FMO janeiro 2020

13/11


2006

Eduardo cancela reunião com a bancada federal

O governador eleito de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), acaba de cancelar a reunião que teria, amanhã, em Brasília, com a bancada federal. Ele acatou sugestão do deputado José Chaves (PTB), em telefonema há pouco. Eduardo está na Venezuela acompanhando a visita do presidente Lula. Segundo o deputado José Chaves, o encontro com a bancada ficou transferido para a próxima terça-feira. O motivo do adiamento foi o esvaziamento do Congresso em razão do feriado desta quarta-feira.


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Posição sensata esta a do governador Eduardo Campos, pois Brasília está às moscas e o quorum da reunião iria ser bem baixo.


Prefeitura de Serra Talhada

13/11


2006

INSS: Ministro assina convênio para reduzir filas

Foi selado hoje pela manhã o convênio de cooperação entre o Ministério da Previdência Social, a Federação das Indústrias do Estado do Pernambuco (Fiepe) e a Federação do Comércio de Pernambuco (Fecomércio) para agendamento de exames médico-periciais pela internet. O ministro da Previdência, Nelson Machado, esteve no Recife para assinar o acordo com as duas entidades e comentou que o procedimento servirá para esclarecer, apoiar e divulgar o método de agendamento com o qual o Ministério espera dar fim às filas nos postos de atendimento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

“Em média, as filas no Brasil reduziram 65%. A vitória maior é no Nordeste, que não há mais”, garantiu, completando que o trabalho tem que ser contínuo para evitar entraves. “Temos que continuar trabalhando. Isso é que nem capim: se não cuidar, ele cresce novamente”, afirmou o ministro.

Em funcionamento desde janeiro, mas só agora melhor estruturado, o processo de agendamento de exames médico-periciais pela internet vem para facilitar as solicitações dos segurados quanto ao benefício, por exemplo, do auxílio-doença. Segundo o presidente do INSS, Valdir Moysés Simão, apenas em Pernambuco, 8,9 mil pedidos foram realizados para solicitação de exame pericial no mês de outubro, representando uma fatia de 42% entre todos os benefícios requeridos ao Instituto. Informações da Agência Nordeste.


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Abreu e Lima - Prefeitura - Abreunozap

13/11


2006

Lula critica a imprensa em discurso de apoio a Chávez

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comparou sua campanha eleitoral e seu primeiro mandato ao de Hugo Chávez, da Venezuela, especialmente em relação às críticas que disse ter sofrido da imprensa e de outros "setores preconceituosos da sociedade". "Conheço um pouco a trajetória política do presidente Chávez. Assim como você, Chávez, eu fui vítima de incompreensão e de preconceito das pessoas que governaram o Brasil por séculos e que não admitem que alguém que queira cuidar do povo seja eleito", afirmou Lula, em discurso durante inauguração de uma ponte rodoferroviária sobre o Rio Orinoco, na Venezuela, construída pela Odebrecht.

 

Durante seu discurso, Lula desempenhou o papel de cabo eleitoral de Chávez, que logo depois falou para uma platéia de cerca de 30 mil pessoas. O evento transformou-se em um eufórico comício, no qual a maioria das pessoas gritava slogans da campanha de Chávez e vestia camisetas e bonés vermelhos. Lula defendeu que os segundo mandato de ambos deverá levar em conta a prioridade das reivindicações do povo, que será mais exigente em relação a seus governos.

Durante sua fala, Lula foi especialmente ácido em relação à imprensa brasileira. Lembrou que em sua primeira visita à Venezuela, em 2003, saiu impressionado com o comportamento da imprensa venezuelana, que agredia abertamente o presidente da República. "Jamais imaginei que isso seria possível no Brasil. Mas aconteceu o mesmo, querido companheiro, o que me levou a consolidar a minha consciência de que estamos no caminho certo", disse. Lula não se limitou a mencionar sua aliança com Chávez.

 

Incorporou também ao mesmo grupo de presidentes, o argentino Néstor Kirchner, o uruguaio Tabaré Vazquez, a chilena Michelle Bachelet e o boliviano Evo Morales. Lula destacou que todos têm que trabalhar para a integração sul-americana, porque não há saída individual para os países da região. Informações do Portal G1.


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Comentários

Lulla culpa a imprensa por divulgar os escandalos do país e apóia os corruptos.

renata lima

Essa refinaria é eleitoreira, só vai se falar nela de novo daqui há 2 anos quando estiver próximo das eleições para prefeito. Refinaria aposto como NÃO sai. Pobre Brasil e PE.

Raimundo Eleno dos Santos

Tenho dito: Lula é o Condor das Américas.A história do continente tem um divisor de águas:Antes de Lula e Depois do Lula.É coisa pessoal.Não tem nada de partidarismo.Com Lula está se escrevendo uma nova ordem de desenvolvimento para América Latina.O futuro me dará razão.Não sou profeta,assim será.


Banco de Alimentos

13/11


2006

Morre secretário do Ministério do Desenvolvimento Social

O secretário-adjunto do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, João Domingos Fassarella, morreu neste domingo vítima de um infarto seguido de derrame.

Fassarella foi deputado federal e prefeito de Governador Valadares pelo PT. Ele estava internado havia 62 dias no hospital Vera Cruz, em Belo Horizonte, informou nota do partido.

O corpo do petista será velado na tarde de hoje na Câmara Municipal de Governador Valadares. De lá, seguirá para Castelinho, no Espírito Santo, terra natal e residência da família do ex-deputado. O enterro deve ocorrer às 11h desta terça-feira.

Sociólogo, Fassarella foi professor universitário, deputado federal por dois mandatos e prefeito de Governador Valadares de 2001 a 2004. Ele deixa mulher e cinco filhos. As informações são da Folha Online.


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13/11


2006

Meirelles não confirma permanência no BC

O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, evitou comentar nesta segunda-feira, mais uma vez, a questão da sua permanência à frente da instituição ou os rumores de que já teria sido confirmado no cargo. Perguntado sobre se permanece no BC, Meirelles limitou-se a responder: "Como banqueiro central uma das coisas que aprendi a fazer é tomar as decisões no momento adequado". Na semana passada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva havia dito que não encontrava razões para uma eventual saída de Meirelles da presidência do BC

Falando de sua atuação no BC, ele voltou a defender a política monetária implementada pela instituição e criticou a pressão exercida por alguns setores da sociedade para que se promova uma queda "artificial" da taxa de juros. Além disso, defendeu o regime de câmbio flutuante e ressaltou a importância de o governo não tomar qualquer medida que vise valorizar a moeda norte-americana no mercado interno. As informações são do Estadão.


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O Jornal do Poder

13/11


2006

Aldo defende "bom senso" para dar fim a guerra fiscal

O presidente em exercício, Aldo Rebelo (PC do B-SP), defendeu nesta segunda-feira que tanto o governo como a oposição devem ter bom senso para acabar com a guerra fiscal entre os Estados.

Segundo ele, o fim da disputa fiscal "é importante para São Paulo e para o Brasil e para a redução da carga tributária".

Em palestra na Fundação Mário Covas --com a presença de várias lideranças do PSDB--, Aldo afirmou que o fim da guerra fiscal passa por um pacto "justo" entre os Estados. "Só alcançaremos uma solução de equilíbrio pelo pacto federativo que dê a Cezar o que é de Cezar e a Deus o que é de Deus."

Questionado sobre a atitude da oposição, ele elogiou o PSDB, que, segundo ele, "teve um papel muito importante, muito construtivo na solução da guerra fiscal no Brasil". Ele deu como exemplo o fato de São Paulo --que foi administrado por tucanos e agora por pefelistas-- ter aceitado a mudança no critério de cobrança do ICMS reivindicado pelo Nordeste. As informações são da Folha Online.


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LULA E EDUARDO! É A FORÇA DO POVO!

E Dr. Arraes sempre se colocou de forma incisiva contra esta guerra fiscal. Ele afirmava, no alto da sua sabedoria, que a guerra fiscal iria levao estados à falência. E agora, todos estão vendo que o "Doutor" tinha total razão.



13/11


2006

Gushiken deixa o governo e Oliva Neto assume o cargo

O ex-ministro Luiz Gushiken oficializou nesta segunda-feira sua saída do NAE (Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência). O cargo será ocupado interinamente por Oswaldo Oliva Neto.

Oliva Neto é o atual secretário-geral do NAE e coordenador dos trabalhos de planejamento estratégico consolidados no projeto ''Brasil 3 Tempos''.

Apesar de ser interino, Oliva Neto deve ficar no cargo até o final deste primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Agora, a preocupação do presidente é com a montagem da equipe que o acompanhará no segundo mandato. As informações são da Folha Online.


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Paulin de Caruaru.

Será que dirá onde estão as cartilhas antes de ir embora?

Um dos grandes picaretas que o país já conheceu. Vai tarde e demonstra que o Lulla não tem peito de mandar embora. Só sai se pedir demissão.

José Rodrigues da Silva

Esse, já se vai tarde! Vão entrar no seu lugar os "new delfins", serão os que segundo presume o Luiz lhe sustentará o mandato! Como tudo neste país não se aceita o popular, quem sabe, que o mandato extarído dessa raiz também não seja!



13/11


2006

RJ: Bueno assumirá pasta do Desenvolvimento Econômico

Acaba de ser anunciado o nome do secretário de Desenvolvimento Econômico do governador eleito Sergio Cabral. Este é o sexto integrante da nova equipe escolhido por Cabral.

Bueno será titular da nova pasta que será a do Desenvolvimento Econômico, Petróleo, Indústria e Comércio.  A nova secretaria é o resultado da fusão entre dois secretariados.

O engenheiro Julio Bueno foi presidente nacional do Inmetro e já foi presidente da BR Distribuidora.

Apesar de carioca, Bueno é atualmente secretário de Desenvolvimento Econômico do governo de Paulo Hartung, no Espírito Santo. Julio Bueno disse que vai pedir para Hartung que o libere mais cedo para que, assim, ele possa participar do governo de transição no Rio.

Até o momento, já foram anunciados, por ordem cronológica, os secretários do Gabinete Civil (Régis Fichtner), de Saúde (Sérgio Côrtes) e de Planejamento, além da procuradoria-geral do estado. As informações são do Portal G1.


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13/11


2006

AL: Teotônio diz que transposição é "uma obra absurda"

“Uma obra absurda”. Essa afirmação é do governador eleito de Alagoas, Teotônio Vilela Filho (PSDB), que é contra a transposição de águas do Rio São Francisco. Em Alagoas, o Velho Chico corta o Estado em 214 quilômetros. O governador já chegou a chamar a obra de “elefante branco” durante pronunciamentos no plenário do Senado Federal. Para o ex-senador, a revitalização do rio e seus afluentes deveriam ser priorizados.

 

Em entrevista à Tribuna de Alagoas, o governador disse que o rio São Francisco encontra–se em uma “situação vexatória” e que dezenas de rios afluentes da bacia do São Francisco já secaram, assim como “incontáveis lagos encontram–se assoreados”. Ele avalia que a atual situação do rio deveria “deixar a todos atentos e atônitos”. Teotônio Vilela apresentou no final do ano passado, no plenário do Senado, um estudo sobre o projeto de transposição. O tucano deteve–se sobre um argumento que o Governo Federal considera fundamental para realizar a obra: a suposta inexistência de água para consumo humano e animal nos estados a serem beneficiados, a exemplo de Ceará e Rio Grande do Norte.

 

Para Teotônio Vilela, esse argumento não se sustenta. Ele garantiu que a transposição levará água para onde ela já existe. E que as chamadas populações difusas, espalhadas pelas comunidades, sítios e fazendas continuarão desassistidas. “O que falta no Ceará e em todos esses estados é o que falta também na beira do rio São Francisco: política de águas, gestão de águas, obras de interligação de açudes, pequenas adutoras, sistemas de distribuição”, disse.

 

Teotônio apresentou números mostrando que a capacidade de acumulação nos 100 maiores açudes do Ceará é da ordem de 17 bilhões de metros cúbicos, mais do que a metade da capacidade da represa de Sobradinho, do sistema Chesf. “Só o açude Castanhão pode acumular 6,7 bilhões de metros cúbicos”, ressaltou, lembrando que a situação do Rio Grande do Norte não é diferente. “O açude Piranhas Açu lá está, com 3,5 bilhões de metros cúbicos, irrigando pouco e evaporando muito”, completou. As informações são da Agência Nordeste.


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José Rodrigues da Silva

Seriam "solamente" alagôanas as águas franciscanas? Por quais motivos, senhor futuro governador, não haveriam de serem transpostas à quem delas precisa? Quais governador? E que não se repita os chavões já tão desgastados!!!



13/11


2006

Lula atua como cabo eleitoral na Venezuela

Em sua primeira viagem internacional depois da reeleição, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ajuda hoje o amigo Hugo Chávez a fazer o que foi vedado ao petista durante toda a campanha eleitoral no Brasil. Eles vão inaugurar uma ponte sobre o rio Orinoco, em Ciudad Guayana, na Venezuela, a menos de um mês da eleição para presidente do país, marcada para o dia 3 de dezembro.

Lula chegaria ontem à noite a Ciudad Guayana e hoje de manhã inaugura a ponte, principal obra de Chávez na cidade, uma das mais modernas do país, com mais de 500 mil habitantes. Pela cidade, há cartazes de Chávez, candidato à reeleição, e de exaltação à obra, que custou US$ 1 bilhão e foi feita pela empreiteira brasileira Odebrecht.

Além da inauguração, Lula também presenciará a cerimônia de certificação das reservas de Carabobo 1. Tanto na ponte quanto nesse segundo evento, Lula deverá discursar, assim como Hugo Chávez. O brasileiro deve deixar o país ainda hoje, no final da tarde, por volta das 18h (20h no horário brasileiro).

A oposição venezuelana afirma que a presença de Lula na Venezuela, neste momento, é indevida, porque o brasileiro apareceria como uma espécie de cabo eleitoral de Chávez. As pesquisas mostram que o atual presidente deve ser reeleito com ampla margem de votos. As informações são da Folha Online.


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renata lima

Essa refinaria é eleitoreira, só vai se falar nela de novo daqui há 2 anos quando estiver próximo das eleições para prefeito. Refinaria aposto como NÃO sai. Pobre Brasil e PE.

Paulin de Caruaru.

Vergonhoso...

Hugo Chaves continuará dando as cartas na América do Sul. O Brasil precisa se impor.


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