FMO janeiro 2020

03/06


2007

Sova de outros bancos tornam fusão Caixa-BB invitável

 Dentro do BB e da Caixa, é visível o desconforto com a sova que as duas instituição têm tomado dos bancos privados. Mas tanto o vice-presidente de Finanças do BB, Aldo Luiz Mendes, quanto o vice-presidente de Controladoria da Caixa, João Dornelles, descartam que a baixa performance das instituições decorre de questões políticas. Para eles, o que realmente provocou o avanço do Bradesco e do Itaú foram as compras que fizeram no mercado nos últimos anos.

Somente o Bradesco — cujos executivos dão como certo que a instituição assumirá a liderança do mercado bancário brasileiro ainda neste ano — arrematou mais de 20 instituições de pequeno e médio portes. O Itaú deu o grande salto no ano passado, ao assumir o controle de todos os negócios do BankBoston no Brasil, no Uruguai e no Chile. “Nosso crescimento se dá apenas de forma orgânica, pelos nossos negócios”, diz Mendes. “E temos sido muito eficientes, pois ampliamos nossa participação em crédito, o principal ativo dos bancos”, acrescenta Dornelles.

Ressalvas à parte, os dois executivos admitem que o futuro dos bancos públicos será um tema inevitável a ser tratado dentro do governo, sobretudo porque essas instituições são vistas como importantes instrumentos para forçar a queda dos juros aos consumidores e empresas. “Como controlador dos bancos, é natural que o governo busque alternativas para fortalecer as instituições”, afirma o vice-presidente do BB. Ele lembra que já é publica a possibilidade de a instituição assumir o controle acionário do Banco do Estado de Santa Catarina (Besc). Mas há opções mais radicais.

No caso, por exemplo, de Bradesco ou Itaú comprar o Banco Real ABN Amro, o BB pode se fundir com a Caixa Econômica, como admite Antonio Francisco Lima Neto, presidente do Banco do Brasil. E ele tem razões para defender isso. Os ativos do Banco Real totalizavam, em março último, R$ 131, 3 bilhões. Se adquiridos pelo Bradesco, o banco da Cidade de Deus, em Osasco (SP), totalizaria ativos de R$ 413,2 bilhões ante os R$ 321,8 bilhões do BB. Se o Real for incorporado pelo Itaú, o banco das famílias Setúbal e Villela passaria a administrar R$ 389,1 bilhões — quase o dobro dos recursos de posse da Caixa (R$ 219 bilhões).

Para os analistas, independentemente de Bradesco ou Itaú assumir os negócios do Banco Real, a fusão do BB com a Caixa terá se ser considerada de qualquer forma pelo governo. “Mas é preciso ver se realmente os dois bancos públicos se complementam. À primeira vista, vejo complicações. São dois bancos de culturas completamente distintas”, afirma Alexandre Marques Filho, analista da Corretora Elite.

André Segadilha, analista do Banco Prosper, é da mesma opinião. “A Caixa sempre fez o papel de banco de fomento para as pessoas físicas, financiando, principalmente, a casa própria. Já o BB sempre atuou de forma mais parecida com os bancos privados, ainda que responsável por executar uma forte política de crédito para o setor agrícola”, frisa. “Não sei se essas estruturas combinam”, acrescenta.

Noivas cobiçadas
Em meio às discussões sobre a perda de espaço do BB e da Caixa Econômica Federal, os analistas concentram agora as atenções no que ocorrerá com o Banco Real. Seu controlador, o ABN Amro, com sede na Holanda, está sendo negociado com o inglês Barclays, que já admitiu abrir mão dos negócios no Brasil. O principal interessado é o Santander Banespa, que ganharia musculatura suficiente para desbancar a Caixa Econômica do quarto lugar da lista das maiores instituições — somaria ativos de R$ 242 bilhões.

Outra noiva cobiçada é o Unibanco, que caiu para a sétima posição do ranking. “Depois da venda do Real, certamente o mercado especulará sobre o futuro do Unibanco”, diz Eduardo Roche, analista do Banco Modal. Ele não vê, porém, prejuízos aos consumidores se, nos próximos dois anos, restarem quatro ou cinco grandes bancos no Brasil. “Eles travarão uma guerra pesada para manter a clientela. Isso exigirá serviços melhores, a preços mais acessíveis”, avalia.   (Informações do CorreioWeb)


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Prefeitura de Serra Talhada

03/06


2007

Caixa e Banco do Brasil perdem feio para banco privado

 Por trás dos lucros recordes divulgados com alarde pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica Federal, há uma realidade que o governo teima em manter distante da opinião pública: essas instituições estão tendo seus espaços engolidos pelos bancos privados. E não é preciso ser nenhum especialista em finanças para fazer tal constatação. Enquanto os ativos administrados pelo BB e pela Caixa cresceram 57% e 70%, respectivamente, entre dezembro de 2002 e março de 2007, os recursos de posse do Bradesco e do Itaú expandiram-se 137% e 139%. O resultado: a Caixa caiu da segunda para a quarta posição no ranking dos maiores bancos do país e a liderança absoluta que o BB ostentou com tranqüilidade nos últimos anos está a um passo de ser tomada pelos dois bancos privados.

Quando consolidados os números, o encolhimento da participação do BB e da Caixa no mercado se torna mais evidente. Em 2002, último ano da era Fernando Henrique Cardoso, os dois bancos públicos respondiam por 32,40% dos ativos totais administrados pelas 50 maiores instituições financeiras do país. Em 2006, final do primeiro mandato do presidente Lula, essa parcela havia caído para 29,76%. E, pela projeção dos analistas, pode ter ficado próxima dos 28% no primeiro trimestre de 2007 — os números consolidados ainda não foram fechados pelo Banco Central. Entre 2002 e 2006, Bradesco e Itaú ampliaram a presença no mercado de 22,05% para 24,62%, podendo ter chegado aos 26% em março deste ano.

“Esses números não surpreendem. Banco do Brasil e Caixa estão pagando o preço de estarem amarrados à burocracia do governo e, sobretudo, por serem usados como moedas de troca em negociações políticas. O mesmo ocorre com a Petrobras e a Eletrobrás”, diz Demetrius Borel Lucindo, analista da Fator Corretora. Ele reconhece, contudo, que, depois de ter o seu nome envolvido em quase todos os escândalos do governo Lula — entre eles, o mensalão —, o BB passou por mudanças importantes e os resultados já começaram a aparecer. Nos três primeiros meses deste ano, os números do banco — lucro líquido de R$ 1,4 bilhão — foram melhores do que o previsto e mostraram uma instituição muito mais atenta ao avanço da concorrência.

O mercado chama ainda a atenção para o programa de aposentadoria proposto pelo BB, que pode atingir 12,5 mil funcionários. É um passo importante para adequar a instituição a um modelo mais enxuto já adotado pelos grandes bancos privados. (Informações do CorreioWeb)



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Comentários

Nos bancos privados não há corrupção, daí a perda de posição da Caixa e do BB.

Janise Carvalho

E como não poderia deixar de ser, como qualquer outro orgão público, presta um péssimo serviço de atendimento ao usuário.

guilherme alves

BB e Caixa subsidiam financiamentos a vários segmentos da economia, inclusive financiam a atividade rural e praticam taxas de juros e cobranças de serviços mais baratos. Os dois têm uma finalidade social.


Abreu e Lima - Prefeitura - Abreunozap

03/06


2007

"Espero que G8 sinalize contra o protecionismo agrário"

 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva espera que a próxima cúpula do G8 na Alemanha, à qual assistirá como convidado, lance um sinal contra o desequilíbrio global e em particular contra o protecionismo agrário.

"Espero que os chefes de Governo e Estado mais importantes lembrem que a fome é a expressão possivelmente mais dramática do desequilíbrio global. Quanta gente na Europa sabe que o protecionismo agrário nos países industrializados reforça a fome e a pobreza no mundo?", assinala Lula em uma entrevista ao dominical "Bild am Sonntag".

Para Lula, que participará da última jornada da cúpula de Heiligendamm como representante de um dos cinco países emergentes convidados, é de importância eminente desbloquear as negociações para a liberalização do comércio mundial.

"Se houvesse um comércio mundial de produtos agrícolas mais justo todos tirariam proveito disso, sobretudo os consumidores, que pagariam um preço mais justo por seus produtos", afirma o presidente.

Também foi convidado para a cúpula de Heiligendamm, que acontece entre a quarta-feira e sexta-feira, o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Pascal Lamy, que já participou de reuniões anteriores do grupo dos sete países mais industrializados e a Rússia. Do Estadão.com.


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Banco de Alimentos

03/06


2007

Empreiteiras têm obras irregulares de bilhões paradas

 A Gautama, abatida pela Operação Navalha, é a construtora recordista de obras com irregularidades graves, mas não é única a se destacar nessa modalidade. Levantamento feito pelo Correio mostra que outras oito empreiteiras são responsáveis, cada uma, por pelo menos duas obras paralisadas por causa de indícios de irregularidades graves. As quatro primeiras no ranking, incluindo a empresa de Zuleido Veras, tocam 19 obras que apontam problemas como sobrepreço, superfaturamento, aditivos ilegais e pagamentos por serviços não realizados. Seus contratos somam R$ 941 milhões. Ao todo, 89 grandes obras estão paradas, sem receber recursos da União, por apresentarem irregularidades graves. A soma dos contratos atinge R$ 4 bilhões.

A Gautama tem oito obras com irregularidades graves — cinco delas paralisadas. Os contratos somam R$ 468 milhões. Em segundo lugar vem a ARG Ltda., com cinco obras com indícios de irregularidades — quatro paralisadas. Contratos no valor total de R$ 275 milhões.

Três obras da Construtora OAS apresentam problemas, estando todas paradas. A soma dos contratos fica em R$ 196 milhões. O valor dos contratos e as falhas na execução estão registrados nos relatórios das auditorias feitas pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

No ranking dos ministérios, a liderança é dos Transportes, com folga. Das 168 obras fiscalizadas, 57 apresentaram irregularidades graves que justificaram a paralisação, para evitar prejuízos aos cofres públicos. O Ministério da Integração Nacional, área de atuação preferencial da Gautama, apresentou irregularidades em 11 das 16 obras fiscalizadas. Incluindo o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), são mais cinco obras com problemas.

Ministérios
O TCU elabora anualmente uma lista de obras com indícios de irregularidades graves (IGP). Essa relação é enviada à Comissão Mista de Orçamento em setembro, quando inicia a tramitação da lei orçamentária. Essas obras podem ser incluídas no Orçamento do ano seguinte, mas deixam de receber recursos imediatamente. No ano seguinte, o tribunal informa os casos em que as irregularidades foram sanadas. O Congresso, então, aprova decretos legislativos e autoriza a liberação de recursos federais para esses projetos novamente. O corpo técnico do TCU queixa-se da pressão de políticos, de deputados a governadores, para que o tribunal exclua obras da lista enviada ao Congresso.

No ano passado, o TCU fiscalizou 259 obras, com investimentos de R$ 20 bilhões. Além das 89 com problemas graves, outras 141 apresentaram indícios de irregularidades, mas não o suficiente para serem suspensas. Apenas 29 (11% do total auditado) não apresentaram problemas. O tribunal estima que, no ano passado, os cofres públicos tiveram um benefício de aproximadamente R$ 1 bilhão em conseqüência da suspensão de repasses para obras que apresentavam fraudes ou falhas na sua execução.

Sobrepreço
A novidade na lista foi a ARG Ltda., empreiteira sediada em Belo Horizonte. Seu maior contrato, no valor de R$ 74 milhões, prevê a implantação de um trecho na BR-393, entre Muqui e Bom Jesus (Espírito Santo). O TCU apontou fortes indícios de sobrepreço e deficiências como projeto de terraplenagem insuficiente, prorrogação de prazo contratual e execução de serviços sem a devida cobertura contratual. Na construção do contorno de Foz do Iguaçu (PR), o tribunal identificou subcontratação irregular e um sobrepreço na ordem de R$ 9,9 milhões. O sobrepreço significa o cálculo do custo da obra com valores acima daqueles praticados pelo mercado. O superfaturamento é o pagamento de serviços com valores acima do mercado.

A OAS é parceira da Gautama na construção da Adutora Italuís (MA). Só esse contrato chega a R$ 145 milhões. A empreiteira tem mais duas obras com indícios de irregularidades: a conclusão das obras do Complexo Viário Baquirivu, em Guarulhos (SP), orçada em R$ 25,5 milhões, e a construção da Marginal Leste em Teresina, uma obra para conter as enchentes no rio Poty, com orçamento de R$ 25,3 milhões.

Empresas contestam
A ARG Ltda. contestou parcialmente as decisões do TCU. Nota elaborada pelo advogado Alexandre Salles rebate principalmente as acusações mais graves feitas pelo tribunal. Em relação à implantação do trecho na BR-393/ES, o advogado afirmou que, após a apresentação das justificativas pela empresa, a unidade técnica do tribunal “concluiu pela inexistência de sobrepreço e recomendou a continuidade das obras de restauração da BR-393”. Quanto à parte da implantação, acrescentou, o TCU determinou que o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit) finalizasse o projeto executivo antes de dar continuidade às obras.

Quanto ao contorno de Foz do Iguaçu, a empresa afirmou ter ficado demonstrado que o valor global da obra está quase R$ 20 milhões mais barato do que os preços orçados pelo Dnit. “O referido indício de preços acima dos de mercado não procede, tanto é assim que o TCU mudou as dúvidas depois dos esclarecimentos oferecidos pela empresa, vindo a questionar o DNIT agora sobre o procedimento licitatório”.

No caso da obra na BR-342/ES, a empresa disse que “não houve desvio de verbas” e que os indícios de preços acima dos de mercado não foram mantidos pelo tribunal”. A ARG acrescentou que cumpriu fielmente o contrato para a execução da obra na BR-381/MG e não responde por nenhuma das irregularidades apontadas anteriormente pelo tribunal.

Um representante da Egesa, Waldevique Borges, contestou os cálculos do TCU na aferição de sobrepreço e superfaturamento na construção de trechos da BR-230/TO. Afirmou que o sobrepreço inicial de 118%, calculado pelo tribunal, caiu para 21,45% e continua sendo discutido pelas equipes de auditoria. Além disso, afirmou, o valor atribuído a esse sobrepreço estaria retido por decisão do TCU, o que impede pagamentos indevidos. No caso da BR-235/TO, afirmou que ainda não foi dada a ordem de serviço. E afirmou que o próprio tribunal aponta dois valores para um possível sobrepreço: 8,46% ou 16,4% — dependendo da inclusão ou não do transporte de insumos no cálculo dos custos.

As empreteiras Queiroz Galvão, OAS, Andrade Gutierrez , Aterpa e Comagi foram contatadas, mas não apresentaram suas respostas.   (Informações do Correio Brazilense)


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03/06


2007

Empreiteiras financiaram metade do Congresso Nacional

A campanha eleitoral de cerca da metado dos parlamentares que ocupam cadeiras no Congresso Nacional receberam verbas de empreiteiras, segundo o jornal Folha de S.Paulo. Levantamento feito pelo jornal junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aponta que 54,7% do Congresso recebeu alguma quantia de empresas do setor.

Oficialmente, as construtoras gastaram R$ 27 mi nas campanhas. Outro montante foi doado diretamente aos partidos. As empresas bancaram 285 dos 513 deputados - 55,5% da Casa - e 40 dos 81 senadores - 49,3%). No caso do Senado, o levantamento também contabilizou os eleitos em 2002, cujos mandatos estão em curso.

Da lista de parlamentares que ganharam recursos do setor, 40% têm cadeira na Comissão de Transportes da Câmara e 37% na de Infra-Estrutura do Senado. Os congressistas podem direcionar verbas federais para obras por meio de emendas ao Orçamento da União.

Ex-governador do Distrito Federal, o senador Joaquim Roriz (PMDB-DF) foi o que mais se beneficiou das doações de empresas do setor da construção. Recebeu R$ 1 mi de empreiteiras: R$ 700 mil da JM Terraplanagem R$ 300 mil da Torc Terraplanagem. A soma representa 62% da receita total de sua campanha.

Roriz afirmou, por meio de sua assessoria, que as doações se devem ao seu perfil de ''tocador de obras'' e, por isso, considera natural receber recursos desse setor.

As principais doadoras congressistas eleitos foram a Camargo Corrêa, a Construtora OAS e a Barbosa Mello.

Procuradas pelo jornal , as empresas Camargo Corrêa, Odebrecht, Barbosa Mello, Construtora OAS e JM Terraplanagem não quiseram se manifestar sobre as doações. As informações são do portal Terra.


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guilherme alves

Não sei onde está a novidade, desde criancinha que sei dos financiamentos das empreiteiras aos politicos. Ou notícia mais requentada.Falta assunto aos jornalões.


O Jornal do Poder

03/06


2007

Ministro que ninguém sabe, ninguém viu

 Onde está Celso Amorim? A pergunta pode parecer esdrúxula, mas é que quem escreve sobre esse rame-rame da política acaba sentindo falta dos personagens mais assíduos da trama (no bom sentido). E Amorim não poderia nos faltar numa hora dessas.

São tantas emoções em torno de Silas Rodou, Jacques Wagner, Mangabeira Unger, Renan Calheiros e companhia, que por um instante pode até surgir a dúvida: quem é o chanceler do segundo governo Lula? Quem foi para o lugar de Amorim na reforma ministerial? Marco Aurélio Garcia? Samuel Pinheiro Guimarães? Ciro Gomes?

Não, nenhum deles. Amorim, o homem da ofensiva terceiro-mundista de Lula, o artífice da revolução sul-sul, continua lá, na mesma cadeira. Permanece como um dos mais importantes entre os ministros decorativos, desses que têm a função de fazer os brasileiros acharem que estão em plena revanche contra o mundo neoliberal.

O chato é não se ter notícias de Celso Amorim nessas horas em que surgem os abacaxis chavistas. O presidente da Venezuela disse que os senadores brasileiros, que repudiaram o fechamento da RCTV, comem na mão dos americanos. Lula reagiu dizendo que quem cuida do Brasil é ele, e Hugo Chávez deve cuidar da Venezuela. Está certíssimo. Melhor ainda seria se Lula, Celso Amorim e companhia nacional-bolivarista tivessem pensado nisso antes.

Agora ficou tarde. O presidente brasileiro já ciscou demais no quintal venezuelano para poder dar gritos de soberania. Lula, inspirado por Amorim, Marco Aurélio Garcia, Tarso Genro, Pinky e Cérebro, ciscou em tudo quanto é quintal sul-americano.

Se meteu na eleição boliviana, apoiando aquele índio bufão que saiu confiscando os investimentos brasileiros no país. Meteu a colher na Argentina, apoiando o neopopulista Kirschner e sua pantomima do calote generalizado. Tomou partido na Venezuela, apoiando ostensivamente o projeto autoritário de um dos estadistas mais primitivos do mundo contemporâneo.

Ou seja: Lula rodou sua bolsinha esquerdista por tudo quanto é esquina onde Amorim, Pinky e Cérebro lhe apontavam promessas de propagação da “onda vermelha”, “revolução bolivarista” ou qualquer bobagem nessa linha.

Agora, caro presidente, não dá mais para bradar que “do Brasil cuido eu!”. O senhor autorizou o mundo inteiro a cuidar do Brasil, a se meter no Brasil, a bisbilhotar o Brasil, porque o senhor foi bisbilhotar a democracia dos outros, e se meter no direito soberano de outros povos de escolherem seus representantes.

Ainda bem que Celso Amorim não inventou algum tipo de conexão Bagdá. Ao menos o bombardeio contra o Congresso Nacional continua sendo apenas uma metáfora.  (Do blog Política & Cia)


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Realmente o Ministro Celso Amorim com sua politica anti-americana aproximou o Brasil dos Hugos Chaves da vida e graças a essa poltica o Brasil teve um crescimento economico aquém de suas possibilidades. está na hora de pedir demissão.



03/06


2007

Ministro diz que questionar Justiça leva a Estado policial

 O ministro Gilmar Mendes, vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), disse que o questionamento de ordens da Justiça por órgãos policiais fere o Estado de Direito e pode levar a um Estado policial, nos moldes da KGB e da Gestapo.

''Se órgãos policiais começam a discutir ordens judiciais nós estamos em outro modelo que não é o do Estado de Direito'', disse o ministro a jornalistas antes de palestra em uma universidade de São Paulo.

''Não é o modelo constitucional brasileiro. E aí os senhores conhecem casos como o da KGB (soviética) e da Gestapo (alemã), modelos clássicos de Estado policial. Os senhores sabem como isso começa e como isso termina'', acrescentou, ressalvando que falava em ''abstrato''.

Na semana passada, Gilmar Mendes afirmou que o Poder Judiciário estava sendo alvo de ''intimidação'' por pessoas interessadas em criar ''um Estado policial''.

O ministro referia-se à divulgação extra-oficial de seu nome como uma das autoridades que constariam da lista de beneficiados com presentes da Construtura Gautama, pivô da Operação Navalha, que desvendou esquema de desvio de dinheiro público.

''Os senhores não acham estranho que essa divulgação só se dê depois da concessão de alguns habeas corpus que incomodam certos grupos?'', questionou à época.

Gilmar Mendes disse ainda que toda operação policial é feita por meio de pedido à Justiça. No caso da Operação Navalha foram 48 presos, todos já soltos por determinação judicial. O ministro concedeu habeas corpus a cinco suspeitos, entre eles o dono da Gautama, Zuleido Veras. (Informações da agência Reuters)


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LandRover

O ministro Gilmar Mendes, do STF está mais que certo, pois é inadmissível que um país como o Brasil possa aceitar de forma omissa a ação irresponsável de uma polícia que busca, sim, assumir um papel que é próprio do Poder Judiciário. Fim às ações descabidas da polícia política de Lula e do PT.

IVAN INÁCIO DE OLIVEIRA

ESTAMOS PERDIDOS. COM UM JUDICIÁRIO CORRUPTO E UMA POLÍCIA QUE NÃO PODE TRABALHAR. O GILMAR QUE UMA POLÍCIA QUE NÃO MEXA NOS ESGOTOS.... GRANDE GILMAR.



03/06


2007

Lista de bicheiros traz nomes de Rosinha e Benedita

 Um documento apreendido durante a Operação Hurricane pela Polícia Federal, no dia 13 de abril, na casa do sobrinho do contraventor Ailton Guimarães, o Capitão Guimarães, traz iniciais e sobrenomes de políticos do Rio ao lado de quantias supostamente pagas pelo jogo do bicho a autoridades do Estado em 2001 e 2002.

O documento está escrito à mão e, segundo a PF, a letra é de Júlio Guimarães Sobreira, sobrinho do Capitão Guimarães. Ambos foram presos na operação. A maioria dos políticos da lista concorreu em 2002.

Aparecem na lista, reproduzida ontem pelo jornal ''O Globo'', os nomes das ex-governadoras Rosinha Matheus (PMDB, citada como ''Rosinha'') e Benedita da Silva (PT, identificada como ''B. Silva''), que concorreram ao governo do Estado em 2002. Outros candidatos ao mesmo cargo, como a deputada federal Solange Amaral (DEM, que aparece como ''S. Amaral'') e o ex-prefeito de Niterói Jorge Roberto Silveira (''JR Silveira''), também são listados.  (Informações da Folha de S.Paulo)


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guilherme alves

Outra notícia requentada. O jogo de bicho no Rio financia campanhas há décadas. Onde está a novidade?



03/06


2007

Hugo Chávez manda seus críticos ''''para o inferno''''

 O presidente venezuelano, Hugo Chávez, mandou ''para o inferno'' neste sábado, 2, os críticos nacionais e estrangeiros de sua decisão de não renovar a licença de transmissão em sinal aberto da ''RCTV'', e reiterou seu compromisso com a ''unidade'' a milhares de seguidores reunidos em Caracas.

A saída do ar da RCTV - cadeia de televisão mais antiga da Venezuela e uma emissora crítica do governo - provocou vários protestos a favor e contra a decisão. Chávez acusou a RCTV de ''golpista'' e ''antidemocrática'' e a substituiu pela TVes, um canal de televisão patrocinado pelo governo.

Em apoio à decisão de Chávez, dezenas de milhares de venezuelanos participaram de uma passeata neste sábado. ''Que vão longo para o inferno os representantes da burguesia internacional (...) para o inferno mandamos desde as ruas da Venezuela, este é um povo livre!'', disse Chávez aos manifestantes. Vestidos com camisetas e gorros vermelhos, em um ato que chamaram de ''antiimperialista'', eles repetiam em coro o grito ''é assim que se governa!''.

''Não aceitamos de ninguém a intromissão nos assuntos internos da Venezuela'', gritou o líder, ao fazer referência às críticas de quem chamou de ''direita internacional'' sobre a decisão envolvendo a ''RCTV''.

A decisão contra a RCTV também provocou duros ataques internacionais. Um dos mais importantes foi a troca de palavras que começou quando o Senado brasileiro criticou a atitude de Chávez, gerando por sua vez críticas do líder venezuelano. O caso fez Brasília chamar o embaixador venezuelano para um parecer.

Outra emissora na mira

Enquanto isso, seus seguidores pediam o fim da ''Globovisión'', a emissora privada de notícias que foi acusada pelo governo venezuelano na semana passada diante da procuradoria de ''instigar o magnicídio'' e encorajar os protestos dos últimos dias nas ruas da Venezuela.

Em um momento de seu discurso, Chávez lembrou que a lei local permite tirar uma licença de transmissão de um meio de comunicação não só porque ela vence, mas também ''por violações à Constituição''.

''Hoje temos esse canal 2 liberado, já não é da oligarquia nem voltará a ser, agora é do povo venezuelano'', sustentou. A emissora ''RCTV'' encerrou suas transmissões em sinal aberto pelo canal 2 no domingo passado à meia-noite, quando venceu sua última concessão, de 20 anos.

Minutos depois, utilizando antenas transmissoras da ''RCTV'', iniciou suas emissões a nova ''TVes'', criada pelo governo como a primeira televisão de serviço público do país. A ''TVes'' ''completa amanhã (domingo) sua primeira semana de vida e já nos enche de mensagens lindas, de paz, de esperança'', afirmou Chávez.

Protesto contra

A saída do ar da ''RCTV'' foi rejeitada por milhares de estudantes universitários, que esta semana marcharam em Caracas e outras cidades com palavras de ordem em defesa da liberdade de expressão. Chávez criticou duramente os universitários e qualificou de ''vergonha'' que a juventude defenda os interesses do ''imperialismo'' em detrimento da ''pátria''.  (Informações do portal Estadão)


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03/06


2007

Chávez volta a criticar Senado brasileiro

O presidente venezuelano voltou a falar do que chamou de "comunicado grosseiro" aprovado pelo Senado brasileiro, contrário à decisão de não renovar a licença da RCTV.

"Não aceitamos de ninguém ingerências nos assuntos internos da Venezuela", disse o presidente, afirmando que as oligarquias latino-americanas "temem que o exemplo da Venezuela se estenda aos outros países, onde eles acham que mandam".

No mesmo discurso, Chávez anunciou que o presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, chegará a Caracas no domingo em visita oficial e destacou os apoios que tem recebido também por parte do presidente de Cuba, Fidel Castro, da Bolívia, Evo Morales, e do presidente da União Africana, Olusegun Obasanjo.(Informções do portal G1).


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LandRover

Vamos depor Hugo Cávez e a cambada do lado de cá da América do Sul! Fim aos porcos vermelhos. Fim aos hipócritas filhos de Fidel.

Paulo Kigrer

Faltou citar o apoio do companheiro João Paulo que será "importante" até futuro bem próximo, após o quê, será um eternamente ex-!