Governo de PE

19/05


2019

Coluna da segunda-feira

Enfim, estradas são lembradas

Em tempos catastróficos do ponto de vista financeiro, em que União, Estados e Municípios penam com cofres vazios, o governador Paulo Câmara (PSB) assina, hoje, um plano audacioso de recuperação das estradas englobando as seis regiões do Estado. Uma excelente notícia para quem é obrigado a enfrentar as buraqueiras, a começar pela BR-232.

Desde o final das obras da sua duplicação um imbróglio na justiça federal vinha impedindo qualquer tipo de manutenção na estrada. O plano começa justamente pela BR-232, uma das mais movimentadas do Estado. Câmara mantém um estilo discreto, mas o socorro às principais vias de escoamento rodoviário ocorre após uma semana na qual deu demonstrações de que o Estado continua de pé, como diz.

Contratou mais 500 profissionais na área de saúde, liberou recursos para a UPE, enquanto a União corta a grana das universidades, fez chegar a Belo Jardim a Ciranda da Educação, inaugurou o banco de imagens do hospital do Agreste e abriu 30 mil cursos profissionalizantes para jovens vulneráveis.  Isso sem falar na parceria com a Jeep, que está injetando R$7,5 bilhões em sua planta, gerando mais nove mil empregos.

Amor e guerra – Depois da notícia de que ex-presidente Lula está apaixonado, recebendo a namorada de 40 anos todas as quartas-feiras na prisão, certamente vai cair no colo dos poetas e glosadores sertanejos uma boa temática para os motes que geram os chamados desafios em cantoria: enquanto Lula faz amor, Bolsonaro guerreia. Está aí a sugestão do mote para os cantadores.

Largou aliado – Bastou o ex-senador Armando Monteiro (PTB) gravar um vídeo nas redes sociais apoiando a reeleição do prefeito de Belo Jardim, Hélio dos Terrenos (PTB), para o Palácio mandar um recado ao velho líder Cintra Galvão, rompido com o gestor e que permanecia fiel a Armando. Quer tê-lo mais próximo em 2020.

Dá a chupeta – O deputado Wanderson Florêncio (PSC) anda choramingando pelos corredores da Assembleia Legislativa depois que perdeu todos os cargos no Governo. Quis dar uma de galo de briga, rompendo como governador Paulo Câmara, e se deu mal. Apesar de novo na política, Florêncio tem fama de traidor. Sua primeira canelada foi em Daniel Coelho.

A dinheirama de Lula – O ministro da Justiça, Sérgio Moro, já derrotado na comissão especial da Câmara, pode perder uma ferramenta poderosa: o Coaf possui mais de 17 milhões de informações financeiras. Somente no ano passado, 370 mil pessoas e empresas tiveram as contas vasculhadas pelo órgão. Foi o Coaf que descobriu a fortuna de R$ 27 milhões de Lula.

Perda – O prefeito licenciado do Cabo, Lula Cabral (PSB), perdeu a sua mãe Edite Maria de Oliveira, vítima de um AVC. Era genitora também do ex-deputado Everaldo Cabral e avo da deputada Fabíola Cabral (PP). O enterro foi ontem no cemitério do Cabo de Santo Agostinho.

Cidadania – Vários prefeitos do Pajeú já confirmaram presença na entrega do meu título de cidadão de Tabira no próximo sábado, às 19 horas. Além do anfitrião Sebastião Dias, os prefeitos de Afogados da Ingazeira, Carnaíba, Solidão, Iguaracy e São José do Egito. A autoria é do vereador Kléber Paulino (PSDB).


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Governo de PE

19/05


2019

Bolsonaro: relação com Congresso, flerte com reeleição

A promessa de Bolsonaro para o Congresso se renova. Já o presidente começa a flertar com a reeleição.

Foto: Adriano Machado | Reuters                                                                            Foto: Mauro Pimentel | AFP

O Globo Por Lauro Jardim e Gabriel Mascarenhas

 

O jornalista Lauro Jardim, titular da coluna, chama atenção para uma constatação: desde que o governo se iniciou, não se passa uma semana sem que Jair Bolsonaro fale em estreitar suas relações com o Congresso, uma intenção que nunca se concretiza. 

Enquanto isso, seu colega de coluna, o também jornalista Gabriel Mascarenhas informa que Jair Bolsonaro, aquele que praguejava contra a reeleição durante a campanha, admite abertamente entre aliados que, se a economia reagir e o Brasil voltar aos trilhos, vai disputar mais um mandato em 2022. O resto é conversa.

 


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Comentários

gilson

Nunca tinha visto tanta merda num único lugar. O bolso não sustenta ate o final do ano.


Congresso Nordestino de Educação Médica

19/05


2019

Após derrotas, Moro tenta salvar a principal bandeira

Após derrotas e pé no STF, o ministro da justiça, Sérgio Moro tenta salvar sua principal bandeira.

Do Jornal do Brasil

 

Após sucessivas derrotas, a mais recente envolvendo o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), o ministro Sergio Moro (Justiça) intensificou a agenda política para tentar acelerar a tramitação no Congresso daquela que é considerada sua principal iniciativa, o pacote anticrime.

Na manhã de quinta-feira (16), Moro foi à residência oficial do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para pedir o apoio do parlamentar ao avanço do projeto na Casa.

Alvo da resistência de vários políticos por personificar a Lava Jato, a operação que dizimou integrantes de diversas legendas nos últimos anos, o ex-juiz federal tem buscado auxílio de Maia para tentar vencer esses obstáculos. [...] Confira a íntegra aqui: Após derrotas e pé no STFMoro tenta salvar sua principal band


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19/05


2019

Whatsapp continua sendo usado por Bolsonaro

Responsáveis até por demissão de ministro, áudios de Whatsapp continuam sendo usados por Bolsonaro.
Ailton de Freitas | Agência O Globo

O Globo - Por Gabriel Mascarenhas

 

O episódio Gustavo Bebianno, em que a lavagem de roupa suja entre presidente e ministro foi exposta em rede nacional, não ensinou nada a quem deveria.

Jair Bolsonaro continua usando os áudios de WhastApp como ferramenta de comunicação.

Cabe de tudo nas gravações: de orientações sigilosas a ministros a promessas e recados poucos educados a congressistas. Tudo pelo aplicativo, armazenado no celular alheio, pronto para ser usado como e quando o interlocutor presidencial decidir.

 


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19/05


2019

Mercado atento ao impeachment; Maia elogia Mourão

Mercado financeiro atento às regras da constituição sobre Impeachment. Enquato isso, Rodrigo Maria é só elogios para Hamilton Mourão. 

Presidente da República Jair Bolsonaro Foto: Agência O Globo                                Foto: Presidência / Divulgação

Época - Por Guilherme Amado

 

Na sexta-feira, depois do texto do "ingovernável sem conchavos" disparado por Jair Bolsonaro via WhatsApp, consultorias de mercado financeiro, em São Paulo, dispararam para seus clientes relatórios sobre as regras da Constituição para a substituição do presidente da República quando a saída se dá na primeira metade do mandato.

Enquanto isso, Rodrigo Maia é só elogios para Hamilton Mourão. Costuma dizer a aliados que o vice tem postura de diálogo e entende o momento importante por que passa o país.


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ArcoVerde

19/05


2019

Ninguém se engane: Moro articulado como político

Em menos de cinco meses de governo, o ministro Sérgio Moro já se reuniu com 106 parlamentares, segundo levantamento do Estado com base apenas em sua agenda oficial. O ministro teve encontros com mais de um sexto do Congresso e rivaliza no governo com o ministro Onyx Lorenzoni, da Casa Civil, responsável pela articulação política do Palácio do Planalto. Onyx, deputado federal licenciado, esteve com 125 deputados e senadores.

Nesses quatro meses e meio de governo, o ministro reservou mais espaço em sua agenda para reuniões com integrantes da chamada “bancada da bala”, como é conhecida a Frente Parlamentar da Segurança Pública. Foram 44 encontros com deputados ligados à frente, que tem algumas reivindicações abarcadas no pacote anticrime.

O presidente do grupo, deputado Capitão Augusto (PR-SP), foi quem mais visitou o gabinete de Moro no período: quatro vezes, empatado com o líder do PSL no Senado, Major Olímpio(SP). Entre parte dos parlamentares, no entanto, persiste a resistência à figura de Moro. Deputados mais experientes costumam dizer que o ministro da Justiça ainda não abandonou o estilo de juiz, que o faz querer impor ao Parlamento, sem muita paciência para o processo de tramitação, suas ideias para o combate à criminalidade.  (Estadão - BR 18)


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Asfaltos

19/05


2019

FHC : povo quer “paz e emprego, sem impeachments”

Elogiado pelo ex-presidente José Sarney em entrevista ao Correio Braziliense, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse neste domingo, 19, concordar com o maranhense quando alerta sobre “os riscos que corremos” com a postura do presidente Jair Bolsonaro, segundo Sarney, de “apostar todas as cartas na ameaça do caos”. Para o tucano, “anunciar o caos pelas redes sociais recae na própria cabeça”. Ele conclui que “o povo quer paz, emprego e compostura, sem impeachments”.

"Vale ler a entrevista do pres. Sarney. Ele alerta sem alarmismo sobre os riscos que corremos. O atual Pr deve aprender que o país precisa de coesão e rumos. Aununciar o caos pelas redes sociais recae na própria cabeça. O povo quer paz, emprego e compostura, sem impeachments."

Sarney: ‘Bolsonaro está colocando todas as cartas na ameaça ao caos’

Com 52 anos de experiência no Legislativo, o ex-presidente José Sarney, de 88 anos, abriu sua entrevista ao jornal Correio Braziliense dizendo que não faria comentários sobre seus sucessores, mas a resistência durou pouco. O inquilino do Palácio do Planalto da transição democrática afirmou que o presidente Jair Bolsonaro “está colocando todas as cartas na ameaça do caos”, destruindo as utopias.   (Estadão- BR18)


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19/05


2019

Com ele ou sem: substitutivo balizará rumos do governo

Coluna do Estadão – Álvaro Bombig

Se for mantida e, ao fim e ao cabo, obtiver sucesso, a proposta de reforma da Previdência a ser apresentada pelos deputados em forma de substitutivo reforçará a percepção de que a agenda necessária para o País, a econômica, pode avançar sem Jair Bolsonaro e a despeito dele.

Não é pouco quando a instabilidade cresce e um déjà vu coletivo de 1992 e 2016 começa se instalar no País.

Por isso, o meio político aguarda apreensivo os próximos dias para analisar a reação do presidente à tacada da Câmara: aceitará passivamente ou reagirá à moda dos Bolsonaros?

Os deputados da Comissão Especial acham que, se conseguirem atrair PSB e PDT para o texto substitutivo, a aprovação em plenário estará praticamente assegurada.O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não descarta fazer ajustes nas regras de transição da reforma.


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