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22/10


2019

Bolsonaro quer Eduardo focado na crise do PSL

Eduardo Bolsonaro como "pacificador" do Presidente no PSL

Bolsonaro defende que Eduardo desista de embaixada e foque em crise do PSL. No Japão, presidente diz que 'não vai interferir' nas decisões do filho, mas considera mais estratégica a permanência no Brasil para conter racha no partido.

 (Palácio do Planalto/Divulgação)

Por Da Redação da Veja

 

O presidente Jair Bolsonaro conversou rapidamente com a imprensa na manhã desta terça-feira 22 (horário japonês), pouco antes de participar da cerimônia de entronização do novo imperador Naruhito. Aos jornalistas no local, Bolsonaro comentou sobre a situação de seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que assumiu nesta segunda a presidência de seu partido na Câmara dos Deputados. Com a legenda rachada, Jair Bolsonaro considerou que é mais estratégico o filho se concentrar no cargo e desistir da indicação à embaixada dos Estados Unidos, ventilada nos últimos meses.

“Obviamente o Eduardo vai ter que decidir nos próximos dias, talvez antes de eu voltar ao Brasil, se ele quer ter o seu nome submetido ao Senado para a embaixada ou não”, disse o presidente. Questionado qual seria a escolha mais estratégica para o filho, Bolsonaro sinalizou a preferência de que ele desista da embaixada.

“No meu entender, [o mais estratégico] é ele ficar no Brasil, até para pacificar o partido e ver o que pode catar de caco, porque teve gente que foi para o excesso. É igual um casal, chega um ponto de um problema que não tem mais retorno por parte de alguns”, disse.

Caso o filho de fato desista da nomeação, Bolsonaro citou o nome do diplomata Nelson Fosrster como um possível indicado ao posto de embaixador brasileiro nos Estados Unidos. “Nós temos lá o Nestor Forster. Ele é é um bom nome. Obviamente, o Eduardo desistindo que eu mande o nome dele ao Senado, tendo em vista a importância na politica dentro do partido, o Forster é um bom nome para ser consolidado lá”, avaliou o presidente.

Em seu primeiro ato como novo líder do PSL na Câmara, nesta segunda-feira, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (SP) determinou o desligamento de todos os 12 vice-líderes do partido na Casa nesta segunda-feira, 21. O filho do presidente Jair Bolsonaro foi confirmado no cargo na manhã desta segunda após receber o apoio de 28 dos 53 parlamentares da legenda – a lista original tinha 29 nomes, mas um não foi aceito pela Secretaria-Geral da Mesa.

A maioria dos deputados que perdeu a função de vice-líder é da ala do partido ligada ao presidente da sigla, Luciano Bivar (PSL-PE). Os vices são responsáveis por substituir o líder quando necessário. São eles: Dayane Pimentel (BA), Nicoletti (RR), Nereu Crispim (RS), Nelson Barbudo (MT), Júnior Bozzella (SP), Julian Lemos (PB), Joice Hasselmann (SP), Heitor Freire (CE), Felício Laterça (RJ), Coronel Tadeu (SP) e Charles Evangelista (MG). Também foi desligado da vice-liderança o deputado Daniel Silveira (RJ), responsável por gravar o então líder da legenda, deputado Delegado Waldir (PSL-GO), em uma reunião em que falava sobre “implodir” o presidente Jair Bolsonaro.

Mais cedo, ao tratar da disputa na bancada, Eduardo adotou cautela e evitou falar como líder. “Está sendo protocolada uma sucessão de listas, vamos esperar para ver como é que vai isso daí. Uma hora os deputados vão parar de assinar uma lista ou outra”, disse ele ao deixar a Câmara. Ele também negou que houvesse qualquer acordo para pacificar o partido, como aliados de Bivar chegaram a afirmar.


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Detran

22/10


2019

"Confesso que errei", diz Joice

Discussão com Eduardo

"Ele jogou uma isca e eu mordi. Não devia ter descido nesse nível", disse a deputada do PSL sobre troca de farpas no Twitter com o filho do presidente.

A deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) (WALTERSON ROSA / FramePhoto/Agência O Globo)

Por Redação da Veja

 

A deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) admitiu ter errado ao discutir pelas redes sociais com o colega de partido Eduardo Bolsonaro, novo líder do PSL na Câmara. “Confesso que errei. Não devia ter descido nesse nível, mas não tenho sangue de barata. Ele jogou uma isca e eu mordi. Não vai mais acontecer”.

A parlamentar deu a declaração em entrevista ao programa “Roda Viva”, da TV Cultura, na noite desta segunda-feira, 21.

Segundo ela, esse tipo de discussão não vai mais acontecer, mas não deixou de cutucar os filhos do presidente da República: “Acho que é minha responsabilidade como mulher mais votada na Câmara não descer ao nível da molecada”. Hasselmann disse ainda que eles “deveriam ficar mais quietos, mais restritos. Todas as crises que aconteceram entre Executivo e Legislativo teve a participação de um dos meninos”.

Na sexta-feira 18, Eduardo publicou uma montagem, sem legenda, com o resto da deputada em uma nota de três reais, em alusão a algo falso. Também partiu de Eduardo a campanha #DeixeDeSeguirAPepa. A hashtag compara a parlamentar com a personagem de desenho infantil Peppa Pig.

Em resposta, a ex-líder do governo chegou a chamar o filho do presidente Jair Bolsonaro de “menininho nem-nem: nem embaixador, nem líder, nem respeitado”. Nesta segunda-feira, 21, Eduardo Bolsonaro se tornou o líder do PSL na Câmara dos Deputados, substituindo Delegado Waldir (GO). 

O atrito entre Joice e Eduardo também tem como pano de fundo a candidatura do PSL para a Prefeitura de São Paulo – o diretório do PSL no estado é presidido pelo Zero Três, como é conhecido. A ex-líder, que manifestou reiteradamente que será candidata, é rejeitada pela ala bolsonarista por sua proximidade com o governador de São Paulo João Doria (PSDB) e com o presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ).

No programa, Joice Hasselmann afirmou que é candidata do PSL à Prefeitura de São Paulo. “Eu sou candidata e ponto. Em São Paulo, já está definido”. Ao ser questionada sobre uma eventual mudança de partido, desconversou: “Acho que não vai ser necessário. Tenho convites, mas prefiro não”. A deputada disse que ainda acredita no projeto da sigla: “Acho que o PSL é um partido que pode se firmar como o grande partido de direita no Brasil. E eu vou ajudar”. E completou: “Não conheço nenhum partido que seja o partido dos santos canonizados do Brasil. Todos os partidos tem problemas”.

Apesar do tom conciliador, Joice Hasselmann fez algumas críticas a Jair Bolsonaro. “Ele precisa entender que não é mais deputado. É o presidente de todos. E eu quero que o nosso presidente se comporte como um estadista”.

Mas reiterou que apoia o atual presidente: “Eu sou aliada das pautas que prometemos na campanha. Se o presidente cumprir as pautas da campanha, de combate à corrupção, das agendas reformistas, eu vou estar do lado”.

Sobre o caso Queiroz, Joice Hasselmann avalia que a apuração dos fatos precisa ocorrer o mais rápido possível. ” A investigação precisa ser muito dura, muito firme e que o rigor da lei seja aplicado se houver culpa”.


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13° Bolsa Familia

21/10


2019

FBC insinua que Câmara caroneia Bolsa Família


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Prefeitura de Limoeiro

21/10


2019

Regras de distribuição do etanol são revistas

O governo cedeu, em parte, as queixas do setor sucroalcooleiro nordestino e edição extra do Diário Oficial publicou as novas regras para importação de etanol dos EUA sem tarifação. A importação passa a ser fracionada em três quotas, sendo a primeira, a chegar em pleno período de safra de cana-de-açúcar na região, de R$ 200 milhões, enquanto que as seguintes, previstas para março, de R$ 275 milhões.

“Essa decisão traz um alento para um setor que movimenta grande parte da economia nordestina, gerando mais de 300 mil empregos diretos e indiretos. Com essa decisão conseguimos resguardar o período da safra porque a tendência era de que a maior parte desses 750 milhões de litros isentos de tributação chegassem já agora e nossas usinas não tivessem condições de competir, gerando excedente sem destino”, disse o deputado Augusto Coutinho.

A articulação começou na Câmara Federal, movida por Coutinho, que é líder do Solidariedade e um dos coordenadores da bancada de Pernambuco. O estado é um dos principais produtores de cana do país. Coutinho fez barulho em Ministérios, com as demais bancadas do Nordeste e, por fim, levou o caso até o presidente da Casa Rodrigo Maia. Os nordestinos conseguiram um Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 614/19 que determinava a suspensão do aumento da cota de importação, que chegou a ser levado a plenário, onde teve a urgência de tramitação aprovada.


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21/10


2019

Milton Nascimento denuncia uso indevido de música

Nota de repúdio

Viemos, através deste comunicado, denunciar o uso indevido da música Coração de Estudante (Wagner Tiso e Milton), numa propaganda institucional do deputado estadual de Minas Gerais Coronel Henrique (PSL). Nem os advogados de Milton, nem do parceiro dele, Wagner Tiso, deram qualquer tipo de autorização ao deputado.

É com enorme surpresa que denunciamos este ato de extrema usurpação da obra alheia e violação da lei 9.610/98 (Lei dos Direitos Autorais). E, o que mais nos impressiona, é que essa atitude veio justamente de “pessoas de bem” como o tal coronel que tanto falam de “roubo” e “corrupção” em suas manobras de campanhas, mas que, pelo jeito, não passa de mero discurso. Fica aqui registrada a nossa indignação. Os advogados da Nascimento Música já estão tomando as medidas cabíveis.


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Magno coloca pimenta folha

21/10


2019

PSDB: Estado deve decretar Situação de Emergência

Devido à informação do comandante da Defesa Civil, Lamartine Barbosa, na noite de ontem, de que o Governo do Estado ainda não tem a intenção de decretar Situação de Emergência em relação às manchas de óleo encontradas nas praias do Litoral Sul pernambucano, o PSDB cobra ao Governo de Pernambuco que decrete Situação de Emergência, além de maior celeridade e atenção ao caso. O partido também reivindica uma ação efetiva do Governo Federal sobre crime ambiental que atinge a região litorânea do Nordeste.

A presidente do PSDB-PE, deputada Alessandra Vieira, questiona a atitude do Governo. “Com o decreto o Governo de Pernambuco terá que trabalhar com prioridade e agilidade no caso, dando todo suporte aos municípios atingidos pelas manchas. O que o Governo está aguardando acontecer? Por que o Governo ainda não decretou? Por que o Governo não tem intenção, segundo o comandante Lamartine Barbosa?”, pergunta.

Desde setembro que a presidente e deputada Alessandra Vieira alerta sobre os riscos e já fez um pedido de uma audiência pública na Assembleia Legislativa para discutir a situação. A audiência está marcada para o próximo dia 30. “Fiz um apelo ao Governo do Estado, em especial à CPRH, para ampliar a fiscalização e realização de ações. Precisamos de respostas. A situação é grave e urgente”, reforça Vieira.

Vale lembrar que as medidas de contenção estão sendo realizadas por populares que munidos de sensibilidade, estão se mobilizando sem qualquer equipamento de proteção. O produto químico tem causado vários danos ecológicos na Costa Marinha pernambucana, além de atingir os pescadores e o turismo da região. O PSDB em Pernambuco também registra a força, garra e solidariedade dos moradores e voluntários que se dispõem a salvar as nossas praias.


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Banner de Arcoverde

21/10


2019

Estadão diz que deputado mudará o INSS

A manchete de hoje do jornal O Estado de S. Paulo, um dos maiores jornais do país, informa, na edição impressa e na versão online, que o relatório do deputado federal Fernando Rodolfo (PL-PE) à Medida Provisória 891/2019 altera regras do INSS para beneficiar o trabalhador. Rodolfo incluiu emenda de sua autoria que permite às empresas pagar o auxílio-doença por até 120 dias, eliminando o risco do empregado ficar sem receber até a realização da perícia do INSS, que demora, em média, 40 dias.

Relator da MP 891/2019, que torna permanente a antecipação em agosto de metade do 13º salário dos aposentados do INSS, o deputado pernambucano explicou ao jornal paulista que, atualmente, a empresa banca o auxílio-doença até o 15º dia de afastamento. Do 16º dia em diante, o auxílio passa a ser pago pela Previdência Social, mas somente depois de realizada a perícia do INSS. Como a perícia costuma demorar cerca de 40 dias, o empregado pode ficar sem receber, o que leva muitos deles a recorrer à Justiça.

Pela emenda de Rodolfo, que atendeu sugestão do empresariado de Caruaru e da CNI (Confederação Nacional da Indústria), negociando a proposta com o governo, as empresas abaterão o pagamento do auxílio-doença a partir do 16º dia dos impostos devidos ao governo federal. A mudança trará ao INSS uma economia de R$ 7 bilhões anuais. “A medida vai facilitar a vida de todo mundo”, declarou ele ao Estado de S. Paulo, acrescentando que beneficia ao mesmo tempo o trabalhador, as empresas e a Previdência Social.

Segundo Rodolfo, na prática será estendido ao auxílio-doença o que se aplica à licença-maternidade.


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21/10


2019

Túlio Gadêlha critica quebra de braço entre governos

Após passar o final de semana ajudando na limpeza das praias no litoral pernambucano, o deputado federal Túlio Gadêlha (PDT-PE) criticou, hoje, a quebra de braço entre os governos federal e de Pernambuco que tem gerado lentidão no combate ao vazamento de óleo que atingiu a costa do Nordeste.

“Os governos federal e estadual precisam deixar as divergências de lado e focar em ações mais efetivas para reduzir ao máximo os danos na biodiversidade, na vida das pessoas e na economia. Se não fosse o povo limpando com as próprias mãos, a situação estaria muito pior”, declarou Gadêlha.

“Observamos que não existe qualquer ação do governo federal para conter o óleo nas praias do Nordeste. Mas é inadmissível também que o governo estadual não tenha decretado estado de calamidade pública em Pernambuco”, acrescentou.

Gadêlha vai solicitar a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a causa do vazamento de óleo de petróleo no Nordeste. Ele também vai integrar a Comissão Externa destinada a apurar e acompanhar o vazamento de óleo de petróleo na costa do Nordeste, protocolada na última semana e que aguarda o aval do presidente da Câmara, Rodrigo Maia.


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21/10


2019

O oitentão trovão sertanejo

Mergulhado da cena nacional, o ex-deputado Inocêncio de Oliveira rompeu a fronteira dos 80 e está festejando, nesta segunda, 81 primaveras. De Serra Talhada, onde nasceu, exerceu a Medicina e se projetou na República, o velho cacique vestiu o pijama, não está mais na ponte aérea com Brasília e o Congresso, mas na longa jornada congressual ocupou todos os espaços que um político almeja.

Do baixo clero, alcançou à liderança do então PFL na Câmara, função que o içou à condição de deputado guardanapo: aquele que está sempre na mesa, no caso a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados.

Ocupou todos os cargos dirigentes da Mesa, de primeiro-secretário – o prefeito da Câmara – à Presidência. Eleito presidente na era Itamar Franco, que não tinha vice pelo fato de ter virado presidente com o impeachment de Collor, assumiu, interinamente, a Presidência da República por incontáveis oportunidades.

Nunca imaginei ver Inocêncio longe do burburinho político, que adorava. Mas o tempo e a saúde dele foram se encarregando disso. Primeiro, veio uma cirurgia mal-sucedida no joelho e depois um grave problema de audição. Inocêncio sonhava em ser governador, teve projeção e visibilidade, mas faltou o timing.

De Arraes, recebeu sondagens para ser candidato a senador. Não quis. Seu sonho era consolidar sua trajetória parlamentar alçando, por mérito, força e liderança, à Presidência da Câmara.

Inocêncio nunca mais apareceu em Brasília, mas deixou seu nome no imaginário popular e marcado para sempre no parlamento brasileiro.


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