FMO janeiro 2020

29/05


2007

Mendonça reúne o DEM e dá a partida para 2008

 O partido Democratas (DEM) começa a se reestruturar no Estado. Ontem, a diretoria executiva nomeou os representantes de cinco comissões provisórias que irão atuar no interior. Foram formados grupos em Caruaru, Taquarintinga do Norte, Bodocó, Angelim e Custódia. O prefeito de Caruaru, Tony Gel (DEM) vai presidir a executiva municipal e coordenar a disputa eleitoral na cidade em 2008. A eleição em Caruaru deverá ser uma das mais acirradas. No poder há quase sete anos, o prefeito irá enfrentar a ''tropa'' do governador Eduardo Campos (PSB) que tem a vereadora Laura Gomes (PSB) entre as opções à sucessão de Tony Gel.

Durante o encontro, também foi anunciado pelo presidente do DEM, Mendonça Filho, que o ex-prefeito José Esdras Freitas assume a comissão provisória de Custódia; o ex-prefeito Jânio Arruda, a de Taquaritinga do Norte, e o ex-prefeito Brivaldo Pereira, a de Bodocó. Já em Angelim, a missão fica sob o comando do ex-prefeito Marcos Calado. ''Estamos trabalhando em todos os municípios e nas próximas reuniõesda executiva vamos anunciar todas as comissões provisórias que vão fortalecer o Democratas em todas as regiões'', disse o ex-governador. Ontem à noite, os democratas começaram a exibir as inserções estaduais do partido. 

(Diario de Pernambuco)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Banco de Alimentos

29/05


2007

Conselho tem pretensão de tirar PE do ranking negativo

 Semelhante ao modelo criado pelo presidente Lula, o governador Eduardo Campos (PSB) implantou oficialmente ontem o Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico e Social de Pernambuco (Cedes). O grupo, composto por 60 conselheiros, dos quais 53 já foram nomeados, terá como um dos primeiros desafios apresentar propostas à atual gestão para tirar o estado do ranking negativo em relação às políticas públicas.

Segundo o governador, Pernambuco tem uma grande dívida social para ser resgatada. ''Somos o vigésimo estado em índice de desenvolvimento humano (IDH). Diminuir as desigualdades não é uma tarefa de um só ou de um governo. Mas de todos'', salientou Eduardo, durante a solenidade no Palácio das Princesas.

Em entrevista à imprensa, o socialista evitou comparar diretamente a atual iniciativa ao conselho da gestão do ex-governador Mendonça Filho (DEM), batizado de Pacto 21. Nas entrelinhas, porém, deixou escapar críticas. De acordo com Campos, o novo conselho ''é amplo, tem a participação de empresários, trabalhadores, universidades, pessoas da área de serviços''.

(Diario de Pernambuco) 


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

O Jornal do Poder

29/05


2007

Quase agressores saem fortalecidos na Câmara

 Protagonista de uma tentativa de agressão ao presidente da Câmara, Josenildo Sinésio (PT), e autor da emenda da estabilidade, o vereador Antônio Luiz Neto (PTB) ontem discursou calmamente sobre a sua proposta, que foi aprovada com 32 votos. ''Na semana passada prevaleceu o bom senso'', disse o trabalhista, que depois alfinetou o petista ao citar o episódio da confusão: ''Não posso me curvar a isso. O legislativo não pode se agachar. Agraço a Fred Oliveira, pela maneira firme como ele vem se portando'', disse. Um grupo de sete vereadores formou fila no plenário para elogiar o colega do PTB no microfone da Casa.

Apenas sete emendas faltam ser votadas para encerrar a primeira rodada de análise da matéria, que deve acontecer na tarde de hoje. A segunda votação da Lei Orgânica, que em tese só ocorrerá para sacramentar a decisão anterior, deve acontecer a partir do dia 12 de junho, conforme aponta o regimento da Câmara

(Diario de Pernambuco) 


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Paulo Kigrer

Qual a novidadede de ser Sinésio medíocre?



29/05


2007

Na Câmara ''''nem tudo são flores'''' ainda, diz vereador

 No suposto destravamento das votações na Câmara de Vereadores do Recife, ''nem tudo são flores'', como ressaltou Carlos Gueiros (PRTB), uma vez que, segundo ele, a emenda da estabilidade financeira dependerá exclusivamente da PCR para ser posta em prática, e não mais do Legislativo.

O vereador João Alberto (PSDB) foi mais longe ao dizer que assinou o acordo ''constrangido''. A desconfiança da oposição se deve ao teor do acordo, que concede à Prefeitura o direito de enviar um projeto de lei ao legislativo regulamentando as remunerações dos servidores enquadrados no benefício da ''estabilidade financeira''. Desse modo a PCR passa a ter o controle sobre a matéria.

(Diario de Pernambuco)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Paulin de Caruaru.

Magno, você ainda não comentou sobre o gasto de um milhão de reais da prefeitura na questão do parque dona Lindú! Não me diga que está com medo de ser acusado de perseguir o prefeito que cuida das pessoas!



29/05


2007

Vereadores superam brigas e destravam votações

 Após tramitar por mais de 90 dias na Câmara Municipal do Recife, o processo de votação da Lei Orgânica da cidade finalmente deslanchou na tarde de ontem e, aparentemente, deixou para trás o histórico de atrasos e desavenças que marcou a análise da matéria. Conforme tinham anunciado na semana passada, os vereadores entraram em consenso sobre a ''emenda da estabilidade financeira'', o que acabou destravando a votação das propostas seguintes. Como há muito tempo não se via no plenário da Casa, a votação transcorreu sem problemas.

Em menos de duas horas, 14 emendas foram aprovadas, entre elas a que aumenta a licença maternidade das servidoras municipais de 120 para 180 dias. De autoria do vereador Mozart Sales (PT), a aprovação da proposta vinha sendo adiada por parlamentares da oposição, que estavam insatisfeitos com a suposta interfência da Prefeitura do Recife no trâmite da revisão da lei.

(Diario de Pernambuco) 


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


29/05


2007

Navalha em Ipojuca: prefeito e ex não se pronunciam

 A decisão da promotoria em torno de obras entre a prefeitura de Ipojuca e a empresa Gautama no município, aponta que o Tribunal de Contas da União (TCU) também instaurou um procedimento para ''apuração de possíveis irregularidades ocorridas na prefeitura'' durante a aplicação de recursos federais em 2003. Na ocasião, o deputado estadual Carlos Santana (PSDB) era prefeito da cidade. O parlamentar não retornou os contados feitos pela reportagem. O Ministério Público informa também que o contrato prevê a aplicação de recursos do município e do Estado.

O prefeito de Ipojuca, Pedro Serafim (PMDB), não atendeu aos telefonemas do Diario. A ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Eliana Calmon se reúne hoje com representantes do Ministério Público Federal para discutir estratégias para investigar a evolução patrimonial da Gautama.

Motivações para o pedido

- Investigações da Operação Navalha com a prisão de diretores da Construtora Gautama e o abandono das obras da empresa e de empreeiteiras terceirizadas em Ipojuca, o que tem causado transtornos para a população.

- As obras receberam recursos de R$ 13 milhões dos Ministérios da Integração Nacional, Turismo e Saúde, através da Funasa. Houve atraso nas obras e suspensão do repasse de verbas pela Funasa em razão da não prestação de contas pela administração municipal anterior e a atual.

- Também foram investidos recursos municipais e estaduais e a prefeitura de Ipojuca já foi chamada para responder demandas judiciais, pelo não pagamento de reclamações trabalhistas de responsabilidade da Gautama e das construtoras terceirizadas.

(Diario de Pernambuco)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


29/05


2007

Navalha em Ipojuca: União entrou com R$ 13 milhões

 Além de requisitar à administração municipal toda a documentação da obra envolvendo a empresa Gautama e a prefeitura de Ipojuca, o Ministério Público de Pernambuco também remeteu ofícios aos ministérios da Saúde, Integração Nacional e Turismo solicitando cópias dos convênios, uma vez que o governo federal forneceu pelo menos R$ 13 milhões ao projeto. O promotor Miguel Sales também solicitou informações de diversos órgãos que podem colaborar com a investigação, especialmente a PF, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) e o Ministério Público da União.

De acordo com o Miguel Sales, já se sabe que a prestação de contas dos recursos aplicados apresenta diversas falhas, mas o promotor ressalta que ainda é cedo para tirar conclusões. ''Não posso prejulgar ninguém. O procedimento administrativo vai permitir que o Ministério Público obtenha informações importantes. Tive conhecimento, por exemplo, que a Gautama teria sido contratada para realizar outra obra no distrito de Camela, mas isso ainda não está claro'', disse o promotor.

(Diario de Pernambuco) 


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


29/05


2007

Navalha chega a PE: apura contratos da Gautama e Ipojuca

 O promotor de Ipojuca, Miguel Sales, instaurou ontem um procedimento de investigação para apurar os contratos firmados entre a prefeitura daquele município e a Construtora Gautama, que desde 2003 atua na cidade em obras de esgotamento sanitário e calçamento de ruas. A medida foi tomada em função de suspeitas de irregularidades envolvendo a aplicação de recursos públicos para o pagamento da empreiteira no estado.

Acusada de liderar a suposta máfia que fraudava licitações para a realização de obras públicas desarticulada pela Operação Navalha, da Polícia Federal (PF), a Gautama começou a operar em Porto de Galinhas após vencer uma licitação aberta pela prefeitura de Ipojuca. A obra, que apresentou atrasos desde então, foi paralisada um dia depois da operação que prendeu diretores da Gautama e os canteiros continuam abandonados.

(Diario de Pernambuco) 


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


28/05


2007

PSol quer cassação de Renan Calheiros

 O PSol se reúne nesta terça-feira para decidir se dará entrada no Conselho de Ética do Senado com um pedido de cassação de mandato contra o presidente da Casa , senador Renan Calheiros (PMDB-AL), acusado de envolvimento com o lobista Cláudio Gontijo, da construtora Mendes Júnior. A reunião terá a presença da presidente do PSOL, ex-senadora Heloísa Helena (AL).

De acordo com a revista ''Veja'', a Mendes Júnior teria pago despesas pessoais do senador. O nome de Renan aparece em vários trechos de escutas telefônicas feitas pela Polícia Federal nas investigações sobre a Gautama e a máfia das licitações públicas. O presidente do Senado também é acusado de omitir a posse de propriedades no interior de Alagoas.  (De O DIA)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

muitos estarão engordando esta fila, pois esses caras, já gostas de ganhar propina de empreiteiros. Como é bom a construção civil.

Prezado presidente do senado, para não fugir dos procedimentos de praxe, o correto seria V. Excia. se afastar da presidência da casa, para que todos os procedimentos investigativos, fossem adiantados, e caso comprovassem as acusações, o sr. teria que perder seu mandato, é óbvio. E se a moda pegar,

IVAN INÁCIO DE OLIVEIRA

Chegou-se apenas no início. Se aprofundar as investigações poucos ficam vivos no congresso. Todo mundo sabe quanto esse pessoal gasta nas campanhas... Tá se começando a discubrir de onde vem o dinheiro.

LandRover

Fico imaginando o quanto tem sido difícil para aquele camarada condenado pela justiça a 12 anos de prisão por ter roubado uma galinha para matar a fome da sua família.

angelo castelo branco

Vivendo inegavelmente um estágio mais avançado de amadurecimento, o Brasil encontra-se agora numa fase de perplexidades. Mas todo mundo sabe que parlamentares e executivos receberam auxilios de grandes empresas em suas campanhas. A guerra anti-corrupção passa pela anulação das emendas ao orçamento.



28/05


2007

Promessas para consertar tudo. No final corrupção vence

(Do blog de José Márcio Mendonça)

 A promessa é do presidente da Câmara dos Deputados, Arlino Chinaglia: a partir de amanhã, depois de um debate inicial com o Colégio de Líderes da casa, os parlamentares começarão a discutir - e a votar com urgência - modificações nos procedimentos parlamentares em relação à discussão e aprovação do Orçamento da União.

Toda vez que o Congresso passa por um constrangimento como o que está passando agora, em função das revelações da Operação Navalha, está promessa de mudanças no processo orçamentário no Legislativo é renovada. E logo em seguida esquecida, depois de algumas providências cosméticas, apenas para dar satisfações à opinião pública.

Alterações profundas, realmente moralizadoras, não são levadas em conta. Em 1992, por exemplo, a CPI dos Anões do Orçamento em seu relatório final traçou um excelente roteiro de como se dava o assalto aos cofres públicos a partir da votação da proposta de gastos do governo. E apresentou uma lista de providências que deveriam ser adotadas para tentar fechar esse sangradouro.

Pouco se avançou, porém,. Houve um refluxo momentâneo por causa das revelações de então e da vigilância da opinião públic. Mas passado um tempo, tudo voltou ao normal, com novos métodos, novas práticas.

A corrupção tem uma incrível capacidade de regeneração e de inovação. Três ou quatro anos depois já se falava em Brasília novamente nos ''perigos'' da Comissão de Orçamento, um dos lugares mais disputados por deputados e senadores.

Desembocou-se, no ano passado, na novela dos sanguessugas, descoberta meio por acaso (aliás, como a própria Operação Navalha, que começou na realidade com uma investigação dentro da própria Polícia Federal). CPI vai, CPI vem, e novo relatório revela outra vez os caminhos de assalto ao Orçamento e apresenta sugestões para evitar novos avanços sobre o dinheiro. O episódio acabou logo esquecido.

Que é possível blindar o Orçamento é possível, como mostraram as duas CPIs e sabem os parlamentares mais experientes. Muitas idéias que têm sido discutidas desde lá atrás produzirão efeitos positivos se adotadas de fato.

O Congresso pode agir de um lado e o governo de outro, em conjunto. A questão é saber se interessa a todos realmente fechar as torneiras. Veja-se, por exemplo, a sugestão de tornar o Orçamento em impositivo em lugar de autorizativo como agora, tida como essencial, vital.

Atualmente, o governo é autorizado a gastar nos projetos e obras incluídas no Orçamento. Gasta se quiser. E o Executivo usa esse expediente para evitar, por exemplo, o excesso de gastos a partir das emendas dos parlamentares; e também evitar gastar dinheiro em obras não prioritárias. Em tese, muito bom, dada a obra de ficção que se transformou o Orçamento no Brasil. O dinheiro, em tese, somente é liberado quando os recursos aparecem nos cofres do governo.

Mas esta providência gera um problema que abre mais escaninhos para a corrupção: a luta das empresas que vão tocar as obras e dos próprios entes públicos (órgão da organização direta federal, os Estado e os municípios) responsáveis por elas e delas beneficiários para liberar as verbas. Intala-se então o famos tráfico de influência, como se pode ver nas ações da Gautama no Congresso e no próprio Executivo.

O Orçamento impositivo, como em outros países, é o mais correto. Antes de adotá-lo, porém, é necessário alterar boa parte dos procedimentos orçamentários de hoje - desde o início de sua elaboração nos ministérios, passando pela discussão e votação no Congresso, até o momento final de vetos e sanção presidencial.

Se não for assim, já foi dito aqui, não demorará muito para outras histórias escabrosas aparecerem. Será diferente desta vez?


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

guilherme alves

Não adianta mudanças superficiais, cosmésticas e adjetivas, e sim a mudança substantiva que implica na reformulação do carater de seus agentes. A mudança deve ter um só artigo: SEJAM HONESTOS.