FMO janeiro 2020

04/07


2020

Mel de Serra Talhada em plena expansão

Farol de Notícias

A Casa do Mel de Serra Talhada, fundada em 2008, já com o objetivo de atender Pernambuco desde o início, travou uma batalha em busca da aprovação do selo que permite a venda em todo o Estado. A princípio, contou com um investimento da Codevasf e hoje já conta com a parceria da Prefeitura, do Sindicato dos Trabalhadores, da Adagro e do Banco do Nordeste, através do Projeto de Desenvolvimento Territorial na Apicultura.

Mais de 40 trabalhadores sobrevivem da atividade que vem se destacando pela importância ambiental, uma vez que os apicultores devem seguir uma série de protocolos de cuidados com a natureza. Quarenta são apicultores, ainda há agrônomo e zootecnista que prestam serviços à Casa do Mel. A maioria dos apicultores são moradores de assentamentos e de comunidades rurais de agricultura familiar.

Segundo Cícero Aldo, presidente da Casa do Mel, a produção anual é de 30 toneladas, de acordo com a produção do ano. Devido às propriedades nutricionais e imunológicas do mel, neste contexto de pandemia, a procura pelo produto teve um aumento correspondente a um percentual de 20% a 30%.

Após 12 anos de espera, finalmente o selo é liberado e a Casa do Mel pode fazer uma mega venda para Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper). Há novas vendas previstas, uma delas é para a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que está apenas aguardando sair o edital. Também conseguiu a DAP jurídica, documento que facilita na comercialização do produto.

“A gente recebeu, no final do ano passado, a certificação do Estado, o Selo de Inspeção Estadual (SIE). Hoje podemos vender para todo o estado de Pernambuco. É uma novidade a gente poder oferecer o mel de Serra Talhada par toda região do Estado. Fizemos uma venda recentemente para a Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper). Foram 1.500 kg, R$ 25 mil. Concorremos a um edital e ganhamos”, disse o presidente da Casa do Mel.


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Prefeitura de Serra Talhada

04/07


2020

Sem repasse, rede privada recusa usuários do Sassepe

Houldine Nascimento, da equipe do blog

Sob a alegação de falta de pagamento, hospitais da rede privada conveniados com o governo de Pernambuco estão suspendendo o atendimento a usuários do Sistema de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado (Sassepe). A razão apontada é de que a gestão de Paulo Câmara não repassa recursos há pelo menos cinco meses.

Um exemplo é o Memorial Hospital de Goiana, que contempla dez municípios da Mata Norte. Lá, os atendimentos a usuários do Sassepe foram cancelados há alguns dias, conforme atesta uma fonte que preferiu não se identificar.

De forma contraditória, em maio, o Instituto de Recursos Humanos (IRH), responsável pelo Sassepe e vinculado à Secretaria de Administração de Pernambuco, chegou a anunciar a ampliação da rede credenciada para os servidores públicos.

Nossa reportagem entrou em contato com a assessoria do IRH, mas não obteve resposta até o fechamento desta matéria.


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Abreu e Lima - Prefeitura - Abreunozap

04/07


2020

Miguel comemora entrega da nova Porta do Rio

Numa parceria com a iniciativa privada, a Prefeitura de Petrolina fez a revitalização da Porta do Rio, uma área de lazer às margens do Rio São Francisco. No espaço, projetado para ser mais inclusivo, há parque infantil com brinquedos educativos, ambiente para animais de estimação e área para esportes radicais. Além disso, a nova Porta do Rio traz pista de cooper e quadra poliesportiva.

O prefeito Miguel Coelho (MDB) comemorou a entrega do equipamento, como é possível ver no vídeo. "É um verdadeiro parque multiuso às margens de nosso maior patrimônio, o Rio São Francisco. Infelizmente, hoje, os tempos não permitem grandes aglomerações. Mas tenho certeza que tudo isso vai passar e todos os petrolinenses poderão curtir esse novo presente que a cidade ganhou e deixou a nossa orla ainda mais bonita", destaca.


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Banco de Alimentos

04/07


2020

Sem máscara, Bolsonaro festeja Independência do EUA

G1

O presidente Jair Bolsonaro, ministros do governo e o filho dele, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), comemoram o dia da independência dos Estados Unidos em um almoço neste sábado (4), em Brasília, com o embaixador norte-americano, Todd Chapmann. Bolsonaro, os ministros e Eduardo apareceram em fotos, divulgadas pelo próprio presidente, sem usar máscaras de proteção contra a covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

Entre os ministros que acompanharam Bolsonaro no almoço estavam: Braga Netto (Casa Civil), Ernesto Araújo (Relações Internacionais), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) e Fernando Azevedo (Defesa).

Em Brasília, decreto do governo distrital obriga o uso de máscara em locais públicos, o que não era o caso do almoço deste sábado.

A matéria completa está no G1.


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04/07


2020

Gonzaga Patriota celebra prorrogação de auxílio

O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB-PE) foi às redes sociais celebrar a prorrogação do auxílio emergencial de R$ 600 para trabalhadores informais e desempregados por mais dois meses. "Foi uma luta muito grande para a gente conseguir esses R$ 600. Esse auxílio para mais de 64 milhões de pessoas carentes chegam no comércio, na indústria e servem como distribuição de renda nas pequenas cidades", comentou.


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O Jornal do Poder

04/07


2020

Em Arcoverde, vale tudo para anunciar sucessor

Em Arcoverde, a prefeita Madalena Britto (PSB) vai de encontro às determinações de isolamento social do governador Paulo Câmara, seu correligionário, e do próprio município para apresentar o pré-candidato de seu grupo político à Prefeitura, o empresário Wellington Maciel (MDB). As 22 mortes por Covid-19 na cidade não foram suficientes para evitar aglomerações e queima de fogos, além das filas duplas de veículos nas proximidades da Praça da Bandeira.

No vale-tudo para fazer um sucessor, o desrespeito à lei prevaleceu, ontem, e a Arcotrans, autarquia responsável por fiscalizar a mobilidade em Arcoverde, fez vistas grossas aos abusos. No entorno de uma emissora rádio, onde ocorreu a divulgação do pré-candidato abençoado pela prefeita, é que ocorreu a gritaria e o disparo de fogos.


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04/07


2020

Sobral Pinto deixa lição à Lava Jato

Por Marcelo Tognozzi

Alberto Barth, suíço e comerciante, encantou-se com o Rio. Chegou jovem, montou um pequeno comércio de importação e exportação na Rua do Hospício 43, hoje rua Buenos Aires, entre a Avenida Rio Branco e a Rua da Quitanda. Barth era metódico e protestante. Conforme prosperava, devolveu uma parte aos cariocas investindo na cidade. Fez muita coisa boa. Em 1906, já um senhor encanecido, uniu-se ao então prefeito do Rio, o baiano Marcelino de Souza Aguiar, e financiou a construção de uma escola.

Souza Aguiar ergueu o prédio no número 124 da atual avenida Oswaldo Cruz, no bairro do Flamengo. Mandou botar o nome de Alberto Barth na escola, homenageando o suíço gente boa que amava o Rio. A escola funcionou durante 23 anos. Em novembro de 1936, homens que diziam lutar contra a esquerda comunista, a direita integralista e corruptos em geral ocuparam a escola e ali instalaram o TSN (Tribunal de Segurança Nacional), tudo abençoado pelo ministro da Justiça do Estado Novo, o doutor Vicente Ráo.

O professor Reynaldo Pompeu de Campos, com quem aprendi muito sobre esse período, estudou profundamente essa corte de exceção. Lembro das suas aulas e é impossível não relacionar aquele passado de 84 anos atrás no Rio de Janeiro com o presente da República de Curitiba. Ráo tinha a mesma fome punitivista de Sergio Moro ou Deltan Dallagnol. A diferença é que Ráo, um tipo magro, empertigado, sempre metido num jaquetão bem cortado, cabelo gomalinado e abotoaduras de ouro, era um paulista rico, refinado e extremamente culto, fundador da USP.

Da caneta de Ráo, como a cumplicidade de Felinto Muller, o chefe da polícia de Getúlio Vargas, saíram os nomes dos integrantes do Tribunal presidido por Frederico de Barros Barreto, depois ministro e presidente do STF, com Honorato Himalaya Vergolino na cadeira de procurador, autor da denúncia contra os líderes da Intentona Comunista de 1935 e do requerimento de 23 de março de 1946 pedindo o cancelamento do registro do Partido Comunista do Brasil (PCB).

A turma do TSN era duríssima. Tão famosa neste quesito quanto a de Curitiba. Se Ráo era um Moro refinado, Himalaya Vergolino era um Deltan Dallagnol com jeito e nome de cangaceiro. Não tinham o menor apreço pelo Estado de Direito e faziam dos processos um vale-tudo, numa época ainda órfã da Declaração Universal dos Direitos do Homem.

Naquele tribunal sinistro, repleto de açougueiros do Direito, uma luzinha brilhava na pessoa do advogado Heráclito de Fontoura Sobral Pinto. Católico, conservador, anticomunista, defendeu Luiz Carlos Prestes o réu mais famoso do TSN, líder da revolta comunista de 1935. Prestes e seu companheiro Harry Berger foram encarcerados em condições tão precárias, que Sobral fez uma petição delatando os maus tratos e apelando para a aplicação da Lei de Proteção aos Animais. “Me expus durante 8 anos para restaurar a dignidade de 2 homens”, declarou numa longa entrevista. As crianças voltariam para a escola Alberto Barth somente em 1946.

Quem hoje passa pela avenida Oswaldo Cruz não imagina a luta travada ali pelo do doutor Sobral, um homem miúdo, nascido na mineira em Barbacena em 1893, que conheci na campanha das Diretas Já e vi de perto discursar no comício da Candelária diante de 1 milhão de pessoas.

Sua mais marcante característica era não ter medo nem ter ódio. Fé e convicções pairavam acima de quaisquer interesses, tinha a exata e precisa noção de que a garantia da liberdade é o Direito, jamais a força. Numa entrevista ao repórter Luiz Eduardo Lobo, o Lobinho, doutor Sobral deu uma lição perfeita para estes tempos de Lava Jato: “Os moços de hoje acham que é a violência quem comanda. Isso é uma tradição funesta e perigosa. (…) O Direito deve voltar a governar os homens. É preciso trabalhar através da palavra e do conhecimento no sentido de convencer”. O repórter Lobinho morreria dias depois, em 28 de junho de 1984, vítima de um acidente aéreo no qual perderam a vida 18 pessoas, a maioria jornalistas, a caminho de uma plataforma da Petrobras.

O doutor Sobral viveu 98 anos e foi embora em novembro 1991. Nestes tempos onde combate à corrupção e política se misturaram como nos idos do Estado Novo, nunca é demais lembrar que o Brasil já teve outra cara, outra ética e outra moral, com gente capaz de ganhar o jogo sem burlar as regras do Estado de Direito, como fez o doutor Sobral.

Morador na rua Pereira da Silva, em Laranjeiras, uma ladeira, ele andava a pé, terno preto e guarda-chuva. Com 75 anos, foi preso em Goiânia por criticar o AI-5. Não entregou os pontos e nem deixou de ser católico, conservador e anticomunista. Apoiara a tomada de poder pelos militares em 1964, porque “acreditava que os comunistas estavam tomando o governo”. Mas bastaram os primeiros sinais de ataque à democracia para que pulasse do barco e denunciasse o arbítrio.

Neste Brasil que deu uma marcha à ré de 80 e tantos anos, misturando justiça, política e malandragem, de vez em quando a gente precisa mandar rezar uma missa para pessoas como o doutor Sobral Pinto. Um extraordinário homem de princípios, algo tão singelo e humano e ao mesmo tempo tão raro nos dias de hoje.

Na escola que virou tribunal político, a lição de Sobral Pinto foi imortalizada no samba de João Nogueira:

Vovô Sobral
Pra quem não conhece é um grande homem
Tornou-se jurista de renome
Patrono de todo tribunal

Vovô Sobral
No alto dos seus 90 anos
Reclama por direitos humanos
Nas praças de cada capital

Pagou geral
Ele hoje é a razão que guia o povo
Pois sendo o mais velho
Hoje é o mais novo
Herói da justiça nacional

*Marcelo Tognozzi é jornalista. Artigo escrito originalmente para o Poder 360.


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04/07


2020

Jaboatão doa cestas básicas a comerciantes e guias

A Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes distribuiu, hoje, 265 cestas básicas entre comerciantes da orla e guias turísticos, que desde março estão sem exercer suas atividades devido à pandemia da Covid-19. Esta foi a segunda entrega de alimentos para quem trabalha nas praias e faz parte do apoio da gestão municipal às categorias de trabalhadores que perderam renda neste período. A distribuição aconteceu na sede da Regional 6, no bairro de Piedade.

O prefeito Anderson Ferreira fala sobre o significado da ação. “Está sendo um momento difícil para os trabalhadores e esses comerciantes da orla e os guias turísticos estão entre os principais prejudicados. Ao Poder Público cabe cumprir as normas sanitárias para evitar uma maior disseminação da Covid-19, mas também nos preocupa a situação em que se encontram. Por isso fizemos essa segunda entrega de cestas básicas como forma de ajudá-los a superar a falta de renda e garantir refeição de qualidade”, destaca.

Carla Suzarte (foto), guia turística há cinco anos, nunca imaginava passar por uma situação como essa. “A gente vinha trabalhando normalmente e de repente tudo parou. Estamos sem renda e sem condições de fazer a feira. Essa cesta básica que a Prefeitura está distribuindo é muito importante pra gente. Só tenho a agradecer”, ressalta.

A comerciante Maria de Oliveira também lamenta que esteja impedida de trabalhar por causa da pandemia e diz não vê a hora de tudo voltar ao normal. “Queremos voltar a trabalhar com tudo organizado para voltarmos a ter renda. Mas, enquanto esse dia não chega, ainda bem que tem essa ajuda da Prefeitura de Jaboatão. Essa cesta está bem sortida e vai durar um bom tempo”, pontua.


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04/07


2020

Edir Macedo adquire controle do Banco Renner

Valor Econômico

O chefe da igreja Universal do Reino de Deus, Edir Macedo Bezerra, que já tinha uma fatia de 49% no Banco Renner, adquiriu o controle da instituição, após receber recentemente o aval do Banco Central.

O Banco A. J. Renner foi criado em 1981 pela família Renner, em Porto Alegre, e o nome faz alusão a Antônio Jacob Renner, o patriarca da família e fundador também das Lojas Renner, varejista de moda que hoje em dia não tem mais nenhuma ligação com a instituição financeira nem com a família Renner.

Em 2009, Edir Macedo anunciou a intenção de comprar uma fatia de 40% na instituição, mas a operação só saiu em 2013, quando ele e a esposa Ester adquiriram uma fatia de 49%. Eles foram considerados pelo Banco Central como investidores estrangeiros, por terem domicílio no exterior, e, assim, a compra precisou de um decreto da presidente Dilma Rousseff considerando o investimento como de interesse do governo brasileiro.

Em 2018, já no governo Michel Temer, foi editado novo decreto com a possibilidade de a fatia estrangeira no capital ser elevada para até 80%. Na ocasião, o colunista Lauro Jardim, de O Globo, publicou que Edir Macedo vinha pressionando o governo para conseguir aumentar sua participação no banco, mas que esbarrava em objeções da área técnica do Banco Central.

A matéria completa está disponível no Valor Econômico.


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04/07


2020

Caudilhismo sertanejo

Por Marlos Porto*

A propósito do anúncio feito aqui em Arcoverde, de que o candidato escolhido pela prefeita é o empresário Wellington Maciel, lembrei que João do Skate, do PRTB municipal, afirmou ontem em uma rede social que "em política, quem toma decisão é a maioria, não 2 ou 3 gatos pingados".

Postei um comentário a respeito, concordando com a afirmação do líder partidário e tecendo algumas considerações sobre esse processo de escolha de sucessores tão viciado e que já deveria ter sido superado.

Não fazia ideia que haveria esse anúncio, com tanta pompa (fogos, aglomeração, etc.) e em circunstâncias tão inadequadas, pelo grave momento que vivemos em decorrência da pandemia - em suma, de forma tão atabalhoada, como bem classificou o arguto jornalista Magno Martins em seu atualizado, moderno e prestigiado blog.

Considero oportuno aqui transcrever o comentário que fiz: "Caro João Do Skate, acho correta e apropriada sua afirmação. Triste que em Arcoverde, desde 2004, só ganham os escolhidos pelo(a) prefeito(a), cujo prestígio é posto na briga em favor do seu sucessor.

Rosa foi a última a representar uma ruptura de hegemonia de um grupo, uma virada no comando da prefeitura, ocorrida na campanha de 1996. Presenciei aquela campanha e o sentimento de mudança era muito forte. A oxigenação da política e a alternância de poder é muito saudável para a democracia.

Observou-se, porém, que não apenas deixou de haver alternância de grupos desde então, mas que tanto Rosa Barros quanto Zeca Cavalcanti se decepcionaram com seus respectivos sucessores. Ou seja, tais escolhas não foram, certamente, as mais apropriadas.

Joga-se o peso da prefeitura numa sucessão, o que é indevido. Prefeito não é para estar em palanque de A, B ou C. É para governar para todos e não utilizar a máquina a favor desse ou daquele candidato. Só assim poderá ter uma postura moral irretocável.

A tradição de nossa política, porém, é que o prefeito se veja na obrigação de defender um determinado nome como sucessor, para assim defender a sua gestão de críticas, defender o seu legado. Considero esse um equívoco prático das democracias em geral.

Ora, a defesa de sua gestão será a própria qualidade da gestão, o trabalho deixado tem ou não valor e isso por aí só basta para a defesa desse mesmo trabalho.

Para ser honesto no seu discurso, todo candidato que adota essa prática de trabalhar pela eleição do sucessor deveria colocar esse item no seu projeto de governo - o que não acontece e que, se ocorresse, não deixaria de ser ridículo. Isso porque ser um bom gestor nada tem a ver com eleger o seu sucessor.

Assim, depois de eleito o sucessor, este lhe volta as costas, os antigos aliados brigam e se dividem em grupos rivais... Mas se o eleitor prestar atenção, estavam todos juntos, Zeca e Madalena, em 2004, em 2006, em 2008, em 2010, em 2012 e mesmo em 2014 (tirando o fato de que nesse ano divergiram nos apoios a candidatos a governador e presidente).

Assim que, voltando ao início, concordo que a maioria é que decide e essa prática de se julgar tão poderoso(a) a ponto de eleger seu sucessor é uma ilusão que, às vezes pode fazer o governante cair do cavalo. Abraço!"

Pois bem. Não sou filiado ao PSB e não tenho intenção de meter a colher onde não sou chamado, mas tomo a liberdade de dizer, como cidadão, que seria muito bonito se em Arcoverde o candidato apoiado pela prefeita fosse escolhido por meio de prévias partidárias. Seria um sinal de grande maturidade política em nosso município. E penso que o candidato que ganharia as prévias seria o combativo João Justino ou, quem sabe, a experiente vereadora Célia Cardoso.

Enfim, da forma que foi feito, ganhou o caudilhismo. Triste que tanta gente qualificada se cale. Hora de o eleitor arcoverdense refletir e ver se não é hora de buscar alternativas mais consentâneas com as aspirações dos mais variados segmentos sociais, em vez de sucumbir aos ditames arcaicos da elite econômica e política da terra do Cardeal.

*Funcionário público e membro do partido Cidadania em Arcoverde.


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