FMO janeiro 2020

12/11


2006

Infraero admite atrasos em vôos para o Nordeste

 A Infraero informou neste domingo que as decolagens de alguns vôos de São Paulo para os estados da região Nordeste estão atrasadas. No entanto, segundo o presidente da empresa, brigadeiro José Carlos Pereira, essa demora não é decorrente de qualquer operação-padrão por parte dos controladores de vôo, mas do grande fluxo de aeronaves no local.

O presidente do Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Proteção ao Vôo, Jorge Botelho, também confirmou que não há operação-padrão dos controladores. Ele explicou que, em momentos de pico, é normal que os controladores façam o que se chama de gerenciamento de vôos, ou seja, autorizem as decolagens com um espaço maior de tempo. Isso, segundo ele, pode acabar resultando em atrasos.

"Mas no momento, não há nenhum problema no controle", afirmou Botelho.


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Prefeitura de Serra Talhada

12/11


2006

Lula discute crise do Incor antes de ir para Venezuela

 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ministros Guido Mantega (Fazenda) e José Agenor Álvares da Silva (Saúde) reúnem-se esta tarde com membros do Conselho Curador da Fundação Zerbini, entidade que administra o Hospital do Coração (Incor), de São Paulo, para discutir medidas que permitam resolver a crise financeira que ameaça o funcionamento do hospital.

O Incor, que é uma instituição pública ligada ao Hospital das Clínicas, começou a atrasar salários e o recolhimento de encargos trabalhistas de seus cerca de 3 mil empregados por causa do elevado endividamento da Fundação Zerbini, da ordem de R$ 240 milhões, que está ameaçada de ficar insolvente.

A reunião com o presidente será realizada no Pavilhão de Autoridades do aeroporto de Congonhas, na tarde de domingo.

O presidente Lula, que passa o fim de semana em seu apartamento em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, embarca no final da tarde para a Venezuela, onde tem encontro com o presidente Hugo Chavez na segunda-feira.

Além da reunião de emergência para tratar de crise do Incor, antes de embarcar Lula transmitirá o cargo ao presidente da Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo (PCdoB-SP), que exercerá pela primeira vez, interinamente, o cargo de presidente da República.


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Abreu e Lima - Prefeitura - Abreunozap

12/11


2006

PT reavalia a criação da comissão de ética

 Apesar de ter levantado a possibilidade de instaurar uma Comissão de Ética para os envolvidos no episódio do dossiê Vedoin, com enfático apoio de vários de seu líderes, o PT agora quer ver o caso fora da agenda. Com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reeleito, o partido espera poder se livrar do desgaste de uma investigação interna, para se dedicar às discussões sobre a formação do novo governo e sobre seu papel no segundo mandato.

Alguns líderes ainda evitam descartar totalmente a abertura da comissão. Mas parte da direção já admite que a investigação interna está longe de ser a vontade do partido. ''A abertura da comissão seria uma agenda negativa em um momento em que o PT deveria se concentrar em discutir uma agenda positiva, debatendo como será o novo governo'', afirma o secretário-adjunto de Comunicação da legenda, Francisco Campos.

O PT teria dois possíveis alvos para a Comissão de Ética: Oswaldo Bargas, sindicalista histórico e amigo de Lula, e Expedito Veloso, ex-diretor do Banco do Brasil. Ambos tiveram participação no escândalo do dossiê e já foram ''expulsos politicamente'' por decisão da Executiva Nacional, em outubro, ao serem punidos com suspensão de até 60 dias. Segundo o estatuto do PT, a expulsão formal só pode ocorrer caso esses filiados sejam submetidos ao processo ético. Mas isso significaria retomar o debate sobre o caso do dossiê Vedoin - com agendamento de depoimentos, convocação de testemunhas e montagem de um relatório sobre as irregularidades cometidas.

Pressão
Para evitar esse desgaste, o PT espera conseguir de Bargas e Veloso um pedido espontâneo de desfiliação. Com isso, seguiriam os passos de dois outros envolvidos no escândalo, que também foram alvos da ''expulsão política'': Hamilton Lacerda, ex-assessor de campanha do senador Aloizio Mercadante, e Jorge Lorenzetti, conhecido como o churrasqueiro de Lula.

''É melhor para eles e para o PT que peçam desfiliação. Isso vai poupar o partido de mostrar suas vísceras com disputas desnecessárias'', diz Campos. Segundo ele, aliás, o melhor seria que isso ocorresse antes da reunião do Diretório Nacional do PT, marcada para o fim do mês.

O presidente interino do PT, Marco Aurélio Garcia, ressalta que, do ponto de vista político, Bargas e Veloso já estão definitivamente fora do PT. Ele evita, porém, opinar sobre a iniciativa da desfiliação. ''As pessoas é que devem optar pelo que lhes parece melhor. Se não houver um desligamento espontâneo deles, nós avaliaremos a situação."

Apesar de insistir que o PT seguirá ''à risca'' os procedimentos formais para expulsar Bargas e Veloso, o secretário de Relações Internacionais do partido, Valter Pomar, também espera que eles tomem a dianteira. ''Acho que antes da reunião do diretório eles tomarão a iniciativa de se desfiliar."

Caso Bargas e Veloso concordem em deixar espontaneamente o PT, apenas um petista ficaria na mira de processo disciplinar: Valdebran Padilha, preso com o dinheiro para a compra do dossiê. Ele já é alvo de uma Comissão de Ética aberta no diretório de Mato Grosso, onde é filiado.

Assim, o PT tende a passar por situação semelhante à ocorrida no escândalo do mensalão. Na época, só o ex-tesoureiro Delúbio Soares foi alvo da investigação interna. Acabou expulso por decisão do Diretório Nacional. CorreioWeb/Estadão)


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Comentários

milton tenorio pinto junior

Já pensou Eduardo Jorge,Mendonça de Barros,Rubens Ricupero,ACM e tantos que fazem e fizeram parte do PSDB e PFL?!Nenhum partido nesse Pais pode falar em ética.Ou se faz uma reforma politica ou continua essa zona.

O PT falando em ética só pode ser piada. Já imagonaram Delúbio. Lulla, Genuino, José Dirceu, Berzoine, Martha Suplicy e outros pregando a ética.. Deve ser para passar em PLaneta e Casseta. As únicas coisas transparentes nesse governo é o Whisky e o gelo.


Banco de Alimentos

12/11


2006

Sul do Brasil está em "guerra"

 O Sul do Brasil está em guerra. Ao menos é isso o que Exército, Marinha e Aeronática têm em mente desde o dia 5 de novembro. Simulando combates entre dois comandos (o Azul e o Vermelho), as Forças Armadas do País realizam pelo segundo ano consecutivo a Operação Pampa, o maior exercício militar da América Latina. Mais de 10 mil homens e mulheres participam do exercício, que custa cerca de R$ 6 milhões.

Desenvolvida simultaneamente nos Estados do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná até o dia 14 deste mês novembro, a Operação tem como objetivo testar a capacidade dos militares de planejar e executar operações combinadas de guerra convencional. É uma prova da capacidade de defesa do Brasil e também de operar em terra estrangeira.

O palco mostra um cenário completo de uma ofensiva por batalhas navais, terrestres e aéreas. A Marinha do Brasil dispõe de 3,5 mil militares neste exercício - são 14 navios, um submarino e 10 helicópteros; o Exército, leva aproximadamente 6 mil homens e a Aeronáutica estima empregar 550 militares, 55 aeronaves e 14 Unidades Aéreas. (Redação Terra)

 


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12/11


2006

Tarso deverá deixar a articulação política

Da Folha de S.Paulo: 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva analisa a troca no comando de sua articulação política no segundo mandato. A avaliação é que o ministro Tarso Genro (Relações Institucionais) ''cumpriu seu papel'' durante a campanha da reeleição, adotando um tom de ''enfrentamento'' com a oposição, e, agora, o perfil ideal seria de alguém mais conciliador.

Nas análises sobre o futuro da articulação política, Lula tem ouvido o conselho de auxiliares para nomear alguém com pontes na oposição, o que facilitaria as negociações com o Congresso para temas importantes como a renovação da CPMF (o imposto do cheque).

A receita da CPMF, mais de R$ 32 bilhões por ano, é imprescindível para fechar as contas do Orçamento.

Os nomes citados são os do governador Jorge Vianna (AC) e do ex-presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) Nelson Jobim, além do de Aldo Rebelo (PC do B). Os dois primeiros têm boas relações com os tucanos. O último, na condição de presidente da Câmara dos Deputados, criou alianças com políticos da oposição.

Aliados de Lula, porém, ainda não cravam a saída de Tarso Genro do Palácio do Planalto, onde fica seu gabinete. O presidente espera seu retorno de um período de descanso para intensificar contatos com partidos políticos. O próprio Tarso, no entanto, já teria manifestado desejo de servir ao presidente em outro ministério.

Caso Lula opte realmente por essa mudança, Tarso Genro não deixaria o governo. Seria remanejado para outra pasta. Sua predileção é pelo Ministério da Justiça, que deve ficar vago com a saída de Marcio Thomaz Bastos. Para essa pasta, estão cotados ainda Jobim e o ministro do STF Sepúlveda Pertence. Jobim teria dado sinais de que não deseja o posto.

Economia

O presidente também analisa a composição de sua equipe econômica. Hoje, sua tendência é manter Guido Mantega (Fazenda) e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. O último já estaria praticamente confirmado, já o primeiro sofre a resistência de um grupo dentro do governo.

Integrantes da cúpula do governo e do PT classificam Mantega de um ministro sem muita credibilidade no mercado, que não daria o ''peso'' necessário ao Ministério da Fazenda num segundo mandato que precisa ser marcado pelo crescimento.

Na outra ponta da equipe econômica, Lula deve manter no posto o ministro Luiz Fernando Furlan (Desenvolvimento), mas terá de atender às reivindicações do empresário para seguir com o presidente no próximo ano.

Furlan quer indicar nomes de sua confiança para comandar quatro órgãos: BNDES, Sebrae, Apex (Agência de Promoção de Exportações) e ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial).

Durante todo o primeiro mandato Furlan não conseguiu emplacar um presidente do BNDES. O atual, Demian Fiocca, é ligado a Mantega.

Apesar de o empresário Jorge Gerdau ter dito que não deseja integrar o governo, Lula ainda analisa um convite. O presidente não gostou do vazamento. Em conversas reservadas, disse que o objetivo do lançamento do nome de Gerdau para o ministério teria sido o de tentar queimar o empresário.

Boas apostas

À parte as indefinições, Lula já tem um grupo de ministros praticamente assegurados no segundo mandato. Alguns já foram avisados que ficam, mas o presidente pediu reserva para evitar ciumeiras na fase de montagem do ministério.

Fazem parte desse grupo: Dilma Rousseff (Casa Civil), Celso Amorim (Relações Exteriores), Walfrido Mares Guia (Turismo), Fernando Haddad (Educação) e Luiz Dulci (Secretaria Geral).

Outros nomes são tidos como certos na próxima equipe de Lula, mas ainda sem definição de pastas: a ex-prefeita Marta Suplicy e a senadora Roseana Sarney.

Além de Thomaz Bastos, Gilberto Gil (Cultura) também disse a Lula que não deseja permanecer no segundo mandato.

Na composição ministerial, Lula ainda aguarda um processo de unificação dentro do PMDB para formalizar convites a políticos do partido. No governo, há quem defenda entregar aos peemedebistas as presidências da Câmara e do Senado como forma de diminuir o apetite do partido por ministérios.


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O Jornal do Poder

12/11


2006

Aleluia: "Lula foi um estelionato eleitoral"

Para o líder da Oposição na Câmara, José Carlos Aleluia (PFL-BA), o anunciado "apagão geral" (manchete deste domingo no jornal O Estado de São Paulo) provocado pela inexistência de investimentos em infra-estrutura - energia elétrica, rodovias, portos - é a confirmação de mais um estelionato eleitoral.

"A campanha de Lula à reeleição foi uma enxurrada de mentiras. Qualquer cidadão razoavelmente informado sabia que tudo aquilo era falso. Lula chegou a mostrar uma placa num terreno baldio em Suape (PE) como se fosse uma refinaria. E agora? O que dirão aqueles que elegeram a corrupção e a mentira?", questiona Aleluia.


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josé arnaldo amaral

... O PFL ESTÁ ASSUMINDO A OPOSIÇÃO MAIS COMBATIVA AO LULLI$MO... CONFIRMADO NESSE POSTO GANHA OS LIBERAIS DE VÁRIAS TENDÊNCIAS... DEVE SE ORGANIZAR PELOS CONSELHOS DE RUAS NAS CIDADES, E DE SÍTIOS NOS CAMPOS....É A DIFERENÇA ! ! ! SALVE, ALELUIA ! ! !

Raimundo Eleno dos Santos

O espoleta de ACM está com a corda toda. O bruxo bahiano não sabe o que fazer sem poder, coloca esse trouxa para fazer-lhe a vez. Enquanto ACM está mufino, com o rabo entre as penas, põe essa espoleta para atirar a torto e a direito.Os últimos dias de "Pompéia".

milton tenorio pinto junior

Aleluia ainda não acordou do pesadelo.O PFL é fogo morto,acabou Aleluia!!!!!!!!!



12/11


2006

Vôos voltam a atrasar em São Paulo

 Passageiros voltam a enfrentar atrasos de vôos nos aeroportos de Congonhas e Cumbica, em São Paulo, de acordo com a rádio Jovem Pan.

Um dos passageiros informou que seu vôo para Salvador está atrasado há cerca de seis horas. Ainda segundo ele, a confusão já é grande em Congonhas em virtude da falta de informação passada pelas companhias aéreas.

De acordo com uma funcionária do aeroporto de Cumbica, esse atraso é normal para os domingos. A média está em uma hora e meia de atraso. (Redação Terra)


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12/11


2006

PT manterá pastas sociais em seu controle

 Da Folha de S.Paulo

No momento em que sinaliza a perda de espaço do PT em seu novo governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva avisou aos petistas que um grupo de ao menos cinco cargos ''periféricos'' de primeiro escalão serão mantidos de qualquer forma sob o comando do partido. São ministérios e secretarias ligadas a movimentos sociais.

Anteontem, reunido na Câmara, o PT prometeu disputar espaço político na Esplanada e que, no mínimo, quer manter a atual participação no primeiro escalão do segundo mandato de Lula. Hoje, dos 34 ministros, 16 são filiados ao PT.

Nas contas do Palácio do Planalto, pelo menos cinco deles estão num grupo informalmente conhecido como ''porteira fechada'', ou seja, que estão fora das articulações com outras siglas aliadas, como PMDB, PP e PSB. Serão de novo preenchidos por integrantes do PT.

No grupo estão dois ministérios (Desenvolvimento Agrário e Meio Ambiente) e três secretarias especiais (Direitos Humanos, Políticas para as Mulheres e Igualdade Racial).

Em conversas reservadas, o presidente avalia que ceder tais pastas para outros partidos seria como desvincular do PT a bandeira de determinados temas apontados como históricos de defesa do partido. Lula, inclusive, criou tais secretarias e não cedeu às pressões para extingui-las em troca do enxugamento na máquina.

Além disso, possui nesses ministérios e nessas secretarias especiais a possibilidade de acomodar algumas tendências da esquerda do partido, como é hoje o caso da DS (Democracia Socialista) no Ministério do Desenvolvimento Agrário, antes com Miguel Rossetto e agora com Guilherme Cassel.

No momento de formar o primeiro escalão do novo mandato, pesa ainda a favor da manutenção dos petistas a dívida de Lula com os movimentos sociais, que saíram às ruas para apoiá-lo em meio à crise do mensalão, quando a oposição cogitava um processo de impeachment contra ele.

Na hipótese de entregar a pasta da reforma agrária, por exemplo, abriria o risco de descolar do Planalto a boa relação que tem com os sem-terra.

Nas conversas sobre o novo mandato, o Ministério das Cidades, hoje com o PP, aparece na lista de pedidos dos petistas.

Nos termos ouvidos pela Folha em conversas com integrantes do governo, além das ''porteiras fechadas'', há também aqueles ditos como da ''cota pessoal'' do presidente, onde o PT teria também prioridade. Entram nesse grupo Casa Civil, Fazenda, Planejamento, Previdência, Educação, Relações Institucionais, Desenvolvimento Social, Secretaria Geral e Trabalho, todos hoje nas mãos de petistas.


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12/11


2006

Empresas aéreas não querem indenizar passageiros

 O novo presidente do Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (Snea), Marco Antonio Bologna, que também preside a TAM, afirmou que as companhias não vão indenizar passageiros atingidos pelos atrasos e cancelamentos causados pela “greve branca” dos controladores de vôo.

“Entendemos a frustração dos passageiros, mas não cabe indenização, pois os atrasos e cancelamentos foram causados por força maior e não por uma falha das empresas na prestação do serviço”, disse Bologna.

Porém, a afirmação de Bologna entra na contramão do anúncio feito conjuntamente pelo Ministério Público (MP) e o Procon de São Paulo, que fecharam um acordo com as companhias aéreas para ressarcir passageiros e diminuir os transtornos provocados por atrasos como os verificados na semana passada.

O principal ponto do acordo se refere à cobertura das despesas "assistenciais" dos passageiros prejudicados, que incluem hospedagem, transporte, alimentação e ligações telefônicas, e devem ser comprovadas em nota. Estão de fora os danos morais (caso de passageiros que perderam um compromisso particular ou que se sentiram ofendidos de alguma forma) e materiais (caso de passageiros que deixaram de fechar um negócio ou participar de uma reunião).

De acordo com a diretora-executiva do Procon em São Paulo, Marli Aparecida Sampaio, as empresas aéreas concordaram em, no futuro, dar apoio aos passageiros a partir da primeira meia hora de atraso. Atualmente, as companhias prestam auxílio somente a partir da quarta hora.

Participaram do encontro representantes das companhias aéreas Gol, BRA, TAM, Ocean Air, Varig, Continental Air Lines, TAP, Ordem dos Advogados do Brasil e Associação de Moradores de Moema.

Mas para o presidente do Snea, é clara a responsabilidade do governo por ser o provedor da infra-estrutura operacional para que o serviço possa ser prestado pelas empresas. Caso haja alguma ação contra as companhias por indenizações, as empresas vão recorrer, jogando a responsabilidade para a União.

Além do prejuízo já contabilizado pelo Snea, de R$ 4 milhões por dia, em média, com os atrasos e cancelamentos, Bologna afirma que novembro será marcado por uma queda no aproveitamento dos vôos. “Muita gente que havia planejado viajar e ainda não tinha comprado passagem simplesmente adiou o passeio.” O setor aéreo estava registrando um aproveitamento de mais de 70% ao longo do ano, número superior à média histórica do setor, de 60% a 65%.

Bologna afirmou que o período de férias de fim de ano poderá congestionar os aeroportos, não por conta dos controladores, mas pela falta de espaço adequado nos principais aeroportos para acomodar o esperado aumento do fluxo de turistas. “A não-redistribuição dos balcões da Varig, por medida judicial, é um desserviço aos passageiros”, afirma Bologna.

Ele conta que, apesar de ter 45% do tráfego em Congonhas, a TAM tem 29 balcões, contra 27 da Gol. “Enquanto isso, nos da Varig, dá até para jogar bola.” Pelas suas contas, 30% do espaço físico de Congonhas - do atendimento a hangares de carga - estão inutilizados por medidas judiciais que impedem a Infraero de redistribuir as áreas que antes eram usadas pela Transbrasil ou pela Varig.  (Da AGência Estado)


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12/11


2006

Alckmin quer prefeitura, mas esbarra em Serra

 De Expedito Filho, do Estado de S.Paulo 

O candidato derrotado do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, quer mesmo disputar a Prefeitura de São Paulo em 2008. Desde que foi batido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno da eleição, no fim de outubro, Alckmin trabalha em silêncio na tentativa de manter o vínculo com os políticos que o apoiaram na campanha deste ano e preservar sua influência na máquina do partido. ''Eu vou trabalhar para organizar o PSDB'', diz.

Seu problema é que, no meio do caminho, existem o governador eleito de São Paulo, o também tucano José Serra, e o prefeito da capital paulista, Gilberto Kassab (PFL). Serra pode dar apoio a um eventual projeto de reeleição de Kassab, que herdou sua cadeira quando ele renunciou para concorrer ao Palácio dos Bandeirantes e em quem confia com uma intensidade rara.

Além disso, Serra parece não ter apagado da memória a determinação com que Alckmin se lançou contra ele na disputa dentro do partido pela candidatura ao Palácio do Planalto, no primeiro semestre deste ano.

Com o controle das máquinas da prefeitura e do governo nas mãos de Serra, Alckmin passou a ser refém do futuro governador. Até seus aliados admitem que, sem caneta para nomear e demitir, tornou-se difícil para o candidato derrotado à Presidência manter-se como cardeal do PSDB.

O próprio Kassab tratou de mandar um recado claro de que sua aliança com Serra supera até mesmo o fato de ambos pertencerem a partidos diferentes. ''Mais que o PFL, meu projeto é o Serra'', avisou.

O problema no horizonte do prefeito é que a sua popularidade no momento não recomenda a aventura eleitoral. As pesquisas a que tucanos e pefelistas vêm tendo acesso não apresentam Kassab como um político conhecido nem aparentemente capaz de empolgar o eleitorado paulistano - sobretudo numa disputa que pode ter no outro pólo a ex-prefeita Marta Suplicy (PT).

De qualquer forma, sua presença no xadrez da escolha dos candidatos força Alckmin a sentar à mesa de negociação. ''É importante que Kassab esteja no páreo. Ele é nosso e faz o que a gente quer. Se Serra disser que ele tem de disputar, ele disputa. Se Serra falar para não disputar, ele também vai entender'', diz um tucano que prefere não se identificar.


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Comentários

Raimundo Eleno dos Santos

É urgente. Alckmin, volta para Pindamonhangaba, que é o teu reduto. Vai cortar um pouco da tua cabeleira com o barbeiro da tua infância!