Faculdade de Medicina de Olinda 2

10/11


2019

Bolsonaro e Moro a Lula: "Não respondo a criminosos"

Presidente e ministro da Justiça foram criticados pelo petista em discurso no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC

Marcos Corrêa/PR/via Agência Brasil

Da Redação da Veja

 

O ministro da Justiça, Sergio Moro, reagiu no Twitter ao segundo discurso que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez desde que deixou a prisão. Lula falou à militância no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, neste sábado.

“Muitos de vocês não queriam que eu fosse preso no 7 de abril do ano passado”, afirmou o ex-presidente. “Mas eu queria provar que o juiz Moro era um canalha. Eu queria provar que o  Dallagnol montou uma quadrilha com a Força Tarefa da Lava Jato. Eu tinha certeza que os delegados que fizeram inquérito contra mim, eles mentiram nos inquéritos que escreveram.”

Em seu perfil no Twitter, Moro afirmou que não responderia a “criminosos”. “Aos que me pedem respostas a ofensas, esclareço: não respondo a criminosos, presos ou soltos. Algumas pessoas só merecem ser ignoradas”, escreveu.

Mais cedo, o ministro lamentou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de barrar prisão após condenação em segunda instância. “Lutar pela Justiça e pela segurança pública não é tarefa fácil. Previsíveis vitórias e revezes (sic). Preferimos a primeira e lamentamos a segunda, mas nunca desistiremos. A decisão do STF deve ser respeitada, mas pode ser alterada, como o próprio Min. Toffoli reconheceu, pelo Congresso”, escreveu. 

Bolsonaro: ‘Não vamos contemporizar com um presidiário’
O presidente Jair Bolsonaro, que de manhã chamou Lula de “canalha” em sua primeira manifestação sobre a saída do petista da prisão, voltou a falar sobre o adversário na tarde deste sábado, ao deixar o Palácio da Alvorada. “A grande maioria do povo brasileiro é honesto e trabalhador, não vamos dar espaço e nem contemporizar com um presidiário”, afirmou à imprensa. “Lula está solto, mas continua com todos os crimes dele nas costas.”

Durante a manhã, no Twitter, Bolsonaro afirmou: “Amantes da liberdade e do bem, somos a maioria. Não podemos cometer erros. Sem um norte e um comando, mesmo a melhor tropa, se torna num bando que atira para todos os lados, inclusive nos amigos. Não dê munição ao canalha, que momentaneamente está livre, mas carregado de culpa”.

À noite, o presidente voltou a falar sobre Lula, usando frase parecida com a de Moro. No Twitter, escreveu: “Não responderei a criminosos que por ora estão soltos” e “Meu partido é o Brasil!”.

Em seu discurso, Lula sinalizou que não vai trabalhar pelo impeachment de Bolsonaro, mas adotou tom provocativo ao falar sobre o presidente. “Tem gente que fala que precisa derrubar o Bolsonaro, tem gente que fala em impeachment. Veja, esse cidadão foi eleito. Democraticamente nós aceitamos o resultado da eleição. Esse cara tem um mandato de quatro anos. Agora, ele foi eleito pra governar para o povo brasileiro e não para governar para os milicianos do Rio de Janeiro”, disse.

Em outro momento do discurso, Lula pediu aos militantes que parassem de xingar Bolsonaro com palavrões.  “Isso não pode ser falado por nós”, disse. “O Bolsonaro já é um palavrão”, acrescentou.

Lula chegou à sede do sindicato pouco antes das 13 horas. O ex-presidente viajou de Curitiba a São Paulo em avião fretado. A aeronave de prefixo PP-HUC pertence à Icon Táxi Aéreo e à Brisair Serviços Técnicos Aeronáuticos, de propriedade do apresentador Luciano Huck e de sua esposa, a também apresentadora de TV Angélica.


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Comentários

Fernandes

Lula fará rejeição a Bolsonaro disparar


Prefeitura de Abreu e Lima

09/11


2019

PEC: relator apoia cortar salário de servidor

PEC emergencial

Relator de PEC apoia cortar salário de servidor. Por PEC emergencial 'vai dar uma arma para o governante seja ele municipal, estadual ou federal', diz senador Oriovisto Guimarães.

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Do Terra - Daniel Weterman

 

Com ações para o ajuste para as contas públicas, a PEC Emergencial é considerada a mais urgente das três propostas do pacote "Mais Brasil". Em entrevista ao Estadão/Broadcast, Guimarães antecipou que vai finalizar o relatório em 15 dias e apresentar uma versão preliminar para discussão.

Medidas de contenção de gastos, que vêm sendo chamadas de gatilhos, devem ser acionadas por dois anos, de acordo com a PEC, quando as operações de crédito do governo federal superarem as despesas de capital em um ano e, para os Estados, quando as despesas excederem 95% da receita, também em um ano. "É como se você desse uma arma para o governante, seja ele municipal, estadual ou federal. Quem está precisando, vai ficar feliz de ter a arma", afirmou o senador. "Se ele vai usar a arma ou não, é uma questão de autonomia dele", completou.

Hoje, doze Estados já poderiam a acessar a PEC Emergencial. Nesse caso de crise fiscal, segundo Guimarães, os governos regionais seriam forçados a usar os instrumentos da PEC. "Se não forçar, o bicho come eles", disse.

O ajuste na conta dos servidores já enfrenta resistência no Senado. Além de parlamentares, técnicos do Congresso fazem um alerta: o governo federal não deve cumprir a chamada regra de ouro (que impede o endividamento acima dos investimentos) e alguns Estados devem permanecer com insuficiência em orçamentária pelos próximos anos. Isso significa que as medidas fiquem em vigor por mais tempo.

O senador insiste que não será uma regra permanente, mas, apenas ferramentas a serem acionadas em casos extremos. "Estão se fixando muito nesse ponto. Não há nenhum aperto previsto, há uma possibilidade. Ninguém está propondo isso como fato inevitável. É uma possibilidade remota, eu diria, para algumas cidades e alguns Estados, e não para a nação como um todo", completou.

O governo tenta aprovar a PEC emergencial ainda neste ano, mas o cenário é considerado improvável no Congresso. O relator avisa que ainda não identificou um ponto da proposta para ser alterado. "Podem nomear outro relator. Eu quero ser o mais fiel possível àquilo que recebi. Só quero mexer naquilo que eu achar que é incoerente ou totalmente inviável. Mas, até agora, não vi nada que parecesse absurdo", afirmou

Ele alertou, porém, que as confusões políticas do governo atrapalham a agenda, mas defendeu não perder tempo com "bobagens ideológicas". "Eu espero que a gente se debruce sobre os problemas reais do Brasil. Não precisamos criar problemas que não existem", concluiu.


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Comentários

marcos

Não cortando o SALÁRIO desses FDP, os dos servidores eles fazem o que querem, quero saber quando que estas reforma, chegam p os Deputados, Senadores, e o Judiciário. Até agora só os Servidores que estão pagando a conta.


Prefeitura de Paulista

09/11


2019

Justiça da Suíça condena empresário brasileiro

Mariano Marcondes Ferraz Foto: Geraldo Bubniak/Agência O Globo

Época - Por Guilherme Amado

 

O empresário Mariano Marcondes Ferraz, figura de proa na sociedade carioca, agora foi condenado na Suíça, por usar o sistema bancário do país para esconder dinheiro de corrupção .

Marcondes Ferraz, que foi ligado aos grupos Trafigura e Decal, também foi condenado na Lava Jato de Curitiba, há dez anos.

Ele foi preso em 2016, ao tentar embarcar via Guarulhos para Londres.

Atualmente, está solto. No mês passado, Mariano casou-se pela terceira vez.


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Prefeitura de Serra Talhada

09/11


2019

Filho de R. R. Soares quer a secretaria do Audiovisual

Depois de 'perder a Cultura', filho de R. R. Soares sonha com secretaria do Audiovisual.

Quem saca primeiro | Reprodução
O Globo - Por Ancelmo Gois 

 

Quem saca primeiro?

Esse Marcos Soares, o ex-deputado filho do pastor R. R. Soares e sobrinho do bispo Edir Macedo, que perdeu para Roberto “Hanns Johst” Alvim a disputa pela Secretaria Especial de Cultura, tenta se acomodar na SAV (Secretaria do Audiovisual). Mas sonha que a SAV passe a gerir os R$ 700 milhões do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), hoje em poder da Ancine. Outra alternativa é Soares presidir a Biblioteca Nacional, onde tem muitos livros e poucos votos.

A propósito...

Do nosso Geraldinho Carneiro sobre a frase do dramaturgo nazista Hanns Johst (“Quando ouço falar em cultura, saco o meu revólver”):
— Já eu, quando ouço falar em revólver, saco a minha cultura.

 


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09/11


2019

Magnata americano entra na disputa pela Casa Branca

Michael Bloomberg - Foto: Wikipédia

Da Isto É - Por AFP

 

O magnata americano Michael Bloomberg caminha para concorrer à Casa Branca em 2020, ao se registrar como candidato nas primárias democratas no estado do Alabama, antes da data limite para a apresentação dos documentos, nesta sexta-feira.

Apesar do ex-prefeito de Nova York não ter anunciado publicamente a candidatura, sua inclusão entre os pré-candidatos democratas abre caminho para a disputa pelo cargo do republicano Donald Trump, em novembro do próximo ano.

Faltando três meses para o início das primárias, o nome Bloomberg foi publicado entre os 17 candidatos no site do Partido Democrata do Alabama horas antes do prazo final para o registro.

O Alabama não abre as primárias, mas é o estado com o maior prazo para registro.

Horas antes, o pré-candidato Joe Biden – favorito nas pesquisas – comemorou a possibilidade de ter Bloomberg na corrida.

“Dou as boas vindas. Michael é um cara sólido”, disse Biden a jornalistas em Concord, New Hampshire, após apresentar sua candidatura oficial neste influente estado, um dos primeiros a votar nas primárias, em fevereiro.

O ex-vice-presidente de Barack Obama (2009-2017) destacou que não se sente ameaçado por Bloomberg, um dos homens mais ricos do mundo, que teria reconsiderado entrar na campanha diante do avanço de dois adversários de Wall Street: Bernie Sanders e Elizabeth Warren, ambos na esquerda do partido.

“Não tenho qualquer problema com ele na corrida (…). As últimas pesquisas me mostram muito à frente dele”.

“Se não me engano, estou indo muito bem, tanto em relação a Trump como aos demais candidatos”.

A média das pesquisas do site especializado RealClearPolitics (RCP) mostra Biden com 28,3% entre os democratas, seguido por Warren, 20,6%, e Sanders, 17,6%.

Sobre um eventual confronto entre Trump e Biden, o RCP revela uma vitória do democrata com 10,5% pontos de vantagem.

Com Bloomberg, de 77 anos, na corrida, se confirma um elenco repleto de septuagenários brancos: Biden, 77 (20 de novembro), Sanders, 78, Warren, 70, e Trump, 73.

Trump comentou a inscrição de Bloomberg avaliando que “o Pequeno Michael fracassará”, em referência a sua baixa estatura. “Não tem a magia para fazer isto”.

“Não irá bem, mas certamente vai prejudicar Biden”, disse o presidente a jornalistas na Casa Branca, antes de acrescentar: “não há ninguém melhor para se concorrer do que com o Pequeno Michael”.

Bloomberg, prefeito de Nova York entre 2001 e 2013 e líder do grupo de informação financeira que leva o seu nome, tem uma fortuna avaliada em 52,4 bilhões de dólares, muito superior a de Trump, com 3,1 bilhões, segundo a revista Forbes.


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Prefeitura de Limoeiro

09/11


2019

Lula quer se encontrar com Ciro Gomes

Lula quer se reunir com Ciro Gomes. Petista avalia que há espaço para retomar diálogo.

Fotos: José Cruz/Agência Brasil

Época - Por Guilherme Amado

 

Um dos primeiros políticos com que Lula quer se sentar é Ciro Gomes.

O petista avalia que há espaço para que os dois façam as pazes.


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Capacitação de Candidatos

09/11


2019

Desejos de Lula: rabada com polenta e boi ralado

Os desejos de Lulas para os próximos dias: rabada com polenta e "boi ralado".

Presidente deixou a prisão ontem | O Globo
O Globo - Por Ancelmo Gois 

 

Ontem, pouco antes de ser solto, Lula contou para um amigo seus planos culinários para os próximos dias. 

O primeiro, saborear uma rabada com polenta, e o segundo, comer “boi ralado” (carne moída com legumes e arroz).

 


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Magno coloca pimenta folha

09/11


2019

Libertação de Lula para estudioso virou caso político

A libertação de Lula para Sérgio Abranches: deixou de ser um caso jurídico e virou um caso político.

O que representa a saída de Lula da prisão | Marcelo Andrade

O Globo - Por Ancelmo Gois 

 

Sérgio Abranches viu com naturalidade a libertação de Lula, ontem. “A sua condenação pela Justiça teve, na época, um simbolismo enorme para a vida política brasileira, embora fosse para mim o momento mais triste da historia politica do país”.

Mas, para o cientista político, a ida de Sergio Moro, o juiz que condenou Lula, para o governo Bolsonaro “deslegitimou sua própria sentença”.

 


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Banner de Arcoverde

09/11


2019

Reforma: demora na promulgação custa R$ 601 milhões

Reforma da Previdência

Verba seria suficiente para construir 7.600 casas para famílias de baixa renda

Agência do INSS: atraso na promulgação traz prejuízo. Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo
O Globo - Geralda Doca

 

A decisão do Senado de segurar a promulgação da reforma da Previdência para o dia 12 de novembro (terça-feira) custará aos cofres públicos R$ 601,2 milhões. Serão 21 dias de atraso desde a aprovação do projeto em 23 de outubro, considerando que as novas regras de aposentadoria só entrarão em vigor a partir da publicação do ato no diário do Congresso, o que deve ocorrer no dia seguinte. O cálculo foi feito pelo economista Paulo Tafner, pesquisador da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) da Universidade de São Paulo, com base no impacto total da proposta aprovada pelos parlamentares de R$ 800 bilhões em dez anos.

O prejuízo foi definido a partir da economia diária prevista no primeiro ano de vigência da reforma. Ela poderia ter sido promulgada no dia seguinte, o que não ocorreu. Segundo Tafner, cada dia de atraso na promulgação da reforma resulta em uma perda de R$ 27,2 milhões. Para ele, faltou percepção ao Senado sobre a gravidade das contas do país.

— Ao demorar em demasia para promulgar a PEC (Proposta de Emenda à Constituição), o Senado impôs um custo adicional ao país absolutamente desnecessário — afirmou o professor.

Parcela ínfima diante da economia total prevista em dez anos, os R$ 601 milhões são suficientes para construir 7.600 casas para famílias de baixa renda no programa Minha Casa Minha Vida, cujo valor unitário é de R$ 79 mil. O programa está paralisado para a faixa 1 (renda de até R$ 1.800), justamente por falta de recursos da União. O valor daria ainda para atender 108.132 crianças em idade de frequentar creches por tempo integral por um ano.

Técnicos do governo endossam o prejuízo apontado pelo economista. A justificativa dada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), para adiar a promulgação foi esperar a chegada do presidente Jair Bolsonaro, à época em viagem internacional à Ásia. Bolsonaro retornou ao país no dia 1º de novembro. A data da promulgação só foi anunciada na votação da PEC Paralela, na quarta-feira passada.

Aumento de alíquota

Nos bastidores, porém, os senadores estavam condicionando a promulgação ao projeto que flexibiliza as regras de aposentadoria dos trabalhadores que lidam com atividades e agentes nocivos à saúde (já encaminhado ao Senado), além da PEC Paralela, que busca incluir estados e municípios na reforma da Previdência da União. Esse acerto foi condição imposta durante a votação da proposta original da Previdência.

A equipe econômica chegou a receber a sinalização de que a promulgação ocorreria somente no fim deste mês. Mas Alcolumbre mudou de ideia e aproveitou a votação da PEC paralela para marcar a data da promulgação.

Um dos reflexos do atraso na promulgação da reforma é o aumento do universo de segurados que atingem direito adquirido e poderão se aposentar pelas regras antigas, além de adiar o aumento das alíquotas de contribuição previdenciária dos servidores e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), paga pelos bancos. Neste caso, é preciso obedecer a noventena (90 dias), a contar da promulgação.


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09/11


2019

Dados de clientes serão enviados para cadastro positivo

As informações serão enviadas na próxima segunda-feira e consumidor será notificado, caso queira cancelar a inscrição.

Cadastro Positivo fará com que sistema de bons pagadores funcione. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/EBC

O Dia 

 

A partir de segunda-feira, os cinco principais bancos do país e cerca de 100 instituições financeiras começarão a compartilhar as informações de pagamento dos consumidores com o Cadastro Positivo. Nessa primeira etapa, o banco de dados contará com 110 milhões de inscritos, segundo o SPC Brasil.

Mas os consumidores não serão surpreendidos. Os clientes receberão uma notificação (por e-mail, SMS ou correspondência física) assim que os dados forem compartilhados. Quem não quiser fazer parte poderá cancelar a inscrição de forma gratuita no site www.spcbrasil.org.br/cadastropositivo/consumidor.

As informações coletadas pelo Cadastro Positivo serão utilizadas para compor o histórico de crédito e a nota de crédito do cadastrado. De acordo com o SPC Brasil, não estão inclusos os dados sobre quais bens foram adquiridos, detalhes de saldo em conta corrente e de investimentos.

Na visão do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, o novo banco de dados abre possibilidade para uma avaliação mais justa na análise de crédito. “Uma conta esquecida poderia ser suficiente para que um bom pagador tivesse seu crédito negado”, explica. “Com a nova medida, as empresas passam a ter acesso a um histórico consolidado de contas de consumo, o que tem uma relevância muito maior.”


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09/11


2019

Advogado de Dilma é novo reitor de universidade no Rio

Ex-advogado de Dilma no impeachment, Ricardo Lodi, o novo reitor da Uerj, diz que vai discutir controle de cotas.

Ricardo Lodi - Foto: Ailton de Freitas / Agência O Globo
O Globo - Por Bruno Alfano


RIO — A Uerj elegeu ontem o advogado Ricardo Lodi Ribeiro como o novo reitor para um mandato de quatro anos, começando em 2020. Ele foi um dos profissionais que atuaram na defesa da ex-presidente Dilma Rousseff ( PT ) durante o processo de impeachment, em 2016. Especialista em Direito Financeiro, era o responsável por embasar juridicamente o argumento contra a tese de que ela cometeu as pedalas fiscais .

Diretor da Faculdade de Direito da Uerj, ele afirmou que tem preocupação com a situação do Colégio de Aplicação ( CAp ) da instituição,  umas das melhores escolas públicas de ensino básico do estado. Atualmente, ela sofre com falta de professores. Lodi também quer resolver o problema de alimentação de alunos que não estudam no campus Maracanã — pois somente este tem um restaurante universitário —, promete discutir o controle de cotas e ainda prevê trabalho para cumprir resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE) que reserva 10% da grade horária das graduações com atividades de extensão.


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