Faculdade de Medicina de Olinda 2

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2019

Brasil vai trocar informações com policias do Mercosul

Hermanos unidos 

Moro cria plataforma para trocar informações sobre criminosos com polícias de outros países do Mercosul.
NA DEFESA - Moro: pedido para investigar o depoimento da testemunha (Tânia Rêgo/Agência Brasil)
Veja - Radar - Por Robson Bonin

 

A equipe de Sergio Moro acaba de colocar para rodar uma plataforma que deve reunir em um só sistema os dados de inteligência das  polícias de países do Mercosul sobre criminosos presos.

O objetivo é reforçar o combate ao crime organizado transnacional e dar agilidade ao intercâmbio de informações.

O sistema foi apresentado pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen) durante reunião do grupo especializado penitenciário do Mercosul, em Foz do Iguaçu (PR).

Cada país poderá preencher o sistema com informações sobre seus presos estrangeiros e complementar informações já inseridas por outro país como, por exemplo, se o criminoso é ligado à alguma facção. A partir da apresentação, será feito um esforço concentrado dos países, com o apoio do Depen, para a alimentação do banco de dados.

Estima-se que mais de 2.500 estrangeiros estejam presos em penitenciárias brasileiras. Segundo informações do governo paraguaio, cerca de 350 presos no país vizinho são de nacionalidade brasileira. A maioria deles ligado à organizações criminosas.


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Prefeitura de Abreu e Lima

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2019

Socialista Pedro Sánchez vence na Espanha

Sánchez ganha na Espanha e extrema-direita torna-se a terceira força do parlamento. PSOE, socialista, levou 120 cadeiras da Câmara Baixa. No entanto, nem esquerda, nem direita, conseguem maioria absoluta.

Pedro Sánchez em discurso durante a campanha eleitoral. — Foto: Pierre-Philippe Marcou / AFP

Do G1 - Por AFP

 

O atual presidente e líder socialista espanhol Pedro Sánchez ganhou sem maioria absoluta as eleições legislativas deste domingo (10) na Espanha. A extrema-direita do Vox tornou-se a terceira força do parlamento, que deve permacener bloqueado.

Com a contagem quase concluída, o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) de Sánchez é o vencedor com 120 cadeiras das 350 da Câmara Baixa, uma a mais do que o conquistado nas eleições de 28 de abril, quando também teve maioria absoluta.

O Vox teve o maior crescimento, capitalizado pela crise da Catalunha, somando 52 assentos, mais do que o dobro em comparação aos 24 conquistados em abril.

O conservador Partido Popular (PP) também ganhou espaço, passando de 66 assentos para 87, enquanto o Cidadãos, partido de centro-direita liberal, foi pulverizado, caindo de 57 deputados para somente 10.

A esquerda radical do Podemos ficou com 35 deputados e sua cisão Mais País entra na Câmara com 3 cadeiras.

Sem maioria absoluta

Em qualquer caso não há maioria absoluta nem para o bloco da direita (PP, Vox e Cidadãos) nem para a esquerda (PSOE, Podemos e Mais País), que globalmente superam os conservadores.

O panorama ameaça o prolongamento do crônico bloqueio que atinge a política espanhola desde 2015, quando o surgimento do Podemos e do Cidadãos pôs fim ao tradicional bipartidarismo PSOE/PP.

Desde então houve quatro eleições legislativas, governos fracos e pouca legislação no Parlamento de um país que agora enfrenta sinais sérios de desaceleração econômica.

A eleição desse domingo se deveu ao fracasso do PSOE e do Podemos de fechar um governo de coalizão.

"A única maneira de frear a extrema direita na Espanha é com um governo que tenha estabilidade parlamentar suficiente", argumentou o líder do Podemos, Pablo Iglesias, que voltou a oferecer uma coalizão ao PSOE.

Confira a íntegra da reportagem aqui: Sánchez ganha na Espanha e extrema-direita torna-se a ...


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Prefeitura de Paulista

10/11


2019

Ministro: fotos do Enem nas redes não causam danos

Ministro diz que fotos do Enem nas redes não são vazamento, são casos isolados e que elas não causaram danos ao exame. Segundo o MEC, a abstenção do segundo dia foi de 27,19% nas provas de matemática e ciências da natureza. 'Esse foi, acho que dá para afirmar agora, o melhor Enem de todos os tempos', disse Weintraub.

 Foto: Reprodução/MEC

Por Afonso Ferreira e Ana Carolina Moreno, G1 DF

 

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, confirmou, no fim da tarde deste domingo (10), que houve divulgação da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2019, mas, segundo ele, isso não configura vazamento porque aconteceu após o início das provas e não há prejuízo à sociedade.

"Não teve nada a ver com a estrutura em si", defendeu Weintraub. "Indivíduos desses 5 milhões de pessoas que fazem o Enem, estatisticamente irrelevantes, antes do final da prova, antes do adequado, se comportaram de maneira inadequada."

No segundo dia do Enem, pelo menos 371 candidatos foram eliminados, segundo afirmou Alexandre Lopes, presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). "Certas situações vão ocorrendo e vão chegar para nós depois. Temos 371 casos confirmados de eliminação no segundo dia do Enem 2019. Esse número deve crescer porque ainda não temos todas as informações", afirmou ele.

Weintraub afirmou que o único caso em que ele considera um comportamento prejudicial à sociedade foi o de duas aplicadoras do exame no Ceará que, no domingo (3), tiraram e fizeram circular uma foto da prova de redação. Ele diz que as mulheres planejaram a ação previamente e classificou o comportamento de uma delas como "terrorismo".

"Não estou chamando de senhora, não estou chamando de cidadã, estou chamando de mulher, que tentou aterrorizar a sociedade brasileira. Uma pessoa vil", disse Weintraub, que afirma ter certeza da culpabilidade da aplicadora, e disse suspeitar que ela seja uma "militante".

Confira a íntegra da reportagem aqui: Ministro diz que fotos do Enem nas redes não são vazamento ...


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Prefeitura de Serra Talhada

10/11


2019

Bolsonaro preocupado com depoimento de Joice

Joice Hasselmann prepara um torpedo para atingir Bolsonaro.

Foto: José Cruz/Agência Brasi                                                                                 Foto: Valter Campanato/Agência Brasil 

Daniel Marenco | O Globo
O Globo - Por Lauro Jardim

 

Joice Hasselmann quer fazer barulho com seu depoimento à CPMI das Fake News, marcado para esta semana. Reuniu alguns perfis falsos usados pela tropa de choque bolsonarista para espalhar esgoto nas redes e vai pedir a quebra do sigilo de vários endereços de IP.

Ela acha que, assim, conseguirá as provas de que há pessoas dentro do Palácio do Planalto comandando ações heterodoxas.

Enquanto isso, Jair Bolsonaro tem mandado recados para Joice. O tom é que, apesar de tudo, gosta muito dela. Joice tem recebido os afagos. Mas a interlocutores diz que o capitão está mesmo é preocupado com seu depoimento. 


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10/11


2019

Pedro Sánchez lidera eleições legislativas na Espanha

De acordo com boca de urna, o atual presidente do governo, o socialista Pedro Sánchez, lidera as eleições legislativas deste domingo (10) na Espanha, embora sem maioria para governar. O partido de extrema-direita Vox se torna a terceira força no parlamento, segundo dados oficiais parciais.

Do G1 - Por AFP

 

O Partido Socialista de Sánchez obteve 124 assentos no Parlamento, à frente do conservador Partido Popular, que se recupera com 83 cadeiras, e do Vox, com 52.

Estes números representam quase 60% dos votos apurados.

Desse modo, nem o bloco de esquerda nem o de direita conseguem a maioria para tirar a Espanha do bloqueio político.

Para que um partido consiga a maioria, ele precisa de 176 assentos. Em abril, o PSOE não conseguiu apoio suficiente de outras siglas.

Confira a íntegra da reportagem aqui: Eleições na Espanhasocialista Pedro Sánchez lidera ...


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Prefeitura de Limoeiro

10/11


2019

Fernando Henrique critica polarização no Brasil

FHC critica polarização e pede foco em crescimento e emprego no Brasil. Pelo Twitter, ex-presidente disse que é preciso o surgimento de alternativas populares e progressistas no cenário político do país.

Foto: O ex-presidente criticou a polarização atual do país (Caio Guatelli/VEJA

Da Redação da Veja

 

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso usou o Twitter para criticar o aumento da polarização e pediu por “alternativas populares e progressistas” para combater o que chamou de “jogo político/pessoal”. FHC citou o cenário econômico: “Em meu tempo a questão central era a inflação; hoje é crescimento e emprego”.

Na última sexta-feira, a Justiça do Paraná libertou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) contra a prisão em segunda instância. Desde então, a polarização entre o líder do PT e o governo se acirrou ainda mais, assim como a da militância de ambos os lados.

Durante discurso no Sindicato dos Metalúrgicos no sábado, Lula atacou o presidente Jair Bolsonaro (PSL), dizendo que seu adversário político foi eleito “pra governar para o povo brasileiro e não para governar para os milicianos do Rio de Janeiro”. Lula também atacou em diversos momentos o ministro da Justiça Sergio Moro, juiz que o condenou em primeira instância pelos casos do triplex no Guarujá.

Como resposta, Moro afirmou em seu Twitter que “não responderia a “criminosos”. Já Bolsonaro disse que não vai “contemporizar com um presidiário”. “Lula está solto, mas continua com todos os crimes dele nas costas.”

Pacote anticrime

Neste domingo, Moro afirmou em suas redes sociais que a resposta ao que considera como “avanços efêmeros de criminosos” não pode ser a frustração, e sim, a reação com aprovação das Propostas de Emenda Constitucional (PECs) e do pacote anticrime.

A postagem do ministro acompanha uma foto de um outdoor da cidade de Toledo (PR), no qual está escrito que “Toledo e o Brasil apoiam o pacote do ministro Sergio Moro”.

Nesta segunda-feira, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara se reúne para discutir a PEC que torna constitucional a prisão após a condenação em segunda instância.

(Com Estadão Conteúdo)


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Capacitação de Candidatos

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2019

Gustavo unifica família e é lançado pré-candidato a prefeito de Floresta

Gustavo Novaes unifica família, reúne apoios importantes e é lançado pré-candidato a prefeito de Floresta.

Com o apoio de sete vereadores, suplentes, pré-candidatos à Câmara Municipal, e tendo conseguido unificar toda a família em torno de um projeto para Floresta, Gustavo Novaes deu a largada para disputar a prefeitura do município com um ato, realizado nesse sábado (9), na cidade.

A articulação conseguiu reunir o grupo que disputou a eleição em 2016 em terceira faixa. Além dos sete parlamentares, abraçaram o projeto lideranças da família Novaes e de diversos partidos, incluindo o PT; o que dá à aliança um caráter suprapartidário e acima de questões políticas menores, sempre tendo o bem do povo florestano em primeiro lugar.

Essa união acabou deixando a ex-prefeita Rorró Maniçoba sem condições de disputar a prefeitura com a bandeira da oposição, tendo em vista que o pleito de 2020 será polarizado entre os Novaes e os Ferraz. O atual prefeito é Ricardo Ferraz.

Gustavo Novaes está animado com o desafio. O pré-candidato, que se preparou muito para ser prefeito, acredita que está chegando a hora da mudança. “Estou confiante. Floresta está passando por uma situação nunca vista. Recebo o apoio de tantas lideranças com a responsabilidade de recolocar Floresta nos trilhos, ao lado do nosso governador Paulo Câmara e do deputado Rodrigo Novaes”, pontuou.

“O grupo está fortalecido. Reunimos quem antes esteve distante: pré-candidatos, sete vereadores; todos unidos no mesmo sentimento de quem não aceita o que estão fazendo com o município. À frente disso, Gustavo, um candidato com grande aceitação popular e que representa o novo. O momento é bom. Vamos em frente”, destacou Rodrigo Novaes.


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Magno coloca pimenta folha

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2019

Bolívia: Evo Morales renuncia

Anúncio foi feito, em rede nacional, pela televisão. Vice-presidente, Álvaro García Linera, também deixa o cargo.

Do G1 - 

 

Evo Morales renunciou neste domingo (10) ao cargo de presidente da Bolívia, após uma escalada nas tensões no país. O anúncio foi feito em rede nacional, pela televisão.

O vice-presidente, Álvaro García Linera, também apresentou a renúncia.

Morales havia dito, mais cedo neste domingo, que convocaria novas eleições, após a Organização dos Estados Americanos, OEA, divulgar que as eleições de 20 de outubro haviam sido fraudadas.

Pouco antes da renúncia, os chefes das Forças Armadas e da Polícia, além da oposição, haviam pedido que Evo Morales deixasse o cargo para "pacificar" o país.

Nas últimas horas, ao menos três ministros também entregaram seus cargos.

Confira a íntegra da reportagem aqui: Evo Morales renuncia à presidência da Bolívia | Mundo | G1


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