O Jornal do Poder

11/08


2007

Governo adia leilão de hidrelétrica no rio Madeira

Depois de reclamar da demora do processo de licenciamento ambiental, o próprio governo adiou o leilão da hidrelétrica de Santo Antônio (3.150 MW, megawatts), no rio Madeira (RO).

A expectativa inicial era fazer o leilão no final de setembro ou início de outubro. Em portaria divulgada ontem no começo da noite, o Ministério de Minas e Energia informou que o leilão ''deverá'' acontecer em 30 de outubro. Apesar do atraso, o documento manteve a promessa de que a energia gerada pela usina deverá começar a ser entregue em 2012.

No final de janeiro, no anúncio do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) as usinas do rio Madeira apareceram entre os investimentos prioritários para evitar crise no abastecimento a partir de 2012. No final de março, o Ibama negou emissão de licença ambiental prévia aos empreendimentos e pediu mais esclarecimentos ao consórcio Furnas-Odebrecht , responsável pelos estudos de impacto ambiental.

A partir daí teve início uma crise dentro do governo, opondo o Ministério de Minas e Energia e a Casa Civil ao Ministério do Meio Ambiente. No início de julho o Ibama emitiu licença prévia, e o governo estimou que faria o leilão da usina de Santo Antônio até o início de outubro.

Com base na portaria, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) fará uma minuta de edital, que ficará em consulta pública até sexta-feira da próxima semana.

Procurado, o Ministério de Minas e Energia não explicou o motivo do atraso. Segundo a Folha apurou, o governo ainda busca uma alternativa para garantir o maior nível de competição no leilão. Ou seja, trabalha em uma forma de atrair outros grupos privados -principalmente o liderado pela construtora Camargo Corrêa- para participar. Do Jornal Folha de São Paulo.


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Possívelmente o atraso é motivado pelos 30% por fora.


Potencial Pesquisa & Informação

11/08


2007

Usineiro afirma que atuou como ''laranja'' de Renan

Acossado por uma nova denúncia –a de que adquiriu, por meio de “laranjas”, empresas de comunicação em sociedade secreta com o usineiro João Lyra (foto)— Renan Calheiros procedeu como de hábito: negou, negou e negou. Pois o ex-sócio oculto do presidente do Senado decidiu agir de outro modo: confirmou, confirmou e confirmou. Lyra é o tipo de empresário que mistura os negócios à política. No passado, foi aliado de Renan. Hoje, são adversários. O usineiro quebrou o silêncio em entrevista ao repórter Alexandre Oltromari (assinantes de Veja). Travaram o seguinte diálogo:

 

Como era sua sociedade com o senador Renan Calheiros?
Renan foi um bom sócio. Todos os compromissos que assumiu comigo ele honrou. Foi bom enquanto durou.

– O senhor se refere a compromissos financeiros?
 Sim. Inclusive financeiros. Na compra das rádios e do jornal ele pagou tudo direitinho. Não tenho do que me queixar do senador.

O senhor nunca teve curiosidade de saber de onde vinha o dinheiro do Renan? Pagamentos em dólar costumam chamar atenção...
Sinceramente, no decorrer da minha vida, nunca me preocupei muito com as coisas dos outros. Cada um deve responder pelo que faz.

Além das empresas de comunicação, que outros tipos de negócio havia entre o senhor e o senador Renan?
Eram negócios privados. Não gostaria de me estender sobre eles.

– Por que Renan não quis aparecer como sócio na compra do jornal e da rádio?
Ele me disse que não tinha como aparecer publicamente à frente do negócio, mas não explicou as razões. Por isso, pediu para colocarmos tudo em nome de laranjas. Eu topei

 

A sociedade entre Renan e Lyra durou cinco anos. Longe dos olhos do fisco, compraram um jornal e uma rádio, que, depois, deram origem à JR Radiodifusão. Negócio de R$ 2,6 milhões. Renan entrou com R$ 1,3 milhão. Dinheiro vivo –parte em reais, parte em dólares. Em 2005, desfez-se a parceria. Lyra ficou com o jornal. Renan, com a JR Radiodifusão, hoje em nome do primo Tito Uchôa e do filho Renan Calheiros Filho. À primeira rádio juntaram-se outras três. 

 

Em nova representação contra Renan, DEM e PSDB pediram que sejam acomodados em pratos limpos os negócios de Renan no ramo das comunicações. As transações que o senador assegura não ter realizado serão objeto de investigação também do Ministério Público, no âmbito do inquérito aberto no STF a pedido do procurador-geral Antonio Fernando de Souza. Do Blog do Josias de Souza.


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Comentários

guilherme alves

E por falar em marginais do colarinho branco, ou seja aqueles que vivem à margem das leis e normas pátrias, onde se encontra a Receita Federal, MPF e PF nesse caso?

Falar em usineiro como anda o José Mucio? Usina de Açucar ficou para 2º plano para esse cidadão que da noite para o dia virou lullista. Por que será?


Banco de Alimentos

11/08


2007

Caso Renan: Justiça investiga frigorífico

A Justiça de Alagoas determinou a quebra do sigilo fiscal, tributário e bancário de seis abatedouros de gado do Estado, entre eles o Mafrial, que foi citado pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), como intermediário da venda de gado de suas fazendas.

O procurador-geral do Estado, Mário Jorge Uchôa, disse que a quebra dos sigilos foi pedida depois que a fiscalização da Secretaria da Fazenda encontrou indícios de irregularidades em empresas de comercialização de carne no Estado.

"Pelas notícias divulgadas nacionalmente, o governo do Estado mandou levantar como estava o comércio de bois. Foi constatada uma forte suspeita de que algumas empresas estavam sendo utilizadas para determinadas operações", disse Uchôa. Segundo o procurador-geral, a Secretaria da Fazenda ainda não tem detalhes dessas operações irregulares.

Ontem, a secretaria não comentou o pedido de quebra dos sigilos. A secretária da Fazenda de Alagoas, Fernanda Vilela, é irmã do governador Teotonio Vilela (PSDB), aliado de Renan.

A quebra dos sigilos abrange os últimos cinco anos e foi dada pela juíza Ester Manso, da 16ª Vara da Fazenda de Maceió.

O material não foi analisado, mas o diretor de fiscalização a estabelecimentos da Secretaria da Fazenda, Marcelo Machado, disse que parte do setor atua na informalidade e empresas sem registro atuam como intermediárias na produção de carne. Da Folha Online.


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11/08


2007

Caixa-preta: co-piloto assumiu comando do 3054

 A análise dos dados monitorados pelas caixas-pretas do Airbus A320 da TAM, que explodiu em 17 de julho, matando 199 pessoas, aponta que 15 segundos antes da colisão houve troca de comando na aeronave. De acordo com os parâmetros degravados, o co-piloto do jato, Henrique Stephanini di Sacco, assumiu as operações no lugar do comandante Kleyber Lima e realizou manobras na tentativa de evitar a colisão com o prédio da TAM Express, depois de o avião varar a pista principal do Aeroporto de Congonhas.

Duas fontes ligadas à investigação da Aeronáutica confirmaram a informação. Na opinião de uma delas, o fato de o co-piloto ter assumido o comando mostra uma última reação, “de desespero”. Isso porque a caixa-preta de voz não registrou o aviso sonoro de “priority”, mecanismo acionado por um dos tripulantes para trocar o comando da aeronave.

“Os gráficos mostram apenas que o piloto deixa de agir e o co-piloto começa a atuar nos controles direcionais”, diz um engenheiro ligado à investigação. O confronto de diferentes gráficos do gravador de dados do avião, segundo essa fonte, afasta a possibilidade de panes hidráulicas nos spoilers (freios aerodinâmicos) do jato, uma vez que eles “responderam” aos movimentos dos controles direcionais (joysticks). Do jornal O Estado de São Paulo.


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11/08


2007

Artigo especial

 

          O desabafo de Renan Calheiros

Críticas e cobranças fazem parte do jogo democrático, assim como a mais ampla liberdade de imprensa. Mentiras, difamações e acusações sem provas seguem na contramão da democracia e denunciam um jornalismo irresponsável e ilegítimo.  É o que vem acontecendo há mais de dois meses, com o ataque impiedoso que parte da mídia vem fazendo contra mim e que já se transformou em campanha, movida por interesses escusos e alimentada por meus desafetos políticos regionais – o ex-governador João Lyra e a ex-senadora Heloísa Helena. Imagine o futuro do Congresso Nacional se cada derrotado político conseguir transformar seu ressentimento em pseudo-escândalo, em representações.

Não esperem de mim que abdique do maior direito democrático, que é o amplo direito de defesa. Não esperem que eu seja sócio passivo de um rito sumário, de um julgamento sem processo legal, sem provas e sem defesa. Não tenho patrimônios clandestinos, nunca recorri a recursos alheios para arcar com despesas pessoais. A cada pseudo-denúncia, respondi com provas. A cada questionamento, apresentei explicações precisas. Mas ou não houve a decência de desmentir as falsas acusações ou o espaço para tais desmentidos foi irrisório.

A revista Veja há de pagar na justiça por cada denúncia inverídica, leviana, apressada, cujo único propósito tem sido me atingir e difamar. Para citar um exemplo, lembro que a própria Schincariol desmentiu, em documento oficial, as acusações da revista de que eu teria atuado em benefício da empresa, depois de ter interferido numa transação supostamente irregular de compra de uma unidade da companhia no Nordeste.

E é preciso lembrar que a mesma Veja vem enxovalhando a honra de várias pessoas sem comprovar suas falsas denúncias. Onde estão as provas dos dólares de Cuba em caixas de uísque, onde estão as provas do envolvimento das Farcs com o MST, onde estão as provas de que funcionários da Caixa Econômica sofreram tentativas de subornos para assumir culpa em episódio recente, onde está a prova de que o presidente Lula seria o “sujeito oculto” de organizações criminosas? No meu caso, a revista dispensa até o acusador, já que as matérias não possuem nem aspas com alguém a me acusar.

Cabe à Justiça, também, apurar o escândalo da venda da TVA, do Grupo Abril, proprietário de Veja, para a estrangeira Telefônica. Um negócio imoral, de quase 1 bilhão de reais, que fere a soberania nacional e foi articulado à margem da lei pela mesma editora que se apresenta como guardiã da moral e da ética. Já tive o cuidado de encaminhar a denúncia ao Ministério Público e à Polícia Federal, ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica, ao Ministério das Comunicações, à Comissão de Valores Mobiliários, ao presidente Lula, ao Governo e ao Parlamento da Espanha, sede da empresa Telefônica. 

Apurar essa negociação fraudulenta, garantir a livre competição e a soberania nacional, isso, sim, interessa à sociedade brasileira. Não um escândalo artificial quanto o que tentam forjar a meu respeito.  A abertura do processo pelo Supremo Tribunal Federal – atendendo a meu pedido, junto ao Ministério Público - é um passo importante para que tenhamos uma investigação séria, profissional. É a oportunidade para deixar bem claro, de uma vez por todas, o que venho repetindo ao longo dos últimos meses: não tenho absolutamente nada a esconder ou a temer.

Minha força  é proporcional à minha verdade. E a verdade – que ninguém duvide - é sempre mais poderosa que qualquer mentira.


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Cidadão de bem

Ditadura... Militares... Deixa de conversar besteira Venção.

Cidadão de bem

Guilherme... O que tem a ver o c... com as calças? A Veja pode ter os problemas que tiver, mas não inventou essas denúncias contra o Renan, ela apenas os trouxe à sociedade.

francisco sales

esse desabafo me faz lembrar dos porcos quando são submetidos ao abate !! grita, esperneia e faz um alarde de assombrar !! por isso se diz tanto que se grito resolvesse, porco não morria !!

por hoje chega Guilmerme!

Gilberto Carvalho Moura

Alguém vai matar esse cara



11/08


2007

Sinopse da coluna de hoje na Folha

        A lição de Caruaru

O presidente da Compesa, João Bosco, assumiu, ontem, sozinho, o ônus político da falha do cerimonial do Governo com o prefeito de Caruaru, Tony Gel (DEM), que, além de não ser convidado para o ato que simbolizou o fim do racionamento na cidade, sequer foi avisado da presença do governador Eduardo Campos no município.

 “Foi um ato falho. Eu não sou político. Tenho uma visão mais técnica”, disse Bosco, numa conversa com o colunista. É errando que se aprende, mas a Casa Civil, especialmente a coordenação política do Governo, não pode ser ignorada nos preparativos de qualquer viagem do governador ao Interior.

Aluízio Lessa, responsável pela interlocução do governador com os políticos interioranos, também ouvido pela coluna, confessou que só tomou conhecimento da ida de Eduardo a Caruaru na véspera e que sequer havia sido consultado sobre o roteiro.

Sintonia entre a área técnica e a política do governo é algo imprescindível. A presença do governador numa cidade do Interior é sempre motivo de muita festa e requer, consequentemente, muita habilidade para não ocorrer o que se observou, ontem, em Caruaru.

Mas como o Governo já fez a sua mea-culpa no episódio, é bom se tirar boas lições dele, para que no futuro atropelos dessa natureza sejam evitados.

PAI DA OBRA - O prefeito de Caruaru, Tony Gel (DEM), tem lá suas razões de ter ficado desapontado. Sua trajetória política se confunde com a maior obra de recursos hídricos do Estado: o sistema adutor de Jucazinho. Foi uma briga solitária, que começou há 17 anos, quando, então deputado federal, Gel esteve com o ex-presidente Collor e assegurou os primeiros recursos. FHC também ajudou, mas Jarbas deu o arremate final, liberando R$ 30 milhões, a pedido do prefeito.

O patrimônio é maior - Na relação dos políticos que os jornais do Sul apontaram, ontem, como proprietários de empresas de comunicação, o deputado Inocêncio Oliveira aparece apenas como cotista da TV - Asa Branca, de Caruaru. Esqueceram de citar suas emissoras de rádio em Afogados da Ingazeira e Serra Talhada.

Os apressados comem cru - Já trabalhando com o cenário de que o deputado Armando Monteiro Neto (PTB) disputará o Senado em 2010, os deputados estaduais Izaías Régis (PTB) e Isaltino Nascimento (PT), foram vistos, ontem, em Garanhuns, traçando um plano comum: a disputa de um mandato federal. Diz o ditado popular que o apressado come cru.

Para ler a coluna na íntegra, vá ao menu do blog e clique em Coluna da Folha.

''De todas as boas promessas do Senhor à Nação de Israel, nenhuma delas falhou; todas se cumpriram''. ( 1 Samuel 12-15)


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francisco sales

eu acho até que a falta de lembrança do governador se deve ao fato de que a cidade anda entregue as moscas e nesse caso passou despercebida a figura de um prefeito ! é o ditado: não falte, pois sua falta pode não fazer falta ! é o que ocorre em Caruaru ! ter ou não prefeito não tem diferença

Viva Tony Gel grande prefeito de Caruaru. Manda o Eduardo as favas, voce não merecia esse tratamento do neto do Arraes.

João Batista

Tenho que concordar com Gilberto, é muito pouco 400,00, o Coronel devia reaver isso, mandou para a Câmara a mensagem e os grandes Vereadores de Afogados comungam com o seu ditador... Êita Câmara Municipal fraca.

Gilberto Carvalho Moura

Com relação à bolsa de R$ 400,00 que o Coronel prefeito de Afogados da Ingazeira vai destinar para a pentatleta Yane Marques, só me fica uma certeza: Dona Goretti vai ter que fritar muitos mais salgadinhos.

guilherme alves

A verdade factual está ausente na ausência de Tony Gel, mesmo os adversários politicos não podcem olvidar sua luta por Jucazinho, e na nota de Talis quando esquece vários politicos que possuem rádios, jornais ou emissoras de TV.



11/08


2007

Candidata do PSB em Sertânia lidera enquete com folga

Na penúltima parcial da enquete deste blog em Sertânia, a pré-candidata do PSB à Prefeitura, Cleide Ferreira, consolidou, definitivamente, a dianteira, com 71,57% dos votos. O tucano Guga Lins, que reagiu em determinado momento e c chegou aos 31%, caiu para 25%. O resultado final sairá na próxima segunda-feira. Vamos continuar votando, gente!


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Antonio Carlos Martins

contin....só vejo o seu nome para imprimir as mudanças de hábitos e costumes tão carentes, que ficaram cristalinas para qualquer observador, diante de atitudes tão mesquinhas aqui registradas... continue assim com sua postura decente!!! Conte o povo para revolucionar o município.

Antonio Carlos Martins

cont..Recomendo:Não leve em conta alguns comentários deploráveis transcritos neste blog; eles são próprios de pessoas totalmente desprovidas de quaisquer princípios morais ou éticos... por isso mesmo afirmo: Sertânia carece de alguém que promova a educação pelo exemplo e, no momento, só vejo o seu n

Antonio Carlos Martins

cont..Com certeza, suas atitudes no comando do município irão influenciar POSITIVAMENTE as pessoas, pois como sabemos o homem é produto do meio... e assim será, não tenho dúvidas.

Antonio Carlos Martins

D. Cleide, observando o comportamento da votação da enquete nos últimos dias podemos lhe assegurar que Sertânia tem realmente necessidade e, urgente, de alguém com a sua postura: ética, educada, elegante, inteligente e determinada.

Raquel Fernandes

Ei,deixa de ser infantil e assume que és sertaniense!!!Vc não conhece outra palavra que não seja BABAR???Acho que vc é um babão e pensa que todo mundo é feito vc!!!A verdade dói em muita gente e acredito que vc já deve está sentindo de novo o gostinho da derrota...Os números falam por mim...



11/08


2007

Candidato socialista em Salgueiro continua liderando

Já em Salgueiro, o pré-candidato do PSB, Dr. Marcones, consegue se manter na frente com 50% dos votos. Ontem, esteve ameaçado de perder a liderança para o candidato do PT, Professor Hercílio Carvalho, que empatou, tecnicamente, em alguns momentos, mas agora caiu para 36%. É uma briga, entretanto, que ainda promete muitas emoções. Vamos continuar votando, gente! O resultado final só sai na segunda-feira.


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joaquim de alencar carvalho

Salgueiro, que saudade da minha terra...! Hoje tive uma grande surpresa, que surpresa boa, vê o Professor Hercilio competindo com aquele que já está no poder e competindo em pé de igualdade. Acredite, tua vez está chegando. Joaquim Filho

FRancisco JOsé da Silva

Legal ver em Salgueiro a mudança se processando.Antes só era Zebra e Leão, agora existem novas opções.O professor Hercílio Alencar é a resposta da juventude, do povo em geral à falta de oportunidades, sobretudo na educação e na infra-estrutura.



11/08


2007

Heloisa: "Lula devolve a Renan serviço sujo que recebeu"

 A presidente nacional do PSOL, Heloisa Helena, afirmou que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), se vê fortalecido pela “postura inconseqüente do presidente Lula em lhe devolver o serviço sujo que ele prestou no passado para acobertar os crimes contra a administração pública do governo”. Na avaliação da ex-senadora por Alagoas, há uma combinação de duas máquinas para bloquear as investigações das denúncias contra Calheiros. - A base bajulatória do Congresso Nacional e o balcão de negócios sujos distribuindo cargos, prestígio e poder do governo federal.

Ela defendeu que somente a fiscalização da sociedade e dos meios de comunicação irá assegurar punições, pois “a capacidade auditiva do Congresso e do mundo da política é diretamente proporcional” a estas pressões. A ex-senadora também comentou os ataques que recebeu de Calheiros. O senador chamou de “derrotados rancorosos” Heloisa Helena e o ex-deputado João Lyra (PTB-AL).

– Em vez de responder às denúncias graves contra ele, disse que eu estou fazendo calúnias porque quero aparecer na mídia nacional.

Para a presidente do PSOL, Calheiros “está nesta tática porque, eu sei, que o desespero deve estar muito grande”.  (Informações do JB Online)


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Cidadão de bem

Venção... deixa de conversar besteira.

Lógico que o Lulla tem rabo preso com o Renam. Cadê tú Raimundão para defender esses corruptos?

carlos eduardo venção

Eu acho que a democracia no Brasil já deu o que tinha que dar. Chegou a hora dos militares voltarem ao poder. Eu era feliz e não sabia, estou com saudades da era Geisel, Costa e Silva e Figueiredo.



11/08


2007

Nome de Jarbas é trabalhado, mas prioridade é Renan fora

(Da coluna Folha Painel - Folha de S.Paulo)

Embora se movimente para construir a candidatura de Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) à presidência do Senado, a oposição já decidiu que, depois de várias batalhas perdidas, sua prioridade é remover Renan Calheiros (PMDB-AL). Para tanto, DEM e PSDB cumprirão as etapas de praxe, inclusive apresentando um nome de sua preferência, mas, no final, tendem a aceitar sem maior resistência um peemedebista que, à diferença de Jarbas, seja digerível pelo Planalto. Nesse cenário, cresce a chance de Gerson Camata (ES), definido por um colega de bancada como “incolor e inodoro”. Ele seria uma “solução Ramez Tebet”, referência à contingência que levou o senador de Mato Grosso do Sul, morto no ano passado, a tomar o lugar de Jader Barbalho (PMDB-PA) na crise de 2001.


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