Faculdade de Medicina de Olinda

22/09


2019

Doleiro quer fechar delação com a PF

Messer quer fechar delação premiada com a PF.

Dario Messer | Reprodução
O Globo - Por Lauro Jardim

 

Dario Messer, o doleiro dos doleiros, preso há um mês e meio pela Lava-Jato, já deixou mais de uma vez sua cela em Bangu 8 em direção à sede da PF no Rio de Janeiro.

Lá, deu depoimentos com a intenção de fechar um acordo de delação premiada diretamente com a PF. Se falar mesmo o que sabe, provoca um terremoto.

Sua teia de relações em décadas de atuação ia de empresários e esportistas a políticos — inclusive no exterior. Messer era íntimo, por exemplo, do ex-presidente do Paraguai Horácio Cartes.

Por enquanto, ressalte-se, o doleiro não está delatando. Apenas tentando viabilizar sua colaboração


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Comentários

marcos

Fala Dario doa a quem doer, temos que passar o Brasil a limpo.


Governo de PE

22/09


2019

Célio deixa correr solta turma do “gabinete do ódio”.

Célio Fária Júnior e presidente Jair Bolsonaro. Foto: Reprodução/Facebook Célio Faria Júnior

O Estado de S. Paulo - Coluna do Estadão

 

Militares no Planalto andam incomodados com a dificuldade de Célio Faria Júnior, chefe da Assessoria Especial da Presidência, em controlar a turma do “gabinete do ódio” (sob o guarda-chuva dele).

Servidor civil da Marinha, Célio faz parte do seleto grupo que despacha no mesmo andar do gabinete de Bolsonaro e goza da sua confiança. Participa das agendas mais delicadas e, economista, aconselha de perto o presidente.

Quem o acompanha de quando ele era assessor parlamentar, período no qual conheceu Bolsonaro, diz que a insatisfação tem origem em uma disputa entre Marinha e Exército, em função da sua proximidade com o chefe.

Célio Faria Junior (ao centro): quem o defende, diz que ele é um pacificador. Mas, para seus críticos, ele deixa correr solta a turma do “gabinete do ódio”.


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Prefeitura de Abreu e Lima

22/09


2019

ONU descarta Bolsonaro e confirma governador de PE

Conversa Afiada

Diante do isolamento internacional de Jair Bolsonaro, o Nordeste brasileiro começa a despontar como alternativa para as relações diplomáticas do Brasil na área ambiental. Depois de rejeitar o discurso do presidente brasileiro na Cúpula do Clima, que acontece em Nova Iorque (EUA) a partir de segunda-feira (23), a Organização das Nações Unidas (ONU) convidou o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), para discursar representando o Nordeste.

Câmara teve o nome referendado por outros governadores nordestinos que compõem o Consórcio do Nordeste, que se reuniu na última segunda-feira (16) em Natal (RN). 

A ONU convidou o governador para discursar na Cúpula do Clima por conta de seu trabalho na área do meio ambiente, e citou como exemplo a recuperação e ampliação da reserva de caatinga e de Mata Atlântica, localizada na área próxima ao Horto de Dois Irmãos, entre outros projetos ambientais.

Pelo Twitter, Câmara, que embarca para Nova Iorque no domingo (22), comemorou.  “Ao contrário do que, infelizmente, vemos no Brasil, aqui em Pernambuco apostamos na convergência para avançarmos conjuntamente. Que o futuro nos reserve muita cooperação e parceria”. O discurso do governador será na abertura do evento, segunda-feira (23), um dia antes do início da Assembleia Geral da ONU, também em Nova Iorque.

 


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Comentários

marcos

Bota Paulo Câmara pra falar da licitação da Arena Pernambuco lá na ONU.


Prefeitura de Limoeiro

22/09


2019

Bolsonaro: Brasil contra o mundo

O Brasil contra o mundo

Bolsonaro discursa em Davos | AFP
O Globo - Por Bernanrdo Melo Franco

 

Em agosto de 2018, Jair Bolsonaro expôs sua visão particular das Nações Unidas. “Não serve para nada a ONU. É um local de reunião de comunistas”, afirmou. Em visita à Academia Militar das Agulhas Negras, onde assistiu a uma formatura de cadetes, o então candidato fez uma promessa: “Se eu for presidente, saio da ONU. Não serve pra nada essa instituição”.

É difícil que ele repita a bravata na terça-feira, quando debutará na Assembleia Geral. Mesmo assim, seu discurso tem potencial para agravar o desgaste do Brasil no exterior.

No último dia 11, o chanceler Ernesto Araújo ofereceu uma palinha do que pensa o governo. Em visita a Washington, ele esbravejou contra o “globalismo”, o “climatismo” e uma penca de pensadores mortos, como Jacques Lacan e Michel Foucault. Incluiu na lista a filósofa Rosa Luxemburgo, fuzilada por milícias de extrema-direita há exatos cem anos.

Em outra passagem, Araújo criticou os vegetarianos e disse que se vê num “apocalipse zumbi”. É como se sentem diplomatas mais experientes diante do Itamaraty da “nova era”.

“O Brasil tem um patrimônio diplomático construído ao longo de décadas. Agora ele está sendo posto a perder por uma guinada radical à extrema direita”, diz o embaixador aposentado Roberto Abdenur.

Ele se diz apreensivo com a estreia de Bolsonaro na ONU. “Estou muito preocupado com o discurso, porque temo que ele opte por uma linha de confrontação. Está se configurando um panorama muito negativo para o Brasil, que pode resultar em graves prejuízos políticos e econômicos”, alerta.

Com medo de protestos, o presidente já cancelou uma viagem a Nova York. Desta vez, terá que enfrentar os descontentes com a sua política antiambiental. Eles são cada vez mais numerosos: na sexta, a Greve Global pelo Clima tomou as ruas de 150 países. Os incêndios na Amazônia foram lembrados em dezenas de idiomas.

Amanhã, a ONU promoverá uma cúpula especial sobre a crise climática. Com a credibilidade em baixa, o Brasil não foi incluído entre as 60 delegações que usarão a palavra. Melhor assim. Um discurso negacionista causaria ainda mais desgaste à imagem do país.

Na quinta passada, Bolsonaro mostrou que não está alheio ao que o espera. “Tá na cara que eu vou ser cobrado”, admitiu, referindo-se à grita internacional contra as queimadas.

O presidente prometeu que “ninguém vai brigar com ninguém”, mas insistiu na tese de uma conspiração mundial contra o Brasil. “Vou enfrentar as críticas, vou enfrentar os chefes de Estado dos países que estão nessa campanha”, desafiou.

O embaixador Abdenur sugere que ele adote um tom menos belicoso. “O Brasil precisa se mostrar aberto ao diálogo com outros países. Existe uma prepocupação legítima com a Amazônia, com a questão indígena e com os direitos humanos”, observa.

Essa preocupação não é coisa de “comunistas”, como sugere o presidente. Na última semana, 230 fundos de investimento pediram ao governo que adote medidas eficazes para proteger a Amazônia. Eles administram uma fortuna estimada em R$ 65 trilhões, cerca de dez vezes o PIB do Brasil.


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22/09


2019

Provável cassação da Juíza Selma atiça política

Mato Grosso

(Foto: Geraldo Magela) Fonte: Brasil247

O Estado de S. Paulo - Coluna do Estadão

 

O cenário político no Mato Grosso já começa a se movimentar diante de uma provável cassação da senadora Juíza Selma (ex-PSL atual Podemos-MT) no TSE.

Um dos nomes que circula para disputar eleição suplementar é do deputado Nelson Barbudo (PSL), o mais votado do Estado. Outro é de Blairo Maggi, mas ele nega.


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Magno coloca pimenta folha

22/09


2019

Reincorporação aos Mais Médicos: anima cubanos

Possibilidade de reincorporação ao mais médicos anima cubanos: "Estamos precisando muito".

Foto: Jorge William/Agência O Globo

Época - Rodrigo Castro

 

Cerca de 1.800 médicos cubanos que permaneceram no Brasil e integravam o Mais Médicos poderão ser reincorporados ao programa por mais dois anos. Essa é a proposta do do senador Confúcio Moura (MDB), que apresentou na última terça-feira 17 seu parecer na comissão mista no Congresso que analisa a medida provisória criadora do Médicos pelo Brasil , programa que substitui o Mais Médicos . A sugestão, embora atenda a uma regra “excepcional e transitória” segundo o texto, animou cubanos e seus representantes.

“Achei muito bom. Nós, cubanos, estamos precisando muito. Tem muitas pessoas desempregadas, que precisam manter a família. É uma ajuda muito importante que o Brasil está dando para os médicos”, disse o cubano Arnulfo Batista, um dos beneficiários do Mais Médicos, que está há seis anos no país. Ao contário da maioria de seus conterrâneos, ele conseguiu uma liminar na justiça para renovar seu contrato. Hoje, trabalha no Sistema Único de Saúde (SUS) de Santa Rita, no Maranhão.

“Percorro 80km, tenho que atravessar rio, para chegar à comunidade quilombola. É um lugar de difícil acesso. Mas eles já nos conhecem, nós já conhecemos as doenças da área, a equipe de enfermeiros”, relatou Batista.

Para o advogado de médicos cubanos no Brasil, André Corrêa, a medida e repara uma injustiça. Ele encaminhou uma nota técnica a parlamentares, incluindo o relator da MP, afirmando que os cubanos estavam recebendo “tratamento discriminatório”. No texto, cita que eles “não puderam renovar seus contratos como se fossem propriedade do governo cubano, assemelhando-se às condições de trabalhadores escravos”. O documento foi bem recebido por Moura e serviu de base para seu relatório.

“Existe um princípio constitucional que se chama o valor social do trabalho, e o trabalho não significa emprego. Cobramos isonomia para que o valor social do trabalho seja aplicado aos médicos cubanos, tendo em vista que somente eles não tiveram a oportunidade de prorrogar seus contratos por mais três anos, o que aconteceu com todos os médicos que não eram cubanos”, explicou Corrêa.

Para se enquadrarem ao Médicos pelo Brasil após os dois anos, os médicos cubanos deverão fazer o Revalida, prova para validação dos diplomas de medicina obtidos no exterior. A aliados, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, tem dito que pretende aplicar o exame duas vezes ao ano a partir de 2020 e estima que a taxa de inscrição gire em torno de R$ 200. A última edição do Revalida foi em 2017.

De acordo com Corrêa, todos os cubanos querem fazer a prova e obter inscrição em um Conselho Regional de Medicina (CRM). “Eles não aguentam mais o governo de Cuba. Eles querem crescer na vida”, afirmou o advogado, cuja declaração foi corroborada por Batista:

“Só queremos estabilidade econômica para poder estudar e fazer a prova como tudo mundo. O que a gente precisa é trabalhar direitinho, e queremos ajudar o povo brasileiro”, falou o cubano, que deixou seu país em busca de melhorar a situação da família.

Mesmo no Brasil, Batista não se viu livre das imposições de seu governo. “Tiravam 70% do nosso salário”, conta, em referência a um acordo do país caribenho com a Organização Panamericana de Saúde (Opas), responsável por enviar os médicos ao Brasil. Agora, o pagamento da bolsa será feito diretamente aos profissionais, permitindo-lhes usufruir da quantia integral.

A proposta inicial era que os cubanos não fossem considerados médicos, mas fossem equiparados a alunos de Medicina. Receberiam, portanto, o mesmo valor pago nos programas de residência – R$ 3.400. Com a situação precária de muitos desses profissionais, o relator reviu o posicionamento em caráter de exceção.

Espera-se que, com a aprovação da proposta, a realidade dos cubanos mude. Desempregados, alguns têm precisado até mesmo de ajuda financeira para suas necessidades básicas. “Tenho um colega que perdeu a mãe há três meses e não o deixaram ir a Cuba. O governo cubano proíbe os médicos que saíram de voltar por oito anos. E ele não tinha como ir lá nem ajudar a família, porque não está trabalhando”, contou Batista.

A intenção ainda é que os rincões do país não sofram com a falta de médicos para atender a população local. “Os médicos com CRM não vão querer trabalhar num distrito lá na Amazônia. Ser forem, vão por um caráter já ideológico. O salário que se paga na capital é bem melhor. A gente precisa ser realista”, avalia o advogado dos cubanos


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22/09


2019

Rodrigo Maia faz gesto à turma rejeitada pelo Planalto

Rodrigo Maia faz gesto à turma rejeitada pelo Planalto

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Foto: Luis Macedo/Agência Câmara
O Estado de S. Paulo

Por Coluna do Estadão

 

O gesto de Rodrigo Maia (DEM-RJ) ao conduzir a aprovação do fundo eleitoral na Câmara foi, sobretudo, direcionado aos presidentes dos partidos políticos, turma, até bem pouco tempo, tratada com desdém pelo Planalto. O presidente da Casa não moverá palha daqui em diante, porém. Jair Bolsonaro que se vire para manobrar nessa vaga, espremido entre sua base eleitoral, contrária à integralidade do projeto de reforma partidária, e os dirigentes e parlamentares dessas siglas, sedentos de benesses. Terá de decidir se veta ou não o pacote.

Um amigo de Maia acha que as campanhas dos bolsonaristas contra o presidente da Câmara nas redes sociais são completamente estéreis: não pressionam o deputado e só ampliam a rejeição a ele em grupos que o rejeitam desde sempre.

Esse interlocutor explica: quem viveu por dentro (Rodrigo Maia) a crise das duas denúncias contra o então presidente Michel Temer não vai sucumbir sob ataques de hashtags e de haters.

No balaio de Maia também estão guardadas as críticas de alguns deputados ao fundo. Ele não que as aprova, claro.

Mas sabe, porém, da força que os dirigentes partidários têm sobre suas bancadas, vide, por exemplo, o caso dos rebeldes suspensos pelo PDT.


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22/09


2019

Corrução e nepotismo: CGU quer endurecer punição

CGU prepara estudo para endurecer punição a casos de corrupção e nepotismo no governo

Foto: cgu.gov.br

Folha de S. Paulo - Painel 
Por Daniela Lima 

 

A Controladoria-Geral da União está elaborando um amplo estudo para revisar os mecanismos de combate à corrupção no governo federal, com o objetivo de aprimorar o sistema e adaptá-lo a convenções internacionais. Hoje, um processo administrativo disciplinar demora cerca de 800 dias para ser concluído. O objetivo é reduzir o prazo para 120 dias. O órgão também prepara um sistema para identificar, por exemplo, casos de nepotismo nos ministérios.

A CGU avalia ainda a necessidade de aprimorar as formas de identificar se há conflito de interesse entre atividades que servidores públicos exercem na área privada. Os funcionários têm uma plataforma para questionarem se há choque entre as atuações. Mas eles nem sempre respondem a todas as perguntas necessárias.

Exemplo: um servidor questiona se pode dar aula ao mesmo tempo que trabalha, o que é permitido, mas deixa de informar que o horário em que vai lecionar é o mesmo da jornada pública.


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