FMO janeiro 2020

08/06


2011

Dilma se emociona durante despedida de Palocci

A presidente Dilma Rousseff se disse "triste", e chegou a se emocionar, ao afirmar que tem "muitos motivos" para lamentar a saída do governo do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci. Na solenidade de posse no Palácio do Planalto da sucessora de Palocci, a senadora Gleisi Hoffmann, Dilma disse que "estaria mentindo" se dissesse que não estava triste, informa o G1.

"Tenho muitos motivos para lamentar a saída do ministro Antonio Palocci. Motivos de ordem política, pelo todo papel que ele desempenhou na minha campanha. Motivos de ordem administrativa pelo papel que tinha e teria no meu governo. De ordem pessoal, pela relação de amizade que construímos", declarou.


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Prefeitura de Serra Talhada

08/06


2011

Gleisi diz que escolha de Dilma manifesta apreço ao Congresso




















Em seu discurso de posse na Casa Civil, no Palácio do Planalto, a nova ministra Gleisi Hoffmann afirmou que, ao escolhê-la, Dilma manifesta ''apreço'' ao Congresso Nacional. ''Tenho consciência que minha escolha não se deve apenas à minha caminhada política. Ao escolher uma senadora da República, Dilma manifesta apreço ao Congresso Nacional, ao Poder legislativo'', afirmou Gleisi, que discursou logo após o antecessor, Antonio Palocci, que deixou o cargo após denúncias sobre a evolução de seu patrimônio pessoal.

No discurso, Gleisi também afirmou que quer seguir o ''exemplo'' de Dilma. ''Foi aqui na Casa Civil que a presidenta Dilma mostrou sua capacidade. Pretendo trabalhar aqui com a mesma lealdade e responsabilidade da presidenta. Sei do enorme desafio em suceder o ministro Antonio Palocci. (...) A presidenta é exemplo para mim e mulheres de nosso país. Meu objetivo é realizar um trabalho de futuro e de esperança.'' Ela disse ainda que estará ''sempre à disposição para decidir com todos, de acordo com as prioridades'' da presidente Dilma e do vice Michel Temer.


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Abreu e Lima - Prefeitura - Abreunozap

08/06


2011

Despedida: Palocci diz que trabalhou de forma legal

No discurso de despedida do cargo de ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci enfatizou que, durante todo o tempo, trabalhou ''na mais estrita legalidade''. Ele salientou que o parecer do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, confirmou o que ele vinha dizendo desde o início sobre a correção de suas atividades como consultor.

Palocci lamentou, no entanto, que o mundo jurídico não atue no mesmo ''diapasão'' que o mundo político. ''O embate político não permitiria que eu continuasse desempenhando minhas funções na Casa Civil'', destacou. Palocci ressaltou que deixa o cargo satisfeito com as ações de governo que ajudou a realizar. ''Estou hoje mais certo de que a presidenta está à altura deste desafio histórico. As políticas que começamos vão se transformar em avanços reais na vida dos brasileiros'', disse.


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Banco de Alimentos

08/06


2011

Oposicionistas e governistas elogiam ida de Gleisi à Casa Civil

Após realizar discurso de despedida no Senado, a nova ministra Gleisi Hoffmann foi elogiada por senadores da base aliada e da oposição que pediram a palavra no plenário. Mais de 30 senadores comentaram a ida de Gleisi para a Casa Civil.

Um dos primeiros a se manifestar, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), pediu maior interlocução do governo com o Congresso."Fica aqui esta reflexão, que, na democracia, tão importante quanto a maioria, é a oposição", disse o senador.

O líder do PT no Senado, Humberto Costa, relembrou a curta temporada com Gleisi na Casa e que, ao debater a indicação da senadora para a Casa Civil com Sérgio Guerra, presidente do PSDB, deu garantias de sua competência ao tucano. "Você vai dar um show de bola", disse o petista.



















O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) lamentou a saída do ministro Antonio Palocci, mas cumprimentou a presidente Dilma Rousseff pela "feliz escolha" na substituição. Suplicy destacou ainda que, com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, Gleisi compõe o primeiro casal da Esplanada dos Ministérios.

O presidente do DEM, senador José Agripino (RN), chamou de Gleisi de "competente", mas disse que a senadora assumirá o cargo em meio a uma "turbulência". Agripino disse que , embora tenha sido breve a passagem pelo Parlamento, Gleisi levará a experiência do Senado para o cargo na Casa Civil.

A senadora Kátia Abreu (DEM-TO) disse que Gleisi tem "sabedoria e profundidade". "É disso que precisamos, o Brasil precisa de uma gestora na Casa Civil", afirmou a senadora.


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08/06


2011

Em discurso de despedida, nova ministra rejeita rótulo de ‘trator’




















Em discurso de despedida no plenário do Senado, a nova ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, fez nesta quarta-feira um afago aos aliados, especialmente ao PMDB, e à oposição. Pouco antes de assumir um dos cargos de coordenação política do governo, Gleisi rejeitou o rótulo de ''trator'' do Executivo no Senado ao afirmar que espera manter a ''convivência respeitosa'' com os parlamentares na Casa, informa a Folha Online.

''Me perguntaram o que teria a dizer sobre a menção, por alguns oposicionistas, de que sou um trator. Sempre me dispus a ouvir e construir consensos. O desfecho da manifestação democrática é a decisão da maioria'', afirmou. A senadora citou nominalmente o PMDB e os senadores Humberto Costa (PT-PE), José Sarney (PMDB-AP), Fernando Collor de Mello (PTB-AL) e Delcídio Amaral (PT-MS) para agradecer a convivência na Casa.

Ao falar do novo cargo, Gleisi disse que vai cumprir a ''nova missão'' levando em conta a experiência adquirida em pouco mais de quatro meses no Senado. Em nenhum momento do seu discurso a senadora citou o ex-ministro Antonio Palocci, a quem sucederá na Casa Civil, nem a crise que o afastou do cargo. Gleisi agradeceu a confiança de Dilma, mas disse que para ''quem muito é dado, muito será cobrado''. ''Peço ao Senado, ao Congresso, o apoio e companheirismo para desenvolver essa nova tarefa. A Deus, sabedoria para exercê-la'', afirmou.


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O Jornal do Poder

08/06


2011

Relator recomenda absolvição de Jaqueline sobre propina

O relator do caso Jaqueline Roriz no Conselho de Ética da Câmara, deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), recomendou nesta quarta-feira a absolvição da parlamentar em relação à denúncia de recebimento de propina quando era candidata a deputada distrital, em 2006. Sampaio ainda vai se posicionar sobre outra denúncia, de uso ilegal da verba indenizatória da Câmara para pagar despesas de um imóvel de propriedade de seu marido.


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Comentários

Timbira Borges

... Brasilis está de mandato novo, desfilando lépido e fagueiro pelos corredores da Câmara Federal, sem um Pai Nosso de penitência, essa menina filha do Roriz deveria ser conduzida à presidência da dita casa, sem nenhum demérito, pra si e nem pra seus pares.

Timbira Borges

De absolvição em absolvição a impunidade brasileira enche o papo. Alíás, o papo está cheio há muito tempo, chegando mesmo a colocar em xeque a validade da tão decantada "Lei da Ficha Limpa", que segundo alguns, pode até ser mais uma que ficará apenas no papel. Ora, se o corrupto-mor da Terra ...



08/06


2011

Serra diz que Gleisi não tem força para substituir Palocci

O presidente do Conselho Político do PSDB, José Serra, publicou texto em seu site em que põe em dúvida a força de Gleisi Hoffmann para exercer o papel de substituta de Antônio Palocci na Casa Civil. Sob o título ‘Crise vai, crise vem’, o ex-governador paulista avalia que a presidenta Dilma Rousseff terminou com uma crise, mas ganhou outra. Segundo o tucano, Palocci era uma espécie de primeiro-ministro de Dilma e Gleisi não tem condições de exercer este papel, informa o Poder Online.

“Versado nas questões da administração federal e hábil nas negociações políticas, (Palocci) tinha liderança dentro do PT e desfrutava de relações próximas com Lula”, afirma. “O PT não dispõe de ninguém para substituir Palocci nas funções que exercia. A senadora Gleisi  Hoffmann (PT-PR), certamente, não terá essa pretensão. Fernando Henrique e Lula (principalmente depois do mensalão) não precisavam de um primeiro-ministro. Dilma, sim. E agora?”, conclui.


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Comentários

roberto lima

Qualquer um (a) que fosse nomeado, ele poria um defeito. Valeu a máxima: "Amigo meu não tem defeito, opositor (inimigo) se não tiver eu boto". O sr serra deveria entender que ser "oposição" não é isso.

Michel François Cavani da Matta

Só em não ter nada obscuro na vida pregressa, isso já a faz uma Ministra em potencial. Palocci está desgastado e mal usado. Francenildo que o diga!!



08/06


2011

O surubim de Dona Hilda continua imbatível

  

















Na minha passagem por Petrolina, onde fiz palestra ontem, fui, hoje, bater o ponto na minha amiga Hilda, que continua servindo o melhor surubim do São Francisco. O restaurante de Dona Hilda, que passou da casa dos 70 anos, é bem simples, mas a sua comida de primeiro mundo.

Devorei as duas especialidades da casa: o surubim ao molho de coco e o grelhado. Ambos são saborosos, acompanhados por pirão, arroz branco e feijão verde. Levei para o almoço o meu filho mais velho Felipe, que mora nos Estados Unidos, meu amigo Carlos Laerte e Júnior Finfa. A sobremesa é outra coisa irresistível: doce de leite caseiro.

















Serviço:

Restaurante Dona Hilda, em Petrolina.
Rua Santa Fé, 248, bairro Maria Auxiliadora. Ao lado do Centro de Convenções
Valor do prato: R$ 35,00. Serve bem para duas pessoas.


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Comentários

PAULO ALVES NOGUEIRA FILHO

Parabéns Magno e amigos, me deixou com água na boca. Sempre que estou em Petrolina vou a esse restaurante, muito bom. Sinal que conhece as coisas boas do Sertão do São Francisco.



08/06


2011

Suplente de Gleisi comemora vaga caída do céu

“Nem em sonho eu pensava numa coisa dessas", diz o advogado Sérgio Souza (PMDB-PR), que aos 40 anos de idade deve assumir a vaga aberta no Senado com a escolha de Gleisi Hoffmann como nova ministra da Casa Civil. Ele garantiu ainda que ninguém sabia que Gleisi ocuparia o cargo. "Só hoje o nome dela começou a circular”, afirmou ontem (7). Segundo o portal iG, Souza ainda vai conversar com a nova ministra  da Casa Civil antes definir seus primeiros passos no Senado. “Vamos ter uma conversa, primeiro para dar continuidade aos projetos já encaminhados no Senado. Além disso, quero defender os interesses do Paraná”, disse.


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08/06


2011

‘Maldição’ da Casa Civil derrubou 3 petistas. Só Dilma resistiu

Desde a posse de Lula, três ministros deixaram a Casa Civil sob denúncias de corrupção ou de tráfico de influência. A única sobrevivente foi Dilma, premiada com a candidatura vitoriosa à Presidência ano passado. A "maldição" começou a assombrar o posto no reinado de José Dirceu. Enfraquecido pelo caso Waldomiro Diniz, em 2004, ele resistiu até o ano seguinte. Caiu ao ser acusado de chefiar o mensalão, esquema de compra de apoio de congressistas, lembra a Folha Online.

 















Escolhida para sucedê-lo, Dilma quase perdeu o cargo em 2008, sob acusação de coordenar um dossiê sobre gastos sigilosos da gestão FHC. Foi salva pelo empenho de Lula, determinado a lançá-la à própria sucessão. A cadeira ejetora voltaria a funcionar em 2010, na reta final da campanha. O alvo da vez foi Erenice Guerra, com o filho acusado de fazer lobby nos corredores do Planalto. Com Palocci, o fantasma voltou a rondar o 4º andar do palácio. Ele seguiu o script dos antecessores: sem condições de permanecer, entregou uma carta de renúncia para não sair como demitido. Em 1993, suspeitas de fraude no Orçamento levaram o então presidente Itamar Franco a afastar Henrique Hargreaves da Casa Civil. Inocentado, ele voltaria ao cargo três meses depois.


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08/06


2011

Conselho vota hoje cassação de Jaqueline Roriz

O Conselho de Ética da Câmara analisa nesta quarta-feira (8) parecer do relator Carlos Sampaio (PSDB-SP) sobre o pedido de cassação do mandato da deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF), flagrada em vídeo recebendo dinheiro do delator do mensalão do DEM, Durval Barbosa. Sampaio vai apresentar o texto, que deve orientar pela cassação do mandato da deputada, segundo informações de parlamentares ligados ao relator. Em seguida, cada integrante da comissão votará. Mesmo se o conselho aprovar o relatório de Sampaio, a cassação ainda precisa ser votada no plenário da Casa.


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