FMO janeiro 2020

25/09


2011

FMI: Economia mundial a caminho de superar a crise

 A economia mundial está "na metade do caminho" para superar a crise e a eurozona "fará o necessário" para garantir a estabilidade financeira - estas foram as conclusões das reuniões anuais do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial (BM). A diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, afirmou neste sábado que, após as medidas adotadas nos últimos meses, a economia mundial está "na metade do caminho" para sair da crise, mas se encontra em uma "fase crítica e perigosa". No comunicado divulgado após a reunião do Comitê Financeiro e Monetário Internacional do Fundo, os membros do FMI destacaram o compromisso "dos colegas da zona do euro para fazer o necessário para garantir a estabilidade financeira". Em relação ao futuro, Lagarde encorajou um reforço dos recursos financeiros das instituições multilaterais perante a envergadura dos potenciais desafios e ressaltou a importância da "rápida" aplicação do aumento da cota dos países-membros aprovado em 2010.

Para a chefe do FMI, a capacidade de empréstimos da instituição (de US$ 400 bilhões) "parece suficiente hoje, mas se enfraquece em comparação com as potenciais necessidades financeiras de países vulneráveis e outros afetados pela crise".


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IPTU Cabo

25/09


2011

Após derrota para Ana, Aldo quer presidir a Câmara

 Superado por Ana Arraes e Eduardo Campos na disputa pela vaga do TCU nesta semana, Aldo Rebelo diz que a partir de agora irá se concentrar nas discussões do Código Florestal no Senado. Perguntado se os 149 votos obtidos na eleição poderiam motivar uma eventual candidatura à presidência da Câmara, em 2013, Aldo não descarta a possibilidade. Diz, porém, que no momento “não está pensando nisso” e ressalva:

- Não concorrer à presidência é uma alternativa.

Se a possibilidade de não concorrer à sucessão de Marco Maia em 2013 é hoje apenas “uma alternativa” para Aldo é porque deve haver outras — entre elas a de concorrer — e quem deve começar a se preocupar desde já é o PMDB. Com Henrique Eduardo Alves cada vez mais questionado na bancada…(Ilimar Franco - O Globo)


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Governo de PE - Decimo Terceiro

25/09


2011

Dilma e Obama na ONU: troca de farpas

 Um integrante da comitiva brasileira na viagem da presidente Dilma à Assembleia da ONU relata que a presidente, que ficara para ouvir o discurso de presidente Barack Obama, tirou seu fone de ouvido e deu um sorrizinho, quando o americano disse que não será com frases fortes no plenário das Nações Unidas que se conquistará a paz no Oriente Médio.

A comitiva interpretou que Obama respondeu à fala da brasileira.

(Ilimar Franco - O Globo)


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acolher

25/09


2011

Combate à pobreza do Brasil vai a outros países

 A estratégia brasileira para reduzir a pobreza despertou o interesse de outros países que querem saber qual a receita usada por aqui. Em entrevista exclusiva à Agência Brasil, o diretor do Grupo de Redução da Pobreza do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), Selim Jahan, citou algumas nações, como Índia, Turquia e Botsuana, que estão de olho nas ações brasileiras, entre elas, o Bolsa Família. Para o diretor, o ponto positivo do programa é exigir que as famílias pobres assumam compromissos em troca de receber a transferência de renda. Para ter direito ao benefício, as famílias devem vacinar os filhos, matriculá-los em uma escola e as grávidas precisam fazer o pré-natal.

“O benefício está aí. Não estamos falando apenas de transferência de dinheiro, mas estamos falando em dar educação e outros benefícios”, disse Jahan, que trabalha na sede do Pnud, nos Estados Unidos, e veio ao Brasil para participar de reuniões no Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC-IG), uma parceria do Pnud com o governo brasileiro. De acordo com Selim Jahan, grande número de países africanos pode usar a experiência brasileira.


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25/09


2011

Desmatadores temerosos de ação repressiva do governo

 A Advocacia Geral da União entrou com 17 ações contra ao maiores desmatadores de estados que compõem a Amazônia legal, informa Lauro Jardim, no site da Veja. Eles podem ser condenados a recompor as áreas que derrubaram. Se não fizerem isso podem perder financiamentos e incentivos fiscais do governo. É por causa disso que os desmatadores estão empenhados na reforma do Código Florestal. Querem se livrar de qualquer punição pelos crimes ambientais que cometeram.


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Cúpula Hemisférica

25/09


2011

Fumaça nos olhos dos outros

 O Governo Federal estuda uma compensação à indústria do cigarro pelo anunciado aumento do IPI, Imposto sobre Produtos Industrializados: a liberação do cigarro em ambientes fechados - maldição de que fomos liberados há pouco tempo. Não se fala em compensar os muitos anos em que os cigarros receberam subsídios do Governo - algo como R$ 12 bilhões ao ano, conforme estudo de 2009 da Trevisan, uma das mais importantes consultorias do país. Que ninguém subestime o poder das multinacionais produtoras de câncer: empresas que escondiam estudos sobre os males do fumo gastam o que for preciso para crescer.

Já não bastam as bebidas alcoólicas com propaganda e venda livres?                                 (Carlos Brickmann)


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Comentários

Adilson

Seu Brickmann, quem faz campanha contra a regulamentação de vendas e propaganda de bebidas são seus pares. É a "IMPRENSA LIVRE" que não quer regulamentar. Livre não sei de quem ou de que.


Prefeitura de Serra Talhada

25/09


2011

Deputados de SP querem saber quem vende emendas

Deputados da base do governo e da oposição cobram o deputado Roque Barbiere (PTB) a divulgar quais são os parlamentares da Assembleia Legislativa que estariam vendendo emendas, informa a Agência Estado. A acusação foi feita por Barbiere em entrevista a um canal de internet. Segundo ele, de 25% a 30% dos 94 deputados da Casa enriquecem fazendo isso. O líder do PSOL, Carlos Giannazi, protocolou no Conselho de Ética um pedido de investigação do caso. O deputado afirma que  Barbiere deve revelar o que sabe sobre o suposto esquema. ''É estarrecedor. Se ele sabe de alguma coisa, por que não foi à tribuna da Casa? Por que não foi à Corregedoria ou procurou o Conselho de Ética?'', questionou.

 

O líder do PT na Casa, Ênio Tatto, classificou como ''graves'' as denúncias e instou Barbiere a ser mais específico. ''Tem de começar a falar os nomes. Se não, deixa todo mundo na berlinda, como suspeito.'' Na mesma toada seguiu o líder do PSDB, Orlando Morando. ''A forma generalizada é uma coisa nociva. Precisa identificar quem são os 30%''.


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Comentários

Raimundo Eleno dos Santos

Onde há fumaça há fogo.E ñ é fumaça de geleira!Como disse Ney Suassyna:"TODO político come uma beiradinha das emendas que apresenta".Com essa afirmação declarou-se bandido ladrão.Quero ver coragem no Barbiere p/declinar a cada um.Ney ñ foi questionado pelo q disse.Ninguém teve coragem questioná-lo.


Prefeitura de Limoeiro

24/09


2011

Diferente de Lulla, Dilma deu o tom de seu discurso na ONU

Diferente de seu antecessor Luiz Inácio Lula da Silva, que recebia discursos prontos e incluía improvisos na hora, a presidente Dilma Rousseff participou de maneira ativa, definiu o tom e editou detalhes do texto que leu como primeira mulher a abrir uma Assembleia Geral da ONU, na última quarta-feira, em Nova York. Dilma encomendou um texto inicial ao Itamaraty que serviu como ''copião''. Leu, achou muito centrado em política externa e amorfo. Fez então pedidos de informações à área da Fazenda, buscou anotações e deixou claro desde o início a intenção de focar a crise econômica. Foi a própria presidente quem carregou nas tintas ao apontar o dedo contra os EUA e os países ricos como responsáveis pela crise e destacar os pontos positivos do Brasil.
Foi ela também quem incluiu uma ressalva para evitar críticas e ironias depois: o trecho em que diz que a resistência do Brasil à crise ''não é ilimitada''. A decisão foi tomada já nos EUA, diante das informações da Fazenda e do próprio ministro Guido Mantega (Fazenda) de que a semana iria acabar com turbulências fortes na Bovespa, dólar em disparada e clima de incerteza.

DESEMPREGO
Também não foi à toa que Dilma destacou os dados de desemprego, francamente desfavoráveis aos EUA e à Europa e favoráveis ao Brasil. Ela já tinha conhecimento do novo dado, que seria anunciado apenas no dia seguinte: 6%, melhor índice do mês de agosto na série histórica do IBGE, iniciada em 2002. No discurso, Dilma disse que há 44 milhões de desempregados na Europa, enquanto a Comissão Europeia registra 22,7 milhões no último levantamento disponível.

O dado constava do calhamaço do Itamaraty e passou pela Fazenda. Planalto e Itamaraty dizem que não houve erro; foram fontes e metodologia diferentes.
Coube ao marqueteiro João Santana incluir a emoção e capitalizar ''o fato histórico'' de Dilma ser a primeira mulher a abrir a assembleia, com a menção ao fato de ela ter sido torturada na ditadura.

DIFERENTE DE LULA

Santana também cuidou do encadeamento do texto, em que a entrada do Sudão do Sul na ONU levou à fala da falta da Palestina. Dilma desembarcou em Nova York com o texto quase fechado. Lá, enxugou um pouco da emoção e pesou ainda mais na economia, tema que tem dominado suas preocupações. Diferente de Lula, não quis improvisar. Ao contrário, praticamente decorou o texto.(Folha de S.Paulo - Eliane Cantanhêde - Ana Flor)


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Banner de Arcoverde

24/09


2011

Dinheiro para fazer política

FERNANDO RODRIGUES *

 Ao chegar a Brasília no século passado, disseram-me que há na natureza dois tipos de políticos: o político que precisa de dinheiro para fazer política e o que precisa da política para fazer dinheiro. Embora reducionista, a definição ilus tra a atual onda promovida por Lula, petistas e agregados governistas a favor de financiamento público exclusivo para eleições. Essa turma deseja se inserir na categoria do "político que precisa de dinheiro para fazer política". É compreensível. Muitos ali são réus no processo do mensalão. Mas o que chama a atenção no debate é a malandragem e a preguiça.

A malandragem é pedir dinheiro sem mencionar o quanto o Brasil já torra com políticos. O Fundo Partidário, neste ano, distribuirá mais de R$ 300 milhões entre as 27 siglas existentes. Estas legendas também têm o direito de aparecer em redes nacional e estaduais de rádio e de TV uma vez por semestre -com programas e inserções curtas. Numa estimativa modesta, a renúncia fiscal pode ficar perto de R$ 500 milhões. Ou seja, já é muito dinheiro público usado para fazer política.

A preguiça surge na abulia para buscar arrecadação de pequenas doações. Enquanto milhões de norte-americanos contribuem com US$ 10 ou US$ 20 para seus candidatos, no Brasil esse tipo de financiamento é um fracasso -pois os políticos não têm coragem nem disposição de pedir dinheiro aos eleitores.

Dilma Rousseff teve 55,8 milhões de votos e só 2.032 doadores de pequenas quantias. José Serra, seu adversário, nem tentou tal modalidade de arrecadação. Esse é o comportamento basilar do atual debate: por que passar pelo constrangimento de pedir dinheiro ao eleitor se posso receber dos cofres do governo? Por sorte, como sempre, essa história de reforma política é apenas uma miragem. A chance de algo ser aprovado continua para lá de remota.  (*Folha de S.Paulo)


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24/09


2011

Blatter ameaça tirar Copa do Brasil. EUA e Alemanha aguardam

 Um episódio ainda não revelado e movido a tensão de ambos os lados mexe com os brios do governo federal e da FIFA. Há 15 dias o presidente da entidade, Joseph Blatter, mandou carta em tom ameaçador à presidenta Dilma Rousseff. Em outras palavras, disse que se o país não acelerasse as obras dos estádios e não enviasse a Lei Geral da Copa para o Congresso, a FIFA não terá outra alternativa a não ser cancelar o evento até ano que vem, prazo estipulado em acordo com o Brasil, e anunciar a Copa em outro país. A Casa Civil deu celeridade, então, ao envio do projeto, mas aí a situação desandou de vez. Os advogados da FIFA no Brasil não gostaram do que leram. Eles esperavam outro projeto, já acordado com o governo.

Entre pontos polêmicos está a venda de meia-entrada para idosos, o que a FIFA veta e vetou em eventos anteriores. Não há objetividade também sobre as regras para comércio e publicidade em torno dos estádios. A FIFA tem exclusividade sobre esses termos, principalmente com a venda de uma cerveja estrangeira que é parceira da entidade, mas o governo não deixou claro se a cervejeira da FIFA terá exclusividade nos acessos aos estádios. Nos corredores da FIFA, há quem diga que Estados Unidos e Alemanha, que sediaram Copas recentes, estão sob alerta.  (Cláudio Humberto)


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Comentários

Adilson

Vai sair crlho... e prr... nenhuma.Duvido que lá eles tenha tanta folga para ganhar dinheiro ou impor leis como terão por aqui.E mais, aqui eles ainda contam a ajuda dos "compatriotas entreguistas" que é essa oposição sem proposta e neoliberal que só quer encher o bolso às custas do povo.

Oráculo de Delfos

A LuciAnta vive mesmo no mundo da lua. Quem, após passar 4 anos sem fazer nada, tenta de toda maneira afrouxar os controles é o governo, querendo flexiblizar a Lei de Licitações e impor um tal "regime difereciado de contratação" que é uma piada de mau gosto...

marcos almeida de oliveira

seria otimo!!! que leve para a alemanha. menos roubo nos cofres publico

Jair Lima Lopes de Vasconcelos

Seria ótimo para o Brasil, mas duvido que isso aconteça.

José Nivaldo

O que está acontecendo é que o EX-PRESIDENTE quis fazer graça para agradar o povo e terminou ferrando todos, pois FAZER FESTA com dinheiro meu seu nosso é muito bom só que vai deixar todos devendo e beneficiar a CBF e a FIFA que irão embolsar todo o lucro.



24/09


2011

Jucá critica ''''esforço intelectual notável'''' de Collor

 Fruto de um “esforço intelectual notável”, mas que traz “retrocessos inaceitáveis” para o país. Foi assim que o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), classificou as sugestões contidas no voto em separado que o senador Fernando Collor (PTB-AL) apresentará ao PLC nº 41/10, que regulamenta o acesso público a documentos secretos oficiais.

A crítica consta no requerimento nº 476, de autoria do líder governista, que acelerou o envio da matéria a plenário, após cinco meses de batalha com Collor. Ao longo das 29 páginas do documento, Jucá rebate, entre outros pontos do substitutivo collorido, a tentativa do petebista de manter o chamado “sigilo eterno” das informações.(Do blog Poder Online)


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Comentários

roberto lima

O que ele (collor) tem a ganhar ou a perder com o sigilo eterno dos documentos? interesses "res-publicanos" não pode ser.