FMO janeiro 2020

05/04


2020

PSB em Gravatá ganha 3 vereadores da base de Joaquim

O troca-troca partidário do fim de semana mexeu na composição da Câmara de Gravatá, a 82 km do Recife. Repercutiu na base do prefeito Joaquim Neto (PSDB), que saiu no negativo. Perdeu três vereadores, entre os quais Nego Suíno, seu compadre.

Ele, Júnior de Paulo e Bolo da Areia ingressaram no PSB, deixando desfalcado o palanque do prefeito nas eleições municipais deste ano. O PSB, que já contava com Miaeiro e Marcelo Moto, virou a maior bancada na Câmara. Com uma chapa competitiva, a avaliação é de que o partido cresça ainda mais no município. O candidato a prefeito é o padre Joselito, muito querido na cidade, apontado como uma ameaça à reeleição de Joaquim.


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Abreu e Lima

05/04


2020

Dilma: Bolsonaro quer atribuir morte e fome aos governadores

Do UOL

Eu poderia estar batendo panela, só que eu te digo, não é a minha forma de luta, nunca foi bater panela". A afirmação é da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), que cinco anos após ser alvo dos batuques de varanda ouve uma nova onda de panelaços, agora direcionados ao seu antagonista, Jair Bolsonaro (sem partido). 

Em entrevista ao UOL, na última sexta-feira (03), a petista disparou contra o atual presidente e o considera "incapaz" de enfrentar a crise do novo coronavírus.

Dilma vê Luiz Henrique Mandetta (Saúde) no caminho certo para combater a pandemia e, assim como o ministro, defende o isolamento horizontal da população. Mas os elogios param aí. Para ela, as medidas econômicas annciadas pelo governo são insuficientes e o desempenho de Paulo Guedes (Economia) é "deplorável".

"O presidente  pretende atribuir aos governadores tanto as mortes com uma fome, o que é um escândalo. A responsabilidade é dele. Que é incapaz de agir concertadamente [de comum acordo]", disse.

Sem pretensões eleitorais, a sucessora de Lula (PT) se mantém em isolamento em sua casa, em Porto Alegre (RS), devido ao novo coronavírus.

Após Fernando Collor (1990-1992), Dilma foi a segunda presidente alvo de impeachment, por crime de responsabilidade. No entendimento dela, um eventual impeachment de Bolsonaro está condicionado ao ambiente político, às estruturas que sustentam seu governo e a comprovação de algum crime.

"Eu acho que todo mundo tem de ter o benefício da legalidade e da lei. Tem de ver se ataque à saúde pública, se desrespeito à vida é causa para impeachment. Se for, ele deve sofrer impeachment. Agora, eu tenho plena clareza que as relações políticas e as condições políticas prévias [é] que vão definir se vai ser ou não objeto de um impeachment", declarou.

Dilma ainda falou sobre a troca de afagos entre Lula e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). "É absolutamente correta, porque nós todos estamos no mesmo barco", afirmou sobre o combate ao coronavírus. 

Veja os principais trechos da entrevista aqui: Incapaz, Bolsonaro quer atribuir morte e fome aos ...


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05/04


2020

De ministro para ministro: "Bem-vindo ao clube"

O Globo - Por Lauro Jardim

"Bem-vindo ao clube". Foi com essa saudação que o ministro Luiz Eduardo Ramos, um incansável bombeiro instalado no Palácio do Planalto, tentou tranquilizar Henrique Mandetta, logo depois que Jair Bolsonaro disse que faltava "humildade" ao ministro da Saúde, com quem "está se bicando há muito tempo".

Ramos recordou para Mandetta o dia em que foi surpreendido por Bolsonaro que, numa entrevista, o qualificou de "inexperiente e imaturo".


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Prefeitura de Serra Talhada

05/04


2020

China ajuda Brasil a comprar insumos contra Covid-19

Época - Coluna Guilherme Amado

Em meio à disputa internacional para se comprar insumos para enfrentar a pandemia, a China tem ajudado empresas brasileiras a adquirir os produtos de maneira mais rápida.

Multinacionais brasileiras que se ofereceram ao governo brasileiro para comprar respiradores, máscaras e kits de teste da China têm ganhado prioridade nos trâmites.

Para isso, a compra passa pelo aval do Itamaraty, que avisa a embaixada de Pequim sobre o interesse do negócio e o posto diplomático envia ao governo chinês como um pedido do governo brasileiro, acelerando o processo de compra.

JBS e Marfrig já usaram do expediente.


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05/04


2020

Liberação de crédito é problemática

Por Estadão Conteúdo

As críticas dos economistas em relação à operacionalização das políticas contracíclicas também alcançam as medidas adotadas pelo Banco Central para aumentar a liquidez no mercado. A autoridade monetária já anunciou uma injeção de R$ 1,2 trilhão no sistema, mas esse dinheiro não tem chegado a quem precisa.

Para o economista Manoel Pires, coordenador do Observatório de Política Fiscal do Instituto Brasileiro de Economia (FGV/Ibre), as medidas do BC, como a redução do compulsório (parcela de depósitos que os bancos precisam manter no BC obrigatoriamente) são pouco eficientes, dado que os bancos não querem dar crédito às empresas agora por causa do risco elevado. Uma opção, diz ele, seria a autoridade monetária oferecer empréstimo diretamente às companhias, como tem ocorrido nos EUA. Uma medida dessa, porém, teria de ser autorizada por uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC).

Como o crédito não está chegando à ponta final, políticas fiscais ganharão uma maior importância no combate à crise, explica Pires. "A falta de crédito exige medidas compensatórias, como a redução de impostos, que são bastante custosas sob o ponto de vista fiscal."

Ainda segundo Pires, uma parte da demora na implementação das medidas é explicada pela falta de senso de urgência do governo no início da crise. Depois, na necessidade de se dar uma resposta rápida à sociedade, saíram medidas ruins, como linhas de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) muito caras. Há ainda entraves legais, como a necessidade de se aprovar PECs, o que não ocorre na maioria dos países.

Sócia da Tendências Consultoria, a economista Alessandra Ribeiro também vê problemas no canal de crédito e afirma que uma solução seria a concessão de empréstimos por meio das empresas de cartão. O setor varejista, que já reclamou da alta da taxa de juros nas linhas de crédito, pediu a adoção dessa medida ao BC. Alessandra diz ainda que a falta de sintonia entre o presidente e os ministros e técnicos das pastas tem atrapalhado bastante o andamento das medidas.

Diferentemente da maioria dos especialistas, o economista Bráulio Borges, da LCA Consultores, diz que as políticas estão andando de forma célere e acredita que o pagamento dos trabalhadores informais deve começar nesta semana. Ele, porém, afirma que as medidas de saúde têm demorado, o que prejudica a economia. "O Brasil deveria estar testando as pessoas aleatoriamente, porque isso ajuda a definir o tamanho da quarentena e analisar se o auxílio emergencial é suficiente."


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O Jornal do Poder

05/04


2020

Demora nas medidas fará PIB recuar mais

Por Estadão Conteúdo

Após ser reprovado pela demora para anunciar medidas econômicas que amenizem a crise decorrente da pandemia da covid-19, o governo de Jair Bolsonaro passou a ser criticado também pela lentidão para colocá-las em prática. O ritmo de implementação das medidas deve resultar num PIB ainda mais baixo neste ano, em maior tensão social e numa deterioração mais acentuada da situação fiscal do País, segundo analistas.

Levantamento feito pelo Estado mostra que, de 39 medidas econômicas divulgadas até agora, apenas um terço já saiu do papel. A maior parte delas (36%) está atrasada e 31%, em andamento.

Na última semana, por exemplo, diante de um impasse jurídico, o presidente Bolsonaro demorou 48 horas para sancionar o auxílio emergencial para trabalhadores informais. Agora, ainda há entraves para fazer com que esse dinheiro chegue a grande parte da população. Na área monetária, também há dificuldades para que o crédito alcance os empresários.

"As medidas que saíram até agora estão na direção correta. O problema é a entrega. Não é de agora que o governo tem sido lento. Olha o que aconteceu nas privatizações. Nesse ritmo, acho razoável pensar que, antes do fim de abril, não vai ter nada significativo em prática", diz o economista José Roberto Mendonça de Barros, da consultoria MB Associados.

A maior preocupação dos economistas é com o auxílio emergencial de R$ 600 aos informais, tido como uma das medidas mais importantes neste momento. Na sexta-feira, o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, afirmou que entre 15 milhões e 20 milhões de pessoas que têm direito ao auxílio não estão em nenhum cadastro usado pelo governo. A ideia é que essas pessoas se cadastrem por meio de um aplicativo, de um telefonema ou de um site na internet que ainda está em desenvolvimento.

"O governo precisa de criatividade e agilidade, porque não dá para as pessoas ficarem passando fome. E essas duas características não são naturais da nossa burocracia", diz a economista Ana Carla Abrão, sócia da consultoria Oliver Wyman. "As pessoas têm de receber esse dinheiro a tempo inclusive de se evitar uma convulsão social. Não estamos falando de eficiência, mas de vida ou de morte", acrescenta.

Mendonça de Barros destaca que, quanto mais demorar para esse auxílio chegar ao trabalhador, maior será a retração da economia neste ano. "Há um colapso na demanda, o auxílio emergencial compensa parte disso. A demora para o auxílio sair amplia a retração do PIB, sem falar no custo social. As pessoas estão passando necessidade." A MB Associados projeta, por enquanto, uma queda de 2,1% no PIB deste ano, com viés negativo.

O economista acha ainda pouco provável que empresas tenham coragem de reduzir salários e jornadas de trabalhadores enquanto a medida provisória (MP) que permite isso não seja aprovada pelos parlamentares, o que pode resultar em mais demissões nesse período crítico. "Essa MP demorou muito e, agora, ninguém vai se sentir seguro para fazer algo sem passar pelo Congresso", diz.


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05/04


2020

Argentina bloqueia respiradores comprados pelo Brasil

Por Estadão Conteúdo

O governo da Argentina bloqueou a exportação de 1.000 respiradores pulmonares comprados pelo Brasil para instalação em leitos de UTI nos estados para combate ao coronavírus, disse ontem, o secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo. “Argentina fez o que também fizemos (bloquear exportações). Não é uma crítica. Fechou porque ela vai precisar”, disse Gabbardo. Segundo o secretário, uma empresa contratada pelo Brasil para trazer estes equipamentos agora busca novos fornecedores.

O Ministério da Saúde promete a instalação e o custeio de 2 mil leitos de UTI nos Estados. Já foram enviados kits para montar 540. Cada unidade da federação escolhe onde instalar esses leitos com os produtos enviados pelo governo federal.

Gabbardo lembrou que o Brasil também está controlando a exportação de insumos usados contra a covid-19, além de determinar que a produção nacional seja direcionada ao governo.

Segundo o secretário, o governo contratou a produção de 17 mil respiradores com a indústria nacional. A expectativa é de que os produtos sejam entregues em várias parcelas durante 90 dias.

Além destes, há um contrato de R$ 1,01 bilhão para compra de 15 mil respiradores com uma empresa de Macau, uma região administrativa da China. Gabbardo disse que os respiradores devem ser entregues de forma fracionada daqui a 15 dias.

Os respiradores são essenciais para tratar casos graves da covid-19. O Brasil tem 65.411 respiradores nos hospitais públicos e privados, dos quais 61.772 estão em uso e o restante, parado.

A corrida global por equipamentos para a saúde tem feito o SUS perder contratos que estavam fechados para a compra destes produtos. Uma compra de 600 respiradores para estados do Nordeste, assinada pela Bahia, está retida nos EUA. O governo do Maranhão também perdeu contratos e afirma que, por ora, desistiu de tentar trazer produtos da China, como revelou o jornal O Estadão de S. Paulo


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Prefeitura de Limoeiro

05/04


2020

Bolsonaro lembra um pouco Delfim Moreira

O Globo - Coluna de Ancelmo Gois

Fale a verdade. Até dias atrás, Delfim Moreira (1868-1920) era mais conhecido como o nome de uma avenida à beira-mar de um bairro de bacanas do Rio. Foi a Covid-19 que fez relembrar a Gripe Espanhola e, por tabela, esse político mineiro que chegou a ser governador de seu Estado. Afinal, Delfim, vice na chapa de Rodrigues Alves, teve de assumir a Presidência do Brasil em 15 de novembro de 1918 — quando o titular morreu vítima daquela pandemia — e ficou até julho do ano seguinte.

“Delfim Moreira era um pouco desequilibrado, via alucinações no Palácio do Catete”, lembra a economista Hildete Pereira de Melo, da Universidade Federal Fluminense (UFF). O então presidente ficava, vez por outra, totalmente desconcentrado da realidade e desligado de suas tarefas, sendo que, na prática, quem tomava as decisões era o ministro Afrânio de Melo Franco (1870-1943), o grande político e diplomata, então ministro de Viação e Obras Públicas.

Bolsonaro lembra um pouco, com todo o respeito, Delfim Moreira. Mas... sem Afrânio. Mas essa é outra história...


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Shopping Aragão

05/04


2020

Marta quer ser vice de Haddad

uePor Carlos Brickmann

Marta Suplicy (sem partido), entrou no Solidariedade, de Paulinho da Força. O PT a convidou, mas ela preferiu outro partido para ser indicada, em aliança, para a vice do candidato petista à Prefeitura paulistana – se houver eleição neste ano. Marta gostaria de ser vice de Haddad, que foi subsecretário de Finanças em sua administração. Marta foi uma boa prefeita, criou em São Paulo os CEUs, escolas públicas de tempo integral e alta qualidade, lançou o Bilhete Único de Ônibus. Haddad foi o responsável por um apelido que a marcou: “Martaxa”. Ele vivia tendo ideias a respeito de novas taxas e impostos, e a prefeita, que aceitou suas ideias, levou a culpa de tudo.

Mas há um problema para a formação da chapa Haddad-Marta. Ele não quer ser candidato à Prefeitura. Lula acha que pode convencê-lo.


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05/04


2020

Suplicy: "O auxílio de R$ 600 vai na direção certa"

O Globo - João Sorima Neto

O vereador Eduardo Suplicy (PT-SP) se dedica a estudar os efeitos da renda básica desde os anos 90. Ele avalia que o programa de ajuda de R$ 600 por três meses, do governo federal, é o primeiro passo na direção de um programa que poderia se transformar em uma renda mínima.

O que o senhor achou do auxílio de R$ 600 do governo?

O programa leva em conta muitos aspectos da minha proposta de renda mínima, como maneira de erradicar a pobreza e de prover a cada cidadão proteção econômica e social. É um programa emergencial, mas vai na direção certa, porque vai impactar milhões de pessoas. Terá como efeito aumentar a demanda por bens e serviços e estimular a economia.

O tema da renda mínima é mais latente em países emergentes ou é uma discussão global?

É uma discussão que existe no mundo todo. E, agora, com as medidas de socorro anunciadas por vários governos para combater os impactos negativos econômicos da pandemia, será possível observar os efeitos positivos da renda mínima. Inclusive o governo do presidente Jair Bolsonaro.

Quais são os principais benefícios?

No Quênia, as famílias que começaram a receber US$ 22 mensais compraram instrumentos para plantar. Também puderam adquirir mais terra para criar bois ou galinhas. Passaram a trabalhar mais. As mulheres ganharam mais autonomia, e a violência contra elas foi reduzida. Em resumo: melhorou a qualidade de vida das famílias.

E num país rico? Quais foram os efeitos?

No Alaska, nos EUA, a experiência de oferecer renda mínima é uma das mais bem-sucedidas. Começou em 1980, quando a ideia ganhou força e foi criado um fundo de US$ 1 bilhão com os impostos do petróleo a serem distribuído a seus moradores. Hoje o fundo tem US$ 66 bilhões, e o Alaska se tornou um dos estados mais igualitários.


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