FMO janeiro 2020

02/10


2006

Eduardo diz que discurso do passado foi reprovado

 Comemorando a confirmação dos resultados das pesquisas, e ingressando ao segundo turno com pouco mais de 218 mil votos de diferença para o governador-candidato Mendonça Filho (PFL), o candidato da Frente Popular ao Governo de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), afirmou, ontem, que manterá a sua linha propositiva e que “não fará o jogo do adversário”.

Com um discurso que já antecipa o tom da disputa daqui para frente, o socialista enfatizou, durante entrevista coletiva em seu comitê, que a tentativa de Mendonça em resgatar o caso dos Precatórios “é a confissão de uma derrota”, e faz parte de um jogo do passado, pautado em “ódio, arenga e azedume”.

“Se é isso (precatórios) o que Mendonça tem para falar, de algo que já foi resolvido pela Justiça, é sinal de que ele não tem nenhum futuro a oferecer para o povo pernambucano”, argumentou Eduardo, lembrando que durante a madrugada deste último domingo algumas pessoas ligadas à União por Pernambuco foram presas por distribuírem panfletos apócrifos com insultos à sua candidatura.

Após dedicar a sua vitória ao empenho da militância e dizer que não tem dúvidas quanto a unidade da oposição em seu palanque, o candidato do PSB ainda se valeu de ironia ao ressaltar que o PFL deveria saber reconhecer a sua posição de derrotado. “Eu peço a Deus que dê paz de espírito aos nossos adversários. Quando a gente vê que está chegando uma derrota, a gente deve tirar proveito e aprender com ela. Eu aconselho o PFL a aprender com o resultado das urnas”, disse o socialista, repetindo o chavão utilizado ao longo de sua campanha. As informações são da Folha de Pernambuco.


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Francisco Filho

ALÉM DESSA ALEGRIA INCONTIDA, RESTA SABER SE OS PETISTAS VÃO SE ENGAJAR, TAL COMO NUMA DISPUTA PURO SANGUE. PAGO PARA VER JOÃO PAULO SUANDO A CAMISA. E OLHA QUE É UM EXCELENTE PUXADOR DE VOTOS. QUE O DIGA JOÃO DA COSTA

uma votação muito expressiva, a maior de Pernambuco, nesse pleito, Fruto de um trabalho desenvolvimentista na área da indústria. Quero aqui ressaltar a minha surpresa boa de ver os pernambucanos resgatando em Dr. Arraes, dando a responsabilidade a Ana Arraes, com uma magnífica votação.

Vamos ampliar as forças de esquerda agora, e resgatar juntamente com os nossos companheiros de luta permanente o governo do estado. Nós também precisamos muito da força de Aramando Monteiro, que aliuás está de parabéns com o trabalho que vem fazendo por Pernambuco, sendo jusatificado nas urnas com


Cabo de Santo Agostinho

02/10


2006

Humberto já está engajado na campanha de Eduardo

 O ex-ministro Humberto Costa, que ficou com o terceiro lugar na disputa pelo Governo de Pernambuco, com 25,14% dos votos, disse, ontem, que irá dedicar-se integralmente à campanha de Eduardo Campos (PSB) no segundo turno. “A vitória dele será a minha vitória. Só vou descansar quando colocarmos Eduardo Campos no Palácio das Princesas e tirarmos de lá essas forças retrógradas que fazem do ataque a única forma de sobrevivência”, afirmou.

O ex-ministro da Saúde reconheceu que as denúncias que ligaram seu nome à “Máfia dos Vampiros” influenciaram o seu desempenho eleitoral e agradeceu a confiança das pessoas que, mesmo assim, votaram nele. Em conversa rápida com a Imprensa, Humberto acusou o PFL de ter promovido uma “campanha sórdida”, ao explorar o escândalo do sangue, que ele chamou de “armação política”.

“Não fosse isso, o resultado seria melhor. Tanto é que um candidato indiciado pela Polícia Federal que chega a ter a votação que eu estou tendo é uma demonstração de que há um nível de credibilidade, de confiança da população muito grande”, afirmou. O petista, que assistiu à apuração dos votos na casa do prefeito João Paulo, disse que a sua principal preocupação agora é provar, na Justiça, que é inocente. As informações são da Folha de Pernambuco.


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Comentários

Prezado Humberto, a política é muito dinâmica e por isso muitas vezes difpicil de aceia\r determinadas situações, as pessoas que são capazes de qualquer coisa para se manter, muitas vezes não tem escrúpulos e não hesitam desmoralizar simplesmente pelo objetivo de ganahar as eleições.

Paulin de Caruaru.

Humberto deveria cuidar da sua defesa na justiça e ter cuidado para não contaminar a campanha do Eduardo.


Prefeitura de Serra Talhada

02/10


2006

PFL elege a maior bancada para o Senado

 Na nova composição do Senado, o PFL foi o maior vitorioso. Os pefelistas passam a ter a maior bancada em 2007, com 18 senadores (ante 16 na gestão atual). As outras duas maiores bancadas são do PMDB e PSDB, com 15 senadores cada. O PMDB, no entanto, registrou a maior baixa: de 22 senadores na atual composição, passará a ter 15 em 2007. O PSDB fecha 2006 com 16, mas inicia 2007 com 15.

O PT também teve redução, de 12 para 11. PP, PPS e PRTB não têm representantes no mandato atual e passarão a ter um cada a partir de 2007. O PSB ampliou de dois senadores para três, e o PCdoB, de um para dois. O PTB, PL e PRB mantiveram a representatividade, com quatro, três e dois senadores, respectivamente. O PSOL perdeu sua única cadeira no Senado para 2007.


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Abreu e Lima - Prefeitura - Abreunozap

02/10


2006

Cinco ex-ministros de Lula não se elegem

Do grupo de ex-ministros do Governo Lula que disputou a eleição neste domingo, três foram eleitos, cinco foram derrotados, dois ainda continuam na disputa no segundo turno e dois disputam vagas na Câmara dos Deputados por São Paulo, cujo resultado ainda não saiu.

Os vitoriosos são Jaques Wagner, Ciro Gomes e Alfredo Nascimento. Jaques venceu uma batalha histórica na Bahia contra Paulo Souto, apoiado por ACM.

Já Ciro Gomes deverá ser um dos candidatos a deputado mais votados no país, pelo Estado do Ceará e Alfredo Nascimento (PL) conseguiu uma vaga para o Senado pelo Amazonas.

Dos cinco candidatos que disputaram cargos e foram derrotados, três são petistas - José Fritsch (SC), Humberto Costa (PE) e Nilmário Miranda (MG) - e dois do PMDB - Romero Jucá (RR) e Amir Lando (RO). Destes, três deixaram o ministério por causa de denúncias de irregularidades.

Olívio Dutra (RS) e Eduardo Campos (PE) vão para o segundo turno brigar pelo governo estadual. 

Confira o desempenho dos ex-ministros de Lula nas eleições para:

Governador
Olívio Dutra (PT-RS) – Segundo turno
Ex-ministro das Cidades, se candidatou pela coligação PT-PCdoB. Foi para o segundo turno com a candidata Yeda Crusius (PSDB). Se perder, será a terceira vez consecutiva que o PT é derrotado. Em 2002, Germano Rigotto (PMDB) derrotou Tarso Genro na eleição para o governo do estado e, em 2004, José Fogaça (PPS) venceu Raul Pont na disputa pela prefeitura de Porto Alegre. Antes, o PT governou o estado por 16 anos. Olívio Dutra já governou o estado duas vezes. Foi eleito em 1989 e 1998.

Jaques Wagner (PT- BA) - Eleito
Ex-ministro do Trabalho e das Relações Institucionais, candidato pela coligação A Bahia de Todos Nós (PT/PMDB/ PCdoB/PSB/PPS/PV/PTB/PMN/PRB), derrotou o atual governador Paulo Souto, do PFL, partido que comandou o governo estadual por quatro mandatos consecutivos. Foi a segunda disputa de Wagner, que, em 2002, perdeu o governo do estado para o próprio Souto. Assumiu o Ministério do Trabalho no início do governo Lula, em janeiro de 2003. Substituiu Aldo Rebelo no Ministério das Relações Institucionais depois das denúncias sobre pagamento de mesadas a parlamentares em troca de apoio ao governo. Deixou o ministério para se candidatar ao governo da Bahia.

José Fritsch (PT-SC) - Derrotado
Ex-ministro de Aqüicultura e Pesca, deixou a pasta em março para se candidatar pela coligação Força do Povo (PRB/PT/PL/PCdoB). Ficou em terceiro lugar, com 14,30% dos votos válidos na disputa pelo governo de Santa Catarina, perdendo para Esperidião Amin (PP) e para o atual governador Luiz Henrique (PMDB), que foram para o segundo turno. Já havia disputado o governo de Santa Catarina em 2002, quando também perdeu para Luiz Henrique.

Eduardo Campos (PSB-PE) – Segundo turno
Ex-ministro da Ciência e Tecnologia, teve seu nome associado ao esquema de venda superfaturada de ambulâncias com recursos públicos. A denúncia, feita pelo deputado Fernando Gabeira (PV-RJ), era de que Campos teria assinado licitações para compra ilegal de ônibus para o programa de inclusão digital. Depois disso, Campos deixou o ministério. No ano passado, com a morte do avô, o ex-governador Miguel Arraes, assumiu a presidência nacional do PSB. Vai para o segundo turno com Mendonça Filho (PFL).

Romero Jucá (PMDB-RR) - Derrotado 
Foi líder do governo no Senado e ministro da Previdência Social. Deixou o cargo devido a denúncias de irregularidades no ano passado. Em 11 anos, mudou de partido quatro vezes. Foi do PP, PFL, PSDB e, desde 2003, está no PMDB. Perdeu a disputa para Ottomar Pinto (PSDB), eleito com 61,87% dos votos válidos.

Amir Lando (PMDB-RO) - Derrotado
Ex-ministro da Previdência Social e relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos Sanguessugas. Em maio deste ano, apontou o esquema organizado pelo publicitário Marcos Valério de Souza. Ficou em quarto lugar na disputa para o governo do estado, atrás de Ivo Cassol (PPS), que obteve 54,13% dos votos válidos, Fátima Cleide (PT), com 25,9%, e Carlos Azevedo Camurça (PSB), com 12,51%.

Humberto Costa (PT-PE) - Derrotado 
Ex-ministro da Saúde, teve seu nome envolvido com o esquema de venda superfaturada de ambulâncias com recursos públicos. Concorreu ao governo de Pernambuco pela segunda vez. Em 2002, perdeu no primeiro turno para Jarbas Vasconcelos (PMDB). Nesta eleição, perdeu para Mendonça Filho (PFL) e Eduardo Campos (PSB), que disputarão o segundo turno. É um dos fundadores do PT e ocupa atualmente o cargo de secretário de Comunicação na Executiva Nacional do partido.

Nilmário Miranda (PT-MG) - Derrotado 
Ex-ministro de Direitos Humanos, já havia perdido a eleição para o governo de Minas Gerais para Aécio Neves (PSDB), em 2002, e foi novamente derrotado. Aécio obteve mais de 70% dos votos válidos.

Senador
Alfredo Nascimento (PL-AM) - Eleito 
Ex-ministro dos Transportes. Venceu o deputado Pauderney Avelino (PFL) na eleição para senador com 46,6% dos votos válidos, contra 21,83%.

Deputado
Ricardo Berzoini (SP)
Ex-ministro da Previdência Social e do Trabalho. Deixou o Ministério para assumir a secretaria geral do PT. (Até o início da madrugada de hoje (2), ainda não havia sido divulgado o resultado final da eleição para deputado).

Deputado
Antonio Palocci (SP)
Ex-ministro da Fazenda. Deixou o cargo após denúncias de envolvimento na quebra de sigilo ilegal do caseiro Francenildo Costa. Em 1998, havia sido eleito deputado federal por São Paulo. Já foi prefeito de Ribeirão Preto e deputado estadual em São Paulo, eleito em 1991 e 1992. (Até o início da madrugada de hoje (2), ainda não havia sido divulgado o resultado final da eleição para deputado).

Ciro Gomes (PPS-CE) - Eleito
Ex-ministro da Integração Nacional. Deixou o cargo, em março, para se candidatar. Foi governador do Ceará, eleito em 1991. Deixou o cargo para substituir Rubens Ricúpero no Ministério da Fazenda, em 1994, no governo do então presidente Itamar Franco. Apoiou Lula no segundo turno das eleições. Com a eleição, assumiu a pasta da Integração Nacional. Em 1996, mudou de partido, trocando o PSDB pelo PPS, por discordância na política econômica. Foi candidato à Presidência da República em 1998 e 2002. (Agência Brasil)


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José Carlos-Serra Talhada

Magno eu disse que ia te cobrar o que vc colocou ontem noblog, que o Gago Daria Maioria a Eduardo em serra Talhada olha ai o resultado: Humberto-15.212, Eduardo:9,801, Mendonça: 8.527, vc confia no gago porque quer, Cadê os 250 mil votos? vc ainda vai confiar nele Magno? te falei



02/10


2006

Tasso vai pedir apoio de Heloisa e Cristovam

O presidente do PSDB, Tasso Jereissati (CE), afirmou que vai procurar nesta segunda-feira os candidatos derrotados à Presidência pelo PSOL, Heloísa Helena (AL), e pelo PDT, Cristovam Buarque (DF), para pedir o apoio deles a Geraldo Alckmin no segundo turno. Tasso acredita que há espaço para a candidatura de Alckmin crescer no Nordeste. Ele lembrou que em Sergipe Lula e Alckmin ficaram empatados.

Assim que foi confirmado o segundo turno, Alckmin telefonou para Tasso para comemorar. Os dois marcaram de se encontrar nesta segunda em Brasília. "Vamos fazer uma grande aliança em torno de Alckmin", disse o presidente do partido. "Foi praticamente um empate, porque o Lula teve 48% dos votos e Alckmin 41%". Tasso estocou Lula: "Alckmin é um homem público, que não acha que é Jesus Cristo e nem é megalomaníaco", disse. "Nesta campanha terminamos em ascensão, o que é diferente da campanha presidencial de 2002".


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Paulin de Caruaru.

Cadê o pessoal que achava que o" Condor das Américas" levaria fácil?Toda empulhação mais cedo ou mais tarde é desmarada.Alckmim foi levado ao segundo turno,justamente pelo seu estado,que conhece seu trabalho e lhe deu na saída uma aprovação de 68%.A luta continua...


Banco de Alimentos

02/10


2006

Participar de CPI não significa eleição garantida

As urnas não foram justas com algumas das principais estrelas que brilharam nas CPIs que investigaram a seqüência de escândalos do Congresso e do governo Lula. O presidente da CPI dos Correios, o senador Delcídio Amaral (PT-MS), perdeu a eleição para governador do Mato Grosso do Sul por larga vantagem. Criticado por petistas, que chegaram acusá-lo de servir aos propósitos da oposição pelo empenho que demonstrou nas investigações, Delcídio terminou com apenas 38,04% dos votos válidos.

Integrante da tropa de choque da oposição, o deputado Eduardo Paes (PSDB-RJ) só conseguiu a quinta posição na disputa pelo governo do Rio, com 5,33% dos votos válidos. Na apuração do escândalo do mensalão, Paes destacou-se por participar das investigações mais técnicas sobre sigilo bancário que acabaram por produzir os maiores estragos na bancada governista.

Relator da CPI dos Sanguessugas, senador Amir Lando (PMDB-RO), ficou em quarto lugar em Rondônia, onde também concorria ao governo estadual, com 6,17% dos votos válidos. Os dois senadores, entretanto, como estão no meio do mandato, continuarão com cargos político até 2010. Delcídio perdeu a eleição em um Estado governador pelo PT, enquanto Lando tentava desbancar o atual governador Ivo Cassol. O tucano Eduardo Paes se despede da Câmara e só poderá buscar um novo mandato na próxima eleição.

Apesar dessas derrotas, há alguns parlamentares destacados na CPI dos Correios que obtiveram bons resultados no atual pleito. É o caso da deputada Denise Frossard (PPS-RS), que vai disputar o segundo turno da eleição para o governo do Rio, e do seu colega Gustavo Fruet (PSDB-PR), que se reelegeu no Paraná com a maior votação individual entre todos os parlamentares do Estado. Na Bahia, o deputado ACM Neto (PFL), que coordenou as investigações sobre irregularidades nos fundos de pensão, foi eleito. (Agência Estado)


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O Jornal do Poder

02/10


2006

Serra: "Eleitor disse não às tramóias"

O governador de São Paulo eleito, José Serra (PSDB), afirmou no fim deste domingo que os eleitores de São Paulo disseram ''sim'' a uma ''campanha limpa'', à sua biografia e a de seu partido e ''não às tramóias'', referindo-se aos adversários.

Com 99,71% das urnas apuradas no Estado, Serra já obteve 12.349.162 votos, o que corresponde a 57,93% dos votos válidos, o que garantiu sua vitória no primeiro turno.

Serra afirmou que fará um ''governo popular'', voltado principalmente para o ''desenvolvimento social e econômico''. ''E desenvolvimento econômico significa emprego'', disse.

O tucano falou ainda que não vai vai fazer ''loteamento de cargos governamentais'' e que vai trabalhar para que o candidato Geraldo Alckmin seja eleito presidente no segundo turno, na disputa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

''Alckmin está no segundo turno e o PSDB conseguiu o que tinha se proposto. Nós mantivemos o resultado das pesquisas em São Paulo e inverter a pesquisa nacional.'' (Folha Online)


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02/10


2006

SP: Suplicy consegue terceiro mandato de senador

O senador Eduardo Matarazzo Suplicy conseguiu hoje seu terceiro mandato de oito anos como representante de São Paulo no Senado.

Com 99,71% das urnas apuradas, Suplicy aparece com 47,83% dos votos válidos e não será mais alcançado por seu principal concorrente, Guilherme Afif Domingos (PFL), que tem 43,69%. Em seguida aparecem a pemedebista Alda Marco Antônio (4,95%) e a pedetista Elza (1,04%).

Suplicy, 65, continuará a representar São Paulo junto com Aloizio Mercadante (PT) e Romeu Tuma (PFL), que ainda possuem mais quatro anos de mandato.

Neste ano, a eleição para o Senado foi o tempo todo liderada por Suplicy. O senador informou que arrecadou mais do que gastou pela primeira vez e que não teria tido nenhuma despesa com material impresso. Seus maiores doadores de campanha foram o banco Itaú (R$ 150 mil) e a Embraer (R$ 100 mil).

Descendente da tradicional família Matarazzo, Suplicy formou-se em administração de empresas e economia, tem mandatos de deputado estadual, deputado federal e vereador.

No Senado, sempre foi defensor do programa de renda mínima e destacou-se também pela participação em CPIs.

Casou-se com Marta Suplicy em 1964 e teve três filhos: João, André e o cantor Supla. O casal se divorciou em 2003. Marta voltou a casar-se com Luís Favre. Já Suplicy namora a jornalista Monica Dallari.


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02/10


2006

"Drags" de São Paulo não conseguem se eleger

Léo Áquila (PSC) e Salete Campari (PDT), drags famosas da noite paulistana, perderam as eleições. Elas disputavam uma vaga na Assembléia Legislativa e ficaram fora da lista dos 200 candidatos a deputado estadual com maior número de votos.

Áquila, famosa por aparecer em programas da Rede TV!, ficou melhor posicionada do que Salete. Com 91% das urnas apuradas, Jadson Mendes de Lima (seu nome de batismo) aparece com cerca de 20 mil votos (0,11% do total), na posição 205º. Mas está em 6º lugar entre os mais votados de seu partido.

Léo diz que gays precisam se politizar mais: "É um número bastante expressivo de votos para uma campanha feita sem dinheiro. Os gays precisam se politizar mais e apoiar quem defende a cultura gay", disse Áquila, já reconhecendo a derrota.

Já Salete Campari (ou Francisco de Sales Rodrigues), conhecida por freqüentar festas de famosos como o casamento da apresentadora Luciana Gimenez, figura com cerca de 3.400 votos (0,02%).

Para se ter idéia, neste momento da apuração, Campos Machado (PTB) tem 227.612 votos (1,23%), na posição de mais votado.

Na apuração dos votos para deputado federal de Sâo Paulo, o estilista Clodovil Hernandes, homossexual assumido, está entre os três mais votados (479.575 ou 2,43% do total).


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02/10


2006

Agora é oficial: TSE anuncia 2º turno

O presidente do Superior Tribunal Eleitoral acaba de anunciar que haverá segundo turno nas eleições presidenciais de 2006. Os candidatos serão o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSDB). 

Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) - votos válidos

Com 98,06% das urnas apuradas em todo o Brasil:

Lula (PT): 48,79%
Alckmin (PSDB): 41,43%
Heloísa Helena (PSOL): 6,85%
Cristovam Buarque (PDT): 2,67%

Informações do Blog do Noblat.


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Fabio Henrique Cavalcanti Pedrosa

Chegou a hora de Lula receber o troco. O segundo truno está aí e agora Lula vai ter que aparecer. Só não terá o que dizer. É Alckmin na cabeça!

Drácula

UÁ???? CADÊ A PETEZADA SAFADA E VAMPIRADA?????? HUAHUAHUAHUAHUAHUAHUA...HOJE É NOITE DE MUITA CHACHAÇA LÁ NA CASA DO CARCARÁ...HAHAHAHA... SÓ BEBENDO PARA ESQUECER..HAHAHAHAHAHA

Carlos

AH! eu tô maluco! Eu já sabia...45 nelles!!!!!!!!!!!!!!!!!