo de ministro por suspeita de corrupção. Suas declarações corroboram entrevista do dono da JBS, Joesley Batista, publicada por ÉPOCA em sua última edição. Joesley havia dito que Geddel era intermediário entre o presidente Michel Temer e a compra do silêncio de Funaro e de Eduardo Cunha. “Eu informava o presidente por meio do Geddel. E ele sabia que eu estava pagando o Lúcio e o Eduardo”, disse Joesley. Funaro afirmou que Geddel fazia contatos constantes com sua família, preocupado com a possibilidade de ele fazer uma delação. “Estranha alguns telefonemas que sua esposa tem recebido de Geddel Vieira Lima, no sentido de estar sondando qual seria o ânimo do declarante em relação a fazer um acordo de colaboração premiada”, diz o depoimento de Funaro de 2 de junho. Detalhista, sua defesa entregou à PF imagens do celular da mulher de Funaro mostrando ligações do telefone de Geddel, com o apelido “Carainho”.

Chamado novamente pela PF no dia 14, Funaro detalhou vultosos pagamentos de propina a Geddel, chamado por ele de “Boca de jacaré”, em referência à voracidade. Os repasses seriam uma compensação pela atuação de Geddel na liberação de recursos enquanto vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa no governo Dilma entre 2011 e 2013. “Estima ter pago a Geddel aproximadamente R$ 20 milhões em espécie a título de comissão decorrentes das operações de crédito que teria viabilizado junto à CEF”, diz o depoimento. Funaro afirma ainda que, em 2009, fez uma operação para a empresa Cibe no FI-FGTS e pagou propina para Cunha e Moreira Franco, à época em que este era vice-presidente da Caixa. Neste caso, o operador afirmou não se lembrar dos valores, mas que foram em dinheiro vivo. Segundo o depoimento, Funaro levou os donos das empresas Equipav e Bertin, que eram sócias na Cibe, “para uma reunião com o deputado Eduardo Cunha, o qual depois os levou até a CEF [Caixa] para uma outra reunião com Moreira Franco”.

As declarações de Funaro foram usadas pela Polícia Federal para corroborar as suspeitas de uma relação espúria entre Joesley Batista e Temer, por intermédio de Geddel. Em relatório parcial, divulgado na semana passada, o delegado Thiago Machado Delabary concluiu que o presidente incorreu no crime de corrupção passiva por ter recebido propina por intermédio do ex-deputado Rodrigo Rocha Loures, aquele que aparece correndo com uma mala recheada de R$ 500 mil pagos pela JBS para resolver um problema no Cade, o órgão do governo que zela pela livre concorrência. “Diante do silêncio do mandatário maior da nação e de seu ex-assessor especial, resultam incólumes as evidências que emanam do conjunto informativo formado nestes autos, a indicar, com vigor, a prática de corrupção passiva”, diz o relatório.

A PF ainda tem duas outras linhas de investigação no caso: suspeita que Temer participou da compra do silêncio de Cunha e Funaro, o que poderia caracterizar crime de embaraço à investigação de organização criminosa, e a possível existência de crime na conversa em que Joesley diz a Temer que estava corrompendo integrantes do Judiciário e do Ministério Público Federal.

Sobre as acusações de Funaro, o presidente Michel Temer diz ser “impossível” que ele tenha operado movimentações financeiras para sua campanha eleitoral em 2014. Também disse que não tinha “nenhuma relação” com o operador de Eduardo Cunha. A defesa do presidente classificou o relatório da Polícia Federal de “frágil” e “prematuro”. O ex-ministro Geddel Vieira Lima disse, por meio de sua defesa, que são “infundadas e fantasiosas” as acusações e que “jamais praticou qualquer ilegalidade”. O ministro Moreira Franco já afirmou que nunca esteve com Funaro nem captou recursos para campanhas eleitorais do PMDB.

O Grupo Comporte, que inclui a BR Vias, afirma “que segue colaborando com as autoridades para o total esclarecimento dos fatos”.


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24/06


2017

Previdência: rombo de R$ 144 bilhões

Portal Hoje em Dia - Coluna Esplanada
Por Leandro Mazzini

 

O rombo nas contas da Previdência ultrapassou os R$ 200 bilhões em 2016. Depois de cinco meses de pente-fino, o Tribunal de Contas da União concluiu parecer de 124 páginas sobre o buraco. O relator, ministro José Múcio Monteiro, sublinhou que apenas em relação às desonerações tributárias que atingem a seguridade social, o Governo deixou de arrecadar ano passado R$ 143,8 bilhões. “No que diz respeito à Previdência Social, o valor se situou em R$ 57,7 bilhões”, detalha o relatório do ministro. Na edição do dia 26 de março, a Coluna antecipou que o rombo chegaria perto de R$ 150 bilhões.

Os rurais

O TCU continuará pente-fino na Previdência com auditorias nas aposentadorias rurais. Ministros defendem revisão das contas da Previdência a cada dois anos.


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