FMO janeiro 2020

27/01


2020

Boca de urna aponta derrota da extrema-direita de Salvini

Eleições na Itália

Matteo Salvini durante comício com a candidata Lucia Borgonzoni, em 18 de janeiro em Maranello - AFP/Arquivos

Da ISTOÉ - Por AFP

A candidata de extrema-direita da Liga de Matteo Salvini teria perdido nas eleições regionais cruciais de Emília-Romanha (norte), consideradas um teste nacional na Itália, segundo pesquisas de boca de urna divulgadas ontem.

O atual presidente da região, Stefano Bonaccini, do Partido Democrático (esquerda), teria ganhado com entre 48% e 52% dos votos de Lucia Borgonzoni da Liga, que teria obtido entre 43% e 47%.

O resultado em Emília-Romanha é crucial para a frágil coalizão que governa a Itália, formada pelo PD e o Movimento 5 Estrelas (M5E, antissistema), que temia que uma vitória da extrema-direita neste bastião de esquerda desatasse a queda do governo.

A taxa de participação na região foi recorde, de 67,1%, quase o dobro em relação a 2014. Se mobilizaram sobretudo os eleitores das cidades, entre elas Bolonha e Reggio Emilia.

Salvini, que lidera as pesquisas a nivel nacional, com 30%, sonhava em voltar ao poder e conquistar, com sua política nacionalista e xenofóbica, essa próspera região do norte da península, governada desde a queda do fascismo pela esquerda, orgulho de todo o país por seu modelo econômico e seu estilo de vida.

“A Emília-Romanha continua vermelha”, afirmou o jornal local de Bolonha.

A derrota da Liga vai ter repercussões políticas, mas já representa um alívio à coalizão governamental.

Para analistas e cientistas políticos, essas eleições regionais tinham se tornado um “referendo” a favor ou contra Salvini e a favor ou contra o governo de coalizão no poder.


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Governo de PE - Redução nos Homicídios

27/01


2020

Estrela do basquete e filha morrem em queda de helicóptero nos EUA

Acidente perto de Los Angeles deixou 9 mortos.

Kobe Bryant e a filha de 13 anos Gianna Maria, em foto de julho de 2018 — Foto: Harry How/Getty Images via AFP/Arquivo

Do G1

O ex-jogador da NBA Kobe Bryant, astro do Los Angeles Lakers, morreu aos 41 anos ontem, vítima de um acidente de helicóptero nos arredores de Los Angeles, na Califórnia, nos EUA. Além de Bryant, morreram ainda outras oito pessoas que também estavam no helicóptero – entre elas, a filha de 13 anos do ex-jogador da NBA, Gianna Maria. A informação foi publicada originalmente pelo site americano "TVZ" e foi confirmada posteriormente.

Nenhum tripulante do helicóptero sobreviveu. Entre os outros tripulantes mortos, além de Bryant e da filha Gianna, estão o piloto do helicóptero, uma colega do time de Gianna e um parente dessa colega. Eles estavam a caminho de um centro de treinamento, no Norte de Los Angeles. Bryant tinha quatro filhas.

A informação de que nove pessoas estavam no helicóptero, incluindo Kobe Bryant, é da polícia local. Anteriormente, a informação era que cinco pessoas estavam na aeronave. A polícia local ainda falou na coletiva de imprensa que a equipe encontrou destroços do helicóptero e agiu para acabar com o incêndio no local, além de preservar o ambiente para as investigações. A identificação por DNA ainda será feita para ter uma confirmação oficial da identidade das pessoas.

A mulher de Bryant, Vanessa, não está na lista de vítimas. O modelo do helicóptero era Sikorsky S-76, do ano de 1991, segundo o porta-voz da Administração Federal de Aviação, Allen Kenitzer. O acidente foi às 9h47 da manhã no fuso horário local (14h47 em Brasília). Havia nuvens e nevoeiros naquele momento, mas ainda não está claro se o tempo teve alguma relação com o acidente. O fogo na aeronave só foi apagado aproximadamente uma hora depois, já que houve dificuldade em razão do elemento químico magnésio.

"Nós estamos agora investigando esse acidente. Vamos transferir essa investigação para a agência federal responsável por aeronaves. Vamos recuperar tudo que resta. Não tivemos sobreviventes. Nove pessoas estavam a bordo: o piloto e mais oito [pessoas]. Não podemos identificar ninguém neste momento. Não seria adequado fazer isso agora, seria desrespeitoso", disse Alex Villanueva, xerife do Condado de Los Angeles, em coletiva de imprensa no domingo (26).

"É com tristeza que nós descobrimos a morte de Kobe Bryant e outras quatro pessoas em um acidente de helicóptero em Calabasas [arredores de Los Angeles]. A aeronave caiu em um campo remoto perto de Las Virgenes por volta das 10h desta manhã. Ninguém no chão se feriu. A FAA e a NTSB estão investigando", diz uma nota oficial do município de Calabasas.

Bryant começou a carreira de jogador de basquete profissional em 1996 e foi campeão da NBA cinco vezes (2000, 2001, 2002, 2009 e 2010). O ex-jogador da NBA também chegou a conquistar duas medalhas olímpicas (2008 e 2012) e se aposentou das quadras em 2016.

Ontem, Bryant parabenizou nas redes sociais o jogador de basquete LeBron James por tê-lo ultrapassado e assumido o terceiro lugar na lista de maiores pontuadores da história da NBA no sábado (25), durante uma partida contra o Philadelphia 76ers.

"Kobe Bryant foi um ícone no basquete mundial, é um atleta de nível superior. A gente tinha um orgulho muito grande. Quando eu ficava em frente à televisão vendo ele jogar era um colírio muito grande para os nossos olhos. Ele tinha uma visão de quadra, uma leitura de jogo maravilhosa, ele tinha as assistências. Para falar a verdade, ele era bom em tudo. Ele era maravilhoso. Foi uma perda irreparável", disse Hortência em entrevista ao vivo para a GloboNews


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acolher

26/01


2020

Consumidor ainda não tirou proveito da redução do preço da gasolina

Redução do preço da gasolina: tem alguém tirando proveito, e não é o consumidor

O Globo - Por Ancelmo Gois

A Petrobras diminuiu duas vezes o preço do combustível este mês, a primeira delas no dia 14. 

Mas nos postos a queda não é sentida pelos motoristas. Pelo contrário. A ANP divulga segunda (27), que o preço médio de revenda da gasolina apresentou, na última semana, uma variação positiva de 0,17% na comparação com a semana anterior. No caso do etanol, a elevação foi de 0,19%, e do diesel, de 0,24%.


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Prefeitura de Serra Talhada

26/01


2020

E-readers deve ficar restrito a nicho

Leitor eletrônico deve ficar restrito a nicho dos fascinados por tecnologias antiquadas. Mesmo com o impulso da varejista americana Amazon, os e-readers nunca chegaram a ser um dispositivo de massa.

Por Estadão Conteúdo

Lançados em meados da década de 2000, os leitores eletrônicos (ou e-readers) fizeram muita gente questionar se o livro de papel estava com os dias contados. Em seu auge, disputavam com os tablets um espaço nas lojas e nos bolsos dos consumidores. Hoje, porém, seu destino parece ainda mais cruel que o previsto para iPads e seus similares. "Tem gente que ainda compra telefones de flip e leitores de DVD. Por que não teria gente que compra e-readers?", brinca a analista Mikako Kitagawa, da consultoria Gartner.

Na visão dela e de outros analistas, os leitores eletrônicos estão fadados a entrar para o nicho dos fascinados por tecnologias antiquadas. A principal delas é o e-ink, nome dado às telas dos e-readers: uma inovação que tentava imitar o livro de papel, sem cansar a vista como fazem as luzes azuis emitidas por PCs e smartphones. Quem primeiro trouxe a tendência ao mercado foi a Sony, em 2006, mas quem melhor representou esse ideal foi o Kindle, da Amazon.

Mesmo com o impulso da varejista americana, os e-readers nunca chegaram a ser um dispositivo de massa. No ápice, em 2011, a líder de mercado Amazon chegou a vender 23,2 milhões de unidades. Cinco anos depois, a marca era de apenas 7,1 milhões, em um declínio que pode ser sentido em toda a categoria. E a queda pode aumentar: segundo projeções do portal de informações Statista, a receita com a venda de leitores eletrônicos pode cair para US$ 160 milhões em 2025 - em 2018, foi de US$ 460 milhões.

No Brasil, o volume é muito pequeno: apenas 18 mil unidades foram vendidas em 2019, segundo consultoria de mercado Euromonitor. A projeção da empresa é que esse número caia para 14 mil em 2024.

Mas há quem acredite que a categoria não vá sumir por completo. "Mesmo com o declínio, o e-reader vai continuar existindo por conta da Amazon, que é a maior vendedora de e-books do mundo", explica Gustavo Camargo, analista de marketing do instituto de tecnologia Sidi. Faz sentido: em um ambiente tecnológico em que o hardware está perdendo protagonismo para os serviços, contar com um dispositivo com jeitão de ultrapassado é detalhe. O que importa é o que ele permite consumir.


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26/01


2020

Brigas no governo Bolsonaro

Crédito: Reprodução

Por Carlso Brickmann

Carluxo, filho 02 de Bolsonaro, já acusou Fábio Wajngarten de trabalhar mal – e foi ele que indicou o titular da Secom. Regina Duarte fez uma declaração de que gostaria de selar a paz entre o Governo e os artistas – é justo o que Bolsonaro não quer ouvir, ele que prefere a espada à paz. Logo surgiram ataques a Regina – de um IPTU que ela estaria devendo hoje numa casa vendida há cinco anos. Já o diretor da Secom, além de ser atacado pelo 02, não é defendido por Moro. Mas Bolsonaro disse que ele fica e mais tarde, estudando   melhor o assunto, talvez mude.

O ministro do Turismo, acusado de chefiar um laranjal, está bem, sem que ninguém o toque. Aliás, nem Moro.

 


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Prefeitura de Limoeiro

26/01


2020

Após crise, Sérgio Moro indica alinhamento com Bolsonaro

Moro também defendeu transferência de chefes de facções a presídios federais

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil (17/6/2019) / Estadão Conteúdo

Por Estadão Conteúdo

O Ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro, apresentou ontem, mais números relacionados ao combate ao crime organizado e sugeriu alinhamento com o presidente Jair Bolsonaro. A manifestação, feita em seu perfil do Twitter, veio depois de uma crise envolvendo ele e o mandatário sobre a possibilidade de remoção da área de Segurança de suas atribuições.

Nos posts da rede social, Moro também defendeu a transferência de chefes de facções a presídios federais - uma medida tomada em sua gestão que desagrada alguns governadores de Estado e seus respectivos secretários de Segurança Pública.

"Seguindo a orientação do PR Jair Bolsonaro, estamos sendo firmes com o crime organizado, isolando as lideranças em presídios federais. Em 2019, ingressaram mais criminosos nos presídios do que saíram. Em 2018, havia sido o oposto...", escreveu.

"342 criminosos perigosos foram transferidos aos presídios federais em 2019. Ao final do ano, eram 624, recorde histórico. Pela lei anticrime, todas as conversas com visitantes são gravadas, o que reduz a possibilidade do envio de ordens para a prática de crimes lá fora", acrescentou, citando a norma que entou em vigor na quinta-feira.

A crise entre Moro e Bolsonaro foi chegou ao fim na última sexta-feira, quando o presidente recuou da ideia de desmembrar o Ministério da Justiça e Segurança Pública, depois de uma forte reação contrária de quem interpretou a medida como uma forma de esvaziar a atuação do ex-juiz da Lava Jato no governo.

Para aliados de Moro, Bolsonaro quis dar uma "alfinetada" nele por sua participação no programa Roda Vida, da TV Cultura, na segunda-feira. Para assessores do presidente, o ministro não defendeu Bolsonaro com a "ênfase esperada" durante o programa. O nome de Alberto Fraga - ex-deputado federal, amigo e interlocutor do presidente - apareceu em primeiro lugar na bolsa de apostas para assumir a nova pasta

A possibilidade de desmembrar o ministério foi levantada na quarta-feira, quando os secretários estaduais de Segurança conseguiram uma reunião com o presidente e apresentaram uma série de demandas, inclusive a recriação de um ministério exclusivamente para cuidar da área de segurança.

Após a reunião, Bolsonaro anunciou publicamente apenas essa sugestão - a mais polêmica - o que foi interpretada pelos secretários como um endosso do presidente à ideia.

A ação de Moro de transferir presos perigosos a presídios federais é uma medida que causa descontentamento de alguns governadores. O chefe da administração do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), critica desde março a transferência de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, para Brasília.

"Soubemos da compra de casas, terrenos e comércios por integrantes de facções criminosas para morar no DF e proximidades. É inadmissível aceitar a instalação do crime organizado na capital da República", escreveu Ibaneis na época.


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Comentários

Fernandes

Apesar de trégua, crise entre Bolsonaro e Moro continua. Dinâmica da relação entre presidente e ministro é pautada por desconfiança. É um casamento de conveniência, no qual o sócio maioritário tem certeza que será traído pelo minoritário, dai o regime de contenção de tempo em tempo. Moro está com os dias contados.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Crise envolvendo ele e o mandatário sobre a possibilidade de remoção da área de Segurança de suas atribuições? Mais um Fake da grande imprensa corrupta e desacreditada. Não tem acesso ao Planalto como vem publicar uma asneira dessa. Pior, a Folha de São Paulo ter como fonte o Bebiano que foi expulso do poder em razão de estar querendo fazer lobby para a Globo. A imprensa está tão desacreditada que até quando publica verdade, não se acredita.


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26/01


2020

Gilson diz que Bolsonaro fará conferência

Embora uma fonte bem próxima ao presidente da Embratur, Gilson Neto, tenha confirmado a presença do presidente no Recife, próximo sábado, para o ato de assinaturas pela criação do partido Aliança pelo Brasil, o próprio Gilson disse que a participação de Bolsonaro se dará por conferência. "Infelizmente, sua presença física não será possível. Ele fará uma vídeo conferência", explicou.


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26/01


2020

Metade das famílias brasileiras são chefiadas por mulheres

Imagem do stie observatório do 3ª Setor

O Globo - Coluna de Ancelmo Gois

Por Tiago Rogero

Nos últimos oito anos, aumentou em mais de 11 milhões o número de domicílios chefiados por mulheres no Brasil: no 3º trimestre de 2019 (dados recém-divulgados), eram 34,4 milhões, ante 23 milhões no mesmo período de 2012, segundo levantamento da consultoria IDados.

E não é só o número total que está crescendo, mas a proporção em relação aos homens. Em 2012, 36,7% dos domicílios eram chefiados por mulheres. Em 2019, já são nada menos do que 47,5%, ou seja: praticamente metade das casas.
Segue...

Em 2012, menos de um terço (31%) dessas mulheres que chefiavam domicílios moravam com cônjuge. Em 2019, o índice passou para quase a metade: 44%.
A maioria de chefes de casa mulheres segue sendo negra: 55,5% do total (em 2012, as pretas e pardas eram 51%).


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26/01


2020

Tempo de Moro no ministério está contado

Aguarde: Moro está de saída

Jair Bolsonaro e Sérgio Moro (Foto: Adriano Machado/Reuters)

Por Calos Brickmann

Moro é popular, mas está sendo triturado por Pancrácio e Cavalão. Seu tempo de Ministério está contado – a menos que aceite perder a Segurança Pública. Moro já engoliu muito sapo, mas agora disse a amigos que, se for mais uma vez passado para trás, sai do Governo. Mas qual é o problema?

Cavalão é o apelido de Bolsonaro em seus tempos de Exército, pela força física. Pancrácio, nome de um “vale-tudo” grego, que teria sido praticado por Hércules e Teseu, era o apelido de Alberto Fraga, perito na luta, hoje líder da bancada da bala. Fraga e Bolsonaro são amigos há dezenas de anos. E Fraga defende a divisão do Ministério de Moro em Justiça (que ficaria ministro) e Segurança Pública, que ele controlaria – além de controlar a Polícia Federal.

Mas desde quando Fraga manda no Ministério? Desde que o presidente Bolsonaro propôs a secretários estaduais de Segurança, fora da agenda, que o Ministério de Moro fosse subdividido. Fez a proposta, ouviu protestos e elogios, soube da decisão de Moro e já disse que não pensa numa divisão do Ministério. Mas pensa: para agradar o amigo, por achar que Moro quer ser candidato à Presidência, por não tolerar que a popularidade de Moro seja maior que a sua. Bolsonaro adora encontrar conspirações.

Que tal uma em que o ministro da Justiça não toma providências para impedir que Flávio Bolsonaro enfrente os tribunais, nem coloca na chefia da Polícia Federal um homem da confiança do presidente, nem lhe faz declarações de apoio?


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Fernandes

Apesar de trégua, crise entre Bolsonaro e Moro continua. Dinâmica da relação entre presidente e ministro é pautada por desconfiança. É um casamento de conveniência, no qual o sócio maioritário tem certeza que será traído pelo minoritário, dai o regime de contenção de tempo em tempo. Moro está com os dias contados.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

kkkkk. Parece até que o canalha do Brickmann tem acesso ao Poder. Não se desespere Brickmann, Moro está mais forte que nunca. A Globo e a Folha é que perderam o poder e estão caminhando para a falência.



26/01


2020

Bolsonaro no Recife para ato em favor de partido

O blog soube, há pouco, que o presidente Jair Bolsonaro decidiu participar do movimento em apoio à criação do seu partido, a Aliança pelo Brasil, no Recife, no próximo sábado. "Vamos fazer o maior ato de assinaturas já visto no País", revela um aliado do Planalto.

Segundo ele, o presidente estará em Pernambuco por dois motivos: prestigiar o presidente da Embratur, Gilson Neto, seu principal aliado no Estado, e mostrar ao Governo do PSB que pode fazer, em território socialista, um evento de tamanho peso, capaz de provocar  repercussão nacional.


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