Congresso Nordestino de Educação Médica

15/07


2019

Agricultor gasta R$ 5 mil por hectare para custear acerola

O produtor de acerola do interior de Pernambuco gastou em média R$ 5 mil por hectare para implantar a fruta na última safra 2018/2019. O levantamento foi realizado pelo Sindicato dos Agricultores Familiares de Petrolina (Sintraf). Em termos mais usuais, o agricultor teve que produzir pelo menos 250 caixas por hectare na média para cobrir os custos com o fruto.

Levando em consideração o preço médio de R$ 20 por caixa, a mão-de-obra de R$ 9 por cada colheita, o custo da irrigação e os tratos culturais (adubação, capinação e fertilização), a entidade calcula que o produtor tirou uma rentabilidade de 4,00 caixas por hectare.

“Anos atrás, o cultivo de acerola em Petrolina trazia um retorno [comercial] mais satisfatório porque tinha um baixo custo de produção. Porém, de uns tempos para cá houve uma alta da mão-de-obra, uma baixa procura pela fruta, uma redução de preços e, consequentemente, a diminuição dos lucros para o agricultor”, avalia o levantamento.


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15/07


2019

Cabo reduz índice de Crimes Violentos Letais

Fruto de um trabalho conjunto entre a Guarda Municipal e as Polícias Civil e Militar, o Cabo de Santo Agostinho superou a meta na redução de Crimes Violentos Letais e Intencionais (CVLI), estipulado pelo programa Pacto Pela Vida, que era de -39%.

O Cabo reduziu, em junho, esse índice para -64% em comparação ao mesmo período do ano passado, conquistando o Prêmio de Defesa Social - PDS1, ocupando o primeiro lugar no Estado em redução de CVLI.

O município tem investido muito na Segurança Pública, ajudando o Governo do Estado, de quem é a responsabilidade legal.

“Estamos colhendo os frutos dos investimentos feitos na segurança pública, estamos cumprido o planejamento e ajudando muito o Governo do Estado”, declarou o prefeito Keko do Armazem.

Ainda esse ano, o município fará concurso público e abrirá mais 150 Vagas, sendo 50 de contratação imediata e 100 de cadastro de reserva.


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15/07


2019

A parceria

Por Gilberto Marques*

Vinicius de Moraes criou um encantamento ímpar. Enfrentou a ditadura cantando em público. O Itamaraty exigiu que usasse paletó nas apresentações. Também recomendou a abstinência do cigarro e do copo. O poetinha até que tentou obedecer. Não deu certo. A demissão, bicho papão do funcionário público, foi comemorada com Chivas Regal. O silêncio de João Gilberto, anos seguidos, é como se ressaltasse a falta de Vinicius e Tom. Sacramentou com a despedida de Miúcha. Imagino o gênio rebelde solfejando no leito: “Chega de Saudade!”.

Elizeth Cardoso entrou na parceria. Mas faltou logo. Cantaram juntos: “Rua Nascimento Silva, 107, você ensinando pra Elizeth as canções do amor, do Amor Demais”. Enfim uma Academia de música e vida, de sentimento e humanidade. Lembro-me aos treze anos, tentando imitar a batida de João. Também cantando baixinho. Só cantava Vandré na rua, mesmo assim papai dizia: não grite.

João cantava fraco – pianíssimo. Falava forte e ia pra casa no meio do show. Reclamava até da frieza do ar-condicionado. Alegando que o frio desafinava os instrumentos. Em certa ocasião perguntou, ao maestro, em voz alta, o prejuízo do violão. O tom era miúdo no compasso. Todavia, era tímido o tempo todo. Uma mistura de autista e artista. Tinha medo de multidão, apesar de encher o palco. Era comum cantar sozinho, ele e o piano. No entanto, também se apresentava com grande orquestra. O Teatro Municipal do Rio foi o Avant Première que jamais esqueceu a Bossa do baiano, que virou Bossa Nova. Sem esquecer que a turma era muito boa.

Andou pelo mundo afora, mas se trancava no quarto, e passava dias cantando a mesma canção. O preciosismo exigia um treinamento ostensivo. Imagino, por melhor que seja a melodia, a letra, o jeito de cantar repetido, vinte e quatro horas, é demais. O mundo perdeu um grande artista. Mas o artista se perdeu no quarto anos antes. Que pena.

*Advogado criminalista


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15/07


2019

Corredor estratégico de Petrolina será duplicado

Corredor que conecta bairros como Pedra Linda e Antônio Cassimiro, a Estrada da Banana passará por um amplo processo de modernização urbana. O prefeito Miguel Coelho assinou, na última sexta-feira, a ordem de serviço para a duplicação do corredor estratégico para várias áreas da cidade. As obras começam nesta semana com investimento de R$ 5,6 milhões e prazo de conclusão de seis a oito meses.

A nova Estrada da Banana terá um novo visual. Atualmente com duas faixas que não comportam mais o volume de veículos, o corredor será duplicado com mais uma pista em cada sentido. A via atual ainda será totalmente recapeada com asfalto, contará com uma rotatória próxima ao condomínio Vinhedos e receberá postes de iluminação mais potente, em LED. A outra novidade é a ciclovia que será construída na pista esquerda (sentido Pedra Linda).

A obra viária histórica foi citada pelo prefeito como mais uma ação pensando no futuro da mobilidade de Petrolina e como oportunidade para trazer mais desenvolvimento ao Sertão. "Empregos são gerados por uma intervenção tão grande, e quando estiver pronta, a nova Estrada da Banana vai melhorar o escoamento de veículos como também da produção dos perímetros irrigados. Essa é mais uma obra que simboliza o novo momento de prosperidade que Petrolina tem vivido nesses anos", resumiu. 

A animação com o impacto da obra para a cidade foi compartilhada também, na solenidade de ordem de serviço, pelo comerciante Moisés Oliveira, que possui uma empresa na Estrada da Banana. "Esperamos por muitos anos esse momento. Essa obra vai marcar no coração das pessoas de toda a cidade. Estamos construindo uma nova Estrada da Banana e mais conforto para todos", definiu o comerciante.


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15/07


2019

Felipe ignora ataques de Marília

Caro Magno,

Fui eleito para trabalhar em favor do povo. Um trabalho incansável e que não me permite avaliar outros deputados federais. Na verdade, não me preocupo nem deixo de ocupar meu tempo com esse tipo de comparação.

Os problemas que ela teve e sinaliza que terá, precisam ser discutidos dentro do seu próprio partido. Este não é momento de se falar em eleições. O povo nos elegeu para trabalharmos em favor das pessoas. Esse sempre será meu objetivo na política.

Felipe Carreras, deputado federal pelo PSB de Pernambuco


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Comentários

Fernandes

Tô com Marília, tem que expulsar esse traíra.



15/07


2019

Sivaldo Albino também defende Felipe

Na condição de líder do PSB na Alepe, o deputado estadual Sivaldo Albino, embora recente no partido,  considera que, por se tratar de tema extremamente polêmico (a reforma da previdência), é prudente que a posição anunciada pelo presidente Nacional do Partido, Carlos Siqueira, de expulsar os deputados que votaram a favor da reforma, contrariando a posição oficial do partido, seja reavaliada, tendo em vista o momento delicado que vive o país e a história dos parlamentares que têm toda uma vida dedicada ao partido, como é o caso do Felipe Carreras, arraesista de longa data.

Para Sivaldo, o momento é de se acalmar os ânimos e focar nas difíceis batalhas que o partido terá pela frente, tanto a nível municipal, quanto estadual e federal. “O momento é de somar e não de subtrair. Os deputados erraram ao não cumprir a orientação partidária, mas tem que se levar em conta que o Felipe é um quadro importante do PSB - PE”, disse Sivaldo.


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15/07


2019

Nem esquerda nem direita

Por Cláudio Soares*

Poderíamos retroceder séculos - mesmo milênios - pela história e, ainda assim, encontrar ódios, perseguições e segregação entre direita e esquerda no mundo.

No Brasil, atualmente, nas redes sociais, foi travada uma verdadeira batalha, desde a derrocada do PT, entre pessoas que defendem a volta da roubalheira e outra parte que acredita no fim da corrupção. Ficariam conhecidos como movimentos 'Lula Livre' e 'Lula preso' – parecem grupos e etnias que não deveriam fazer parte de um país recém-modificado nas urnas.

O país passa a viver um frágil período de divisão inútil. Essas aspirações são pequenas diante de um Brasil mergulhado no caos da saúde, educação e segurança pública – além, da brutal crise econômica, instabilidade política e um violento desemprego que marginaliza qualquer sociedade.

É preciso pensarmos maior e estabelecer uma tolerância zero para um congresso nacional corrupto – na Câmara e no Senado existem mais picaretas que gente de bem. A Câmara acaba de aprovar a reforma da previdência e, logo em seguida, o presidente farsante daquela casa abre a boca, sinicamente, e anuncia que é necessário aumentar em mais 2 bilhões o fundo partidário (dinheiro público) para financiar as eleições municipais de 2020.

Hoje, o fundo partidário é de R$ 1,5 bilhão e passaria para R$ 3,5 bilhões, dinheiro do nosso suor para patrocinar milhares de pilantras, picaretas e lacaios do erário. Essa quantia deveria ser posto nos hospitais, escolas, estradas, contra a miséria e a criminalidade que crescem vertiginosamente. Eu não tenho partido, cor, lado, não sou de esquerda nem de direita. Minha bandeira é do Brasil.

Acontecimentos que marcaram a história nos faz lembrar que os campos de concentração reúnem as características mais perversas contra a humanidade e alguns são preservados até hoje para que não nos esqueçamos do poder destrutivo que uma ideologia pode ter.

Deixemos as idiotices ideológicas partidárias ou continuaremos os mesmos idiotas de sempre.

*Advogado e jornalista


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15/07


2019

Lessa defende permanência de Felipe no PSB

Para os desavisados de outras legendas, que torcem pela saída do deputado federal Felipe Carreras do PSB, vai um recado.

Para quem não se lembra, Felipe não é apenas um deputado Federal, ele é um militante histórico com mais de 20 anos de filiação, tem serviços relevantes prestados aos Governos Socialistas, foi oficial de Gabinete de Dr. Arraes no seu último governo, foi assessor de Eduardo Campos e, pelas mãos de Eduardo, foi secretário de Turismo na primeira gestão de Geraldo Júlio. Foi eleito deputado federal em 2014, em seguida foi ser secretário de Turismo do primeiro Governo Paulo Câmara e saiu para disputar esse seu segundo mandato, é um dos vices presidentes da Executiva Estadual é amigo de Paulo Câmara, Geraldo Júlio, de vários secretários, deputados, prefeitos e dos membros do diretório estadual do PSB.

Quanto à posição de ter votado a favor da reforma da Previdência, contrariando a decisão do PSB de votar contra a proposta do Governo Bolsonaro, defendo que seja levado em conta sua longa militância e os grandes serviços prestados nos nossos governos, que a comissão de Ética do diretório Nacional possa atenuar e reconhecer sua dedicação aos governos Arraes, Eduardo Campos, Geraldo Júlio e Paulo Câmara.


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