FMO janeiro 2020

28/03


2020

Estados e municípios cobram da Saúde respiradores

Por Estadão Conteúdo

Com dificuldade para encontrar respiradores, Estados e municípios pedem para o governo federal ir ao mercado e centralizar a aquisição do produto essencial para o tratamento de casos graves da covid-19.

A pasta abriu na quinta-feira, 26, edital para compra dos primeiros 15 mil produtos deste tipo, mas fornecedores já avisaram que não têm estoque para entrega imediata.

A ideia dos gestores do SUS é evitar um leilão entre Estados e municípios pelas compras de respiradores, o que só beneficiaria empresas fornecedoras. O governo federal quer ainda ter o controle das vendas para impedir que os equipamentos sejam distribuídos de forma desigual.

Secretários estaduais e municipais cobraram o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM) pela distribuição dos produtos. Em reunião realizada na quinta-feira, 26, eles argumentam que o Ministério da Saúde tem maior poder de compra e deve aproveitar para tentar baixar preços no mercado.

A ideia dos gestores do SUS não é proibir que um Estado busque os próprios produtos, segundo pessoas presentes na reunião. O governo federal tem dito que exige ser informado sobre as aquisições, para evitar que um Estado acumule equipamentos, enquanto outro local, com mais casos, está desassistido.

Segundo dados do governo, há cerca de 65 mil respiradores no País. Estão fora de uso 5,6% do total. O Sudeste concentra 33 mil unidades.

Em edital lançado na quinta, o governo busca 15 mil ventiladores pulmonares microprocessados com capacidade de ventilar pacientes adultos. A pasta chegou a elaborar uma versão prévia da licitação prevendo a compra de outros 15 mil respiradores do tipo “eletrônico portátil”, mas a versão final foi modificada.

A corrida para aquisição de respiradores, essenciais para o tratamento de casos graves da covid-19, criou uma disputa entre o governo federal, Estados e municípios. Hospitais da rede privada também reclamam que ordens desencontradas para recolhimento de produtos ameaçam inviabilizar o atendimento de pacientes, além de expor equipes de saúde à contaminação por falta de insumos.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), também reclama sobre o confisco de respiradores. Em videoconferência com o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, na quarta, Doria prometeu ir à Justiça para evitar bloqueio de produtos. “Não faz nenhum sentido confiscar equipamentos e insumos. Se essa questão for mantida, tomaremos medidas necessárias no ramo judicial.”

Em resposta a Doria, o ministro Mandetta defendeu compras centralizadas pelo governo federal. “No momento que temos um encurtamento de respiradores, fizemos o movimento para centralizar e para poder descentralizar de acordo com a epidemia”, disse. Segundo o ministro, além de importações, a ideia é que quatro fábricas no Brasil produzam até 400 respiradores por semana. “Vamos conseguir assim abastecer todos os Estados. Não adianta cada local querer montar todos os aparelhos esperando casos. A gente vai mandando de acordo com a realidade de cada caso.”


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Abreu e Lima

28/03


2020

Um alerta a Bolsonaro

 

 

Opinião
Beto Rabello
Advogado, secretário de Relações Internacionais da Prefeitura do Recife

Conforme noticiários do governo federal, diários na imprensa escrita, televisionada e nas redes sociais, estão sendo liberados bilhões de reais, através do banco BNDES, que serão destinados para “ajudar “ as pessoas físicas e pessoas jurídicas de pequeno porte, MEI, empresa individual, microempresas, entre outras.
Os bancos que serão intermediários desses volumosos valores são exatamente aqueles que se negam a “emprestar “ aos pequenos empresários, ou seja, Itaú, Bradesco e o Santander. Todos bancos privados e que abocanham mais de 80% do mercado financeiro nacional. São exatamente eles que continuam cobrando 14% de juros (mora), no cheque especial e nos financiamentos de capital de giro, de veículos e habitacional. Extorquindo aqueles que mais precisam. Debitam taxas exorbitantes em conta corrente, sem autorização do correntista e para fazer qualquer operação bancária, (empréstimos) “obrigam” diretamente o cliente a aceitar venda casada de seguros ou consórcios. Se o cliente não “ajudar” seu gerente a bater cotas, simplesmente tem seus pleitos negados.

A liberação desses bilhões de reais, através do BNDES, são para salvar empregos, e os pequenos empresários, que não têm capital financeiro para honrar seus compromissos, como salários, aluguéis, energia, impostos e outros. Porém, esses bancos, Itaú, Bradesco e Santander, vêm se negando a emprestar ou refinanciar valores a quem tem limite de cheque especial em mora, prestação de financiamento de veículos, cartão de crédito ou imóveis atrasados. Basta apenas uma parcela! Se você procurar seu gerente para conseguir um empréstimo para pagar seus débitos, eles não aceitam afirmando que você está no Serasa. Porém, foi o banco mesmo que te colocou lá. Condicionando os empréstimos a quem estiver em dia. Como esses bancos vão receber  essa linha de crédito do governo federal através do BNDES e repassar para esses microempresários  que têm restrição em bancos de informação de proteção ao crédito? Basta apenas ter uma conta de telefone atrasada e constar no SPC que seu crédito será negado.

Sr. Presidente, estamos passando por uma calamidade pública, as empresas estão fechadas e os pequenos empresários não têm dinheiro guardado, trabalham diuturnamente para pagar seus funcionários e suas despesas pessoais, a maioria endividados no setor financeiro.

Esses bancos vão pegar bilhões de reais do BNDES com juros baixos e repassar para os grandes empresários que já movimentam milhões nestas instituições privadas.

São justamente os grandes empresários ou conglomerados que são os maiores beneficiados com milhões em capital de giro dessas instituições.

Nenhum dos maiores empresários deste país vai vender qualquer bem móvel ou imóvel de sua propriedade para pagar seus funcionários. Aproveitam a situação de pânico daqueles que estão vulneráveis, usando desse ardil para pegar mais milhões e milhões dos bancos públicos. Ao contrário dos pequenos empreendedores, que fecharão suas portas e ficarão desempregados, aumentando o caos social!

É preciso que V.Exa. interfira junto a essas instituições privadas, para que elas atendam os pequenos empreendedores, não vinculando obrigações passadas. Trata-se de uma calamidade pública e as famílias estão necessitando, mais do que nunca, da intervenção do estado! Os bancos exigem que o pequeno empresário tenha no mínimo um ano de conta corrente para ter direito a crédito. O CNPJ desses pequenos empreendedores tem que ter no mínimo dois anos, ou seja, se você tiver uma empresa há exatamente um ano e onze meses trabalhando honestamente, não é digno de crédito! Presidente, interfira e acabe com essa metodologia criada pelos bancos para tomar dos pequenos e dar para os grandes. Robin Hood fazia ao contrário!

Diario de Pernambuco

 

 


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28/03


2020

Forças armadas venezuelanas ratificam apoio a Maduro

Por AFP

As forças armadas da Venezuelana reiteraram seu apoio ao presidente Nicolás Maduro ontem depois que os Estados Unidos o acusaram de crimes de narcotráfico e ofereceram 15 milhões de dólares por sua captura.

“A Força Armada Nacional Bolivariana rejeita categoricamente as acusações extravagantes e extremas” contra Maduro, segundo comunicado lido pelo almirante Remigio Ceballos, chefe do comando operacional estratégico militar.

A nota vincula o processo aberto no sistema de justiça americano a um suposto plano para assassinar Maduro e várias figuras de poder na Venezuela e que, segundo o governo do país sul-americano, foi orquestrado da Colômbia com o apoio da Casa Branca.

“Este ataque surge logo após a revelação de um plano de ações violentas a partir do território colombiano, cujos objetivos seriam autoridades reconhecidas em nosso país”, indicou o comunicado.

Os militares estão entre os pilares mais poderosos que mantêm Maduro no poder, que lhes concedeu ampla participação em áreas estratégicas do país, como o setor de petróleo.

O presidente e várias figuras do governo, como o ministro da Defesa, general Vladimir Padrino, são acusados por Washington de “inundar” os Estados Unidos com cocaína colombiana.


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Prefeitura de Serra Talhada

28/03


2020

Quase 50% dos casos graves no Brasil estão abaixo dos 60 anos

A campanha do governo federal chama de "raros" os casos fatais do novo coronavírus. Segundo o último levantamento por faixas etárias da população, disponibilizado pelo Ministério da Saúde, mortes de menores de 60 anos representam 10% do total no Brasil. Entretanto, quando se trata de casos graves, jovens e adultos representam quase a metade. De acordo com essa análise oficial por faixas etárias, no momento em que o país registrava 59 óbitos, seis vítimas tinham menos de 60 anos — cerca de 10% do total. Dos 391 casos graves, 188 (ou 48%) eram de jovens e adultos. Ontem, o número de óbitos subiu para 92 (2,7% do total de 3.417 casos), mas a pasta do governo não divulgoua divisão por faixas etárias.

"Não é nada raro. Essa coisa de que jovem não vai ter problema [com o vírus] é uma ilusão, não representa a realidade dos nossos hospitais", afirma a infectologista Naihma Fontana, que cuida de uma UTI (unidade de tratamento intensivo) em Sorocaba, no interior paulista. Para ela, ao estimular isolamento só de idosos, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) despreza a taxa de mortes e ignora as sequelas deixadas em quem sobrevive a casos graves de coronavírus.

"Nós temos pacientes em estado grave de todas as idades. Tem de 46, 48, 33 anos. Todos entubados, com ventilação mecânica. O vírus não escolhe faixa etária. Claro que morrem mais idosos por causa das complicações, mas os jovens morrem, sim. Ficam em estado grave, sim", afirma Fontana. A infectologista entende que o Estado e parte da população têm de parar de tratar o assunto como se fossem números. Diz ainda que não faz sentido o governo desprezar as taxas de mortalidade das vítimas abaixo de 60 anos. "Falam que 2% é letalidade baixa, mas e se for seu pai, sua mãe, seu filho? Aí não representa 2%, representa 100%! As pessoas têm de ter consciência", avalia a médica.

UOL


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28/03


2020

Justiça ordena suspensão campanha de Bolsonaro contra isolamento

A juíza Laura Bastos Carvalho, da Justiça Federal do Rio, concedeu hoje pela manhã liminar para que a "União se abstenha de veicular, por rádio, televisão, jornais, revistas, sites ou qualquer outro meio, físico ou digital, peças publicitárias relativas à campanha "O Brasil não pode parar"". O pedido foi feito pelo MPF do Rio na noite de ontem. Caso descumpra a ordem, foi estimada multa de R$ 100 mil por infração. Cabe recurso.
Como se sabe, o governo federal contratou em caráter de urgência, sem licitação, uma agência publicitária para incentivar a população a ignorar as recomendações de isolamento social como forma de combater o coronavírus. A divulgação das peças publicitárias está prevista para hoje. A campanha foi estimada em R$ 4,8 milhões.

O Ministério Público Federal no Rio apresentou Ação Civil Pública para impedir que o governo federal veicule "por rádio, televisão, jornais, revistas, sites ou qualquer outro meio, físico ou digital, peças publicitárias relativas à campanha "O Brasil não pode parar"". Outra das medidas acatadas na liminar obriga que a União não faça nenhuma outra campanha que "sugira à população brasileira comportamentos que não estejam estritamente embasados em diretrizes técnicas, emitidas pelo Ministério da Saúde, com fundamento em documentos públicos, de entidades científicas de notório reconhecimento". O documento foi assinado por 12 procuradores da República. O caso corre na 10ª Vara Federal do Rio.
O MPF do Rio cita que, "desde a emergência da crise sanitária decorrente da pandemia causada pelo novo coronavírus, o Presidente Jair Messias Bolsonaro tem sistematicamente negado a gravidade da Covid-1910, a despeito dos conhecimentos científicos até agora angariados sobre o vírus e o estado de pandemia mundial".

O Globo

 


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O Jornal do Poder

28/03


2020

Ação do MP barra carreata em Petrolina

Cidades vizinhas, irmãs, separadas apenas por uma ponte sobre o Rio São Francisco, Petrolina e Juazeiro, a primeira em Pernambuco e a segunda em solo baiano, foram impedidas de promover uma carreata com buzinaço, hoje,  em protesto contra as medidas restritivas na economia impostas para prevenção da população frente ao coronavirus.

As duas carreatas estavam previstas pela manhã, em torno das áreas centrais das duas cidades, com concentração às margens do Rio São Francisco. Mas o Ministério Público agiu com rigor, acionando a Polícia com a ordem de apreender os carros dos manifestantes. 

Diante disso, os organizadores foram obrigados a cancelar o protesto. Na próxima segunda-feira, manifestação semelhante está programada para Recife, mas o MP também já avisou que vai coibir.


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Comentários

Wellington Matos

Precisa coibir mesmo, tanto na capital como em Caruaru, pois apesar de termos perdas significativas na economia sempe é menos danovo do que aumentarmos o montante de vidas perdidas.

Fernandes

Ninguém tá pedindo pra pagar salário de trabalhadores de forma vitalícia, como fazem com filhas de militares. É só uma quarentena.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

A hipocrisia dos que ganham polpudos salários e vantagens maravilhosas defendendo seu patrão de plantão. Essa instituição que se diz defensora da sociedade. Uma vergonha. Acontece que mais cedo ou mais tarde a conta vai chegar para todos e não somente para os mais pobres que trabalham para sustentar essa casta.


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28/03


2020

Não se faz guerras sem vítimas

Por Aldo Paes Barreto 

Bolsonaro acerta no grosso, mas erra no varejo. O país não pode parar, é claro. Mas, qual a melhor forma de dizer isso? Nessa quarentena, conhecemos um pouco do adversário. Deve ter servido para alguma coisa positiva.

Estamos numa guerra sem máscaras fronteiras, diante de um inimigo invisível. Mantemos as frentes de batalha, com médicos, enfermeiros, hospitais, leitos, ambulâncias etc. E o suprimento? A área médica já está saturada, extenuada.

Quem vai repor essas peças? Quem vai alimentá-las? Quem vai cuidar da retaguarda? É essencial um retorno ao trabalho. Cauteloso, pé ante pé.  Produzir agora é imprescindível. 

Infelizmente, não se faz guerra sem vitimas. Não se pode é ficar de braços cruzados. Caso contrário, vamos perder de muito mais do que 7 a 1. E olhem que tínhamos um Júlio César, no gol, defendendo nossas cores.

Jornalista


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Prefeitura de Limoeiro

28/03


2020

Briga de Bolsonaro com governadores incomoda militares

Por Estadão Conteúso

A tática de confronto estabelecida pelo presidente Jair Bolsonaro com os governadores causou incômodo nas Forças Armadas. Embora considerem correta a preocupação de Bolsonaro com os efeitos da quarentena estabelecida para combater o coronavírus na economia, os militares discordam e até condenam a guerra travada por ele com os chefes dos Executivos estaduais.

O principal argumento de oficiais generais ouvidos pelo Estado é o de que turbulência política misturada com crise sanitária tem potencial para causar ainda mais problemas ao País. Até mesmo na ala militar do governo há críticas a atitudes tomadas por Bolsonaro, que vem subindo o tom no embate com governadores, especialmente com João Doria (São Paulo) e Wilson Witzel (Rio). "Essa atitude só serve para enfraquecê-lo e isolá-lo", disse um general, sob a condição de anonimato.

Militares da ativa são proibidos de dar declarações políticas pelo Regimento Disciplinar das suas respectivas forças. Mas as conversas sobre o comportamento do presidente no cruzamento da crise política com a sanitária têm sido frequentes nos grupos de WhatsApp integrados pela cúpula militar. O assunto também faz parte de reuniões que os Altos Comandos das Forças Armadas realizam informal e virtualmente.

De acordo com militares consultados pelo Estado, a briga política que tomou conta do País, aliada a uma tentativa de diversos segmentos de enfraquecer o presidente, são ingredientes considerados perigosos. Para eles, não é o momento para se discutir esse tipo de assunto porque é necessário deixar as diferenças políticas de lado e trabalhar na busca de soluções para a pandemia e as suas consequências.

Nos bastidores, todos avaliam, porém, que o comportamento do presidente e a insistência dele em manter a tensão política, além da introdução de seu filho 02, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC), em reuniões importantes, não passam uma boa mensagem. Foi como se o governo tivesse criado uma autoridade "não institucional" que participa de decisões governamentais. Carlos comanda o chamado "gabinete do ódio" na avaliação de diversos interlocutores do presidente, e tem ajudado a manter o estilo beligerante do presidente.

Os militares querem que Bolsonaro retome a liderança do processo de condução do combate ao covid-19. "A liderança tem de ser do governo, que tem de ter recursos financeiros para ajudar os estados e a população e a comunicação tem estar afinada entre todos os segmentos, para que não se passe insegurança à população", disse ao Estado o ex-ministro da Secretaria de Governo, general Carlos Alberto dos Santos Cruz, ao resumir um sentimento existente na Forças Armadas.

Santos Cruz elogiou a atuação dos ministros e apelou para que os discursos sejam "mais equilibrados", referindo-se indiretamente a Bolsonaro. Para o general, reunião entre governadores e presidentes não podem ser abertas para que não se transformem em palcos de divergências política. Para o general, o momento é de agir em conjunto com os governadores.

Outros militares ouvidos pelo Estado temem o "isolamento federativo" do presidente, que consideram negativo neste momento em que a população quer ver uma soma de esforços para sair da crise e não troca de acusações que têm como pano de fundo uma antecipação da discussão da disputa eleitoral de 2022.

Por isso, recomendam que Bolsonaro promova um diálogo franco com os governadores. Na avaliação desses militares, a população não gosta do confronto e quer ver o seu chefe maior assumir as rédeas do comando do País. Dizem, ainda, que, querendo o governo ou não, a conta da crise do coronavírus cairá no colo de Bolsonaro e ele pagará o preço de suas atitudes nas eleições de 2022.

Entre as ações de liderança pregadas por militares que conversaram com a reportagem está a necessidade de medidas efetivas em favor da população mais carente, que mais vai sofrer com a pandemia.


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Comentários

Fernandes

Ninguém tá pedindo pra pagar salário de trabalhadores de forma vitalícia, como fazem com filhas de militares. É só uma quarentena.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

kkkkkkk. Tem de ri. A fonte do Estadão qual é? Essa imprensa comprada pela esquerda caviar e totalmente desacreditada querendo fomentar intrigas, chega a ser cômico.


Shopping Aragão

28/03


2020

Tripulantes de navio da Marinha estão com o Covid-19

Por Estadão Conteúdo

Pelo menos dois tripulantes de um navio da Marinha brasileira que atracou segunda-feira (23) no Complexo Naval da Ilha de Mocanguê, em Niterói (Região Metropolitana do Rio), estão infectados com o coronavírus, segundo nota da Marinha. Eles apresentam sintomas leves, com evolução clínica satisfatória, e permanecem em isolamento domiciliar, sem necessidade de internação, diz a Força.

Outros três tripulantes do navio Almirante Saboia, conhecido como G-25, fizeram testes para identificar o vírus, e dois tiveram resultado negativo. O teste do terceiro ainda não está pronto, diz a Marinha.

Em caráter preventivo, outros 36 tripulantes também estão cumprindo isolamento domiciliar, por recomendação médica, após terem apresentado algum sintoma de gripe, ainda que leve. Todos os 41 tripulantes estão sendo monitorados, segundo os protocolos dos Ministérios da Saúde e da Defesa.

O navio de desembarque de carros de combate Almirante Saboia saiu do Rio de Janeiro no último dia 10, rumo à Estação Naval do Rio Grande, no Rio Grande do Sul. Antes, parou por quatro dias (de 13 a 16 de março) em Itajaí (SC), onde foi visitado por cerca de 200 alunos da Escola de Aprendizes Marinheiros de Santa Catarina, de Florianópolis, e onde houve entrada e saída de tripulantes.

O navio chegou ao Rio Grande no dia 18 e iniciou a viagem de volta ao Rio de Janeiro no dia 19. No dia 21, a embarcação parou em Santos, mas não houve desembarque. Em seguida passaram dois dias em alto mar e atracaram na Ilha do Mocanguê no dia 23. Tripulantes narraram em redes sociais que os problemas de saúde começaram no dia 18, e aqueles que se sentiram mal foram afastados das funções.

Em nota, a Marinha afirmou que "medidas de descontaminação estão sendo realizadas com o apoio da Companhia de Defesa Nuclear, Biológica, Química e Radiológica da Marinha, de modo a manter a sua plena capacidade de emprego", e "quanto ao cumprimento do expediente a bordo, várias medidas vêm sendo adotadas para evitar a concentração de pessoal, como o licenciamento diário de parte da tripulação, flexibilização do horário de expediente, ampliação do horário de refeições, permitindo a divisão dos comensais em grupos menores".


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