O Jornal do Poder

01/11


2006

Governo procura oposição para iniciar diálogo

O governo entrou em campo nesta quarta-feira (1º) para construir um relacionamento melhor com a oposição sobre projetos de interesse conjunto. O ministro das Relações Institucionais, Tarso Genro, foi o nome escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a tarefa de preparar as pontes com adversários.

Nesta manhã, ele telefonou aos senadores Sérgio Guerra (PSDB-PE) e Heráclito Fortes (PFL-PI), coordenadores da campanha de Geraldo Alckmin (PSDB) à Presidência, disse à Reuters uma fonte do Palácio do Planalto. O papel do ministro é criar as condições para que o próprio presidente conduza as conversas.

Lula iniciará os contatos junto ao PSDB e ao PFL na próxima semana, após o feriado.

"O presidente quer conversar ou quer tirar uma fotografia conosco para expor? Os projetos serão discutidos no Congresso, com interlocutores do governo, como sempre é feito. Eu ainda não sei o que Lula quer", afirmou o senador José Agripino (PFL-RN), líder da bancada no Senado.

O diálogo, dizem oposicionistas, precisa ser institucional. Nos bastidores, eles aconselham: se o Planalto quiser algum tipo de contato, deve fazê-lo oficialmente e não procurar, separadamente, alguns representantes dos partidos. Informações do Portal G1.


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Potencial Pesquisa & Informação

01/11


2006

Prefeito nega ida para Fazenda e defende juros baixos

O prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel, em conversa com Terra Magazine, descartou definitivamente a hipótese de vir a ser ministro da Fazenda e informou: "Onde vai ser mexer mesmo é no Banco Central, pois os juros têm que cair".

Terra Magazine - Prefeito, o senhor, afinal, foi ou não convidado, será ou não ministro da Fazenda?
Fernando Pimentel - Não serei, não sou candidato a este cargo, conversei longamente com o presidente que sabe disso, ele sabe que eu sou prefeito de Belo Horizonte e que pretendo concluir o meu mandato em dois anos. Foi por isso, inclusive, que ele lançou aquela nota reafirmando que o o seu ministro da Fazenda é o Guido Mantega.

E por que o seu nome surgiu como um candidato de Palocci a substituir o Guido?
Isso é plantação de véspera de mudança de Ministério. Para começar, o Guido é meu amigo de 30 anos. O presidente sabe que sou seu aliado, que ele pode contar comigo, que ajudarei no que for preciso, e isso tudo é uma manobra contra o Guido, mas ela não funcionará, até porque a área econômica caminha muito bem...

...Então, não haverá mudança...
...Nessa área de Economia não vai mexer, onde vai se mexer é no Banco Central, e vai mexer porque os juros têm que cair. As informações são do portal Terra.


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Banco de Alimentos

01/11


2006

Piauhylino diz que biodiesel pode ser a redenção do NE

Em fase de despedidas do Congresso, o deputado Luiz Piauhylino (PDT-PE), que não disputou a reeleição, fez, hoje, um pronunciamento em defesa do biodiesel, alternativa energética que pode reduzir a pobreza, principalmente no Nordeste, a partir da criação de emprego e renda para centenas de famílias.

Após 16 anos de mandato, o deputado decidiu concluir o atual com uma série de temas estruturantes que espera sirvam de orientação para os novos governandores que acabam de ser eleitos. Na próxima semana, Piauhylino falará sobre a importância do Pólo de Confecções do Agreste de Pernambuco.

Após 20 anos no Congresso – quatro como suplente de senador e o restante como deputado, Piauhylino decidiu aproveitar esta semana e a próxima para fazer uma espécie de prestação de serviços sobre sua atuação parlamentar.


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Raimundo Eleno dos Santos

Piau, é melhor tu ficares quieto. Não tem ministério nem secretaria para ti. Vai para tua banca fazer cobrança...



01/11


2006

Dílson Peixoto cobra mais espaço para o PT nordestino

Em entrevista à Rádio Folha 96.7 FM na manhã de hoje, o presidente estadual do PT, Dílson Peixoto – derrotado na disputa de uma vaga na Assembléia Legislativa de Pernambuco – afirmou que na reconstrução do partido, manchado por crises de corrupção, o núcleo de poder do PT deve levar em conta essa “nova hegemonia que surgiu no Nordeste”. Para sustentar a sua argumentação, Dílson usou como exemplo o fato de a legenda ter feito os governadores em três estados do Nordeste (Jacques Wagner, na Bahia; Marcelo Déda, em Sergipe; e Wellington Dias, no Piauí), em dois estados do Norte (Ana Júlia, no Pará; e Binho Marques, no Acre), e ainda ter sido fundamental na vitória de outras forças de esquerda como Eduardo Campos (PSB), em Pernambuco, e Wilma de Farias (PSB), no Rio Grande do Norte.

“É importante que o partido olhe essa nova hegemonia e não só São Paulo, onde o nosso desempenho foi pífio. O desempenho do candidato a governador (senador Aloizio Mercadante) foi fraquíssimo. Na verdade o PT precisa refletir essa nova orientação e acabar com esse negócio de que São Paulo é o centro do universo”, argumentou o petista. “Esse é um debate que está sendo grosseiramente discutido com o debate regionalista”, complementou.

Questionado sobre como entende o apoio do presidente Lula (PT) à candidatura da senadora Roseana Sarney (PFL) ao Governo do Maranhão, Dílson desconversou e limitou-se a dizer que o presidente manifestou apoio à pefelista em um gesto de gratidão ao pai dela, o senador José Sarney (AP), que faz parte da ala governista do PMDB. “É inegável o papel que o Sarney cumpriu no Governo Lula na tentativa de trazer o PMDB para o Governo. Foi um gesto de gratidão do presidente”, explicou.

Dílson, no entanto, reconheceu que o esquema de poder da dinastia Sarney no Maranhão, interrompido após 41 anos de hegemonia devido à vitória de Jackson Lago (PDT) sobre Roseana, era ruim para a democracia. “Por outro lado, Sarney tem uma postura mais aberta e foi importante para a sustentação do Governo Lula”, comentou o petista. Informações da Agência Nordeste.


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01/11


2006

Ricardo Berzoini se recusa a deixar o comando do PT

Acusado de ter contratado um ''bando de aloprados'' para comprar o dossiê antitucano, o deputado Ricardo Berzoini (SP), presidente licenciado do PT, compareceu ontem à reunião da Executiva Nacional do partido e disse que não renunciará ao cargo até o término das investigações da Polícia Federal.

Com a insistência de Berzoini em permanecer no posto, a cúpula petista definiu um calendário para o acerto interno de contas, que deve resultar na reforma radical da direção da sigla, como quer o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Na primeira reunião da Executiva Nacional do PT após a vitória de Lula, os petistas também aprovaram uma resolução de três páginas com duras críticas a ''setores'' da oposição e da imprensa que estariam interferindo na montagem do novo ministério.

A nota diz que a eleição de Lula foi uma resposta aos ''setores conservadores e golpistas da oposição'' e destaca que o PT, chamado a cumprir ''papel crucial'' no segundo mandato, fará um ''profundo debate'' sobre a crise que o atingiu nos últimos dois anos.

Na esteira da retórica desenvolvimentista do presidente, a cúpula do PT decidiu, ainda, reforçar o discurso de esquerda, na tentativa de disputar os rumos do governo. O problema doméstico sobre a reorganização do partido, no entanto, foi adiado, mantendo a guerra entre as facções em banho-maria.

Se Berzoini não renunciar na próxima reunião do Diretório Nacional, marcada para os dias 25 e 26, em São Paulo, só o 4º Congresso da legenda, em 2007, terá competência para examinar o assunto. Motivo: o congresso é a instância máxima de decisão do PT e só ele pode revisar o estatuto do partido para permitir a mudança da cúpula.

Foi por causa desse imbróglio que os petistas resolveram antecipar a megarreunião para o primeiro semestre do ano que vem, atendendo a um desejo de Lula, embora ainda não tenham definido a data. Até a solução do impasse sobre Berzoini, o comando do PT continuará interinamente nas mãos de Marco Aurélio Garcia.

''Façam o seguinte: cuidem das redações que nós cuidamos do PT'', respondeu Garcia, irritado com perguntas de repórteres que queriam saber quando o partido atenderá a orientação do presidente para a reforma da direção petista. Na avaliação de Lula, o resultado das urnas deve se refletir na composição da cúpula do PT, tornando-a mais nacional e menos paulista.

''A preocupação de Lula é justificada: ele quer um partido mais dinâmico'', argumentou Garcia. O presidente do PT admitiu ainda que a legenda ''falhou'' na primeira fase do governo. ''Num primeiro momento, o PT não mobilizou suficientemente a sociedade na defesa do programa de transformação social e terá de fazer isso com mais força no segundo mandato'', afirmou Garcia. Informações do Portal G1.


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01/11


2006

Déda critica ministros e diz que "briga deve ser banida"

O governador eleito de Sergipe, Marcelo Déda (PT), condenou hoje as divergências públicas entre os ministros em torno da política econômica. Ao chegar para um encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto, o primeiro depois da reeleição, Déda disse que "toda briga deve ser banida" e que "é preciso ter claro que quem manda é o presidente".

"Os ministros têm o dever de colaborar colocando suas posições, mas quem define o rumo [da economia] é o presidente da República e ele já definiu que vai preservar a estabilidade fiscal, ter todo cuidado do mundo para garantir estabilidade econômica e deixar claro que a estabilidade não é uma finalidade em si, que precisa estar vinculada a projetos de crescimento econômico e de distribuição de renda", disse.

Déda evitou comentar a polêmica frase do ministro Tarso Genro (Relações Institucionais) de que "a era Palocci acabou", sugerindo alterações na política econômica no segundo mandato do presidente Lula.

"Não fui eleito [governador] para julgar ministros", afirmou. O governador reforçou, no entanto, que o desafio do segundo governo é "rimar responsabilidade fiscal com social".  As informações são da Folha Online.


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01/11


2006

PE: Coelho diz que não há pressão por secretarias

A suposta pressão dos partidos aliados do PSB para compor cargos no secretariado do governador eleito Eduardo Campos (PSB), segundo o prefeito de Petrolina (Sertão de Pernambuco, a 712 quilômetros do Recife), Fernando Bezerra Coelho (PSB), a questão não é verdadeira. Coelho garantiu que os partidos têm deixado Campos à vontade para nomear a equipe de sua gestão. “Há uma compreensão muito grande de Armando Monteiro (PTB), Humberto Costa (PT), Inocêncio Oliveira (PL) e João Paulo (PT) em dar a liberdade que o governador precisa para compor a sua equipe de trabalho”, afirmou. Mesmo assim, Bezerra Coelho não escondeu a expectativa do PSB compor mais ministérios no segundo mandato de Lula (PT).

 

“É evidente que o PSB saiu muito fortalecido das urnas. O partido deverá ter seus espaços ampliados no segundo Governo (de Lula)”, afirmou. O PSB tem, atualmente, dois ministérios no Governo Lula: Integração, com Pedro Brito; e Ciência e Tecnologia, com Sérgio Rezende.

 

Sobre a sugestão do ex-deputado federal, derrotado nas urnas, Severino Cavalcanti (PP), para o deputado reeleito Inocêncio Oliveira ocupar o Ministério dos Transportes e, assim, permitir a retorno dele à Câmara dos Deputados – já que é primeiro suplente na chapa - Bezerra Coelho deu um sutil puxão de orelha em Severino, ao afirmar que é necessário que o presidente Lula tenha liberdade para escolher os seus ministros. “Vamos deixar o homem trabalhar. Eu acho que o presidente tem que ter liberdade para compor a sua equipe”, afirmou, diante do interesse político de Severino Cavalcanti. As informações são da Agência Nordeste.


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Raimundo Eleno dos Santos

Mais uma vez Ulisses Guimarães tinha razão quando dizia a correligionários seus, que para se fazer uma casa de adobe necessitaria de esterco para fazer uma boa liga. Nunca foi tão atual essa afirmação. Eduardo é o Ulisses dessa história.Vai ter que mexer em merda. É isso.

machado freire

Diferente dessa gente do olho gordo, o ex-deputado ranilson Ramos fez um excelente trabalho na coordenação de Eduardo Campos no Sertão, com destaque para o (conturbado) Araripe, onde o governador eleito obteve os maiores percentuais de votos. Ai, sim, é trabalho de um aliado sincero.

machado freire

A sorte de Eduardo Campos foi não ter o Fernando Bezerra Coelho na coordenação de sua campanha.Miguel Arraes se deu muito mal.Agora ele vem com essa conversa mole. Todo mundo sabe que Coelho tem o olho maior do que a cara.ele vai quebrar a cara com Eduardo, que não dá moleza.Quem viver, verá.



01/11


2006

PI: TRE não vai diplomar candidato que não prestou contas

Dos 318 candidatos que concorreram nas eleições 2006 no Piauí, 92 até agora não prestaram contas da receita e dos gastos de campanha. Segundo a secretaria de Controle Interno do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), isso corresponde a mais de 30% dos candidatos. O presidente do TRE-PI, desembargador José Gomes Barbosa, afirmou que se entre esses estiver algum candidato eleito, ele não poderá ser diplomado no dia 15 de dezembro, data marcada para a diplomação dos eleitos pela Justiça Eleitoral.

 

O presidente do Tribunal disse que a maioria das prestações de contas foi feita dentro do prazo, apesar do grande percentual dos que não entregaram os mapas financeiros das campanhas. Os partidos e candidatos foram notificados pela Justiça Eleitoral sobre as responsabilidades. Eles estão lembrando que os candidatos eleitos, mesmo tendo feito a prestação de contas dentro do prazo estabelecido, têm que ter suas contas julgadas para que possam ser diplomados. As informações são da Agência Nordeste.


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01/11


2006

Pomar nega desentendimento entre PT e Lula

O integrante da Executiva Nacional do PT, Valter Pomar, negou hoje que exista desentendimentos entre o partido e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre os rumos da política econômica no segundo mandato. Ele admitiu que o partido deseja manter, ou pelo menos, ampliar, seu tamanho no quadro de ministros na comparação com o primeiro mandato, "como qualquer partido normal", afirma.

"A linha da campanha [projeto de governo] não foi uma linha que desagradou o PT, e a linha do segundo mandato será a linha de campanha. Não há conflito nosso com o governo", afirmou ele, que é secretário de Relações Internacionais do partido. "Quem está fazendo especulações sobre isso é quem foi derrotado nas eleições", acrescentou.

Pomar adiantou que, ainda neste ano, a direção nacional do partido vai ter uma reunião formal com o presidente Lula, mas sem data marcada. Ele negou que, no encontro, o partido vá apresentar nomes para o presidente para a composição ministerial. "Nós não estamos no clima de disputar indicações ou oferecer nomes. Tanto que isso nem foi discutido ontem na reunião da Executiva", afirmou.

O tamanho do PT vem sendo objeto de discussão dentro e fora do governo nos últimos meses, principalmente após a crise política de 2005. Para analistas políticos, o presidente procurou se blindar contra a crise colocando o PT na "berlinda" e dissociando sua imagem da legenda.  As informações são da Folha Online.


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01/11


2006

Rands: vitória de Eduardo consolida esquerda em PE

O deputado federal Maurício Rands (PT-PE) disse hoje à repórter do blog em Brasília, Ana Silveira, que a vitória de Eduardo Campos para o governo de Pernambuco é resultado da união das esquerdas no estado. Rands rebateu a tese de que a influência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na região tenha, isoladamente, impulsionado o nome de Eduardo.

"O eleitorado do Nordeste fez uma opção por uma guinada de esquerda. O Bolsa Família é simplificação dessa idéia. Não foi voto de grotão", disse.

Segundo Rands, com a derrota de Humberto Costa (PT), os partidos de esquerda conseguiram se consolidar firmar uma aliança forte em Pernambuco - o que refletiu na decisão popular. "O povo está muito mais envolvido com a política", disse Rands.

Sem esconder a alegria com a eleição de Eduardo e com a sua expressiva votação para ser reeleito, Rands está otimista para o segundo mandato de Lula. "Teremos 16 governadores aliados, já é uma base excelente de governo", disse Rands.


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Comentários

Gláucio José Araujo Vaz

Muito lucito o Deputado Rands, um grade nome para futuros embates eleitoral. ua trajetoria em seu 1ª mandato demostra um compromisso muito forte com os movimentos populares. PARABENS

Severino Isidoro Fernandes Guedes

A esquerda está reabilitada em PE graças a arrogância e prepotência das forças conservadoras que aliadas a um pseudoesquerdismo (o jarbismo) acharam que poderiam controlar o poder por vinte anos no estado. Naufragaram na sua própria empáfia muito antes do que esperavam.