Congresso Nordestino de Educação Médica

17/06


2019

Na briga pelo lugar de Raquel Dodge

Correndo por fora da lista tríplice para a PGR, o subprocurador-geral Augusto Aras começou a se mover para tentar diminuir a predileção do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), por Raquel Dodge.

Ele encontrou aliados do democrata na semana passada para apresentar suas credenciais.

Ex-procurador-geral da Justiça Militar, Marcelo Weitzel também começou a ser considerado para a PGR. Ele é do Rio de Janeiro e teria chamado atenção de de uma ala do bolsonarismo.  (Folha Painel)


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Governo de PE

17/06


2019

Bancada da bala: policiais se insurgem contra a reforma

A chamada “bancada da bala” também não está satisfeita com o relatório da Previdência, apresentado na última quinta (13). Policiais militares teriam que cumprir mais tempo na ativa e os federais se queixam do valor das pensões a familiares.

O PL, puxado por Capitão Augusto (SP), discute nesta segunda (17) propor mudanças ao texto na comissão especial.

Parlamentares do PSL, partido do presidente, ecoam a crítica e argumentam que a desidratação seria pequena (inferior a R$ 4 bi em 10 anos) para “uma categoria [PF] que fez tanto pelo Brasil”. (Painel – FSP)


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Prefeitura de Caruaru

17/06


2019

Dois fazendeiros presos: morte de sindicalista

FolhaPress - Fabiano Maisonnave

A Polícia Civil do Pará prendeu neste domingo (16) dois fazendeiros suspeitos da morte do sindicalista Carlos Cabral, 58, assassinado a tiros na última terça-feira (11), em Rio Maria, município a 820 km ao sul do Belém.

As prisões temporárias aconteceram no entorno da Terra Indígena Apyterewa, onde Cabral atuava como grileiro. É uma região distante de Rio Maria cerca de 425 km, sendo a maior parte do trajeto em estrada de terra.

Ex-petista, Cabral apoiou a eleição de Jair Bolsonaro (PSL) a presidente e e se afastou dos movimentos sociais de esquerda da região, com a esperança de ter as suas áreas na Apyterewa legalizadas. Ele foi o terceiro presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Rio Maria assassinado desde 1985.

Em 1985, seu genro na época, João Canuto, ocupava o cargo quando foi morto por pistoleiros. Um segundo dirigente foi assassinado em 1991.


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São João Petrolina

17/06


2019

Campo armado para defender fazendeiros a bala

Apesar de ser parte de uma estatística macabra que comove o Brasil desde 1988, quando o seringueiro e sindicalista Chico Mendes foi assassinado em Xapuri, no Acre, a morte do seringueiro Carlos Cabral Pereira quase passou despercebida. Dos poderes constituídos, apenas o Ministério Público Federal se manifestou. Por dever de ofício, anunciou que vai acompanhar as investigações da morte do sindicalista.

Não se ouviu uma palavra sequer do presidente da República ou de seus ministros da Justiça, da Agricultura e dos Direitos Humanos. De Jair Bolsonaro não devia se esperar qualquer manifestação mesmo. O presidente defende um campo armado para que os proprietários possam defender suas terras a bala.  (Antônio  Seleme – O Globo)


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17/06


2019

Previdência: a reforma de Bolsonaro

A saída do regime de capitalização do projeto de reforma da Previdência tirou a cereja do bolo que a banca ajudou a assar.

Ela continuará apoiando a reforma, mas chorará em segredo. Até mesmo porque é duvidoso que a mutilação tenha sido uma boa  .

Enquanto isso, nos 30 anos da repressão aos estudantes que estavam na praça da Paz Celestial, os organizadores das manifestações de Hong Kong deverão calibrar a radicalização de suas palavras de ordem.

Hoje sabe-se que Deng Xiaoping decidiu acabar com o acampamento e reorientar o governo em abril. Os estudantes acharam que tinham pista livre e radicalizaram. Em maio Deng chamou a tropa e deu sinais de que derrubaria. Em junho baixou o chanfalho.

Na política chinesa, três meses equivalem a uma fração de segundos em outras terras.  (Elio Gaspari – Folha de S.Paulo)


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16/06


2019

Governo procura substituto para o ex Joaquim Levy

Guedes busca perfil do mercado bancário para a vaga de Levy

FolhaPress – Mariana Carneiro

O ministro Paulo Guedes (Economia) procura um perfil de mercado para a vaga de Joaquim Levy, que pediu demissão do BNDES na manhã deste domingo (16).

A ideia é trazer alguém que conheça a operação de um banco de investimentos, a exemplo de Pedro Guimarães, que preside a Caixa é considerado bem-sucedido na função.

Guimarães acionou rapidamente a venda de ações da Petrobras em poder do banco estatal, como havia orientado Guedes. Há uma semana, ele anunciou que a Caixa devolverá R$ 20 bilhões neste ano ao Tesouro, cumprindo outra ordem do ministro, de “despedalar” o banco.

Já Levy resistia em empregar mudanças no BNDES. Não se comprometeu com a devolução dos R$ 126 bilhões solicitados por Guedes e não deu corda ao discurso de abrir a “caixa-preta”, que Bolsonaro prometeu na campanha. Em que pese as críticas, as investigações da Lava Jato não detectaram, até o momento, envolvimento de funcionários do banco.

No BNDES, auxiliares de Levy dizem que o agora ex-presidente era muito cuidadoso em assinar documentos e demorava a tomar decisões.

No governo, a visão é que seis meses foi tempo suficiente para avaliar o trabalho do executivo no BNDES e a conclusão é que não funcionou.

Guedes ainda não fechou um nome e fará conversas nas próximas horas para fazer uma indicação até, no máximo, esta segunda (17). Executivos do mercado já estariam sendo sondados.


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Asfaltos

16/06


2019

BNDES: cotado, Gustavo Franco esnobou Bolsonaro em 2017

Declaração foi dada em 2017, no Roda Viva

ÉPOCA – Guilherme Amado

Cotado para assumir o BNDES no lugar de Joaquim Levy, Gustavo Franco, se escolhido, terá de explicar uma declaração dada ao Roda Viva, da TV Cultura, em 2017.  

Perguntado sobre a possibilidade de Paulo Guedes assumir o comando da economia em eventual governo Bolsonaro, Franco desdenhou: 

“Sou amigo do Paulo Guedes. Ele fala com todo mundo. Até com Bolsonaro”.


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16/06


2019

É uma brasa, Moro

Carlos Brickmann

Juridicamente, pode ser que haja irregularidades nas comunicações entre o ministro Sérgio Moro e procurador-chefe da Lava Jato, Deltan Dallagnol. A OAB abriu fogo contra ambos e juristas respeitados os criticam. Em termos de comunicação, manda a boa técnica que se publique parte da denúncia e se aguarde a reação.  Só então se publica a denúncia completa. Esses fatores podem mudar a situação, mas, até o presente momento, Sérgio Moro parece ter vencido politicamente a guerra que o Intercept iniciou.

Alguns fatos demonstram que Moro, se o atingiram, foi só de raspão.

1 – No Maracanã, dizia Nelson Rodrigues, vaia-se até minuto de silêncio. Lula, no auge da popularidade, foi vaiado no estádio de São Januário. Moro foi ao estádio em Brasília, vestiu a camisa do Flamengo e foi aplaudido.

2 – Numa das mensagens atribuídas a Moro, há a frase “In Fux we trust” (em Fux confiamos). Na sexta de manhã, o ministro Fux tomou um avião em Brasília e foi aplaudido por passageiros. Houve gritos de “In Fux we trust”.

– Pesquisa da XP (elaborada para orientar investidores) mostra Moro como o mais popular integrante do Governo. Sua nota oscilou de 6,5 para 6,2, ainda bem acima do segundo, o próprio presidente Bolsonaro.

Quem votou em Bolsonaro por não aceitar nada do que está aí deve estar feliz com as transgressões atribuídas a Moro – justo ele, com cara de bom moço. E foi depois de ver as pesquisas que Bolsonaro lhe deu apoio total.


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BM4 Marketing

16/06


2019

Funcionários do BNDES farão ato

Demissão de Levy; 5 ex-presidentes são esperados

FolhaPress – Julia Barbon

Em meio ao pedido de demissão do presidente do BNDES, Joaquim Levy, funcionários do banco farão um ato no Rio de Janeiro, na próxima quarta (19), contra o que chamam de "antipatriótica desconstrução" da instituição. São esperados ao menos cinco ex-presidentes do banco.

A manifestação já estava marcada desde a última quinta (13) pela associação que representa os funcionários (AFBNDES), em repúdio à proposta de acabar com repasses do PIS e Pasep para o BNDES --medida que está no texto do relator da reforma da Previdência apresentado à comissão especial da Câmara dos Deputados.

Na noite deste sábado (15), porém, após declarações do presidente Jair Bolsonaro de que estava "por aqui" com Levy por ter nomeado um executivo que atuou em governos do PT, a associação reforçou a convocação para o ato, saiu em defesa do presidente do banco e criticou Bolsonaro.

Segundo o economista Arthur Koblitz, vice-presidente da AFBNDES, o que mais preocupa a entidade são os dois fatores que teriam levado à demissão de Levy. Um deles foi a não abertura da chamada "caixa-preta" do banco, com investigações de supostas propinas pagas a funcionários para que se concedesse empréstimos a empreiteiras no governo do PT.

O segundo é a resistência de Levy em devolver o dinheiro injetado pela União no BNDES no passado. O governo espera receber R$ 126 bilhões neste ano para ajudar no ajuste fiscal do país, mas Levy não se comprometeu com a cifra.

"Nunca lutamos para o Levy cair ou ficar, mas na nossa visão ele agiu corretamente nesses dois casos, ao não endossar o discurso da caixa-preta e ao não devolver os recursos. Não conseguimos imaginar qual presidente do BNDES teria uma posição diferente da que ele teve", afirmou Koblitz à Folha de S.Paulo

Para a associação, devolver os recursos que o governo pede infringiria a lei e insistir nessa medida mostra desconhecimento. "Resistências foram comuns a todos os presidentes do BNDES que tiveram que devolver os aportes do Tesouro. São executivos e técnicos do banco que colocam seus CPFs em risco com essas demandas", diz a nota.


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16/06


2019

Levy não abriu "caixa-preta" prometida por Bolsonaro

Em passagem pelo banco, economista reestruturou cargos e reformulou áreas chave

Folha de S.Paulo

Joaquim Levy, 58, pediu demissão da presidência do BNDES(Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) neste domingo (16), sete meses após aceitar o convite feito por Paulo Guedes. Desde que assumiu, o economista anunciou reestruturação na instituição com reduções e mudanças de cargos, mas não conseguiu "abrir a caixa-preta" do BNDES, promessa de campanha do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Esse era um dos principais pontos prometidos pelo então candidato do PSL durante a eleição na área de economia — ele costuma apontar problemas em empréstimo do BNDES para países como Cuba e Venezuela. Levy sempre sofreu resistência de Bolsonaro por ter atuado como ministro de Dilma Rousseff (PT) e secretário de Sérgio Cabral (MDB) no governo do Rio de Janeiro.

Ao longo da campanha, a promessa de "abrir a caixa-preta" do banco gerou diversos memes e mensagens virais no Whatsapp. Uma delas dizia que "se o povo brasileiro acha que o 'petrolão' foi o maior escândalo de todos os tempos no país, esperem até ver o que fizeram no BNDES". Outras acusavam supostas obras financiadas pela instituição no exterior.


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16/06


2019

Temos um arquivo colossal, diz editor do Intercept

De acordo com Leandro Demori, "não há dúvida em relação à autenticidade" dos arquivos

O POVO

Editor-executivo do "The Intercept Brasil", Leandro Demori afirma em entrevista exclusiva ao O POVO que os arquivos obtidos pelo site jornalístico sobre diálogos entre o ex-juiz Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol contêm "centenas e centenas" de áudios, mensagens e vídeos. Neles, antecipa o jornalista, as evidências revelam uma zona cinzenta da maior operação de combate à corrupção da história do País: a Lava Jato. De acordo com Demori, "não há dúvida em relação à autenticidade" dos arquivos que vêm causando estupor no País.

O POVO - Há uma quase ansiedade em relação aos próximos capítulos da série Vaza Jato, do "The Intercept Brasil". Qual é a real dimensão do conteúdo que vocês têm em mãos?

Leandro Demori - A gente não está falando sobre o tamanho do arquivo. Não posso responder isso. O que posso dizer é que é um arquivo muito grande, um arquivo colossal, e que foram centenas e centenas de diálogos de grupos e de situações. Estamos falando aí de anos, praticamente a maior parte dos anos da Operação Lava Jato. É realmente muito grande, já fizemos um sobrevoo até agora, já conseguimos mergulhar um pouco mais, mas é um trabalho de longo prazo. É uma maratona, não é uma corrida de 100 metros.

Leia reportagem na íntegra clicando ao lado: "Temos um arquivo colossal", diz editor do Intercept Aguanambi282


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16/06


2019

Petistas no governo Bolsonaro vão além de Levy

Ministro da Defesa, presidente da Infraero e assessores de Guedes participaram também dos governos Lula e Dilma

Época

Apontado pelo presidente Jair Bolsonaro como estopim para a saída de Joaquim Levy da presidência do BNDES, o advogado Marcos Barbosa Pinto não é o único integrante do atual governo que trabalhou para as gestões petistas de Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva. A lista inclui técnicos do próprio Ministério da Economia, executivos de agências reguladoras e até um ministro militar.

O ministério de Paulo Guedes é um dos principais abrigos de ex-colaboradores de administrações do PT. No cargo de assessor especial do ministro, por exemplo, está Guilherme Afif Domingues. Entre maio de 2013 e outubro de 2015, ele foi ministro da Secretaria de Micro e Pequena Empresa do governo Dilma. Após a extinção do ministério, a petista o indicou para a presidência do Sebrae, de onde só saiu em junho de 2018.

Leia a reportagem completa clicando ao lado: Lista de ex-integrantes de gestões petistas no governo Bolsonaro vai ...


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