FMO janeiro 2020

09/04


2020

Brasil: 820 mortes e mais de 16 mil casos de Covid-19

Por G1

As secretarias estaduais de Saúde divulgaram, até as 21h45 de ontem, 16.195 casos confirmados do novo coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil, com 822 mortes pela Covid-19.

O último balanço do Ministério da Saúde, divulgado na tarde desta quarta-feira (8), aponta 15.927 casos confirmados e 800 mortes.

Pernambuco registra 401 casos e 46 mortes, Amazonas chegou aos 804 casos e 30 mortes, Bahia tem 515 casos e 18 mortes, e Ceará tem 1.374 casos e 53 mortes.

Na região Sudeste, São Paulo conta 6.708 infectados e 428 mortes, o Rio de Janeiro tem quase 2 mil casos e mais de 100 mortos e Espírito Santo tem 273 casos e 6 mortes. No Sul, Santa Catarina e Paraná registram 17 mortes e o Rio Grande do Sul já tem 10.

Goiás registra sete mortes nesta quarta-feira. O Rio Grande do Norte confirmou a morte mais jovem do Brasil, de um bebê recém-nascido de cinco dias, em Natal. O Amapá passou de 51 para 107 casos em 24 horas, o Mato Grosso do Sul chegou a 85 infectados.


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Abreu e Lima

08/04


2020

Mourão e Ramos se irritam com ataques de bolsonaristas

Por Estadão Conteúdo

Os generais influentes do Palácio do Planalto se irritaram com especulações de que pretendem formar uma Junta Militar para limitar o presidente Jair Bolsonaro ao papel de "Rainha da Inglaterra" - no dicionário da política, uma figura sem poder de fato. As insinuações foram feitas, no final da semana passada, pela ala ideológica do governo, liderada pelo vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), o filho 02 do presidente, nas redes sociais.

A reação militar só veio na tarde desta quara-feira. Em mensagens no Twitter, o vice-presidente Hamilton Mourão e o ministro Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria de Governo, elevaram o tom. "Aos aventureiros de muitos costados que nesta hora de dificuldades pretendem inviabilizar o @govbr lembro que sou o Vice do Presidente @jairbolsonaro e que os paraquedistas andam sempre no mesmo passo", publicou Mourão. "O #Brasilvencerá o #COVID-19 como venceu todas as guerras de sua História", ressaltou o general. Na verdade, o Império Brasileiro não conseguiu vencer a Guerra da Cisplatina, em 1828, e teve que aceitar uma negociação internacional que garantiu a independência do Uruguai. A derrota ou empate, historiadores divergem, arruinou a popularidade de D. Pedro I e a economia brasileira.

Horas depois do Twitter de Mourão, foi a vez do general Ramos sair para o contra-ataque. "Só lembrando também que existem mais paraquedistas ao lado do nosso Pres Bolsonaro", escreveu no Twitter. Ele citou os ministros Augusto Heleno Ribeiro (Gabinete de Segurança Institucional) e Fernando Azevedo e Silva (Defesa) e o presidente dos Correios, Floriano Peixoto. "Paraquedistas são como águias, aves da mesma plumagem que voam juntas e enfrentam qualquer desafio! Vamos vencer o Covid-19." No Palácio, o que mais se ouviu foi o desbotado mantra de que "a tropa está unida" e "trabalhando pelo governo". "O presidente é Jair Bolsonaro e estamos aqui com ele e por causa do governo dele", disse à reportagem um interlocutor militar.

Os ataques aos generais pela ala ideológica, recorrentes desde o início do governo, foram reiniciados no dia 2 de abril. O primeiro alvo foi Mourão, que naquele dia se reuniu com governadores da Amazônia. Ele foi designado por Bolsonaro para presidir o Conselho da Amazônia. No dia seguinte, sexta-feira passada, ele foi bombardeado pela militância após o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), elogiá-lo e dizer que, se Bolsonaro entregar o governo para ele, o Brasil chegará em 2022 em melhores condições. Foi o suficiente para Carlos Bolsonaro perguntar no Twitter o que levava o vice-presidente a se reunir "com o maior opositor socialista do governo". Mourão ficou calado.

Na segunda-feira, um dos apoiadores de Bolsonaro chegou a dizer ao presidente, na portaria do Palácio da Alvorada, para ele não se tornar "Rainha da Inglaterra". Bolsonaro, não respondeu porque não ouviu ou porque preferiu fazer ouvido de mercador. Ele tinha outra batalha pela frente naquele dia. Precisava decidir se demitia o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, que provoca ciúmes nele e nos filhos desde que começou a aparecer em coletivas para falar sobre o coronavírus.

Bolsonaro decidiu não demitir Mandetta, aceitando, assim, os conselhos justamente dos militares, especialmente do general Braga Netto, ministro-chefe da Casa Civil. A decisão realimentou a fúria do grupo de Carlos e da militância bolsonarista conta a "Junta Militar". A ala extremista não poupou nem mesmo o "interventor", como Braga Netto passou a ser tratado nas redes sociais. Por conta da polêmica com o ministro da Saúde, os generais do governo atuaram como bombeiros para tentar desfazer os imbróglios criados pela troca de farpas entre o presidente e Mandetta, e mantê-lo no governo. Neste momento, os generais avaliam que não é hora de aumentar as turbulências no Palácio e no País.


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Banco de Alimentos

08/04


2020

Moraes: estados têm autonomia para impor isolamento

Por G1

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quarta-feira (8) que o governo federal não pode derrubar decisões de estados e municípios sobre isolamento social, quarentena, atividades de ensino, restrições ao comércio e à circulação de pessoas.

Pela decisão do ministro, estados e municípios podem estabelecer essas medidas como forma de combate ao avanço do novo coronavírus. O Palácio do Planalto informou que não vai comentar o assunto.

Alexandre de Moraes tomou a decisão ao analisar uma ação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

A entidade pediu ao STF que obrigasse o presidente Jair Bolsonaro a respeitar as decisões dos governadores; não interferir no trabalho técnico do Ministério da Saúde; e seguir o protocolo da Organização Mundial de Saúde (OMS).

"Não compete ao Poder Executivo federal afastar, unilateralmente, as decisões dos governos estaduais, distrital e municipais que, no exercício de suas competências constitucionais, adotaram ou venham a adotar, no âmbito de seus respectivos territórios, importantes medidas restritivas como a imposição de distanciamento/isolamento social, quarentena, suspensão de atividades de ensino, restrições de comércio, atividades culturais e à circulação de pessoas, entre outros mecanismos reconhecidamente eficazes para a redução do número de infectados e de óbitos, como demonstram a recomendação da OMS (Organização Mundial de Saúde) e vários estudos técnicos científicos", escreveu o ministro na decisão.

Em outro trecho, Alexandre de Moraes disse ser "fato notório" que há uma "grave divergência de posicionamentos entre autoridades de níveis federativos diversos e, inclusive, entre autoridades federais componentes do mesmo nível de governo, acarretando insegurança, intranquilidade e justificado receio em toda a sociedade".

O ministro não mencionou um caso específico, mas, nas últimas semanas, Bolsonaro e o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, manifestaram opiniões diferentes sobre o isolamento.

Enquanto o ministro defende o isolamento, como recomenda a OMS, Bolsonaro defende o fim do "confinamento em massa" e a reabertura do comércio.

Nesta semana, Mandetta chegou a dizer que o Ministério da Saúde dá os "parâmetros" das medidas de prevenção a serem adotadas, mas que a população precisa seguir as orientações dos governadores.

União na crise

Ainda na decisão, Alexandre de Moraes disse que é preciso haver união e cooperação entre os poderes em um momento de "acentuada crise".

O ministro do STF também ressaltou que é preciso evitar os "personalismos", considerados por ele "prejudiciais à condição das políticas públicas".

"Em momentos de acentuada crise, o fortalecimento da união e a ampliação de cooperação entre os três poderes, no âmbito de todos os entes federativos, são instrumentos essenciais e imprescindíveis a serem utilizados pelas diversas lideranças em defesa do interesse público, sempre com o absoluto respeito aos mecanismos constitucionais de equilíbrio institucional e manutenção da harmonia e independência entre os poderes, que devem ser cada vez mais valorizados, evitando-se o exacerbamento de quaisquer personalismos prejudiciais à condução das políticas públicas essenciais ao combate da pandemia de Covid-19", escreveu.

O que diz o governo

No último sábado, a Advocacia-Geral da União (AGU) enviou um documento ao Supremo Tribunal Federal no qual afirmou que todas as medidas adotadas pelo governo federal visam garantir as orientações do Ministério da Saúde e da OMS.


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Prefeitura de Serra Talhada

08/04


2020

Após pronunciamento, JN diz que maioria apoia isolamento

Por Revista Forum

No ar logo após mais um pronunciamento em cadeia nacional do presidente Jair Bolsonaro em defesa do fim do isolamento, o Jornal Nacional desta quarta-feira (8) destacou que a maioria dos brasileiros apoia as medidas de restrição de circulação para conter a pandemia de coronavírus.

O telejornal da TV Globo mostrou uma pesquisa do Instituto Datafolha em que 76% dos entrevistados responderam que o mais importante neste momento é preservar a saúde das pessoas e manter o isolamento em casa, mesmo que isso prejudique a economia. Para 18%, a economia deve ser prioridade, com a retomada das atividades.

No segundo e terceiro blocos, o JN também destacou a importância do isolamento para combater a pandemia. Uma reportagem mostrou os resultados positivos das medidas em países da Europa e a entrada do Japão em quarentena. Na sequencia, amplo espaço para o ministro da Sáude, Henrique Mandetta, que defendeu a manutenção do isolamento em grandes centros urbanos, e uma iniciativa do governo de São Paulo, que rastreia celulares para conter aglomerações.


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08/04


2020

Magno Martins é um bailarino das palavras

Por Silvio Costa*

Magno, Maugno ou até Maligno. Era assim, de forma brincalhona, que os políticos se referiam ao jornalista Magno Martins quando cheguei em Brasília em 2007 para o meu primeiro mandato de deputado federal consagrado nas urnas pelo povo pernambucano. Eu já conhecia a pena ferina e furona de Magno, bela surpresa entre os meus alunos do velho e saudoso colégio Alpha, na Conde da Boa Vista, onde hoje se instalou o Shopping Boa Vista.

Magno não era, no entanto, um bom e aplicado aluno de Química, cadeira minha no Alpha. Suas notas, um desastre. Era tímido, cara de matuto e voz arrastada, cantada. Matuto poeta como ele, vindo das barrancas do Pajeú, fala com cântico. Certa vez, preocupado com as notas baixas do Magno que se preparava ao Vestibular procurei Carlos, dono do colégio, e a ele perguntei se o desempenho do meu aluno sertanejo também era de fracasso em outras matérias.

Magro, quase esquelético, Carlos era vaidoso com seus alunos, os quais conhecia um por um e de nome. Me chamou até a secretaria, puxou a pasta arquivada de Magno e exibiu um montão de nota dez em português e redação. Que alívio!

Hoje, ao grudar meus olhos nos textos de Magno tanto tempo depois, na tela do seu blog no meu celular, percebo que o jornalista brotou no Alpha, com seu texto ali já encantador aos olhos de Carlos.

Não posso esquecer esse episódio tão presente em minha memória para  concluir que quase todo jornalista odeia Química, Física e Matemática, mas, usando as palavras tem, como meu ex-aluno, a notável capacidade de nos emocionar.

Magno Martins é igual ao Flamengo: amado ou odiado. Diferente da água , não é insípido, incolor e inodoro. Entretanto, quando o assunto é jornalismo, todos são unânimes em dizer  que Magno é um bailarino das palavras, um maestro das letras .

*Ex-deputado federal


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O Jornal do Poder

08/04


2020

Cidades registram novo panelaço contra Bolsonaro

Por G1

Cidades brasileiras registraram panelaços contra o presidente Jair Bolsonaro na noite desta quarta-feira (8) durante o quinto pronunciamento do presidente em rede nacional de TV e rádio sobre a pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2).

, Rio, Belo Horizonte e Recife, por exemplo, o presidente foi alvo de gritos "fora, Bolsonaro!" enquanto pessoas batiam panelas.

As primeiras manifestações contrárias ao presidente ocorreram em 17 de março.

Confira as imagens aqui: Cidades brasileiras registram panelaço contra Bolsonaro


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08/04


2020

Em pronunciamanto, Bolsonaro pede volta ao trabalho

Por G1

O presidente Jair Bolsonaro afirmou na noite desta quarta-feira (8), durante pronunciamento em rede nacional de televisão, que é dos governadores a "responsabilidade exclusiva" das medidas de isolamento social motivadas pela pandemia do coronavírus.

Ele disse "ter certeza que a grande maioria" quer voltar a trabalhar e que essa é a orientação dada a todos os ministros, "observadas as normas do Ministério da Saúde".

Foi o quinto pronunciamento de Bolsonaro na TV sobre a crise do coronavírus

"Respeito a autonomia dos governadores e prefeitos. Muitas medidas, de forma restritiva ou não, são de responsabilidade exclusiva dos mesmos. O governo Federal não foi consultado sobre sua amplitude ou duração", afirmou.

Íntegra

Leia a íntegra do pronunciamento:

Boa noite

Vivemos um momento ímpar em nossa história.

Ser Presidente da República é olhar o todo, e não apenas as partes. Não restam dúvidas de que o nosso objetivo principal sempre foi salvar vidas.

Gostaria, antes de mais nada, de me solidarizar com as famílias que perderam seus entes queridos nesta guerra que estamos enfrentando.

Tenho a responsabilidade de decidir sobre as questões do País de forma ampla, usando a equipe de ministros que escolhi para conduzir os destinos da Nação. Todos devem estar sintonizados comigo.

Sempre afirmei que tínhamos dois problemas a resolver, o vírus e o desemprego, que deveriam ser tratados simultaneamente.

Respeito a autonomia dos governadores e prefeitos. Muitas medidas, de forma restritiva ou não, são de responsabilidade exclusiva dos mesmos. O Governo Federal não foi consultado sobre sua amplitude ou duração. Espero que brevemente saiamos juntos e mais fortes para que possamos melhor desenvolver o nosso país.

Como afirmou o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, cada país tem suas particularidades, ou seja, a solução não é a mesma para todos. Os mais humildes não podem deixar de se locomover para buscar o seu pão de cada dia.

As consequências do tratamento não podem ser mais danosas que a própria doença. O desemprego também leva à pobreza, à fome, à miséria, enfim, à própria morte. Com esse espírito, instruí meus ministros.

Após ouvir médicos, pesquisadores e Chefes de Estado de outros países, passei a divulgar, nos últimos 40 dias, a possibilidade de tratamento da doença desde sua fase inicial.

Há pouco, conversei com o Dr. Roberto Kalil. Cumprimentei-o pela honestidade e compromisso com o Juramento de Hipócrates, ao assumir que não só usou a Hidroxicloroquina, bem como a ministrou para dezenas de pacientes. Todos estão salvos.

Disse-me mais: que, mesmo não tendo finalizado o protocolo de testes, ministrou o medicamento agora, para não se arrepender no futuro. Essa decisão poderá entrar para a história como tendo salvo milhares de vidas no Brasil. Nossos parabéns ao Dr. Kalil.

Temos mais boas notícias. Fruto de minha conversa direta com o Primeiro-Ministro da Índia, receberemos, até sábado, matéria-prima para continuarmos produzindo a hidroxicloroquina, de modo a podermos tratar pacientes da COVID-19, bem como malária, lúpus e artrite. Agradeço ao Primeiro-Ministro Narendra Modi e ao povo indiano por esta ajuda tão oportuna ao povo brasileiro.

A partir de amanhã, começaremos a pagar os R$ 600,00 de auxílio emergencial para apoiar trabalhadores informais, desempregados e microempreendedores durante três meses.

Concedemos, também, a isenção do pagamento da conta de energia elétrica aos beneficiários da tarifa social, por 3 meses, atendendo a mais de 9 milhões de famílias que tenham suas contas de até R$ 150,00.

Disponibilizamos 60 bilhões via Caixa Econômica Federal para capital de giro destinados a micro, pequenas e médias empresas e à construção civil.

Os beneficiários do Bolsa Família, que são quase 60 milhões de pessoas, também receberão um abono complementar do Auxílio Emergencial.

Autorizamos, ainda, para junho, um saque de até R$ 1.045,00 aos que têm conta vinculada ao FGTS.

Repatriamos mais de 11 mil brasileiros que estavam no exterior, num esforço capitaneado pelo Itamaraty, Ministério da Defesa e Embratur.

Tenho certeza de que a grande maioria dos brasileiros quer voltar a trabalhar.

Esta sempre foi minha orientação a todos os ministros, observadas as normas do Ministério da Saúde.

Quando deixar a Presidência, pretendo passar ao meu sucessor um Brasil muito melhor do que aquele que encontrei em janeiro do ano passado.

Sigamos João 8:32: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará!”

Desejo a todos uma Sexta-Feira Santa de reflexão e um Feliz Domingo de Páscoa!

Deus abençoe o nosso Brasil!


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Prefeitura de Limoeiro

08/04


2020

O Blog do Magno vem lá do Sertão

Por Aguinaldo dos Anjos*

O Blog do Magno vem lá do Sertão, pode agradar ou não, aprendeu a dizer o que vem do coração, vê a vida e morte que fazem chorar, vence o destino de tudo, seja fora ou no lugar, vive pra contar o que ouve e o que vê. Na vaquejada já foi cavaleiro, cavalo e boi, seja por qual motivo for, que qualquer querer tiver, sempre com letra firme e braço forte, pela vida escreve, seguindo como num sonho, com o mundo rodando, pelas palavras do tempo. Nos sonhos que vai sonhando, as visões escurecendo ou se clareando, seguindo pra cima e pra frente, prepare o seu coração, pras coisas que o Blog do Magno vai continuar contando.

Como o mandacaru, o Blog do Magno é um guardião da vida, trazendo o verde da esperança junto com flores brancas da paz e espinhos que são armas naturais para defender os agressores do povo e da liberdade. É um mandacaru único, pois surgiu entre os mangues pantanosos da vida recifense para ajudar as pessoas a conhecerem a força interna da Democracia, tanto em momentos de solidão quanto com as multidões, mas sempre com intensa emoção.

Como o mandacaru, o Blog do Magno é um sobrevivente que se alimenta do seu sumo interior, a proteger a vida nos momentos mais desafiantes, quando a seca de verdade oferece qualquer ameaça. O conheci no meu Pajeú, mas mesmo com tanto tempo em Brasília, não desgrudo das minhas origens refletidas em tom de notícias na pena poética de Magno.

*Poeta popular nordestino habitante em Ceilândia (DF).


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Shopping Aragão

08/04


2020

Grande Recife desafia o governador

Grande parte dos municípios da Região Metropolitana não está nem aí para o decreto que o Governo do Estado baixou proibindo reuniões com público acima de cinco pessoas para evitar a propagação do Covid-19, o vírus transmissor do coronavírus.

Em Ipojuca, por exemplo, a Prefeitura anunciou a distribuição do peixe da Semana Santa. O pescado não apareceu, mas a praça lotou. Este é o destaque da edição de hoje do jornal O Poder. Se você ainda não é assinante e deseja receber o informativo pelo seu celular entre agora no portal do jornal e se cadastre: www.jornalopoder.com.br


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08/04


2020

Se nascesse 10 vezes, todas Magno seria jornalista

Por Fernando Dourado*

O Jornalismo, a política, a notícia, o furo e Magno Martins são a mesma coisa. Magno é daqueles que vivem a comunicação o tempo inteiro. Seus dedos não param. Por algumas vezes, tive a oportunidade de viajar com Magno pelas estradas de carro. No caminho, me admirava com ele fazendo do banco do passageiro uma redação adaptada.

Um telefone pendurado ao ouvido e a reprodução de tudo que ouvia do senador Fernando Bezerra. Rapidamente, ali mesmo com o veículo em movimento, Magno transformava apuração em matéria completa com manchete e tudo. Na condição também de jornalista pensei em silêncio: “Deus dá uma vocação a um homem e ninguém muda. Se Magno pudesse nascer 10 vezes, em todas as vidas seria jornalista”.

Para mim, um orgulho imenso de tê-lo como amigo. Para profissão que escolhi, uma inspiração. Para classe política, a incerteza de nunca saber o que pode sair do faro jornalístico de Magno Martins!

*Jornalista, meu substituto no Frente a Frente nas ocasiões necessárias, hoje na TV Jornal.


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