Gravatá IPTU 2019

22/03


2019

Maia pode desistir da articulação pela reforma

Principal articulador da reforma da Previdência até o momento, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, ameaça deixar o posto porque tanto não vê reconhecimento do governo Bolsonaro pelo trabalho que tem feito, em contraposição à falta de articulação política do Palácio do Planalto, quanto pelo fato de ser achincalhado na internet pelo vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do presidente da República, que turbinou a disputa por espaço travada entre Maia e o ministro Sérgio Moro.

Irritado, Maia ligou para o ministro Paulo Guedes, que procurou acalmá-lo, informa o Estadão. Jair Bolsonaro foi um dos que entraram no caso para apagar o incêndio em busca de um “basta” à guerra no ambiente digital.


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Comentários

Fernandes

Maia vai derrubar bolsonaro e moro.


Paulista Conectada

22/03


2019

Paulo Câmara inaugura Adutora do Moxotó no Sertão

O governador Paulo Câmara inaugura, hoje, mais uma importante obra hídrica: a Adutora do Moxotó, localizada no Eixo Leste da Transposição, no município de Sertânia. A tubulação levará água do rio São Francisco para dez cidades do Sertão e Agreste do Estado, beneficiando 400 mil pessoas.

Na ocasião, também será inaugurada a 1ª etapa da Adutora do Agreste, obra que recebeu até agora um aporte de R$ 400 milhões. Desse total, pouco mais de R$ 85 milhões foram destinados à Adutora do Moxotó. A execução das obras contempla o abastecimento das cidades de Arcoverde, Pedra, Venturosa, Pesqueira, Alagoinha, Sanharó, Belo Jardim, Tacaimbó, São Caetano e São Bento do Una. 

A Adutora do Moxotó foi a alternativa adotada pelo Governo do Estado para antecipar a chegada da água do Rio São Francisco à região Agreste – mesmo sem a construção do Ramal do Agreste. O equipamento foi construído por meio de uma parceria entre o Governo de Pernambuco e o Ministério da Integração Nacional. A inauguração contará com a presença do ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto.


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Asfaltos

22/03


2019

Coluna da sexta-feira

Fim da linha

Por Arthur Cunha – especial para o blog

A iminente prisão do ex-presidente Michel Temer, concretizada ontem, deu um fim quase cinematográfico à carreira política de um dos principais caciques do MDB pós-redemocratização. Encerra, também, a hegemonia de um grupo de corruptos que tomou de assalto o partido de Ulysses Guimarães e Tancredo Neves; e manchou a imagem combativa do antigo PMDB, referência na luta contra o regime militar. A derrocada do ex-presidente e do ex-ministro Moreira Franco, também detido ontem, foi a cereja do bolo nesse processo de desgaste eterno ao qual a sigla vem sendo submetida desde que essa tropa ascendeu ao poder.

Some-se a esse cenário de caos para os bandidos as prisões de Eduardo Cunha, Geddel Vieira Lima e Henrique Eduardo Alves; a derrota nas urnas de Romero Jucá e Edson Lobão; além da aposentadoria de José Sarney, que deixou a vida pública pela porta dos fundos. A prisão de Temer traz, ainda, outro triste símbolo para a nossa Democracia: a humilhação da Presidência da República enquanto instituições. Logo ela, que deveria ser a mais respeitada. Temos a vergonhosa estatística de dois ex-presidentes presos por corrupção. Que chaga!

Alheio (ou não) à fim do caciquismo emedebista, uma liderança ainda continua de pé, apesar dos revezes que tem recebido: Renan Calheiros – o coronel das Alagoas tem sobrevivido (não sei até quando) às rajadas diárias que recebe. Ironicamente ou não, Renan continua aí, assistindo seus aliados de outrora caindo um a um. Sabe que a mira está apontada para. Mas é dotado de um instinto de sobrevivência aguçado. Vai fazer de tudo para não cair. Eu fico imaginando o que pensou o velho Renan no seu íntimo ao ver a notícia da prisão de Temer. No fundo, ele sabe que seu dia está chegando.

O futuro do MDB, assim como a maioria dos partidos poderosos do passado, ainda é incerto. O partido tem poucas lideranças emergentes capazes de aglutinar; nenhuma tem mostrado força e capacidade de unir em torno de sua liderança as outras forças regionais que formam essa colcha de retalhos partidária. Os líderes remanescentes, distante do moribundo núcleo de poder, a exemplo do senador Jarbas Vasconcelos, estão mais próximos da aposentadoria do que qualquer outra coisa. Se não se reinventar, o MDB pode estar fadado ao mesmo destino de outras siglas, como o antigo PFL: a mediocridade. E isso nunca teve cara de PMDB. Nem quando se fala do de hoje, corrupto que só ele. É aguardar para ver; a história está sendo escrita. 

Chefe da quadrilha – Chama atenção os termos usados pelos procuradores do MPF para descrever as ações do grupo do ex-presidente Michel Temer, que levaram ele e outros figurões para a cadeia. Foi de “organização criminosa” à “máfia”. A quadrilha chefiada pelo emedebista tem recebido propina para favorecer empresas do setor portuário há mais de 40 anos. Ou seja, um criminoso de colarinho branco. Um gângster! Cadeia nele e na sua turma! #DentroTemer.

Chuva de memes – A prisão de Michel Temer produziu uma chuva de memes engraçadíssimos ao longo do dia. De Gilmar Mendes atendendo ao sinal do Batman à imagem de fogos no Réveillon da Austrália, onde o ministro do STF já teria determinado a soltura do emedebista. O próprio Temer foi retratado de todas as formas – um áudio com uma risada para lá engraçada teria sido a reação de Dilma Rousseff ao ver a notícia. Até para José Sarney sobrou. Ele aparece em uma foto de óculos escuro chamando os correligionários de “amadores”.

 

Marília no PTB – De olho na disputa pela Prefeitura do Recife, em 2020, e com a porta fechada no PT, a deputada federal Marília Arraes estaria conversando com vários partidos para uma filiação com o objetivo de assegurar legenda. Já se falou em PDT e PSOL. A novidade é o PTB, do ex-senador Armando Monteiro, que poderia ser o destino da neta de Arraes. Lembrando que, se optar mesmo pela desfiliação do PT, Marília pode perder o mandato.

Janela de troca – Apesar de que já se fala em Brasília da abertura de uma nova janela para permitir aos futuros candidatos a prefeito mudarem de partido sem perder o mandato. Além de Marília Arraes, que não terá legenda do PT, a manobra, inclusive, pode beneficiar também o deputado federal Túlio Gadelha aqui no Recife. Se perder a queda de braço para o também deputado Wolney Queiroz no PDT, ele poderia pular para outra sigla e concorrer à PCR.  

Curtas

GESTÃO – Surubim será o primeiro município do projeto Gestão Cidadã da Amupe, uma parceria com a União Europeia, a aplicar a metodologia para elaboração de planos municipais com a finalidade de fortalecer a participação e transparência local. A equipe da Amupe fará uma reunião com parceiros locais, hoje, no auditório da Secretaria municipal de Educação, das 8h30 às 16h. 

DIVISÃO... – O deputado João Paulo Costa vai tocar o debate sobre o Novo Pacto Federativo na Assembleia Legislativa de Pernambuco. O parlamentar destacou, na tribuna da Casa, ontem, que irá realizar uma audiência pública para discutir o tema no mês de abril. O objeto é reunir representantes da Amupe, UVP; o secretário estadual da Fazenda, Décio Padilha, e a sociedade civil organizada, além do secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida.

... JUSTA – “É importante incluir a Alepe nesse tema, pois os estados e municípios, que estão mais próximos da população, não podem receber uma fatia menor da arrecadação”, destacou João Paulo Costa. Seu irmão, o deputado federal Silvio Costa Filho é o criador da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Novo Pacto Federativo.

Perguntar não ofende: Quanto tempo Temer passará preso?


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Comentários

Fernandes

Fora a luta dos inconfidentes pela quebra das correntes nada adiantou.

Fernandes

É o Brasil virando colônia dos Estados Unidos! E tudo graças ao Bolsonaro!

Fernandes

Juntar-se hoje com Bolsonaro é como juntar-se a Hitler de 1936. Carmen Hertz (Deputada chilena)

Fernandes

Explode o desemprego no desgoverno Bolsonaro.

Fernandes

Então tá! 40 anos a quadrilha do Temer operava no Brasil, 30 anos Bolsonaro tá na política e a culpa era do PT!


ArcoVerde

22/03


2019

Estrago institucional pode afetar a reforma

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Coluna do Estadão

Qualquer que seja a decisão sobre o recurso do ex-presidente Michel Temer, o sentimento no mundo político é de que o estrago institucional já foi feito pela Lava Jato. Se a prisão for revogada nas cortes superiores, ficará a impressão de que os “traidores do povo” outra vez serão os altos magistrados em conluio com a “velha política” e, assim, a escalada da crise seguirá turbinada.

Por isso, enquanto bolsonaristas comemoravam as prisões, líderes avaliavam não haver mais clima favorável para a reforma da Previdênciae o pacote de Sérgio Moro.

Além de uma bancada ainda relevante, o MDB possuiu parlamentares influentes no Congresso e Temer, que já presidiu a Câmara e o País, mantém bom trânsito em várias bancadas.

Um líder observa que nem mesmo Sérgio Moro teve coragem de deter o ex-presidente Lula em prisão preventiva. O petista só foi para o cárcere depois da condenação em segunda instância.

Dentro do MDB, a sensação ontem era de que o partido sai ainda mais desgastado do episódio, mas, se os bolsonaristas continuarem comemorando as prisões, poderão também perder com a operação autorizada por Marcelo Bretas. Correm o risco de machucar o único parlamentar capaz de levar adiante a reforma da Previdência hoje na Câmara: Rodrigo Maia, genro de Moreira Franco.


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Fernandes

Bolsonaro tem queda acentuada. Diz IBOPE.



22/03


2019

Rumor: deleção premiada na cola de um dos ministros do Supremo

O STF (Supremo Tribunal Federal) voltou a entrar em alerta na quinta (21), com rumores de que uma delação premiada pode atingir, ainda que indiretamente, um dos ministros do tribunal.

Os CDS (Credit Default Swap) brasileiros, espécie de papel que funciona como um seguro contra a inadimplência de um país, dispararam na quinta (21) depois da prisão de Michel Temer. 

Eles chegaram a 166 pontos, contra 160 em dias anteriores.

Nada, no entanto, parecido com os 309 pontos que alcançaram na época da campanha presidencial.

Para o economista André Perfeito, da Necton, a prisão estava sendo percebida como algo que poderia piorar o já conturbado ambiente político, dificultando a reforma da Previdência. (Mônica Bergamo – Folha do S.Paulo)


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22/03


2019

Temer vivia momentos de amargura antes de ser preso

Ex-presidente reclamava por não recebia os devidos créditos pelo que julga bons feitos

Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo

Michel Temer vivia momentos de amargura antes de ser preso. Relativamente isolado depois de deixar o cargo, o ex-presidente gastava parte do tempo devorando jornais. E reclamando que o atual governo e a mídia não davam a ele os devidos créditos pelo que considerava coisas boas que fez ao país.

O próprio ex-ministro Moreira Franco (MDB-RJ), que foi preso também na quinta (21), aconselhava Temer a relaxar mais. Dizia que ele tinha que virar a página e se desapegar do tempo em que foi presidente.

O ex-presidente estava também distante de alguns de seus melhores amigos, de quem se afastou quando comandava o país.

Quando o ex-presidente Lula foi preso, em 2018, Moreira Franco, ainda no governo, comparou a situação dele à de um homem sobre um lago congelado.

Ele dizia que o gelo começou a quebrar vagarosamente em torno de Lula, formando um círculo. Quando o último pedaço se quebrou, o petista afundou. E submerso no lago ficaria, congelado talvez para sempre.


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22/03


2019

Prisão: resposta da Lava Jato ao Supremo Tribunal

Ministros de tribunais superiores viram na prisão de Temer uma resposta da Lava Jato às recentes derrotas no STF. Um integrante do STJ classificou os argumentos do juiz Marcelo Bretas para decretar a prisão como “roupa que cabe em todo mundo”. Procuradores rechaçaram qualquer timing político.

Nem com reza brava - O presidente da CCJ, deputado Felipe Francischini (PSL-PR), ainda não conseguiu encontrar um colega disposto a relatar a reforma da Previdência na comissão. Ele sondou pelo menos cinco parlamentares, mas todos foram reticentes. Há receio de a proposta emperrar já no colegiado.  (Daniela Lima – FSP)


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22/03


2019

Dilma e a prisão do adversário Temer

ex-presidente Dilma Rousseff, apeada do cargo com o apoio do emedebista, ficou perplexa com a notícia de que ele havia sido preso. Sem entender o motivo, perguntou se havia “algum fato novo” que justificasse a medida.

Os procuradores que estruturaram o pedido de prisão de Temer começaram a trabalhar com afinco no caso uma semana antes do Carnaval. A peça que eles apresentaram à Justiça para validar o pedido de preventiva traz duas decisões dos ministros do Supremo Dias Toffoli e Gilmar Mendes, ambos garantistas.(FSP)


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