Lavareda

04/11


2006

Empresas aéreas querem indenização do governo

 O Sindicato das Empresas Aéreas, que representa 18 companhias do setor, pretende pedir ao governo ressarcimento pelos prejuízos causados pela crise nos aeroportos brasileiros devido à operação padrão dos controladores de vôo. Segundo cálculo preliminar da entidade, as perdas chegaram a R$ 40 milhões nos últimos dez dias. As informações são do Jornal da Globo.

O vice-presidente do Sindicato, José Moreira, disse que vai apresentar um quadro detalhado da situação na terça-feira e que, se não houver acordo com o governo, as empresas vão procurar a Justiça. "Nós temos um contrato com o poder concedente, com a União, onde nos obrigamos a prestar um serviço adequado. A União não está nos dando a condição indispensável para prestarmos esse serviço".

Para o presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Milton Zuanazzi, houve sim prejuízos, mas não apenas para as empresas. "O grande prejuízo foi do cidadão", afirmou. (Terra)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

ALEPE

04/11


2006

Bastidores da política e do poder

O governador eleito de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), tem todas as condições de fazer um bom governo. Testado como bom executivo no Ministério da Ciência e Tecnologia, é aliado do presidente Lula e tem a seu favor os ventos favoráveis da opinião pública.

 

Só precisa tomar cuidado para um detalhe: a acachapante derrota imposta no governador Mendonça Filho gerou uma grande expectativa na população. E isso é muito ruim, porque quanto mais ele fizer, será pouco. Eduardo tem que marcar o seu governo pelo cumprimento de parte das promessas.

 

Jarbas também gerou uma grande expectativa em 98, quando derrotou Arraes por mais de 1 milhão de votos. Prometeu e tirou do papel a duplicação da BR-232. Para isso, no entanto, Jarbas privatizou a Celpe, a galinha dos ovos de ouro do seu governo.

 

Eduardo tem que encontrar também uma saída para rechear o seu cofre. Sua única salvação será o coração bondoso de Lula.

 

Só a transição – Um aliado do governador eleito dizia, ontem, que, dificilmente, ele terá condições de iniciar a semana anunciando alguns nomes para o secretariado. Na volta da viagem de descanso numa praia do litoral pernambucano, ele priorizaria o trabalho da equipe de transição, deixando o secretariado para dezembro.

 

Saúde financeira – Como está a saúde financeira do Estado? O governador Mendonça Filho garante que entregará ao governador eleito um quadro de finanças equilibradas, permitindo, assim, um vôo de brigadeiro para o seu sucessor. O coordenador da equipe de transição do governador eleito, vice-governador eleito João Lyra Neto (PDT), aguarda os números com uma grande ansiedade.

 

A equipe – No seu refúgio do feriadão – a praia dos Carneiros, em Tamandaré – o governador Mendonça Filho fechou a equipe de transição, que será coordenada pelo chefe do gabinete-civil, Flávio Góes, tendo, ainda, os secretários Maurício Romão (Administração), Maria José Briano ( Fazenda ) e, provavelmente, Cláudio Marinho, do Planejamento.

 

Seca braba – O prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti (PSDC), disse, ontem, no meu programa, na Rádio Melodia, que deve decretar estado de calamidade no município nos próximos dias, em conseqüência do prolongamento da seca. Segundo ele, já existem áreas no interior sem um pingo de água, o que está colocando em risco a vida dos animais, já que a população está sendo socorrida por carros-pipas.

 

O primeiro – Candidato derrotado ao Senado na chapa de Eduardo Campos, o deputado Jorge Gomes (PSB) deve ser o primeiro nome do secretariado socialista a ser confirmado. Seu destino é a Saúde, a não ser que Eduardo tenha compromisso de entregar a pasta para um aliado de Inocêncio. Esta, aliás, é uma hipótese em que ninguém acredita.

 

Sem ansiedade – Embora indicado pelo candidato derrotado do PDT ao Planalto, senador Cristovam Buarque, o ex-ministro Fernando Lyra não teme perder o comando da Fundação Joaquim Nabuco. Militante histórico de esquerda, tem uma relação de amizade com o presidente Lula, de tal forma que só deixará o cargo se quiser. Até porque foi uma peça importante também na campanha de Eduardo Campos.

 

Pasta cobiçada – O PTB, de Armando Monteiro Neto, está de olho no Ministério da Integração. Se Lula ceder, o ministro pode ser o próprio Armando ou José Múcio Monteiro. Só tem um problema aí: a pasta também está nos planos do PMDB, que já teria compromisso na indicação do deputado baiano Geddel Vieira.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Mariana

Fique certo votou agora vai aguentar Inocêncio mandando muito fazendo mil mutretas na produção rural kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk e a gente assistindo de camarote

José Carlos-Serra Talhada

Não tá nem com a Gota Serena que Eduardo deixe de entregar uma secretaria para Jorge Gomes, seu aliado de primeira hora para colocar um aliado do Gago, pois a parte do Gago foi paga em dinheiro, ele não merece cargos

Mariana

Mas se conhece ...Se ele fazia parte, sabe quem é quem! kkkkkkkkkkkk

machado freire

Magno, Eduardo fez escola, é neto de Arraes. Ele tem muita gente boa ao seu lado. Ele não deve dar trela para aproveitadores como Fernando Bezerra, de Petrolina. Aliás, Eduardo conhece muito bem essa peça, uma vez que ele foi candidato a vice(de brincadeira) de Dr. Arraes. Basta !


O Jornal do Poder

04/11


2006

Época analisa os próximos quatro anos de Lula

 Reportagem de capa da revista Época desta semana:

''Luiz Inácio Lula da Silva inicia seu segundo mandato sabendo que o que fizer daqui para a frente será decisivo para definir seu lugar na História. Desde a campanha eleitoral de 2002, Lula tem a obsessão de se comparar aos antecessores. Os dois mais citados sempre foram os presidentes da República que mais marcaram a História brasileira, aqueles que dão nome à maior parte dos logradouros públicos do país: Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek. No início dos anos 50, Getúlio Vargas criou as leis trabalhistas e o salário mínimo. Passou para a História como o ''pai dos pobres''. Com os 11 milhões de famílias cadastradas no Bolsa-Família, Lula pode dizer que terminou o primeiro mandato tendo feito algo pelos menos favorecidos da pirâmide social, como Vargas.

O outro antecessor que Lula cita obsessivamente desde 2002 é Juscelino Kubitschek. Ao falar em crescimento econômico, cita sempre o velho slogan de JK, ''50 anos em 5''. Nessa área, Lula tem pouco a mostrar. O crescimento econômico durante seu primeiro mandato foi medíocre. Numa conjuntura internacional favorável, na qual emergentes como China e Índia cresceram em média acima de 7% ao ano, o Brasil ficou em 2,7%. Como as conquistas sociais do governo Lula se devem em parte à estabilidade econômica obtida no período de Fernando Henrique Cardoso e à herança dos programas sociais tucanos, Lula precisa criar e pôr em prática uma agenda de crescimento econômico para ser lembrado pela História como governante que deixou marca própria.

Para saber o que Lula pretende fazer em seu segundo governo nessa e em outras áreas, ÉPOCA entrevistou cinco ministros, quatro governadores eleitos e três dezenas de senadores, deputados e dirigentes partidários nas últimas seis semanas. Também conversou com analistas, sociólogos e cientistas políticos. Eis o que está por vir.

A agenda do crescimento tem duas vertentes interligadas. Para que existam as condições econômicas ideais - queda dos juros, mais dinheiro no mercado, mais confiança dos investidores - o governo precisa aprovar as reformas política, trabalhista, previdenciária, tributária e leis que desburocratizem o funcionamento das empresas. ''Não existe mágica. Lula ganhou credibilidade junto ao mercado pela rigidez fiscal e controle da inflação. Se mexer nisso, pode provocar uma crise'', diz o economista Eduardo Gianetti, da faculdade do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec), em São Paulo..."


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Abreu no Zap

04/11


2006

ISTOÉ: Agora Lula não pode mais culpar FHC

 Reportagem de capa da revista ISTOÉ desta semana:

"Exatamente às 10h26 do domingo 29, Luiz Inácio Lula da Silva protagonizou uma cena capaz de recordar o final dos anos 70, quando fazia inflamados discursos sindicais. Ele transformou um pequeno caixote de madeira em púlpito e pronunciou o primeiro discurso do dia em que o Brasil elegeu seu 31º presidente da República. A platéia era formada por dezenas de pessoas que se aglomeravam em um pequeno pátio da Escola Estadual Dr. João Firmino Correa de Araújo, no bairro do Jardim Letícia, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, local vizinho às montadoras que viram nascer o líder metalúrgico. Lula acabara de apertar a tecla verde da urna eletrônica e deixava a seção de votação, escoltado por 19 fiscais vestidos com camisetas vermelhas, quando o caixote chegou a seus pés.

Os brasileiros ainda teriam quase sete horas para votar, mas Lula não se fez de rogado e falou como reeleito: “Tenho que começar a governar o Brasil novamente amanhã”, bradou a voz rouca do presidente. Ao contrário do líder sindical, porém, o Lula de 2006 não tem nada do radicalismo que encurralava os patrões há três décadas: “Vamos costurar todas as alianças necessárias para que a gente possa aprovar os grandes projetos. Quero conversar com todos os partidos políticos da oposição e da situação e com todos os governadores.” Era a senha a pautar os primeiros passos de um novo governo que, na prática, como disse o presidente, começa já e não em 1º de janeiro, quando será formalizado.

O Lula que saiu das urnas com 60,8% dos votos válidos (58.295.042) tem agora diante de si um desafio enorme. Caberá a ele provar que seu projeto político é realmente capaz de levar o Brasil a um desenvolvimento sustentado, o que até agora não foi atingido. O Brasil precisa definitivamente encontrar sua fórmula para crescer com velocidade, os brasileiros necessitam de empregos e renda. Reformas são necessárias e nada disso se constrói sem um projeto que seja capaz de aglutinar forças políticas. Nessa direção, Lula já começou a se movimentar e constatou o tamanho da dificuldade. Agora não cabe mais a desculpa da herança maldita...."


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


04/11


2006

Veja: Segunda chance para Lula corrigir biografia

 Reportagem de capa da revista Veja desta semana:

"O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi reeleito com 58.295.042 votos – a segunda maior votação que um governante já obteve na história das democracias ocidentais. Além do formidável respaldo popular conquistado nas urnas, o presidente Lula terá a maioria dos governadores do país ao seu lado e sua base parlamentar será mais ampla do que no primeiro mandato. Com esse vasto leque de apoio, o segundo governo de Lula pode ter força política para fazer muito, mas isso não o coloca necessariamente no rumo certo para comandar um país moderno, democrático e com uma economia crescentemente globalizada como o Brasil. A boa notícia é que, logo depois de reeleito, Lula desceu do palanque, despiu-se da retórica eleitoral exibida em seus programas na televisão e mostrou que sabe com clareza o que precisa ser feito para entrar para a história como um presidente modernizador – e não como uma versão adocicada do venezuelano Hugo Chávez...."


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Banco de Alimentos

04/11


2006

Globo teme a volta do caos nos aeroportos

O jornal O Globo (imagem não disponível) destaca neste sábado a preocupação do governo, de que o caos volte a imperar amanhã nos aeroportos brasileiros. O feriado no meio da semana facilitou uma redução no número de vôos, mas a tendência é que as companhias aéreas voltem a tentar operar normalmente a sua frota, gerando novos tumultos nos aeroportos com a liberação dos vôos pelos controladores.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Mariana

eitâ governo independente



04/11


2006

Indústria quer barrar reajuste de aposentados

  O Jornal do Brasil informa neste sábado, que a indústria está se articulando para barrar a aprovação da medida provisória 316 no Congresso, que reajusta os benefícios dos aposentados e pode elevar a carga tributária em R$ 10 bilhões. O reajuste teria sido aplicado pelo governo num artigo da MP, durante o período eleitoral. Será a primeira batalha travada entre o governo e as classes produtivas, após as eleições.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


04/11


2006

Lula abre o cofre para atrair governadores

 O Estado de S.Paulo registra o novo movimento do presidente Lula para conseguir uma coalizão política no segundo mandato: "O governo fez ontem o primeiro lance para agradar aos governadores e viabilizar um entendimento político, com a publicação de uma medida provisória que libera R$ 1,95 bilhão como ressarcimento pelas perdas de Estados e municípios com a desoneração das exportações. O valor ainda é bastante inferior ao que os governadores reivindicam, mas deve ajudar vários deles a fechar as contas, neste final de mandato. Permanece congelado R$ 1,3 bilhão, cuja liberação está condicionada ao resultado da arrecadação até o fim do ano". O jornal paulista também destaca a sondagem feita pelo presidente, para atrair Roseana Sarney para o seu ministério.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


04/11


2006

Lula diz que Brasil não "quer ser líder de nada"

 A Folha de S.Paulo também publica hoje a entrevista que o presidente Lula concedeu a três jornais europeus, nos quais ele diz que o Brasil não quer ser líder de ninguém.

"Embora tenha declarado desejar ter uma relação "privilegiada" com os Estados Unidos e a União Européia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reafirmou, em entrevista a três jornais europeus, que a prioridade da política externa no seu segundo mandato continuará sendo a América do Sul.
Lula ressaltou, porém, que o Brasil "não quer liderar nada", mas sim ser parceiro dos demais países do bloco.
"Se para nós é importante uma aliança preferencial com a América do Sul, é porque somos um país rico, mas não podemos crescer com países pobres ao redor", disse o presidente ao espanhol "El País", ao francês "Le Figaro" e ao italiano "La Repubblica".
A entrevista foi feita antes da viagem de Lula à base da Marinha na praia de Inema, na Bahia, para descansar no feriado de Finados. Os três jornais a publicaram ontem, com direito a chamadas em suas primeiras páginas".


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Se ajoeha para Evo Morales e Hugo Chaves.

roberto lima

Até o momento lidera em corupção e impunidade



04/11


2006

Controladores geram crise entre FAB e Defesa

 A Folha de S.Paulo destaca na sua edição deste sábado: "O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chega ao fim da primeira semana depois da reeleição em meio a uma inesperada crise militar, aberta pelo caos nos aeroportos. A Aeronáutica acusa o Ministério da Defesa de "incentivar a anarquia" e de abrir um "grave precedente" ao negociar com os sargentos que lideram o movimento dos controladores de vôo. Na área militar, temia-se ontem que o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Luiz Carlos Bueno, adotasse uma "atitude drástica", como renunciar ao cargo por discordar de negociações políticas entre autoridades e sargentos e por se sentir desautorizado pela área civil do governo, especialmente a Defesa."


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

roberto lima

Num regime que se diz democrático não se pode omitir nenhuma informação, sob pena de se perder a CREDIBILIDADE!.

roberto lima

Um fato GRAVE que a imprenssa ,sempre atenta, não consegui revelar. Os repres. do governo esconderam do povo que os controladores de voos estavam em operação tartaruga. A versão oficial era "trafego intenso" .Só muito depois se ficou sabendo. Coisas dessa natureza é para cuba por exemplo