FMO janeiro 2020

21/10


2006

Veja parte 2: Como Lulinha virou o "fenômeno" do pai

 ''...Pouco ou nada se sabe dos hábitos dos filhos de Lula antes ou depois de o pai receber a faixa presidencial. Mas a trajetória profissional de Fábio Luís mudou e muito. Foi só depois da posse que seus dons fenomenais começaram a se expressar – e com tal intensidade a ponto de o pai ver nele um Ronaldinho dos negócios. Ele mostrou talento para as comunicações e, como se lerá nesta reportagem de VEJA, para a atividade de lobista junto ao governo. A reportagem revela que o filho do presidente associou-se ao lobista Alexandre Paes dos Santos, um personagem explosivo, que responde a três inquéritos da Polícia Federal, por suspeitas de corrupção, contrabando e tráfico de influência. Esse dom do filho do presidente se revelaria ainda no episódio de sua associação com a Telemar.

Sabe-se agora que os 15 milhões de reais investidos pela Telemar na empresa de Lulinha não foram um investimento qualquer. As circunstâncias sugerem que o objetivo mais óbvio seria comprar o acesso que o filho do presidente tem a altas figuras da República. O setor de telefonia estava e está em uma guerra em que, a se repetir a tendência mundial, haverá apenas um ou dois vencedores. Ganhar fatias do adversário é vital.

Houve uma corrida entre grandes empresas de telecomunicações para ver quem conseguia alinhar o filho do presidente entre seu time de lobistas. A Telemar venceu. A maior empresa de telecomunicações do Brasil em faturamento e em número de telefones fixos instalados, e com 64% do território nacional coberto por ela, a Telemar é uma empresa cujo faturamento anual supera 7 bilhões de dólares.

A aposta na associação com Lulinha acabou não sendo muito produtiva para a Telemar porque o escândalo veio à tona. Mas foi por pouco. O governo negociava a queda de barreiras legais que impedem a atuação nacional de empresas de telefonia fixa. Além disso, por orientação do governo, fundos de pensão de estatais preparavam-se para vender fatias relevantes de sua participação acionária no setor. Quem estivesse mais perto do poder se sairia melhor.

O Ronaldinho do presidente Lula é mesmo um fenômeno. Formado em biologia, ele ainda era chamado de Lulinha, apelido que os amigos hoje evitam, quando trabalhava como monitor no zoológico de São Paulo, com um salário de 600 reais por mês. Para reforçar seus ganhos, dava aulas de inglês e computação. Do ponto de vista profissional e financeiro, vivia uma situação que parece ser muito semelhante à dos quatro filhos com curso superior do leitor da Folha.

Em dezembro de 2003, no entanto, quando Lula estava em via de completar seu primeiro ano no Palácio do Planalto, Lulinha começou sua decolagem rumo à galeria exclusiva dos indivíduos fenomenais. Junto com Kalil e Fernando Bittar, filhos de Jacó Bittar, ex-prefeito de Campinas e um velho amigo do presidente, Fábio Luís tornou-se sócio da Gamecorp, empresa de games que ainda se chamava G4 Entretenimento e Tecnologia Digital. Até aqui a trajetória de Fábio Luís lembra a dos geniozinhos americanos do Vale do Silício que se enfurnam em uma garagem e saem de lá com uma idéia matadora de vanguarda como o Google ou o YouTube, projetando-se para o estrelato dos negócios multimilionários. A Gamecorp continuou a expandir-se. Em junho deste ano, fechou um contrato com a Rede Bandeirantes para alugar seis horas de programação diária no Canal 21. Depois que o contrato foi firmado, a emissora mudou de nome: de Canal 21, passou a chamar-se PlayTV. Oficialmente, trata-se de um arrendamento de horário.

Em janeiro de 2005, apenas um ano depois da chegada de Lulinha à empresa, a Gamecorp já estava recebendo o aporte milionário de 5,2 milhões de reais da Telemar – e Lulinha já era um empreendedor de raro sucesso. A Gamecorp dera um salto estratosférico, coisa rara mesmo num mercado em expansão, como é o caso da internet e dos jogos eletrônicos. A sociedade entre a Telemar e a Gamecorp se materializou por meio de uma operação complexa, que envolveu uma terceira empresa e uma compra de debêntures seguida de conversão quase imediata em ações. O procedimento visava a ocultar a entrada da Telemar no negócio. VEJA revelou a associação em julho do ano passado.

O caso de Lulinha tem uma complexidade maior. Sua relação com a Telemar não se esgota nos interesses de ambos na Gamecorp. O filho do presidente foi acionado para defender interesses maiores da Telemar junto ao governo que o pai chefia. Em especial, em setores em que se estudava uma mudança na legislação de telecomunicações que beneficiava a Telemar. VEJA descobriu agora que a mudança na lei foi tratada por Lulinha e seu sócio Kalil Bittar com altos funcionários do governo. O assunto levou a dupla a três encontros com Daniel Goldberg, titular da Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça (SDE). Em um desses encontros, ocorrido no início de 2005, Lulinha e Kalil, já então sócios da Telemar, sondaram o secretário sobre a posição que a SDE tomaria caso a Telemar comprasse a concorrente Brasil Telecom – fusão que a lei proíbe ainda hoje. Goldberg, ciente do obstáculo legal, disse que o negócio só seria possível mediante mudança na lei. O estouro do escândalo Lulinha abortou os esforços para mudar a legislação e favorecer o sócio do filho do presidente.

Quando a Telemar fez uma oferta de compra à Brasil Telecom, o mercado interpretou o movimento como um sinal de que a mudança na lei era dada como certa. Paralelamente à oferta, estavam em plena efervescência os encontros de Lulinha e Kalil com Goldberg para tratar dos bastidores da negociação entre duas gigantes da telefonia. Oficialmente nada disso ocorreu. O assessor de Lulinha e Kalil, o jornalista Cláudio Sá, diz que, se houve encontros com Goldberg, foram contatos meramente sociais. Mas do que eles falaram? ''Encontros sociais. Aperta a mão. Como vai? Tudo bem? Tudo certo? Esse tipo de coisa'', responde o assessor. Goldberg diz que não foi nada disso. Ele conta que conversou com Lulinha e Kalil para aconselhá-los a contratar uma ''consultoria tributária e um escritório de advocacia''. É bastante improvável que essa seja toda a verdade porque, nessa época, a Gamecorp já tinha consultor. Era Antoninho Marmo Trevisan, amigão do presidente. (...) Fonte: Revista Veja


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Soraya da Cruz Plácido

Eu achei a música do atual Presidente bastante persistente:Porém, deveria ser assim: DEIXA O HOMI (HOMEM) LÁ R.... Ao invés de DEIXA O HOMEM TRABALHAR...

helenosilva

magno,vou deixar de ler o seu blog.o filhinho do companheiro nao sabia que havia maracutaia nesse negócio.é honesto.nao sabia de nada.se vc continuar,vai perder um leitor assiduo.a revista veja é VENDIDA.o menino puxou ao pai,nao sabia de nada.

Drácula

PO... MEU PAPAI NUNCA ME AJUDOU A COMPRAR UM TELEFONE....NEM UMA TELEFÔNICA... ESSE LULINHA É UM FENÔMENO MESMO...LIMPAVA COCO DE CAPIVARA NO ZÔO... E VIROU SÓCIO DA TELEMAR....COMO O PT E O LULA SÃO GENEROSOS....SÓ PERNAMBUCO NÃO VÊ ISSO....POVO INGRATO... QUE PREFERE VOTAR NO CHUCHU...

guilherme alves

A fonte, há muito tempo, é ignóbil. A mesma fonte, tempos atrás, não se passou a fazer uma reportagem sobre o famoso, na época, PHC, ou seja, o famoso lobista Paulo Henrique Cardoso. Fenônemo nos bastidores do poder, e até conseguir um Proer para salvar o banco do sogro - o BANCO NACIONAL.


Detra maio 2020 CRLV

21/10


2006

Veja: Lula vê o filho como o "Ronaldinho" dos negócios

  A bomba de fim de semana prevista no meio político, aparentemente já está publicada na edição online da revista Veja desta semana. Trata-se de uma reportagem sobre as atividades do filho do presidente Lula - Fábio Luis Lula da Silva - de 31 anos, que primeiro virou sócio da Telemar numa operação de compra de empresa de jogos eletrônicos estranha no mercado das telecomunicações. Não satisfeito, ''Lulinha'' como costuma ser chamado, passou a atuar como lobista em Brasília. Leiam a parte 1 da reportagem:

''Como aconteceria com qualquer pai, o presidente Lula tem demonstrado o orgulho que sente pelo sucesso de seu filho Fábio Luís Lula da Silva. Aos 31 anos, Lulinha, apelido que ele detesta, é um empresário bem-sucedido. É sócio de uma produtora, a Gamecorp, que, com um capital de apenas 100.000 reais, conseguiu fazer um negócio extraordinário: vendeu parte de suas ações à Telemar, a maior empresa de telefonia do país, por 5,2 milhões de reais.

Como a Telemar tem capital público e é uma concessionária de serviço público, a sociedade com o filho do presidente sempre causou estranheza. Na segunda-feira passada, em entrevista ao programa Roda Viva, Lula teve de falar em público sobre os negócios do filho. ''Não posso impedir que ele trabalhe. Vale para o meu filho o que vale para os 190 milhões de brasileiros. Se têm alguma dúvida, acionem ele'', afirmou.

Dois dias depois, em entrevista à Folha de S.Paulo, o assunto Lulinha voltou ao foco. Os jornalistas lhe apresentaram uma questão formulada por um leitor do jornal, que não foi identificado. A pergunta dizia o seguinte: ''Tenho 61 anos, sou pai de quatro filhos adultos, todos com curso superior, mas com dificuldades de bons empregos ou de empreender. Como é que o seu filho conseguiu virar empresário, sócio da Telemar, com capital vultoso de 5 milhões de reais?''.

Em sua resposta, o presidente Lula começou explicando que seu filho virou sócio da Gamecorp quando a empresa, fundada por alguns amigos em Campinas, já tinha mais de dez anos de vida. ''Eles fizeram um negócio que deu certo. Deu tão certo que até muita gente ficou com inveja'', disse. Em seguida, o presidente fez menção às suspeitas que cercam a sociedade da Gamecorp com a Telemar. ''Se alguém souber de alguma coisa que meu filho tenha cometido de errado, é simples: o meu filho está subordinado à mesma Constituição a que eu estou'', disse o presidente, fazendo logo depois uma divagação comparativa que já nasceu imortal: ''Porque deve haver um milhão de pais reclamando: por que meu filho não é o Ronaldinho? Porque não pode todo mundo ser o Ronaldinho''.

Os entrevistadores gostaram do paralelo estabelecido pelo presidente entre seu filho e o astro do futebol e perguntaram se não seria mais fácil virar um Ronaldinho quando se é filho do presidente. Lula respondeu: ''Não é mais fácil, pelo contrário, é muito mais difícil. E eu tenho orgulho porque o fato de ser presidente da República não mudou um milímetro o hábito dos meus filhos''''. (...) Fonte: Revista Veja


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GOSTARIA DE SABER POR QUE ESSE RAIMUNDO DEFENDE TANTO ESSES CORRUPTOS DO PT? QUER O LULLINHA PREFEITO TALVEZ PARA REALIZAR O SONHO DE SER ARAPONGA DELES. ÉTICA RAIMUNDO.

Raimundo Eleno dos Santos

Às vezes a imprensa quer detonar alguém,e passa a arranjar munição,nitroglicerina e tantas outras mungangas.Esquecem q quem arma os explosivos e "otras cositas mas"corre o risco de ser tragado p/artefato nefando q armou.Tem casos interessantes como esse.Estão promovendo o Lulinha.Será prefeito/2007.

Drácula

DUDU 40.....ENTENDI...

Drácula

NÃO FAÇA ISSO MAGNO... NÃO DEIXE OS QUARENTA LADRÕES ENTRAR EM SUA VIDA NÃO....ESSE NEGÓCIO DE DUDU E OS 40 NÃO VAI DAR CERTO... FIQUE ONDE ESTÁ..HAHAHAHAHA

Drácula

PO... MEU PAPAI NUNCA ME AJUDOU A COMPRAR UM TELEFONE....NEM UMA TELEFÔNICA... ESSE LULINHA É UM FENÔMENO MESMO...LIMPAVA COCO DE CAPIVARA NO ZÔO... E VIROU SÓCIO DA TELEMAR....COMO O PT E O LULA SÃO GENEROSOS....SÓ PERNAMBUCO NÃO VÊ ISSO....POVO INGRATO... QUE PREFERE VOTAR NO CHUCHU...


Abreu e Lima - Maio

21/10


2006

Agenda dos candidatos ao Governo de Pernambuco

    Para este sábado, 21 de outubro de 2006 

Eduardo Campos – Frente Popular de Pernambuco

8h – Caminhada em São Lourenço da Mata
10h – Carreata com saída na Avenida Recife com destino a Olinda
17h – Carreata e Comício em Palmares
20h Carreata e Comício em Gravatá

Mendonça Filho – Coligação União por Pernambuco

8h – Carreata com saída na Avenida Abdias de Carvalho (em frente à  Chesf), Jaboatão dos Guararapes (Santo Aleixo), Moreno Centro, BR 232, Vitória, Pombos, Gravatá, Bezerros e Caruaru
Saindo do Agreste Central
Belo Jardim, Tacaimbó, São Caetano e Caruaru.
Saindo do Agreste Meridional.
Brejo da Madre Deus, Panelas, Cupira, Agrestina e Caruaru.
Saindo do Agreste Setentrional
Santa Cruz do Capibaribe, Taquaritinga, Toritama e Caruaru.
Término: Pátio da Coletoria, em Caruaru, com comício no final (Com informações do pe360graus)


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Raimundo Eleno dos Santos

Mendonça é o retrato de Kiko. Ele está ficando louuuuuuuuuuuuuuco! Não sai da casa dos trinta!


Prefeitura do Ipojuca

21/10


2006

A revolução do microcrédito

"Garantir pequenos empréstimos a famílias de baixa renda que nunca teriam acesso ao sistema bancário normal foi a engenhosa saída encontrada pelo economista Muhammad Yunus e seu banco Grameen para melhorar a vida da população das aldeias de Bangladesh, um dos países mais pobres do planeta. A iniciativa, não somente por seu caráter inusitado, mas inovador, deu a Yunus o Nobel da Paz deste ano. Por trás do prêmio, mais que merecido, estão a firme determinação de lutar contra a miséria e uma idéia revolucionária: o microcrédito", atesta o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros(PMDB-AL), em seu artigo semanl para este blog, postado há pouco em Opinião. Boa leitura!


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21/10


2006

Lideranças do PSB reforçam campanha de Eduardo

Depois de passar a semana focado em atividades na Região Metropolitana do Recife, o candidato da Frente Popular ao Governo de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), dedicou a sua agenda de campanha, ontem, a eventos no Agreste e Sertão do Estado, onde passou pelos municípios de Caruaru, Garanhuns e Araripina. Mas foi na terra natal do seu principal cabo eleitoral, o presidente Lula (PT), que o socialista deu mais uma demonstração de força, ao reunir milhares de pessoas em comício realizado na praça Colunata, no centro de Garanhuns.

Com um palanque reforçado pelas presenças do governador do Mato Grosso, Blairo Maggi (PSB), do prefeito de Rondonópolis (MT), Adílton Sachetti (PPS), e pela ex-prefeita de Maceió, eleita deputada federal, Kátia Born (PSB), Eduardo criticou as ações do Governo Mendonça Filho na área da agricultura e fez promessas de “tratamento diferenciado” para os agricultores da região.

“Enquanto eles (União por Pernambuco) trouxeram um presídio, o presidente Lula trouxe uma universidade para que os jovens do Interior não precisem mais ir ao Recife para estudar. Nosso adversário, quando era secretário da Agricultura, vendeu a Cilpe e quebrou a bacia leiteira aqui da região, condenando os pequenos agricultores ao pior dos monopólios, o monopólio privado”, disparou o candidato do PSB.

Em seguida, o postulante seguiu para Caruaru, onde fez um discurso prometendo o tratamento equivalente ao município, mesmo com o prefeito Tonny Gel (PFL) sendo defensor ferrenho de Mendonça nesta eleição. “Quero dizer a todos os filhos dessa terra que ao longo da minha vida eu mostrei equilíbrio. Se eleito, tudo o que for preciso para beneficiar Caruaru será feito, pois a Prefeitura não pertence a Tony Gel, nem ao meu governo, e sim ao povo”, tranqüilizou o socialista. As informações são da Folha de Pernambuco.


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Alexandre Kennedy Torres

Não só do PSB mais também do PMDB, PFL, PPS.... O barquinho está afundando salve-se quem puder! É LULA LÁ e EDUARDO CÁ!!!!


Banco de Alimentos

21/10


2006

Mendonça: "Quem canta vitória, se surpreende nas urnas"

Faltando oito dias para o segundo turno, o governador de Pernambuco e candidato à reeleição pelo PFL, Mendonça Filho, voltou a dar carga máxima, ontem, no Interior do Estado. Ressaltando a importância de aumentar o volume de campanha em cidades pólos, e ainda rouco, por conta do último evento na Capital, o pefelista, comedido, não descartou a possibilidade do retorno do “guerreiro” como denominou-se.

Em seu discurso em Serra Talhada, ontem, ao lado do prefeito Carlos Evandro (PFL), Mendonça voltou a rebater o clima desfavorável das pesquisas de intenção de voto. “Campanha política ninguém ganha de véspera. Quem canta vitória de véspera se surpreende. O sujeito tem que trabalhar todo dia até o dia da eleição. Cada um de vocês tem capacidade de buscar o voto do indeciso, buscar o voto que está no caminho errado, esclarecer o que nós fizemos por Pernambuco, Jarbas (Vasconcelos) (PMDB) e eu. Eu tenho certeza que vamos ampliar ainda mais nossa eleição”, avaliou.

Por pouco, a festa de Mendonça Filho em Serra Talhada não se tornou um problema. Quando entrava na cidade, acompanhado de dezenas de veículos, um motoqueiro - não identificado - que seguia na contramão atropelou o adolescente Vitor Felipe Coelho da Silva, 11 anos. O acidente ocorreu ao lado da caminhonete que conduzia o governador e as demais autoridades da região.

Ao perceber a criança no chão o pefelista pediu para que o veículo parasse e o prefeito Carlos Evandro - que é médico - desceu e carregou a criança até o veículo que a levou para o Hospital. Visivelmente abatido com o fato, logo após o término do evento, Mendonça seguiu para o hospital estadual Professor Agamenon Magalhães. O adolescente fraturou o fêmur e o governador se pôs a disposição da mãe para prestar qualquer auxílio. As informações são da Folha de Pernambuco.


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octacilio penteado

hehehehe! Nem mendoncinha acredita mais em uma virada. Mendoncinha vai como assessor de Jarbas pro senado em 2007 ?

Paulin de Caruaru.

Eu também já joguei na mega sena acumulada hoje...Quem sabe...


Prefeitura de Serra Talhada

21/10


2006

Assessor de Lula confirma contatos com churrasqueiro

O chefe do gabinete pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Gilberto Carvalho, confirmou na noite desta sexta-feira, 20, que conversou duas vezes, no dia 15 de setembro, com o petista Jorge Lorenzetti, personagem central da tentativa de compra do dossiê Vedoin contra políticos tucanos. Os telefonemas foram localizados pela quebra do sigilo telefônico de Lorenzetti, pela Polícia Federal, e os contatos foram feitos para o gabinete de Carvalho, no Planalto.

Gilberto Carvalho disse que conversou com Lorenzetti, exercendo seu papel de buscar informações para levar ao presidente Lula, depois de ter recebido um telefonema de uma pessoa do comitê de campanha, que não quis revelar o nome, dizendo que dois petistas haviam sido presos em São Paulo e que este era "um assunto complicado e grave".

Carvalho assegurou "não estar preocupado" com a tentativa de envolver seu nome neste caso porque "não tem nada a esconder". E acrescentou: "Estou tranqüilo". Disse ainda que não havia conversado com Lula sobre o que chamou de tentativa de envolvimento do seu nome neste episódio porque, naquele momento, o presidente estava em um comício em Belo Horizonte e este não era um assunto para incomodá-lo naquele momento. "Não me preocupei em falar com o presidente. Se fosse uma coisa grave, que me envolvesse, que dissessem ´to na fita´ aí eu já teria ligado", comentou Carvalho, dizendo que mais tarde os demais auxiliares o avisariam.

"Sei que esta é mais uma tentativa de atrapalhar a campanha. Só espero que não usem isso para atingir o presidente porque atingir a mim não significa nada", comentou o chefe de gabinete de Lula. "Neste tempo de duro combate, vale tudo", disse ele, salientando que espera que prevaleça o bom senso.

Gilberto Carvalho esclareceu que estava acompanhando a gravação de um programa eleitoral com o presidente Lula, no Lago Sul, em Brasília, por volta das 9h30 do dia 15 de setembro, quando recebeu um telefonema de uma pessoa do comitê informando que dois petistas haviam sido presos com dinheiro. "Ligue para o Lorenzetti que parece que ele está sabendo e pode ajudar a informar isso aí", contou Gilberto, esclarecendo que resolveu ir para o Planalto para dar o telefonema para Lorenzetti para saber do que se tratava.

"Aparentemente ele estava muito confuso, muito nervoso. Ele não me passou uma informação adequada tanto que, na hora, nem a repassei para o presidente", declarou Carvalho, lembrando que isso já foi por volta das 10h30. Nesta conversa, lembrou, em hora nenhuma Lorenzetti admitiu que poderia estar pessoalmente envolvido neste caso, já que os dois presos - Gedimar Passos e Valdebran Padilha - eram ligados ao setor de "inteligência" do comitê de campanha de Lula, liderado pelo próprio Lorenzetti.

A partir daí, Carvalho disse ter ido atrás de novas informações. Já no Planalto, depois das gravações na produtora de João Santana, Lula teve uma cerimônia, mas, assim que ela acabou, Carvalho foi ao seu gabinete, antes de ele sair para o almoço, por volta das 13 horas, e, a sós com ele, falou: "Tem uma notícia muito chata. Não sei bem ainda o que é. Prenderam dois petistas, em São Paulo, com dinheiro. Parece que é negócio de dossiê. Falei com o Lorenzetti". Em seguida, narrou que o presidente pôs a mão na cabeça e desabafou: "Não acredito que isso possa estar acontecendo. Não é possível que alguém tenha feito uma loucura dessa nesta altura da campanha".

Um novo contato entre os dois ocorreu por volta das 18h40 do mesmo dia, conforme verificou em suas anotações, quando Lorenzetti telefonou para Gilberto, na segunda conversa do dia. Em momento nenhum, nas duas conversas, segundo Gilberto, Lorenzetti teria admitido participação na compra do dossiê. "Só fui saber que ele (Lorenzetti) estava na história dias depois", comentou Gilberto, alegando nunca ter visto ou falado com Valdebran e Gedimar. "Isto tudo para mim era muito novo. Me surpreendi", relatou ele, esclarecendo que nunca mais os dois se falaram, "até por prudência".

Antes disso, conforme contou Gilberto, os dois haviam conversado no final de agosto. "Foram sempre conversas rápidas, sempre ligadas à agenda do presidente em Santa Catarina, já que ele sempre se empenhava na preparação da agenda do presidente nas viagens ao Estado", disse. As informações são da Agência Estado.


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O Jornal do Poder

21/10


2006

Filho de Lula defendeu interesses da Telemar no Governo

Fábio Luís Lula da Silva, 31 anos, conhecido como Lulinha, é apontado por reportagem publicada na revista Veja desta semana como um dos articuladores que travaram conversas com altos funcionários do governo para mudar a legislação sobre as telecomunicações. Segundo a revista, o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi chamado para defender os interesses da empresa de telefonia Telemar junto ao governo federal.

Segundo a Veja, Lulinha e seu sócio na empresa Gamecorp Kalil Bittar teriam se encontrado com Daniel Goldberg, titular da Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça (SDE). Em um dos encontros, ocorrido no início de 2005, segundo a revista, eles sondaram Goldberg sobre a posição da SDE caso a Telemar comprasse a concorrente Brasil Telecom, um negócio proibido pela legislação atual. O secretário teria dito que a fusão só seria possível através de uma mudança na lei. Ainda segundo a Veja, os esforços para a mudança na lei foram encerrados por Lulinha devido à publicação na imprensa da notícia da compra pela Telemar de parte das ações da Gamecorp por R$ 5,2 milhões.

O assessor de Lulinha e Kalil, o jornalista Cláudio Sá, disse à revista que, se houve encontros, foram contatos meramente sociais. Já Goldberg afirmou que conversou com os dois para sugerir a contratação de uma consultoria tributária e um escritório de advocacia.

Enquanto estava em Brasília, de acordo com a Veja, Lulinha e Kalil despachavam em uma sala do escritório do lobista Alexandre Paes dos Santos, conhecido como APS, entre o fim de 2003 e julho de 2005. O local é uma mansão de quatro andares e elevador, na região do Lago Sul. O assessor da dupla disse que Kalil esteve no escritório, mas disse que Lulinha nunca foi lá. APS confirma que o filho do presidente despachava no escritório. As informações são do portal Terra.


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helenosilva

magno,isso é calunia sua.vc pode ser processado por veincular matéria desse tipo.o filho,puxou ao pai.nunca sabe de nada.

guilherme alves

Quando o PHC defendia os interesses de inúmeras empresas junto ao governo de FHC a mídia ficava muda, inclusive a fonte ignóbil.


Shopping Aragão

21/10


2006

Escândalo do dossê bate à porta do presidente Lula

O ex-assessor de risco e mídia da campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o petista Jorge Lorenzetti, trocou ligações com o chefe-de-gabinete de Lula, Gilberto Carvalho, informa o blog do Josias. Lorenzetti também é conhecido como o ''churrasqueiro'' do presidente Lula.

De acordo com notícia postada no blog, Carvalho e Lorenzetti conversaram pelo menos duas vezes no dia 15 de setembro --mesmo dia em que foram presos em São Paulo o petista Valdebran Padilha e o ex-agente da Polícia Federal Gedimar Passos --ex-funcionário do núcleo de risco e mídia da campanha à reeleição de Lula-- com R$ 1,75 milhão.

Além de Carvalho, o ex-ministro da Casa Civil
José Dirceu também trocou telefonemas com Lorenzetti. O ex-ministro nega relação com o caso e informa que a notícia faz parte de uma ''onda de boataria''.

''De minha parte, repilo a onda de boatos que tem tomado conta do país, aguardo com serenidade as investigações e reafirmo que não temo nada porque não devo nada'', diz Dirceu em nota postada em seu blog.

O advogado do ex-ministro José Dirceu, José Luís de Oliveira Lima, confirmou que houve uma chamada telefônica entre seu cliente e o Jorge Lorenzetti, um dos envolvidos no ''dossiegate'', mas negou o envolvimento do ex-homem forte do Planalto no episódio.

''O ex-ministro não teve qualquer participação na tentativa de compra do dossiê [contra políticos tucanos]. Ele não participou de campanha majoritária, nos Estados nem para o presidente Lula'', disse José Luís. ''No tocante à ligação, ele se recorda de ter uma rápida conversa por telefone com o Lorenzetti. Foi uma ligação rápida, sem qualquer relação com o dossiê'', acrescenta o advogado. Ainda de acordo com o advogado, Dirceu afirma não se lembrar do teor da conversa.

Já Carvalho disse ao que estava com Lula na produtora do jornalista João Santana, responsável pelo marketing da campanha reeleitoral, quando foi informado da prisão de Gedimar e Valdebran. ''Assim que recebi essa informação, deixei o presidente na produtora e vim pra cá [Planalto]. A informação chegou muito atravessada. Me disseram que o Lorenzetti estava no rolo. Então, liguei pra ele. Era a pessoa mais próxima que eu conhecia dessa gente'', relatou Carvalho. ''Perguntei: ''Lorenzetti, que história é essa, que loucura é essa?'' Ele estava muito assustado. Explicou que tinham ocorrido as prisões''.

O chefe-de-gabinete afirmou que no final da tarde do mesmo dia recebeu uma ligação de Lorenzetti. ''Aí ele deu mais informações, que as pessoas tinham sido presas e que estavam tentando saber o que estava acontecendo. Depois disso, eu não falei mais com ele, até por prudência'', disse ao blog do Josias. As informações são da Folha Online.


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LULA E EDUARDO! É A FORÇA DO POVO!

Quanto mais dossiê, mais Lula cresce. Quanto mais precatórios, mais Eduardo cresce. Atenção, Lavareda! Atenção, Veja! Atenção, Jerissati! Atenção, Jarbas! O escândalo vai ser dia 29! LULA e EDUARDO vão vencer com mais de 70% dos votos válidos!!!



20/10


2006

Lula: "Os companheiros não farão mais burrices"

Poucas horas depois de o chefe do Gabinete Pessoal, Gilberto Carvalho, ter admitido que conversou por telefone com um dos envolvidos na tentativa de compra do dossiê dos sanguessugas no dia em que foram presos, o presidente-candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a criticar auxiliares e petistas que se envolveram em escândalos ao longo do governo.

- Agora já aprendemos, estamos mais calejados... os companheiros petistas certamente não vão fazer as burrices que fizeram neste primeiro mandato - disse Lula em comício na região central de Belo Horizonte.

Falando para uma platéia de 4 mil militantes de movimentos sociais, segundo organizadores do ato público, Lula reconheceu também ter cometido erros na campanha eleitoral do primeiro turno.

- Posso ter cometido erros, nem nos debates eu fui porque achei que já tinha ganho. Vocês também não entraram com toda força, pensando que estava ganho no primeiro turno - afirmou.

Lula repetiu o argumento de que o segundo turno seria positivo, por permitir o que ele chama de ''comparação entre dois projetos de país''.

- Quando fui para o segundo turno, todo mundo acordou para o que podia acontecer neste país. Este segundo turno foi uma bênção divina - acrescentou.

O presidente-candidato anunciou que falaria pouco, para se poupar para os dois debates que ainda faltam até as eleições.

- A gente nunca sabe como é que o adversário vai vir - comentou.

Assim mesmo, Lula enumerou diversos programas e ações de interesse dos movimentos sociais e ficou emocionado ao mencionar uma carta de uma jovem de periferia contando que teve de deixar o curso de antropologia por falta de dinheiro para pagar a universidade.

- Isso nunca mais pode acontecer neste país. No segundo mandato, vamos criar mais 300 mil vagas do Prouni (Programa Universidade para Todos). O projeto do outro atende aos interesses de uma minoria, o nosso projeto atende aos interesses dos pobres, da classe média, da maioria da sociedade brasileira - afirmou.

No palco, Lula estava acompanhado do vice-presidente José Alencar e cinco ministros mineiros de sua equipe, além do prefeito Fernando Pimentel (PT), que prometeu a Lula uma votação em Belo Horizonte ''igual somente a que Juscelino Kubitschek recebeu''. Informações do JBOnline.


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