Faculdade de Medicina de Olinda

06/01


2014

Kátia diz que assessor do Planalto é ''mal intencionado''

 Uma ação de desocupação da terra indígena Awá-Guajá, no Maranhão, gerou troca de acusações entre a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), presidente da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), e o secretário nacional de Articulação Social da Secretaria-Geral da Presidência, Paulo Maldos.

Na sexta-feira, data do início da desocupação, Maldos afirmou ao programa "Voz do Brasil", da EBC (Empresa Brasileira de Comunicação), que "a maioria dos ocupantes [...] vivem da extração da madeira, plantação de maconha e outros ilícitos, como já foi identificado há pouco tempo trabalho escravo na região".

"A gente tem uma crise humanitária, digamos, em que você, por um lado, [vê] povos indígenas sem contato algum com a nossa sociedade, ou um contato muito recente, e, por outro lado, representantes, digamos, da nossa sociedade, que são o que temos de mais criminoso."

Em nota divulgada ontem em nome da CNA, a senadora disse que o secretário é "mal-intencionado" e fez declarações "levianas, irresponsáveis e ideológicas", contra as quais "buscará as medidas judiciais cabíveis".


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Governo de PE

06/01


2014

Olho em 2014, Alckmin foca agenda em transporte

Estratégia visa atenuar impacto causado pelos protestos de junho e pelas denúncias sobre formação de ca

 Em busca da reeleição, o governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) irá ampliar a sua presença em eventos na região metropolitana de São Paulo e priorizar dois temas nos compromissos públicos de 2014: transportes e mobilidade urbana.

A estratégia tem duas justificativas: a Grande São Paulo é onde o governo estadual tem sua pior avaliação e pesquisas internas mostram que PSDB e PT são mal avaliados nas duas áreas citadas.

Pesquisa Datafolha de junho mostrou que o transporte público teve a pior avaliação dos últimos 26 anos na capital. O sistema (que inclui ônibus, metrô e trem) foi considerado ruim ou péssimo por 55% dos entrevistados.

O tema, que motivou os protestos de junho nas grandes cidades e levou o governador a cancelar o reajuste da tarifa do metrô, predominou na agenda de Alckmin no segundo semestre de 2013. (Folha de S.Paulo - Patricia Britto)


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Prefeitura de Abreu e Lima

06/01


2014

Para ser ouvida e respeitada em Davos

CARLOS CHAGAS

 Com a presidente Dilma de volta a Brasília, chegou a hora de o governo passar da teoria à prática. Depois das exortações de Natal e Ano Novo, a respeito de a economia irem bem, apesar da guerra psicológica de certas elites, abre-se a oportunidade da demonstração.

Que tal, por exemplo, para estimular investimentos externos, apertar os parafusos fiscais? Porque lá fora muitos potentados deixam de aplicar seus recursos no Brasil por conta da desorganização nas contas públicas e nos gastos do governo. Como seria suicídio cortar despesas sociais, forçar demissões e aumentar impostos, o caminho que se abre é o oposto: enquadrar quantos burlam o fisco, enviam centenas de milhões para paraísos fiscais e remetem lucros inexistentes para suas matrizes. Demonstrar ao investidor estrangeiro que somos um país sério, disposto a poupar internamente através da devida cobrança a quantos fazem de nós joguete de suas falcatruas, podendo, assim, definir a devida remuneração aos que se dispuserem colaborar com nosso desenvolvimento.

Pode parecer uma contradição, mas é por aí que Dilma se credenciaria a ser ouvida e respeitada no fórum de Davos, para onde se dirigirá dentro de poucos dias. Se ficar apenas na promessa de que nos constituímos num paraíso para os especuladores, estará estimulando a vigarice. Mas se demonstrar que quem vier de boa fé acabará saindo satisfeito, melhor para todos.

Há muita coisa a mais no dever de casa a ser feito este ano, sem prejuízo das metas eleitorais da reeleição e da manutenção de forte base parlamentar na Legislatura a se iniciar ano que vem. Por exemplo: escolhendo novos ministros nos partidos que apóiam o governo, necessidade fundamental para a vitória nas urnas, mas não aceitando a imposição de vigaristas e incompetentes. Selecionando, no arraial de cada um, gente séria e honesta, que sempre será possível encontrar, mesmo com lupa e paciência.

Em suma, um objetivo da presidente é a reeleição, mas outro, maior, será coroar seu primeiro mandato com uma performance que faça do segundo uma continuação necessária. Além de manter a política assistencialista, precisará avançar em iniciativas em condições de garantir a ascensão dos assalariados a novos patamares sociais. Quais? A cogestão, a participação dos trabalhadores no lucro das empresas, o restabelecimento de direitos suprimidos ao longo dos últimos anos, como a estabilidade no emprego, um salário-família real, até um salário mínimo acorde com a Constituição, bem como a proibição de demissões imotivadas, como a que acaba de fazer uma montadora multinacional. Para isso existe o Estado, jamais para proteger interesses elitistas e escusos.


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Prefeitura de Limoeiro

05/01


2014

Flávio Dino: já há motivo para intervir no Maranhão

DO PORTAL BR247

 Se a sensação nas ruas de São Luís é de medo, diante da onda de violência e da decisão do sindicato dos ônibus de impedir a circulação dos coletivos, a temperatura também deve subir no campo político. Em entrevista exclusiva ao 247, o pré-candidato ao governo estadual, Flávio Dino, afirmou que já existem condições jurídicas para uma intervenção federal no Maranhão. ''Dois casos que permitem intervenção são o comprometimento da ordem pública e o desrespeito aos direitos humanos'', diz Dino. ''Por muito menos, houve intervenção no Espírito Santo''.

Dino, que é presidente da Embratur e filiado ao PCdoB, se refere à intervenção ocorrida em 2002, no governo FHC, que atingiu seu aliado José Ignácio, também tucano, e que se mostrava incapaz de combater o crime organizado no Estado. Doze anos depois, no Maranhão, a situação seria ainda mais grave, segundo Dino. ''No presídio de Pedrinhas, 60 pessoas morreram no ano passado e outras duas foram mortas neste ano'', afirma ele.

O político também classifica como ''irresponsável'' a declaração do ex-presidente José Sarney, que teria rotulado a crise como ''briga de bandidos'', que ocorreria dentro dos presídios. ''Nos presídios, estão sendo mortos, os presos mais fracos, os mais frágeis. Fora deles, a população está sendo atacada e agora ficou sem transporte público, impedida de retornar ao lar depois do trabalho''.

Dino diz que a crise da segurança pública no Maranhão é estrutural. ''É o estado com menor número de policiais por habitante em todo o País. Aqui, existe um policial para cada 800 habitantes, quando a média nacional é de 1 para 415'', afirma. ''Ou seja, é quase a metade''. A consequência natural, diz ele, foi o aumento da violência. Dino afirma que o número de homicídios em São Luís foi 630 para 800 entre 2012 e 2013.

Ele também afirma ainda que a crise na segurança é apenas ''a ponta de um iceberg'' muito maior. ''O descalabro atinge todas as áreas da administração: a saúde, a educação, a infraestrutura, tudo'', diz ele. ''Ou seja, reflete o fim de um ciclo, o esgotamento de uma estrutura de poder que transformou o Maranhão no estado com os piores indicadores sociais do País''.

O apoio à família Sarney, no entanto, tem sido sempre uma condição imposta pela cúpula do PMDB para garantir a aliança com o PT nas eleições nacionais. Desta vez, no entanto, o caldo pode estar prestes a entornar.


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05/01


2014

MA: bandidos iam queirmar vinte ônibus e matar PMs

SIDNEY REZENDE

 Aluísio Mendes, secretário de Segurança Pública do Maranhão, afirmou que o objetivo dos criminosos era de queimar pelo menos 20 ônibus em São Luís. Durante coletiva neste domingo, foram apresentados dois adolescentes e mais oito suspeitos de participarem dos ataques a ônibus e uma delegacia na noite de sexta (3).

''A polícia deu uma resposta efetiva, rápida e pronta a essas ações criminosas, que foram represálias à ação de moralização do sistema prisional do Maranhão. Grande parte das lideranças dessas duas facções criminosas está presa. Identificamos quem ordenou e quem executou esses ataques bárbaros à população. A ordem que partiu de Pedrinhas, pelo preso Jorge Henrique Amorim Martins, o ''Dragão'', era para queimar, pelo menos, 20 ônibus na região metropolitana.'', afirmou.

O secretário revelou que Serviço de Inteligência soube do ataque e conseguiu evitar mais violência. ''A ordem era para matar policiais, bombeiros e queimar cerca de 20 coletivos. Quem recebeu a ordem do lado de fora e executou essas ações bárbaras foi o elemento identificado como Hilton John Alves Araújo, conhecido como ''Praguinha''''.

Ajuda do governo

O Ministério da Justiça informou que ofereceu ajuda ao governo do Maranhão para conter a onda de violência no estado. Foram oferecidas vagas em presídios federais para os líderes das facções criminosas do Complexo de Pedrinhas.


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Magno coloca pimenta folha

05/01


2014

Reeleição: questão indígena preocupa Dilma

 Em tempos de manifestações e após um ano turbulento quando o assunto é a questão indígena, o governo da presidente Dilma Rousseff já determinou que seja dada atenção especial a esse tema em 2014. É crescente na administração federal a avaliação de que há na polêmica sobre demarcação de terras potencial de sobra para dar origem a uma crise de imagem internacional do Brasil.

Dilma pediu um diagnóstico detalhado sobre o andamento das negociações entre movimentos indígenas e o governo. Quer saber exatamente em que pé estão as negociações com movimentos indígenas e os focos mais prováveis de tensões.

O motivo maior da preocupação é a realização da Copa do Mundo. Até porque qualquer manifestação envolvendo povos indígenas – principalmente se o caráter do protesto for mais violento – pode atrair imediatamente a atenção da imprensa estrangeira, que estará em massa no Brasil para cobrir os jogos.(Blog Poder Online - Clarissa Oliveira)


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Banner de Arcoverde

05/01


2014

Ele está em todas

 O onipresente Lula participou na segunda semana de dezembro em Brasília de um encontro anual interno da Caixa Econômica Federal, que contou com a presença dos diretores, superintendentes, vice-presidentes e demais executivos do banco. Não como ouvinte, claro.

Na reunião interna falou, segundo a CEF, “sobre a importância da Caixa para o desenvolvimento econômico e social do país”.

A propósito, quando deixou a presidência, Lula anunciou que queria correr o mundo pregando contra a fome na África e outras causas globais. Não o fez. Embora viaje muito ao exterior, sua cachaça é andar pelo Brasil recitando o sermão petista.

Também trombeteou que o Instituto Lula atuaria na vanguarda da luta contra a fome no mundo. Embora promova alguns eventos nesta direção, o Instituto é, na verdade, o quartel-general onde Lula recebe (em quantidade invejável) políticos e empresários em busca de alguma influência no governo. (Veja - Lauro Jardim)


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05/01


2014

Desculpe, mas presidente é presidente

 Tempo de TV é ouro para os políticos – e não está se falando aqui dos minutos do horário eleitoral gratuito, disputados em tenebrosas negociações entre partidos; mas de suas aparições em telejornais.

No final de novembro, Aécio Neves levou à cúpula da Globo uma medição que sua equipe realizou nos telejornais exibidos em outubro pela líder de audiência.

A pesquisa revelou que Dilma Rousseff aparecera um total de 42 minutos, enquanto Eduardo Campos virara assunto por sete minutos e Aécio por 22 segundos apenas.

É dura a vida de um candidato de oposição. Mas Dilma é presidente e não há como deixar de ser notícia de um telejornal, mesmo com parte de sua agenda já voltada para a reeleição. (Radar - Lauro Jardim)


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