Congresso Nordestino de Educação Médica

15/06


2019

Armas: Bolsonaro pede que povo cobre Senado

Decreto das Armas

Presidente Jair Bolsonaro pede que população cobre Senado sobre decreto das armas
Na próxima terça-feira, serão discutidos no plenário da Casa sete projetos que sustam os efeitos do documento que flexibiliza porte e posse

O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, faz gesto de armas com as mãos (Paulo Whitaker/Reuters)

Da Veja - Giovanna Romano

 

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) pediu o apoio de seus seguidores nas redes sociais neste sábado, 15, para que eles “cobrem os senadores do seu estado” a rejeitarem projetos que anulam os decretos que flexibilizam a posse e o porte de armas de fogo. Na próxima terça-feira 18 serão discutidos no plenário do Senado sete projetos de decreto legislativos que sustam os efeitos do decreto 9.797/2019.

“A CCJ (Comissão de Constituição de Justiça) do Senado decidiu revogar nossos decretos sobre CACs (caçadores, atiradores esportivos e colecionadores de armas) e posse de armas de fogo. Na terça, o PL será votado no plenário. Caso aprovado, perdem os CACs e os bons cidadãos, que dificilmente terão direito de comprar legalmente suas armas. Cobrem os senadores do seu estado”, escreveu Bolsonaro.

Na última quarta-feira, 12, a CCJ deu aval à discussão em plenário de sete projetos que sustam os efeitos do decreto que flexibiliza a posse de armas no Brasil. Uma das medidas adicionadas no decreto de posse é que todos os brasileiros que viverem em área rural ou em cidades localizadas em estados com mais de dez homicídios a cada 100.000 habitantes terão direito a adquirir armas e munições.

Ainda, o decreto sobre o porte amplia as categorias que podem transitar com armas fora da residência para profissionais como advogado, oficial de Justiça, caminhoneiro, jornalista que atue na área policial, conselheiro tutelar e agente de trânsito, entre outros, além do grupo conhecido como CACs, composto por caçadores, atiradores esportivos e colecionadores de armas.

Os senadores da comissão rejeitaram relatório do senador Marcos do Val (Cidadania-ES), que recomendava a derrubada dos sete projetos. Com isso, as propostas agora serão discutidas e votadas em regime de urgência pelo restante da Casa.

O relator do projeto defendeu o decreto presidencial. “É uma falácia achar que esse decreto está liberando arma para todo mundo. O que o decreto está fazendo é tornar público o que a Polícia Federal já fazia. Não está liberado para todo mundo (…), você vai ter que passar por todos os critérios, que são super difíceis. É mais fácil você entrar para a polícia para ter a sua arma do que hoje você ter a posse de armas, ainda assim com o decreto”, disse.


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Governo de PE

15/06


2019

Bolsonaro: "Por aqui" com Levy e ameça demiti-lo

Ameaça ao presidente do BNDES

Presidente diz Levy está "com a cabeça a prêmio já tem algum tempo"

Amanda Almeida e Geralda Doca – O Globo

O presidente Jair Bolsonaro ameaçou, neste sábado, demitir o presidente do BNDES, Joaquim Levy. Ele disse que Levy "não vem sendo leal" a ele.

Segundo Bolsonaro, o último problema com Levy foi a nomeação do chefe da área de Mercado de Capitais do BNDES, Marcos Barbosa Pinto. O presidente exigiu que o presidente do BNDES o demita.

- Qual o nome do assessor do BNDES? (Pergunta a assessores) Marcos Pinto. O Levy o nomeou para uma função no BNDES. Eu já estou por aqui com o Levy. Falei para ele: demita esse cara na segunda-feira ou eu demito você sem passar pelo Paulo Guedes - disse Bolsonaro, ao sair do Palácio do Alvorada e cumprimentar turistas.

E completou:

- Um governo tem de ser assim. Quando coloca gente suspeita em cargos importantes e essa pessoa, como o Levy, já vem há algum tempo não sendo leal àquilo que foi combinado e àquilo que ele conhece a meu respeito. Ele está com a cabeça a prêmio já tem algum tempo.


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Prefeitura de Caruaru

15/06


2019

Os conselhos de Bolsonaro e Duran a Moro

Bolsonaro aconselha Moro a resistir. Enquanto isso, o ex-advogado da Odebrecht, Tacla Duran dispara: “Moro deveria se afastar”.

Bolsonaro, e  Moro, (Foto: Adriano Machado/Reuters)                                        Rodrigo Tacla Duran (Foto- Fonte Brasil247)

Veja - Coluna Radar
Por Robson Bonin e Pedro Carvalho 

 

O jornalista Robson Bonin, titular da Coluna Radar da Veja, diz que Sergio Moro foi aconselhado por Jair Bolsonaro a resistir. A leitura é que a popularidade do ministro cresceu nas redes sociais e que a crise das mensagens vazadas reativará o duelo entre petistas e defensores da Lava-Jato — tudo que o governo precisa para tirar o foco dos tropeços no Congresso.

Enquanto isso, o seu colega de coluna, o jornalista Pedro Carvalho, infnorma que o ex-advogado da Odebrecht, Rodrigo Tacla Duran, investigado na Lava-Jato, disparou contra o ex-juiz Sérgio Moro, pós leva de novas mensagens divulgadas pelo site The Intercept.

“Outra vez o ministro insiste em participar de casos que tem interesse direto no desfecho da causa. Deveria se afastar do cargo, para a PF, pela qual é responsável, poder investigar, com imparcialidade, se houve de fato invasão dos telefones ou se é uma comunicação falsa de crime”, escreveu em sua conta no Twitter.


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Prefeitura de Gravatá

15/06


2019

PIS e reforma da Previdência: credores no túmulo

Previdência: para economista, criadores do PIS estão se revirando no túmulo.

Foto: Jornal Contábil 

Globo - Por Ancelmo Gois 

 

Para o economista Paulo Rabello de Castro, devem estar se revirando no túmulo os criadores do PIS (Roberto Campos e Octávio Gouvêa Bulhões) como instrumento para alavancar investimentos e tornar os empregados sócios do capital:

— O texto do relator da Previdência propõe acabar com o uso de 40% do PIS hoje empregado para financiar os investimentos no país, e usa o ervanário pra cobrir o rombo da assistência social no INSS.


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15/06


2019

Bens apreendidos do tráfico vão a fundo da Justiça

Bolsonaro e Moro mais próximos do que nunca
Foto: Brasil247

Do Estado de S. Paulo - Coluna do Estadão

Por Werther Santana

 

Atendendo à demanda de Sérgio Moro, Jair Bolsonaro deve assinar na segunda-feira medida provisória para permitir que bens apreendidos de traficantes sejam transferidos de imediato para um fundo gerido pela Justiça, sem necessidade de esperar a condenação judicial.

O texto também deve autorizar a contratação temporária de engenheiros para o Departamento Penitenciário Nacional. O objetivo é acelerar projetos para construção e reforma de presídios com recursos do Funpen.


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ArcoVerde

15/06


2019

Mais vazamentos sobre Moro e Deltan

Modelo de força-tarefa vê ascensão e crise sob a Operação Lava Jato

Diálogos de Moro e Deltan levantam discussão sobre uso juízes diferentes para investigação e julgamento

José Marques e Felipe Bächtold – Folha de S.Paulo

A divulgação de conversas entre autoridades da Lava Jato abriu espaço para críticas ao modelo de investigação com o uso de forças-tarefas, defendido como eficaz pelo Ministério Público Federal mas ainda sem uma regulamentação específica.

Desde as suas primeiras fases, ainda em 2014, a operação que teve origem no Paraná foi tocada por procuradores designados para reforçar as investigações no caso.

Os resultados bem-sucedidos ajudaram a consolidar iniciativas parecidas pelo país, como a Lava Jato do Rio e a Operação Greenfield, no Distrito Federal.

Também deram notoriedade ao grupo coordenado pelo procurador Deltan Dallagnol, que passou a se mobilizar por causas alheias à investigação criminal, como o projeto no Congresso de dez medidas anticorrupção

revelação de que o então juiz Sergio Moro opinou sobre as investigações com Deltan, conforme mostrou o site The Intercept Brasil, levantou discussões sobre a credibilidade da força-tarefa paranaense, também afetada pela divulgação de troca de mensagens críticas ao PT na campanha eleitoral ao Palácio do Planalto do ano passado.

“Juiz não pode ser chefe de força-tarefa”, afirmou na quarta-feira (12) o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, durante sessão na corte. Gilmar é alvo constante de críticas dos procuradores em declarações e nas redes sociais.


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Asfaltos

15/06


2019

Cresce a produção de petróleo no Brasil

Foto: Brenno Carvalho | Agência O Globo
O Globo - Por Lauro Jardim

A produção de petróleo no Brasil cresceu marginalmente em abril: 1,6% em comparação a março e 1% ante ao mesmo mês de 2018, de acordo com a ANP. Foram 3,314 milhões de barris de óleo equivalente por dia.

O Rio de Janeiro continua na liderança por estados. Produz 69% desse total. Foi seguido de São Paulo, que assumiu de vez o segundo lugar, com 12,6%. O Espirito Santo ficou no terceiro lugar no ranking com 10,1%. 

 


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15/06


2019

Secretaria: Ramos quer convivência no governo

Novo chefe da Secretaria de Governo 

General Luiz Eduardo Ramos, prestes a assumir a Secretaria de Governo para, entre outras missões, melhorar a conturbada articulação Planalto-Congresso, terá como norte a busca do diálogo. Ramos disse ainda, que vai continuar missão do antecessor.

Foto: Marocos Corrêa I PR

Coluna do Estadão - Por Werther Santana

 

O general Luiz Eduardo Ramos, prestes a assumir a Secretaria de Governo para, entre outras missões, melhorar a conturbada articulação Planalto-Congresso, terá como norte a busca do diálogo. “O Exército é pautado pela hierarquia e pela disciplina. No governo, tem que conversar mais, o sistema é diferente, é de convivência fraterna”, afirmou à Coluna. Com uma imagem em que duas pessoas tentam conversar estando em margens opostas de um rio, Ramos diz: a “beleza da política é construir pontes”, mesmo que, no limite, seja preciso ceder.

O caminho do convite de Bolsonaro para o general Ramos integrar o governo seguiu a ordem militar: o presidente falou com o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, que falou com o comandante-geral do Exército, general Pujol, que ligou para Ramos, por volta de 13h30.

“O general Ramos é muito importante para o Exército em São Paulo, mas, em Brasília, ao lado do presidente Jair Bolsonaro, como amigo, sua presença é mais importante para o Brasil”, afirmou Pujol ao ministro da Defesa.

Guardou a farda. Ramos reforça ainda que não será um general na ativa no governo. Assim que assinar o termo de posse, vai para a reserva e perde sua tropa.

Sem turbulência. O futuro ministro não comenta a gestão de seu antecessor na Secretaria de Governo, Santos Cruz, de quem é amigo. “Minha missão é a de continuar a que Santos Cruz já estava cumprindo.”

Ramos se encontrou ontem com Bolsonaro pela primeira vez desde que aceitou convite. Na base aérea de SP, foi chamado de “meu ministro!” pelo presidente.


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