FMO janeiro 2020

03/06


2020

Fernando Collor na live de amanhã

O ex-presidente Fernando Collor de Melo, hoje senador por Alagoas (PROS), é o convidado da live do blog de amanhã, às 19 horas, pelo Instagram do blog. Em pauta, a crise nacional.

Depois de requerer licença e se ausentar da mídia, Collor voltou com todo gás, tendo sido frequente nas redes sociais com entrevistas e opiniões sobre os efeitos da pandemia na economia e na política.

Já há quem desconfie que ele, devido ao vácuo de lideranças, esteja ensaiando entrar na disputa pelo Planalto, em 2022. Para acompanhar a entrevista, siga o blog no Instagram no @blogdomagno


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Detra maio 2020 CNH

03/06


2020

Lives da largada eleitoral

Convidei os principais pré-candidatos a prefeito do Recife para lives especiais dando o start do debate da sucessão do prefeito Geraldo Júlio (PSB). Serão duas por semana, às segundas e sextas-feiras, sempre às 19 horas, mesmo horário das lives nacionais, que seguem sem interrupção, já com agenda lotada para as duas próximas semanas. Amanhã tem Collor e na próxima terça o ministro do STF, Gilmar Mendes.

Para a estreia das lives municipais, por ordem do sorteio, o primeiro a ser entrevistado será o pré-candidato do PSC, Alberto Feitosa. Faço a ressalva de que nem todos confirmaram, mas fizemos o sorteio sem excluir nenhum deles e a editora deste blog, Ítala Alves, coordenadora da série, ficará no aguardo das confirmações restantes.

As confirmações podem ser feitas pelo e-mail: blogdomagno.redacao@gmail.com ou pelo telefone: (81) 9.9991-8522.


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Abreu e Lima

03/06


2020

Toritama prioriza enfrentamento à pandemia

O prefeito de Toritama, Edilson Tavares (MDB), que tem se destacado como um dos gestores mais ousados e ao mesmo tempo aplicado no dever de casa no ajuste fiscal, disse, ontem, numa entrevista à Rede Agreste de Rádio, que o momento não é de tratar de eleição, mas de cuidar da vida da população, em alto risco devido ao agravamento da pandemia do coronavírus.

"Minhas atenções estão voltadas para o enfrentamento da COVID-19. A crise tem exigido tempo e determinação para evitar o colapso na saúde pública", adverte.

Sobre sua sucessão, afirmou que está tranquilo e que tratará na hora certa. "Tenho inimigos muito poderosos a combater e não vou perder meu tempo com essa briga política. Meus inimigos hoje são o desemprego, a fome, a COVID-19, essa batalha que estamos fazendo”, afirmou.

Tavares sinalizou que pretende manter como seu companheiro de chapa o vice-prefeito Romero Leal Filho (PSDB). "Esse é nosso plano desde o início, tenho conversado com toda a nossa base, falado com todos os nossos amigos, e eu digo que a gente não tem a menor razão de mudar. Romerinho tem sido um parceiro nosso leal, competente e honesto", destacou.

Edilson ratificou a postura de Romerinho e agradeceu pela lealdade e pelo trabalho que o mesmo tem realizado durante esse primeiro mandato. "Imagino que cada um no seu quadrado. Romerinho tem sido uma pessoa muito disciplinada, trabalhador, está presente conosco em tudo", acrescentou.

Mesmo diante da crise desencadeada pela pandemia, o prefeito tem mantido a folha de pagamento em dia e obras de infraestrutura seguido seu curso normalmente. "Estou animado, nosso trabalho diuturno que a população merece nessa época de pandemia principalmente”, disse. Ainda durante a entrevista, destacou o trabalho e o apoio que tem recebido do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB). "Sempre vejo nele uma pessoa extremamente competente. Inteligentíssimo e a serviço de Pernambuco", destacou.


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Prefeitura do Ipojuca

03/06


2020

Operação cumpre mandados no Recife e em Paudalho

JC Online

A Polícia Civil de Pernambuco desencadeou, na manhã de hoje, a 'Operação Inópia', para apurar possíveis irregularidades em contrato elaborado com recursos públicos destinados ao combate do novo coronavírus (covid-19).

De acordo com a investigação, há indícios da suposta existência de organização criminosa voltada para a prática de crimes relacionados à fraude em licitação.

Durante a operação, estão sendo cumpridos cinco mandados de busca e apreensão, expedidos pela Vara de Crimes contra a Administração Pública e Ordem Tributária. No entanto, a polícia ainda não informou quem são os alvos na operação e alegou que as informações serão divulgadas posteriormente.

Três mandados estão sendo cumpridos em Pernambuco pela Polícia Civil, nas cidades de Recife e Paudalho; e os outros dois estão sendo cumpridos pela Polícia Federal em Goiás e no Distrito Federal. A Operação fora deflagrada com o apoio da Polícia Federal, Controladoria Geral da União e Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado – MPPE.


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03/06


2020

Nova MP gera forte contratação de empréstimos

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), avaliou, hoje, que haverá uma forte contratação de empréstimos por micro e pequenas empresas após a publicação da medida provisória que cria o Programa Emergencial de Acesso ao Crédito. A MP 975 remove entraves e institui um fundo garantidor para os empréstimos, o que tem potencial para destravar o crédito para as empresas em dificuldade por causa da pandemia do coronavírus.

“O que ocorreu, e a gente reconhece como uma crítica legítima, é que o programa de crédito para micro e pequenas empresas não funcionou bem, mas o governo editou nova medida provisória refazendo o programa e instituindo um fundo garantidor para os empréstimos. Eu acredito que vai se iniciar nesta semana uma forte de contratação junto a micro e pequenas empresas”, afirmou o líder em entrevista à uma emissora de rádio de Pernambuco.

No total, segundo ele, o governo federal já editou 20 medidas provisórias e investiu R$ 445 bilhões em ações para enfrentar a pandemia e minimizar os impactos sociais e econômicos. Os recursos foram destinados para a proteção de trabalhadores informais e com carteira assinada, ajudar empresas e socorrer estados e municípios. 

“Aos estados e municípios foram repassados R$ 76 bilhões – dinheiro na veia, além do alívio financeiro através da suspensão dos empréstimos contratados. Isso é para se ter uma ideia da solidariedade e do apoio do governo Bolsonaro na maior crise de saúde e econômica da história do Brasil”, disse o líder.

Fernando Bezerra Coelho também falou sobre a aproximação do governo federal do bloco político chamado Centrão. Para o líder, a crise causada pela pandemia vai exigir medidas duras, que dependerão da aprovação do Congresso Nacoinal. “Não existe boa ou velha política. O que existe é a política bem feita. É preciso ter maioria no Congresso Nacional. É preciso formar coalizão e ter laços de aproximação. Ao longo do ano passado, houve altos e baixos na relação com o Parlamento, mas o Congresso eleito tem forte identidade com a agenda econômica do governo Bolsonaro. No início deste ano, com a chegada da pandemia, o presidente percebeu que o Brasil vai precisar de medidas duras, e iniciou contato maior com os partidos”, explicou.


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Comentários

Fernandes

Celso manda recado, e Bolsonaro busca diálogo com Moraes em meio a embate com STF. Após atacar Moraes por ter impedido a posse de Alexandre Ramagem no comando da Polícia Federal e por ter determinado operação policial contra seus apoiadores, o chefe do Executivo participou, nesta terça-feira (2), da posse do ministro do STF como membro titular do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Como diz o dito popular: Quem tem brioco tem medo. KKKKKKKKKKKKKKKkk

marcos

Ainda bem que a natureza criou esse monstro chamado Corona Vírus para matar muita gente. Luiz Inácio Corona da Silva


Banco de Alimentos

03/06


2020

A façanha de papai com o Pelé do Sertão

Além de político, comerciante e servidor público federal dos Correios, meu pai Gastão Cerquinha, 98 anos, também viveu momentos de grande desportista em Afogados da Ingazeira, cidade onde nasceu, botou nove filhos no mundo e na qual tem os pés fisgados, incapaz de encontrar beleza em outro território terrestre. Como diz Luiz Gonzaga, tão sertanejo que exala cheiro de bode. Se tivesse que usar um perfume produzido no chão seco de lá, com certeza a fragrância seria de marmeleiro.

Apaixonado por futebol numa terra em que a seca inclemente torrava o último pé de grama do estádio, papai fez dobradinha com o juiz Virgílio Amaral no comando do Bom Jesus Futebol Clube, o Azulão, time popular, que rivalizava com o Guarany, agremiação da elite cor de sangue. Dois grandes elencos do Sertão com raça e talento para não fazer vergonha a times da elite do estadual.

O azul do Bom Jesus era a cor da galera dourada do Pastoril encantado das noites de Natal no calçadão da Catedral do Bom Jesus dos Remédios, padroeiro da cidade. Só daí compreendi a razão do batismo da equipe do meu pai, fervoroso azulão também do Pastoril. Era daqueles que davam o último vintém para não ver o azul ser vencido pelo vermelho.

No confronto Guarany x Bom Jesus, papai também recorria a todas as armas em seu poder para derrotar o adversário. Se no Pastoril a moeda que se convertia na alegria da vitória era o dindim, no futebol das paixões muito maiores, o enredo não poderia ser diferente. Os craques valiam ouro.

De todos os craques, um reinava absoluto: Luiz Cocada, cujo sobrenome se deu pela proeza de maior devorador da iguaria sertaneja, quando a melhor e mais concorrida era a de Dona Helena, dona de uma vendinha no coração da praça Arruda Câmara. Quem nunca comeu a cocada de Dona Helena que atire a primeira pedra!

Luiz Cocada era o Pelé de Afogados. Fazia gols adoidado. A torcida do Guarany só ia aos jogos para  vê-lo exibir sua categoria e sua raça, dois traços maestrais dele. O sonho de papai era contar com Cocada no Bom Jesus, cansado de sair das quatro linhas derrotado por ele. Certa vez, o técnico do Guarany puniu o craque por relapso nos treinos. Estava fora da próxima disputa decisiva contra o Bom Jesus.

A notícia chegou aos ouvidos de papai, que, atrevido, procurou Cocada na sua casa. E lá o aliciou com a promessa de que se jogasse pelo Bom Jesus contra o Guarany, no domingo seguinte, ganharia um valor fixo, além de um adicional por cada gol feito. Chateado com o time do seu coração, Cocada topou o desafio para felicidade geral da torcida azulina e da infelicidade da alvirrubra.

Sabido e confiante no taco de Luiz Cocada, papai lançou apostas de que o Pelé de Afogados faria três gols, no mínimo, vestindo a camisa do Bom Jesus pela primeira vez frente ao Guarany. Choveram apostas. Quando os dois times entraram em campo e a torcida do Guarany deu conta de que Cocada era jogador do adversário e não do vermelho e branco, o  mundo desabou.

O que ninguém sabia, na verdade, era que Cocada, jogando pela primeira vez no Bom Jesus e contra o Guarany, era produto da grande trela armada por papai, visto na beira do campo fazendo apostas adoidadas. O jogo começou e com dez minutos Cocada fez o primeiro dos quatro gols da partida que levou papai ao delírio e a torcida do Guarany ao choro incontido.

Esfuziante, papai tinha razões de sobra para comemorar o que parecia um sonho: com as apostas vencidas, pagou o cachê prometido a Cocada por cada gol feito e ainda saiu com um dinheirinho no próprio bolso.

Esse era o Gastão aprontador!


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Prefeitura de Serra Talhada

03/06


2020

A versão da Prefeitura de Sanharó

Caro Magno Martins,

Em relação à nota publicada no seu blog, ontem, citando a Casa do Estudante de Sanharó, a Prefeitura de Sanharó informa que está tomando as providências no sentido de iniciar uma reforma no imóvel, a partir da próxima segunda-feira. Será trocada a rede elétrica, realizados reparos na parte hidráulica, troca de fechaduras, pintura na casa, limpeza e isolamento da piscina. 

A Secretaria de Educação sempre apoiou os estudantes, mas, só agora, após a abertura das casas de material de construção, bem como da prorrogação da suspensão das aulas, será possível a reforma da Casa do Estudante de Sanharó. 

Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Sanharó


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O Jornal do Poder

03/06


2020

Coluna da quarta-feira

Quem tem patente em PE é FBC

No momento em que o Centrão vai tomando gosto pelos espaços abertos no Governo, assumindo, dentre outras fatias de poder o Banco do Nordeste, em Pernambuco o que está valendo de fato é o Coelhão, o latifúndio partidário do líder do Governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho, que acaba de defenestrar um aliado do deputado Augusto Coutinho, o ex-deputado Kaio Maniçoba, demitido ontem da Superintendência do Incra.

Maniçoba é gente da melhor estirpe, transita fácil em todas as correntes políticas, tanto da base de sustentação do Governo Bolsonaro quanto da oposição. Não merecia ser ejetado do seu gabinete sem sequer receber um comunicado prévio da ministra da Agricultura, Teresa Cristina, responsável pela nomeação de Thiago Angelus Conceição, novo superintendente do Incra em Pernambuco. Seu histórico de vida pública remete a Fernando Bezerra, com quem trabalhou na Secretaria de Desenvolvimento Econômico e em Petrolina.

Mudar primeiro, segundo ou terceiro escalão é rotina de qualquer gestão pública, principalmente em governos de tamanha instabilidade como o de Bolsonaro, que abre as porteiras para a gulodice do Centrão. A questão é o modus operandi e suas circunstâncias políticas. O que fizeram com Maniçoba não é diferente da sem-vergonhice praticada com o empresário Douglas Cintra, também degolado da Sudene sem ser avisado.

Com um detalhe mais grave ainda: na noite anterior ao decreto publicado no dia seguinte no Diário Oficial, Douglas recebeu uma ligação de Brasília pedindo para que preparasse a agenda em Pernambuco do Ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho. Quando chegou ao seu gabinete no dia reservado à visita do ministro repousava na sua mesa a portaria da sua exoneração. São dois exemplos de como o Governo trata aliados.

Pelo jeito, Fernando Bezerra conduziu de forma tão estratégica e silenciosa a indicação de Thiago para o lugar de Maniçoba que ninguém da bancada federal tomou conhecimento. Todos, inclusive Augusto Coutinho, que bancou o ex-superintendente, tomaram conhecimento das mudanças no Incra por este blog. Irado, Coutinho só não chamou FBC de arroz doce, com ameaças de votar contra os interesses do Governo na Câmara.

Dupla traição – Não foi a primeira e parece que nem será a última que o deputado Augusto Coutinho, presidente estadual do SD (Solidariedade), é apunhalado no Governo Bolsonaro e na área em que imaginava que teria controle: a reforma agrária. Há pouco, antes de ver seu aliado excomungado da superintendência do Incra no Estado, Coutinho ficou a ver navios também em Petrolina. Ali, o Governo fechou a representação do Incra e demitiu um aliado político, Bruno Medrado, ex-vice prefeito de Santa Maria da Boa Vista, que, aliás, vinha fazendo um belo trabalho.

Reforma parada – Criado para fazer a reforma agrária, o Incra ainda não disse a que veio no País. O presidente Bolsonaro já suspendeu por duas vezes o plano de distribuição e regulamentação de terras. A última ordem partiu do general João Carlos de Jesus Corrêa. Ele mandou todos os superintendentes regionais suspender as vistorias nos imóveis rurais. Sem esses procedimentos, não é possível desapropriar os imóveis e, consequentemente, criar assentamentos. A primeira tentativa do governo do presidente Jair Bolsonaro de paralisar a reforma agrária aconteceu três dias após a posse. Com a repercussão negativa, o governo recuou. O Governo alegou redução orçamentária e de imediato 250 processos que estavam na bica para sair viraram letra morta.

Vazamento – O Ministério da Justiça determinou, ontem, a instauração de um inquérito para apurar o vazamento de supostos dados do presidente Jair Bolsonaro, seus filhos, ministros e aliados. O pedido da investigação pela Polícia Federal foi confirmado pelo ministro da Justiça, André Mendonça. A divulgação dos dados ocorreu na noite da última segunda-feira em perfis no Twitter que dizem serem ligados ao grupo hacker Anonymous Brasil. Além de Bolsonaro, supostos dados de seus filhos, Carlos, Eduardo e Flávio, além de integrantes do governo como os ministros Damares Alves e Abraham Weintraub tiveram dados expostos.

Cerco a Moro – Um grupo de advogados e juristas, liderado por Celso Antônio Bandeira de Mello, protocolou, ontem, uma denúncia contra o ex-ministro Sérgio Moro na Comissão de Ética da Presidência da República. Esta é a segunda denúncia deles contra o ex-ministro no colegiado. Conforme a Coluna antecipou, o documento alega que o ex-juiz da Lava Jato divulgou, em entrevistas à imprensa, informações privilegiadas, obtidas enquanto ministro da Justiça. Como exemplo, cita a entrevista ao jornal argentina La Nación, em que Moro disse que a visita do então candidato a presidente Alberto Fernandéz ao ex-presidente Lula “não fez bem para as relações bilaterais entre os dois países”.

CURTAS

SEM MODERAÇÃO – Ao contrário do que afirmou o presidente do PTB, Roberto Jefferson, em entrevista ao blog, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) garante que o artigo 142 da Constituição Federal não autoriza uma intervenção militar. Para a entidade, as Forças Armadas não exercem papel de Poder Moderador. “Concluímos pela inexistência do Poder Moderador atribuído às Forças Armadas, bem assim pela inconstitucionalidade da utilização do aparato militar para intervir no exercício independente dos Poderes da República”, afirma o presidente nacional da OAB, Felipe Santa Cruz.

BATEU DURO – Pré-candidata do Podemos à Prefeitura do Recife, a delegada Patrícia Domingos, conforme antecipei neste espaço decidiu ir fundo no embate aos adversários. Ontem, escolheu, mais uma vez, o pré-candidato do PSB, João Campos, “O Príncipe”, como assim foi batizado pela oposição. Pelas suas redes sociais, ela chamou o socialista para a briga e cravou: “Talvez não lhe cause estranheza, deputado, ver o seu partido tratar o povo como porcos”. Trata-se de uma alusão às compras de um lote de respiradores testados em porcos de responsabilidade da Prefeitura do Recife.

LIVE COM COLLOR – O ex-presidente Fernando Collor de Melo, hoje senador por Alagoas (PROS), é o convidado da live do blog de amanhã, às 19 horas, pelo Instagram do blog. Em pauta, a crise nacional. Depois de requerer licença e se ausentar da mídia, Collor voltou com todo gás, tendo sido frequente nas redes sociais com entrevistas e opiniões sobre os efeitos da pandemia na economia e na política. Já há quem desconfie que ele, devido ao vácuo de lideranças, esteja ensaiando entrar na disputa pelo Planalto, em 2022.

Perguntar não ofende: Quem vai ser a próxima vítima das degolas inesperadas do Governo Bolsonaro?


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Comentários

Fernandes

Bolsonaro bate recorde de rejeição, mostra Datafolha.

marcos

Tudo leva a crer que essa compra dos respiradores tem o dedo do PT (Humberto) já que o líder do PT deputado Paulo Pimenta (o Montanha) disse que os nordestinos eram Porcos.

marcos

E vejam que isso tudo foi antes do vírus Chinês, imaginem agora com as compras de respiradores para Porcos!

marcos

O governo está bom de candidaturas a prefeito do Recife, Mamadeira e Gaieira. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

marcos

Marília Arraes em disputa NÃO eleitoral ........................................... Vice-prefeito de Recife leva soco na cara do neto de Ariano Suassuna .............................. Azedaram as relações do vice-prefeito do Recife Milton Coelho (PSB) com a família Arraes, depois que ele se desentendeu com a bela vereadora Marília Arraes (PSB), sobrinha do governador Eduardo Campos, levando o namorado dela, João Suassuna (neto de Ariano), a acertar-lhe um potente cruzado no rosto que exigiu cuidados médicos. O incidente ocorreu durante a festa de aniversário do escritor Antonio Campos, irmão do governador, em uma casa de eventos realizada quinta-feira(7). Com o nariz sagrando, Coelho disse que a coisa não iria ficar assim. E não ficou mesmo: além do inchaço, Eduardo Campos e Ariano Suassuna estão possessos com o comportamento dele, que foi indicado vice na chapa do petista João da Costa pelo tio ilustre da vereadora. Olha a Gaia aí gente. kkkkkkk Coluna do Claúdio Humberto


Shopping Aragão

02/06


2020

José Múcio diz que Brasil vive crise da insensatez

Depois de um longo silêncio diante da mídia nacional, forçado por decisão própria, o presidente do Tribunal de Contas da União, José Múcio Monteiro, afirmou que o Brasil da crise da pandemia vive a maior das suas crises, a da insensatez. "Estamos vivendo a crise da insensatez. Precisamos ser mais duros, duros contra o vírus da corrupção, retroalimentado com essas compras públicas da Covid-19", afirmou.

A declaração foi dada pelo ministro durante live pelo Instagram deste blog. José Múcio condenou a falta de diálogo entre os poderes da República, o que tem contribuído, segundo ele, para dividir um País acometido por uma grave crise sanitária, política e econômica. "O País está dividido em quem pode fazer quarentena ou não. Muitos que não foram e os que foram para casa começam a se indignar com a falta de ar que pode ser entendida como falta de justiça", afirmou.

Para o presidente do TCU, chegou a hora de se rediscutir o País e isso tem que ser urgente. "Vamos precisar rediscutir o País, a sociedade, minorar as diferenças. Vamos precisar sermos mais humanos, porque esse vírus veio mostrar o quanto injusto nós somos", desabafou.

Sobre a ajuda dos R$ 600 que vem sendo dada pelo Governo aos que vivem do comércio informal, Múcio disse que ninguém pode querer tirar partido político dela. "Muitos ajudaram com os R$ 600, mas precisamos ser coadjuvantes e acabar de procurar heróis. Não é quem foi o herói, mas ir atrás de quem tem as soluções. Todos têm sua parcela de culpa e alguém precisa estender a mão. Não vai ter herói nisso", advertiu.

Para ele, está na hora de parar de pensar em eleição. "Está faltando humildade, solidariedade, temos que procurar uma agenda comum que não nos distancie. Está faltando uma agenda de solidariedade. Nós temos um problema político maior do que a pandemia. Temos que gostar da canção e não do cantor", assinalou.

Quanto aos extremos que se observam no País, Múcio disse que até a imprensa tem radicalizado. "Há uma radicalização de alguns setores da imprensa que têm seus interesses. O Brasil é maior do que isso. Não é concurso de quem é mais brabo. Sou favorável que todos se entendam para enfrentarmos o problema. Tem gente passando fome. Vai ter uma quantidade enorme de desempregados. Alguém vai precisar sustentar os que estão sentindo falta de ar, os desempregados pela tecnologia", destacou.

Perguntado se o País corre algum risco de ruptura institucional, o ministro foi cauteloso. "Peço a Deus que não haja uma ruptura institucional. Nós precisamos nos entender e saber o que queremos. Qual é nosso projeto de País”.

Contundente, o ministro advertiu: "Precisamos olhar mais para o horizonte e menos para o umbigo. Vamos ter um enfrentamento brutal após essa pandemia. Ou se muda ou vão mudar. Vivemos uma “bajulocracia”, quem não bajula não tem. Poucos municípios brasileiros são autossustentáveis.

Sobre o regime presidencialista, José Múcio disse ter sido adepto dele por influência de Marco Maciel. E assim se conceituou: "Me considero um separatista constitucional. Não podemos tratar as regiões brasileiras como se fossem iguais, senão vamos viver sempre com sopapos, democracias ameaçadas. Hoje, sou parlamentarista".

Sobre eleições, se posicionou contra prorrogação de mandatos. "Acho que podemos discutir eleições depois, em novembro, dezembro. Se os prefeitos reclamam que não têm dinheiro para pagar a folha, por que querem continuar os mandatos? Se está ruim, deve assumir quem perdeu". Ainda sobre o debate esquizofrênico que o Brasil vive, afirmou que o que se vê é um campeonato de brabeza, de colisão.

Por fim, Múcio falou do seu futuro após se aposentar do TCU, mas não confirmou se projeta retornar à política com a intenção de disputar o Governo de Pernambuco. "Eu não posso ter projeto político. Se eu disser que tenho, perco minha isenção. Estou conversando sobre antecipar minha saída do Tribunal porque acho que a corte precisa ter uma renovação. Já posso me aposentar. Tenho vontade de voltar e devolver aos meus filhos e netos o tempo que devo a eles”.

Múcio falou ainda sobre os desvios dos recursos da Covid, inclusive em Pernambuco. “Eu tenho muito medo de quem aponta sem provar. É ladrão quem se aproveita do dinheiro público, quando quem faz isso é amigo a gente diz que é sabido, mas é ladrão. Precisamos ser mais duros. O vírus da corrupção foi retroalimentado com essas compras públicas", concluiu.


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02/06


2020

Alexandre de Moraes toma posse como ministro do TSE

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes tomou posse, hoje, como integrante efetivo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O mandato é de dois anos.

Alexandre de Moraes atuava como ministro substituto da Corte. Também integram o TSE: Luís Roberto Barroso (presidente), Edson Fachin (vice-presidente), Og Fernandes (corregedor), Luis Felipe Salomão, Tarcisio Vieira Neto e Sérgio Banhos.

Em razão da pandemia do novo coronavírus, a cerimônia de posse de Moraes aconteceu de forma diferente da tradicional, por meio virtual.

Entre as autoridades que participaram por videoconferência, estava o presidente Jair Bolsonaro, que acompanhou a solenidade à distância, no Palácio do Planalto.

Esta foi a primeira vez que Bolsonaro e Moraes participaram do mesmo evento desde que foi deflagrada, na última quarta-feira (27), a operação da Polícia Federal que teve como alvos aliados do presidente da República.

Agentes da PF cumpriram mandados de busca e apreensão no inquérito do STF que investiga a disseminação de conteúdo falso na internet, as chamadas fake news, além de ameaças e ofensas a ministros da Corte.

A operação, autorizada por Moraes, foi criticada pelo presidente da República. No dia seguinte ao cumprimento dos mandados, Bolsonaro disse que "ordens absurdas" não devem ser cumpridas e que "não haverá outro dia igual" ao da operação.

No último domingo, Bolsonaro compareceu a um ato antidemocrático em Brasília que, entre outras reivindicações inconstitucionais, pedia o fechamento do STF. Moraes foi um dos alvos do protesto


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