Congresso Nordestino de Educação Médica

15/06


2019

Secretaria: Ramos quer convivência no governo

Novo chefe da Secretaria de Governo 

General Luiz Eduardo Ramos, prestes a assumir a Secretaria de Governo para, entre outras missões, melhorar a conturbada articulação Planalto-Congresso, terá como norte a busca do diálogo. Ramos disse ainda, que vai continuar missão do antecessor.

Foto: Marocos Corrêa I PR

Coluna do Estadão - Por Werther Santana

 

O general Luiz Eduardo Ramos, prestes a assumir a Secretaria de Governo para, entre outras missões, melhorar a conturbada articulação Planalto-Congresso, terá como norte a busca do diálogo. “O Exército é pautado pela hierarquia e pela disciplina. No governo, tem que conversar mais, o sistema é diferente, é de convivência fraterna”, afirmou à Coluna. Com uma imagem em que duas pessoas tentam conversar estando em margens opostas de um rio, Ramos diz: a “beleza da política é construir pontes”, mesmo que, no limite, seja preciso ceder.

O caminho do convite de Bolsonaro para o general Ramos integrar o governo seguiu a ordem militar: o presidente falou com o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, que falou com o comandante-geral do Exército, general Pujol, que ligou para Ramos, por volta de 13h30.

“O general Ramos é muito importante para o Exército em São Paulo, mas, em Brasília, ao lado do presidente Jair Bolsonaro, como amigo, sua presença é mais importante para o Brasil”, afirmou Pujol ao ministro da Defesa.

Guardou a farda. Ramos reforça ainda que não será um general na ativa no governo. Assim que assinar o termo de posse, vai para a reserva e perde sua tropa.

Sem turbulência. O futuro ministro não comenta a gestão de seu antecessor na Secretaria de Governo, Santos Cruz, de quem é amigo. “Minha missão é a de continuar a que Santos Cruz já estava cumprindo.”

Ramos se encontrou ontem com Bolsonaro pela primeira vez desde que aceitou convite. Na base aérea de SP, foi chamado de “meu ministro!” pelo presidente.


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Governo de PE

15/06


2019

Tensão: arquivos de Deltan, PGR e políticos da Lava-Jato

Procuradora Geral da República Raquel Dodge - Foto: Ailton de Freitas | Agência O Globo
O Globo - Coluna de Lauro Jardim

Por Gabriel Mascarenhas

 

Procuradores da república que conhecem Deltan Dallagon estão tensos com a possibilidade de surgirem conversas entre ele e colegas da PGR sobre casos de políticos com mandato.

As forças-tarefas da Lava Jato nos estados devem acionar a equipe de Raquel Dodge toda vez que suas investigações esbarrarem em personagens com foro privilegiado, daí a preocupação.

Internamente, porém, os dois principais procuradores da PGR que atuam na área criminal, Raquel Branquinho e José Alfredo da Silva, têm dito aos colegas que o risco de serem expostos nos arquivos de Deltan é zero.

 


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Prefeitura de Caruaru

15/06


2019

Redes sociais de servidores da PF foram bloqueadas

Greve geral

PF bloqueou acesso a redes sociais de servidores. Muito policial entendeu que era uma maneira de impedir greve.

Polícia Federal Foto: Geraldo Bubniak/Agência O Globo

Época - Por Guilherme Amado

 

A Polícia Federal bloqueou o acesso de servidores às redes sociais nesta sexta-feira. Os policiais têm direito a acessar as redes por 30 minutos diários.

Muito policial entendeu que era uma maneira de impedir o envolvimento dos policiais na greve geral.
A Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) foi uma das que convocaram para o ato.


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São João Petrolina

15/06


2019

Bolsonaro perde ação contra PCdoB

Bolsonaro perde na Justiça

Bolsonaro entra com ação contra o PCdoB e... perde

Jair Bolsonaro | REUTERS/Adriano Machado

O Globo - Por Ancelmo Gois

 

Logo após o massacre que deixou 50 mortos numa boate LGBT em Orlando (EUA), em 2016, o Facebook do PCdoB postou que o autor do atentado homofóbico, se fosse brasileiro, seria eleitor de Bolsonaro.

O presidente acionou a Justiça. Ganhou em primeira instância, obrigando o partido a pagar R$ 30 mil em indenização por danos morais.

Mas, ontem, a 21ª Câmara Cível... anulou a sentença.

 


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15/06


2019

Guerra das redes: Moro x #EuApoioALavaJato

Nas redes, críticas a Moro foram quatro vezes maiores do que #EuApoioALavaJato.

Edilson Dantas | Agência O Globo

Da Coluna de Anselmo Gois 
Por Tiago Rogero 

 

Desde que o “The intercept” revelou a troca de mensagens entre Sergio Moro e Deltan Dallagnol, as redes sociais foram tomadas por hashtags dos dois “lados”. Pois veja este levantamento feito por meio do Crowdtangle.

Na última semana, posts com críticas a Moro e Dallagnol (“Vaza-Jato”, “VazaMoro” e por aí vai) tiveram 11,3 milhões de interações (curtidas, comentários e compartilhamentos) em Twitter, Instagram e Facebook.

Já as mensagens em defesa dos dois (“EuApoioALavaJato”, “SomosTodosMoro” e etc.) tiveram... 3,2 milhões.


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15/06


2019

Caixa vai vender ações do BB e Alupar

Caixa define detalhes da venda de suas ações no BB e Alupar.

Jorge William | Agência O Globo

O Globo - Por Lauro Jardim

 

A Caixa prevê que consegue botar suas ações do Banco do Brasil e da Alupar à venda em julho. Até o fim deste mês o FI-FGTS autoriza a transação. E depois em mais duas semanas, imagina-se que a Caixa já possa afazer a oferta.

A avaliação é que com as ações do BB consiga R$ 3,5 bilhões e mais R$ 1 bilhão com os papeis que possui na Alupar.

Os bancos que farão a operação não serão os mesmos que tocarão a megaoferta de ações da Caixa na Petrobras, um negócio estimado de R$ 7,2 bilhões.

 


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Asfaltos

15/06


2019

Coluna deste sábado na Folha

Servidor em PE recolhe mais caro

Com os Estados e Municípios fora da reforma da Previdência, a pergunta que fica martirizando os servidores públicos em Pernambuco é a seguinte: por que o governador Paulo Câmara e o seu partido o PSB, cuja bancada fechou questão contra, não se debruçaram melhor no texto enviado ao Congresso para apoiar?

Li no relatório aprovado na Comissão Especial da Câmara que a contribuição previdenciária dos servidores estaduais seria de 7,5%. Em Pernambuco, este percentual é de 13% e na Bahia, governada por um petista, 14%. Dá para entender?

Os deputados da base de Câmara na Assembleia estão esperando a posição do líder do Governo, Isaltino Nascimento, mas este tem corrido do assunto como o diabo da cruz, até porque há uma disparidade enorme nos recolhimentos obrigatórios aos fundos previdenciários entre o que propõe a reforma do Governo que tramita no Congresso e o que se pratica no Estado.

Quem bancou? – Um deputado estava num restaurante, ontem, no Recife, quando foi abordado por um senhor lamentando que a sua empregada doméstica não bateu ponto na sua casa alegando que iria receber R$ 30 para participar das manifestações contra a reforma da Previdência e os cortes de verbas para educação. Quem bancou, ela não revelou, mas disse que o ônibus era gratuito.

Crise – A crise da Imprensa em Brasília é séria. A IstoÉ e o Metro já fecharam suas sucursais. O Destak, comprado por um fundo de investimento brasileiro, também vai fechar sua redação. No Rio, a Rádio Globo mandou encerrar os trabalhos de algumas afiliadas para reestruturação, tirando-as do ar. Não deu certo o projeto de levar estrelas da TV, como Maju, para programas diários.

Fantasminha – O prefeito de Jaboatão, Anderson Ferreira (PL), resolveu viajar, não se sabe para onde, justamente na semana em que caiu um dilúvio na cidade resultando numa vítima fatal e uma leva de desabrigados. Como ele fugiu, literalmente, ganhou o apelido de “Fantasminha”. Jaboatão, decididamente, não tem sorte com os seus administradores.

Boquinha – Ligado agora ao líder do Governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho, o ex-deputado federal João Fernando Coutinho está no compasso de espera para uma boquinha no Governo Bolsonaro. Foi indicado para uma diretoria da Codevasf, mas a nomeação enganchou.

Avante – Presidente do Avante em Pernambuco, o advogado Valdemar Oliveira, o Dema, suplente do senador Humberto Costa e irmão do deputado Sebastião Oliveira, já começou a estruturar o partido em todos os municípios do Estado para a disputa das eleições de 2020.

CAMPANHA – Estamos solidários com a campanha para custear as despesas da atleta Thayslane Ferreira, para disputar na Itália o Mundial de Futebol Universitário. Ela precisa da passagem Recife-Porto Alegre. Sua conta na CEF: agência 1433, operação 013, conta 23569-4. Ajude!

Perguntar não ofende: Os deputados estaduais terão coragem de bancar uma reforma da Previdência?


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Comentários

Fernandes

bolsonaro ainda não esculhambou Glenn Greenwald em entrevista porque não sabe falar o nome dele!

Fernandes

Moro caiu na própria armadilha quando defendeu vazamento de telefonema entre Lula e Dilma no Programa do Bial. O ex-juiz e atual ministro da Justiça Sérgio Moro, durante entrevista para o Programa do Bial, exibida no dia 9 de abril, corroborou com uma tese que se voltaria contra ele mesmo. Apesar de, naquele momento, jamais suspeitar disso, o ministro do presidente bolsonaro (psl), deu a senha para que o atual vazamento das conversas entre ele e o procurador Deltan Dallagnol possa ser usado tanto para incriminá-lo quanto para anular processos da Operação Lava Jato.

Fernandes

Que ironia do destino! Teu herói era o Bandido. E veja só que coisa. No final, era você que tinha bandido de estimação!

Fernandes

Pobre não tem que ter diploma. Tem que consertar fogão e geladeira, disse Bolsonaro. Parabéns aos pobres que votaram nesse traste!

Fernandes

Todo apoio a Glenn Greenward. O Brasil descobrindo a verdade!



15/06


2019

Morte de Marisa usada para procurador atacar Lula

“Direto na jugular”, disse procurador ao defender usar morte de dona  Marisa para atacar Lula

Novo conteúdo divulgado pelo The Intercept mostra os procuradores preparando a estratégia de ataque contra o Lula; Eles  escolheram a morte da esposa do ex-presidente, Marisa Letícia, como alvo da nota que iria direcionar as manchetes dos meios de comunicação; "Eu iria direto na jugular", disse o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima ao defender a proposta no grupo de procuradores

Trechos inéditos das conversas entre o então juiz Sergio Moro e os procuradores da Lava Jato de Curitiba foram divulgados pelo The Intercept nesta sexta-feira (14). O novo conteúdo mostra os procuradores preparando a estratégia de ataque contra o Lula. Um dos alvos usados foi a esposa do ex-presidente, Marisa Letícia, que já havia falecido.

A menção à Dona Marisa seria feita na nota oficial que o Ministério Público iria emitir à imprensa. "Eu iria direto na jugular", disse o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima em uma das conversas no grupo de procuradores.

Santos Lima foi quem recebeu as ordens de Sergio Moro para que o MPF publicasse uma nota. Na conversa com os procuradores, Santos Lima ditou a narrativa que foi usada por diversos veículos da mídia. "Eu iria direto na jugular, falando que culpar quem morreu é uma tática velha de defesa", escreveu ele, que minutos antes havia dito que "se fosse para falar" seria do jeito dele, ou seja, tentando criar a tese que que para se esquivar das acusações, Lula citou a ex-mulher que morreu vítima de um AVC.

Inicialmente, a estratégia de Santos Lima não convenceu os demais procuradores. "Ele não reconheceu os crimes e colocou nas costas dela... ele apenas disse que ela que tratou disso e que ela mesma não ia comprar no fim... qto ao item apreendido, pulou fora. Vcs que estavam lá podem avaliar melhor, mas pelo pouco que vi não me pareceu que foi isso. Foi?", disse Deltan Dallagnol.

Mas a tese prevaleceu e a narrativa foi traçada pelo procurador Julio Noronha: "... Quanto às muitas contradições verificadas no interrogatório do ex-Presidente Lula, à imputação de atos à sua falecida esposa, à confissão de sua relação com pessoas condenadas pela corrupção na Petrobras e à ausência de explicação sobre documentos encontrados em sua residência, o Ministério Público Federal se manifestará oportunamente, no processo, especialmente nas alegações finais", rascunhou o procurador para aprovação dos demais.

O texto final da nota do MPF trouxe a menção de Marisa, sendo manchete de diversos veículos de comunicação.   (BR 247)


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bm4 Marketing 3

15/06


2019

Maia morde e assopra

Rodrigo Maia avisou ao ministro Paulo Guerdes que teria de rebater a fala, por respeito aos pares. Ele lembrou que a Câmara não só colaborou com a reforma, mas também aprovou medida provisória de combate a fraudes no INSS que, segundo o governo, pode representar uma economia de até R$ 20 bilhões por ano.

Apesar da dura resposta pública, o democrata atuou nos bastidores para baixar a temperatura. Pediu calma a líderes e, aos mais chegados, distribuiu um meme com o desenho de um bombeiro apagando incêndio.  (Painel)


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15/06


2019

Guedes é chamado de olavete e menino mimado

Por congressistas e operadores

Ataque de Guedes queima pontes com Congresso e compromete planos pós-Previdência

Daniela Lima - Painel – Folha de S.Paulo

As críticas de Paulo Guedes (Economia) ao texto da reforma da Previdência produzido pela Câmara tendem a custar caro ao ministro. Líderes de partidos trocaram telefonemas logo após o ataque. Ninguém vai derrubar a proposta, mas todos avisam que o governo pode se preparar para, encerrada esta missão, perder por completo qualquer ingerência sobre o Congresso. Para parlamentares, esta foi a prova de que nem na pasta há um mínimo de noção do que é independência entre Poderes.

A avaliação na Câmara foi a de que Guedes, mesmo blindado por Rodrigo Maia (DEM-RJ), se alinhou à ala do governo que aposta no emparedamento do Congresso, por meio de pressão popular, para submeter deputados e senadores às suas vontades.

Nesta sexta (14), diante do relatório que gera economia de R$ 860 bilhões, Guedes disse que os deputados não tinham “compromisso com o futuro”. Na sequência, foi chamado por congressistas e operadores do mercado de “menino mimado” e “olavete sofisticado”, em referência ao grupo radical liderado por Olavo de Carvalho.


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15/06


2019

Ministro mudo sobre Moro e relação com as partes

Lei é clara sobre relação que juízes devem ter com as partes, diz Lewandowski

Folhapress – João Paulo Pitombo

O ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski afirmou nesta sexta-feira (14) em Salvador que a relação de juízes com procuradores está bem fundamentada no Código de Ética da Magistratura.

"O relacionamento de juízes com as partes está bem fundamentado no artigo oitavo do Código de Ética da Magistratura. É só olhar e procurar entender", disse o ministro.

O artigo diz que "o magistrado imparcial é aquele que busca nas provas a verdade dos fatos, com objetividade e fundamento, mantendo ao longo de todo o processo uma distância equivalente das partes, e evita todo o tipo de comportamento que possa refletir favoritismo, predisposição ou preconceito".

O magistrado evitou comentar a troca de mensagens entre o ex-juiz e ministro da Justiça, Sergio Moro, e o procurador Deltan Dallagnol divulgada no último domingo (9) pelo site The Intercept Brasil.

Justificando o porquê de não falar sobre a questão, o ministro afirmou que a Lei Orgânica da Magistratura veda que qualquer juiz se manifeste sobre temas que possa analisar no futuro.


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15/06


2019

O maior medo do Planalto hoje: Lula solto

Helena Chagas

Sergio Moro vestiu a camisa do Flamengo e Jair Bolsonaro vestiu a camisa de Moro. O presidente da República levou três dias para apoiar de forma clara seu ministro da Justiça no episódio Vaza Jato, que revelou as conversas impróprias entre o ex-juiz e o procurador chefe da Lava Jato, Deltan Dallagnol. Por quê? O Planalto avalia que sua única estratégia agora é politizar a questão – ainda que, com isso, Bolsonaro vá se abraçar a um Moro enfraquecido para o que der vier. A outra opção, que seria abandonar Moro e deixá-lo fritar no óleo do desgaste, traria sérios arranhões ao discurso anticorrupção.

O presidente foi aconselhado por seu entorno militar – o primeiro a apoiar Moro – a adotar mais uma vez a tática do confronto e assumir o discurso de Moro de que a divulgação das conversas que mostram sua imprópria proximidade com Dallagnol pelo The Intercept faz parte de uma orquestrada operação de ataque à Lava Jato. Ao jogar as coisas nesse terreno, o governo se exime de julgar o comportamento para lá de suspeito de seu ministro quando era juiz e também se coloca sob o suposto ataque dos “corruptos”, que em tese querem acabar com a Lava Jato.

Leia o artigo na íntegra clicando ao lado:  O maior medo do Planalto hoje: Lula solto. Por Helena Chagas ...


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15/06


2019

Moro quer Lava Jato respondendo defesa de Lula

Novos divulgados por site Intercept

Novo trecho de mensagens vazadas que foram trocadas entre o juiz Sérgio Moro e os procuradores da Lava Jato mostra que o então juiz teria incentivado a emissão de uma nota oficial para comentar o então depoimento do ex-presidente Lula sobre o tríplex do Guarujá, caso que posteriormente levaria o petista à prisão. Nas mensagens divulgadas na noite desta sexta-feira, 14, pelo site The Intercept Brasil, Moro sugere ao procurador da República Carlos Fernando dos Santos Lima uma nota rebatendo o que classificou como “showzinho” da defesa do petista.

“Talvez vocês devessem amanhã editar uma nota esclarecendo as contradições do depoimento com o resto das provas ou com o depoimento anterior dele. Porque a defesa já fez o ‘showzinho’ dela”, diz supostamente Moro em mensagem enviada no dia 10 de maio de 2017. A ideia acabou compartilhada por Santos Lima em outros grupos da Lava Jato e teve a eficácia de medida contestada pelos assessores do MPF. Nas mensagens, Deltan Dallagnol classificou que era importante apontar as contradições de Lula no depoimento. No final, Moro acabou atendido e a Lava Jato emitiu uma nota sobre o depoimento do ex-presidente.  (Estadão   BR 18)


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15/06


2019

Bolsonaro sobre gays contraria mercado de trabalho

Painel S.A - Folha de S.Paulo

Presidente diz que criminalização da homofobia dificulta contratação de homossexuais

A declaração feita pelo presidente Jair Bolsonaro nesta sexta (14) de que a criminalização da homofobia pelo STF (Supremo Tribunal Federal) vai dificultar a contratação de gays não tem respaldo nas estatísticas sobre desempenho empresarial.

Um estudo da consultoria McKinsey, considerado a bíblia da diversidade nas empresas, aponta que as companhias com alta variedade de gêneros, etnias e orientação sexual em suas equipes são 33% mais propensas a ter maior rentabilidade. 


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