FMO janeiro 2020

10/08


2013

Humberto acompanha eleições de amanhã na Argentina

 O senador Humberto Costa (PT/PE) será o observador do Congresso brasileiro para acompanhar, em Buenos Aires, as eleições primárias da Argentina que serão realizadas no domingo. A votação vai escolher os candidatos a deputado e a senador que disputarão as eleições gerais em 27 de outubro.

Ontem e hoje Humberto participa de palestras a convite da Câmara Nacional Eleitoral da Argentina, visitará o Congresso argentino, o Centro Nacional de Operações Eleitorais e percorrerá os centros de votação. (ÉPOCA - Leonel Rocha)


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Julio Povoas de Arruda Miranda

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK. Será que essa fala do petista Veríssimo é imparcial e isenta???

Adilson

Acompanhar eleições em outro país como observador não é para qualquer um. Prova de que Pernambuco está bem representado. Aliás, segundo o DIAP o senador Humberto Costa é um dos mais influentes do congresso nacional.

Wellington Antunes

Ei rola bosta, leia a opinião de Luis Fernando Veríssimo no post acima.

suricato

A Argentina tem o papa e messi,como o nosso país tem o efeito orloff, humberto sanguessuga deve trazer de lá a fórmula para que o poste de lula seja reeleita.


Banco de Alimentos

10/08


2013

PSB vai decidir se toma mandato de Romário

 A saída de Romário do PSB não chega a ser uma novidade, mas nem por isso será engolida tranquilamente pelos correligionários de Eduardo Campos, avalia Lauro Jardim, na sua coluna da revista VEJA. ''''Líder da legenda na Câmara, Beto Albuquerque diz que sequer foi comunicado, mas, uma vez oficializado o tchau de Romário, o partido vai pedir imediatamente que ele deixe a presidência da Comissão de Turismo e Desporto. Beto justifica e, claro, critica Romário:

- A cadeira da comissão é do PSB. O ideal seria o próprio Romário se antecipar e deixar o posto o quanto antes. Agora, é uma pena, o cara começou bem na política, mas já cometeu o primeiro pecado: infidelidade partidária. O PSB vai analisar se vai requerer o mandato dele de volta.''''


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BARTOLOMEU BUENO JOSE DE ALBUQUERQUE LINS

Vai te catar, Romário!

Sandro de lima

Romário vai se filiar-se no PT, ele que ficar rico por que ele esta quebrado.

Adilson

Quais foram os motivos????

o povo da de olho

PARABÉNS ROMARIO SEJA LIVRE E NÃO MANOBRADO POR PESSOAS QUE PENSAM SER DONO DO MUNDO.

Francisco Nunes Junior

Romário está cometendo a primeira imbecilidade(estava demorando).....pois trocar de partido nesse momento está correndo o sério risco de perder o seu mandato.


O Jornal do Poder

10/08


2013

Médicos fazem inscrições falsas para boicotar programa

 O Ministério da Saúde enviou para a Polícia Federal números para embasar a investigação sobre uma campanha deliberada de boicote ao programa Mais Médicos. O levantamento mostra que, do dia 9 ao dia 12 de julho, quando foi lançado, cerca de mil profissionais por dia se inscreveram, pela internet, com registros falsos. Depois do anúncio de que a polícia entraria no caso, a média despencou para 280. No dia 11 de julho, o número de inscrições erradas bateu recorde: 1.900.

Nesse período, correntes em redes sociais incentivavam os médicos a se inscreverem em massa para desistirem logo depois, só para conturbar o programa. Entidades que representam os profissionais e que se opuseram ao Mais Médicos declararam que nada tinham a ver com o movimento.(Mônica Bergamo - Folha de S.Paulo)


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Adilson

Conversei com algumas pessoas da área de saúde.O sentimento geral é apoio ao mais médico e, até de vingança contra a soberba de alguns médicos.Perguntei então,por que não se manifestam publicamente.Resp: "a turma persegue, boicota e, até ameaça os médicos que querem trabalhar"

Wellington Antunes

Dá-lhe Dilma nesses coxinhas e burgueses de meia tigela.

R.Soares

dilma o povão estar com vc traga medicos sim seja de onde for

R.Soares

isso é uma falta de humanidade com nós povo, o homem engana o homem nao a deus



10/08


2013

Escândalo desgasta Serra e pode atingir Aécio

Escândalo desgasta José Serra no momento em que ele ensaia uma disputa interna no PSDB

 Com a classe política já em clima de campanha eleitoral, as denúncias de corrupção envolvendo governos tucanos de São Paulo causam incômodo no PSDB e são exploradas pelo PT. Os petistas, no entanto, estão divididos quanto à estratégia de propor uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Congresso.

O escândalo desgasta o ex-governador José Serra no momento em que ele ensaia uma disputa interna no PSDB para ser candidato à Presidência da República.

Nesse aspecto, à primeira vista, o presidente do PSDB, senador Aécio Neves(MG), que é pré-candidato ao Palácio do Planalto, sai fortalecido, mas seus aliados afirmam que o caso é ruim para o PSDB como um todo, e também respingaria no mineiro na campanha eleitoral. (Informações de O GLOBO) Clique aqui e leia a matéria na íntegra


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Wellington Antunes

DILMA E MARINA SOBEM NA PESQUISA DATAFOLHA. Presidente confirmou tendência de recuperação e foi de 30% a 35%; ex-senadora Marina Silva manteve trajetória ascendente, subindo de 23% a 26%; tucano Aécio Neves caiu de 17% para 13%. É desse jeito que Aécio consolida sua candidatura presidencial no PSDB?

Wellington Antunes

Cartel da SIEMENS porra nenhuma, foi roubo, propina, safadeza, ladroagem... que há muito tempo vinha sendo blindado por essa mídia bandida. Alckmin e Serra sempre foram alertados sobre essas irregularidades. O MP e o TCE dispararam alertas sobre as fraudes. FOI ROUBO!

Julio Povoas de Arruda Miranda

Nesse caso do cartel da Siemens em São Paulo, quem ganha é o mineiro Aécio Neves, que consolida sua candidatura presidencial no PSDB e Marina Silva, que deve herda os votos tucanos paulistas. Quem perde é o PT, que enterrando a candidatura de Serra, deixa de dividir os votos da oposição em 2014.

Wellington Antunes

Aébrio Neves sai fortalecido para uma disputa interna no PSDB. Esse escândalo atinge Serra diretamente, mas o caso é ruim para o PSDB e vai respingar no play boy mineiro na campanha presidencial, queiram ou não queiram os rola bostas de plantão.

Wellington Antunes

Atenção rola bostas, não adianta vir com enrolada, o caso SIEMENS foi roubo, propina, safadeza, ladroagem... que há muito tempo vinha sendo blindado por essa mídia bandida. Agora? Chupa essa rola bosta!



10/08


2013

Falcão diz que PT vai ao protesto e fala em ''''trensalão''''

 O presidente nacional do PT, Rui Falcão, usou ontem a expressão "trensalão" ao mencionar as denúncias de cartel nas licitações de trem e metrô nos governos do PSDB em São Paulo.

Em evento realizado no Rio, o dirigente petista lembrou ainda que militantes do partido participarão de manifestação convocada para o dia 14, no centro paulistano. Ao responder se tucanos tinham conhecimento das supostas fraudes, Falcão afirmou: "Se não sabiam, deviam saber. Estão há muitos anos no poder", disse.

A declaração foi dada em seminário organizado pelo PSB na capital fluminense. Líderes do PT, PDT e do PC do B discutiam o efeito político das manifestações de rua do mês de junho. (Folha de S.Paulo)


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Julio Povoas de Arruda Miranda

Quem é o PT para falar de corrupção, desvio de dinheiro público, fraudes, escândalos financeiros e eleitorais. O dirigente petista deveria fazer as mesmas cobranças aos governos Lula e Dilma.

Wellington Antunes

Pequeno deslize? Quá..quá..quá..desde quando uma roubalheira de bilhões de Reais são pequenos deslizes? Rola bosta tem cada uma para justificar o rabo de palha..quá..quá..quá..

Jovelina Maria de Brito

"se não sabia, devia saber..."Interessante! Muito interessante! Quem mais também devia saber hem rui??????

JORGE GUERREIRO

É LADRÃO falando de LADRÃO. kkkkkkkkkkkk... Fora Corruptos!!!

romildo s. barros

a tucanada mais uma vez vai ser derrotada pra lula e dilma



10/08


2013

Alckmin e Serra sabiam de tudo no metrô, diz ISTOÉ

:

Reportagem da revista Istoé que acaba de ser publicada traz documentos apontando que tanto o governador Geraldo Alckmin como seu antecessor José Serra foram alertados sobre todas as irregularidades no metrô de São Paulo. Leia abaixo:

E eles ainda dizem que não sabiam de nada

Documentos do tribunal de contas e do ministro público revelam que há cinco anos os tucanos paulistas foram alertados sobre as irregularidades no metrô e trens de São Paulo

ISTOÉ - Alan Rodrigues, Pedro Marcondes de Moura e Sérgio Pardellas

Desde a eclosão do escândalo de pagamento de propina e superfaturamento nos contratos da área de transporte sobre trilhos que atravessou os governos de Mário Covas, José Serra e Geraldo Alckmin, os tucanos paulistas têm assumido o comportamento de outra ave, o avestruz. Reza a crença popular que, ao menor sinal de perigo, o avestruz enterra a cabeça no chão para não enxergar a realidade. Não foi outra a atitude do tucanato paulista nos últimos dias. Como se estivessem alheios aos acontecimentos, líderes do PSDB paulista alegaram que nada sabiam, nada viram – e muito menos participaram. Documentos agora revelados por ISTOÉ, porém, provam que desde 2008 tanto o Ministério Público como o Tribunal de Contas vem alertando os seguidos governos do PSDB sobre as falcatruas no Metrô e nos trens. Apesar dos alertas, o propinoduto foi construído livremente nos últimos 20 anos. Além dos documentos agora divulgados, investigações anteriores já resultaram no indiciamento pela Polícia Federal de 11 pessoas ligadas ao partido. No entanto, questionado sobre o cartel montado por multinacionais, como Siemens e Alstom, para vencer licitações, o governador Geraldo Alckmin jurou desconhecer o assunto. “Se confirmado o cartel, o Estado é vítima”, esquivou-se. Na mesma toada, o seu antecessor, José Serra, declarou: “Não tomamos em nenhum momento conhecimento de qualquer cartel feito por fornecedores e muito menos se deu aval a qualquer coisa nesse sentido”. As afirmações agridem os fatos. Os documentos obtidos por ISTOÉ comprovam que os tucanos de São Paulo, além de verem dezenas de companheiros investigados e indiciados, receberam no mínimo três alertas contundentes sobre a cartelização e o esquema de pagamento de propina no Metrô. Os avisos, que vão de agosto de 2008 a setembro de 2010, partiram do Ministério Público estadual e do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP). Nos três casos, os documentos foram encaminhados aos presidentes das estatais, nomeados pelo governador, e publicados no Diário Oficial. 

Nos três avisos de irregularidades aparecem fortes indícios de formação de cartel e direcionamento de certames pelas companhias de transporte sobre trilhos para vencer e superfaturar licitações do Metrô paulista e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). O primeiro alerta sobre o esquema foi dado pelo Ministério Público de São Paulo, em um procedimento de agosto de 2008, durante gestão de José Serra. Ao analisar um acordo firmado entre o Metrô e a CMW Equipamentos S.A., o MP comunicou: “A prolongação do contrato por 12 anos frustrou o objetivo da licitação, motivo pelo qual os aditamentos estariam viciados”. Na ocasião, a CMW Equipamentos foi incorporada pela gigante francesa Alstom, uma das principais investigadas nesse escândalo. Ainda no documento do MP, de 26 páginas, aparecem irregularidades também em uma série de contratos firmados pelo governo paulista com outras empresas desse segmento.

Em fevereiro de 2009, o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo emitiu ao governo paulista o segundo aviso de desvios e direcionamentos em contratos no setor. As irregularidades foram identificadas, desta vez, na estatal CPTM. Ao julgar um recurso, o conselheiro do TCE Antonio Roque Citadini concluiu que a estatal adotou uma conduta indevida ao querer usar uma licitação para fornecimento de 30 trens com o consórcio Cofesbra, celebrada em 1995, durante gestão de Mário Covas, para comprar mais de uma década depois outros 12 novos trens. A manobra foi identificada como uma forma de fugir da abertura de uma nova concorrência. “O julgamento de irregularidade recorrido fundamentou-se na inobservância da Lei de Licitações e, também, na infringência aos princípios da economicidade e da eficiência”, diz o relatório. Citadini ainda questiona os valores pagos pelos trens, uma “majoração de 17,35%”. A crescente elevação do número de passageiros transportados deveria implicar, diz ele, estudos por parte da CPTM com vistas à realização de um novo certame licitatório. “Tempo parece não lhe ter faltado, pois se passaram 11 anos da compra inicial”, relatou Citadini. À ISTOÉ, o conselheiro Citadini destacou que “um sem-número de vezes” o órgão relatou ao governo estadual irregularidades em contratos envolvendo o Metrô paulista e a CPTM. “Nossos auditores, que seguem normas reconhecidas por autoridades internacionais, têm tido conflitos de todo tamanho e natureza para que eles reconheçam os problemas”, disse Citadini.

O terceiro recado ao governo paulista sobre irregularidades nas licitações do Metrô e do trem paulista ocorreu em setembro de 2010. Ao analisar quatro contratos firmados pelo Metrô, o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo estranhou que os certames envolviam uma enorme quantidade de serviços específicos. Dessa forma, apenas um reduzido número de empresas tinha condições de atender aos editais de licitação e se credenciar para disputar a concorrência. Os contratos em questão se referiam ao fornecimento de trens, manutenção, além de elaboração de projeto executivo e fornecimento de equipamentos para o Metrô paulista. O Tribunal insistia que, quanto mais ampla fosse a concorrência, menor tenderia a ser o preço. Em diversos trechos, o relatório aponta outras exigências que acabavam estreitando ainda mais o número de participantes. Havia uma cláusula, por exemplo, que proibia companhias estrangeiras que não tivessem realizado o mesmo serviço em território brasileiro de participar da disputa. Na prática, foram excluídas gigantes do setor do transporte sobre trilhos que não integravam o cartel e poderiam oferecer um melhor preço aos cofres paulistas. “A análise das presentes contratações revelou um contexto no qual houve apenas uma proposta do licitante único de cada bloco. Em outras palavras, não houve propriamente uma disputa licitatória, mas uma atividade de consorciamento”, analisou o TCE sobre um dos acordos. A recomendação foi ignorada tanto por Serra como por Alckmin, que assumiu o governo três meses depois.

Passo a passo da denúncia sobre o escândalo do metrô

Um e-mail enviado por um executivo da Siemens para os seus superiores em 2008, revelado na última semana pelo jornal “Folha de S.Paulo”, reforça que os ex-governadores tucanos José Serra, Geraldo Alckmin e Mário Covas não só sabiam como incentivaram essa prática criminosa. O funcionário da empresa alemã revela que o então chefe do executivo paulista, José Serra (PSDB), e seu secretário de Transportes Metropolitanos, José Luiz Portella, sugeriram que a Siemens fizesse um acordo com a espanhola CAF, sua concorrente, para vencer uma licitação de fornecimento de 40 trens à CPTM. Serra teria ameaçado cancelar o certame se a Siemens tentasse desclassificar a concorrente na justiça. Como saída, conforme relata o jornal, sugeriu que as empresas dividissem parte do contrato por meio de subcontratações. O executivo da Siemens não revela na mensagem, mas essa solução heterodoxa de Serra já havia sido adotada numa ocasião anterior. No final da década de 1990, o governo Mário Covas (PSDB) incentivara as companhias da área de transporte sobre trilhos a formarem um consórcio único para vencer licitação de compra da linha 5 do metrô. A prática, como se vê, recorrente entre os tucanos paulistas, continuou a ser reproduzida nos anos subsequentes à licitação. Reapareceu, sem reparos, com a chegada ao poder do governador Geraldo Alckmin. Hoje, sabe-se que esse esquema gerou somente em seis projetos da CPTM e do Metrô um prejuízo de pelo menos R$ 425,1 milhões aos cofres paulistas. As somas foram obtidas, como ISTOÉ antecipou, com o superfaturamento de 30% nesses contratos.

O que também torna pouco crível que os governadores tucanos José Serra e Geraldo Alckmin, até o mês passado, desconhecessem as denúncias é o fato de o Ministério Público ter aberto 15 inquéritos para investigar a tramoia, após a repercussão do escândalo envolvendo a Siemens e a Alstom na Europa em 2008. Atualmente, essas provas colhidas no Exterior dão suporte para o indiciamento de 11 pessoas, entre elas servidores públicos e políticos tucanos. O vereador Andrea Matarazzo, serrista fiel, é um dos indiciados. Na lista da Polícia Federal, constam ainda nomes bem próximos aos tucanos como o de Jorge Fagali Neto. Ele foi diretor dos Correios e de projetos para o Ensino Superior do Ministério da Educação durante o governo Fernando Henrique Cardoso. Ao reabrir, na semana passada, 15 investigações paradas por faltas de provas e montar uma força-tarefa para trabalhar em 45 inquéritos, o Ministério Público colocou lupa sobre outras autoridades ligadas ao PSDB. Trata-se de servidores que ascenderam na gestão Serra, mas mantiveram força e poder durante o governo Alckmin. São eles: José Luiz Lavorente, diretor de Operação e Manutenção da CPTM, Luiz Carlos David Frayze, ex-secretário de transportes e ex-diretor do Metrô, Décio Tambelli, coordenador de Concessões e Permissões do Metrô de São Paulo e Arthur Teixeira, lobista do esquema Siemens, dono de uma das offshores uruguaias, utilizadas pela multinacional para pagar propina a agentes públicos. Como revelado por ISTOÉ na edição de 20 de julho, as evidências são tão fortes quanto à proximidade destes personagens com a gestão tucana. Na última semana, o atual secretário de Transportes, Jurandir Fernandes, reconheceu ter recebido Teixeira em audiência “junto com outros empresários”. A foto da página 45 desta reportagem mostra Arthur Teixeira visitando as instalações da MGE Transportes, uma das empresas integrantes do cartel, em Hortolândia, interior de São Paulo, ao lado de Jurandir e Lavorente. A visita ocorreu durante a execução da reforma dos trens da CPTM. 

Em meio à enxurrada de evidências, na sexta-feira 9, o governador Alckmin anunciou a criação de uma comissão para investigar as denúncias de formação de cartel e superfaturamento em contratos firmados com o metrô paulista e a CPTM. Para fazer parte dela, ele pretende indicar integrantes de entidades independentes, como a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). Segundo o governo, ela terá total independência e contará com a ajuda dos órgãos de fiscalização do Estado. A medida foi anunciada após a Justiça Federal negar, na segunda-feira 5, um pedido do governo de São Paulo para ter acesso aos documentos da investigação do Cade. Tucanos paulistas acusam o órgão, uma autarquia vinculada ao Ministério da Justiça, de vazar informação para a imprensa e agir sob os interesses do PT. Deputados estaduais, porém, questionam a nova comissão. “Tudo que traga transparência é bem-vindo. Mas há um local institucionalmente correto para se apurar estas irregularidades. É uma CPI”, diz o líder do PT na Assembleia Legislativa, Luiz Claudio Marcolino. “Se ele quer apurar os fatos, como diz, é só pedir para sua base assinar o pedido de CPI e não obstruir como o PSDB faz por décadas quando o assunto é metrô”, complementa.

Alckmin resolveu agir porque vê o escândalo se aproximar cada vez mais do Palácio dos Bandeirantes. As razões para este temor podem estar em cinqüenta caixas de papelão guardadas nas dependências do CADE, na Asa Norte, em Brasília. O material foi recolhido após uma operação de apreensão e busca realizada em 4 de julho na sede de doze empresas associadas ao cartel em São Paulo, Brasília, Campinas e São Bernardo do Campo. Só numa destas empresas, os investigadores permaneceram por 18 horas. A Polícia Federal, batizou a operação de “Linha Cruzada”. Não se sabe, até agora, o que há dentro das caixas de documentos apreendidos. A informação é que elas permanecem fechadas e lacradas, aguardando ainda a análise do CADE, que poderá transformar uma investigação de cartel, num dos mais escandalosos casos de corrupção que o País já assistiu. (Com informações do portal BR247)


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Wellington Antunes

Cartel da SIEMENS porra nenhuma, foi roubo, propina, safadeza, ladroagem... que há muito tempo vinha sendo blindado por essa mídia bandida. Alckmin e Serra sempre foram alertados sobre essas irregularidades. O MP e o TCE dispararam alertas sobre as fraudes. FOI ROUBO!

Julio Povoas de Arruda Miranda

Para refletir: o presidente Vinícius Marques de Carvalho do Conselho Administrativo de Defesa Econômica(CADE) é sobrinho do ministro petista Giberto Carvalho. O CADE está no olho do furacão das denúncias do cartel da alemã Siemens contra o governo do PSDB em São Paulo.

Wellington Antunes

Chupa essa coxinhas rolas bostas.

romildo s. barros

farinha da ruim do mesmo saco



10/08


2013

Petrobras: propina a deputados e campanha de Dilma

O caso da refinaria (Foto: Juan Cruz Sanz )

O lobista João Augusto Henriques denuncia cobrança de propina para fechar contratos e diz que dinheiro foi para deputados – e até para a campanha presidencial

ÉPOCA - DIEGO ESCOSTEGUY, COM FLÁVIA TAVARES, MARCELO ROCHA, MURILO RAMOS E LEANDRO LOYOLA 
 
Trecho de reportagem de ÉPOCA desta semana:

João Augusto estava em silêncio. Permanecia inclinado à frente, apoiava-se na mesa com os antebraços. Batia, sem parar, a colherzinha de café na borda do pires – e mantinha o olhar fixo no interlocutor. Parecia alheio à balbúrdia das outras mesas no Café Severino, nos fundos da Livraria Argumento do Leblon, no Rio de Janeiro, naquela noite de sexta-feira, dia 2 de agosto. A xícara dele já estava vazia. O segundo copo de água mineral, também. João Augusto falava havia pouco mais de uma hora.

Até então, pouco dissera de relevante sobre o assunto que o obrigara a estar ali: as denúncias de corrupção contra diretores ligados ao PMDB, dentro da Petrobras.

Diante dos documentos e das informações obtidos por ÉPOCA sobre sua participação no esquema, João Augusto respondia evasivamente. Por alguma razão incerta, algo mudara nos últimos minutos. O semblante contraído sumira. Esperei que o silêncio dele terminasse.

– O que você quer saber?, disse ele.
– Sobre os negócios, respondi.

Foi então que João Augusto Rezende Henriques disse, sem abaixar a voz ou olhar para os lados: “Do que eu ganhasse (no contratos intermediados com a Petrobras), eu tinha de dar para o partido (PMDB). Era o combinado, um percentual que depende do negócio”. A colherzinha não tilintava mais.

Iniciava-se, ali, um desabafo motivado pelas denúncias que ÉPOCA investigava havia cerca de um mês. O caso envolvia a Petrobras – maior empresa do país, 25ª do mundo, com faturamento anual de R$ 281 bilhões. Começara com apenas uma pista: um contrato assinado em 2009, em Buenos Aires, entre o advogado e ex-deputado Sérgio Tourinho e o argentino Jorge Rottemberg.

No documento, previa-se que Tourinho receberia US$ 10 milhões de uma empresa no Uruguai, um conhecido paraíso fiscal, caso a Petrobras vendesse a refinaria de San Lorenzo, avaliada em US$ 110 milhões, ao empresário Cristóbal Lopez, conhecido como czar do jogo na Argentina e amigo da presidente Cristina Kirchner. À primeira vista, o contrato não fazia sentido. Por que um lobista de Buenos Aires se comprometeria a pagar US$ 10 milhões a um advogado brasileiro, de Brasília, caso esse advogado, sem experiência na área de energia, conseguisse fechar a venda de uma refinaria da Petrobras na Argentina?

ÉPOCA foi buscar a resposta em entrevistas com partícipes do negócio, parlamentares e funcionários ligados ao PMDB. O advogado Tourinho era sócio dos lobistas do PMDB, que trabalhavam em parceria com Jorge Zelada, diretor internacional da Petrobras desde 2008 e, segundo João Augusto, apadrinhado do PMDB. A operação San Lorenzo, diz ele, não era um caso isolado. Era mais um dos muitos negócios fechados pelos operadores do PMDB na área internacional da Petrobras.

De acordo com João Augusto, todos os contratos na área internacional da Petrobras tinham de passar por ele, João Augusto, que cobrava um pedágio dos empresários interessados. De acordo com ele, de 60% a 70% do dinheiro arrecadado dos empresários era repassado ao PMDB, sobretudo à bancada mineira do partido na Câmara, principal responsável pela indicação de Zelada à Petrobras. De acordo com João Augusto, o dinheiro servia para pagar campanhas ou para encher os bolsos dos deputados. O restante, diz ele, era repartido entre ele próprio e seus operadores na Petrobras – os responsáveis pelo encaminhamento dos contratos.

Segundo João Augusto e outros quatro lobistas do PMDB, o dinheiro era distribuído a muita gente em Brasília. A maior parte seguia para os dez deputados do partido em Minas, entre eles o atual ministro da Agricultura, Antonio Andrade, e o presidente da Comissão de Finanças da Câmara, João Magalhães.

O dinheiro, de acordo com João Augusto, não ficava apenas com essa turma. Segundo o relato dele e dos outros lobistas, o secretário das Finanças do PT, João Vaccari, recebeu o equivalente a US$ 8 milhões durante a campanha presidencial de Dilma Rousseff em 2010. João Augusto diz que organizou, com Vaccari, o repasse para a campanha de Dilma

 O dinheiro, segundo ele, foi pago pela Odebrecht, em razão de um contrato bilionário fechado na área internacional da Petrobras, que dependia de aprovação do então presidente da estatal, José Sergio Gabrielli, do PT. À Justiça Eleitoral, a campanha de Dilma declarou ter recebido R$ 2,4 milhões da Odebrecht. O coordenador financeiro da campanha de Dilma Rousseff, José de Filippi Júnior, afirma que não conhece João Augusto. “Posso garantir que ele não participou da arrecadação de recursos para a campanha da presidenta Dilma Rousseff, que toda arrecadação foi feita por meio de Transferência Eletrônica Bancária, e que as contas da campanha da presidenta foram aprovadas pelo Tribunal Superior Eleitoral”, diz.

As denúncias de João Augusto são contestadas pelos acusados. Vaccari diz que não era responsável pela tesouraria da campanha de Dilma. Afirma ainda que “todas as doações ao PT são feitas dentro do que determina a legislação em vigor e de uma política de transparência do PT”.

Gabrielli diz, por meio de nota, não ter conversado sobre o contrato da Odebrecht com Vaccari. Zelada afirma desconhecer a atuação de João Augusto na intermediação de contratos na Petrobras e nega ter sido indicado pelo PMDB. A Petrobras informou em nota que não comentaria o assunto. Apesar de todas as contestações, a reportagem de ÉPOCA confirmou, por meio de entrevistas em três cidades, vários pontos do depoimento de João Augusto. Investigações oficiais ainda são necessárias para apurar todas as suas denúncias.


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Julio Povoas de Arruda Miranda

Esse esquema da Petrobras não é caso de roubo, propina, safadeza, ladroagem???

Wellington Antunes

Ei rola bostas, não adianta vir com enrolada, o caso SIEMENS foi roubo, propina, safadeza, ladroagem... que há muito tempo vinha sendo blindado por essa mídia bandida. Agora? Chupa essa rola bosta!

Wellington Antunes

Ei rola bosta, e teus tucanos de São Paulo enrolados no caso SIEMENS? o que você acha? KKKKKKKKKKKKK

Adilson

Para desmascará os falsos moralistas, não precisa muita coisa. Basta pedir para ver a declaração de imposto de renda e comparar com seus patrimônios.

enoque viana de oliveira filho

É por essas e outras que a Petrobras não é mais a mesma.



10/08


2013

Vamos reabrir a FAMEG em Garanhuns. Entre nessa!


















Na minha passagem, ontem (8), por Garanhuns, fiquei tão indignado com a suspensão das atividades da Faculdade de Medicina (Fameg), mantida pelo Instituto Tocantinense, que resolvi lançar, neste blog, uma campanha pelo seu reconhecimento e sua regularização através do Ministério da Educação (MEC).

A faculdade chegou a realizer o seu primeiro vestibular e a funcionar por um ano em 2007, depois da interferência do governador Eduardo Campos (PSB), que concedeu o seu credenciamento através do Conselho Estadual de Educação.

Contudo, o Ministério da Educação julgou que o Governo do Estado não tinha competência para fazer o credenciamento da instituição mantenedora.

Resultado: a faculdade foi obrigada a suspender suas atividades e partiu em busca da migração para o campo federal, o que até o momento não conseguiu.

Políticos que atuam na região, como os senadores Armando Monteiro Neto (PTB) e Humberto Costa (PT) chegaram a interferir, mas nada conseguiram, embora sejam da base de apoio ao governo Dilma Rousseff no Congresso Nacional.

O impasse está prejudicando Garanhuns e região, que precisam urgentemente de uma instituição de ensino superior médica para formar profissionais e, assim, atender a uma grande demanda por médicos no Nordeste, especialmente em Pernambuco e no Agreste Meridional.

Não há nada justifique a má vontade do MEC. A Fameg, como é conhecida na região, está preparada para atender a todas as exigências do ministério. Possui quadro de professores qualificados, uma estrutura física de invejar e equipamentos modernos e sofisticados.


















Constatei na visita ao prédio instituição, onde fui recebido pelo diretor-geral, o ex-vice-prefeito Márcio Quirino, uma estrutura de primeiro mundo para atender os alunos, desde salas de aula com muito conforto e modernidade.

Tem também laboratórios de todas as cadeiras do curso, entre os quais se destacam o de Anatomia, Microscopia, Multidisciplinar e um Centro de Cirurgia Experimental, além de uma belíssima biblioteca.

O que falta então para a Fameg voltar a servir a Pernambuco? Decisão política. O governador Eduardo Campos foi procurado por uma comissão da faculdade durante o Festival de Inverno e prometeu ajudar, mas a bancada federal até o momento nada fez.

As notícias que correm na região associam ao travamento da faculdade a injunções políticas por parte de um poderoso grupo interessado no monopólio da educação no Nordeste. Procurado pelo senador Armando Monteiro, o ministro da Educação, Aloísio Mercadante, nada fez.


















Enquanto isso, jovens que cursaram o primeiro ano de Medicina na Fameg aguardam com ansiedade a superação do impasse, que é de natureza política. “Nós temos uma estrutura fenomenal, só comparável a grandes faculdades de Medicina de centros mais avançados”, disse Márcio Quirino.

Assista ao vídeo abaixo, produzido pela própria faculdade, e conheça as instalações da unidade:


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danielle mauricio padua

Um absurdo, a questão da fameg nao ser resolvida. Cumpriu todas as exigencias feitas pelo MEC, passou por todas as visitas do ministério e mesmo assim não pode retornar suas atividades.

MARCOS FERNANDO SILVA REGIS

Lamentável a situação da FAMEG. Garanhuns só perdeu com a suspensão das atividades da faculdade. Os alunos das duas turmas tiveram que seguir rumos os mais diversos e a cidade ficou comendo poeira.Na época de campanhas, políticos aparecem e prometem tudo, depois a conversa é outra. Acorda Garanhuns!

Alberto Candido

Eu não consigo entender essas pe$$oas que insistem em ser do CONTRA. A FAMEG só traria coisas boas para nossa cidade e região, mas os agourentos de plantão insistem em jogar terra. Para complicar, a cidade de Garanhuns padece de politicos compromissados, sem rabos presos, que saibam honrar seu voto

Antônio Vaz Da costa Coelho

Quantas IES, migraram do sistema estadual para o federal através do edital SERES 2011? Pq so a "fameg" não esta funcionando? Realmente Magno, é um crime o que estão fazendo no caso da FAMEG. A população de Garanhuns e do agreste Meridional é quem mais perde com a falta da FAMEG.

filipe emmanuel barbosa da silva

Aí eu pergunto.. que parte deste documento emitido pelo próprio MEC o próprio MEC não entendeu? Publicou um Edital válido para todo o território nacional com oobjetivo de não cumpri-lo? Essa conta não fecha na minha cabeça!



10/08


2013

Coluna do sabadão

      Congresso não é delegacia

Não sei as razões, mas o deputado Sílvio Costa (PTB) surpreendeu, ontem, o Congresso, com a ideia de promover uma audiência pública para discutir marketing miltinível.

O nome impressiona, porque é suntuoso e flexiona bem. Parece algo que nos reporta à revolução digital que o mundo vive. Mas não tem nada disso.

Marketing miltinível, para quem não sabe, tem o mesmo sentido, na verdade, do palavrão telexfree, a pirâmide financeira que já enriqueceu alguns, enlouqueceu muitos, mas enganou a maioria que caiu no conto da carochinha.

Isso não é assunto de Congresso. É caso de polícia, de justiça, porque tem bandidagem no meio. O Congresso, que já anda com a imagem no fundo do poço, em razão de tantas aberrações protagonizadas pelos seus nobres representantes, está transformando uma comissão importante numa delegacia de polícia.

Nunca vi ideia mais maluca e inconsequente. O Congresso tem que cuidar de temáticas que preocupam a sociedade brasileira, como o sucateamento da saúde pública e das escolas, além do enorme déficit habitacional.

E não pirâmides, vergonhosamente mudado para a versão enganosa de miltinível.

Como representante de um Estado pobre como Pernambuco, o nobre deputado deveria estar com os olhos voltados para a seca, que dizima homens e animais.

Mais produtivo seria cobrar do Governo o milho que não chega aos criadores, fiscalizar os carros-pipas, que vêm distribuindo água contaminada, provocando uma epidemia de cólera no semiárido.

Telexfree é envolver o Congresso num lamaçal. Seu odor é insuportável e tem tudo a ver com trambique e safadeza.

AMIGOS PARA SEMPRE– Por não ter ido ao casamento do filho do ministro no Rio, o governador passou a impressão de que está de fato distanciado de Fernando Bezerra Coelho. Nos últimos dias, entretanto, Eduardo e Fernando andam tão afinados que já tem gente desconfiando que o ministro seja o candidato apoiado pelo governador para disputar a sua sucessão em 2014. Eduardo diz que só trata de eleição em fevereiro do ano que vem.

CBN de canal novo– A Rádio Globo Recife FM 97,1 passa a ter o direito de retransmitir a CBN na capital a partir do dia 1 de setembro depois de passar uma boa temporada sob o controle do Sistema Jornal do Commercio, de João Carlos Paes Mendonça. O chefão da nova CBN atende pelo nome de Vicente Jorge.

 

 

Salvem a FAMEG– A campanha pela reabertura da Faculdade de Medicina de Garanhuns, lançada ontem por este blog, já conta com a adesão dos políticos. O senador Armando Monteiro Neto e o prefeito daquele município, Izaías Régis, ambos do PTB, devem tratar do assunto na próxima em Brasília com o ministro da Educação, Aloísio Mercadante.

Cofres vazios– A Confederação Nacional dos Municípios vai entrar na briga pelo orçamento impositivo. Tem um levantamento mostrando a verdadeira situação das emendas que o Governo libera para os parlamentares sempre às vésperas de importantes votações no Congresso. A grande maioria não chega ao seu destino final: os municípios.

Prefeito cassado– O afastamento do prefeito de Água Preta, Eduardo Coutinho (PSB), caiu como uma bomba no município, que vive a expectativa do anúncio da data da eleição suplementar para prefeito. Os aliados do empresário Armando Souto (PDT), candidato que desponta como favorito, festejaram a degola do prefeito.  

 

CURTAS

SEM SERVIÇO– O vereador Evilásio Mateus, da bancada do PDT na Câmara de Araripina, protesta contra o precário serviço disponibilizado na internet pelo Tribunal Regional Eleitoral para agendar o recadastramento biométrico. “Em Araripina, nem 10% do eleitorado conseguiu agendar, porque o sistema é muito lento, quase parado”, reclama.

FPM GORDO– Boa notícia para os prefeitos: d acordo com o levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), a parcela do FPM de hoje sai 23,4% maior do que o mesmo período do ano passado, em valores reais. Historicamente o repasse do mês de agosto é maior do que o anterior do mês de julho.

Perguntar não ofende: Em seis meses, Dilma fez mais do que todo o mandato de FHC?

''Provérbios de Salomão: O filho sábio alegra a seu pai, mas o filho insensato é a tristeza de sua mãe''. (Provérbios 10-1)


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Comentários

milton tenorio

Votê ! Que fixação esse rapaz tem por rola...eu,hein!? Ai gosta....KKKKKKKKKKKK

Wellington Antunes

Atenção rola bostas, não adianta vir com enrolada, o caso SIEMENS foi roubo, propina, safadeza, ladroagem... que há muito tempo vinha sendo blindado por essa mídia bandida. Agora? Chupa essa rola bosta!

Diego da Silva Araújo

Creio que os assuntos, mesmo que de polícia, devem ser tratados pelo Parlamento. Não vejo nenhum impeditivo para a discussão do Marketing Multinível ou pirâmide, como queiram.

adriano da mota silveira

Armando vai ter que engolir a candidatura de Fernando Bezerra Coelho candidato a governador na chapa de Eduardo candidato ao Senado. Se Armando nao recuar, será derrotado fragorosamente

Conceição

Por que esse ex-prefeito de Água Preta ainda não tinha se afastado?



10/08


2013

Datafolha: popularidade de Dilma sobe de 30% para 36%

Após perda de 35 pontos com protestos, aprovação ao governo volta a crescer. Prestígio é maior entre os mais pobres, mas foi entre os mais ricos que a avaliação positiva cresceu mais

 Depois de uma queda de 35 pontos percentuais na aprovação de seu governo, a presidente Dilma Rousseff teve uma ligeira recuperação, segundo pesquisa Datafolha concluída ontem. O índice dos que consideram o governo ótimo ou bom subiu de 30% no final de junho, no auge dos protestos, para 36% agora. A aprovação a Dilma é maior entre os mais pobres. Entre os que ganham até dois salários mínimos, 41% aprovam o governo.

Entre os mais ricos, aqueles que ganham acima de dez salários mínimos, a aprovação tem o menor índice (29%), mas foi nessa faixa que Dilma teve o maior crescimento entre aqueles que consideram a sua gestão ótima/boa. O aumento foi de oito pontos percentuais. O ápice da aprovação de Dilma ocorreu em março, quando 65% consideravam a sua gestão ótima ou boa.

Na pesquisa deste mês, o índice dos que julgam o seu governo ruim/péssimo variou de 25% para 22% e aqueles que o consideram regular oscilou de 43% para 42%.

Há menos otimismo agora dos benefícios que os protestos podem trazer tanto para o entrevistado como para os brasileiros. No fim de junho, 65% diziam que a onda traria mais benefícios pessoais do que prejuízos; agora são 49%. Em relação aos brasileiros, o índice caiu de 67% para 52%.

NA ÁREA ECONÔMICA 

A avaliação do governo Dilma na área econômica também teve uma pequena recuperação. A aprovação subiu de 27% para 30%, um ponto acima da margem de erro do levantamento, de dois pontos percentuais.

O Datafolha mostra que estancou o movimento dos que acreditam que a inflação vai aumentar. Entre o final de junho e agosto, esse índice oscilou de 54% para 53%. O pessimismo com a inflação estava em crescimento desde dezembro do ano passado.

Há mais otimismo com o emprego, ainda de acordo com a pesquisa. Caiu cinco pontos percentuais o índice de brasileiros que dizem acreditar que o desemprego vai aumentar, de 44% para 39%.

Também houve uma queda no contingente daqueles que acham que o poder de compra dos salários vai diminuir (de 38% para 32%).

Os brasileiros são mais otimistas com a sua situação econômica do que com as expectativas para o país.

Subiu de 44% para 48% os que acreditam que sua situação vai melhorar. Já a opinião sobre a situação do país segue igual a junho (oscilou de 31% para 30%).

A pesquisa foi feita entre quarta-feira e ontem em 160 municípios do país, com 2.615 entrevistados. (Folha de S.Paulo - Mário César de Carvalho)


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Comentários

Adilson

Agora vamos esperar as análises do Prof Adriano Oliveira e do Dr Maurício Romão.

Wellington Antunes

Reunião do PSDB às margens do Rio Sena, Paris FR. Mais próximo do povo, impossível. KKKKKKKKKKK

Diego da Silva Araújo

Essa eu não entendi, deu 101%?

Adilson

Notícia de ontem no jornal da record news: PSDB se reúne para pensar estratégias. local da reunião: Margens do Rio Sena, Paris FR. Mais próximo do povo, impossível.

LUCIO ANDRE WANDERLEY CORREIA DE MELLO

DILMA, VÁ PARA O INFERNO E LEVE OS QUADRILHEIROS DO PT JUNTO COM VOCÊ (será que cabe tanto vagabundo no inferno?!!!


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