FMO

19/12


2010

Chávez barra entrada de embaixador americano na Venezuela

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, afirmou no sábado que não permitirá a entrada no país do embaixador designado pelos Estados Unidos, Larry Palmer, que voltou a acusar de ''desrespeitar'' seu governo. ''O senhor Palmer aqui não entra'', afirmou Chávez em uma reunião do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), que ele preside, transmitida pelo canal estatal VTV. ''Se vier será preciso agarrá-lo em (o aeroporto internacional de) Maiquetía. (Chanceler) Nicolás (Maduro), dê um café em meu nome e ao, mesmo tempo, bye bye, não pode entrar neste país'', completou Chávez.

O presidente venezuelano afirmou que já comunicou por escrito ao governo dos Estados Unidos a posição de Caracas. ''Nós dissemos que não venha, não se pôs a dizer o que disse à vontade lá (nos Estados Unidos), desrespeitando a Venezuela, um grupo de dignos generais, o governo, a Constituição. Como vai ser embaixador? Ele mesmo se desabilitou'', declarou.

''Nós dissemos que não venha, não se pôs a dizer o que disse à vontade lá (nos Estados Unidos), desrespeitando a Venezuela, um grupo de dignos generais, o governo, a Constituição. Como vai ser embaixador? Ele mesmo se desabilitou'', declarou. Chávez fazia referência às respostas de Palmer a um questionário durante o processo de ratificação no Senado, nas quais afirmou que na Venezuela existe presença das guerrilhas colombianas e que as Forças Armadas sofrem influência cubana e têm moral baixo.  (Agência AFP)


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uilma

outro comentário invejoso,sobre minha pessoa.já expliquei:moro na holanda,faço uns programas extras,sou casada com um militar holandes reformado. que gente invejosa.tenho lá culpa de ser morena,bonita e gostosa.kkkkkkkk

Adilson

Suponho que Uilma é um disfarce.

uilma

Ah! muleque.


Governo de PE

19/12


2010

Estado de Minas só admitirá servidor com Ficha Limpa

 Assembleia Legislativa de Minas Gerais aprovou uma emenda à Constituição Mineira determinando que o governo do estado nomeie para cargos públicos na próxima administração apenas pessoas com ficha limpa. De autoria de um grupo de parlamentares governistas e também da oposição, o projeto contou com o voto favorável de 63 dos 77 deputados mineiros e nenhum contra. De acordo com O Globo, a nova legislação depende da sanção do governador Antonio Anastasia (PSDB) para entrar em vigor.


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milton tenorio

Bela atitude.....


Prefeitura de Paulista

19/12


2010

Justiça de AL indicia juiz envolvido com prostituição infantil

 Quatro pessoas foram indiciadas e tiveram o pedido de prisão decretado pela Justiça de Alagoas suspeitas de integrar uma rede de prostituição infantil que age no município de União dos Palmares. Um juiz de Direito também estaria envolvido com o grupo.O dono de um bar e três supostas cafetinas são acusados de "leiloar" a virgindade de pelo menos duas menores de idade, entre elas uma menina de 12 anos, dentro do estabelecimento comercial.

O caso foi descoberto pela polícia de União dos Palmares no último dia 9. O delegado Cícero Lima flagrou duas menores participando de uma festa dentro do Bar do Queijo, de propriedade de Nelson Tenório Cavalcante. De acordo com O Globo, no local, além do "leilão", seriam realizados o concurso do bumbum mais bonito, rifas para sexo oral e stripteases de adolescentes.


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uilma

que é isso,genérica?o senhor nao permite esse tipo de palavreado.lê a biblia,mulher.te orienta,infeliz.

uilma

Eu tenho nojo de pedofilo, para mim pedofilo tinha que ser castrado preso e jogado a chave no mar.


Prefeitura de Ipojuca

19/12


2010

Dinheiro limpo

 Este colunista acha que deputados, senadores, ministros e presidente da República devem ganhar muito bem; pelo menos o que lhes pagaria uma empresa privada. Seu trabalho é importante e o país é maior do que qualquer empresa. Mas que haja eficiência. Nenhuma empresa, por exemplo, tem um conselho com 594 pessoas - o tamanho de nosso Congresso. Nenhuma empresa dá a seus conselheiros gabinetes exclusivos, com várias salas, farto funcionalismo, abundância de passagens aéreas, apartamentos funcionais ou hospedagem permanente em hotéis de luxo. Numa empresa se trabalha cinco dias por semana, não dois ou, no máximo, três; uma empresa dá bônus aos executivos (não as conselheiros), mas dependendo dos resultados. Se é para pendurar multidões nas tetas públicas, não há como pagar esses salários monumentais sem atrapalhar o país. Mas quem é que aceita reduzir o tamanho das multidões, pagando mais a quem sobrar?                                  (Coluna Carlos Brickmann)


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Mariza dos Santos Fernandes

Isso se dar por que quem paga a conta é o povo.

Mirtes Oliveira

Parabéns, Magno, por manifestar sua opinião com raciocínio tão lógico. Resta-nos repudiar essa agressão e pedir a Deus iluminação para "eles" e para nós, bravo povo brasileiro, que elege e reelege esses insensatos cidadãos.



19/12


2010

PF vê Banco Panamericano como organização criminosa

 Envolto em um rombo de R$ 2,5 bilhões, o Banco PanAmericano teria sido classificado como uma ''verdadeira organização criminosa voltada para a prática de crimes contra o sistema financeiro nacional'' pela Polícia Federal (PF), segundo o jornal O Estado de S. Paulo deste domingo. A PF teria apurado que a cúpula do braço financeiro do Grupo Sílvio Santos teria participado da arquitetura e execução de uma fraude, seguida do compartilhamento do montante obtido com esta.

De acordo com a Polícia, as fraudes nas operações do PanAmericano não foram notadas pelos dirigentes por má fé, justamente para desviarem dinheiro. A destituição de sete diretores da companhia em novembro reforça a tese das autoridades. A PF investiga o Banco PanAmericano em três artigos da lei de crimes contra o sistema financeiro, que incluem os delitos de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, gestão temerária e fraudulenta, falsidade contábil e indução do investidor ao erro, que culminariam no rombo de R$ 2,5 bilhões no caixa da empresa.


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uilma

PERGUNTA A LULA.

Raimundo Eleno dos Santos

Silvio Santos vai fazer companhia a Cacciola? Responda o Ministério Público Federal!


Prefeitura de Abreu e lima

19/12


2010

''''Se houver dificuldades, e ele for a solução, Lula pode voltar''''

Diana Fernandes e Chico de Gois (O Globo)

Numa sala quase colada à do presidente Lula, no terceiro andar do Palácio do Planalto, o petista paulista Gilberto Carvalho presenciou, nos últimos oito anos, os piores e os melhores momentos do governo. Viu de tudo um pouco e levou as maiores broncas de Lula, o amigo que o chama carinhosamente de Gilbertinho. Amigo que Gilberto conhece tanto e tão bem que arrisca afirmar: '' Se houver dificuldades, e ele for a solução para a gente ter uma vitória (em 2014), ele pode voltar''. Em janeiro, Gilberto troca de sala. Ficará mais distante do gabinete presidencial, mas nem por isso terá mais tranquilidade. Petistas brincam que ele será ''o olho'' de Lula na casa de Dilma. Com calma e tranquilidade típicas de ex-seminarista, diz que, como secretário-geral da Presidência, será apenas ''o olho de Dilma nos movimentos sociais''. Nesta entrevista ao GLOBO, concedida quinta-feira à tarde em seu gabinete, confessa que, no auge do mensalão, foram muitos os dias em que se achava por ali que Lula não terminaria o mandato. E diz também que 2014 está aberto para Lula: dependerá da gestão de Dilma.

O que muda na rotina do Planalto com a saída de Lula e a chegada de Dilma Rousseff? GILBERTO CARVALHO: A gente vai perder a coisa muito espontânea, calorosa do presidente. Ele, o tempo todo, até quando dá broncas - e não são poucas nem fáceis -, em seguida faz uma brincadeira, uma gozação.

O senhor levou muitas broncas? GILBERTO:
Muitas. Uma vez, no primeiro mandato, estava com um grupo de ministros na sala. Eu havia preparado a agenda do dia seguinte. Ele tinha pedido para colocar (uma audiência) na parte da manhã, mas joguei para a tarde e precisava mostrar a ele. Ele me deu um grito fora do tom na frente dos ministros. Devia estar com outra coisa na cabeça. Falou uma barbaridade: ''isso é uma incompetência. Não é possível que você não aprenda''. Fiquei emputecido. E pensei: ''Eu te pego''. Mas não podia reagir ali, na frente dos ministros.

E ficou por isso mesmo? GILBERTO:
No dia seguinte, quando estava terminando o dia, antes que eu falasse, ele disse: ''Ontem fui para casa e não consegui dormir. Marisa perguntou o que eu tinha e eu disse que tinha sido meio grosso com você. Falei para ela que não tinha sido legal. Ela perguntou se eu ia pedir desculpa. Ah, pedir desculpa p... nenhuma. Vá à m...'' Foi a forma de ele pedir desculpa.

Com Dilma será diferente, não é? GILBERTO:
Tenho ligação muito legal com Dilma. Quando ela me chamou, ela disse: ''A gente se conhece há oito anos, você confia em mim e eu, em você, e quero que você esteja ao meu lado, dizendo as verdades, me ajudando a enxergar as coisas''. Ao contrário do que pode parecer, ela tem enorme sensibilidade para arte, música...

E para pessoas, também? GILBERTO:
Com as pessoas também. Mas ela tem um trato muito objetivo da coisa. Ela é mais direta.

E com os políticos? Parece que não tem muito jeito.

GILBERTO: A Dilma tem uma incrível capacidade de aprendizado. Se você pensar que é uma pessoa que nunca tinha sido candidata e, de repente, ter nos ombros uma candidatura à Presidência da República, e com a obrigação de ganhar, é uma carga muito grande. E ela era subestimada. Sentar naquela cadeira traz um peso e uma responsabilidade. Ela vai continuar, com os mais próximos, dando broncas, como ele também fazia. Para algum lado, o cara tem de explodir.

Na sua opinião, a presidente eleita vai tentar uma aproximação maior com o povo? Lula diz que é isso que o fortalece. Ou será mais voltada para a gestão? GILBERTO:
Ela vai dar muita importância para a gestão, porque Dilma vai aos detalhes. Ela descentraliza, mas cuida muito das coisas. Agora, não vai se descuidar deste lado (buscar contato com o povo). Ela me disse que sabe que os movimentos sociais, para ela, serão mais importantes do que foram para o Lula. Com o Lula era uma coisa natural.

O senhor terá papel de interlocução da presidente com o PT?

GILBERTO: Sem dúvida. Tenho consciência disso. Não exclusivamente eu, porque temos muitos petistas no governo. Mas devo ter uma atenção especial nisso, nessa relação com o partido. Mas vocês podem notar que ela foi muito bem assimilada pelo PT.

E a presença do José Dirceu? O que achou de ele ter dito que nunca havia saído do Palácio? GILBERTO:
Não entendi o que ele quis dizer. Ele nunca mais foi visto aqui. O Zé teve alguns contatos esporádicos com o presidente. Nunca aqui no Palácio. Tive contatos com ele de vez em quando. A gente é amigo. O Zé é um cara que contribui. É um grande formulador. Ele tem seus problemas, mas não seria inteligente o partido deixar um quadro como esse solto.

Mas, no governo Dilma, ele pode ajudá-la? GILBERTO:
O Zé está absolutamente centrado no processo dele. Toda ação dele é precedida da lógica de trabalhar pela absolvição (no STF, no processo do mensalão). Vai ser semelhante ao que foi no governo Lula. De vez em quando vai conversar com a Dilma, dar um pitaco aqui, outro lá.

No governo do Lula, a relação dele com a imprensa foi quase um caso de amor e ódio. Como o senhor acha que vai ser com Dilma? GILBERTO:
Acho que, como ela vai ter menos rompantes que o presidente, essas fases serão menos evidentes. Nesta história tem uma coisa que é do jogo: nunca o governo vai estar satisfeito com a imprensa, e vice-versa. Porque é da tensão natural das coisas. Mas não me lembro de um único fato de ameaça à liberdade de imprensa neste governo. O que ele (Lula) se deu o direito? De criticar a imprensa. E toda vez que ele faz uma crítica, vira chavismo. Com Dilma, ela terá uma leveza em relação a isso.

E a regulação da mídia? GILBERTO:
Isso terá continuidade, mas não será feito com um decreto. Nada que ameace a liberdade de imprensa. Não terá controle de conteúdo. Isso vai passar pelo Congresso, vai ter muito debate, audiência pública.

O que mais marcou os oito anos de governo, para o bem e o mal?

GILBERTO: O que deixa a gente orgulhoso é uma coisa mais espiritual que material. É a mudança na autoestima do povo. Hoje, as pessoas se identificam mais como brasileiros, têm mais crença no país e em si mesmas. Ela foi costurada a partir de uma série de elementos. Um deles foi ter um presidente com a cara das pessoas do povo. Outro foi a mudança real na distribuição da renda, a questão da ascensão. A política externa. E mais uma coisa: a abertura do Planalto para todos os segmentos da sociedade.

Onde erraram, fizeram menos? GILBERTO:
As falhas foram muitas. Não conseguimos mudar o modelo de gestão do Estado. Não conseguimos inovar suficientemente na modernização da máquina e ganhar eficiência. Na corrupção, apesar de todo o nosso esforço - a Polícia Federal entrou aqui no Palácio, pela primeira fez, fiscalizou os nossos, coisa que antes não fazia. Apesar disso, há uma frustração de ver que a cultura da corrupção continua. No nosso governo, os elementos da corrupção ficaram mais expostos, coisa que antes estava debaixo do tapete. E não dá para não mencionar o assim chamado mensalão.

Lula disse que vai se dedicar a desmontar ''a farsa do mensalão''... GILBERTO:
A insurgência do Lula sobre isso se dá mais sobre essa pecha de que o governo dele precisou comprar deputados para votarem a favor. Ele rejeita isso. O que houve foi um erro da tesouraria do PT em transformar os bancos BMG e Rural na tesouraria do partido.

Vocês achavam na época que o presidente tinha chance de se reeleger? GILBERTO:
Houve muitos momentos em que a gente nem sabia se chegava ao final do governo. Houve dois dias em que as coisas foram muito difíceis. Um deles foi o depoimento do Duda Mendonça. Dava a impressão de que, de fato, o impeachment estava muito vizinho. Outro foi o famoso dia dos dólares na cueca. Aquele dia deu a impressão de que a gente não sabia o que mais podia ocorrer.

Como Lula reagiu no dia dos dólares na cueca? GILBERTO:
Ele cobriu o rosto com as mãos, me lembro bem. E dizíamos: ''Aonde esse pessoal doido vai nos levar?''. Mas ele aguentava a pancada toda e ainda consolava os aflitos.

Em algum momento ele pensou em jogar a toalha? GILBERTO:
Ele foi muito forte. Quando teve aquela famosa conversa - e os personagens todos negam hoje (um deles o ex-ministro Márcio Thomaz Bastos) - em que disseram que era melhor ele fazer um acordo com a oposição e não tentar a reeleição, para terminar o mandato... Ele não deu resposta. Eu soube no dia seguinte, quando ele me contou: ''Fico pensando que essas pessoas não têm noção da minha ligação com o povo. Não tem hipótese de isso acontecer. E eu vou ganhar esta eleição dos caras.'' Eu mesmo tinha muitas dúvidas.

E qual foi o momento que deixou Lula mais feliz? GILBERTO:
É difícil pontuar. A cabeça do Lula, o lado bom, funciona muito em função das boas notícias. Por exemplo: divulgação do Caged. Toda vez que vem notícia de que aumentou o emprego, ele fica feliz. Quando vêm notícias de apoio popular, o bicho veio fica feliz. Também tem muito orgulho da política externa.

Mas a posição do Brasil em relação aos direitos humanos não é bem vista lá fora. A própria Dilma disse que discorda de decisões nessa área. GILBERTO:
Não é que ele não concorde que os direitos humanos são importantes. Claro que ele sabe. Mas ele sabe da complexidade. Sabe o que está em jogo quando se toma uma decisão dessas. A política externa tem muito de xadrez e bilhar. Você bate aqui para reverberar lá, faz concessões às vezes para poder conquistar outro objetivo lá na frente.

A candidatura da Dilma foi uma teimosia dele, para provar ''olha como eu sou bom''? GILBERTO:
Eu avalio que foi uma enorme teimosia dele, sob, inclusive, a descrença de muita gente aqui dentro do Palácio, que não sabia se seria possível fazer da Dilma uma pessoa com viabilidade eleitoral. Alguns até diziam que ele escolheu a Dilma porque, se perdesse, não perderia nada. Mas não era assim. Ele falava que íamos ganhar.

O senhor acha que ele volta em 2014? GILBERTO:
Eu acho que essa é uma questão muito aberta na cabeça dele. A minha opinião é que ele vai ficar olhando a conjuntura. Num cenário de a Dilma fazer um governo bom, é evidente que ela vai à reeleição. Se houver dificuldades, e ele for a solução para a gente ter uma vitória, ele pode voltar. Isso não é um dogma para ele.

Não seria um risco grande depois de sair com a popularidade recorde? GILBERTO:
Seria. Mas ele voltaria numa situação muito favorável. Ou muito necessária.

Como será o futuro de Lula? O instituto que ele quer criar?

GILBERTO: Ele pretende fazer um centro memorial, não mais com coisa dele, mas vinculada a uma universidade, provavelmente vinculada à Federal do ABC. E também tratar dos projetos voltados para a África. Mas nada de cargo em organismo internacional. Ele não vai ficar amarrado a nada.


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Julio Povoas de Arruda Miranda

"Autoridades sempre se irritam com a imprensa. Autoridades gostam de elogios, não de notícias" (Miro Teixeira, deputado federal pelo PDT e ex-ministro das Comunicações do governo petista, em entrevista ao jornal O Globo). Com o futuro ex-presidente Lula não é diferente.

Mirtes Oliveira

Só rezando e muito... mas creio que Deus é mais!

uilma

COMO SERÁ O FUTURO? PERGUNTE A JAVÉ QUE ELE SABE.


Prefeitura de Serra Talhada

19/12


2010

Saldo favorável

EDITORIAL - Folha de S.Paulo

 Prestes a encerrar seus oito anos de mandato, o presidente Lula apresentou quarta-feira um extenso balanço da gestão. Como era de esperar, o relato contém abundantes autoelogios, algumas fantasias e nenhuma autocrítica. No entanto, ao observador isento o exame dos resultados durante os dois governos consecutivos indica um saldo muito favorável. Político intuitivo, Lula descartou a tentação do manejo demagógico da economia. Manteve a política econômica responsável iniciada por seu antecessor e colheu os frutos dessa sábia decisão.

No período, a economia cresceu 37,3% (média anual de 4%). As exportações do país mais do que triplicaram. A inflação caiu de 12,5% para 5,6% ao ano. A taxa básica de juros reais também cedeu, de 15% para 6%. O desemprego foi reduzido pela metade. A dívida externa foi paga.

Seu governo foi beneficiado, é verdade, por um contexto internacional favorável. Apesar da crise financeira de 2009, o formidável dinamismo da China puxou o crescimento das principais economias emergentes, que nestes oito anos se expandiram até mais do que o Brasil.

Ainda assim notável, o progresso obtido não é imune a críticas. Lula não soube aproveitar a imensa popularidade acumulada para promover reformas que tornassem a economia mais competitiva e o Estado mais eficiente. Impondo à sociedade uma carga tributária superior a um terço do Produto Interno Bruto, o Estado presta serviços em educação, saúde e infraestrutura que, apesar de avanços, continuam a ostentar má qualidade. Houve uma incrustação maciça de militantes na máquina federal, bastando ressaltar nesse sentido que os cargos de confiança aumentaram 50%.

Quanto aos costumes políticos, o desempenho foi deplorável. Para garantir hegemonia no Congresso, o governo utilizou expedientes escusos sob evidente beneplácito presidencial. O mais notório dos escândalos, o mensalão -- revelado pela Folha em junho de 2005 --, foi a ponta visível de um iceberg de ilegalidades impunes.

A política externa foi orientada pelo elogiável intento de ampliar a autonomia do país e sua influência no mundo. Sua consecução, porém, pecou por desnecessária proximidade com autocracias como Cuba e Irã e pela complacência para com outros violadores de direitos humanos.

Tais ressalvas não empanam o maior êxito do governo Lula, expresso numa relevante melhora nas condições de vida dos mais pobres. Isso deveu-se ao próprio crescimento econômico, mas também à expansão dos programas de transferência de renda, do crédito popular e do aumento real no salário mínimo. Em resultado, o estrato mais carente da população, aquele que recebe até R$ 140 mensais per capita, diminuiu de 33,3% do total em 2001 para 15,5% em 2008.

Apesar das ressalvas, o presidente Lula deixa o governo como estadista democrático que honrou boa parte dos compromissos assumidos numa trajetória épica.


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Inaldo Nogueira

MAGNO, OS NOSSOS GOVERNANANTES NUNCA PENSARAM UM BRASIL GRANDE. A NOSSA INFRAESTRUTURA QUE O DIGA. QUANDO VEJO O TRÁFEGO EM RECIFE, FICO IMAGINANDO O QUANTO É IMPOSSÍVEL O CRESCIMENTO. O GOVERNO TEM DOIS DISPOSITIVOS PRA IMPEDIR O TRÁFEGO CAÓTICO. TAXAR CARROS E COMBUSTÍVEL.

Inaldo Nogueira

A DÍVIDA EXTERNA NÃO FOI PAGA, OS CREDORES É QUE MUDARAM DE NOME, NÃO SÃO MAIS ESTRANGEIROS E SIM BRASILEIROS.

uilma

Quem chama esse cidadão lula de estadista é porque não conhece o significado do termo. Lula é só um demagogo espertalhão, uma pessoa desonesta que tem na habilidade de mentir seu principal talento. Seu comportamento arrogante revela o seu despero e quão longe está de ser um estadista.

uilma

PAGOU A DÍVIDA EXTERNA FOI PAGA. MAS ALMENTOU A D''VIDA INTERNA. JÁ ESTA PERTO DE 2 TRILHÕES. DEIXOU ESSA HERANÇA PARA OS BRASUCAS. ISSO QUE É GOVERNO BOMKKKKKKKKKKKKKKK


Prefeitura de Limoeiro

19/12


2010

Ibope: aprovação a Eduardo supera a de Lula

Marisa Gibson - Coluna Diario Político
 
 Mais do que Lula - O governador Eduardo Campos tem 93% de aprovação do seu governo, segundo pesquisa do Palácio das Princesas, um índice superior ao alcançado pelo presidente Lula, que é de 87% (CNI/Ibope). Não é nehuma disputa, mas os olhos do governador faíscam de satisfação. A pesquisa aponta também que 83% dos entrevistados consideram o governo Eduardo bom e ótimo. E é com esse respaldo que o governador faz um balanço dos quatro anos de sua gestão, esmiuçando todos os detalhes e sem querer fixar metas específicas para o segundo mandato. Ele quer ampliar as conquistas do primeiro governo, que passa necessariamente pela consolidação da reindustrialização do estado e das políticas públicas. Depois disso, vem a grande interrogação sobre seu futuro após 2014.
 
Ele promete ficar no governo até o último dia. Isso significa que, sem mandato depois de deixar o Palácio das Princesas, Eduardo poderá se dedicar ao fortalecimento do partido que preside, o PSB, de ponta a ponta do país. Se isso acontecer, estará dando o grito de independência em relação aos grandes partidos que estão no poder - o PT e o PMDB - que não vão abrir espaço para ele nem hoje, nem amanhã, nem em 2014. É claro que ainda tem muito chão pela frente e tudo pode mudar, mas também é certo que Dilma e Lula estão no tabuleiro da sucessão presidencial de 2014. Diante desta perspectiva, é possível que Eduardo esteja acalentando um projeto nacional de médio prazo - 2018.


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Julio Povoas de Arruda Miranda

Parabéns governador pela instalação das grandes fábricas em Pernambuco com isenção total de impostos por vários anos, enquanto o seu partido, o PSB, defende a volta da CPMF porque os brasileiros pagam poucos tributos.

Mariza dos Santos Fernandes

Parabéns governador, por mais uma grande fabrica a ser instalada no Pernambuco para geração de emprego e desenvolvimento para a região.

Mariza dos Santos Fernandes

Reconheço que Eduardo Campos vem governado para todo o Pernambuco. Nos das cidades do interior fomos esquecida pelos governos anteriores. Agradeço e peço que firme mais uma vez o compromisso com Petrolina e toda a Região. Obrigada

uilma

engraçado,a pesquiza foi realizada pelo palácio do governo.parece até concurso dos tribunais.kkkkkkk nunca antes nesse blog,se mentiu tanto.kkkkkkk

uilma

esse pobre diabo,tem marcaçao comigo. nao tenho culpa de morar no primeiro mundo,viajar na TAP e AIR FRANCE de primeira classe,visitar museus,etc.agora,quem é do sus,assalariado,anda em onibus velho,nao é problema meu.kkkkk xauzinho,querido.kkkkkkkkkkk


Banner de Arcoverde

19/12


2010

Raul Castro quer que Cuba corrija erros do passado

 Em discurso de mais de duas horas, neste sábado, na Assembleia Nacional de Cuba, o presidente Raúl Castro disse que ''é preciso que o país e os seus dirigentes corrijam os erros cometidos, caso contrário, a Revolução e o esforço de gerações inteiras terá sido em vão''.

Raúl criticou a má interpretação do socialismo e disse que será mais exigente com os dirigentes, visando as reformas em andamento, principalmente na economia, em Cuba. Segundo o presidente, muito dos problemas que os cubanos enfrentam hoje começaram com as medidas de distribuição que implantaram o igualitarismo.

Ele ainda instou os dirigentes a deixarem de lado as mentiras, e afirmou que os mentirosos devem ser removidos definitivamente e não temporariamente dos cargos que ocupam, inclusive das fileiras do Partido Comunista. 


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uilma

FALA ISSO PRA LULA QUE MENTIROSOS PRECISAM SER REMOVIDOS.KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK. LULA É UM PINOQUIOKKKKKKKKKKKKK. SÓ QUEM ACREDITA NELE É MILITONTOS DOS PETRALHASKKKKKKKKKKKK. ISSO É PORQUE TÁ COMEDO JUNTO COM ELEKKKKKKKKK.



19/12


2010

Agência ligada ao PT vende pacotes para a posse de Dilma

 Uma agência de viagens de São Paulo ligada ao PT está vendendo pacotes de viagem, de R$ 456 a R$ 497, para a militância petista assistir à posse da presidente eleita, Dilma Rousseff, no próximo dia 1º, em Brasília. A empresa Arara Azul calcula que levará de avião a Brasília apenas 70 simpatizantes da apadrinhada de Lula. Bem menos que os 377 que viajaram de ônibus pela empresa em 2003, na primeira posse de Lula. Filiados de todo o Estado receberam e-mail com orientações do secretário de Movimentos Populares do PT, Wellington Diniz Monteiro, para recorrer à Arara Azul.

"É a agência de uma companheira ligada ao PT. Quem tiver interesse, [tem de] entrar em contato com a agência e se identificar dizendo que foi indicado pela Secretaria de Movimentos Populares", diz o e-mail. O pacote oferecido inclui passagens aéreas (ida e volta) de São Paulo a Brasília, uma noite de hospedagem com café da manhã, roteiro do evento e orientação de guias na capital nacional.(Folha de S.Paulo)


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uilma

SAIA O PINÓQUIO E ENTRA A MADAME MIN.KKKKKKKKKK. O BRASUCA TÁ FERRADO.



19/12


2010

Um Brasil amedrontado

Carta Capital

 Quase metade da população se sente insegura na cidade onde vive. Essa é uma das constatações da pesquisa “Caracterização da vitimização e do acesso à Justiça”, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na quarta-feira 15. São mais de 76,4 milhões de brasileiros (47,2% do total) que vivem com medo. Um em cada cinco entrevistados afirmou não se sentir seguro nem mesmo em casa. No próprio bairro, o sentimento de insegurança atinge 32,9% dos habitantes.

Motivos para justificar o temor não faltam. Ao menos 11,9 milhões de brasileiros foram roubados ou furtados no último ano. O total corresponde a 7,3% da população com mais de 10 anos. A pesquisa revela ainda o descrédito das forças de segurança pública. Somente 48,4% das vítimas de roubo e 37,7% dos alvos de furtos recorreram à polícia. Entre as razões mais citadas para não registrar queixas estão a ausência de provas e a percepção de que o problema não era importante para acionar a polícia.


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uilma

ISSO NÃO É NOVIDADE.DE NORTE A SUL DO BRASUCA SÓ TÊM BANDIDO. NÃO É LULA?