FMO janeiro 2020

09/04


2020

Ciro critica Mandetta e chama Bolsonaro de ladrão

Candidato a presidente na última eleição, o ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT) criticou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM), que está com a sua popularidade em alta em razão da conduta frente à crise do novo coronavírus.

Em entrevista, hoje, aos colunistas do UOL Tales Faria e Carla Araújo, Ciro também voltou a defender a renúncia do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), culpou o PT por ele estar no Planalto e atacou o ministro da Economia, Paulo Guedes. Clique aqui e confira a matéria do jornalista Tales Faria na íntegra.


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Abreu e Lima

09/04


2020

Tudo começou no Blog do Magno

Por Wagner Gil*

Gostaria de aproveitar esse momento de dificuldade que estamos passando para parabenizar meu amigo Magno Martins pelos 14 anos de seu blog, um dos veículos de informação política mais atuante do país e, sem sobra de dúvidas, o maior das regiões Norte e Nordeste.

Tive o prazer, Magno, de como jornalista, estrear como blogueiro em seu blog e sendo correspondente de Caruaru. Foi um período fundamental para melhorar minha qualidade de trabalho e também de me tornar conhecido nos meios políticos do Nordeste.

Hoje meu blog tem uma média de 15 mil acessos por dia, mas tudo começou há cerca de dez anos, quando você me deu a oportunidade de caminharmos juntos.

Parabéns, que venham mais 14 anos, mais 14 e muito mais...

*Jornalista


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Banco de Alimentos

09/04


2020

Araripina se prepara para o combate ao coronavírus

O prefeito de Araripina, Raimundo Pimentel, que é médico, não tem poupado esforços e recursos para melhorar o sistema público de saúde da cidade. Ele tem sido uma liderança forte na luta contra o novo coronavírus no município, que até hoje não registrou nenhum caso confirmado.

Pimentel assinou, na semana passada, o convênio com o Hospital e Maternidade Santa Maria, para a cessão da UPA 24h. Além da cessão, a Prefeitura de Araripina irá repassar mensalmente R$ 250 mil para o HMSM para o custeio de duas equipes plantonistas que garantirão o atendimento médico nos três turnos.

Hoje, o gestor entregou para a população o novo Centro de Saúde Dr. José Araújo Lima, principal equipamento da Atenção Básica, que foi totalmente reformado e recebeu ampliações para 32 salas com atendimentos nas áreas de clínica geral, odontologia, pediatria, cardiologia, fisioterapia e ginecologia além de uma farmácia com medicamentos e vacinação para todos.

Os araripinenses também terão acesso a consultas e exames com equipamentos modernos e equipe médica e clínica capacitada. Somam-se ao novo Centro de Saúde, os 17 postos de saúde e uma frota de 12 ambulâncias sendo 2 UTIs, inclusive equipadas com respiradores para os casos de transferência de pacientes com suspeitas da Covid-19.

Também junto ao HMSM, o prefeito tem trabalhado para a abertura dos dez leitos de UTI localizados no hospital que estão praticamente prontos para o funcionamento.


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Prefeitura de Serra Talhada

09/04


2020

Geraldo anuncia abertura de hospital de campanha

O prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), anunciou, hoje, a abertura do terceiro hospital de campanha em combate ao novo coronavírus na cidade.

A terceira unidade provisória montada pela gestão municipal será na Policlínica Arnaldo Marques, no Ibura, Zona Sul da capital pernambucana.

Na unidade, serão 38 leitos voltados à Covid-19, o que totaliza 186 em toda a cidade em combate à doença causada pelo novo coronavírus.

“Já temos um hospital de campanha em Casa Amarela e um na Campina do Barreto. Agora, anunciamos o terceiro. Todos os investimentos foram feitos com recursos exclusivos da Prefeitura do Recife”, disse Geraldo Julio.

O prefeito ainda fez um apelo aos cidadãos do Recife para que eles permaneçam em casa durante o período da Páscoa.

“Essa será uma Páscoa diferente. É muito importante que todos mantenham o isolamento social, evitem encontrar seus familiares pessoalmente. Façam isso por vídeo, mensagem ou pensamento. Não vamos fazer aglomeração nessa Páscoa”, disse Geraldo Julio.


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09/04


2020

O Boca de Brasa do Jornalismo

Por Sebastião Oliveira*

Há 14 anos, de forma pioneira no Estado, o jornalista Magno Martins enxergou no mundo virtual, que estava em amplo crescimento, a oportunidade de levar aos seus leitores uma informação inovadora. À época, a ideia era um grande desafio a ser vencido. E foi.

E assim foi criado o Blog do Magno. Trata-se de um espaço dinâmico que está em permanente movimento, cuja leitura é obrigatória para quem busca a notícia “quente” da política nacional, sobretudo, da pernambucana.

Ao sertanejo de Afogados da Ingazeira Magno Martins, cairia bem a alcunha de “Boca de Brasa”, a mesma que foi dada ao poeta Gregório de Matos.

Mas o que há de semelhança entre os dois? 

A forma inteligente, poética e satírica de transformar pensamentos em textos.   

*Deputado federal


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O Jornal do Poder

09/04


2020

Frente contra o coronavírus entrevista Humberto Costa

Jornal de Brasília

O pernambucano Humberto Costa é médico psiquiatra, uma especialidade que lhe dá algum conhecimento sobre como compreender e lidar com comportamentos extremados. Foi ministro da Saúde durante o governo Luiz Inácio Lula da Silva e, no ano passado, liderava seu partido, o PT, no Senado.

Hoje, Humberto vem participando das conversas, segundo ele cada vez mais amplas, entre as forças políticas no sentido do que deve ser feito para conter os arroubos do presidente Jair Bolsonaro, que insiste em seguir numa linha de combate ao coronavírus que hoje não é compartilhada nem por seu ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, nem por aqueles no planeta que ele admira e que compartilham com ele uma visão mais conservadora, como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ou o primeiro-ministro inglês, Boris Johnson, que inclusive está internado vítima da covid-19.

Nesta entrevista, Humberto afirma que, diante do comportamento de Bolsonaro, não somente com relação à pandemia mas no sentido de parecer muitas vezes pender para comportamentos autoritários, muitas forças políticas estão esquecendo as diferenças políticas e ideológicas e se unindo numa grande frente em defesa da vida, no caso específico do novo coronavírus, e da defesa da democracia, numa visão mais ampla. As conversas hoje, segundo o senador, reúnem um campo que vai da oposição de esquerda, da qual faz parte, até setores da centro-direita.

O senhor é um parlamentar da oposição. Mas é também um médico, psiquiatra, e foi ministro da Saúde. Como é que o senhor avalia a conduta do ministro Luiz Henrique Mandetta neste momento à frente do combate contra a disseminação do novo coronavírus?

Nós temos que fazer uma separação entre dois momentos com relação a essa pandemia. Neste momento, em que são fundamentais medidas como o isolamento social, eu diria que até dois dias atrás, a conduta do Ministério da Saúde vinha sendo irreprovável, assim como a dos governadores. No entanto, me preocupa o fato de que o Ministério da Saúde tenha de alguma forma permitido algum tipo de flexibilização nesse processo do isolamento social. E mais ainda os governadores de estado, que estavam tendo uma posição muito firme, estejam sendo seduzidos, ou pelo menos pressionados, pelos interesses econômicos, que nós sabemos que são justos, mas que neste momento podem levar a uma situação grave, caso haja um afrouxamento. Nós temos exemplos claros de situações em que o isolamento social demorou a ser implantado. No que diz respeito às medidas para uma assistência médica, para uma assistência à saúde adequada, eu diria que nós estamos muito atrasados. Nós não temos número de leitos suficiente para atendermos a população que vai precisar. Não temos ainda respiradores em quantidade suficiente. Estamos muito preocupados porque os trabalhadores estão atuando sem a proteção adequada.

O presidente Bolsonaro e algumas outras pessoas – o deputado Osmar Terra (MDB-RS), por exemplo – defendem o que eles chamam de “isolamento vertical”, que não seria o isolamento de todas as pessoas, mas somente daquelas pessoas mais vulneráveis, porque temem a possibilidade de um colapso econômico. Na sua opinião, quais seriam as consequências se o Brasil adotasse essa estratégia?

Eu acho que seria desastroso. É preciso analisar cada epidemia per si. O que cada uma delas representa. Existem epidemias onde o processo de contaminação é lento. As vezes, até são doenças mais letais. Porém, crescem numa velocidade menor em termos de contaminação. No caso, as pessoas vão utilizar o sistema de saúde numa velocidade, numa dimensão que não leva a um colapso das estruturas. No caso desse vírus, há um processo de contaminação massivo, rápido e que faz com que muitas pessoas ao mesmo tempo necessitem de atendimento médico. E nenhum sistema de saúde do mundo, mesmo aqueles mais avançados, estão conseguindo dar conta disso. Nos Estados Unidos, em que o sistema é pior, um sistema no qual só tem acesso à saúde quem pode pagar, na prática, nós estamos vendo o desastre. Então, eu diria que a adoção desse tipo de medidas neste momento seria uma verdadeira catástrofe. E levaria, inclusive, a uma mortalidade ainda maior das pessoas idosas. Porque elas estariam isoladas, mas a maior parte dos que de alguma forma mantêm com elas algum tipo de contato estaria com maior possibilidade de contágio.

Um dos argumentos que se usa nesse sentido é que a contaminação não para de crescer, apesar das medidas de contenção que estão sendo tomadas. Mas existe uma explicação para isso, não é?

Na verdade, essa é a evolução natural dessa doença. Esse vírus é extremamente contagioso. Muitos não têm sintomas. Mas estão contagiando outros. E muitos desses outros vão precisar de cuidados mais sofisticados, mais complexos. E as redes de saúde não estão preparadas para uma procura massiva, muito maior que qualquer outra situação de normalidade. Então, a tendência é que o número de casos vá aumentar, até chegar a um pico. Depois que chega nesse pico, entra num processo de estabilização para depois começar a cair. O mais grave é que nós não sabemos se de fato pode haver uma segunda onda de contaminação. Então, em vez de ser um motivo para nós afrouxarmos as medidas, deve ser uma razão para nós apertarmos. Além disso, é muito fácil dizer que “vidas serão perdidas”. Agora, quando se trata do meu pai, do seu pai, do pai de quem diz isso, dos seus avós, ninguém quer perder ninguém.

Toda essa divergência que está havendo acaba acarretando um problema político. Hoje, o presidente diverge da opinião do ministro da Saúde, embora talvez tenha podido haver nos últimos dias alguma flexibilização, mas ainda existe uma divergência. Diverge da opinião dos governadores. Diverge da opinião da maioria do Congresso. Do Judiciário. Nós temos um problema político de um presidente que vai por um caminho e a maioria vai por outro caminho. Como o senhor acha que esse problema político vai ser resolvido? O que é possível fazer para que essas medidas de restrição possam ser garantidas, se esse é o melhor caminho? O que está se discutindo? Enfim, como a questão política se desenvolve a partir de agora?

Antes de tudo, é importante dizer que essa não é uma conduta adequada, aceitável, da parte de um presidente da República. Ele não é uma autoridade de saúde pública. Ele deve se guiar pela visão da ciência. A visão da ciência hoje tem sido respeitada pela maioria esmagadora. Eu diria que talvez apenas Bolsonaro e um ou outro chefe de governo ou chefe de Estado tem atuado de uma forma parecida com a dele. Tanto que Bolsonaro hoje é motivo de chacota, especialmente na Europa. Quando alguns governantes se viram na defesa de ideia semelhantes, mas tiveram que enfrentar o momento série da evolução da pandemia, eles tiveram que mudar isso. Veja, por exemplo, o Trump. O Trump que é o grande inspirador de Bolsonaro, num primeiro momento desdenhou do problema, desdenhou da doença, disse que agora na Páscoa provavelmente ele iria liberar o comércio, a atividade, a circulação, não pode fazê-lo. Nós tivemos o caso ontem nos Estados Unidos de quase dois mil mortes.

Foi o maior número de mortes num único dia num país. E isso vai incrementar ainda muito mais. Acredita-se que nos Estados Unidos, se não houver um esforço muito grande para impedir essa propagação acelerada do coronavírus, nós possamos ter mais de 200 mil mortes. É muita gente. É mais do que os americanos perderam em algumas guerras das quais eles participaram. No caso aqui do Brasil, o presidente Bolsonaro nutre, e esses que são admiradores dele, um ódio por tudo aquilo que é presente em conhecimento científico, cultura, coisas que são importantes. Consideram irrelevantes a pesquisa, o desenvolvimento científico-tecnológico. E, portanto, ele assume essa posição que é político-ideológica. Nós não podemos tratar assuntos que têm uma seriedade como esse com essa visão equivocada. Por enquanto, Bolsonaro está sendo contido por uma verdadeira gama de fatores. De um lado, aqueles que compõem seu núcleo duro, especialmente os militares, que parece que são o único seguimento que ele ouve com mais respeito. Ou então, esse seguimento tem utilizado outros argumentos mais persuasivos. Por outro lado, o Congresso Nacional contra essa visão. O Judiciário contra essa visão. Inclusive, o Congresso e o Judiciário estabelecendo limites a essa visão e às ações decorrentes dessa visão que Bolsonaro tenta implementar. E principalmente a opinião pública. Então, é isso que tem evitado que Bolsonaro cometa novos desatinos como aqueles que ele cometeu até agora. Eu acho que vai ser essa conjugação de forças que vai contê-lo. Caso contrário, eu acredito até que medidas mais duras possam vir a ser tomadas pelo Congresso, pelo Supremo e pela própria sociedade contra o presidente Bolsonaro.

Quando o senhor fala em medidas mais duras, o senhor está falando de um possível impeachment?

Um possível afastamento do presidente. Se isso vai ser formal ou não, veremos. Mas há um sentimento no país de que essa pandemia é algo que pode ter repercussões para a vida das pessoas e para a própria economia do país. Eu acredito que ele vai se aquietar um pouco dentro de 15 dias, porque dentro de 15 dias nós vamos ter o início de uma curva muito acentuada de crescimento de casos no Brasil. Nós vamos ter aí, espero que não, mas provavelmente o sistema de saúde sofrendo um colapso, uma onda absolutamente gigantesca para uma estrutura muito frágil no sistema de saúde ainda. Espero que nesse curto espaço de tempo o Ministério da Saúde consiga superar esses problemas. E aí, então, as pessoas, e ele em particular vai ver que não está brincando, mas que, na verdade, está enfrentando algo que é muito grave e ameaçador para toda a humanidade.

Após as últimas eleições presidenciais, houve uma divergência maior entre as forças de oposição, que se dividiram com relação aos caminhos que deveriam tomar naquele momento. Houve muita crítica mútua. Muitas acusações de ambas as partes. O senhor acha que, neste momento, está voltando a haver uma união maior das oposições? Como estão sendo essas conversas em torno das ações que precisam ser tomadas agora?

Eu acompanhei muito de perto esse processo durante o primeiro ano do governo Bolsonaro. Eu estava na liderança do PT no Senado. Participei de muitas dessas articulações. E, na prática, essa desunião não aconteceu. Ao contrário. De fato, nós tivemos na eleição enfrentamentos muito grandes. Pós-eleição também ataques vindo de alguns atores políticos, como o ex-governador e ex-ministro Ciro Gomes, tendo com o PT um embate muito forte, muito violento. Mas, na prática, tanto na luta social quanto no Congresso Nacional, nós tivemos muito mais identidade do que divergências. Nós tivemos, por exemplo, no Congresso Nacional, na Câmara, exceto naquele momento de escolha da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, mas na maior parte do tempo tivemos entendimento.

Nós tivemos, por exemplo, um processo de rodízio na Liderança da Minoria e na Liderança da Oposição, entre PT, PCdoB, PSOL, PSB, PDT. Agora, nós tivemos também uma articulação dos partidos na votação de matérias importantes. Na reforma trabalhista, na reforma da Previdência, na luta contra os arroubos autoritários do presidente Bolsonaro. E, agora, no enfrentamento a essa pandemia, essa unidade se fez muito maior. Inclusive suplantando o tema da divergência em relação à campanha eleitoral. Agora, mesmo de 2020, que nós nem sabemos se a eleição vai acontecer ou não. Mas isso foi deixado de lado, e nós estamos numa articulação muito próxima entre todos esses partidos para a construção de uma frente. Que, inclusive, extrapola o campo da esquerda, o campo da oposição, e que está começando a ter alguns encaminhamentos, alguns frutos, junto ao chamado centro e até a própria centro-direita, que seria, na verdade, uma frente em defesa das liberdades democráticas e do Estado de Direito, que estão permanentemente ameaçados pelo presidente Bolsonaro e por aqueles setores que lhe dão sustentação social e política.

Quem está conversando com quem? Quem participa dessas conversas?

Os presidentes de partido. Outras pessoas que são personalidades desses partidos. E até pessoas que não fazem parte de nenhum partido. Essas conversas têm sido feitas também no nível institucional. Com o presidente da Câmara, o presidente do Senado. Todo mundo está conversando. Os próprios ex-presidentes da República. Indiretamente, por meio de interlocutores, também têm trocado ideias. Há um sentido de abertura, de compreensão de que é hora de a gente ter muito cuidado com o que pode acontecer no Brasil por conta das concepções autoritárias, criptofascistas que o presidente da República tem e que isso pode acabar com a democracia.


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Fernandes

Pense num grande senador, defensor dos trabalhadores brasileiros, os bozolóides só sabem mistificar.

marcos

Pense em um senador cagão esse Vampirão.


Banner de Arcoverde

09/04


2020

Fazenda rebate críticas de Mendonça

Caro Magno Martins, 

A respeito da alegação do ex-deputado Mendonça Filho que afirma que a Sefaz-PE exclui as atividades de comércio de combustível, varejo e lojistas de shoppings do benefício da prorrogação de prazo para obrigações acessórias, é preciso esclarecer:

1. No parágrafo Único do Art.1º da Port. SF Nº 073/2020 dispõe que a entrega das obrigações acessórias previstas para os contribuintes relacionados nesta Portaria “não se aplica a estabelecimento localizado em shopping centers e similares, durante o período em que estes locais estejam proibidos de funcionar”, assim sendo o teor constante nesta fala não condiz com a referida portaria, ou seja os contribuintes eu exercem as atividades de varejo e lojistas de shopping terão os prazos das respectivas obrigações acessórias prorrogados até 30.06.2020.

2. Diferentemente do que foi afirmado, a portaria registra as atividades que devem permanecer fornecendo as informações referentes ao movimento de suas vendas, então, como é o caso dos lojistas de shopping, há exceção expressa do cumprimento das obrigações acessórias pelos estabelecimentos situados em shopping. 

3. O decreto e a portaria desobrigam os contribuintes de entregarem as obrigações acessórias nos casos em que o isolamento social previsto no decreto, paralisaram totalmente ou parcialmente as atividades comerciais.

4. A SEFAZ informa que caso haja algum estabelecimento comercial que teve sua atividade suspensa pelo decreto e a portaria tenha determinado a entrega de obrigação acessória, ou seja prestação de informação a SEFAZ, poderá entrar em contato com o fisco e imediatamente a questão será resolvida.   

Silvana Victor

Diretoria de Comunicação da SEFAZ


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Wellington Antunes

A Sefaz ainda tá perdendo tempo respondendo a esse perdedor, apagado e ex-ministro do governo golpista de Temer? Ele quer é IBOPE. Esqueçam essa múmia.


Prefeitura de Limoeiro

09/04


2020

Frente a Frente especial dos 14 anos. Participe!

Meu blog completa amanhã 14 anos da sua fundação. As comemorações começaram na última segunda-feira com manifestações e depoimentos emocionantes de quem nos acompanha em todos esses rincões que a internet nos transporta para o mundo. 

Como amanhã é sexta da Paixão de Cristo e, portanto, feriado sagrado, o programa não irá ao ar. Por isso, vamos fazer o especial para brindar à data festiva do blog no programa de hoje. 

Como também estamos na quarentena e o programa está sendo gravado de minha casa, o leitor e ouvinte pode nos dar os parabéns com a sua voz enviando um áudio curtinho para o meu WhatsApp: (81) 9.8222-4888.

Participe! Vamos fazer um programa com muita emoção e história.


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Shopping Aragão

09/04


2020

Líder defende articulação com Governo

O Senado fechou um acordo para discutir os projetos de enfrentamento da crise econômica causada pela pandemia do coronavírus junto com a análise das Medidas Provisórias editadas pelo governo para socorrer empresas e preservar o emprego. A proposta de ação coordenada com o Poder Executivo foi feita nesta quarta-feira (8) pelo líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), que alertou para o impacto fiscal e para a insegurança jurídica gerada por eventual aprovação de iniciativas voltadas a setores econômicos já atendidos pelo governo.

Além disso, o líder lembrou as medidas anunciadas pelo governo federal para dar fôlego a estados e municípios, que incluem a manutenção dos repasses dos Fundos de Participação de Estados e Municípios (FPE e FPM), a suspensão das dívidas com a União e bancos públicos, além de recursos para operações de crédito. Juntas, essas medidas somam R$ 88 bilhões.

“Nesse momento, estamos observando com muita preocupação o movimento de alguns que querem aproveitar a necessária sensibilidade dos parlamentares e da sociedade com relação ao atendimento das demandas de combate ao coronavírus para pleitear volumes de recursos que suplantam a capacidade da União e que colocam em risco a capacidade de crescimento do país após vencermos essa primeira onda, que é a onda de atenção à saúde”, afirmou.

“O governo está convicto que isso poderá levar a um superendividamento dos estados e municípios, porque muitos desses pleitos é para ampliação da dívida, e isso vai obrigar a União a elevar impostos para tentar administrar a situação”.

O acordo firmado no Senado permitiu a retirada de dois projetos de lei que previam a liberação de recursos do Tesouro Nacional para o pagamento da folha de salários de micro e pequenas empresas e a suspensão do recolhimento de encargos e contribuições patronais, como FGTS e INSS. Essas iniciativas, lembrou Fernando Bezerra Coelho, estão nas Medidas Provisórias 936 e 944, que criam, respectivamente, os programas emergenciais de Manutenção do Emprego e da Renda e de Suporte a Empregos. 

“O governo também já postergou o pagamento de tributos e reduziu impostos que trazem impacto de mais de R$ 100 bilhões para as atividades produtivas. Todos esses e outros programas representam um impacto de R$ 227 bilhões. Somadas as medidas que não geram impacto primário, temos mais de R$ 468 bilhões em programas já anunciados pelo governo federal. Só com as medidas anunciadas, o déficit fiscal já ultrapassa 6% do PIB, e a trajetória da dívida pública deve superar 100% do PIB”, ressaltou.


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09/04


2020

Governo do Estado semeia pânico e colhe mortes

Por Antonio Magalhães*

“Uma manhã, levantou-se, abriu uma torneira e a água não jorrou. Assustou-se. Ocorreu-lhe pela primeira vez que poderia permanecer por longos anos encerrada no apartamento. Fez um inventário do que havia na despensa. Não precisaria preocupar-se com o sal. Encontrou farinha para vários meses, bem como sacos e sacos de feijão, pacotes de açúcar, grades de vinhos e de refrigerantes, dezenas de latas de sardinha, de atum e de salsichas. Nessa noite choveu. Abriu um guarda-chuva e subiu ao terraço, arrastando baldes, bacias e garrafas vazias”.

Não pense leitor que este é o relato de um morador do Recife dando início a quarentena implantada pelo governador Paulo Câmara e pelo prefeito  Geraldo Júlio para combater a disseminação do coronavírus que vem contaminando o Brasil e Pernambuco com a gripe Covid-19.

Na verdade, é um trecho do livro “Teoria Geral do Esquecimento” do escritor angolano José Eduardo Agualusa, que narra os momentos próximos à independência de Angola, em 1975, quando o caos reinava na capital Luanda, com colonos e moradores de origem portuguesa deixando apressadamente aquele país para não morrerem, vitimados pelo excesso das comemorações pela liberdade recém conquistada de Portugal.

 

Agualusa conta a história real da viúva Ludovica Fernandes. Em pânico pelos ataques a estrangeiros em Luanda ela resolveu isolar-se em seu apartamento na área central da capital para sobreviver durante o período de uma larga quarentena. Diante das ameaças telefônicas e tentativas de assaltos a seu apartamento, ele decidiu construir um muro de tijolos, vedando a sua porta de entrada. Ninguém poderia entrar, nem ela sair.

No confinamento, escreveu diários nos anos iniciais e nos seguintes, por falta de papel e tinta, registrava com restos de carvão seu infame dia-a-dia nas paredes. O isolamento durou 28 anos. Ela contou com a ajuda de um jovem angolano que lhe passava clandestinamente uma parca ração de comida pela varanda do apartamento. Quando foi descoberta por parentes e autoridades, Ludovica estava fraca e definhara no cativeiro autoimposto. Veio a morrer no hospital aos 85 anos em Luanda. Seus diários foram entregues ao escritor angolano que produziu uma excelente obra misturando a história real com eventos ficcionais.

Longe deste texto ser uma resenha literária. Ele é mais a constatação dos efeitos numa pessoa do pânico com desconhecido, seja ele provocado por guerrilheiros angolanos ou pelo vírus da gripe Covid-19. O medo pelo que não se conhece é um tipo de transtorno de ansiedade no qual ocorrem crises inesperadas de desespero intenso de que algo ruim aconteça, mesmo que não haja sinais de perigo iminente.

E esse temor está sendo vivenciado por parte significativa da população do Recife por conta da possibilidade de contaminação do coronavírus, anunciada de hora em hora por carros de som, rádios e tvs e referendada por jornais e revistas.  A população da classe média, por estar supostamente mais informada ou doutrinada com as notícias, tem sido submetida a um radical cativeiro, vítima da síndrome do pânico com o vírus que tem seu foco no chamado grupo de risco e não em todos os habitantes da Capital.

Não deixam de ser irônicas as medidas tomadas pelas autoridades para proteger seus pares melhores de vida, como o fechamento do comércio, shoppings e outros atividades econômicas. No fim de semana anterior, o governador Paulo Câmara fechou as opções de lazer público deste grupo de mais posses: parques públicos, como Jaqueira, Santana e outros foram interditados. E também fechou a praia de Boa Viagem para aqueles, idosos ou não, que iam respirar ar puro, caminhar e levar sol.

Esse grupo fragilizado pelo pânico do vírus, pelo confinamento dentro de casa, obrigado à atividades domésticas às vezes nunca vivenciadas, como cozinhar e lavar pratos, está sem opções de alívio mental. Os mais abastados, principalmente na área do serviço público, pouco têm a reclamar. Pelo contrário, por não ter onde gastar o dinheiro, uma vez que não podem viajar, irem a restaurantes, nem participarem de eventos de grande público, vão sair deste período de pandemia com uma poupança mais recheada.

As autoridades estaduais se mostraram eficientes e autoritárias na implantação de medidas de isolamento social da classe média. Mas nas áreas periféricas da nossa Região Metropolitana, que abriga a população mais carente que não pode demorar-se em confinamento, as vezes nem por um dia, as diretrizes isolacionistas do governador não são atendidas, mesmo com  risco de vida para esses homens e mulheres.

Paulo Câmara nem Geraldo Júlio mandam nesse povo irreverente que pensa em trabalhar para levar comida para sua família. E até agora, do ponto de vista saúde, tem se saído melhor do que os integrantes da classe média. O contato diário com mazelas, como falta de saneamento, convivência com insetos e ratos, ruas esburacadas cheias de lama, parece lhe dá  imunidade contra o vírus chinês.

Os mais protegidos em isolamento social têm sido as principais vítimas da Covid-19. O bombardeio de mensagens de terror sobre os efeitos do vírus não tem adiantado muito. Nem a ação da principal rede de televisão do Estado que muda os entrevistados, mas os recados são os mesmos de temor ao vírus de rápida propagação.

Cada vez mais esta população interioriza o medo, alimentando o pânico por qualquer desconhecido ou conhecido que se aproxime. Daí para a construção de muros na porta de casa, como a viúva angolana, é um passo. Que tempos são esses? É isso.

*Integrante da Cooperativa de Jornalistas de Pernambuco


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Fernandes

Calma bozolóide!

marcos

Senhor Ary, pessoas Venha fazer colocações é danado. Pessoas é plural. O senhor parece que estudou na mesma escola de Lula e Dilma. Saudações socialistas analfa?

Ary Siqueira da Cunha Filho

Bom dia, É lamentável que pessoas sem credenciamento em gestão pública nas ambiências do Estado de Pernambuco e cidade do Recife, venha fazer colocações inverídicas e sobretudo em desrespeito ao povo, pois falar em pânico como forma pejorativa, é não tratar essa Pandemia como deva ser tratada. Queremos somente lembrar a esses desavisados, que países que não trataram a Pandemia como estamos tratando, estão lamentavelmente sofrendo um impacto sobre os óbitos, nada aceitáveis, pelo menos para gestores competentes e que respeitam o povo que gesta, sobretudo as Entidades nacionais e internacionais de reconhecidas competências técnicas. Ser oposição sistemática, já falei que eceiteremos sempre pois somos governos que administramos para, e com o povo, e iremos continuar assim, até porque estamos sendo premiados desde o saudoso Eduardo Campos, que implantou um modelo de gestão por resultado, nunca visto em Pernambuco. Ler estes comentários, só nos faz crer que estamos no caminho certo, e que esta oposição, precisa no mínimo se capacitar, para concorrer em melhores condições, fica a dica. Parabéns, Paulo Câmara e Geraldo Júlio, o povo de Pernambuco e Recife, respectivamente, já faz parte desse modelo de gestão. Saudações Socialistas.



09/04


2020

Magno é orgulho da nossa família e do Pajeú

Por Augusto Martins*

Ao completar 14 anos, o blog do Magno Martins segue líder em todas as aferições, liderança conquistada com muito trabalho, quilômetros rodados e muitos furos de reportagens, superando as dificuldades e até perseguições. Como um bravo sertanejo de Afogados da Ingazeira, tem a coragem de romper com qualquer ameaça e não recuar diante de um compromisso maior com o leitor. 

Compromisso esse de levar a informação mais completa possível! Medo não  faz parte da trajetória de nosso irmão, ele tem a vocação para a notícia, corre atrás como se fosse um prato de comida para um faminto. 

É um poeta, escritor, amante da natureza e do que é belo, exemplo de dedicação com os filhos, com os pais e os irmãos, um apaixonado pelo jornalismo e pela vida.

Esses 14 anos de informação e liderança comprovam a sua obstinação e sucesso profissional. Magno foi um visionário quando de forma pioneira lançou o seu canal jornalístico pela internet e quando saiu em defesa do jornalismo sem dono, explicando o que era um blog. 

Irrequieto por natureza, feito um trator para trabalhar, fundou o programa Frente a frente em rede estadual com mais de trinta emissoras de rádio, chegando a sua voz em todas as regiões de Pernambuco. Outra visão pioneira foi o lançamento recentemente do primeiro jornal online em aplicativo para WhatsApp, confirmando a tendência de que jornal impresso está entrando em extinção. 

Em nome de seus oito irmãos, entre os quais me incluo com muita alegria e felicidade, agradecemos a Deus pela sua vida e trajetória. Incentivamos para que possa cada dia ir mais longe, sabendo que sempre poderá contar conosco. Ao concluir, não posso deixar de mencionar o amor incondicional que Magno demonstra por toda a nossa família e em especial pelo nosso pai, Gastão Cerquinha, referência de seriedade, honestidade e resiliência.

* Vereador em Afogados da Ingazeira


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09/04


2020

Quem ouve Magno, também dá pitaco

Por Helton Silva* 

Nesse aniversário dos 14 anos do blog do Magno Martins não poderia faltar a voz de quem está do outro lado da informação do blog, do rádio, das redes sociais: o OUVINTE, o LEITOR. Todos nós que amamos política damos uma olhada no Magno.

Quem não sabe que Magno é sinônimo de que "falou, tá falado"? Quem não sabe que Magno é matuto andejo, que vai literalmente da capital ao sertão e, ao mesmo tempo, cidadão do Araripe e do eixo monumental do grande avião chamado Brasília?

Quem não sabe que Magno está no nervo dos fatos, junto com os personagens da política, narrando tudo em primeira mão? 

E por informar de forma tão autêntica e transparente sabemos que esse ânimo está com raízes bem fincadas no sertão, fruto da família de dona Margarida e seu Gastão, que abençoa esse Magno profissional e pai orgulhoso dos seus filhos.

Continua, matuto, interagindo conosco, perseguindo a notícia pra quem gosta de política, distribuindo fatos e abraços.

* Servidor público da UFPE, ouvinte e leitor do Magno.


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09/04


2020

Coluna da quinta-feira

Saúde, economia e depressão

Sem atividade econômica, comércio parado, lojas fechadas e abandonadas, a sensação da rotina do nosso cotidiano é a de que estamos a passos largos em direção ao fundo do poço. Ninguém trabalha. Quando se cruzam os braços, o pão escasseia à mesa. Em casa onde falta o pão, todos brigam, ninguém tem razão, ouvi muito esse provérbio português da boca dos meus pais em Afogados da Ingazeira.

Mas nunca parei para refletir sobre sua extensão, que é muito mais ampla do que se possa imaginar. É fato que o provérbio remete a um desentendimento doméstico, mas nesta crise se aplica aos momentos de horror que vivemos. A saúde pública é fundamental. Salvar vidas, imprescindível. Quando se está em jogo a vida de todos nós, isso nos alivia, abre o horizonte da aposta na esperança.

A esperança de que vidas salvas, a economia se recupere mais à frente. O que nos leva também a uma outra reflexão é quanto ao timing disso tudo que nos assusta, dá pânico, tudo provocado pela depressão do isolamento. Isolar agora, para amanhã colher desse isolamento o proveito de uma vida mais próspera e melhor aproveitada diante de uma economia mundial plenamente recuperada.

Mas que a alma de todos nós está dolorida, não há dúvida. E quanto mais o tempo se encarrega em pintar o cenário do futuro assombroso, de cenas de medo e horror, mas vai se encarregando de mostrar que tudo pode ser pior do que se possa imaginar do ponto de vista do empobrecimento da população.

A caminho do fundo do poço, em apenas um dia, 22 milhões de brasileiros se cadastraram para ter direito a uma ajuda de R$ 600 individual e R$ 1,2 mil para família. O que impressiona é que essa grande maioria vive aos deus dará. Do total, quase a metade não tem conta corrente. O Brasil, na crise da pandemia do coronavírus está redesenhando esse quadro, com um fosso social mais agudo do que muitos especialistas em economia e catástrofes estão prevendo com declarações estarrecedoras na mídia.

Como funciona – Em relação ao programa social emergencial do Governo na crise da pandemia do coronavírus, com o pagamento dos R$ 600, a mulher que for mãe e chefe de família, e estiver dentro dos demais critérios, poderá receber R$ 1,2 mil (duas cotas) por mês. Na renda familiar, serão considerados todos os rendimentos obtidos por todos os membros que moram na mesma residência, exceto o dinheiro do Bolsa Família. Quem já recebe outro benefício que não seja o Bolsa Família (como seguro desemprego, aposentadoria) não terá direito ao auxílio emergencial.

Mais uma ajuda – O Governo liberou novos saques do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço de até R$ 1.045 de contas ativas e inativas. Os saques começarão em 15 de junho e vão até 31 de dezembro. Qualquer pessoa que tiver conta, ativa ou inativa poderá fazer o saque. Quanto ao calendário do saque, ainda não foi divulgado. Caberá à Caixa Econômica Federal definir os critérios e o cronograma dos novos saques. Mas o banco adiantou que a dinâmica será a mesma das demais liberações do FGTS: os saques serão feitos de acordo com o mês de nascimento do trabalhador.

Testes nas ruas – Diferente do Recife, onde faltam testes até na rede hospitalar, em Salvador o prefeito ACM Neto (DEM) começou ontem a detecção de pessoas com o novo coronavírus em Salvador aplicando testes rápidos nas ruas, numa ação comandada pelo próprio gestor. A Prefeitura adquiriu 100 mil testes rápidos para o diagnóstico da Covid-19 em até sete minutos. Em um primeiro momento, os trabalhadores de saúde rede pública que atuam na área de urgência e emergência e idosos acolhidos em abrigos na cidade serão submetidos aos testes.

Na contramão – Mendonça Filho defendeu, ontem, que o governador Paulo Câmara mude a portaria da Secretaria da Fazenda que excluiu as atividades de comércio de combustíveis, varejo e lojistas de shoppings dos benefícios concedidos pelo decreto estadual anunciado pelo Governo, prorrogando os prazos relativos ao cumprimento de obrigações tributárias e contestações, suspensão de execuções fiscais e notificações de débitos.“ É uma medida que vai na contramão da preservação da atividade econômica. Precisamos garantir as vidas e os empregos dos pernambucanos", afirmou.

CURTAS

ABUSO ELEITORAL – A prefeita de Ipojuca, Célia Sales, passou a borracha num decreto do governador Paulo Câmara a estimulou aglomeração humana para distribuir o peixe da Semana Santa. Um absurdo, num momento em que governos e autoridades sanitárias de todo o mundo ressaltam a importância do isolamento social para a contenção do novo coronavírus. Com luvas e máscaras, funcionários da Prefeitura chegaram a organizar a estrutura para a distribuição dos pescados. No entanto, os servidores precisaram cancelar a entrega dos alimentos, pois a empresa responsável pelo fornecimento não conseguiu entregar os insumos a tempo.

CRIME EM BETÂNIA – Em Betânia, no Alto Sertão, o prefeito Mário Gomes (PTB) também foi flagrado, ontem, cometendo crime eleitoral. Às vésperas da Sexta-Feira da Paixão, promoveu a distribuição de cestas populares. O Ministério Público estadual deve ficar atento a esse tipo de abuso eleitoral, que certamente, em ano de eleição, deve se repetir em vários municípios do Estado. Neste caso, com um agravante: o gestor relapso e irresponsável comete dois crimes ao mesmo tempo: desrespeito ao decreto do governador, que não permite reuniões com grupos acima de cinco pessoas, e a manipulação eleitoral, compra do voto, por meio da concessão de um benefício.

OPORTUNISMO EM ITACURUBA – Bem que o ex-governador Roberto Magalhães cantou a pedra, afirmando que a política é verdadeiramente uma ação diabólica. Inimigos figadais, daqueles que vivem trocando insultos pela mídia e as redes sociais, o secretário de Turismo, Rodrigo Novaes (PSD), e o deputado estadual Fabrício Ferraz (PHS), deletaram todo o passado belicoso e andam de mãos juntas em Itacuruba em torno de um candidato a prefeito para tentar derrotar Bernardo Maniçoba (MDB). Quem já leu os impropérios por eles trocados, está de queixo caído. No Brasil, os políticos são assim mesmo, oportunistas. Só coçam do umbigo para baixo.

Perguntar não ofende: O Governo terá caixa suficiente para bancar os R$ 600 da ajuda aos trabalhadores da informalidade até quando?


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Comentários

marcos

Acharam dinheiro (249 milhões) no inventário de Mariza Lula da Silva que dava pra construir 10,Hospitais.

marcos

França, Inglaterra e Bélgica autorizam o uso do Hidroxicloroquina. Bolsonaro agora é Mito mundial.

Fernandes

Paz entre nós. Guerra ao sistema.

Fernandes

Presidente não abandona o povo, mas o povo pode trocar de presidente.

Fernandes

O CAPITÃO CLOROQUINA É CEM VEZ MAIS PERIGOSO DO QUE O COVID-19.



09/04


2020

O Jornalista da verdade

Por Maurício Carneiro Leão* 

Caro Magno, tudo bem? Como o tempo passa rápido! Parece que foi ontem que você comunicou aos seus amigos e leitores a criação do seu Blog. Já lhe disse pessoalmente e repito agora: para mim, você é o jornalista mais bem informado do Brasil. 

Você é, na verdade, um Jornalista com J maiúsculo, daqueles que vão à busca incessante e à caça das notícias e as divulgam sem filtros, usando as suas fontes de confiança e as informações dos amigos leais. 

A sua network é consistente e sempre atualizada. Tive o prazer de viajar com você e um grupo de deputados e técnicos de Pernambuco na visita ao Complexo Nuclear de Angra dos Reis e durante a agradável viagem muitas histórias da sua dura vida de jornalista foram contadas por você. 

Relatos de situações complexas e tensas pelas quais você passou. Quem é um Jornalista da verdade, como você, muitas vezes é incompreendido pelas pessoas que são as protagonistas das matérias. Receber elogios todos gostam, mas ser criticado e principalmente quando essa criitica é embasada na verdade, desagrada a muitos. 

Mas você vai continuar a seguir o seu exitoso caminho, fazendo muitos amigos e deixando nessa estrada alguns poucos descontentes. 

Parabéns! Muitos anos de sucesso e cada vez mais e mais leitores  bem informados com o seu blog. 
Um grande abraço.

* Engenheiro da área de energia


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09/04


2020

O melhor e mais bem informado blog do País

Caro Magno,

O seu blog, pioneiro no Nordeste, mais acessado na Região, nosso farol que ilumina nossas mentes de sabedoria, há muito tempo me informa com notícias políticas diárias. É o melhor e mais atualizado blog político do País. Não passo um dia sequer sem acessar e consultar seus furos jornalísticos. Quando a internet nos deixa orfã de acesso ao seu blog é como colocasse uma fenda em nossos olhos, abrindo um horizonte sem referências. Continue assim: firme, forte, trazendo as boas e as más sempre em primeira mão. Não sei viver sem o seu blog. Virou um vício, mas um vício saudável e formador de opinião. 

Obrigado, Magno Martins!

Tarcisinho Calado


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09/04


2020

Do litoral ao Sertão, só dá Magno

Por Rinaldo Albuquerque*

A inquietude de Magno Martins faz dele um visionário. Nunca está satisfeito e sempre foi assim. Onde reinavam colunas de jornal impresso, ele virou blog. Onde imperam blogs, ele traz jornal online pelo Whatsapp. Conheço Magno há muitos anos que já nem lembro quantos e sempre foi assim.

Tenho o privilégio de ser leitor e também de contribuir com o blog ao longo destes quatorze anos. É por ele que fico sabendo das novidades e onde descubro os meandros das engenharias que movem o terreno instável da política.

O blog é a sua cara. E há muito carinho envolvido nele, tanto por quem ler, mas principalmente por quem escreve. Vejo os leitores se perfilarem entre as diversas classes sociais, as diversas profissões e lugares. Seja aqui na capital ou lá no mais longínquo sertão, sempre haverá alguém aguardando à meia noite para conferir a coluna do dia.

Finalizo essa pequena homenagem fazendo votos de muito sucesso e agradecendo pela caminhada, especialmente pelas participações no Frente a Frente, onde o Kuki de Dois Unidos e o Arquiteto Capilar Rinaldo Albuquerque sempre estão presentes.

* Líder comunitário em Dois Unidos, apaixonado por política e cabeleireiro dos poderosos e dos humildes de coração também.


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09/04


2020

Alcolumbre se voluntaria em estudo contra Covid-19

Por O Globo

Após pouco mais de duas semanas afastado do trabalho para se recuperar da infecção pelo novo coronavírus, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) será voluntário em um estudo sobre o tratamento da doença. O amapaense, que foi diagnosticado no dia 18 de março, voltou ao trabalho no início desta semana reforçando que não se trata de uma simples gripe e relatou ter vivido dias difíceis durante o isolamento.

Por ter se recuperado da doença e não ter sido entubado ou internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), Alcolumbre se enquadrou nos requisitos para doar plasma sanguíneo para ser usado no estudo que foi autorizado no fim da semana passada em um consórcio entre os hospitais Sírio-Libanês, Albert Einstein e o Hospital das Clínicas de São Paulo. Ele continuará a ser observado pelos médicos durante o estudo, especialmente para detectar possíveis sequelas nos pulmões, o que alguns pacientes recuperados apresentam.

O plasma, que é um componente do sangue que transporta os anticorpos que o corpo precisa para lutar contra infecções, será aplicado em pacientes com quadros graves da doença na expectativa de que eles se recuperem mais rapidamente. Nos Estados Unidos e na China, o tratamento experimental já começou e demonstrou eficiência no país asiático.

Confira a íntegra aqui: Curado do coronavírusAlcolumbre se voluntaria em estudo ...


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09/04


2020

Estados adotam plataformas online para estudantes

Por G1

A suspensão de aulas para conter o avanço do novo coronavírus levou escolas e professores a se adaptarem e encontrarem formas de manter a aprendizagem dos alunos em tempos de pandemia.

Aulas pela TV e internet, já comuns na redes privadas de ensino, estão sendo implementadas também nas redes estaduais – um avanço que deverá permanecer e complementar a aprendizagem após o fim do isolamento social.

Um levantamento do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) aponta que até esta quarta-feira (8) ao menos 10 estados adotam exclusivamente plataformas online com conteúdo educativo para transmitir aulas neste período. Outros 3 transmitem aulas pela TV aberta. No Pará e no DF, há um misto das duas tecnologias.

Em meio ao avanço da pandemia, o governo federal determinou que as instituições de ensino estão isentas de cumprirem o mínimo de dias letivos, mas manteve a carga horária necessária para completar o ano de estudo. Uma das formas de atender esta previsão é adotar a educação a distância, seja pela TV, pela internet, ou ainda adaptando trabalhos escolares escritos para aqueles que não têm acesso à tecnologia.

"Não há dúvidas de que haverá perdas na aprendizagem, se comparado ao período normal, sem pandemia. Mas cabe o compromisso a cada secretaria de educação de pensar nesse retorno dos estudantes para resgatar o que foi perdido", afirma Cecilia Motta, presidente do Consed e secretária de educação do Mato Grosso do Sul.

"Nada substitui professor com o aluno na sala de aula. Com todo esforço, estamos falando em um momento de exceção e vamos fazer o melhor possível. A tecnologia veio para ficar, não vai parar depois [da pandemia], mas vai ser como um complemento, em reforço no contra turno escolar", afirma Rossieli Soares, ex-ministro da Educação e atual secretário da Educação de SP – o estado decretou férias escolares até o dia 20 de abril, mas já fecha parcerias para ter conteúdo na TV aberta e em plataformas online para ter alternativas caso o isolamento seja estendido.

Confira a íntegra aqui: Estados adotam plataformas online e aulas na TV aberta para ...


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