Lavareda

17/10


2006

Mendonça nega tom de ofensa a Arraes no debate

O candidato ao Governo de Pernambuco pela coligação União por Pernambuco, Mendonça Filho (PFL), comentou, há pouco, seu desempenho no debate realizado ontem à noite, na TV Clube, afiliada da Band em Pernambuco, quando esteve frente a frente com seu oponente no segundo turno, o candidato da Frente Popular, Eduardo Campos (PSB). O pefelista negou ter feito referências pessoais ao ex-governador e avô do socialista, Miguel Arraes, falecido em agosto do ano passado. “Todas as vezes que mencionei o nome de Arraes foi reverenciando sua memória, sua história e o fato dele ter sido governador do Estado por três vezes”, minimizou, após polêmica levantada no debate de que Mendonça Filho teria acusado Eduardo Campos de se “escorar” na imagem de Miguel Arraes.

 

O primeiro debate entre os candidatos no segundo turno foi marcado pelo clima de confronto, com troca de acusações de cunho administrativo e pessoal. Num dos momentos do debate, Mendonça Filho acusou o candidato a vice-governador de Eduardo, João Lyra Neto (PDT), de ter dívidas com bancos. Hoje, Mendonça disse que sua atitude não foi desrespeitosa para com o vice. “Esse assunto veio à tona a partir da manifestação do deputado Eduardo Campos, mas não foi nenhuma atitude de desrespeito ao candidato a vice-governador. Pelo contrário, as atitudes empresariais dele, ele deve ao mundo empresarial, não a mim, como político e cidadão”.

 

Após ter lançado a provocação no debate, o governador-candidato demonstrou não mais estar preocupado em insistir no assunto das supostas dívidas de João Lyra. “Não vou entrar nesse debate. Meu debate é propostas e programas com relação ao futuro de Pernambuco”, esquivou-se.

 

No início da tarde, Mendonça Filho teve um encontro a portas fechadas com o presidente das Assembléias de Deus do Estado de Pernambuco, pastor Roberto José, na unidade da igreja de Abreu e Lima, na Região Metropolitana do Recife. Apesar do compromisso estar em sua agenda de campanha e de ter sido acompanhado pelo deputado estadual reeleito pastor Cleiton Collins (PSC), que tem aparecido no programa eleitoral pedindo votos para o pefelista, Mendonça negou que a visita foi de caráter eleitoral. “Vim fazer uma visita ao presidente da Assembléia. Não tem nenhum caráter eleitoral nisso. Sempre freqüentei a Assembléia e tenho boas relações com o eleitorado evangélico”, justificou.

 

Questionado se pretende buscar apoio no eleitorado evangélico para pedir votos, Mendonça Filho foi generalista. “Conto com o voto de todos, evangélicos, católicos, judeus... Sou ecumênico e respeito as opções religiosas de cada cidadão pernambucano”, argumentou. Informações da Agência Nordeste.


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Comentários

Ana B. Holanda

Eita estado desorganizado esse na era Eduardo.... por acaso alguém sabe dizer se o Governo Jarbas pediu algum empréstimo para pagar a folha dos funcionários?

Cristiano Lima

Vocês já devem ter percebido que O PFL FALA COM MUITA PROPRIEDADE A PALAVRA LADRÃO. Ninguém melhor do que um perito para falar no assunto, não é ANINHA HOLANDA ??

Severino Isidoro Fernandes Guedes

... até porque se a direita encontrasse alguma coisa que maculasse a imagem limpa de doutor Arraes eles não deixariam passar em branco, porque passaram quatro décadas vasculhando a vida de doutor Arraes sem nada encontrar contra esse brasileiro decente, honrado e guerreiro das causas populares.

Severino Isidoro Fernandes Guedes

... se alguém tiver prova em contrário que a apresente ao Ministério Público. Ademais o desvio de finalidade se deu com autorização da Assembléia Legislativa e o deputado Roberto Magalhães, da CPI dos precatórios, também nada encontrou contra doutor Arraes ou Eduardo...

Severino Isidoro Fernandes Guedes

... o desvio de finalidade se deu para pagar salários de servidores e para programas de eletrificação rural, tudo porque PE foi tratado a pão e água pelo governo FHC. Se tivesse ocorrido roubo o TCE teria denunciado Eduardo e Arraes, como não houve, tudo o mais não passa de parolagem da direita.


ALEPE

17/10


2006

Origem do dinheiro do dossiê é criminosa, diz Biscaia

O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito dos Sanguessugas, deputado Antonio Carlos Biscaia (PT-RJ), reafirmou nesta manhã acreditar que é criminosa a origem do dinheiro - R$ 1,7 milhão - que seria utilizado para comprar o dossiê com supostas acusações contra o governador eleito de São Paulo, José Serra, e o candidato à Presidência da República pelo PSDB, Geraldo Alckmin.

- Não tenho a menor dúvida de que o dinheiro é de origem ilícita. Alguém que tem recurso lícito vai ter um milhão e setecentos mil reais em casa? Não sei se é de sonegação, de caixa dois, de corrupção, jogo do bicho ou de tráfico de drogas, mas é de origem criminosa - afirmou Biscaia.  Informações do JBOnline.


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O Jornal do Poder

17/10


2006

Governo e oposição acirram guerra pré-eleitoral

A guerra pré-eleitoral entre os aliados de Lula (PT) e Alckmin (PSDB) ganha novos elementos a cada dia. Esta manhã, como relata a repórter do blog em Brasília, Ana Silveira, o PSDB, o PFL e o PPS protocolaram no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pedido de investigação contra o presidente Lula pela promessa de liberação de R$ 1 bilhão ao Mato Grosso em troca do apoio do governador reeleito do Estado, Blairo Maggi.

 

Os aliados de Alckmin também pediram que o TSE investigue a suposta "operação abafa" que teria sido comandada pela Polícia Federal e pelo ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, para retardar as investigações sobre a origem do R$ 1,7 milhão que seria usado por petistas para comprar o dossiê. Os presidentes dos três partidos, Tasso Jereissati (PSDB), Jorge Bornhausen (PFL) e Roberto Freire (PPS) se reuniram com o corregedor do TSE, Cesar Asfor Rocha, para pedir ao tribunal rigor nas investigações. "O ministro vem agindo para evitar que o dossiê tenha influência no processo eleitoral", criticou o presidente do PPS, Roberto Freire.

 

Os governistas não deixaram barato. O coordenador da campanha de Lula, Marco Aurélio Garcia, ganhou hoje o reforço PC do B, do PSB e da ala governista do PMDB para rebater a ofensiva dos tucanos e pefelistas. Os presidentes do PSB, Roberto Amaral, e do PC do B, Renato Rabelo, e o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), se comprometeram a mobilizar os governadores e as bancadas dos partidos na Câmara e no Senado em uma ação coletiva pró-Lula.

 

Os governistas insistem que os adversários querem criar um clima de instabilidade política no país. "Alguns setores da oposição estão desesperados tentando reverter essa vantagem através de factóides publicados por órgãos da imprensa", disse Marco Aurélio Garcia.


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Marcos Junior

Aqui, o governo estadual deu uma gratificação aos servidores. Para que? Para votar em Mendonça? Responda Mendonça. O povo honesto quer saber!

Marcos Junior

No país e nos estados.Não adianta querer incriminar Lula-Lé e Eduardo-Cá.Falar é fácil, provar é que é difícil. Sobre os precatórios Eduardo já respondeu, mas Mendonça não aceita e pensa que o povo é burro, talvez Mendonça quizesse que Eduardo dissesse que usou o dinheiro para pagar roupas na Daslu.


Abreu no Zap

17/10


2006

PT faz reunião e decide contra - ofensiva

Em reunião no comitê do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Brasília, dirigentes do PT, PC do B, PSB e PMDB decidiram partir para a ofensiva contra o que chamaram de "tentativa golpista" da oposição. O coordenador-geral da campanha de Lula, Marco Aurélio Garcia, disse hoje que governadores e parlamentares dos quatro partidos foram orientados a reagir à estratégia do PSDB, PFL e PPS de "criar factóides" para "desrespeitar a vontade popular de reeleger o presidente."

Os aliados de Lula condenaram a decisão da oposição de solicitar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a convocação do ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos. No entender de tucanos e pefelistas, Thomaz Bastos precisa explicar denúncias de que a Polícia Federal estaria agindo politicamente com o objetivo de abafar o escândalo envolvendo a tentativa de compra, por parte de petistas, de um dossiê contra candidatos do PSDB.

A decisão do comitê da reeleição é a de aplicar "vacinas" contra "factóides", ocupando espaços para defender Lula. "Não faremos nenhum grande ato, mas estamos pedindo aos militantes que saiam às ruas, ocupem os espaços públicos e aproveitem o clima de debate", afirmou o presidente em exercício do PSB, Roberto Amaral. "Estamos preocupados, porque o desespero é péssimo conselheiro da política, e nossos adversários querem criar um clima de insegurança, um terceiro turno da eleição." As informações são do A Tarde Online.


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guilherme alves

Não entendo o porquê do silêncio da mídia, da maioria dos jornalistas politicos e dos blogueiros a respeito da reportagem do Raimundo Pereira na Carta Capital. É, no mínimo, conivente, também, o silêncio dos orgãos citados, e o silêncio dos cemitérios dos demais participantes da cena política.

Ricardo José Amorim Campos

Nao entendo a logica petista. Q premissa é essa? por acaso o PSDB vai votar pelo povo? PArece que o PT tem muito medo que a verdade apareca.



17/10


2006

Berzoini evita imprensa na saída da Polícia Federal

O ex-ministro e ex-coordenador da campanha à reeleição do presidente Lula, deputado Ricardo Berzoini (PT-SP), deixou no início da tarde desta terça-feira a Polícia Federal, onde prestou depoimento por quase duas horas sobre o suposto envolvimento no episódio do dossiê Vedoin. Berzoini saiu pela garagem privativa, sem falar com a imprensa, do mesmo modo como entrou.

A Polícia Federal tomou o depoimento do presidente licenciado do PT, suspeito de envolvimento na compra do dossiê Vedoin. Há indícios de que ele tinha conhecimento da compra do dossiê por membros do PT. A situação de Berzoini é delicada porque vários dos petistas envolvidos no escândalo eram seus subordinados no comitê de campanha à reeleição do presidente Lula.  As informações são do Estadão.


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Ana B. Holanda

Fedorenta aqui só Michele - - - a cadelinha de Dona Marisa, CHIQUERRIMA, antes só usava Avon, agora só Chanel, Armani...

Cesar Augusto R. Cavalcanti

Isso direitada fedorenta, continuem chorando!

roberto lima

Até a imagem dessa gente tem mau cheiro......

Ricardo José Amorim Campos

Isso é maldade com o pobre. Tao quanto o chefe, ele também nâo sabia de nada, não viu nada, não sentiu nada, não cheirou nada e não assinou nada. Como dizem esses petistas: são factoides.

Ana B. Holanda

Berzoini tá envolvido... os subordinados tb... e o Bode Rouco não sabe de nada..... quero ver quando não sobrar mais ninguém, quem ele vai culpar? Michele a cadelina da Dona Marisa?


Banco de Alimentos

17/10


2006

Garcia diz que Bornhausen age em "desespero

O coordenador da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela reeleição, Marco Aurélio Garcia, disse que a decisão do presidente do PFL, senador Jorge Bornhausen (SC), de entrar com ação no TSE questionando a liberação de recursos do governo para o setor agrícola é um "ato de desespero".

O PFL sustenta que houve "uso eleitoral" da liberação de recursos para Mato Grosso depois que o governador daquele Estado, Blairo Maggi (PPS), declarou apoio à reeleição de Lula.

"Isso é desespero", reagiu Garcia, que também preside o PT. "O PFL está reeditando a velha prática da política brasileira: entende que, se Lula ganhar, não pode governar." Garcia disse que o método já foi adotado por "ancestrais do PFL" depois da Segunda Guerra Mundial. "Fizeram isso com Getúlio, tentaram fazer com Juscelino, foram exitosos no golpe contra Jango e vão tentar fazer isso de novo", afirmou o coordenador da campanha de Lula. "Só que eles não contavam com um fenômeno novo, que é a forte participação do povo na campanha." As informações são do Estadão.


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Cesar Augusto R. Cavalcanti

Bornhausen é corno e toda a Santa Catarina Sabe disso: O namorado dele fugiu com outro(outro frango)



17/10


2006

Site aponta novas denúncias contra Eduardo Campos

 Matéria postada, hoje, no site do Congresso em Foco, de Brasília: "Reportagem do Congresso em Foco colheu novos indícios de irregularidades, que reforçam as suspeitas contra a gestão do Partido Socialista Brasileiro (PSB) no Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT). Os fatos apurados ocorreram durante a gestão do atual ministro, Sérgio Rezende, e do seu antecessor, o deputado federal Eduardo Campos, que disputa o segundo turno da eleição para o governo de Pernambuco.

Durante a campanha eleitoral, Eduardo Campos foi acusado de envolvimento com a empresa KM Empreendimentos Ltda., atualmente sob investigação da Controladoria Geral da União (CGU), do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e da Polícia Federal por suspeita de envolvimento com a máfia das sanguessugas. A empresa produz, além de ambulâncias e veículos especiais, os primeiros ônibus de inclusão digital, principal projeto social do MCT.

O caso foi divulgado pelo deputado Fernando Gabeira (PV-RJ) após a KM ter sido mencionada em depoimento do empresário Luiz Antônio Vedoin, sócio da Planam e principal operador do esquema de fraudes no orçamento federal. Vedoin disse no seu primeiro depoimento à CPI das Sanguessugas, no dia 3 de agosto, que outras empresas faziam reserva de mercado e afirmou que KM detinha a maior parte dos negócios com as prefeituras e órgãos públicos do Nordeste.

Foi ainda na gestão de Eduardo Campos que o MCT se tornou alvo de grande interesse dos parlamentares especializados em propor emendas ao orçamento federal. De acordo com a ONG Contas Abertas, de 2004 para cá, foram incorporados ao orçamento R$ 99,4 milhões em emendas individuais destinadas à inclusão digital. Com uma bancada que representa 6% do Congresso, o PSB abocanhou 18% delas.

Mas ainda é uma incógnita a participação do partido nas emendas coletivas, apresentadas pelas bancadas estaduais e pelas comissões permanentes da Câmara e do Senado. Com elas, o total de emendas para inclusão digital sobe para R$ 405,5 milhões (leia mais no Contas Abertas).

Os novos casos

No rastro das denúncias sobre a compra de ônibus para inclusão digital, o Congresso em Foco descobriu três novos casos que aumentam as suspeita sobre a gestão do PSB. Os atos envolvem, além do atual ministro Sérgio Rezende e do seu antecessor, Eduardo Campos, o ex-secretário de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social do ministério, Rodrigo Rollemberg, recém-eleito deputado federal no Distrito Federal pelo PSB.

Rezende nomeou um funcionário acusado de participar de fraudes em licitações depois de ele ter sido responsabilizado por atos irregulares, apontados em sindicância interna do próprio ministério e depois denunciados pelo Ministério Público Federal.

Eduardo Campos, além de ter demonstrado notável generosidade no repasse de recursos para emendas propostas por parlamentares do seu partido, beneficiou a prefeitura de Santana do Livramento (RS), na fronteira com o Uruguai, com quase R$ 2 milhões. O prefeito da cidade, também do PSB, é marido da então chefe de gabinete do ex-ministro Eduardo Campos. Outras seis cidades da região Sul na região de fronteira  e com perfil semelhante não receberam nenhum recurso do MCT desde o início da gestão do PSB.

Já Rodrigo Rollemberg aproveitou o acesso que tinha ao mailing dos funcionários do ministério para convidá-los para inauguração do seu comitê eleitoral, em Brasília.

Gabeira disse ao Congresso em Foco que pretende ir a Pernambuco, após as eleições, para continuar a investigar a gestão do PSB no MCT. No dia 22 de agosto, ele entregou à CPI dos Sanguessugas um relatório em que aponta favorecimento político "na liberação de dinheiro para a compra de ônibus da empresa Planam, utilizados no programa de inclusão digital".

Na oportunidade, o deputado questionou principalmente a aprovação, em um mesmo dia, pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep, empresa pública ligada ao MCT), de três projetos apresentados por parlamentares. O parlamentar e sub-relator da comissão vê nisso um indício de favorecimento porque processos técnicos costumam demorar muito mais tempo para serem aprovados.

A Finep, que tem sede no Rio, pagou às empresas do grupo Planam por meio de três ONGs: Instituto Brasileiro de Cultura e Educação (Ibrae), Instituto de Tecnologia e Desenvolvimento de Qualidade (Intedeq) e Instituto Amor pela Vida. A denúncia de Gabeira incluiu ofícios de 20 deputados, destinados ao então ministro Eduardo Campos, nos quais os parlamentares informam sobre a inclusão no orçamento de emendas de sua autoria para inclusão de digital.

Saiba mais sobre os novos casos apurados pelo Congresso em Foco:

Operação Mão-de-Obra

Dois funcionários do MCT foram denunciados pela Procuradoria da República no Distrito Federal (PR-DF) na Operação Mão-de-Obra, realizada em conjunto com a Polícia Federal (PF).
 
Wagner Vasquez Mello, então coordenador de Logística e Execução, gestor financeiro e pregoeiro do MCT, e Lorena das Graças Lins Silveira, que ocupou o cargo de chefe da Divisão de Licitações e Contratos, foram acusados pelos procuradores Luciano Sampaio Gomes Rolim e José Alfredo de Paula Silva pelos crimes de formação de quadrilha, corrupção ativa e passiva, fraude a licitações.

O curioso é que, três dias após a denúncia ser entregue na Justiça, Wagner foi nomeado, no dia 18 de agosto deste ano, como informou o Diário Oficial da União para a seguinte função:

"Para compor o Grupo de Trabalho com participação da Finep e do CNPq com o propósito de fiscalizar a aplicação de recursos e avaliar a efetividade da execução de projetos apoiados pelo MCT nos programas de trabalho 0465 (Sociedade da Informação), 0471 (Ciência e Tecnologia para Inclusão Social), 1008 (Inclusão Digital) e 1112 (Difusão e Popularização da Ciência), em substituição ao servidor Sérgio Luiz Doscher da Fonseca."

A PR-DF encaminhou no último dia 25 um ofício ao secretário executivo do MCT e ao ministro questionando essa nomeação de Wagner. "Quais os motivos para nomear um servidor já denunciado por diversos crimes para uma função de confiança com atribuições de fiscalização de aplicação de recursos?", pergunta o comunicado, que deu prazo de dez dias para o ministério se manifestar.

Antes da acusação dos procuradores, Wagner foi alvo da sindicância interna criada pela portaria MCT 232/2005 e processo de n° 01200.001453/2005-82. A sindicância foi iniciada ainda na gestão do ex-ministro Eduardo Campos, em despacho do dia 6 de junho de 2005. O funcionário de carreira do MCT, segundo o relatório da sindicância, tinha três filhos contratados como funcionários terceirizados.

Um deles, Juan Vasques Mello, teria ido trabalhar na sede da G&P, empresa ganhadora da licitação para prestação de serviços de apoio administrativo no MCT. A saída, segundo concluiu a sindicância, aconteceu logo após a licitação. Juan e os outros dois filhos do servidor estavam entre os contratados da G&P. As informações foram colhidas no depoimento de Paulo Sérgio Bonfim, coordenador-geral da Coordenação Geral de Gestão de Tecnologia da Informação (CGTI).

A sindicância interna também revelou o uso indevido de telefones celulares e veículos do MCT, além de concessão de passagens e de diárias irregulares. Mas, alegando que os acusados não tinham sido ouvidos, um parecer da Consultoria Jurídica do ministério, de fevereiro deste ano, declarou a nulidade da investigação.

Um ato do atual ministro da pasta, Sérgio Rezende, de 15 de maio, acolheu o parecer da Conjur e determinou a criação de uma nova comissão de investigação. A assessoria de imprensa do MCT alega que Wagner é servidor de carreira do MCT e continua trabalhando normalmente. "Vale ressaltar que o servidor em questão está sob investigação e que não há, ainda, nenhuma conclusão sobre as apurações", diz a assessoria.

"A comissão de sindicância é feita para saber se há fogo. Eles não foram falar com o Wagner. Foi errado. Foi instaurado então um processo administrativo disciplinar que constatou que não havia fogo", disse a chefe da Assessoria de Comunicação do MCT, Vera Canfran, em entrevista ao Congresso em Foco.

Depois da apuração dos fatos, Vera Canfran saiu na defesa incondicional dos dois funcionários denunciados. A assessoria também desafia a apuração feita até agora pela PR-DF e pela PF. "Ela é uma excelente funcionária, foi chamada para trabalhar no Ibama, e nós a chamamos de volta e ela voltou", disse, referindo-se a Lorena.

Falou o mesmo de Wagner: "Ele é um excelente funcionário. Estão inclusive tentando tirar ele dessa comissão porque ele fica um dia inteiro nesse trabalho. É um excelente funcionário e está fazendo falta aqui. Estão até vendo a possibilidade de tirá-lo por causa disso. Não pelas acusações, é pela falta dele no setor. Eu tenho certeza absoluta, eu conheci o Wagner aqui, que esta denúncia vai dar trabalho para quem denunciou. Com certeza. Esta é uma opinião minha."

A reportagem tentou entrar em contato diretamente com os dois funcionários denunciados, nos seus telefones no MCT, mas não recebeu nenhum retorno. Wagner e Lorena estão entre as 18 pessoas denunciadas à Justiça no dia 15 de agosto deste ano. A lista inclui servidores públicos de outros ministérios e autarquias federais, além de funcionários da empresa Conservo. De acordo com a denúncia dos procuradores, a licitação foi  superfaturada.

A diferença de preços entre a empresa que apresentou o menor valor e a Conservo chega a 439%. Segundo os procuradores, a empresa pagava funcionários dentro dos órgãos que a beneficiavam nos pregões por meio de diversos artifícios ilícitos e, paralelamente, oferecia dinheiro às empresas concorrentes nas licitações para que desistissem de participar dos certames. Dessa forma, o caminho ficava livre para a Conservo.

Os dois funcionários do MCT passaram, conforme os procuradores da força-tarefa que ainda investiga o caso, informações sigilosas a Paulo Duarte, braço direito de Victor João Cúgola, dono da Conservo. O objetivo era favorecer a empresa com informações sobre as concorrências. Duarte negociava, segundo a denúncia, diretamente com os servidores envolvidos no esquema - entre eles, Wagner e Lorena, segundo a conclusão da PR-DF.

Santana do Livramento

Ex-chefe de gabinete do então ministro Eduardo Campos (PSB), Mari Machado (PSB) é esposa do atual prefeito de Santana do Livramento (RS), Wainer Machado (PSB), e candidata derrutada a deputada federal nas últimas eleições. Nada de anormal dentro da lógica política-partidária, mas essa mesma prefeitura foi contemplada com um total de R$ 1.956.550,55, valor dividido em três convênios. Os dois primeiros já foram integralmente pagos no mesmo dia 12 de maio deste ano e também celebrados na mesma data, 1°de julho de 2005.

O primeiro deles é descrito como "apoio à integração às cadeias produtivas de fruticultura e apicultura", no valor de R$ 364.896,29. O segundo é para implantação de um centro de inclusão digital e de outros quatro pólos no município, no valor de R$ 320.069,73. O outro convênio já foi empenhado, mas não foi pago. Foram dois empenhos, ambos para apoio à cadeia produtiva do leite, um de R$ 1.099.626,54 e outro de R$ 171.957,99.

Segundo o MCT, os dois primeiros convênios citados fazem parte do protocolo de intenções firmado no dia 16 de setembro de 2004 entre o ex-ministro Eduardo Campos e o então prefeito da cidade, Guilherme Bassedas (PP).

"Vale lembrar que Santana do Livramento integra a agenda de compromisso do governo federal no Programa de Desenvolvimento da Faixa de Fronteira. Participam desse programa 22 ministérios, entre eles o MCT, que têm como obrigação organizar, estruturar ou dinamizar arranjos produtivos locais. Os convênios foram priorizados devido a esta agenda de compromissos", diz a assessoria de comunicação do MCT.

Numa consulta ao Sistema Integrado de Administração do Governo Federal (Siafi), o  Congresso em Foco só encontrou dois municípios gaúchos contemplados diretamente com recursos do MCT desde 1996, data de implantação do sistema. Além de Santana do Livramente, houve uma liberação de R$ 50 mil para Quaraí, destinada à implantação de um centro de inclusão digital nos mesmo moldes do de Santana do Livramento.

Em Caxias, cidade-pólo no Rio Grande do Sul e muito mais populosa do que Santana do Livramento, o valor de dois convênios somados para o mesmo objetivo é de R$ 500 mil. Junto com a vizinha uruguaia Rivera, Livramento tem uma população de aproximadamente 200 mil habitantes. Caxias tem 770.865 habitantes.

O Congresso em Foco apurou ainda que outros municípios incluídos nesse mesmo programa não receberam nenhum tostão do MCT. Numa pesquisa no Siafi, verificou-se que cidades na linha de fronteira como Foz do Iguaçu, Barracão e Santa Helena, todas no Paraná, não receberam nenhum convênio na área de arranjos produtivos locais do ministério.

O mesmo foi possível confirmar em municípios de fronteira de Santa Catarina. Dionísio Cerqueira, Itapiranga e Bandeirante também não receberam apoio nessa área do MCT. A cidade de Quaraí (RS), que faz divisa com a cidade uruguaia de Artigas e também foi incluída no projeto do governo federal, foi outra que não recebeu projetos nessa área, mas apenas os R$ 50 mil para um projeto de inclusão digital já citados anteriormente. 

Uso eleitoral

Enquanto apurava esta reportagem, o Congresso em Foco recebeu e-mail de um servidor de carreira lotado no MCT. Disparado no dia 5 de julho deste ano por um ex-assessor do então secretário de Inclusão Social, o deputado federal eleito Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), a mensagem era um convite para a inauguração do comitê de campanha de Rollemberg na capital federal. Ela foi endereçada a todos os servidores do ministério, usuários da rede interna, chamada de RCT.

A transcrição da mensagem e o cabeçalho é a seguinte, incluindo os erros de digitação:

"Mensagem original
 De: Rodrigo Roll
 Enviada em: quarta-feira, 5 de julho de 2006 16:10
 Para: Todos Usuários da RCT
 Assunto: Convite

Danilo,

Não pode sair de maneira nenhuma alguma referência ao MCT.
Estou falnado isso porque tô vendo que é um mail com extensão do mct.
Muito cuidado.

Bita."

Fábio Gusmão, o Bita, falecido pouco depois da data de envio da mensagem, era assessor de Rodrigo Rollemberg no MCT. Danilo é Danilo Mello, um funcionário terceirizado que ainda trabalha no setor de informática do ministério. Ou seja, Bita reencaminhou para todos os servidores do ministério a mensagem de Rodrigo. Em anexo, o convite para a inauguração do comitê.

"Tem que perguntar essas coisas para as pessoas que mandaram essa mensagem. Eu não tenho nenhuma responsabilidade sobre isso", reagiu Rollemberg no primeiro momento em que foi questionado sobre o assunto, quando ainda concorria à vaga de deputado. A assessoria de imprensa do deputado eleito respondeu ao Congresso em Foco por meio de texto no qual diz não haver "qualquer teor" que o comprometa.

A assessoria de imprensa do MCT também alega que não houve uso da máquina, já que o e-mail foi disparado de um e-mail pessoal do candidato Rollemberg. Leia a íntegra da manifestação do ministério a esse respeito:

"Danilo Barbosa Melo trabalha desde o dia 2 de maio de 2003 na empresa G&P, que presta serviço ao Ministério da Ciência e Tecnologia na área de informática, sempre sob a coordenação do sr. Paulo Sérgio Bonfim - coordenador-geral de Gestão de Tecnologia e Informação (CGTI) do MCT. Portanto, a afirmação de que ele seria indicado pelo ex-secretário de Inclusão Social Rodrigo Rollemberg não procede, como também não procede a informação de que ele é lotado na referida secretaria. Fábio Gusmão é o Bita, falecido há três meses e ex-assessor do então secretário Rodrigo Rollemberg. Fábio era militante do PSB e Danilo é militante do PSB.

Como pode ser observado, a mensagem abaixo é proveniente do e-mail pessoal do Rodrigo Rollemberg, que deixou a secretaria no tempo requerido pelo TSE para concorrer ao cargo de deputado federal. Portanto, está claro que não houve uso da máquina. Está claro, também, que a mensagem deveria ter sido enviada apenas para o sr. Danilo, mas que por erro foi enviada para uma lista aberta com o nome dos usuários do MCT. Essa lista, agora, permanece fechada e a mensagem foi bloqueada assim que foi detectada pela CGTI. Não foram todos os usuários que receberam."

Fernando Amaral, especialista em direito eleitoral e integrante do Instituto de Direito Político e Eleitoral (IDPE), acredita que o caso merece uma investigação mais aprofundada por parte do Ministério Público Eleitoral, já que existem indícios de benefício ao candidato. "Está caracterizado que o acesso à lista de usuários do ministério só foi conseguida porque as pessoas envolvidas na troca do e-mails eram funcionários na época ou licenciados para a campanha", explica Amaral.

O especialista adverte que a lei eleitoral ainda é muito vaga com relação ao uso de mensagens eletrônicas e listas de e-mails. Mas de qualquer maneira, diz Amaral, o artigo 73 da lei 9.504/97 proíbe esse tipo de conduta. "É preciso uma apuração para saber se o equívoco alegado aconteceu outras vezes. E saber se o candidato em questão autorizou o envio dessa mensagem ou de outras semelhantes, já que foi enviado a partir do seu e-mail pessoal", diz.


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Comentários

Ana B. Holanda

Quem avisa amigo é: meu salário NUNCA atrasou nos últimos 8 anos, já antes... meu medo é esse atraso voltar, tenho meus compromissos p/ cumprir e impostos para pagar, infelizmente o seu candidato a governador deixou uma dívida grande e nosso dinheiro está no bolo para pagar a dívida de 11 milhões.

Ana B. Holanda

Comissionado? KKKKKKKKKKKKKKKKK Sou concursada nem Dudu nem Lula me tira querido! Não estou desesperada feitos os eleitores-militantes de Dudu q não vêem a hora de entrar no Governo. Estou lá há tempo, passei pelo Governo do meu querido Arraes, pelo Governo Jarbas e agora Mendonça.

Cristiano Lima

DESESPERADA Aninha, seu Cargo Comissionado está com os dias contados ! Você jamais teria entendido as repostas dadas por EDUARDO GOVERNADOR. Mas poderia aproveitar para responder ONDE O PAI DE MENDONCINHA TORROU O DINHEIRO DO BANCO DO NORDESTE. Aproveita !

Cristiano Lima

DESESPERADA Aninha, seu Cargo Comissionado está com os dias contados ! Você jamais teria entendido as repostas dadas por EDUARDO GOVERNADOR. Mas poderia aproveitar para responder ONDE O PAI DE MENDONCINHA TORROU O DINHEIRO DO BANCO DO NORDESTE. Aproveita !

Ana B. Holanda

É impressionante como os eleitores do Eduardo são nervosos, eu apenas fiz uma pergunta e a ira, o mal humor, o nervosismo reina. Por favor, postem aqui o que o Eduardo respondeu. Juro que não sei, ou me digam onde posso ler ou assistir.



17/10


2006

Inocêncio: "Eduardo é o continuador da saga de Arraes"

Em desagravo e solidariedade ao deputado Inocêncio Oliveira diante das criticas feitas pelo candidato Mendonça Filho (PFL), o candidato do PSB a governador de Pernambuco, Eduardo Campos, prestigia hoje, às 14 horas, ato de adesão de dezenas de lideranças municipais à candidatura do socialista. O ato acontecerá no escritório politico de Inocêncio, na Imbiribeira - Rua Muritiba, 120. Aliado de primeira hora, Inocencio só se refere, agora, a Eduardo como "o jovem guerreiro vitorioso continuador da saga de Miguel Arraes".


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Comentários

Ana B. Holanda

Quanto ao Dr. Arraes, senti mt sua morte, fui a sua missa, sempre o admirei e votei nele, aliás meu primeiro voto foi pra ele - dá p/ perceber q não sou uma "idosa". Ele não tem culpa de ter uma "parente" assim, toda família tem um que "dá trabalho"...

Ana B. Holanda

Bem, vindo de pessoas como vocês, c/ certeza será palavreado de última categoria. Quem fala o que quer ouve o que não quer, já escrevi mt besteira aqui e li o que merecia, pois provoquei. Mas vou perguntar: ONDE EDUARDO GUARDOU O DINHEIRO DOS PRECATÓRIOS. Porque vc se irritam tanto com essa pergunta

Aildo Biserra da Silva

Bom dona Ana se a senhora perguntar mais uma vez eu digo,juro que digo! A Senhora sabe onde foi colocado...

Aildo Biserra da Silva

Ô DONA ANA, não sei em qual abrigo de idosos a senhora está, mas com todo respeito a sdua idade, lave a boca para pronunciar o nome de DR. ARRAES, HOMEM PROBO, CORRETO, HONESTO QUE NUNCA SE DOBOU AOS PODEROSOS DO PEFELÊ, ARENA E PUXA SACOS DA DITADURA. VIVA ARRAES! GUERREIRO DO POVO BRASILEIRO.

Ana B. Holanda

Eu crio outro e-mail e entro, se bloquear, crio outro, e outro e outro e outro...... Tudo santo né, eu, vocês, Dudu, Mendonaça... não estou defedendo NINGUÉM, apenas quero saber onde o candidato de vocês colocou o dinheiro dos precatórios.



17/10


2006

João Lyra foi avalista de empréstimo não quitado

Embora tenha negado, ontem, logo após o debate, o candidato a vice-governador na chapa de Eduardo Campos, empresário João Lyra Neto (PDT), foi, sim, avalista de um empréstimo não quitado e já executado, ao Banco do Nordeste, de R$ 26.420.260,13, em valores já atualizados, destinado ao projeto de construção do Shopping Center Caruaru.

A execução foi feita pelo juiz Odilon de Oliveira Neto, da Décima Nona Vara Cívil do Tribunal de Justiça de Pernambuco. João Lyra aparece na lista do grupo executado pelo Banco, que é o seguinte: Eduardo Cesar de Albuquerque Maranhão, Joselma Maria de Almeida Maranhão, Celso Adolfo de Albuquerque Maranhão, Maria leda Suassuna de Albuquerque Maranhão, Angélica Lyra de Oliveira, Fernando Soares de Lyra, Mércia Maria Teixeira Lyra, Márcia Maria Teixeira Lyra e Darcy Oliveira dos Santos.

O empréstimo, segundo cópia em poder do signatário deste blog, foi tomado em 2 de julho de 1996 e executado em 1 de junho de 2005. O blog tentou localizar João Lyra Neto para que ele apresentasse a sua versão, mas infelizmente o seu celular está fora do ar.


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Comentários

Aildo Biserra da Silva

Triste é ver vc magno, tentando salvar a PEFELÂNDIA, ele disse que não tomou empréstimo, ela não falou que não era avalista. Esta é a verdade.

Marcos Junior

Sem falar que os funcionários do governo, receberam ete mês uma gratificação em dinheiro. Para que? Para votar em Mendonça? O povo quer saber. O povo não é burro. Ainda tem muita gente honesta no mundo, e estes não se vendem... Veja o resultado da pesquisa desse Blog. Dá-lhe Eduardo!

Marcos Junior

Não adianta querer incriminar João, nem Eduardo.Falar é fácil, provar é que é difícil. Sobre os precatórios Eduardo já respondeu, mas Mendonça não aceita e pensa que o povo é burro, talvez Mendonça quizesse que Eduardo dissesse que usou o dinheiro para pagar roupas na Daslu...Idiotas!

roberto lima

Enquanto isso..... lula e seus seguidores perseguem os aposentados, confiscam ilegalmente 11% do salario, e para compesar, ofere UM EMPRESTIMO COM DESCONTO EM FOLHA !!!!!!!!

pPRANTE A LEI BRASILEIRA O AVALISTA TEM QUE ASSUMIR O ONUS. PARA ISSO EXISTE A FIGURA DO AVALISTA QUE É MAIS RESPONSÁVEL DO QUE O TOMADOR. OU SERÁ DIFERENTE PARA OS ALIADOS DO LULLA?



17/10


2006

PB: Justiça Eleitoral tira TV Correio do ar

A TV Correio da Paraíba, do Sistema Correio de Comunicação, está desde ontem à noite fora do ar por decisão da Justiça Eleitoral. A empresa foi punida com 24 horas de suspensão da programação por decisão do desembargador Nilo Ramalho, que acatou ação movida pela coligação “Por Amor à Paraíba”, do governador e candidato à reeleição Cássio Cunha Lima (PSDB). Ele entendeu que houve abuso na emissão de opiniões dos jornalistas Rubens Nóbrega e Hélder Moura, que teriam, durante a programação, denegrido a imagem de Cássio.

 

Os advogados da TV Correio chegaram a entrar com medida cautelar alegando que houve mera crítica ao Governo e não ao governador. O desembargador, com base nas imagens, não acatou o pedido e manteve a decisão. Além de ficar fora do ar, a TV Correio foi condenada a pagar uma multa de R$ 21.282. O advogado da coligação “Por Amor à Paraíba”, Luciano Pires, disse que o Sistema Correio já acumula R$ 180 mil em multas por desobediência à legislação eleitoral só este ano. As informações são da Agência Nordeste.


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Comentários

cidadão pernambucano

Se essa moda pega aqui, teu site sai do ar, Magno.