FMO janeiro 2020

13/07


2020

STF paz e amor enquadra Lava Jato

Por Helena Chagas*

Curitiba reagiu à decisão do presidente do STF, Dias Toffoli, de dar acesso à Procuradoria Geral da República de Augusto Aras aos dados das investigações da Lava Jato ressuscitando denúncias não comprovadas sobre o próprio Toffoli a respeito de supostas relações com empreiteiras investigadas. Mas o tiro, que ao menos até agora ficou restrito a sites na web e não alcançou a mídia tradicional, pode acabar saindo pela culatra.

É bem provável que, por recurso da força-tarefa, a liminar do presidente do STF acabe indo parar, depois do recesso, no plenário do Supremo, última esperança dos procuradores da Lava Jato para revertê-la. A aposta deles é de que, lá, configure-se a tradicional divisão entre lavajatistas e garantistas, na qual tantas vezes Curitiba, no auge do apoio popular à LJ, levou a melhor.

Quem acompanha a Corte, porém, acha que pode não ser bem assim. Antes de tudo porque a Lava Jato não parece ser mais aquela unanimidade na mídia e na opinião pública depois de desgastes diversos, que começaram com a divulgação das mensagens do site The Intercept e continuaram em episódios mais recentes. Entre eles, a suposta camuflagem de nomes de políticos como Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre em denúncias e os questionamentos a uma parceria informal com o FBI. A essa altura, tomar decisões contrariando a força-tarefa ficou mais fácil para o Supremo.

Ao lado disso, esses observadores lembram que a Corte suprema do país está num momento bem diferente. Depois de anos de hostilidades internas explícitas, há muito o STF não vive um ambiente de tanta harmonia. A ponto de expoentes dos dois grupos que brigavam em torno da LJ, como Gilmar Mendes (garantista) e Luís Roberto Barroso (lavajatista) terem voltado a dialogar.

Isso fortaleceu o Supremo como instituição e deu-lhe espaço na defesa da democracia diante das maluquices do bolsonarismo. Seus integrantes vão pensar duas vezes antes de permitir que um clima de beligerância volte a dividi-los de forma irreversível.

Os ataques a Toffoli também podem produzir reação contrária de parte dos colegas nessa fase de paz e amor supremos. As apostas são de que a maioria do STF pode ficar solidária e buscará um entendimento. Não vão brindar seu presidente, às vésperas de deixar a função, com uma vexaminosa derrota no plenário nesse assunto.

Por fim, há o lado pragmático da coisa: Aras, que não é bobo, deve mandar logo sua equipe a Curitiba para pegar o material. Quando o Supremo decidir, e se decidir, será tarde demais.

*Jornalista


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Prefeitura de Serra Talhada

13/07


2020

Marília pede atenção à educação no Recife

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completa 30 anos nesta segunda-feira (13) em meio à maior crise de saúde da história do Brasil. Para a deputada federal Marília Arraes, o momento de pandemia do novo coronavírus reforça a importância de que direitos fundamentais contidos no documento sejam rigorosamente garantidos.

“O Estatuto proporcionou avanços sociais ao longo dessas décadas, mas há muito ainda a ser conquistado. No Recife, por exemplo, o direito básico à educação é um dos maiores problemas. Mesmo antes da pandemia já se percebia que a rede de ensino municipal não atende aos requisitos necessários para uma educação de qualidade, o que passa pela insuficiência de escolas próximas aos alunos, pela falta de infraestrutura adequada das unidades e até pela falta de valorização dos profissionais de educação", afirma.

Marília tem conversado nos últimos meses com especialistas em educação infantil, representantes do Conselho Tutelar e principalmente com mães das comunidades do Recife, e uma das maiores reivindicações é a necessidade de vagas nas creches. "Conseguir uma vaga em uma creche municipal no Recife é muito difícil. Várias mães dizem que as filas para tentar uma vaga duram anos. Muitas vezes, a criança chega na idade da educação infantil sem nunca ter passado por uma creche", diz.

Ainda segundo Marília, as crianças e adolescentes do Recife também precisam de maior atenção em várias outras áreas previstas no ECA, como os direitos fundamentais do acesso à saúde, à proteção e também ao lazer.

“O Recife sempre foi uma cidade marcada pela desigualdade social, e isto infelizmente se reflete de uma forma ainda mais dura na realidade de nossas crianças e adolescentes. Cabe ao poder público, principalmente neste período de pandemia, garantir os cuidados adequados, sobretudo quando os pais ou responsáveis também se encontram em estado de vulnerabilidade. Esta é uma obrigação de todo gestor público”, reforça.


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Abreu e Lima - Prefeitura - Abreunozap

13/07


2020

Advogado denuncia trecho de Santa Cruz a Jataúba

A pedido deste blogueiro, leitores estão denunciando o abandono das estradas de Pernambuco, como atesta este vídeo do advogado Cláudio Soares no trecho entre Santa Cruz do Capibaribe a Jataúba, no Agreste Setentrional. Envie seu vídeo também da estrada mais esburacada e abandonada da sua região. O povo agradece!


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Banco de Alimentos

13/07


2020

Denuncie a sua estrada no meu blog

Ao voltar ontem de Afogados da Ingazeira sofri na pele, mais vez, o drama das estradas abandonadas pelo governador Paulo Câmara. Fiz um vídeo do trecho entre Albuquerquené e Sertânia, que virou pó, uma tábua de pirulito. A partir de hoje, abro espaço no blog para você, caro leitor, enviar vídeos ou imagens mostrando a real situação de penúria das estradas de sua região.

Lute pelos seus direitos e cobre providências ao Governo, que anunciou um plano de meio bilhão de reais para salvar as estradas e nada está sendo feito. Cadê os R$ 500 milhões, governador? Enviei seu vídeo ou fotos para o meu celular: (81) 9.8222-4888.


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13/07


2020

Asas FM de Lajedo volta ao Frente a Frente

A partir de hoje, a rádio Asas 91,1 FM, localizada em Lajedo, no Agreste Meridional, retorna à Rede Nordeste de Rádio para retransmitir o Frente a Frente, programa que ancoro para mais de 40 emissoras, tendo como cabeça de rede a Hits 103,1 FM, na Grande Recife.

A emissora, que entra hoje em mais de 40 municípios do Agreste, inclusive Garanhuns, é líder de audiência na região com uma programação mesclada no jornalismo com uma boa grade música. Aos nossos parceiros, uma boa volta!


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O Jornal do Poder

13/07


2020

Lá se foi o salvador das minhas broncas

A Covid-19 fez ontem mais uma vítima bem próxima ao meu universo de relação profissional: o competente advogado Djair Pedrosa, 82 anos, que trabalhou grande parte da sua vida para o Grupo EQM, liderado pelo empresário Eduardo Monteiro, proprietário de usinas e da Folha de Pernambuco.

Trabalhei para o mesmo Grupo em três empresas: Diário de Pernambuco, Jornal de Brasília e na própria Folha. Nesta, Djair passou a ser uma figura mais próxima a mim pelos processos que foram se acumulando no meu lombo por políticos que não gostam do jornalismo verdadeiro, só o bajulativo. Cansei de vê-lo entrando na redação, me chamar num cantinho em particular e dizer: "Mais um". Eu já entendia o linguajar.

Mas em seguida, ele dizia: "Isso é bronca safada, a gente resolve". E resolvia mesmo. Djair me salvou até em processos judiciais em Brasília quando atuei no Jornal de Brasília pela segunda vez, sob o comando de Eduardo Monteiro. A primeira se deu quando saí do Correio Braziliense no final dos anos 80, tendo como editor André Gustavo Stump, que mais tarde, por surpresas que a vida proporciona, passou uma temporada no Recife editando o Diário de Pernambuco.

Dei muito trabalho a Djair. Quando meu telefone tocava e ouvia a sua voz já sabia do que se tratava. "Rapaz, você agora entrou numa enrascada grande", disse, certa vez, quando fui processado pelo presidente dos Diários Associados, Paulo Cabral. E tinha razão. Cearense da boa cepa, Cabral já foi um dos mais poderosos da mídia impressa brasileira. Naquela época, além de rádios e TVs do grupo criado por Chateubriand, detinha o controle de quatro jornais poderosos: Correio Braziliense, Estado de Minas, Diário de Pernambuco e o Jornal do Comércio, este do Rio de Janeiro.

Ele me processou por causa de uma série de reportagens que assinei no Jornal de Brasília tendo como enredo a ação judicial movida contra ele por Gilberto Chateubriand, um dos herdeiros de Chatô, que morava no Rio. Filho de Assis Chateaubriand, Gilberto possui a maior coleção de arte brasileira, em torno de sete mil obras.

Cedida em comodato para o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro a partir de 1993, a coleção tornou-se acessível permanentemente ao público e vem sendo mostrada com regularidade também em outras instituições do Brasil e do exterior. Gilberto processou Paulo Cabral por se sentir no direito de fiel e legítimo herdeiro do espólio do pai. Fiquei duas semanas no Rio indo ao fórum diariamente para entender o calhamaço das reclamações judiciais.

Gilberto usou termos agressivos que me levaram à raiz da origem da briga e isso acabou rendendo três páginas seguidas de uma reportagem assinada por mim no Jornal de Brasília que me renderam três processos: injúria, difamação e criminal. Vi o inferno bater à minha frente, porque Cabral era temido por todos, até pelos togados. Muitos me diziam que iria ver o sol nascer quadrado.

Além de Djair, dois advogados do Jornal de Brasília me defenderam até o processo caducar com a morte de Paulo Cabral. Escapei por um triz, como se diz. Mas eu também tinha as provas em mãos, em cima da acusação processual e uma entrevista gravada com o próprio Gilberto, um homem inteligente e destemido, que movia ódio mortal contra o presidente dos Associados por entender que tinha direitos de herança do patrimônio de Chateubriand como herdeiro e que Cabral ignorou a vida inteira.

Djair era tão próximo a Eduardo Monteiro que as vezes se comportava como pai. Nele, Eduardo confiava cegamente. Fumava feito uma caipora, contador de bons causos, abre uma lacuna no universo jurídico e na academia do bom Direito Processual. Dentre os três filhos, deixa como herdeiro Djair Filho, com quem convivi pouco, mas tão dócil, agradável e competente como o pai.

Que Deus abra as portas celestiais em grande estilo para o grande Djair!


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13/07


2020

Geraudo Covid proíbe o Oceano Atlântico

Se você mergulhar no Oceano Atlântico em Boa Viagem, será preso em primeiríssima instância por sua excelência um guarda geraudinho, eis o mote da cantoria do bicho-grilo Adalbertovsky. “Ao mesmo tempo você está liberado para mergulhar nos formigueiros humanos do metrô e dos ônibus. Também poderá consumir os odores, as catingas e os cheiros dos fregueses nas megas lojas tipo Atacadão e Ferreira Costa. Impossível entender a lógica de Geraudo Covid de liberar o mega comércio e proibir o micro comércio de restaurantes e lanchonetes”.

“Navegar na pista dos parques, onde o oxigênio circula livremente sem pedir licença ao prefeito Covid nem ao secretário João Epaminondas Braga, isto nem pensar. Recife, capital do Nordeste, zil-zil! Isto é passado. O novo lema é o seguinte: Recife, capital das lendárias operações da Polícia Federal”.

“O amor nos tempos do cólera”, do genial Gabriel Garcia Marques, o Coronel Buendia lançava tiros de canhão nos ares para exterminar o vibrião colérico. O prefeito Geraudo Covid proíbe o Oceano Atlântico com medo do Coronavirus. Geraudo Covid é o novo Coronel Buendia. Um passarinho me contou que neste tempo de operações da PF e respiradores, Joãozinho da mamadeira e Geraudo Covid estão se estranhando. Joãozinho é genista e Geraudo é mandão.

“A mando de governadores e prefeitos arbitrários, micros ditadores de quarteirão agem de modo deliberado para aterrorizar pequenos e médios empresários e torturar a economia. DNM – ditadura nunca mais, é slogan politicamente correto, a menos que seja a ditadura do AI-Covid19”. O sermão do bicho-grilo Adalbertovsky está postado no Menu Opinião, na moral.   


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13/07


2020

Coluna da segunda-feira

Não roubava, mas não educava

Num tempo explícito de maus feitos de políticos, roubando dinheiro federal destinado a salvar infectados pela Covid-19, contei, ontem, o exemplo do ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, minha terra natal, João Alves Filho, então militante do PDS, que adentrou o Palácio das Princesas com uma sacola de dinheiro nas mãos para devolver ao governador a parte que sobrou na construção do fórum da cidade, mediante transferência do tesouro estadual.

Digno de louvor, de aplausos, mas o que seria regra, infelizmente foi e continua sendo exceção na gestão pública brasileira. Do mensalão para cá, passando por Lava Jato e outras cositas mais, a impressão que temos é que somos assaltados a toda hora. O suado pagamento dos impostos, ao invés de ser aplicado em obras em benefício do povo, na saúde, da educação e no combate à desigualdades, serve para enriquecer gatunos.

Mas João Alves Filho, o Joãozinho, tinha outra faceta, não admirável. Era um homem rude, muitas vezes ignorante no trato humano, de respostas secas e de poucas palavras. Cometeu a insanidade de derrubar um coreto na praça principal de Afogados da Ingazeira, que fez história e marcou uma época, que servia para tudo, desde barbearia e pequenas lojas de café a festas em que se dançava a valsa de 15 anos, de formatura ou casamento.

Mal sabia assinar o nome, iletrado, típico coronel do Sertão, daquelas que as pessoas batiam continência. A educação não foi tratada com prioridade em suas duas gestões, inclusive na primeira, na qual papai foi seu vice. Um amigo e conterrâneo, ao ler ontem o seu gesto de honestidade na devolução do dinheiro em espécie ao então governador Roberto Magalhães, recordou que esteve com ele para pedir uma ajuda na locação de um ônibus com estudantes da terra com destino ao Recife.

“Para que vocês querem estudar? Eu sou analfabeto, não sei nem assinar nem meu nome direito e já estou prefeito pela segunda vez”, respondeu, para tristeza daquele que ali estava com ele no gabinete manifestando um desejo de jovens que acreditavam que o futuro só se constrói com educação, queimando as pestanas nas bancas escolares. Mas Joãozinho era um homem de bem. Quem não tem defeitos que atire a primeira pedra.  

Mesmo cometendo o pecado da falta de estimulo e do incentivo a educação, Joãozinho da minha querida terra já se perpetuou pela dignidade, pela nobreza de preferir ser um miserável honesto a um milionário corrupto e vazio. Aprendi com meu pai, que foi vice dele, que a honestidade é dignidade para vida. Nos dias de hoje, ser honesto é ser diferente.

PEGOU MAL - Em meio às recomendações de distanciamento social feitas pelas autoridades de saúde do Estado devido à pandemia da Covid-19, a inauguração do Centro de Especialidades Médicas de Camaragibe, na sexta-feira passada, causou aglomeração de políticos e gerou protestos pelas redes sociais. Além da prefeita Nadegi Queiroz (Republicanos), ao menos quatro deputados, estaduais e federais, estiveram presentes ao evento. De acordo com a assessoria da prefeita, estiveram presentes os deputados federais Silvio Costa Filho (Republicanos) e Ricardo Teobaldo (Podemos); o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Eriberto Medeiros (PP); e a deputada estadual Gleide Ângelo (PSB), isso sem contar vereadores, lideranças comunitárias e pré-candidatos a vereador. Péssimo exemplo!

DEFESA 1 – O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) usou o seu perfil no Twitter para sair em defesa de famosos que estiveram envolvidos em polêmicas nos últimos dias. Rasgou elogios para Luís Ernesto Lacombe, Leandro Narloch, o colunista Rodrigo Constantino, e o analista político Caio Coppolla. “Luís Lacombe, Leandro Narloch, Caio Coppolla e Rodrigo Constantino possuem algo em comum, que é opinião própria e independência. Isso já é suficiente para serem considerados nocivos dentro de grande parte da mídia, hoje completamente dominada pelo pensamento de esquerda radical“, disparou.

DEFESA 2 – Ainda na rede social, Bolsonaro também garantiu não ter relações com os famosos citados, que possuem posições “conservadoras”, e que até já sofreu “diversas críticas” dos quatro. “Não tenho relação com nenhum desses. Inclusive, por diversas vezes, sou alvo de suas críticas. Mas no Brasil formou-se um cenário onde não ser radicalmente crítico a um governo conservador/liberal já é motivo para ilações e perseguições. A esquerda não respeita a democracia!”, completou.

LUCRO NO YOUTUBE – Deputados da base governista e da oposição transformaram a divulgação da atividade na Câmara num negócio privado. Segundo o portal do Estadão, eles recorreram a empresas contratadas com dinheiro da cota parlamentar e assessores pagos pela Casa para gerir canais monetizados no YouTube, com vídeos que arrecadam recursos de acordo com o número de visualizações. A prática vem sendo chamada de “toma lá, dá cá” nos corredores do Congresso. Foram identificados ao menos sete parlamentares que estão ganhando dinheiro dessa forma. A deputada Carla Zambelli (PSL-SP) é uma delas. Em junho ela gastou R$ 4 mil da cota parlamentar com uma firma que trabalha na edição do conteúdo que posta. O alcance dos vídeos gerou a Carla R$ 23.702, dos quais diz ter recebido já R$ 15,1 mil do YouTube.

OS ASSUMIDOS– Os únicos deputados que informaram ao jornal quanto teriam recebido foram Otoni, Gleisi (R$ 32,3 mil) e Carla. Procurado pela reportagem, o YouTube não informou os valores repassados aos parlamentares, alegando sigilo de informação. Esse dinheiro que vai para o bolso dos deputados não é alvo de fiscalização e controle da Câmara. A instituição não inclui a prática, que é nova, na lista de irregularidades. Alvo de investigação no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre atos antidemocráticos, Bia Kicis pagou R$ 45,5 mil de sua cota às empresas BM Gestão de Mídias Sociais e L. A. Soluções em TI e Marketing Digital por serviços de produção, edição, montagem e publicação para o canal dela no YouTube, entre novembro de 2019 e junho deste ano. Nos últimos cinco meses, o canal saltou de 100 mil inscritos para 136 mil, o que amplia a visualização dos vídeos, fator determinante para recebimento de valores.

PESQUISA RECIFE– A primeira pesquisa Potencial/Blogdomagno sobre a sucessão no Recife chega aos nossos leitores à meia noite da próxima quarta-feira. O levantamento inclui 800 entrevistas por telefone e avalia também as gestões de Geraldo Júlio, Paulo Câmara e Jair Bolsonaro. Num instante em que Recife já sofreu três operações da Policia Federal em cima da compra imoral de respiradores testados em porcos, passou a ser grande a expectativa em torno da pesquisa, até para identificar os efeitos na administração socialista na capital.

LIVE COM KÁTIA – A senadora Kátia Abreu (PP-TO), ex-ministra da Agricultura, ex-candidata a vice-presidente na chapa de Ciro Gomes em 2018 e ex-presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), participa da live deste blog hoje, às 18 horas, com transmissão simultânea pela Rede Nordeste de Rádio no horário do programa Frente a Frente. Se você quer acompanhar e ainda não nos segue pelo Instagram, vá lá e nos siga no @blogdomagno.

Perguntar não ofende: Quem a Federal vai visitar dando bom dia, logo cedo, ao longo desta semana?


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Comentários

Fernandes

É preciso lembrar que Bolsonaro quando deputado federal votou contra a Transposição do Rio São Francisco ...

marcos

Lula e Zé Dirceu em pânico, aprovação da prisão em segunda instância entra em pauta para votação. Ui

Fernandes

É preciso lembrar que Bolsonaro quando deputado federal votou contra a Transposição do Rio São Francisco ...

Fernandes

Mais uma chance de vc entender o Brasil: Dois membros do MBL são presos em operação contra lavagem de dinheiro em SP. Conselho do MPF abre nova investigação contra Deltan, inclusive sobre relação da Lava jato com o FBI. Presidente do STJ sacrificou férias para soltar Queiroz.

Fernandes

Flávio Bolsonaro vai ao STF para tentar manter foro privilegiado. Investigado no caso da rachadinha, senador pede para que o Supremo rejeite pedido do MP-RJ para devolver o caso à primeira instância. O cara tá se cagando todo. kkkkkkkkk



12/07


2020

Daniel Alves pode ter contas rejeitadas em Chã Grande

Houldine Nascimento, da equipe do blog

Na quarta-feira (15), a Câmara Municipal de Chã Grande vai votar a prestação de contas do ex-prefeito Daniel Alves (PSC) referente ao exercício financeiro em 2015. Há um parecer do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE) recomendando, por unanimidade, a rejeição.

Entre as razões apontadas para a negativa, constam falhas relativas aos registros das receitas, além de déficit de execução orçamentária da ordem de R$ 649.571,49 e irregularidades no recolhimento da contribuição previdenciária dos servidores.

Caso os vereadores de Chã Grande resolvam seguir a orientação do TCE-PE, a pretensão de Daniel em disputar a Prefeitura de Gravatá, para onde transferiu o domicílio eleitoral, corre sério risco de não se concretizar.

Para não ter a prestação rejeitada, Daniel Alves precisa de 2/3 de votos favoráveis. A Câmara Municipal de Chã Grande é composta por 11 legisladores, dos quais apenas três são seus aliados.

Em 2016, ele chegou a tentar a reeleição, mas foi derrotado por Diogo Alexandre (Avante), atual prefeito.


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12/07


2020

Empresários pressionam Bolsonaro a demitir Salles

Folha de São Paulo

Empresários de frigoríficos e tradings pressionam o presidente Jair Bolsonaro a mudar o comando do Ministério do Meio Ambiente. O movimento pela saída de Ricardo Salles começou em junho por empresas que temem perda de mercado, sobretudo na União Europeia.

Segundo relatos, Bolsonaro disse na última semana a um grupo de ministros que não pretende retirar Salles. Ele salientou que o auxiliar tem apoio na bancada ruralista e que a imagem negativa se deve a uma tentativa de nações estrangeiras de tutelar o país.

Hoje, o setor ruralista está dividido. Se dirigentes de frigoríficos e tradings têm pressionado pela saída de Salles, agricultores e sucroalcooleiros pregam a sua permanência sob o argumento de que ele tem feito mudanças importantes na legislação.

Segundo auxiliares do Palácio do Planalto, o movimento de frigoríficos e tradings tem apoio e é estimulado dentro do Ministério da Agricultura por aliados da ministra Tereza Cristina. Eles defendem que o Meio Ambiente seja incorporado pela pasta.

Em um encontro recente com Bolsonaro, um industrial paulista também defendeu a divisão do Meio Ambiente.

Ele pregou, segundo relato de um assessor presente, que a gestão da floresta amazônica fique a cargo do vice-presidente Hamilton Mourão. Para ele, o restante deve ser incorporado pela Agricultura.

A cúpula militar chegou a endossar o movimento de mudança, mas recuou após a sinalização do presidente de que não pretende fazer alterações no Meio Ambiente.


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