Faculdade de Medicina de Olinda 2

14/10


2019

Ato por Lula toma Avenida Paulista em São Paulo

Manifestantes pedem "Lula livre" em protesto em São Paulo. As principais lideranças do PT, como Gleisi Hoffmann e Fernando Haddad, participaram do ato na avenida Paulista.

Manifestantes em ato pró-Lula na avenida Paulista, em São Paulo (13/10/2019) (Rahel Patrasso/Reuters)

Da Veja - Por Estadão Conteúdo

 

Apoiadores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniram na avenida Paulista, em São Paulo, desde o início da tarde deste domingo, 13, para protestar contra a condenação do ex-presidente. Lula responde pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro e está preso em Curitiba desde 7 abril de 2018.

A manifestação foi convocada pelo Comitê Nacional Lula Livre e tem como objetivo denunciar falhas no processo que levou à prisão do ex-presidente, após condenação em segunda instância no caso do triplex do Guarujá.

Participaram do ato lideranças do Partido dos Trabalhadores (PT) como a presidente e deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), o candidato derrotado à Presidência pelo partido em 2018, Fernando Haddad, e o vereador Eduardo Suplicy. A deputada Luiza Erundina (PSOL-SP) e Guilherme Boulos também estiveram lá. Os manifestantes levaram um grande boneco com os dizeres “Lula livre” e se concentraram em frente ao Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp).

No final de setembro, procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato entregaram à juíza Carolina Lebbos, responsável pela execução da pena do petista, uma manifestação pedindo a transferência de Lula para o regime semiaberto. Como resposta, ele escreveu uma carta respondendo que não aceita “barganhar” seus direitos e sua liberdade.


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Detran

14/10


2019

Coluna desta segunda na Folha

Bolsonaro quer abrir caixa preta

Bolsonaro endureceu o jogo com Luciano Bivar. Passou a defender como bandeira principal a abertura da “caixa preta” dos fundos eleitorais e partidários do PSL, sob o controle absoluto do deputado pernambucano, a quem acusa de administrar a dinheirama de forma autoritária e coronolesca.

O presidente acha que é dinheiro demais – algo em torno de R$ 1 bilhão entre os anos de 2019 a 2022, somando-se as reservas eleitorais e partidárias (são dois fundos, portanto duas receitas) – para ficar apenas sob o domínio de uma só pessoa. Sugere que Bivar socialize as contas e pede que a sigla aja com transparência, alegando que as contas partidárias estão em situação grave.

“A gente quer transparência. Eu não quero que estoure um problema e depois a imprensa me culpe ‘ah, você não sabia? ”. O desabafo de Bolsonaro soa como mera perseguição a Bivar, um jogo do tudo ou nada para enxotá-lo do PSL e assumir o seu controle.

Petrolina no pacote – Em sua conta no Twitter, o presidente Bolsonaro, ao destacar, ontem, o programa de privatizações de aeroportos, incluiu o de Petrolina, no Sertão do São Francisco. Talvez seja a saída para acabar com o monopólio e carestia da Azul Linhas Aéreas, que cobra tarifas exorbitantes entre Recife-Petrolina. A passagem é mais cara do que o trecho Recife-Brasília.

Cair na real – Se quiser ser candidato a prefeito do Recife, o deputado Túlio Gadelha (PDT) está sendo aconselhado por aliados a mergulhar fundo nos problemas da cidade. E nos finais de semana trocar os holofotes com Fátima Bernardes em restaurante e baladas por caminhadas na periferia, para discutir o drama das chagas sociais e alternativas para reduzir o fosso.

Candidato – Cresce em Arcoverde um movimento popular para convencer o delegado Israel Rubis, transferido da Regional do Moxotó pelo governador para Vitória de Santo Antão e obrigado a retornar por liminar judicial, a se filiar a um partido e entrar na disputa pela Prefeitura. Já existem pesquisas internas de que seria imbatível. O xerife, no entanto, recua.

Pecado fiscal – O ex-secretário de Saúde de Olinda na gestão de Luciana Santos (PCdoB), João Veiga, cometeu um pecado fiscal que levou o TCE a rejeitar as contas da hoje vice-governadora. A corte aplicou ainda ao médico uma multa de R$ 77 mil para quitar em até 15 dias.

Bagunça – Belo Jardim paga um preço caro com a eleição do prefeito Hélio dos Terrenos (PTB). Mais uma vez, a cota do FPM do último dia 10 chegou zerada aos cofres do município. Enquanto isso, o trabalhista já torrou cerca de R$ 500 mil com diárias, entre janeiro e julho deste ano.

PETROLINA – De passagem pelo Recife, o prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, a caminho do MDB, faz uma visita, hoje, ao presidente do Grupo EQM e desta Folha, Eduardo Monteiro. Filho do senador Fernando Bezerra, Miguel se revela com visão moderna e empreendedora.

Perguntar não ofende: A Finatec deixou João Paulo (PCdoB) inelegível para disputar a Prefeitura de Olinda?


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13° Bolsa Familia

13/10


2019

Bolsonaro: mestre em desperdiçar oportunidades

Foto: Osid e AFP/Arquivo/fonte:Correio

O Estado é laico

 

Presidente, que não foi à canonização de Irmã Dulce, é mestre em desperdiçar oportunidades

O Globo - Por Ascânio Seleme

 

O presidente Jair Bolsonaro tem razão. O estado é laico e ele não precisava mesmo ter ido a Roma para a cerimônia de santificação da irmã Dulce, a primeira brasileira a virar santa da Igreja Católica. Não importa se o Estado mandou o vice e três aviões da FAB repletos de autoridades, o presidente se deu o direito de não prestigiar a consagração. Não se pode criticá-lo por esta razão. A menos que se considere que há um mês ele foi ao maior templo da Igreja Universal, em São Paulo, ajoelhou-se aos pés do bispo Macedo para ser abençoado por um dos mais notórios charlatões do Brasil. E ainda rezou e chorou.

Francamente , Bolsonaro é mestre em desperdiçar oportunidades. Pode não ser praticante, pode não ser fiel, pode ser apenas da boca para fora, mas o seu currículo informa que ele é católico romano. Mesmo tendo cara e jeito de evangélico, o que não é nenhum demérito, o pai de Flávio, Carlos e Eduardo é católico. Não se conseguiria reunir argumento melhor para participar da cerimônia no Vaticano. Seria um ganho enorme sob qualquer ângulo que se observe, até pelo respeito e pela circunspecção que o ato envolve.

Mas, não , Jair Bolsonaro preferiu ficar no Brasil, batendo boca com o major Olímpio e com o Luciano Bivar. Aliás, nem sei. Talvez até o major tenha ido na comitiva do Hamilton Mourão a Roma. O fato é que a maior autoridade brasileira deu uma banana ao Papa Francisco e a Santa Dulce dos Pobres. Para um governante que baseia todo o seu discurso em Deus e na família, sua ausência na festa desta manhã parece um descarrilamento de trem de alta velocidade.

Mas como tudo em Bolsonaro tem razões explícitas, fica fácil explicar sua desfeita. Da mesma forma que ele atacou Raoni pelo fato de o cacique ter se encontrado com o presidente da França, Emmanuel Macron, que o capitão julga ser seu desafeto, agora ele esnoba a santa porque o Papa resolveu fazer um sínodo sobre a Amazônia. Imagine, deve ter pensado Jair, não vou colocar azeitona na empada do Papa. Parece um raciocínio ridículo, não vou me ofender se você disser isso, mas será que ele está muito distante das cavernas vazias que ocupam a cabeça do presidente?


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Prefeitura de Limoeiro

13/10


2019

Barris no litoral do NE: governo pede explicações a Shell

Derramamento de petróleo

Governo quer que a Shell explique aparecimento de barris no litoral nordestino. Empresa diz que barris são de lubrificante, e não de óleo, e nega que tenham relação com as manchas do Nordeste.

Foto/fonte: Brasil247

Folha de S. Paulo - Thiago Resende

 

O governo quer que a Shell explique o aparecimento de barris ligados à empresa no litoral do Nordeste.

Os barris, que têm a inscrição de um lubrificante fabricado pela empresa, foram encontrados na praia da Formosa, em Sergipe. O esclarecimento sobre o achado foi requisito pelo Ibama, a pedido do ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente).

A Shell Brasil esclarece que o conteúdo original dos tambores não tem relação com o óleo cru encontrado em diferentes praias da costa brasileira. "São tambores de lubrificante para embarcações, produzido fora do país. Ibama está ciente do caso", disse a empresa em nota.

A equipe do presidente Jair Bolsonaro ainda busca repostas a respeito das manchas de óleo em praias do Nordeste brasileiro. O número de pontos atingidos pelo derramamento de petróleo tem aumentado nos últimos 30 dias, mas ainda não se sabe a origem do vazamento.

Análises do Ibama e da UFBA (Universidade Federal da Bahia) apontaram que o óleo é venezuelano, o que o governo do país nega. Em comunicado conjunto, o Ministério do Petróleo e a empresa estatal de petróleo PDVSA disseram que não receberam nenhum relato de clientes ou subsidiárias sobre vazamentos de petróleo perto do Brasil.

Simulações de computador feitas por pesquisadores indicam que a origem das manchas de óleo nas praias do Nordeste está no alto-mar, a pelo menos 400 km da costa.


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13/10


2019

BNDES: banco gasta milhões com ex-executivos

Os milhões gastos pelo BNDES com seus ex-executivos

Lucas Tavares | Agência O Globo
O Globo - Coluna de Lauro Jardim 
PoR Gabriel Mascarenhas

 

As trocas de comando em órgãos públicos têm um preço, quase sempre, superlativo. O BNDES gastou entre janeiro e agosto de 2019 — ano de estreia de governo e, portanto, recheado de substituições — R$ 3,9 milhões com ex-integrantes da sua diretoria: quase R$ 500 mil por mês.

Nessa fatura entram quarentenas, distribuições de lucros e outros benefícios previstos nos contratos dos executivos, pagos retroativamente.

Só para acertar as contas com o passado recente, entre janeiro e agosto, o BNDES desembolsou cerca de R$ 750 mil aos seus últimos três ex-presidentes.

Joaquim Levy já levou R$ 150,8 mil depois de ter sido demitido por Bolsonaro, em junho. Dyogo Oliveira, desligado ao fim do governo Michel Temer, em dezembro, recebeu R$ 546,1 mil neste ano. O antecessor dele, Paulo Rabello de Castro, exonerado em março do ano passado, levou R$ 58,3 mil em retroativos ao longo de 2019.


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Magno coloca pimenta folha

13/10


2019

Rede de academias: oito clientes presos na Lava Jato

Rede de academias já conta oito clientes presos na Lava Jato. Alunos tiveram que cancelar matrícula na Bodytech de Brasília.

Foto: Emily Almeida / Agência O Globo                                                            Foto/fonte: terça livre
Época - Guilherme Amado

 

As quatro filiais da Bodytech de Brasília já contabiliza oito alunos que tiveram que cancelar suas matrículas por terem sido presos na Lava Jato.

O curioso é que um dos donos do empreendimento, Alexandre Acioly, também foi citado na Lava Jato, em meio às investigações contra Aécio Neves.


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Banner de Arcoverde

13/10


2019

Governador do Rio pode parar no PSL

Witzel pode parar no PSL

Daniel Marenco | Agência O Globo
O Globo por Gabriel Mascarenhas

 

Se o clã Bolsonaro abandonar o PSL, corre o risco de deixar o partido de mão beijada para um adversário declarado: Wilson Witzel.

O governador do Rio de Janeiro não descarta sair do PSC para disputar a presidência em 2022 e enxerga PSL, PP e Solidariedade como destinos viáveis.

Bolsonaro não esconde mais o que sente por Witzel


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13/10


2019

Brasil se distancia de consensos dos direitos humanos

Sem fazer lições de casa, Brasil se distancia de consensos dos direitos humanos. O levante contra a candidatura brasileira na ONU e a publicação do ministro da Educação contra uma jornalista podem ser lidos, no contexto político, como sintoma e causa.

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, em café da manhã com jornalistas Foto: Jorge William / Agência O Globo

Época - Por Giulliana Bianconi

 

Na mesma semana em que quase 200 organizações da sociedade civil se reuniram para lançar manifesto contra a reeleição do Brasil no Conselho de Direitos Humanos da ONU para o período de 2020-2022, mais uma jornalista foi atacada nas redes sociais com discursos violentos e misóginos após uma voz do governo Bolsonaro, a do ministro Abraham Weintraub (da Educação), expor o nome da profissional na rede social Twitter e desqualificá-la. A mensagem que alavancou os ataques contra ela foi publicada após a insatisfação do ministro com uma reportagem veiculada no Estado de S. Paulo.

Ao colocar a repórter no centro da mensagem (ou seria fogueira?), Weintraub protagonizou um ataque à pessoa física, e não ao veículo ou mesmo à reportagem. Se o levante contra a candidatura brasileira na ONU e a publicação do ministro contra a jornalista são dois fatos que parecem distantes e não-relacionados, podem ser lidos, no contexto político, como sintoma e causa. São atitudes como essa de Weintraub que reforçam a leitura de que o Brasil está na contramão de sua tradição universalista que reconhece os direitos humanos como proteção para todos. 

A liberdade de expressão é um direito consagrado como essencial à realização e proteção de todos os direitos humanos, e no dia a dia do trabalho de cada jornalista é fundamental que não haja intimidação por quaisquer partes, principalmente pelo governo - que deveria resguardar tais direitos - no sentido de não tolher essa liberdade. É isso que garante que a informação de interesse público chegue ao público e que o jornalismo cumpra a sua função social. Mas o que se vê no momento é bem diferente: há um sinal verde para o ataque direto a jornalistas, que inevitavelmente aciona o ativismo conservador, esse que tem sua vertente mais odiosa nas milícias digitais. Quando se trata de um “alvo” mulher, os ataques vêm carregados de xingamentos e ameaças que denotam desprezo pela condição de mulher, o que é caracterizado como misoginia.

Jornalistas têm sido tratados como inimigos, adversários, independentemente do gênero, quando não seguem a narrativa “oficial”. A intimidação vale também para pesquisadoras, educadoras, ativistas. Uma das principais referências da pesquisa em direitos reprodutivos e humanos no Brasil, a cientista Débora Diniz, se sentiu em risco real e, mesmo tendo denunciado os ataques à polícia, decidiu sair do país para não lidar diariamente os ataques das milícias virtuais e seguir trabalhando e produzindo conhecimento à distância. 

Confira a íntegra aqui:  Sem fazer lições de casa, Brasil se distancia de consensos ...


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Comentários

Wellington Antunes

Vergonha para o mundo