FMO janeiro 2020

07/04


2020

Pré-candidato em Serra Talhada se filia ao Republicanos

O partido Republicanos filiou o pré-candidato à Prefeitura de Serra Talhada, no Sertão do Pajeú, Dr. Nena Magalhães. Nena teve a ficha de filiação abonada pelo presidente estadual do partido, deputado federal Silvio Costa Filho.

Para Dr. Nena, é preciso renovação para promover o desenvolvimento que o município precisa. “É muito bom estar no Republicanos. Vamos agora ampliar as filiações com objetivo de lançar candidatura própria no município, ao lado de correligionários de longas datas e do apoio e determinação do deputado Silvio Costa Filho. Estamos conversando com a sociedade e lideranças políticas do município, com objetivo de apresentar um projeto de renovação política para mudar a situação do município”, pontuou

“Dr. Nena é um médico, um homem sério, muito respeitado em Serra Talhada e no Sertão do nosso Estado. Ele tem espírito público e, sobretudo, sempre ajudou o povo do município. Não tenho dúvida que ele tem todas as condições de construir um novo projeto para a cidade”, pontuou Silvio Costa Filho. O Republicanos segue lançando pré-candidatos em todo o Estado. Nos próximos dias deve anunciar pré-candidaturas em outras regiões de Pernambuco.


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Abreu e Lima

07/04


2020

Sou viciado no blog do Magno

Gonzaga Patriota*

No final dos anos sessenta, como ferroviário, trabalhando na Estação de Iguaracy, vinha de bicicleta me divertir tomando banho no açude de Gastão Cerquinha, entre um município e outro, foi quando, em uma festa no Clube Social de Afogados da Ingazeira, conheci o dono do açude, Gastão Cerquinha, sua linda e Santa esposa e o danado do filho, Magno Martins.

Pela recepção que tive, mesmo contando que tomava banho naquele açude, sem reclamações, passei a ser de dentro da casa de Cerquinha e amigo próximo de Magno Martins.

Nos anos oitenta, já como parlamentar, passei a acompanhar, diariamente, os noticiários trazidos por Magno, em Pernambuco e, depois, em Brasília.

Há 14 anos, às 04h da madrugada, quando me acordo, antes da caminhada diária para abaixar o bucho e de ler o meu Blog, leio as notícias do Blog de Magno Martins, com cacetadas e elogios em alguém.

Hoje, quero parabenizar o velho e querido amigo Magno Martins e todos que, com ele, fazem esse querido Blog, pelos 14 anos de existência.

*Deputado federal


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07/04


2020

Deputado defende adiamento das inscrições do Enem

O deputado federal Eduardo da Fonte (PP), solicitou ao ministro da Educação, Abraham Weintraub, o adiamento das inscrições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e a suspensão do cronograma do programa por causa da pandemia do novo coronavírus.

Nas redes sociais, estudantes com medo de perderem o prazo da inscrição defendem a proposta. Um dos pontos destacados pelo deputado é o isolamento social que pode atrasar a emissão de documentos necessários para a inscrição no Enem.

“Tem muita gente com dificuldades para acessar à internet, sobretudo nas comunidades carentes. O período sem aulas e o conteúdo que ainda não foi reposto podem prejudicar os alunos. Em várias famílias, o Enem é a única oportunidade que os estudantes têm de conseguirem entrar em uma universidade e construir um futuro melhor. Não podemos ignorar isso e deixar tantas pessoas prejudicadas”, destacou Eduardo da Fonte.


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Prefeitura de Serra Talhada

07/04


2020

Não existem condições para eleições este ano

Caro Magno Martins,

Um ou dois anos atrás, tramitou no Congresso uma PEC que propunha prorrogação dos mandatos de prefeitos e vereadores para coincidir todos os mandatos até 2022, mas os deputados federais e senadores, à época, assim não entenderam. Dessa vez é diferente.

É impossível a Justiça Eleitoral administrar esse caos! Inclusive os gastos aumentariam extraordinariamente. De onde viria esse dinheiro? No momento o TSE está precisando de R$ 1 bilhão para comprar urnas novas. De onde viria esse dinheiro? 

Claro que o Congresso pode aprovar a emenda e prorrogação com prazos diferentes da proposta do deputado Sebastião Oliveira, muito boa, apesar da necessidade de ajustes na redação.

Estamos em estado de guerra! Tudo pode ser mudado, inclusive as leis e a constituição. Mas é certo dizer que dado o momento, não haverá eleições este ano.

Aqueles que defendem a realização das eleições sempre dizem que os princípios constitucionais devem ser observados. Deixam de ponderar a aplicação de princípios constitucionais de igual valor e relevância.

Ora, nesse caso, o princípio mais relevante e importante é aquele que garante a vida e saúde dos cidadãos. O artigo 5º da Lei de Introdução às normas do Direito Brasileiro, “Na aplicação da lei, o juiz atenderá aos fins sociais a que ela se dirige e às exigências do bem comum”.

Sendo assim, nesse momento que escrevo, já são mais de 11 mil infectados e mais de 480 mortos. Como se pode almejar realizar eleições num quadro desses? Lembro que o próprio futuro presidente do TSE já admite adiar a realização das eleições para mês de dezembro. Estou convicto que esse ano não haverá eleições.

Se houver eleições em dezembro, os resultados seriam precários, dado a provável abstenção, o que implicaria baixa representatividade e legitimidade dos eleitos.

Não quero me ater ao aspecto técnico/ jurídico. Longe de mim a pretensão de debater com brilhantes colegas eleitoralistas que tem posição contrária. Vejo pelo lado humano. Seria justo se gastar 5 ou 8 bilhões na situação que se encontra a nação brasileira? Evidentemente que não! Faça-se uma pesquisa e os eleitores dirão não!

Roberto Morais

Ex-desembargador eleitoral e advogado eleitoralista


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07/04


2020

Meu editorial no Frente a Frente – 07/04/2020

Se você perdeu o Frente a Frente de hoje, programa que ancoro pela Rede Nordeste de Rádio, tendo como cabeça de rede a Rádio Hits 103,1 FM, em Jaboatão dos Guararapes, escute agora o meu editorial.


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O Jornal do Poder

07/04


2020

Justiça Federal bloqueia recursos do fundo partidário

O juiz federal Itagiba Catta Preta Neto, da 4ª Vara Cível da Justiça Federal em Brasília, determinou, hoje, o bloqueio dos recursos do fundo partidário (dinheiro destinado aos partidos políticos) e do fundo eleitoral (para custear campanhas eleitorais).

O magistrado decidiu que a verba ficará à disposição do governo federal para ser usada em medidas de combate ao coronavírus ou em ações contra os reflexos econômicos da crise em razão da pandemia da doença. Nesta terça, o Brasil atingiu os números de 667 mortes e 13.717 casos confirmados de coronavírus.

"Determino, em decorrência, o bloqueio dos fundos eleitoral e partidário, cujos valores não poderão ser depositados pelo Tesouro Nacional, à Disposição do Tribunal Superior Eleitoral. Os valores podem, contudo, a critério do Chefe do Poder Executivo, ser usados em favor de campanhas para o combate à Pandemia de Coronavírus – Covid-19, ou a amenizar suas consequências econômicas", ordenou o magistrado, que atendeu a um pedido formulado por um advogado de São Paulo em uma ação popular.

O fundo partidário soma R$ 959 milhões e é usado para permitir o funcionamento dos partidos. O fundo de financiamento de campanhas acumula R$ 2,034 bilhões, dinheiro destinado às campanhas das eleições municipais de outubro.

"Dos sacrifícios que se exigem de toda a Nação não podem ser poupados apenas alguns, justamente os mais poderosos, que controlam, inclusive, o orçamento da União", afirmou o juiz federal.

Na decisão, o magistrado afirmou que a crise motivada pelos efeitos da pandemia na atividade econômica é "concreta, palpável", com trabalhadores informais já passando por "dificuldades de ordem alimentar" e o fechamento do comércio, gerando onda de "desemprego em massa".

"Nesse contexto, a manutenção de fundos partidários e eleitorais incólumes, à disposição de partidos políticos, ainda que no interesse da cidadania (Art. 1º, inciso II da Constituição), se afigura contrária à moralidade pública, aos princípios da dignidade da pessoa Humana (Art. 1º, inciso III da Constituição), dos valores sociais do trabalho e da livre iniciativa (Art. 1º, inciso IV da Constituição) e, ainda, ao propósito de construção de uma sociedade solidária (Art. 3º, inciso I da Constituição)", escreveu o juiz.


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Banner de Arcoverde

07/04


2020

Bolsonaro aposta no caos

Por Adriano Oliveira*

As previsões econômicas para o Brasil após a crise do coronavírus é de retração econômica. O covid-19 está diariamente na mídia. A quarentena está presente. As pessoas, em sua maioria, temem ser contaminadas pelo coronavírus. O sistema de saúde público é precário. O governo Bolsonaro anunciou, tardiamente, medidas econômicas, mas, até o instante, elas não foram executadas.

Jair Bolsonaro sabe que a crise do coronavírus reduziram as suas chances para a eleição presidencial. Mas isto não significa que ele não possa recuperar popularidade. O presidente não estava preparado para enfrentar a crise do coronavírus. Ou qualquer outra. Portanto, resta a única opção, o caos.

O caos desejado pelo o presidente da República, o qual, equivocadamente, ele enxerga como a única saída, isto é, a salvação do seu mandato presidencial, tem as seguintes características: (1) população nas ruas clamando por alimentos (saques), (2) rebeliões em presídios, (3) panelaços nas janelas contra o seu governo, (4) paralisação dos caminhoneiros, (5) desabastecimento de produtos para consumo, (6) conflito entre Polícia e comerciantes em razão do fechamento do comércio. Não necessariamente todas estas características estarão presentes em um único instante. Mas podem estar.

Diante do caos, o presidente Bolsonaro dirá: eu avisei! Responsabilizará governadores e imprensa. E convocará as Forças Armadas para uma intervenção, com apoio do Congresso e STF. Este é o cenário desejado pelo atual mandatário da República. O caos é possível de acontecer. Entretanto, não vislumbro apoio do Congresso e do STF ao presidente Bolsonaro em ambiente de caos. Resta o apoio das Forças Armadas. Estou cético ao que os militares fariam em ambiente de forte tumulto social.

O ambiente de caos tem também o poder de fortalecer o debate sobre o impeachment do presidente da República na sociedade, imprensa, Parlamento e STF. Mas, não só a tese do impeachment. A pressão para que o presidente Bolsonaro renuncie ao seu mandato poderá surgir. E, mais uma vez, indago: qual será a posição dos militares? Esta é a minha dúvida. Por enquanto, a cúpula militar do governo, trata o presidente como um filho rebelde que merece eterna compreensão.

O caos não é a melhor saída para o presidente.  A não ser, que ele tenha a certeza, de que os militares sempre estarão com ele.

*Doutor em Ciência Política e professor associado da UFPE


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Prefeitura de Limoeiro

07/04


2020

Ninguém ouve o capitão

Por Weiller Diniz*

O isolamento político, com trajetórias e conjunturas distintas, encurtou quatro mandatos desde da década de 50: Getúlio Vargas, Jânio Quadros, Fernando Collor de Mello e Dilma Rousseff. Jair Bolsonaro agrupou os defeitos dos antecessores para escavar o confinamento no qual se atolou. A insipiência diante do vírus, conferiu ao capitão uma condição peculiar: é um proscrito no cargo.

Os excessos jurídicos são travados no STF. O Legislativo avança diante da abulia do Executivo. Os governadores repactuaram a federação e achataram a estatura presidencial. A ciência o desmente. A mídia desconstrói mentiras e farsas impiedosamente. O mundo o despreza. Internamente a conspiração é desinibida. A popularidade derrete ao acorde das panelas. Adversários, os mais antagônicos, se aproximam. É um presidente decorativo. Exceto raros mandriões aliciados, ninguém ouve o capitão.

A extensão do isolamento, atípico na história mundial, deriva de uma inércia delinquente, alienante. É a alegoria do tirano Simão Bacamarte, delirando em seus domínios, o manicômio da Casa Verde, na fictícia Itaguaí. O capitão espreita, insone e surtado, a Itaguaí real, sitiada e alarmada. Todos são loucos. Ele Simão, o são. A abstinência míope do capitão tangencia a alienação.

Os isolamentos presidenciais têm desfechos trágicos. De volta ao poder em 1950, Getúlio Vargas embarcou no populismo/nacionalismo. Dobrou o salário-mínimo e esguichou o “petróleo é nosso”. O viés “pai dos pobres” o afastou da classe dominante. A banda de música da UDN, cujo ‘crooner’ mais estridente era Carlos Lacerda, fustigava Vargas em discursos e publicações sobre o “mar de lama” na intimidade do poder.

Temiam guinadas à esquerda, subversão e a “república sindicalista”. Vociferavam em periódicos como o “Globo” e a “Tribuna da Imprensa”. As denúncias de corrupção, greves e a inflação sangravam Vargas diuturnamente. O cerco se fechou após o atentado a Carlos Lacerda. Gregório Fortunato, chefe da guarda pessoal, era o suposto mandante.

A morte do major Rubens Vaz empurrou as Forças Armadas para oposição, reforçando o isolamento. A renúncia era reiterada no manifesto dos militares e o vice, Café Filho, ativo conspirador. A “república do galeão” acossava Vargas. A tensão social não dava trégua e a crise política, de proporções alarmantes. A melancolia de Getúlio, abandonado e traído, era a tradução do isolamento.

Na madrugada do fatídico 24/8, Vargas reuniu o ministério, dividido entre a renúncia e a resistência, até as 4hs. Alzira Vargas invadiu a reunião sem ser convidada. Conselheira política, a filha predileta pregava a resistência armada. Era tarde demais. Às 8h35 hs um estampido ecoava tragicamente no Palácio do Catete.

De Vargas, o capitão herdou o populismo tosco, o marketing “braços do povo”, as lamúrias de deserções de ministros, queixas contra o vice e a letargia. O que mais o aproxima de Vargas é o filhotismo. A exemplo de Alzira, Eduardo e Carlos Bolsonaro dão o tom do governo, despacham no Palácio, ofendem parceiros comerciais e o isolam politicamente com comichões golpistas. Vargas preferiu a história. O capitão, a escória.

Jânio Quadros é outro populista. Aclamado pelas classes média e alta em 1961, reabilitou a UDN, que tomara 3 coças presidenciais. A propaganda de Jânio – com vassourinha – era a do antipolítico, para varrer a corrupção. A gestão meteórica e calamitosa precipitou o isolamento ao adotar uma política externa independente e asfixiar a economia.

Reatou relações com a ex-URSS e condecorou Che Guevara. Na economia catástrofe: Inflação, déficits, dívida, congelamento de salários, crédito minguante, desvalorização da moeda e fim dos subsídios no petróleo e trigo. Os preços do combustível, pão e transportes explodem. A esquerdização arrepiou a conservadora UDN. Jânio perdeu apoio rapidamente. Sete meses após a posse, o erro capital: renunciou, fantasiando voltar nos braços do povo. As ruas silenciaram. Fracassara o autogolpe.

Além da fantasia “antipolítico”, a simetria entre ele e o capitão é o diversionismo da agenda de costumes. Jânio proibiu rinhas, lança-perfume, limitou o turfe, restringiu menores na TV e varreu – só isso – o biquíni. Bolsonaro macaqueou o retrocesso, mas o Parlamento desdenhou sugestões imprestáveis: ideologia de gênero, escola sem partido, estatuto da família, redução da maioridade penal e banalização de armas. “Forças ocultas” precipitaram o “pijânio”. Carlos Bolsonaro disse as foças ocultas voltaram.

Fernando Collor de Mello é herdeiro da oligarquia nordestina. Vendeu a imagem do “novo” e iludiu eleitores. Incorporou o paladino da moralidade: “caçador de marajás”, protetor dos “descamisados”. O messianismo dos coronéis foi revelado na “bala de prata” contra a inflação. Foi eleito já divorciado do Congresso.

A relação com a política era péssima. Os parlamentares no ministério não tinham chancela partidária. Planejava enfraquecer partidos e lideranças tradicionais. A nanolegenda que o elegeu, PRN, era esquálida e Collor não disfarçava o menosprezo pelos canais institucionais. Por isso não formou base sólida no Congresso.

O personalismo exibicionista, autossuficiência e o tom belicoso (“bateu, levou”) deflagraram o isolamento. O fracasso de pacotes econômicos, confisco de contas, arrocho salarial, recessão, desemprego e corrupção na “república das Alagoas” – denunciada pelo irmão – aprofundaram a solidão. A rejeição popular aumentou. Tentou retroagir no socorro aos partidos, mas já era tarde. Foi cassado e inabilitado. Fez auto-crítica: “Governo sem base sólida, não dura”.

As convergências com o capitão são abundantes. Personalismo, egolatria, belicismo, uso sistemático de cadeias de rádio e TV, desprezo pelos partidos, descaso com a politica, fragilidade no parlamento, falar apenas para nichos da sociedade e uma mitomania embaçada. Collor foi embora com aquilo roxo rogando “não me deixem só”. O capitão esta só.

Dilma Roussef herdou mandatos de Lula. Ao contrário do mentor, tinha uma relação fria e burocrática com o Congresso Nacional. Se fechou em um pequeno grupo palaciano e se distanciou do próprio PT, conjecturando uma autonomia em relação a Lula. Após erros na economia, protestos nas ruas, desaprovação estratosférica e distanciamento político, perdeu apoios à direita e também à esquerda, com a guinada liberal de Joaquim Levy.

Envolveu-se na disputa pela presidência da Câmara e, pior, foi derrotada. O eleito, Eduardo Cunha, pilhado em propinas e contas secretas, entrou na linha de tiro. Para evitar a cassação teria condicionado enterrar o impeachment ao apoio do PT, que foi recusado. O véu jurídico (“pedaladas fiscais”) encobria uma presidente frágil, imobilizada, que esgotara sua autoridade e estava isolada pelos próprios desacertos.

A tentativa de resgatar Lula para salvar o governo foi tardia e barrada pelo STF. Ao delegar a articulação política para o vice “decorativo”, Michel Temer, assinou sua sentença. O PMDB desembarcou do governo, outros partidos de centro seguiram e o impeachment se consolidou. Um presidente incapaz de reunir mínimos 171 deputados para barrar o impeachment, não tinha nenhuma condição de governar.

Apesar de profundas divergências ideológicas Dilma e Bolsonaro têm atributos pessoais que os distanciam da liturgia do poder. A péssima relação com o Congresso, a visão de que partidos são acessórios e a desconfiança fundamentalista de ambos. A busca por afirmação política e o temperamento impositivo, avesso ao contraditório, afastaram os dois do cotidiano democrático. Dilma foi fritada pelo establishment. O capitão desconfia de um ”tchau querido” em breve.

A descontinuidade é uma maldição do presidencialismo. O que une os presidentes que malograram é a incapacidade de assimilar o modelo democrático que impõe uma interlocução horizontal com as demais instituições, notadamente com o Congresso Nacional, a afim de evitar tensões institucionais. A capacidade e vontade de fazer essa negociação, em uma federação, dita a viabilidade e duração dos governos. O menoscabo aos poderes, associados a fracassos econômicos e perda de prestígio popular abreviam mandatos inexoravelmente.

*Jornalista


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Shopping Aragão

07/04


2020

Prorrogação do IPVA pode aliviar efeitos da Covid-19

Em indicação apresentada à Assembleia Legislativa, o deputado estadual Antonio Coelho (DEM) defende que o governo estadual prorrogue, pelo prazo de 90 dias, o vencimento da parcela do IPVA prevista para este mês de abril. O democrata ressalta que a medida vai contribuir para amenizar os efeitos econômicos da pandemia da Covid-19, particularmente para aqueles que usam os veículos como ferramenta de trabalho.

O parlamentar pontua a necessidade de o Estado prover proteção social a esses trabalhadores, que tiveram a renda afetada de maneira significativa diante das medidas necessárias de isolamento social tomadas pela gestão estadual a fim de conter a propagação do coronavírus. Entre elas, constam a proibição dos serviços de moto-taxistas, a diminuição do fluxo de passageiros dos motoristas de aplicativos, de taxistas e de motoristas de transporte alternativo de passageiros.

“A restrição à circulação de pessoas impacta significativamente a renda desses profissionais. Por isso, faz-se necessária a intervenção do Estado. E a prorrogação do IPVA dos proprietários de veículos automotores, utilizados em atividade laborais, representará um grande esforço do Estado para atenuar o impacto econômico da Covid-19 sobre essa categoria, que se encontra desamparada frente à queda da sua renda”, destaca Antonio Coelho.


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07/04


2020

Delegado nega acordo para vice de Cybele em Arcoverde

Em entrevista gravada, há pouco, para o Frente a Frente, o pré-candidato do PP a prefeito de Arcoverde, delegado Israel Rubis, garantiu que não abriu, em nenhum momento, qualquer tipo de negociação com o PSB da prefeita Madalena Brito para fechar a chapa do grupo dela à sua sucessão. Embora não seja ainda oficial, a gestora deve apoiar a pré-candidata do Avante, Cybele Roa, vereadora mais votada nas eleições passadas. Rubis seria o vice ideal dela para fechar uma chapa competitiva no enfrentamento ao candidato favorito, o ex-prefeito Zeca Cavalcanti (PTB).

“Sou candidato pelo PP. Além disso, tudo é especulação”, afirmou. Rubis. Quanto às restrições ao seu nome imposto pela presidente da Câmara, Célia Cardoso (PSB), o delegado disse que se viesse a ocorrer uma composição com o grupo da prefeita em torno do seu nome para prefeito não teria nenhum problema em dividir o mesmo palanque com Célia. Rubis foi afastado da delegacia de Arcoverde para Gravatá a pedido de Célia, contrariada com investigações dele em cima do Poder Legislativo Municipal.


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07/04


2020

Viva eu, viva tu, viva o Blog, viva o rabo do tatu!

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

Lembro-me como se fosse anteontem, meados dos anos 1980, Magno Martins aflorou nas selvas de chumbo do Diário de Pernambuco. Redações de jornais eram selvas, sim, e faziam parte da Galáxia de Gutenberg, em meios a objetos pré-históricos tipo máquinas de datilografia, telex e linotipos de impressão pilotadas por dinossauros. “Eu disse: Quem sôis tu? Ele disse: Eu sou o correspondente de guerra da Nação do Pajeú, do Sertão et Orbi”. É verdade. Repórteres são correspondentes de guerra da notícia, da guerra do dia a dia, da guerra das selvas da vida.

MM era pupilo do editor regional Gildson Oliveira, guerreiro de fé, comandante das tropas informativas no mundão do Interior de Pernambuco e do Nordeste. Magno andava sempre armado, a saber, armado com o gravador, caneta e papel no seu matulão, aquele tipo de bolsa a tiracolo da época. Entrevistava meio mundo de gente em suas jornadas de notícias, entrevistava os cenários, a fauna e a flora da política e das acontecências da vida. Se pintasse uma boa notícia, Magno sacava o gravador e detonava uma boa entrevista. É o tal do faro do repórter.  Bons repórteres são farejadores assim feito os labradores. 

Naquele tempo pré-histórico não havia a blogosfera. A Galáxia de Gutenberg era feita de chumbo e de celulose de papel. Dotado de bom faro jornalístico, ele adquiriu régua e compasso para traçar uma trajetória vitoriosa. Tempos depois do Diário, Magno deu um pulo em Brasília. Foi correspondente do DP, trabalhou no Correio Brasiliense, no Jornal de Brasília, nas sucursais de jornais nacionais, criou a Agência Nordeste, foi eleito presidente do Comitê de Imprensa da Câmara dos Deputados etc. e tal.

Mas, quando Magno diz que foi morar em Brasília eu não acredito. De jeito nenhum. Como assim, se ele nunca se ausentou desta terra dos altos coqueiros?! Vai ver se eu estou ali na esquina. Sempre continuou presente nas esquinas do Pajeú, Recife e da terra dos candangos. Brasília também é sertão. Candangos são boiadeiros. O cara plantou novas raízes no Altiplano Central e manteve as raízes telúricas nos mandacarus do Sertão e dos coqueiros recifenses. Cavalgava com botas de sete léguas.

Subitamente, não mais que subitamente, o mundo mudou. Surgiu a blogosfera. A Galáxia de Gutenberg foi substituída pelas nuvens de silício da era digital. Nos anos 1960, o comunicólogo canadense Marshall McLuhan havia cantado a pedra da “Aldeia Global”.  Eis o admirável “Mundo Novo” preconizado pelo visionário Aldous Huxley idos de 1930. A Galáxia de Gutenberg entrou em compasso de despressurização, feito o pouso de aviões.

Para encurtar a história, sintonizado com a nova era Magno tornou-se o magnífico blogueiro e sentou praça nas nuvens de silício da blogosfera, a sua magnosfera. Eis o incandescer do blog do Magno. Há 14 anos está na área, está nas nuvens, está nas telas. Pioneiro, sim, e também é líder. Manter um blog noticioso e atualizado, às próprias custas e sem estrutura empresarial, eis a sua vitória e conquistas renovadas a cada tempo.

Da Galáxia de Gutenberg, do chumbo ao silício, da celulose às nuvens, o cara navega sob o signo da vitória no universo da comunicação. Tripulante da blogosfera e colaborador do Blog do Magno, saúdo com alegria e bons augúrios sua trajetória de conquistas nestes 14 anos e doravante. Viva eu, viva tu, viva o blog do Magno, viva o rabo do tatu!

*Jornalista e articulista colaborador no Blog do Magno


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07/04


2020

Detran apoia vacinação de idosos

A operação do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) “Segundos que salvam vidas” esteve em Limoeiro, a 77km do Recife, no Agreste do Estado, com o objetivo de apoiar a vacinação de idosos contra a gripe (Influenza/H1N1). Assim como em outras localidades, a abordagem foi no modelo “drive thru”, para reduzir o contato pessoal. A ação alcançou mais de 200 idosos.

Durante o período da vacinação, o Detran disponibilizou uma equipe de agentes de trânsito, responsável pela ordenação do tráfego no local, além de PK, veículo que tem um letreiro luminoso acoplado, para divulgar o ponto de vacinação. Já o município, ofereceu profissionais da saúde e guardas municipais.

Diante da pandemia provocada pelo coronavírus, o uso do “drive thru” contribui para evitar aglomerações e para oferecer mais conforto aos que já passaram dos 60 anos de idade. Em parceria com as prefeituras municipais, o Detran já realizou operações voltadas para a imunização de idosos nas cidades do Recife, Camaragibe, São Lourenço da Mata, Escada e, agora, Limoeiro. A atuação do órgão vem aliada ao que foi adotado pelo Governo de Pernambuco, para tentar impedir a contaminação da população pelo coronavírus, com medidas preventivas como o isolamento social.


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