FMO janeiro 2020

28/11


2010

Morre a radialista Rosa Maria

Morreu nos primeiros minutos deste domingo, após sofrer um ataque cardíaco,  a radialista, atriz e jornalista Rosa Maria,  que fez história na Era do Rádio pernambucano. O velório e sepultamento foram realizados no Cemitério da Várzea. Rosa, que tinha como nome de batismo Dirce Nazaré Rattes, estava há uma semana internada no Hospital São Marcos, em decorrência de problemas cardíacos. Além disso a radialista ainda estava se recuperando de uma cirurgia, após ter levado uma queda e fraturado o fêmur.(Informações do portal pernambuco.com)


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Fabio Leite Macedo

Grande perda para a radiofonia pernambucana.


Prefeitura de Serra Talhada

28/11


2010

Da ''''turma do Lula'''' inicial só restou a atual presidente eleita

 No fim de outubro de 2002, um time de técnicos e especialistas foi reunido pelo PT e aliados para radiografar em detalhes o Brasil que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso deixava para Lula. Faziam parte dele o então prefeito de Ribeirão Preto (SP), Antonio Palocci, o ex-deputado federal Luiz Gushiken, os professores José Graziano e Matilde Ribeiro, os economistas Sérgio Gabrielli e Dilma Rousseff , o médico Humberto Costa, entre outros. Terminada a missão, a maioria que integrou a equipe de transição de Lula seguiu para o Poder Executivo.

A trajetória de cada um deles tomou rumos diversos, e até surpreendentes, ao longo dos últimos oito anos. Entre os nomeados para cargos de ministro, somente a economista Dilma Rousseff, hoje presidente eleita, sobreviveu ao primeiro mandato de Lula e a boa parte do segundo. Ela começou à frente do Ministério de Minas e Energia, seguiu para a Casa Civil e, nela, ganhou a musculatura e a visibilidade para ser a candidata governista na eleição presidencial.(Correio Braziliense)


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Abreu e Lima - Prefeitura - Abreunozap

28/11


2010

Dilma vai retribuir os 75% de votos do NE com um pacote do PAC

 Eleita com 75% dos votos do Nordeste, a futura presidente Dilma Rousseff prepara um plano especial para os nove estados da região. No pacote, a profissionalização da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), do Banco do Nordeste, da companhia Vale do São Francisco (Codevasf) e ainda do Departamento Nacional de Obras contra as Secas (Dnocs). Todos esses órgãos estão vinculados ao Ministério da Integração, uma das joias da coroa mais cobiçadas pelos partidos.

Pelas contas da equipe de transição, os investimentos das duas fases do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) a cargo desse setor representam R$ 16 bilhões para os próximos anos. Do PAC 1, ficarão quase R$ 4 bilhões para serem executados no governo Dilma. E do PAC II, os investimentos serão da ordem de R$ 12 bilhões. Só para 2011 são R$ 2,7 bilhões do PAC. (Correio Braziliense)


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Banco de Alimentos

28/11


2010

Um terceiro turno vem aí no tapetão em cinco Estados

 As eleições terminaram em outubro, mas há um terceiro turno à vista em pelo menos cinco estados. Recém-eleitos ou reeleitos, governadores podem iniciar o mandato a partir de 1º de janeiro já com processos de cassação por irregularidades durante a campanha. Vencedores nas urnas, Roseana Sarney (PMDB-MA), Marcelo Déda (PT-SE), Tião Viana (PT-AC), Omar Aziz (PMN-AM) e Silval Barbosa (PMDB-MT) são investigados pela Polícia Federal ou pelo Ministério Público por um leque de acusações que vão de abuso de poder econômico e político até a compra de votos e captação de recursos.

Dos governadores eleitos em 2006, três foram retirados dos mandatos pela Justiça, depois de serem condenados por irregularidades durante as eleições: Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), Marcelo Miranda (PMDB-TO) e Jackson Lago (PDT-MA). Agora, pelo menos dois futuros governadores já têm processos abertos nos tribunais regionais estaduais e outros três são investigados, dois com denúncias consideradas graves.


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28/11


2010

Coronel acusado de torturar Dilma vive tranquilo em Guarujá

Foto: iG  - Homem apontado como torturador de Dilma pediu para não ser fotografado e permitiu apenas reprodução de imagem sua tirada na época

 

Do site Último Segundo - Ricardo Galhardo

Acusado pelo Ministério Público Federal de participar da morte de seis presos políticos e torturar outras 20 pessoas, entre elas a presidenta eleita Dilma Rousseff, o tenente-coronel reformado do Exército Maurício Lopes Lima descreve a violência nos porões da ditadura como algo “corriqueiro”. Na mesma semana em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que o torturador de sua sucessora hoje deve estar se torturando, a reportagem do iG encontrou o militar levando uma vida calma na praia das Astúrias, no Guarujá.

Hoje aposentado, ele fala tranquilamente sobre os acontecimentos relatados em 39 documentos que serviram de base para a ação civil pública ajuizada na 4ª Vara Cível contra ele. Questionado sobre o uso da tortura nos interrogatórios, comentou: “Era a coisa mais corriqueira que tinha”, afirmou. Embora negue ter torturado Dilma, ele admite que teve contato com a presidenta eleita. Diz que na época não podia sequer imaginar que a veria na Presidência. “Se soubesse naquela época que ela seria presidenta teria pedido: ‘Anota meu nome aí. Eu sou bonzinho’”, afirma. 

A ação aberta contra Lima e os demais acusados – dois ex-militares e um ex-policial civil - se refere ao período entre 1969 e 1970, quando Lima e outros três acusados integraram a equipe da Operação Bandeirante e do DOI-Codi, ambos protagonistas da repressão política durante a ditadura militar (1964-1985). Entre os documentos, está um depoimento de Dilma à Justiça Militar, em 1970, no qual ela pede a impugnação de Lima como testemunha de acusação, alegando que o então capitão do Exército era torturador e, portanto, não poderia testemunhar.

 “Pelos nomes conhece apenas a testemunha Maurício Lopes Lima, sendo que não pode ser considerada a testemunha como tal, visto que ele foi um dos torturadores da Operação Bandeirante'', diz o depoimento de Dilma. Na época com 22 anos, a hoje presidenta eleita foi presa por integrar a organização de esquerda VAR-Palmares. No mesmo depoimento Dilma acusa dois homens da equipe de Lima de ameaçá-la de novas torturas quando ela já havia sido transferida para o presídio Tiradentes. Ela teria questionado se eles tinham autorização judicial para estarem ali e recebido a seguinte resposta: “Você vai ver o que é juiz lá na Operação Bandeirante”.

Outros depoimentos deixam mais evidente a ação do militar, como o do frade dominicano Tito de Alencar Lima, o Frei Tito, descreve em detalhes como foi colocado no pau-de-arara e torturado por uma equipe de seis homens liderados por Lima. “O capitão Maurício veio buscar-me em companhia de dois policiais e disse-me: ‘Você agora vai conhecer a sucursal do inferno’”, diz um trecho do depoimento, no qual ele diz ter recebido choques elétricos e “telefones” (tapas na orelha), entre outras agressões.

O então capitão do Exército é acusado também de ter participado da morte de Vírgilio Gomes da Silva, o ''Jonas'' da ALN, outra organização de esquerda que defendia a luta armada. Líder do sequestro do embaixador dos EUA Charles Elbrick, Virgílio foi assassinado no DOI-Codi, conforme admitiu oficialmente o Exército em 2009. Lima nega todas as acusações. Leia abaixo trechos da entrevista concedida por Lima ao iG:

iG - Como era chegar em casa e pensar que uma moça como a Dilma, de vinte e poucos anos, havia sido torturada?

Lima - Nunca comentei isso com ninguém, mas desenvolvi um processo interessante. Eu não voltava mais para casa, pois achava que podia morrer a qualquer momento. Me isolei dos amigos e das pessoas que gostava. O quanto mais pudesse ficar longe melhor. Era uma fuga.

iG - O senhor fugia do que?

Lima - De uma realidade. Eu sabia que ia morrer. Minha mulher estudava história na USP. Ela soube por terceiros que eu estava no DOI-Codi. As colegas dela todas presas.

iG - Então não era a tortura que o incomodava?

Lima - É como um curso na selva. No primeiro dia você vê cobras em todo canto. No terceiro dia você toma cuidado. Depois do décimo dia passa um cobra na sua frente e você chuta. É adaptação.

iG - Se tornou uma coisa banal?

Lima - Sim.

iG - E hoje em dia o que o senhor pensa daquilo?

Lima - Penso que só é torturado quem quer. Agi certo. Arrisquei minha vida. Não tive medo. Não tremi, não. E não torturei ninguém. Pertenci a uma organização triste, sim. O DOI-Codi, a Operação Bandeirante eram grupos tristes.

iG - O senhor está pesquisando no projeto Brasil Nunca Mais para preparar sua defesa?

Lima - Sim. Primeiro porque não sei quem falou. Uns me citam, outros ''ouvi dizer''.

iG - O MPF cita sua participação em torturas contra 16 pessoas.

Lima - É. Outro que me deixa fulo da vida é o Diógenes Câmara Arruda (ex-dirigente do PCB preso na mesma época que Dilma). Ele faz a minha ligação como torturador dele e o CCC (Comando de Caça aos Comunistas, grupo de extrema direita que atuou nas décadas de 60 e 70). Eu tinha uma bronca desgraçada do CCC. Me referia a eles como ''aqueles moleques chutadores de porta de garagem''. É o que eles eram. Nunca tive nada com o CCC.

iG - O senhor também é acusado de participar da morte do Virgílio Gomes da Silva (o ''Jonas'' da ALN, morto no DOI-Codi em 29 de setembro de 1969).

Lima - Me acusam de ter matado o Virgílio e de ter torturado o filhinho dele (então com quatro meses de idade). Eu não estava lá e demonstro para quem quiser ver (se levanta e pega um livro do Exército com os registros de todas suas mudanças e transferência ao longo da carreira). Isso são minhas folhas de alterações militares. Pode olhar aí. Fui transferido para a Operação Bandeirante no dia 3 de outubro. O Virgílio foi morto no dia 29 de setembro.

iG - Não havia entre os militares a questão moral de que a tortura desrespeita os direitos humanos?

Lima - A tortura diz respeito a direitos humanos e o terrorismo também.

iG - Um erro justifica o outro?

Lima - Estão ligados. Tortura no Brasil era a coisa mais corriqueira que tinha. Toda delegacia tinha seu pau-de-arara. Dizer que não houve tortura é mentira, mas dizer que todo delegado torturava também é mentira. Dependia da índole. As acusações não podem ser jogadas ao léu. Têm que ser específicas. Eu sei quem torturava e não era só no DOI-Codi, era no Dops também. Mas eu saber não quer dizer que eu possa impedir e nem que eu torturasse também. A tortura é válida para trocar tempo por ação.

iG - Quem torturava?

Lima - O maior de todos eles já morreu e não dá para falar dos mortos.

iG - Alguma vez o senhor contestou a prática de tortura no DOI-Codi?

Lima - Não porque existia um responsável maior, o comandante do DOI-Codi. Eu fiz a minha parte. Se eu fosse mandado torturar, não torturaria. Outros não. O Fleury (delegado Sérgio Paranhos Fleury), por exemplo, até dava um sorriso.


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jose carlos da silva

Quero ver, num futuro bem próximo, plantadores, traficantes e maconheiros serem exaltados com a liberação da mesma neste país de imbecis. Tô fora!Zécarlos/meuvelho.

Carlos Odair da Luz Sá

Na época da ditadura era metido a macho. Agora é um cordeiro. Covarde! (2) Cadeia em Militar torturador, vida boa e tranquila é para quem lutou por ela...

José Carlos da Silva

Caro colega wladimir quirino, você mesmo colocou suas iniciais em letras minúsculas, talvez seja isso que você representa com seu comentário cretino. Veja bem, se as forças armadas ao invés de procurar bandidos só no Rio de Janeiro, adentrar também em Brasília não ficaria um político sequer como ex.

wladimir quirino

Na época da ditadura era metido a macho. Agora é um cordeiro. Covarde!

Fabio Leite Macedo

Não brinquem com os militares....


O Jornal do Poder

28/11


2010

Cidades: o cobiçado ministério ''''pote de ouro'''' dos políticos

O ''pote de ouro'' da Esplanada, que se transformou em maior ponto de discórdia entre os aliados e ameaça rachar até o PMDB, chama-se Ministério das Cidades. Com R$ 5 bilhões para investimentos no Orçamento de 2011, além dos R$ 12,9 bilhões do programa de construção de habitações populares Minha Casa Minha Vida, a pasta é cobiçada por quatro partidos governistas: PMDB, PT, PSB e PP.

Sonho de consumo dos políticos

São múltiplas as razões que explicam porque o Ministério das Cidades é o objeto de desejo de petistas, peemedebistas, pepistas e socialistas.

Na visão dos líderes mais experientes do Congresso, ele é o ''verdadeiro ministério social''. Mais social que o do Combate à Fome com seu Bolsa-Família. Os políticos têm a resposta na ponta da língua para esse desejo: ''Porque o dinheiro é um benefício efêmero, que acaba na primeira visita ao supermercado, e a casa é um bem para uma vida, assim como o asfaltamento da rua onde se mora.''

(O Estado de S.Paulo)


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uilma

DEOMIRO.

uilma

DELMIRO, FALOU TUDO.

Deomiro Silva dos Santos

É por isso que esse povo que governa o Brasil quer a criação da CPMF. Parar gastar com irresponsabilidade. O olho no ministério está nos 5 bilhoes em dinheiro para se divertir na corrupção. Ninguém está pensando em fazer o bem as pessoas e sim o bem comum aos votos que o dinheiro pode dar



28/11


2010

PM toma o Alemão: revistada casa por casa, diz comandante

"Todas as casas serão revistadas. Beco por beco, buraco por buraco", afirmou o comandante geral da PM Mario Sergio Duarte, no complexo do Alemão, na Grota. Segundo ele, ninguém foi baleado, mas ainda não é possível fazer um balanço da operação.

Sergio Moraes/Reuters
PMs sobem o morro com auxílio de caveirões e blindados do Exército e da Marinha - Sergio Moraes/Reuters

Helicópteros da polícia fazem voos rasantes e os caveirões da polícia já ocupam o morro. O veículo conhecido como ''Cascavel'', um blindado do exército, e os blindados da Marinha também ocuparam a favela. Assim como aconteceu na Vila Cruzeiro, a invasão só foi possível por conta do uso dos veículos das Forças Armadas, que conseguem ultrapassar as barricadas organizadas pelos traficantes.

As polícias civil e federal estão ocupando diferentes entradas da comunidade. O Exército, por sua vez, participa da operação somente fazendo bloqueios nos acessos ao Complexo.

Fazendinha.

Aos gritos de "caveira", um grupo de 30 homens do Bope avançou pela Rua Canitar, principal acesso da Fazendinha, no Complexo do Alemão. Eles seguem a pé pela comunidade com o apoio de um caveirão da PM e de um blindado da Marinha. O local está tomado por dezenas de policiais e militares e muita pouca gente se aventura a sair.

Moradores

Embora muito apreensivos, os moradores assistem com curiosidade à investida da polícia. "Estou achando muito legal. Já deviam ter feito isso faz tempo", disse uma moradora. (Portal G'')


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CIENTISTA POLÍTICO

CADE OS PRESO DESTA OPERAÇAÕ NIGUEM SABE O NOME DE NENHUM TRAFICANTE DETIDO

uilma

QUE TRISTE.

Deomiro Silva dos Santos

É preciso mostrar que manda, é preciso retomar o poder do Estado de Direito - é preciso libertar aquela população que encontrava-se refém dos bandidos, criminosos e narcotraficantes. Está de parabéns pela ação que expulsa e prende a bandidagem. Ação tem que ser permanente.

Robson Nascimento

Não sei para que esse trabalho todo em prender, só causando a morte de vários "inocentes", já que infelizmente a justiça brasileira vem e solta. Vale mesmo apena tanta mortes, por nada?



28/11


2010

Ministros de Dilma poderão nomear sete mil sem concurso

 Se existisse uma cidade chamada Cargolândia, habitada por ocupantes de cargos de livre nomeação à disposição do governo Dilma Rousseff, ela teria cerca de 7 mil moradores, população superior à de 1.967 municípios brasileiros, segundo o jornal O Estado de S.Paulo. Durante a campanha presidencial, o tucano José Serra atacou em diversos momentos o loteamento político da administração federal - em debate com a adversária Dilma, citou o número de 21 mil cargos, "a maior parte voltada a partido, a companheiro".

Levantamento feito pelo Estado, porém, revela que são pouco mais de 7.060 os funcionários que os futuros ministros poderão nomear sem a necessidade de concursos públicos. Se todos esses cargos forem ocupados, os salários consumirão cerca de R$ 34 milhões por mês dos cofres públicos.

O número citado por Serra é o total dos chamados DAS, cargos comissionados exercidos por quem tem função de chefia ou direção e pela elite dos assessores de ministros e secretários. Em julho passado, o governo abrigava exatamente 21.623 funcionários com DAS. Mas um decreto assinado em 2005 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva determina que a maioria desses cargos seja preenchida por servidores públicos concursados - em tese, isso reduz a influência política nas nomeações.


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uilma

É VERO.

Wellington Jorge Pires Pereira

E aí vem o NEPOTISMO!!!!



28/11


2010

Dilema da presidente: com quem a primeira foto no exterior?

 Um dilema carregado de simbolismo percorre os corredores do Itamaraty com ares de polêmica: onde será tirada a primeira foto internacional de Dilma Rousseff como protagonista, ainda antes da posse?

Uns acham que ela tem de visitar o presidente americano, Barack Obama, nos primeiros dias de dezembro, deixando claro que não é afeita a maniqueísmos. Outros defendem que faça sua estreia na cúpula do Mercosul, no próximo dia 17, demonstrando que a vizinhança é sua prioridade. São, na verdade, duas áreas que ganharão importância.

O professor José Flávio Sombra Saraiva, da Universidade de Brasília (UnB), não deixa por menos: Dilma terá a missão de reaproximar Brasil e EUA, entre os quais há hoje “uma nuvem pesada”. Por quê? Por causa da atuação brasileira na crise em Honduras, das interferências no Oriente Médio e da aproximação, muito mal-vista, com o Irã. Saraiva diz: – Dilma fará uma recolocação do Brasil em relação aos EUA. A economia, segundo ele, deve receber tratamento privilegiado, e um espaço maior será reservado a funcionários de carreira do Itamaraty.

A visão americana não é muito diferente. Julia Sweig, especialista em América Latina do Council on Foreign Relations, define as relações Brasil-EUA como “cordiais, mas distantes”: – O Brasil quer reescrever as regras da nova ordem internacional, pedindo a ampliação do Conselho de Segurança da ONU. Os EUA discordam.

Também professor da UnB, Alcides Vaz vê no novo governo uma oportunidade de evoluir: – Dilma vai modular a intensidade de ações do Itamaraty. Provavelmente, em relação aos EUA, haja uma intenção de desanuviar as relações.(Do Zero Hora)


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28/11


2010

PMs, tropas do Exército e tanques da Marinha invadem o Alemão

Policiais entram no Complexo do Alemão para combater bandidos / Foto: Pablo Jacob - Extra

A polícia invadiu o Complexo do Alemão às 8h deste domingo. Uma hora antes, bandidos e as forças de ocupação começaram a trocar tiros no complexo de favelas. Os tiros foram ouvidos principalmente da Grota. Cerca de 2.600 homens participam da invasão ao Complexo do Alemão, recebendo reforços da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil.

Dois homens já foram presos e levados por homens do Exército e drogas já foram apreendidas. Logo após o início da ação, a Polícia Civil já havia tomado uma área central do Complexo do Alemão, conhecida como Areal, e outra área conhecida como Coqueiro. A informação foi confirmada pelo chefe da Polícia Civil, Allan Turnowski:

- Estamos entrando por quatro pontos do complexo. O Alemão está cercado e outras tropas estão penetrando por outras áreas - disse Turnowski em entrevista à TV Globo.

Dois helicópteros da polícia sobrevoam o complexo, dando apoio aos homens que estão em terra.

- Um helicóptero é de combate e um segundo filma as ações, apontando onde os traficantes onde estão escondidos. A maioria já se abrigou dentro das casas - afirmou o chefe de Polícia Civil.

Turnowski informou que antes de homens da Polícia Civil e de delegacias especializadas entrarem no complexo, um helicóptero fez um primeiro sobrevoo. Ele pediu calma aos moradores do Alemão:

- É para ter calma que a Polícia Civil tem muita experiência nesse tipo de ação. A gente consegue diferenciar o bandido do morador. É ter calma, a polícia está chegando - afirmou.

- Está tudo dentro do planejado. A gente acredita que a ação vai ser mais rápida do que o esperado. A entrada foi mais tranquila do que a gente poderia esperar.

Militares posicionam-se no Alemão minutos antes de invasão começar

Policiais estão em pontos estratégicos da favela e da cidade para evitar a fulga de traficantes. Enquanto homens da Polícia Civil já entraram no Complexo do Alemão, soldados do Batalhão de Operações Especiais (Bope) aguardaram do lado de fora para invadir o local em veículos blindados da Marinha, pilotados por Fuzileiros Navais, o que aconteceu por volta de 8h30m. Alguns soldados estão com o rosto pintado. Entre homens do Bope há atiradores de elite.

Apesar do risco de tiroteios, moradores acompanham a invasão pela janela das casas:

- A nossa ordem é manter a técnica. Faremos a invasão com cuidado, proteção e cautela. Nossa missão tem que ser executada. O trabalho é difícil - disse o comandante do Bope, coronel Paulo Henrique Moraes.

Tiroteio recomeçou às 7h deste domingo

O tiroteio na manhã deste domingo, que coincidiu com o horário de saída de muitos moradores da comunidade que iam trabalhar, recomeçou após uma madrugada de aparente tranquilidade no Complexo do Alemão. O prazo que a polícia deu aos bandidos para rendição terminou na noite de sábado.

Desde então, a polícia impediu o acesso às comunidades do complexo e fechou o cerco aos traficantes. Quem passou pela Estrada do Itararé também foi revistado. Durante toda a madrugada, blindado do Exército e carros da polícia circularam pela Estrada do Itararé, principal acesso ao Morro do Alemão. Por volta das 5h, dois caminhões do Exército chegaram ao complexo.

Logo que amanheceu, um blindado do Exército se posicionou na entrada da Rua Joaquim Queiroz, um dos acessos à favela. Durante a madrugada, não foram registrados ataques. (Informações de O Globo)


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28/11


2010

Campanha: R$ 2,7 bilhões nas costas do eleitor no 1º turno

O céu.... Segundo levantamento a ser divulgado amanhã pelo TSE, as campanhas deste ano encerradas no primeiro turno declararam gastos num total de R$ 2,7 bilhões -média de R$ 20 por eleitor. A previsão inicial, calculada em discussões sobre a possibilidade de adoção do financiamento público de campanha, era de R$ 7.

...é o limite O custo global da campanha de 2010 ainda incluirá as despesas de Dilma, José Serra e 18 candidatos a governador no segundo turno. Especialistas criticam a ausência de teto para os gastos e o limite folgado estabelecido para os doadores (2% do faturamento de empresas e 10% da renda de pessoas físicas).(Painel - Folha de S.Paulo - Renata Lo Prete)


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uilma

QUE TRISTE.

Wellington Jorge Pires Pereira

E as sobras de campanha, para quem vai ?

Wellington Jorge Pires Pereira

Fora a compra de voto pela esfera federal através do Bolsa Família.

Joao Bosco Nogueira de Lima

A despesa é muito maior, todo mundo sabe, por isso existem caixa dois. O financiamento público de campanha eleitoral não pode ser devendido com impocrisia. O valor mínimo por voto pode ser R$ 20,00, como nessas eleições, últimas, foram 6 votos por eleitor o custo passou, por unidade, para R$ 120,00.