Faculdade de Medicina de Olinda 2

10/11


2019

Fernando Henrique critica polarização no Brasil

FHC critica polarização e pede foco em crescimento e emprego no Brasil. Pelo Twitter, ex-presidente disse que é preciso o surgimento de alternativas populares e progressistas no cenário político do país.

Foto: O ex-presidente criticou a polarização atual do país (Caio Guatelli/VEJA

Da Redação da Veja

 

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso usou o Twitter para criticar o aumento da polarização e pediu por “alternativas populares e progressistas” para combater o que chamou de “jogo político/pessoal”. FHC citou o cenário econômico: “Em meu tempo a questão central era a inflação; hoje é crescimento e emprego”.

Na última sexta-feira, a Justiça do Paraná libertou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) contra a prisão em segunda instância. Desde então, a polarização entre o líder do PT e o governo se acirrou ainda mais, assim como a da militância de ambos os lados.

Durante discurso no Sindicato dos Metalúrgicos no sábado, Lula atacou o presidente Jair Bolsonaro (PSL), dizendo que seu adversário político foi eleito “pra governar para o povo brasileiro e não para governar para os milicianos do Rio de Janeiro”. Lula também atacou em diversos momentos o ministro da Justiça Sergio Moro, juiz que o condenou em primeira instância pelos casos do triplex no Guarujá.

Como resposta, Moro afirmou em seu Twitter que “não responderia a “criminosos”. Já Bolsonaro disse que não vai “contemporizar com um presidiário”. “Lula está solto, mas continua com todos os crimes dele nas costas.”

Pacote anticrime

Neste domingo, Moro afirmou em suas redes sociais que a resposta ao que considera como “avanços efêmeros de criminosos” não pode ser a frustração, e sim, a reação com aprovação das Propostas de Emenda Constitucional (PECs) e do pacote anticrime.

A postagem do ministro acompanha uma foto de um outdoor da cidade de Toledo (PR), no qual está escrito que “Toledo e o Brasil apoiam o pacote do ministro Sergio Moro”.

Nesta segunda-feira, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara se reúne para discutir a PEC que torna constitucional a prisão após a condenação em segunda instância.

(Com Estadão Conteúdo)


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Prefeitura de Abreu e Lima

10/11


2019

Gustavo unifica família e é lançado pré-candidato a prefeito de Floresta

Gustavo Novaes unifica família, reúne apoios importantes e é lançado pré-candidato a prefeito de Floresta.

Com o apoio de sete vereadores, suplentes, pré-candidatos à Câmara Municipal, e tendo conseguido unificar toda a família em torno de um projeto para Floresta, Gustavo Novaes deu a largada para disputar a prefeitura do município com um ato, realizado nesse sábado (9), na cidade.

A articulação conseguiu reunir o grupo que disputou a eleição em 2016 em terceira faixa. Além dos sete parlamentares, abraçaram o projeto lideranças da família Novaes e de diversos partidos, incluindo o PT; o que dá à aliança um caráter suprapartidário e acima de questões políticas menores, sempre tendo o bem do povo florestano em primeiro lugar.

Essa união acabou deixando a ex-prefeita Rorró Maniçoba sem condições de disputar a prefeitura com a bandeira da oposição, tendo em vista que o pleito de 2020 será polarizado entre os Novaes e os Ferraz. O atual prefeito é Ricardo Ferraz.

Gustavo Novaes está animado com o desafio. O pré-candidato, que se preparou muito para ser prefeito, acredita que está chegando a hora da mudança. “Estou confiante. Floresta está passando por uma situação nunca vista. Recebo o apoio de tantas lideranças com a responsabilidade de recolocar Floresta nos trilhos, ao lado do nosso governador Paulo Câmara e do deputado Rodrigo Novaes”, pontuou.

“O grupo está fortalecido. Reunimos quem antes esteve distante: pré-candidatos, sete vereadores; todos unidos no mesmo sentimento de quem não aceita o que estão fazendo com o município. À frente disso, Gustavo, um candidato com grande aceitação popular e que representa o novo. O momento é bom. Vamos em frente”, destacou Rodrigo Novaes.


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Prefeitura de Paulista

10/11


2019

Bolívia: Evo Morales renuncia

Anúncio foi feito, em rede nacional, pela televisão. Vice-presidente, Álvaro García Linera, também deixa o cargo.

Do G1 - 

 

Evo Morales renunciou neste domingo (10) ao cargo de presidente da Bolívia, após uma escalada nas tensões no país. O anúncio foi feito em rede nacional, pela televisão.

O vice-presidente, Álvaro García Linera, também apresentou a renúncia.

Morales havia dito, mais cedo neste domingo, que convocaria novas eleições, após a Organização dos Estados Americanos, OEA, divulgar que as eleições de 20 de outubro haviam sido fraudadas.

Pouco antes da renúncia, os chefes das Forças Armadas e da Polícia, além da oposição, haviam pedido que Evo Morales deixasse o cargo para "pacificar" o país.

Nas últimas horas, ao menos três ministros também entregaram seus cargos.

Confira a íntegra da reportagem aqui: Evo Morales renuncia à presidência da Bolívia | Mundo | G1


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Prefeitura de Serra Talhada

10/11


2019

Morales recua e convoca novas eleições na Bolívia

Oposição pressiona por sua renúncia.

Foto: Arquivo/Roosewelt Pinheiro/Agência Brasil

Da IstoÉ - Por AFP

 

O presidente boliviano, Evo Morales, convocou neste domingo novas eleições, depois de que uma missão de auditoria da OEA detectou uma série de “irregularidades” nas eleições de 20 de outubro, enquanto líderes opositores voltaram a exigir sua renúncia.
Morales fez o anúncio depois de que a OEA pediu a realização de um novo pleito e a anulação das polêmicas eleições em que ele foi reeleito, como conclusão de sua auditoria.

Horas após o anúncio, o presidente da Câmara dos Deputados, Víctor Borda, renunciou ao cargo, depois de que manifestantes atacaram sua casa, no âmbito dos protestos civis que pedem a renúncia de Morales e de todos os órgãos do Estado.

“Renuncio à Câmara de Deputados (..), para preservar a integridade física de meu irmão, que foi feito de refém” durante o ataque, na cidade andina de Potosí (sudoeste), disse Borda à imprensa local.

Minutos antes, o ministro de Mineração da Bolívia, César Navarro, já havia renunciado depois que opositores queimaram sua casa, também em Potosí.

“Apresentei publicamente minha renúncia; há momentos muito duros, e é preciso preservar a família”, afirmou Navarro à imprensa, visivelmente afetado depois de que vários manifestantes, denunciou, agrediram seu sobrinho.

Em seguida, o ministro de Hidrocarbonetos da Bolívia, Luis Alberto Sánchez, também renunciou.

“O curso dos acontecimentos (de crescente violência) vai contra meus princípios pessoais, assim como meus valores espirituais e democráticos, e me impedem, portanto, de continuar na direção da pasta de Estado que dirijo”, escreveu Sánchez em uma carta enviada a Morales e postada em sua conta do Twitter.

Após o informe da OEA, Morales decidiu “convocar novas eleições nacionais que, por meio do voto, permitam ao povo boliviano eleger democraticamente novas autoridades”, disse em uma mensagem transmitida pela televisão.

Além disso, resolveu “renovar a totalidade de membros do Tribunal Supremo Eleitoral (TSE)”, como pediu a OEA.

No entanto, os principais opositores, o ex-presidente Carlos Mesa (2003-2005), que Morales derrotou no primeiro turno, e o líder regional Luis Fernando Camacho, voltaram a pedir a renúncia de Morales devido às irregularidades no processo eleitoral.

“Se lhe resta um pingo de patriotismo, (Morales) deve se afastar”, disse Mesa.

Confira a íntegra da reportagem aqui: Morales convoca novas eleições na Bolívia e oposição ...

 


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10/11


2019

Bolsonaro perto de escolher nome para novo partido

Presidente Jarir Bolsonaro tem nome predileto para seu novo partido.

Jorge William | Agência O Globo
O Globo - Coluna de Lauro de Jardim 
Por Gabriel Mascarenhas 

 

Já repousa sobre a mesa de Jair Bolsonaro parte dos documentos exigidos para se fundar um partido e giram em sua cabeça possíveis nomes da legenda.

Primeiro, o capitão sugeriu "Partido da Defesa Nacional". Os aliados detestaram. Agora, seu preferido é "Aliança". O nome, aliás, remete, não se sabe se propositalmente, à extinta Aliança Renovadora Nacional, Arena, o partido de sustentação da ditadura.

A criação de uma sigla passou a entusiasmar Bolsonaro depois de ele ouvir de um ex-ministro do TSE que, se mais da metade dos deputados do PSL migrarem para a nova legenda, há chance de levarem consigo o fundo partidário que torna Luciano Bivar um homem tão poderoso. 


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Comentários

Fernandes

Pega fogo, cabaré! A deputada federal Joice Hasellmann (PSL-SP), ex-líder do governo Bolsonaro no Congresso, promete causar polêmica em seu depoimento na CPMI das Fake News. A fala de Joice está marcada para esta semana. Segundo a coluna de Lauro Jardim no jornal O Globo, a deputada reuniu perfis falsos usados pelos bolsonaristas para espalhar fake news e vai pedir a quebra do sigilo de vários endereços de IP. Para Joice, a ideia é provar que há pessoas dentro do Palácio do Planalto comandando ações fraudulentas. Ainda segundo a coluna, Bolsonaro tem mandado recados a Joice, dizendo que, apesar de tudo, \"gosta muito dela\". Interlocutores do presidente, no entanto, entendem que o \"capitão\" está preocupado com o depoimento.


Prefeitura de Limoeiro

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2019

Deputado aliado de Bolsonaro ataca ministros do STF

General ligado a Bolsonaro ataca ministros do STF: “Vossas Excrescências”. Deputado e militar, general Girão volta a criticar o STF, agora pela decisão sobre Lula.

General Girão (Câmara dos Deputados/Reprodução)

Veja - Rdar de Robson Bonin
Por Evandro Éboli


A orientação de Jair Bolsonaro para evitar ataques aos ministros do STF pela decisão da soltura do ex-presidente Lula não tem encontrado eco nem na caserna.

Autor de ataques desmedidos ao Supremo em outros momentos, o general e deputado federal Elieser Girão Monteiro, o General Girão, voltou à carga contra os ministros.

E pesou a mão de novo.

Os chamou em suas redes, por terem soltados Lula, de “vossas excrescências”.

Veja direto do post do general-deputado.


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Capacitação de Candidatos

10/11


2019

Navios da Marinha chegam a PE para o combate ao óleo

Navios da Marinha chegam a Suape para reforçar o combate ao óleo que atinge o litoral. Fuzileiros integram a operação 'Amazônia Azul, Mar Limpo é Vida', que monta base em Pernambuco a partir desse domingo (10). Embarcações são as duas maiores da Marinha.

Por G1 PE e TV Globo

 

Os dois maiores navios da Marinha do Brasil chegaram, nesse domingo (10), ao Porto de Suape, no Grande Recife, para reforçar o combate ao vazamento de óleo no Nordeste. Uma das bases da operação "Amazônia Azul, Mar Limpo é Vida" fica em Suape. A partir do estado, as tropas, veículos e helicópteros que chegaram com as embarcações serão distribuídos pela costa nordestina.

"Uma das bases vai ficar aqui [em Suape], mas vamos levar não só os navios, como tropas e veículos, para outros locais como Fortaleza, Salvador, Ilhéus, que fica perto do Parque de Abrolhos, ou seja, vamos espalhar ao longo da costa do Norte e Nordeste", afirmou o almirante José Cunha.

Além de Suape, o almirante afirmou que uma base será montada em Tamandaré, no Litoral Sul, de ondem devem sair equipes para atuar no estado vizinho, Alagoas. Cerca de 700 fuzileiros navais vieram com os dois navios.

As duas embarcações, o navio-doca multipropósito (NDM) Bahia e o porta-helicópteros multipropósito (PHM) Atlântico, deixaram o Rio de Janeiro no dia 4 de novembro. O óleo já atingiu 427 localidades, segundo o mais recente balanço do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), divulgado na sexta-feira (8).

Confira a íntegra da reportagem aqui: Navios da Marinha chegam a Suape para reforçar o combate ...


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Magno coloca pimenta folha

10/11


2019

Ala militar recebe com preocupação "novo Heleno"

"Novo" Heleno surpreende ala militar. Oficiais-generais da ativa e da reserva receberam com preocupação o comportamento do companheiro, que é querido e respeitado na área. 

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Da IstoÉ - Do Estadão Conteúdo

 

O general reformado do Exército Augusto Heleno Ribeiro, de 72 anos, deixou de vez no cabide a farda de militar de bastidor. Na semana passada, seu estilo político agressivo ficou mais em evidência e Heleno virou figura em ascensão do bolsonarismo nas redes sociais. A nova postura do ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) surpreendeu antigos companheiros de quartel, que sempre o consideraram um nome da estratégia, do consenso e da moderação.

Ao aparecer ao lado do então candidato à Presidência Jair Bolsonaro, em 2018, Heleno ajudou a vencer a resistência ao nome do ex-capitão nas Forças Armadas. Os oficiais refratários a Bolsonaro avaliaram que o general poderia segurar possíveis rompantes do presidente.

Nos últimos dias, porém, Heleno passou a ocupar a linha de frente da guerra contra a imprensa e a esquerda, alimentada pelo bolsonarismo. O último embate o deixou exposto a críticas, inclusive da caserna. No último dia 31, em entrevista ao Estado, o general comentou a defesa feita pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente, de um “novo AI-5” para conter eventuais distúrbios de rua. As declarações levaram Heleno a ter que se explicar na Câmara.

Decretado em 13 de dezembro de 1968, o Ato Inconstitucional n.º 5 foi a mais dura medida da ditadura militar (1964-1985). Autorizava o chefe do Executivo, sem apreciação judicial, a fechar o Congresso, intervir nos Estados e municípios, cassar mandatos de parlamentares, retirar direitos políticos de qualquer cidadão e suspender a garantia de direitos como o habeas corpus.

Heleno teve de se explicar. Na Câmara, disse que jamais pensou em resgatar o AI-5, mas adotou um tom agressivo com deputados da oposição em audiência na Comissão de Integração Nacional e partiu para ataques nas mídias sociais. Criticado pela atitude radical, Heleno não recebeu apoio público de nenhum nome de destaque das Forças Armadas, nem do presidente.

No Planalto há quem diga que sua postura está relacionada à sobrevivência política em um governo com alto grau de belicosidade. Foi isso que levou o ministro do GSI a se reinventar, mais uma vez.

Oficiais-generais da ativa e da reserva receberam com preocupação o comportamento do companheiro, que é querido e respeitado na área. Consideram que Heleno “exagerou” e “perdeu o tom” ao partir para o enfrentamento político, ao estilo dos filhos do presidente. A avaliação é a de que o ministro foi “engolido” pela guerra palaciana ao se associar à militância, e dá sinais de esgotamento na missão de seguir cada passo de Bolsonaro. A sugestão é que ele deveria se preservar em nome da biografia.

Na redemocratização, Heleno construiu um perfil de general de boa relação com a imprensa. Ao comandar o Centro de Comunicação do Exército, foi reconhecido pela melhoria da imagem do Exército, afetada pelo período militar. O general soube usar a mídia a favor da Força Terrestre, abrindo os quartéis e mostrando o trabalho para o público externo, aproximando-a da sociedade. Repetiu o gesto quando foi comandante militar da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah) e chefiou o Comando Militar da Amazônia. Foi na Amazônia que Heleno entrou em confronto com a esquerda. Ele classificou a política indigenista do governo de Luiz Inácio Lula da Silva como “lamentável, para não dizer caótica”.

Confronto

Até o meio do ano, Heleno usava pouco as mídias sociais. Em agosto, abriu conta no Twitter. Já alcançou 230 mil seguidores, 20 mil a mais que o guru bolsonarista Olavo de Carvalho, que tem 210 mil, e quase empatando com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). O deputado tem 234 mil seguidores.

Após declaração sobre o AI-5, Heleno foi chamado por Maia de “auxiliar do radicalismo do Olavo”. Em reação, o general subiu o tom nas postagens contra a imprensa.

Também durante a audiência na Câmara, na semana passada, Heleno teve de responder por outro momento vivido no centro do poder. Em 1977, o capitão recém-promovido assumiu a função de ajudante de ordens do então ministro do Exército, Sylvio Frota, período que marcou sua vida.

Defensor fervoroso dos ideais do regime, Frota discordava da distensão proposta pelo presidente Ernesto Geisel, a quem sonhava suceder. Acabou demitido em 12 de outubro de 1977. O grupo de Frota ensaiou um levante. Mais de cem oficiais foram exonerados e transferidos para quartéis distantes de Brasília. Heleno sempre minimizou sua participação no episódio, que já classificou como “irrelevante”. Lembra que tinha apenas 30 anos na época. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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